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Priscila Machado
@profpriscilamachado
https://t.me/profpriscilamachado
https://www.youtube.com/c/priscila
machadoprevidenciarionapratica
Prof. PRISCILA MACHADO
Introdução do Direito Previdenciário
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Prof. PRISCILA MACHADO
√ Conselheira do CRPS – Representante Empresas – Desde 2022
√ Coordenadora de pós-graduação na Faculdade Legale
√ Diretora científica da MasterJus
√ Diretora do IAPE – Instituto dos Advogados Previdenciários.
√ Vice-Presidente da Comissão Especial de Direito Previdenciário da 
OAB/SP.
√ Palestrante.
√ Professora em cursos de pós-graduação, MBA e cursos de extensão.
√ Mestranda em Direito na PUC/SP.
√ Coautora de obras jurídicas.
√ Graduada em Direito pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro 
(UERJ).
√ Especialista em Direito Previdenciário pela Pontifícia Universidade 
Católica de Minas Geras (PUC-MINAS) e Faculdade Legale/SP .
√ MBA em Gestão de Pessoas pela Pontifícia Universidade Católica do Rio 
de Janeiro (PUC/RJ).
√ Graduada em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Rio de 
Janeiro (UFRJ).
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Atendimento 
do Cliente
Petição 
Administrativa
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Processo Administrativo?
Na maioria dos casos é pressuposto para ação judicial
Tema 350 do STF. 
1) Não é necessário o exaurimento da via administrativa.
2) A exigência de prévio requerimento administrativo não deve prevalecer quando o entendimento da Administração
for notória e reiteradamente contrário à postulação do segurado
3) Na hipótese de pretensão de revisão, restabelecimento ou manutenção de benefício anteriormente concedido,
considerando que o INSS tem o dever legal de conceder a prestação mais vantajosa possível, o pedido poderá ser
formulado diretamente em juízo – salvo se depender da análise de matéria de fato ainda não levada ao
conhecimento da Administração
4) (....) A concessão de benefícios previdenciários depende de requerimento do interessado, não se caracterizando
ameaça ou lesão a direito antes de sua apreciação e indeferimento pelo INSS, ou se excedido o prazo legal para sua
análise. É bem de ver, no entanto, que a exigência de prévio requerimento não se confunde com o exaurimento das
vias administrativas.
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Processo Administrativo?
Em alguns casos, a 
posição administrativa 
é mais vantajosa
PGTO dos atrasados 
não entra em 
RPV/Precatório
Exemplo.: PORTARIA CONJUNTA Nº 3, DE 21 DE SETEMBRO DE 2018 
Art. 8º Na fase de requerimento, as informações do CadÚnico serão utilizadas para registro da 
composição do grupo familiar e da renda mensal bruta familiar, conforme disposto no Decreto nº 6.214, 
de 2007, obedecendo aos seguintes procedimentos: 
§ 1º Não compõem o grupo familiar, para efeitos do cálculo da renda mensal familiar per capita: 
II - o filho ou o enteado que tenha constituído união estável, ainda que resida sob o mesmo teto; III - o 
irmão, o filho ou o enteado que seja divorciado, viúvo ou separado de fato, ainda que vivam sob o mesmo 
teto do requerente; e 
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Processo Administrativo?
Análise dos benefícios
Atendimento nas 
agências
Recebimentos de 
Honorários
Impossibilidade de destaque de 
honorários
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Atendimento 
do Cliente
Não é necessário 
esgotar a instância 
administrativa
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Resultado do 
INSS
Junta de 
Recursos
Câmaras de 
Julgamento
Conselho 
Pleno
Recurso 
Especial
Recurso 
Ordinário
Uniformização de Jurisprudência
Reclamação ao Conselho Pleno
Conselho de Recursos da 
Previdência Social
Segurado pode recorrer 
ao judicial tendo sido 
parte vencida perante o 
CRPS, o INSS não !!!
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O basicão... Critérios de Concessão
Segurado e Dependentes
Qualidade de Segurado
Carência
Tempo de contribuição
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Beneficiários do RGPS
Beneficiários
Segurados Dependentes
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→ Os beneficiários do RGPS são os segurados e os
dependentes.
► Segurados: relação jurídica direta com o RGPS. São todos aqueles
que exercem atividade remunerada, os estão em período de graça e os
que optaram por recolher como facultativos.
Previsão: art. 11, da Lei 8.213/91; art. 12 da Lei 8.212/91 e art. 9º,
do Decreto 3.048/99.
► Dependentes: são os dependentes do segurado
Previsão: art. 16 e 76, da Lei 8.213/91 e arts. 16 e 17, do Decreto
3.048/99.
