Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Prévia do material em texto

CURSO DE ESTÉTICA E COSMÉTICA
ALUNO(A): SAMARA LAILA B. R. DA SILVA
RA: D753150 TURMA: CE4/5A34
DISCIPLINA: PATOLOGIA APLICADA A ESTÉTICA
PROF: LEILA FABAR
TRABALHO DE PESQUISA
1. Texto a ser usado para responder as próximas questões
Rafa Brites passa por cirurgia para corrigir cicatriz da cesárea; entenda... 
Danielle Sanches
Do Viva Bem, em São Paulo
17/02/2020 16h04
A apresentadora Rafa Brites compartilhou em diversos stories em seu Instagram que vai passar por uma cirurgia para "refazer a cesárea" — uma correção na cicatriz que o procedimento deixou em seu corpo. Ela é mãe de Rocco, hoje com três anos, filho de Felipe Andreoli. Nas publicações, Rafa explicou que a cicatriz sempre a incomodou e ela que ela tentou diversos tratamentos para amenizar o corte, sem sucesso. Ela ainda reforçou que a decisão vai além da estética e que o procedimento também traria qualidade de vida. "A minha [cicatriz] dói. Toda vez que eu coloco calça jeans machuca. Falaram que ia melhorar, mas passaram três anos e não melhorou", contou....
Esta não é a primeira vez que a apresentadora fala sobre o assunto. Em 2018, ela contou em um artigo na revista Crescer que se incomodava com a cicatriz, dolorida, e que fazia um tratamento à base de corticoides para reverter o problema. No artigo, Rafa explica que, após seis meses, a cicatriz ficou com um aspecto feio, alta e vermelha e a descreveu como sendo um queloide. No entanto, pela descrição da lesão, a apresentadora muito provavelmente fala sobre uma cicatriz hipertrófica. Em comum, os dois quadros têm a questão da cicatrização anormal, ou seja, a pele respondeu de forma inesperada ao corte da cesárea. Mas são problemas diferentes. 
Disponível em: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2020/02/17/rafa-brites-passa-por-cirurgia-para-corrigir-cicatriz-da-cesarea-entenda.htm?
Após a leitura do texto responda conforme solicitado.
De acordo com a apresentadora, a cicatriz provocava dor e a incomodava quando usava uma roupa mais justa, como calça jeans. Chegou até a acreditar que seria um queloide, no entanto pela descrição da lesão, ela teve uma cicatriz hipertrófica. 
A) De acordo com o texto, em comum, os dois quadros têm a questão da cicatrização anormal, ou seja, a pele respondeu de forma inesperada ao corte da cesárea. Dito isso, explique em que se diferenciam a cicatriz hipertrófica e o queloide quanto as características, sintomas e origem.
R = A diferença de ambos é que o queloide ultrapassa o limite do trauma sofrido, por ter uma hiper produção de colágeno, ele não sabe a hora de parar ou seja ele acaba ultrapassando o limite do trauma. Já a cicatrização hipertrófica fica no limite do trauma e com o tempo ela regride, ficando com uma espessura mais fina. O queloide é uma cicatriz de características de alto relevo, dura e de coloração avermelhada, mas em pessoas de pele negra, a coloração tende a ficar bem escura. Em alguns casos é comum que tenha coceira e até mesmo dor, logo nas primeiras semanas após o ocorrido da ferida. 
A origem do queloide por sua vez ainda é desconhecida. O que se sabe é que em alguns indivíduos de etnia negra e asiática, tem maior propensão para produzir mediadores químicos que estimulam a proliferação de fibroblastos. No caso os fibroblastos são as células de reparação e reproduzem o colágeno que dão origem a cicatriz. 
A cicatriz hipertrófica surge quando o corpo produz colágeno em quantidades anormais. Pode-se até tornar-se grande e vermelha, também ocorre coceira e dor, mas se limita à área da ferida, regredindo com o tempo e com a coloração semelhante à pele, isso pode ocorrer de 1 a 2 anos. Mas em alguns casos de feridas grandes e em áreas de acúmulo de gordura, ele tende a ficar um pouco mais profunda que a pele. A cicatriz hipertrófica ocorre de forma igual em qualquer etnia, diferente da queloide. 
B) Pesquise sobre os tratamentos hoje utilizados para a cicatriz hipertrófica e do queloide.
R = Não há um tratamento que pode-se afirmar a eficácia contra a cicatriz queloide e hipertrófica tratamentos simples e efetivo. Mas existem opções que se obtém uma boa resposta, como por exemplo; injeções de corticóides nas lesões, o que pode ser bem doloroso, mas com uma nova técnica que consiste na aplicação de nitrogênio líquido sobre a cicatriz por alguns segundos, antes da injeção com o corticóide, fazendo com que a dor seja menor, tornando a cicatriz mais mole, facilitando a aplicação do medicamento. 
