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alfaconcursos.com.br MUDE SUA VIDA! 131 A devolução do bem apropriado somente poderá ser causa de extinção da punibilidade ou de diminuição da pena quando o peculato é culposo, consoante o disposto no artigo 312, § 3º, CP, no caso do parágrafo anterior, a reparação do dano, se precede à sentença irrecorrível, extingue a punibilidade; se lhe é posterior, reduz de metade a pena imposta. (2019 Banca: UPENET/IAUPE Órgão: UPE Prova: UPENET/IAUPE - 2019 - UPE - Advogado) Acerca dos crimes contra a administração pública, é CORRETO afirmar que a) em posicionamento recente, o STJ afastou a incidência da Súmula nº 599 para aplicar o princípio da insignificância a crime contra a administração pública. b) no delito de peculato culposo, se o agente reparar o dano à administração pública antes da prolação da sentença, a pena será reduzida pela metade. c) aquele que solicita vantagem, para si ou para outrem, a pretexto de influir em ato praticado por funcionário público no exercício da função, pratica crime de corrupção passiva. d) a condescendência criminosa é crime contra a administração pública, que pode ser praticado, excepcionalmente, na modalidade culposa. e) o crime de prevaricação somente pode ser praticado por ocupante de cargo público. GABARITO: A Consoante a súmula 599 do STJ: O princípio da insignificância é inaplicável aos crimes contra a Administração Pública. STJ. Corte Especial. Aprovada em 20/11/2017. #ATENÇÃOconcurseiro(a)JURISPRUDÊNCIA STF&STJ Exceção à jurisprudência do STJ: Crime de Descaminho - art. 334 do CP: apesar do descaminho ser um crime contra a Administração Pública, o STJ admite a aplicação do princípio da insignificância quando o valor do tributo não recolhido for igual ou inferior a 20 mil reais. O STF não concorda com a Súmula 599 do STJ. No STF, há julgados admitindo a aplicação do princípio mesmo em outras hipóteses além do descaminho, como foi o caso do HC 107370, Rel. Min. Gilmar Mendes, julgado em 26/04/2011 e do HC 112388, Rel. p/ Acórdão Min. Cezar Peluso, julgado em 21/08/2012. Segundo o entendimento que prevalece no STF, a prática de crime contra a Administração Pública, por si só, não inviabiliza a aplicação do princípio da insignificância, devendo haver uma análise do caso concreto para se examinar se incide ou não o referido postulado. (2019 Banca: VUNESP Órgão: Câmara de Monte Alto - SP Prova: VUNESP - 2019 - Câmara de Monte Alto - SP - Procurador Jurídico) De acordo com Súmula do Superior Tribunal de Justiça, a) na ação de mandado de segurança se admite condenação em honorários advocatícios. b) a fixação do horário bancário, para atendimento ao público, é da competência do Município. c) o princípio da insignificância é inaplicável aos crimes contra a Administração Pública. d) compete ao juiz estadual, nas comarcas que não sejam sede de vara da Justiça Federal, processar e julgar ação civil pública, desde que a União não figure no processo. e) o Ministério Público não tem legitimidade para propor ação civil pública em defesa do patrimônio público. GABARITO: C Consoante o teor da súmula 599 do STJ é VEDADA a aplicação do princípio da insignificância é inaplicável aos crimes contra a administração pública.