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127. A – O “renascimento comercial” parte da instauração, 
nos centros urbanos, das principais rotas comerciais, sendo 
resultado da junção de vários fatores favoráveis ao seu de-
senvolvimento, como a intensificação da divisão social ur-
bana e o aumento da atividade bancária. 
 
128. E – A manutenção de elementos arquitetônicos de pro-
teção foi uma alternativa para garantir a proteção de mer-
cadorias, do comércio e dos habitantes dos centros urba-
nos. Além disso, era possível organizar o tráfego de pes-
soas e de mercadorias que entravam e saíam da cidade. 
 
129. D – As cidades e o desenvolvimento comercial, movi-
mentado por pessoas da plebe, permitiram a ascensão de 
uma nova camada social: os comerciantes. Essa ascensão 
rompe com o modelo inflexível da sociedade estamental e 
estabelece uma nova forma de destaque social e de poder. 
 
130. A – Com o aumento da exploração no campo, por 
conta da queda demográfica e da cobrança excessiva de 
impostos, uma série de movimentos camponeses violentos 
surgiu. Eram comuns atos como a destruição de proprieda-
des e o assassinato de nobres durante esse movimento. 
 
131. A – O trecho destaca consequências do desenvolvi-
mento urbano desordenado atrelado ao crescimento demo-
gráfico. A consequência que mais se destaca é a desigual-
dade social, escancarada pela pandemia que se alastrou 
pelo território europeu. 
 
132. B – Surge a demanda de suprimentos primários no 
meio urbano e nos portos, entre os séculos XI e XIII, por 
conta do maior fluxo de pessoas no território europeu. As-
sim, observa-se o desenvolvimento de várias atividades no-
vas ou modernizadas no campo. 
 
133. D – Todas as alternativas estão corretas, pois afirmam 
fatos importantes sobre o desenvolvimento urbano e comer-
cial medieval, como a proteção das cidades, a dependência 
da produção agrícola, o êxodo da plebe dos feudos e o de-
senvolvimento de novas práticas administrativas e políticas. 
 
134. C – A imagem mostra o ritual de enterro dos mortos 
durante a Grande Peste, mas vale destacar que os indiví-
duos representados estão vivos, preparando o ritual. Assim, 
em locais nos quais ocorrera anteriormente um aumento 
demográfico, não foram vistas tantas perdas com a peste. 
 
135. B – A Guerra dos Cem Anos gera inovações na forma 
de guerrear por conta de sua longa duração e, assim, inau-
gura práticas mais devastadoras para quem viveu no con-
flito e para a população civil. 
 
136. A – Por serem expedições militar-religiosas, a Igreja 
contribuiu com monásticos, pessoas praticantes do monas-
ticismo, que integraram as forças militares das cruzadas. 
 
137. C – As rotas comerciais importantes da época, como a 
Itália, Flandres e a região de Champagne, demonstravam 
sua prosperidade por meio de suntuosas edificações arqui-
tetônicas inovadoras, financiadas pela classe em ascensão, 
sobretudo a burguesia. Parte dessa classe ganha força ao 
se unir em corporações do ofício, instituições que favore-
ciam o artesão local. 
138. D – A ascensão do estilo arquitetônico gótico repre-
senta o desejo de ostentar a riqueza e a prosperidade da 
cidade. Assim, tentava-se construir edificações verticaliza-
das o mais alto possível. Além disso, essa prática era tam-
bém uma tentativa de se chegar mais perto do paraíso 
(céu). 
 
139. B – O texto demonstra um processo de transformação 
na forma da Igreja se relacionar no meio urbano e com essa 
nova sociedade que se formava. Assim, a Igreja deixa de 
estar apenas no centro da cidade e busca apoiar, em troca 
de fidelidade, os periféricos socioeconômicos. 
 
140. A – Um grande problema comercial era a variedade de 
padrões monetários praticada em todo o Mar Mediterrâneo. 
Tal fato fazia com que o mercador corresse risco ao portar 
a sua riqueza enquanto viajasse e atravancar as atividades 
comerciais entre cidades e regiões. 
 
141. A – A noção de união entre os povos da Europa surge 
diante da necessidade dos povos conquistados se imporem 
frente às forças armadas muçulmanas durante a recon-
quista da Península Ibérica. 
 
142. B – A burguesia se consolida como classe política du-
rante o período moderno e a partir daí suas demandas e 
atuação política mudam o cenário e conduzem até as revo-
luções burguesas no final do período moderno. 
 
143. A – O pensador político Nicolau Maquiavel, no trecho 
da sua obra “O Príncipe”, faz uma reflexão sobre a postura 
de um governante diante do dilema de ser amado ou te-
mido, explicitando, assim, algumas estratégias presentes 
no pensamento político das monarquias durante o período 
moderno. 
 
144. E – Uma das principais transformações do período mo-
derno foi a concepção de Estado-Nação e a administração 
política mais centralizada sobre o território. 
 
145. A – Na obra “O Príncipe”, Maquiavel teoriza uma ideia 
política focada nas medidas que devem ser tomadas pelo 
Príncipe, figura do governante, para manter-se no poder. 
Essa obra é marcada pela separação entre a moral e a po-
lítica. 
 
146. B – A nobreza ocupava um local privilegiado durante o 
Antigo Regime, estando isenta de impostos, assim como o 
clero. 
 
147. A – Thomas Hobbes acreditava que o Estado era res-
ponsável por conter as paixões dos cidadãos e mantê-los 
convivendo em harmonia, possibilitando assim a sociabili-
dade e a convivência. 
 
148. A – Os pensamentos de Nicolau Maquiavel, Thomas 
Hobbes, Jacques Bossuet e Jean Bodin serviram como 
base teórica para várias monarquias do Antigo Regime.