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CURSO DE GRADUAÇÃO EM TECNOLOGIA 
EM RADIOLOGIA 
 
Felipe Klanfer Alfani 
 
Relatório de Aula Prática - Anatomia das Imagens 
em Radiologia 
 
SÃO BERNARDO DO CAMPO SP 
2024 
 
 
 
Felipe Klanfer Alfani 
Relatório de Aula Prática - Anatomia das 
Imagens em Radiologia 
 
 
 
 
 
 Trabalho apresentado a Universidade Anhanguera 
 como requisito parcial para a obtenção de media 
semestral nas disciplinas norteadoras do semestre 
letivo. 
 
 
Orientador(a): Marcelle Dorothea Marques Lourenco 
 
 
 
 
 
 
 
 
SÃO BERNARDO DO CAMPO SP 
2024 
 
1.INTRODUÇÃO..................................................................................................4 
 
2.DESENVOLVIMENTO......................................................................................5 
Plano seccional das imagens...........................................................................5 
Identificação dos ossos....................................................................................7 
Escala de Hounsfield.........................................................................................9 
CONCLUSÃO....................................................................................................10 
REFERÊNCIAS.................................................................................................11 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
4 
 
 
1.INTRODUCÃO 
O trabalho será desenvolvido com a Atividade Prática relativa à 
interpretação dos exames radiográficos, com o objetivo de conhecer os 
posicionamentos, protocolos de aquisição e reconstrução de imagens, 
identificação reconhecimento das estruturas anatômicas. Para tal o referido será 
realizado conforme os objetivos préestabelecidos. 
Como Raio-X, Tomografia Computadorizada e Ressonância Magnética. 
Através dos recursos que a tecnologia disponibiliza para a realização de exames 
de imagem utilizando métodos radiológicos, os quais aumentam a versatilidade 
e a amplitude de possibilidades. 
 
 
 
 
 
 
 
5 
 
2. DESENVOLVIMENTO 
 
ATIVIDADE 1 
PLANO SECCIONAL DAS IMAGENS 
A anatomia seccional é básica para o estudo e a interpretação das 
diversas modalidades dos atuais métodos de imagem, como ultrassonografia 
(US), tomografia computadorizada (TC) e ressonância magnética (RM). Estes 
métodos fornecem uma visão do corpo humano em múltiplos planos de secção, 
tornando-se necessária a correlação com a topografia estrutural normal em 
secção axial, coronal, sagital ou inclinada. 
 Imagem A 
Evidência, o Plano Axial. Conhecido por axial é paralelo aos planos de 
delimitação cranial e caudal, qual divide o corpo em duas partes e o resultado 
são uma parte superior e uma parte inferior. 
 Imagem B 
Evidencia o Plano Coronal. Conhecido por coronal é paralelo aos planos 
de delimitação ventral e dorsal, o qual divide o corpo em duas partes e o 
resultado são uma parte anterior e uma parte posterior. 
 Imagem C 
Evidencia o Plano Sagital. O termo sagital é mais difundido entre os 
profissionais de imagem, pois, refere-se aos cortes paralelos ao plano mediano 
ou PMS. 
2.2 LOCALIZAÇÃO DE VÉRTEBRA DESTACADA E OS PLANOS 
SECCIONAIS DAS IMAGENS. 
A coluna vertebral é constituída por uma sequência de vértebras (ossos 
da coluna). 
O conjunto das vértebras que formam a coluna vertebral é dividido em 
quatro áreas. Iniciando pelo segmento mais superior da coluna (“região do 
pescoço”), deparamo-nos com a coluna cervical, constituída por sete vértebras 
– C1. a C7); a coluna dorsal ou torácica com doze vértebras (T1 a T12); a coluna 
lombar com cinco vértebras (L1 a L5); por fim, a coluna lombos sagrada (ou 
lombo sacra) no segmento mais inferior da coluna (região do sacro, cóccix) com 
quatro ou cinco vértebras fundidas (S1 a S5). Desta forma, os exames de TC da 
coluna vertebral podem recair simplesmente sobre uma determinada região 
(cervical, dorsal, lombar, lombo sacra), sobre mais que uma região ou, então, de 
uma forma mais completa, abarcando de uma forma total a coluna vertebral (são 
avaliados todos os segmentos da coluna). Portanto, realizou-se a interpretação 
das imagens tomográficas de uma fratura vertebral, de modo que se determinou 
6 
 
