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Relatório de Cuidado Integral Ao Recém Nascido e À Criança

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GRUPO SER EDUCACIONAL 
CURSO DE GRADUAÇÃO EM 
ENFERMAGEM 
 
 
 
 
 
Patrícia Ferreira da Silva Pequeno 
01200414 
 
 
 
 
 
 
Cuidado Integral Ao Recém Nascido e À Criança 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Camaragibe 
2025
LISTA DE FIGURAS 
 Figura 1 –Centro de Reabilitação e Valorização da Criança (CERVAC). 
Figura 2 – Discente em frente ao CERVAC. 
Figura 3 – Sessão de fisioterapia voltada ao desenvolvimento motor infantil. 
Figura 4 – Sessão de terapia para reabilitação. 
Figura 5– Discentes na sala de reabilitação infantil 
 Figura 6– Sala de enfermagem. 
 
SUMÁRIO 
1 INTRODUÇÃO ..................................................................................................................... 4 
2 CONTEXTUALIZAÇÃO DA INSTITUIÇÃO .................................................................. 5 
3 OBJETIVOS .......................................................................................................................... 6 
4 ATIVIDADES DESENVOLVIDAS ..................................................................................... 7 
5 CONSIDERAÇÕES FINAIS ................................................................................................ 8 
REFERÊNCIAS......................................................................................................................10 
ANEXOS – DOCUMENTOS.................................................................................................11 
4 
Relatório práticas hospitalares – Enfermagem 
 
 
1 INTRODUÇÃO 
 
O cuidado integral ao recém-nascido e à criança representa uma parte essencial da Enfermagem, 
pois envolve ações voltadas para a promoção da saúde, a prevenção de doenças e o 
acompanhamento do desenvolvimento infantil em seus aspectos físicos, emocionais e sociais. 
Durante minha vivência, percebi o quanto o enfermeiro é importante nesse processo, atuando 
na identificação precoce de alterações, na orientação às famílias e na melhoria da qualidade de 
vida das crianças, especialmente daquelas com condições neurológicas ou necessidades 
especiais. 
A experiência no Centro de Reabilitação e Valorização da Criança (CERVAC) foi muito 
significativa, pois me permitiu compreender de forma prática o papel da Enfermagem no 
cuidado humanizado e na reabilitação infantil. Pude observar o trabalho de uma equipe 
multiprofissional dedicada, que busca estimular as potencialidades das crianças por meio de 
terapias especializadas e abordagens complementares voltadas ao desenvolvimento global. 
Essa vivência teve como objetivo ampliar meu entendimento sobre o funcionamento dos 
serviços de reabilitação, identificar as demandas de cuidado de Enfermagem no contexto 
pediátrico e refletir sobre a importância da atuação interdisciplinar para promover o bem-estar 
e a inclusão social das crianças atendidas. 
 
 
5 
Relatório práticas hospitalares – Enfermagem 
 
 
2 CONTEXTUALIZAÇÃO DA INSTITUIÇÃO 
 
 
A atividade prática foi realizada no Centro de Reabilitação e Valorização da Criança 
(CERVAC), localizado na Rua do Morro da Conceição, nº 211, Morro da Conceição, Recife – 
PE, CEP 50060-130. O CERVAC é uma instituição de caráter comunitário que presta 
assistência a pessoas com deficiência, com ênfase em crianças, oferecendo atendimento 
multiprofissional por meio de convênio com o Sistema Único de Saúde (SUS). 
A instituição disponibiliza serviços nas áreas de fisioterapia, fonoaudiologia, terapia 
ocupacional, psicologia e psicopedagogia, promovendo a reabilitação e o bem-estar dos 
usuários. O público atendido é composto por crianças de 0 a 12 anos com doenças neurológicas, 
a exemplo de síndrome de Down, microcefalia, paralisia cerebral e sequelas de acidente 
vascular cerebral (AVC). O encaminhamento é realizado pela regulação municipal de saúde do 
Recife. 
 
As atividades foram desenvolvidas nos dias 4 e 5 de novembro de 2025, nos turnos da manhã 
(7h às 12h) e tarde (13h às 18h), totalizando 20 (vinte) horas práticas. Durante o período, foram 
realizadas observações e participações em atendimentos voltados à reabilitação e à promoção 
da saúde infantil, enfatizando o cuidado humanizado e interdisciplinar. 
A orientação das atividades foi conduzida pelo EnfermeiroThiago Ruan do Nascimento, 
COREN: 930370, docente do curso de Enfermagem da UNINASSAU, com supervisão da 
equipe técnica do Centro de Reabilitação e Valorização da Criança (CERVAC). 
 
 
Figura 1 – Centro de Reabilitação e Valorização da Criança (CERVAC). 
 
 
 
 
Figura 2 – Discente em frente ao CERVAC. 
 
