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253 127. A – O “renascimento comercial” parte da instauração, nos centros urbanos, das principais rotas comerciais, sendo resultado da junção de vários fatores favoráveis ao seu de- senvolvimento, como a intensificação da divisão social ur- bana e o aumento da atividade bancária. 128. E – A manutenção de elementos arquitetônicos de pro- teção foi uma alternativa para garantir a proteção de mer- cadorias, do comércio e dos habitantes dos centros urba- nos. Além disso, era possível organizar o tráfego de pes- soas e de mercadorias que entravam e saíam da cidade. 129. D – As cidades e o desenvolvimento comercial, movi- mentado por pessoas da plebe, permitiram a ascensão de uma nova camada social: os comerciantes. Essa ascensão rompe com o modelo inflexível da sociedade estamental e estabelece uma nova forma de destaque social e de poder. 130. A – Com o aumento da exploração no campo, por conta da queda demográfica e da cobrança excessiva de impostos, uma série de movimentos camponeses violentos surgiu. Eram comuns atos como a destruição de proprieda- des e o assassinato de nobres durante esse movimento. 131. A – O trecho destaca consequências do desenvolvi- mento urbano desordenado atrelado ao crescimento demo- gráfico. A consequência que mais se destaca é a desigual- dade social, escancarada pela pandemia que se alastrou pelo território europeu. 132. B – Surge a demanda de suprimentos primários no meio urbano e nos portos, entre os séculos XI e XIII, por conta do maior fluxo de pessoas no território europeu. As- sim, observa-se o desenvolvimento de várias atividades no- vas ou modernizadas no campo. 133. D – Todas as alternativas estão corretas, pois afirmam fatos importantes sobre o desenvolvimento urbano e comer- cial medieval, como a proteção das cidades, a dependência da produção agrícola, o êxodo da plebe dos feudos e o de- senvolvimento de novas práticas administrativas e políticas. 134. C – A imagem mostra o ritual de enterro dos mortos durante a Grande Peste, mas vale destacar que os indiví- duos representados estão vivos, preparando o ritual. Assim, em locais nos quais ocorrera anteriormente um aumento demográfico, não foram vistas tantas perdas com a peste. 135. B – A Guerra dos Cem Anos gera inovações na forma de guerrear por conta de sua longa duração e, assim, inau- gura práticas mais devastadoras para quem viveu no con- flito e para a população civil. 136. A – Por serem expedições militar-religiosas, a Igreja contribuiu com monásticos, pessoas praticantes do monas- ticismo, que integraram as forças militares das cruzadas. 137. C – As rotas comerciais importantes da época, como a Itália, Flandres e a região de Champagne, demonstravam sua prosperidade por meio de suntuosas edificações arqui- tetônicas inovadoras, financiadas pela classe em ascensão, sobretudo a burguesia. Parte dessa classe ganha força ao se unir em corporações do ofício, instituições que favore- ciam o artesão local. 138. D – A ascensão do estilo arquitetônico gótico repre- senta o desejo de ostentar a riqueza e a prosperidade da cidade. Assim, tentava-se construir edificações verticaliza- das o mais alto possível. Além disso, essa prática era tam- bém uma tentativa de se chegar mais perto do paraíso (céu). 139. B – O texto demonstra um processo de transformação na forma da Igreja se relacionar no meio urbano e com essa nova sociedade que se formava. Assim, a Igreja deixa de estar apenas no centro da cidade e busca apoiar, em troca de fidelidade, os periféricos socioeconômicos. 140. A – Um grande problema comercial era a variedade de padrões monetários praticada em todo o Mar Mediterrâneo. Tal fato fazia com que o mercador corresse risco ao portar a sua riqueza enquanto viajasse e atravancar as atividades comerciais entre cidades e regiões. 141. A – A noção de união entre os povos da Europa surge diante da necessidade dos povos conquistados se imporem frente às forças armadas muçulmanas durante a recon- quista da Península Ibérica. 142. B – A burguesia se consolida como classe política du- rante o período moderno e a partir daí suas demandas e atuação política mudam o cenário e conduzem até as revo- luções burguesas no final do período moderno. 143. A – O pensador político Nicolau Maquiavel, no trecho da sua obra “O Príncipe”, faz uma reflexão sobre a postura de um governante diante do dilema de ser amado ou te- mido, explicitando, assim, algumas estratégias presentes no pensamento político das monarquias durante o período moderno. 144. E – Uma das principais transformações do período mo- derno foi a concepção de Estado-Nação e a administração política mais centralizada sobre o território. 145. A – Na obra “O Príncipe”, Maquiavel teoriza uma ideia política focada nas medidas que devem ser tomadas pelo Príncipe, figura do governante, para manter-se no poder. Essa obra é marcada pela separação entre a moral e a po- lítica. 146. B – A nobreza ocupava um local privilegiado durante o Antigo Regime, estando isenta de impostos, assim como o clero. 147. A – Thomas Hobbes acreditava que o Estado era res- ponsável por conter as paixões dos cidadãos e mantê-los convivendo em harmonia, possibilitando assim a sociabili- dade e a convivência. 148. A – Os pensamentos de Nicolau Maquiavel, Thomas Hobbes, Jacques Bossuet e Jean Bodin serviram como base teórica para várias monarquias do Antigo Regime.