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125 QUESTÕES COMENTADAS I - da sentença que conceder habeas corpus; II - da que absolver desde logo o réu com fundamento na existência de circunstância que exclua o crime ou isente o réu de pena, nos termos do art. 411. 30. C. Lei 12.830: Art. 2o As funções de polícia judiciária e a apuração de infrações penais exercidas pelo delegado de polícia são de natureza jurídica, essenciais e exclusivas de Estado. § 6o O indiciamento, privativo do delegado de polícia, dar-se-á por ato fundamentado, mediante análise técnico- jurídica do fato, que deverá indicar a autoria, materialidade e suas circunstâncias. 31. D. Lei n.9099 de 26-9-1995 Art. 69. A autoridade policial (Policia judiciaria,(delega- do)) que tomar conhecimento da ocorrência lavrará termo circunstanciado e o encaminhará imediatamente ao Juizado, com o autor do fato e a vítima, providenciando-se as requi- sições dos exames periciais necessários. Parágrafo único. Ao autor do fato que, após a lavratura do termo, for imediatamente encaminhado ao juizado ou assumir o compromisso de a ele comparecer, não se imporá prisão em flagrante, nem se exigirá fiança. Em caso de vio- lência doméstica, o juiz poderá determinar, como medida de cautela, seu afastamento do lar, domicílio ou local de convi- vência com a vítima. 32. C. Art. 305, CPP - Na falta ou no impedimento do escrivão, qualquer pessoa designada pela autoridade lavrará o auto, depois de prestado o compromisso legal. 33. B. Art. 169, CPP - Para o efeito de exame do local onde houver sido praticada a infração, a autoridade providenciará imediatamente para que não se altere o estado das coisas até a chegada dos peritos, que poderão instruir seus laudos com fotografias, desenhos ou esquemas elucidativos. Parágrafo único. Os peritos registrarão, no laudo, as al- terações do estado das coisas e discutirão, no relatório, as consequências dessas alterações na dinâmica dos fatos. 34. C. Art. 226 - Quando houver necessidade de fazer-se o re- conhecimento de pessoa, proceder-se-á pela seguinte for- ma: I - a pessoa que tiver de fazer o reconhecimento será convidada a descrever a pessoa que deva ser reconhecida; II - a pessoa, cujo reconhecimento se pretender, será co- locada, se possível, ao lado de outras que com ela tiverem qualquer semelhança, convidando-se quem tiver de fazer o reconhecimento a apontá-la; III - se houver razão para recear que a pessoa chamada para o reconhecimento, por efeito de intimidação ou outra influência, não diga a verdade em face da pessoa que deve ser reconhecida, a autoridade providenciará para que esta não veja aquela; IV - do ato de reconhecimento lavrar-se-á auto porme- norizado, subscrito pela autoridade, pela pessoa chamada para proceder ao reconhecimento e por duas testemunhas presenciais. 35. D. Art. 3° Os presos temporários deverão permanecer, obrigatoriamente, separados dos demais detentos. 36. B. Art. 437. Estão isentos do serviço do júri: I – o Presidente da República e os Ministros de Estado; II – os Governadores e seus respectivos Secretários; III – os membros do Congresso Nacional, das Assem- bléias Legislativas e das Câmaras Distrital e Municipais; IV – os Prefeitos Municipais; V – os Magistrados e membros do Ministério Público e da Defensoria Pública; VI – os servidores do Poder Judiciário, do Ministério Pú- blico e da Defensoria Pública; VII – as autoridades e os servidores da polícia e da se- gurança pública; VIII – os militares em serviço ativo; IX – os cidadãos maiores de 70 (setenta) anos que re- queiram sua dispensa; X – aqueles que o requererem, demonstrando justo im- pedimento. Não estão isentos os Secretário Municipais. 37. D. Art. 514. Nos crimes afiançáveis, estando a denúncia ou queixa em devida forma, o juiz mandará autuá-la e ordenará a notificação do acusado, para responder por escrito, dentro do prazo de quinze dias. 38. B. Lei 9.503/97 I - Art. 301. Ao condutor de veículo, nos casos de aci- dentes de trânsito de que resulte vítima, não se imporá a prisão em flagrante, nem se exigirá fiança, se prestar pronto e integral socorro àquela. III - Art. 294. Em qualquer fase da investigação ou da ação penal, havendo necessidade para a garantia da ordem pública, poderá o juiz, como medida cautelar, de ofício, ou a requerimento do Ministério Público ou ainda mediante representação da autoridade policial, decretar, em decisão motivada, a suspensão da permissão ou da habilitação para dirigir veículo automotor, ou a proibição de sua obtenção. 39. E. Art. 76. (...) § 6º A imposição da sanção de que trata o § 4º deste ar- tigo não constará de certidão de antecedentes criminais, sal- vo para os fins previstos no mesmo dispositivo, e Não Terá Efeitos Civis, cabendo aos interessados propor ação cabível no juízo cível.