Gel de silicone quando iniciada logo nos primeiros dias, ajuda a amenizar sua aparência, aplicadas como se fosse adesivos. O uso é diário e tem duração de dois à três meses. 
Tratamento com laser : existem 3 tipos de laser utilizados para o tratamento das cicatrizes hipertróficas; laser pulsado de contraste (PDL) o laser fracionado ablativo, e o laser fracionado não ablativo. 
Remoção cirúrgica; através de incisão intralesional, que ocorre em caso de queloide, e evitando o risco de reaparecer a cicatriz hipertrófica.
2. Texto a ser usado para responder as próximas questões
Inflamação no fígado preocupa cada vez mais
Hepatite é o nome genérico de qualquer inflamação no fígado. Vários fatores podem detonar esse distúrbio, como vírus, bactérias, medicamentos, álcool e até uma reação do próprio organismo. Por aí dá para perceber que não estamos falando de uma doença só, mas de várias, com características bem diferentes dependendo do causador. Grosso modo, o resultado dessa inflamação é o mesmo: as células do fígado não suportam o ataque, inflamam e morrem. No lugar delas surge uma cicatriz. A grande maioria dos casos é causada por vírus (principalmente os tipos A, B e C) e aqui também há enormes diferenças dependendo do tipo. Mas apenas 30% das vítimas têm sintomas, como a clássica pele amarelada -- o resto nem suspeita do mal. Em alguns casos, você pode passar décadas assim e descobrir o mal quando o estrago já está feito, resultando em cirrose ou câncer. Por isso, o melhor mesmo é se prevenir.
O texto informa que o termo hepatite corresponde ao nome genérico de qualquer inflamação do fígado, que vários fatores podem detonar esse distúrbio e grosso modo, o resultado dessa inflamação é o mesmo: as células do fígado não suportam o ataque, inflamam e morrem, surgindo ao final uma cicatriz [reparo]. 
A) Explique em que consiste o processo inflamatório.
R = A inflamação é uma reação do organismo que ocorre quando há infecção ou lesão do tecido e tem como função eliminar o microrganismo e/ou reparar o dano causado. Existem dois tipos de inflamação, a não infecciosa e infecciosa. A primeira é causada por dano no tecido, como queimaduras e pancadas. A inflamação infecciosa é causada por microrganismos, ou seja, aqueles que causam doenças. Ambas as inflamações podem apresentar os mesmos sinais característicos: calor, vermelhidão, inchaço (Edema), dor e perda de função.
B) Descreva a sequência de eventos que ocorrerão em uma reação inflamatória.
R = Durante o processo inflamatório, os eventos vasculares que ocorrem são: os vasos dilatam e aumentam o fluxo sanguíneo na região, causando calor e rubor, consequentemente ocorre o aumento da permeabilidade vascular causando o acúmulo de fluido no interstício (tumor).
C) O texto menciona que ‘as células do fígado não suportam o ataque, inflamam e morrem, surgindo ao final uma cicatriz [reparo]’. Explique em que consiste o reparo tecidual.
R = O reparo tecidual consiste na capacidade que o organismo possui de reparar danos decorrentes de agentes tóxicos ou processos inflamatórios. 
Há dois tipos: 
Regeneração: quando os tecidos são capazes de restituir os componentes lesados e retornar ao estado normal.
Cicatrização: quando os tecidos lesados não são capazes de se reconstruírem por completo, na qual há deposição de tecido fibroso. Ocorre quando as estruturas de suporte encontram-se gravemente lesadas ou em tecidos que não apresentam capacidade regenerativa.
3. Leia o texto abaixo.
Medicamento contra osteoporose pode provocar necrose nos ossos dos maxilares
Uso deve ser comunicado aodentista por causa dos seus efeitos colaterais
Por Mariza Tavares — Rio de Janeiro
17/04/2018 Atualizado há 2 anos
 O nome é comprido e ainda desconhecido para muita gente: estomatologia é a especialidade da odontologia que trata das doenças da boca. Há inúmeros problemas que podem afetar a região, mas conversei com o doutor Abel Silveira Cardoso, professor da UFRJ, um dos fundadores e ex-presidente da Sociedade Brasileira de Estomatologia e Patologia Oral, sobre uma questão relativamente nova: a osteonecrose nos maxilares induzida por medicamentos. Trata-se de um quadro clínico envolvendo perda da vitalidade óssea na região maxilo-facial, provocado pelo uso de medicamentos antirreabsortivos ou antiangiogênicos. As drogas mais frequentemente associadas a este problema pertencem ao grupo dos bisfosfonatos. São remédios usados há muito tempo na área de oncologia, em pacientes com mielomas múltiplos e metástases ósseas osteolíticas. Por impedirem a reabsorção óssea, limitam o crescimento do tumor, aliviando as dores associadas à enfermidade.