a localização da vértebra destacada, tal como os planos seccionais para cada 
imagem. 
Sendo assim a localização da Imagem A, refere-se à Região cervical, 
determinando o Plano axial, o qual divide o corpo em superior e inferior (eixo 
Longitudinal). 
De modo que a Imagem B corresponde à Região Lombar-vertebra lombar 
respectivamente o Plano coronal, o qual divide o corpo em anterior e posterior 
(eixo Antero-posterior). 
De modo que a Imagem B corresponde à Região Lombar-vertebra lombar 
respectivamente o Plano coronal, o qual divide o corpo em anterior e posterior 
(eixo Antero-Posterior). Sendo assim a localização da Imagem C refere-se à 
Região Lombar vertebra-lombar, determinando o Plano Sagital, onde o mesmo 
divide o corpo em parte direita e parte esquerda (eixo Látero-Lateral). 
2.3 ESTRUTURAS E OS PLANOS SECCIONAIS DAS IMAGENS 
Temos uma Fratura na coluna lombar. A imagem A refere-se a um corte 
transversal o qual se refere a um modo de estudar a anatomia dividindo, 
portanto, o órgão em lado superior e inferior. 
Temos uma Fratura na Coluna Torácica A imagem B refere ao Plano 
coronal o qual divide o corpo em porção anterior e posterior. 
Temos uma Fratura na cervical. Assim a imagem C refere ao Plano Sagital 
o qual divide o corpo em parte direita e parte esquerda (eixo Látero-Lateral). 
A posição anatômica é uma posição padrão que define superfícies 
específicas e planos do corpo. Descreva como o corpo humano está 
posicionado nesta convenção. 
R: A posição anatômica é a referência-padrão do corpo usada para 
descrever a localização de estruturas. O corpo está na posição anatômica 
quando se fica na posição ereta, com os pés juntos, as mãos ao lado do corpo e 
a face olhando em frente. A boca está fechada e a expressão facial é neutra. A 
margem óssea sob os olhos está no mesmo plano horizontal que o topo da 
"abertura da orelha" e os olhos estão "abertos" e focalizados em algo a distância. 
As palmas das mãos estão voltadas para a frente, com os dedos retos e juntos 
e com o polegar em uma direção a 90° do conjunto dos outros dedos. Os dedos 
dos pés apontam para a frente. 
Incidência é um termo de posicionamento que descreve a direção ou 
caminho do raio central (RC) ou do feixe de raios X quando esta passa através 
do paciente, projetando uma imagem no RI. Descreva a direção do RC nas 
incidências Póstero-Anterior, Anteroposterior, Médio-Lateral e Látero-Medial. 
Incidência Póstero-Anterior: 
7 
 
R: Indica que o feixe de raios X deve entrar pela parte posterior e sair pela 
anterior. 
Como a face próxima à placa do equipamento de raio X aparece mais 
nítida nas imagens, essa incidência é recomendada para observar a porção 
anterior da área examinada. Incidência Ântero-Posterior: mostra que a radiação 
penetra o organismo pela parte anterior e sai pela posterior. Indicada para estudo 
da porção posterior das estruturas anatômicas. Incidência Médio-Lateral: 
descreve uma trajetória em que o feixe de raios X entra pela face medial (ponto 
médio) da parte examinada, e sai pela face lateral. Incidência Látero-Medial: o 
raio central entra pela face lateral e sai pela medial. 
2.4 ESCALA DE HOUNSFIELD E A DIFERENÇA DE DENSIDADE E 
ATENUAÇÃOPARA OS DIFERENTES TECIDOS. 
Os principais aspectos relacionados à utilização da unidade de Hounsfield 
(HU) e suas principais aplicações. Essa escala é considerada uma 
transformação da medida original do coeficiente de atenuação linear para uma 
escala adimensional. 
Além disso, nesse tipo de escala, é considerada a rádio densidade da 
água destilada sob condições-padrãode temperatura e pressão, zero unidades 
Hounsfield (HU), enquanto a rádio densidade do ar é definida como -1000 HU. 
Deve-se considerar a escala entre -1000 e 3000 HU. Assim, pode-se perceber 
que esta escala é vantajosa visto que não sofre alterações para níveis diferentes 
de tensões aplicados no tubo do equipamento. Isto também acarreta a facilidade 
de troca de informação entre pesquisadores e servidores da área médica de todo 
o mundo, visto que é um padrão universal. 
A concepção de como as escalas de Hounsfield são geradas, precisa-se 
entender como ocorre o funcionamento dos tomógrafos, os quais utilizam um 
gantry com feixe giratório de raios X e múltiplos detectores em vários arranjos 
(que giram de modo contínuo ao redor do paciente), junto a sofisticados 
algoritmo de computador para processar os dados, uma grande quantidade de 
imagens bidimensionais em fatias (cada uma com milímetros de espessura) 
pode ser formatada em múltiplos planos de imagem. Sendo assim, o tomógrafo 
é conectado a um computador que processa os dados utilizando vários 
algoritmos para produzir imagens de qualidade diagnóstica. Uma imagem de TC 
é composta por matriz de milhares de pequenos quadrados denominados pixels. 
Um computador atribui a cada pixel um número de TC que varia de -1000 a 
+1000 e que é medido em unidades Hounsfield (HU). Essa nomenclatura é uma 
homenagem a Sir Godfrey Hounsfield, o homem ao qual se acredita o 
desenvolvimento do primeiro tomógrafo. O número de UH, ou unidade 
Hounsfield, representa a média aritmética de todos os valores de atenuação 
medidos num volume elementar individual – voxel. A imagem, em nível de cinza, 
de um objeto varrido fornece algumas informações da densidade relativa (radio 
densidade) da estrutura presente na imagem. A normalização dos valores de 
atenuação para o da escala Hounsfield é obtida pela Equação 3.4, onde μxH2O 
8 
 
é o coeficiente de atenuação linear do voxel e o coeficiente de atenuação linear 
da água. 
A atenuação da energia da radiação ocorre em modo exponencial em 
função da espessura do material absorvedor. Assim, quanto mais espesso for o 
material ou tecido, menor será a radiação que deixa o material após atravessá-
lo. Em contrapartida, quanto maior a energia dos fótons da radiação incidente, 
maior é a capacidade de penetração. Usando estes parâmetros para estabelecer 
uma escala elativa, uma gama de valores pode ser promovida para diferentes 
tipos de osso, incluindo osso de massa densa cortical (> 600 HU), osso cortical-
esponjoso denso (entre 400 e 600 HU), e osso cortical-esponjoso (24/10/2023

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