Beneficiários do RGPS
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Segurados do RGPS
Segurado 
Facultativo
(Art. 14, da Lei 8.212/91 
e Art. 11, do Decreto 
3.048/99)
Empregado
(art. 12, I, da Lei 
8.212/91)
Segurado 
Especial
(art. 12, VII, da Lei 
8.212/91)
Trabalhador 
Avulso
(art. 12, VI, da Lei 
8.212/91)
Contribuinte 
Individual
(art. 12, V, da Lei 
8.212/91)
Doméstico
(art. 12, II, da Lei 
8.212/91)
Segurados
Obrigatórios
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Segurados do RGPS
→ Facultativo: Art. 14, da Lei 8.212/91 e Art. 11, do Decreto 3.048/99
→ Empregado: art. 12, I, da Lei 8.212/91, 3° da CLT, art. 9°,I, do 
Decreto 3.048/99)
→ Empregado Doméstico: art. 12, II, da Lei 8.212/91 e art. 9°, II, do Decreto 3.048/99 e 
LC 150/2015. 
→ Segurado Especial: art. 12, VII, da Lei 8.212/91 , art. 9°, VII, do Decreto 3.048/99 e art. 
195, § 8°, da CF/1988. Exerce atividade em regime de economia familiar
→ Trabalhador avulso: art. 9, VI, do Decreto 3.048/99, art. 12, VI, da Lei 8.212/91 e 
→ Contribuinte individual: art. 12, V, da Lei 8.212/91 e art. 9º, inciso V, do Decreto 
3.048/99
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Segurados do RGPS
Facultativo
Participante 
do RPPS
Art. 201, § 5º, da CF/1988. É vedada a filiação ao regime
geral de previdência social, na qualidade de segurado
facultativo, de pessoa participante de regime próprio
de previdência.
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Inscrição e Filiação
► Art. 201, da CF/1988. A previdência social será organizada
sob a forma do Regime Geral de Previdência Social, de caráter
contributivo e de filiação obrigatória, observados critérios que
preservem o equilíbrio financeiro e atuarial, e atenderá, na
forma da lei, a:
Art. 17, da Lei 8.213/91. O Regulamento disciplinará a forma de inscrição do segurado
e dos dependentes.
Art. 18, do Decreto 3.048/99. Considera-se inscrição de segurado para os efeitos da
previdência social o ato pelo qual o segurado é cadastrado no RGPS, por meio da
comprovação dos dados pessoais, da seguinte forma: (Redação dada pelo Decreto
nº 10.410, de 2020).
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Inscrição e Filiação
I - empregado - pelo empregador, por meio da formalização do
contrato de trabalho e, a partir da obrigatoriedade do uso do
Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais,
Previdenciárias e Trabalhistas - eSocial, instituído
pelo Decreto nº 8.373, de 11 de dezembro de 2014,
ou do sistema que venha a substituí-lo, por meio do registro contratual eletrônico
realizado nesse Sistema; (Redação dada pelo Decreto nº 10.410, de 2020).
II - trabalhador avulso - pelo cadastramento e pelo registro no órgão gestor de mão
de obra, no caso de trabalhador portuário, ou no sindicato, no caso de trabalhador
não portuário, e a partir da obrigatoriedade do uso do eSocial, ou do sistema que
venha a substituí-lo, por meio do cadastramento e do registro eletrônico realizado
nesse Sistema; (Redação dada pelo Decreto nº 10.410, de 2020)
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Inscrição e Filiação
III - empregado doméstico - pelo empregador, por meio do
registro contratual eletrônico realizado no
eSocial; (Redação dada pelo Decreto nº 10.410, de 2020)
(... Vide o restante do artigo para os demais segurados)
Já a filiação decorre automaticamente do exercício do trabalho remunerado
Art. 20, do Decreto 3.048/99. Filiação é o vínculo que se estabelece entre pessoas
que contribuem para a previdência social e esta, do qual decorrem direitos e
obrigações.
§ 1o A filiação à previdênciasocial decorre automaticamente do exercício de
atividade remunerada para os segurados obrigatórios (...)
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Inscrição e Filiação
Filiação Inscrição
• Ato formal
• Mero Cadastro
• Início da relação 
jurídica entre o 
segurado e a 
Previdência 
Social
Para os segurados obrigatórios, a filiação ocorre com o exercício da atividade remunerada.
Para o segurado facultativo, a filiação se concretiza com o recolhimento da primeira contribuição
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Inscrição e Filiação
E a Inscrição após a morte do 
segurado?
Entendimento do STJ .....
(Resp 1.328.298-PR, de 28/09/2012 e Resp 1.346.852-PR, 
de 21/05/2013)
Art. 17, p.7°, da Lei 8.213/91 
(p. inserido pela MP 871/19 convertida na Lei 13.846/2019)
Situação do 
contribuinte 
individual e daqueles 
que tem seu 
recolhimento 
presumido.
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Qual a idade mínima para Inscrição?
A idade mínima é de 16 anos.
Exceção: 
Salvo aprendiz – 14 anos
Segurado Facultativo:
O art. da Lei 8.212/91 e art. 13 da Lei 8.213/91 indica ser
segurada facultativa.
Já o Decreto 3.048/99 indica a idade mínima como
sendo de 16 anos.
Mas qual a idade mínima afinal?
