Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

CONTEXTUALIZADA DE TOXICOLOGIA 
Aluna: Giovana Pastro Censi Araújo 
Matricula: 04098515 
As drogas têm se tornado um problema inerente à sociedade. Existem muitas 
pessoas com um desejo constante de alterar o estado de consciência recorrendo ao 
uso dessas substâncias, interagindo de modo particular com neurotransmissores e 
outros sistemas de mensageiros químicos. Toda substância que modifica as funções 
normais de um organismo é chamada de droga, podendo ser classificadas em três 
tipos: as depressoras, psicoanalépticos e as estimulantes. Para investigar o impacto 
de drogas psicoanalépticas em crimes violentos, o foco da análise recai sobre 
substâncias como cocaína, anfetaminas e metanfetaminas. As amostras biológicas 
mais relevantes para detectar o uso dessas drogas incluem sangue, urina e cabelo. 
A coleta e análise dessas amostras são cruciais para determinar a presença e a 
concentração das substâncias no organismo, fornecendo evidências importantes 
para a investigação. As drogas psicoanalépticas atuam no sistema nervoso central, 
aumentando a liberação e bloqueando a recaptação de neurotransmissores como 
dopamina, noradrenalina e serotonina. Esse mecanismo produz alterações de 
comportamento, humor e cognição, gera um estado de euforia, aumento da energia, 
redução da fadiga e sensação de poder, mas também podem levar à paranoia, 
agitação, agressividade e impulsividade, fatores que podem contribuir para 
comportamentos violentos. A detecção e quantificação dessas drogas no organismo 
são realizadas por meio de técnicas laboratoriais como cromatografia gasosa 
acoplada à espectrometria de massas e cromatografia líquida acoplada à 
espectrometria de massas. Essas técnicas permitem identificar e quantificar com 
precisão as substâncias presentes nas amostras biológicas, fornecendo dados 
objetivos para a perícia. É crucial destacar que a influência das drogas 
psicoanalépticas no comportamento criminoso é complexa e multifatorial. Embora 
essas substâncias possam aumentar a probabilidade de comportamentos violentos, 
a relação entre o uso de drogas e a criminalidade é influenciada por diversos fatores, 
como predisposição individual, contexto social e histórico do indivíduo. Portanto, a 
análise pericial deve considerar o conjunto de evidências para determinar o papel 
das drogas no crime em questão. 
Referências: 
MISSE, M. Avaliação da formação e da capacitação profissional dos peritos 
criminais no Brasil 2006. Relatório final. Disponível em: 
 . Acesso em: 18 jun. 2024. 
 
VIOLÊNCIA é o principal problema do país para 31% dos brasileiros. Folha Online, 
24 mar. 2007. Disponível em: 
. Acesso em: 18 jun. 
2024. 
 
CUNICO, Edimar. Perícia em locais de morte violenta: criminalística e medicina 
legal. Curitiba: Edição do Autor, 2010. 
 
DOREA, Luiz Eduardo carvalho. STUMVOLL, Victor Paulo. QUINTELA, Victor. 
Organizador: Domingos Tocchetto. Criminalística. 4 ed. Campinas: Millennium 
Editora, 2010. 
 
ESPÍNDULA, Alberi. L ocal de Crime. Ed Espíndula.2 . ed. 2003.1º Reimpressão 
 
MANZANO, Luíz Fernando de Moraes. Prova Pericial: admissibilidade e assunção 
da prova científica e técnica no processo brasileiro. São Paulo: Atlas, 2011.

Mais conteúdos dessa disciplina