O texto trata de um tipo de alteração morfológica que pode ser visto após a morte celular de um tecido, a necrose. Acerca do tema, faça uma pesquisa sobre NECROSE e elabore um texto que contenham as seguintes informações: definição, causas, os tipos e sua evolução.
R= Necrose: Necrose é o estado de morte de um grupo de células, tecido ou órgão, geralmente devido à ausência de suprimento sanguíneo. A necrose pode ocorrer também por outros fatores que levam à lesão celular irreversível, como a ação causada por agentes químicos tóxicos ou resposta imunológica danosa. Fala-se de morte celular quando as suas funções orgânicas e processos do metabolismo cessam. A necrose deve ser diferenciada da apoptose que é a morte celular natural e programada pela natureza, não seguida de autólise (destruição das células por reabsorção), que serve ao equilíbrio do organismo.
Causas da necrose: A necrose pode ocorrer por conta de agentes físicos como ação mecânica, temperatura, efeitos magnéticos, radiação; agentes químicos, como tóxicos, drogas, álcool, etc. e agentes biológicos, como infecções virais, bacterianas, micóticas, parasitárias ou insuficiência circulatória. A necrose leva ao desaparecimento total do núcleo celular e, por fim, da própria célula, o que é precedido de alterações celulares estruturais graves.
Tipos de necrose: Necrose de coagulação ou isquêmica: ocorre devido a uma hipóxia ou isquemia em qualquer tecido, exceto o cerebral, que sofre necrose por liquefação. Ela é determinada pela desnaturação das proteínas celulares autolíticas, com o que a célula não é destruída e a arquitetura tecidual é mantida por alguns dias até a digestão e remoção da necrose.
Necrose de liquefação: devido à infecção por agentes biológicos ou por isquemia ou hipóxia no tecido cerebral. A lesão e morte celular são causadas por toxinas produzidas pelos micro-organismos infecciosos ou por processo inflamatório. As células mortas são rapidamente fagocitadas e digeridas. A digestão do tecido necrótico resultará na formação de uma massa residual amorfa, geralmente composta por pus.
Necrose fibrinoide: o tecido necrosado adquire um aspecto róseo e vítreo, semelhante à fibrina. Ocorre em algumas doenças autoimunes e na hipertensão arterial maligna.
Necrose gangrenosa: um tipo de necrose de coagulação que acomete principalmente as extremidades de membros que perderam o suprimento sanguíneo, gerando gangrena, isto é, uma necrose seguida de invasão bacteriana e putrefação tecidual.
Necrose gordurosa: ocorre quando há o extravasamento de enzimas lipolíticas para o tecido adiposo, o que leva à liquefação dele. É o tipo de necrose que ocorre nas pancreatites agudas.
Evolução da necrose: O processo necrótico pode evoluir para cicatrização total, devido à proliferação de tecido conjuntivo-vascular ou gerar ulcerações permanentes ou recidivantes. Os processos necróticos maiores podem se tornar encapsulados pelo tecido conjuntivo que os envolve.
4. Denominam-se lesões elementares alterações no tegumento cutâneo [pele] determinadas por processos inflamatórios, degenerativos, circulatórios, neoplásicos, por distúrbios do metabolismo ou por defeitos de formação. Fonte: http://www.saudedireta.com.br/
Abaixo estão representadas três tipos de lesões elementares e acerca delas responda conforme solicitado.
Diferencie cada tipo de lesão acima representada: eritema, petéquia e equimose.
R = Eritema: Mancha de cor vermelha decorrente de vasodilatação na microcirculação; desaparece sob pressão digital; sem alteração na temperatura local; pode assumir tonalidades e padrões variados. São eles: cianose, rubor e o exantema.
Púrpura: Manchas vermelha ou roxas, não desaparecem a pressão digital, ocorrem devido ao extravasamento de hemácias na derme. São elas:
Petéquias: Pequenas manchas marrom-arroxeadas causadas pelo sangramento sob a pele, podendo ocupar uma pequena área devido a um trauma físico simples ou se espalhar devido a doenças de coagulação do sangue.
Equimose: Infiltração de sangue por entre os tecidos do corpo.
Elas correspondem a lesões primárias ou secundárias? Explique.
R = Correspondem a lesões primárias por serem vistas sob a pele e são de fácil identificação (são provenientes de um extravasamento de sangue).
Cite exemplo de uma patologia [doença] em que o eritema e as petéquias aparecem como sinais de sua presença, respectivamente.
 R = Eritema: Algumas causas comuns são queimaduras de sol, fricçao, roupas justas, massagens, pressão excessiva em uma área, rubor ou exercícios.
Doenças: Edema Pulmonar, Terçol.
 Petéquias: Petéquias nem sempre são sintomas de uma doença, algumas causas comuns são picadas de insetos, atrito, trauma físico ou efeitos colaterais de medicamentos.
Doenças: Dengue, Vasculite, Púrpura Trombocitopênica Idiopática.
	
	
	1
image1.png

Mais conteúdos dessa disciplina