As leis 8.212/91 e 8.213/91 seguiram a escrita original do
art. 7, XXXIII, da CF/1988.
Mas a EC 20/98 alterou a redação da previsão
constitucional. O Decreto 3.048/99 está de acordo com
a nova previsão constitucional
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Acumulação de benefícios previdenciários
Art. 124, da Lei 8.213/91. Salvo no caso de direito adquirido, não
é permitido o recebimento conjunto dos seguintes benefícios da
Previdência Social:
I - aposentadoria e auxílio-doença;
II - mais de uma aposentadoria; (Redação dada pela Lei nº 9.032, de 1995)
III - aposentadoria e abono de permanência em serviço;
IV - salário-maternidade e auxílio-doença; (Incluído dada pela Lei nº 9.032,
de 1995)
V - mais de um auxílio-acidente; (Incluído dada pela Lei nº 9.032, de 1995)
VI - mais de uma pensão deixada por cônjuge ou companheiro, ressalvado o direito de
opção pela mais vantajosa. (Incluído dada pela Lei nº 9.032, de 1995)
Parágrafo único. É vedado o recebimento conjunto do seguro-desemprego com
qualquer benefício de prestação continuada da Previdência Social, exceto pensão por
morte ou auxílio-acidente. (Incluído dada pela Lei nº 9.032, de 1995)
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Acumulação de benefícios previdenciários
Art. 167, do Decreto 3.048/99. Exceto na hipótese de direito
adquirido, não é permitido o recebimento conjunto dos seguintes
benefícios do RGPS, inclusive quando decorrentes de acidente do
trabalho: (Redação dada pelo Decreto nº 10.410, de 2020)
I - aposentadoria com auxílio por incapacidade temporária; (Redação dada pelo
Decreto nº 10.410, de 2020)
II - mais de uma aposentadoria;
III - aposentadoria com abono de permanência em serviço;
IV - salário-maternidade com auxílio por incapacidade temporária; (Redação dada
pelo Decreto nº 10.410, de 2020)
V - mais de um auxílio-acidente;
VI - mais de uma pensão deixada por cônjuge;
VII - mais de uma pensão deixada por companheiro ou companheira;
VIII - mais de uma pensão deixada por cônjuge e companheiro ou companheira; e
IX - auxílio-acidente com qualquer aposentadoria.
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Acumulação de benefícios previdenciários
§ 1º Nas hipóteses de que tratam os incisos VI, VII e VIII
do caput, fica facultado ao dependente optar pela pensão mais
vantajosa, observado o disposto no art. 167-A. (Redação
dada pelo Decreto nº 10.410, de 2020)
§ 2º É vedado o recebimento conjunto do seguro-desemprego com qualquer benefício
de prestação continuada da previdência social, exceto pensão por morte, auxílio-
reclusão, auxílio-acidente, auxílio-suplementar ou abono de permanência em serviço.
§ 3º É permitida a acumulação dos benefícios previstos neste Regulamento com o
benefício de que trata a Lei nº 7.070, de 20 de dezembro de 1982, que não poderá ser
reduzido em razão de eventual aquisição de capacidade laborativa ou de redução de
incapacidade para o trabalho ocorrida após a sua concessão.
§ 4º O segurado recluso em regime fechado, durante a percepção, pelos dependentes,
do benefício de auxílio-reclusão, não terá o direito aos benefícios de salário-
maternidade e de aposentadoria reconhecido, exceto se manifestada a opção pelo
benefício mais vantajoso também pelos dependentes. (Redação dada pelo
Decreto nº 10.410, de 2020)
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Acumulação de benefícios - BPC
Art. 20, da Lei 8.742/1993
§ 4o O benefício de que trata este artigo não pode ser
acumulado pelo beneficiário com qualquer outro no âmbito da
seguridade social ou de outro regime, salvo os da assistência
médica e da pensão especial de natureza
indenizatória. (Redação dada pela Lei nº 12.435, de
2011)
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Disposições Diversas
Aposentou, pode continuar trabalhando?
Art. 168, do Decreto 3.048/99. Exceto nas hipóteses de
aposentadoria por incapacidade permanente ou especial,
observado quanto a esta última o disposto no parágrafo único do
art. 69, o retorno do aposentado à atividade não prejudicará o
recebimento de sua aposentadoria. (Redação dada pelo
Decreto nº 10.410, de 2020)
Art. 173. O segurado em gozo de aposentadoria que voltar a exercer atividade abrangida
pelo RGPS, observados o disposto no art. 168 e, nos casos de aposentadoria especial, o
disposto no parágrafo único do art. 69, fará jus: (Redação dada pelo Decreto nº
10.491, de 2020)
I - ao salário-família e à reabilitação profissional, quando empregado, inclusive o
doméstico, ou trabalhador avulso; e (Incluído pelo Decreto nº 10.491, de 2020)
II - ao salário-maternidade. (Incluído pelo Decreto nº 10.491, de 2020)
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Introdução do Direito Previdenciário
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