Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Prévia do material em texto

Coleção ResolvePREPARAENEM CIÊNCIAS HUMANAS e suas TecnologiasColeção ResolvePREPARAENEM CIÊNCIAS HUMANAS e suas Tecnologias
28
 41| ENEM 2013 - C6 - H28 
os ltimos dec nios, o territ rio conhece grandes 
mudan as em un o de acréscimos técnicos que reno-
vam a sua materialidade, como resultado e condi o, 
ao mesmo tempo, dos processos econ micos e sociais 
em curso.
SA TOS, M. S LVE A M. L. O Brasil territ rio e sociedade do século . io de 
Janeiro ecord, 2004 adaptado .
A partir da ltima década, verifica-se a ocorr ncia no 
Brasil de altera es significativas no territ rio, ocasio-
nando impactos sociais, culturais e econ micos so re 
comunidades locais, e com maior intensidade, na Ama-
nia Legal, com a 
A re orma e amplia o de aeroportos nas capitais dos 
est ados. 
B amplia o de estádios de ute ol para a reali a o de 
eventos esportivos. 
C constru o de usinas hidrelétricas so re os rios Tocan-
tins, ingu e Madeira. 
D instala o de ca os para a orma o de uma rede in-
ormati ada de comunica o. 
E orma o de uma in raestrutura de torres que permi-
tem a comunica o m vel na regi o.
 42| ENEM 2013 - C1 - H3 
A rec up eração da h erança c ult ural af ric ana deve levar 
em conta o que é pr prio do processo cultural seu 
movimento, pluralidade e comple idade. o se trata, 
portanto, do resgate ing nuo do passado nem do seu 
cultivo nostálgico, mas de procurar perce er o pr prio 
rosto cultural rasileiro. O que se quer é captar seu mo-
vimento para melhor compreend -lo historicamente.
M AS GE A S. Cadernos do Arquivo 1 Escravid o em Minas Gerais. Belo ori-
onte Arquivo P lico Mineiro, 19 .
Com ase no te to, a análise de mani esta es culturais 
de origem a ricana, como a capoeira ou o candom lé, 
deve c onsiderar q ue elas 
A permanecem como reprodu o dos valores e costu-
mes a ricanos. 
B perderam a rela o com o seu passado hist rico. 
C derivam da intera o entre valores a ricanos e a e pe-
riênc ia h ist ó ric a brasileira. 
D contri uem para o distanciamento cultural entre ne-
gros e rancos no Brasil atual. 
E demonstram a maior comple idade cultural dos a ri-
canos em rela o aos europeus. 
 43| ENEM 2013 - C3 - H13 
Tendo enc arado a esta do passado olho no olho, tendo 
pedido e rece ido perd o e tendo eito corre es, vi-
remos agora a página n o para esquec -lo, mas para 
n o dei á-lo aprisionar-nos para sempre. Avancemos 
em dire o a um uturo glorioso de uma nova sociedade 
sul-a ricana, em que as pessoas valham n o em ra o 
de irrelev ncias iol gicas ou de outros estranhos atri-
utos, mas porque s o pessoas de valor infinito criadas 
 imagem de Deus.
esmond Tutu, no encerramento da Comiss o da Verdade na rica do Sul. is-
pon vel em http //td.camara.leg. r. Acesso em 1 de . 2012 adaptado .
o te to, relaciona-se a consolida o da democracia na 
rica do Sul supera o de um legado 
A populista, que avorecia a coopta o de dissidentes 
pol ticos.
B totalitarista, que loqueava o diálogo com os movi-
mentos sociais. 
C segregacionista, que impedia a universali a o da ci-
dadania. 
D estagnacionista, que disseminava a pauperi a o 
soc ial. 
E undamentalista, que engendrava con litos reli-
giosos.
 44| ENEM 2013 - C3 - H12 
A escravid o n o há de ser suprimida no Brasil por uma 
guerra servil, muito menos por insurrei es ou atentados 
locais. o deve s -lo, tampouco, por uma guerra civil, 
como o oi nos Estados nidos. Ela poderia desaparecer, 
talve , depois de uma revolu o, como aconteceu na 
ran a, sendo essa revolu o o ra e clusiva da popula-
o livre. no Parlamento e n o em a endas ou quilom-
os do interior, nem nas ruas e pra as das cidades, que se 
há de ganhar, ou perder, a causa da li erdade.
AB CO, J. O abolicionismo 1 . io de Janeiro ova ronteira S o Paulo 
Pu li olha 2000 adaptado .
o te to, Joaquim a uco de ende um pro eto pol tico 
so re como deveria ocorrer o fim da escravid o no Brasil, 
no q ual 
A copiava o modelo haitiano de emancipa o negra. 
B incentivava a conquista de al orrias por meio de a es 
udiciais. 
C optava pela via legalista de li erta o. 
D priori ava a negocia o em torno das indeni a es 
aos senh ores. 
E antecipava a li erta o paternalista dos cativos.

Mais conteúdos dessa disciplina