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ASPECTOS MAIS COBRADOS NOS CONCURSOS 1. O CP adotou a teoria da equivalência dos antecedentes causais (conditio sine quanon), no qual considera- Se causa do crime a ação ou omissão sem a qual o resultado não teria ocorrido. 2. Excepcionalmente, o CP acolheu a teoria da causalidade adequada, já que a superveniência de causa relativamente independente exclui a imputação quando, por si só, produziu o resultado, sendo que o agente responderá apenas pelos atos praticados. 2.5. TEORIA DA IMPUTAÇÃO OBJETIVA 1. A teoria da equivalência dos antecedentes, adotada no Código Penal, NÃO É abolida pela imputação objetiva, que NÃO RENEGA a existência de uma causalidade natural. (IBADE - PC- AC - Delegado de Polícia). Questão original: A teoria da equivalência dos antecedentes, adotada no Código Penal, é abolida pela imputação objetiva, que renega a existência de uma causalidade natural. Observação: A teoria da equivalência dos antecedentes causais (adotada pelo CP) tem como consequência a regressão ao infinito (regresso ad infinitum), mas não só, pois apresenta limitações para a resolução de várias situações no que tange a imputação. Neste sentido, a teoria da imputação objetiva é criada justamente para resolver tais problemas (sem excluir a teoria da equivalência), pelo contrário, se manifesta como recurso para complementá- La. 2. A teoria da conditio sine qua non tem como consequência o regresso ad infinitum na análise dos antecedentes causais, o que pode ser evitado, entre outras análises, pela imputação objetiva. (IBADE - PC- AC - Delegado de Polícia). 3. De acordo com os principais teóricos do direito penal, a teoria da imputação objetiva se refere especificamente à relação de causalidade. (CESPE - TRE- PE - Analista Judiciário - Área Judiciária).