 
 
 
6 
Relatório práticas hospitalares – Enfermagem 
 
 
3 OBJETIVOS 
 
O objetivo geral desta prática foi compreender a importância do cuidado integral ao recém-
nascido e à criança no contexto da reabilitação, analisando o papel do enfermeiro na promoção 
da saúde e no acolhimento das famílias. Buscou-se observar a atuação conjunta da equipe 
multiprofissional e sua contribuição para o desenvolvimento infantil. Além disso, a vivência 
possibilitou refletir sobre a relevância da abordagem humanizada no atendimento prestado pelo 
Centro de Reabilitação e Valorização da Criança (CERVAC), fortalecendo a compreensão 
sobre o cuidado integral e interdisciplinar. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
7 
Relatório práticas hospitalares – Enfermagem 
 
 
4 ATIVIDADES DESENVOLVIDAS 
 
4.1 Conhecimento da estrutura e acolhimento 
As atividades práticas começaram com uma explicação detalhada sobre a estrutura física e o 
funcionamento organizacional do Centro de Reabilitação e Valorização da Criança (CERVAC). 
Nesse momento, pude conhecer os espaços destinados aos atendimentos, como as salas de 
fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional e práticas integrativas. Em seguida, participei 
do acolhimento das crianças e de seus familiares, o que me ajudou a compreender como ocorre 
o fluxo de atendimento e o processo de encaminhamento realizado pela regulação municipal. 
Percebi que os grupos de atendimento são formados conforme a faixa etária, o nível de 
funcionalidade e o tipo de patologia, acontecendo geralmente uma vez por semana, como nos 
casos de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA). 
4.2 Desenvolvimento das práticas terapêuticas 
O desenvolvimento da prática seguiu uma abordagem observacional e participativa. Durante a 
experiência, realizaram-se atendimentos de enfermagem à criança, com avaliação física, 
ausculta e verificação de peso e altura, seguindo a orientação do enfermeiro responsável e as 
normas de biossegurança e estágio supervisionado. Também acompanhei várias atividades 
terapêuticas voltadas à reabilitação motora, sensorial e cognitiva, desenvolvidas por 
profissionais de diferentes áreas da saúde. Foi possível observar sessões de estimulação 
precoce, que se mostraram essenciais para o desenvolvimento integral de crianças com 
condições neurológicas, como paralisia cerebral e microcefalia. Notei que, durante as terapias, 
as crianças realizavam um rodízio de atividades conduzidas por fisioterapeutas, 
neuropsicopedagogos e fonoaudiólogos, de forma integrada e contínua. 
A equipe de Enfermagem atua de forma essencial nas práticas integrativas e na promoção da 
saúde, priorizando o bem-estar das crianças e fortalecendo o vínculo com as famílias por meio 
do cuidado humanizado e da comunicação empática. 
Essa experiência foi muito enriquecedora, pois me permitiu vivenciar na prática o valor do 
trabalho interdisciplinar e reconhecer o papel do enfermeiro na coordenação do cuidado, na 
escuta atenta e na articulação entre os diferentes profissionais envolvidos na assistência. 
 
Figura 3 – Sessão de fisioterapia voltada ao desenvolvimento motor infantil. 
 
 
 
 
 
 
 
 
8 
Relatório práticas hospitalares – Enfermagem 
 
 
Figura 4– Sessão de terapiapara reabilitação. 
 
 
 
Figura 5 – Discentes na sala de reabilitação infantil 
 
 
 
Figura 6– Sala de enfermagem. 
 
9 
Relatório práticas hospitalares – Enfermagem 
 
 
5 CONSIDERAÇÕES FINAIS 
 
 
A experiência prática no CERVAC me permitiu compreender de forma detalhada o cuidado à 
criança, principalmente no contexto da reabilitação. Pude observar a importância do trabalho 
integrado entre os profissionais de saúde, garantindo um atendimento completo e adaptado às 
necessidades individuais de cada paciente. 
 
Também percebi o papel essencial do enfermeiro no acolhimento das famílias, na promoção da 
saúde e na articulação entre os setores, reforçando a necessidade de humanização e atenção 
contínua. A vivência evidenciou a importância da atualização constante, da prática baseada em 
evidências e do trabalho em equipe para um cuidado eficiente e seguro. 
 
Sugiro que o enfermeiro tenha uma atuação mais presente nas atividades, acompanhando 
diretamente as crianças e suas famílias. Essa participação contribui para fortalecer vínculos, 
aprimorar a assistência integral e tornar o cuidado mais humanizado e próximo da realidade dos 
pacientes. 
10 
Relatório práticas hospitalares – Enfermagem 
 
 
REFERÊNCIAS 
 
 
CENTRO DE REABILITAÇÃO E VALORIZAÇÃO DA CRIANÇA – CERVAC. Centro de 
Reabilitação e Valorização da Criança. Recife, [2025?]. Disponível em: https://cervac.org.br/. 
Acesso em: 4 nov. 2025. 
 
SILVA, J. A. da. Assistência de Enfermagem à criança e ao adolescente com Síndrome de 
Down: revisão integrativa. Revista Foco, v. 17, n. 3, p. 122‑135, 2024. Disponível em: 
https://ojs.focopublicacoes.com.br/foco/article/view/6050. Acesso em: 5 nov. 2025. 
 
CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM (COFEN). Enfermagem melhora qualidade de 
vida dos pacientes autistas. Brasília, 4 out. 2021. Disponível em: 
https://www.cofen.gov.br/enfermagem-melhora-qualidade-de-vida-dos-pacientes-autistas/. 
Acesso em: 6 nov. 2025. 
GOMES, Andressa D. P.; LIMA, Keylla N. R.; SILVA, Bruna A. C.; SILVA, Ana P. S. 
Cuidado de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde às Crianças com Microcefalia 
Relacionada ao Zika Vírus. Arquivos de Ciências da Saúde da UNIPAR, Umuarama, v. 27, n. 
1, p. 33–43, jan. /abr. 2023. Disponível em: 
https://revistas.unipar.br/index.php/saude/article/view/9639. Acesso em: 8 nov. 2025. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
11 
Relatório práticas hospitalares – Enfermagem 
 
 
ANEXO – DOCUMENTOS 
 
 
 
 
12 
Relatório práticas hospitalares – Enfermagem

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