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PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS
Sistemas de Informação
ANA JULIA FERREIRA SOARES
ANA LUIZA MAGALHÃES
GIOVANNA RIBEIRO SANTOS
HUMBERTO ROOSEVELT FIGUEREDO JUNIOR
LAYS CRISTINA MENEZES MARQUES GUEDES
MARLON MAGALHÃES CARVALHO
THALES CANÇADO COSTAS
SOCIEDADE E SUBJETIVIDADE
Betim
2024
ANA JULIA FERREIRA SOARES
ANA LUIZA MAGALHÃES
GIOVANNA RIBEIRO SANTOS
HUMBERTO ROOSEVELT FIGUEREDO JUNIOR
LAYS CRISTINA MENEZES MARQUES GUEDES
MARLON MAGALHÃES CARVALHO
THALES CANÇADO COSTAS
SOCIEDADE E SUBJETIVIDADE
[TRABALHO] apresentado à Pontifícia
Universidade Católica de Minas Gerais
para a disciplina de Filosofia: Antropologia
e Ética, como requisito para obtenção de
[NOTA]
Orientador(a): Clécio Luiz Silva Júnior
Betim
2024
RESUMO
Este trabalho investiga como o capitalismo molda as identidades individuais e
coletivas por meio de práticas econômicas, sociais e culturais. Além disso, discute as
contribuições de filósofos como Nietzsche e Foucault para a compreensão da
subjetividade, destacando como as dinâmicas de poder e controle influenciam a
maneira como os indivíduos se percebem e se relacionam com o mundo. A partir
dos estudos de Marx, Deleuze e Guattari, bem como de autores contemporâneos, o
trabalho examina os efeitos da alienação no capitalismo, mostrando como as
subjetividades são controladas pelo desejo de consumo, a desigualdade social e o
controle exercido pela tecnologia e pela indústria cultural.
SUMÁRIO
OBJETIVOS 5
1.INTRODUÇÃO 6
2.DESENVOLVIMENTO 7
2.1 Da subjetividade sob o Capital e da Alienação em Marx 7
2.2 A Razão Instrumental: Dominação e Alienação 9
2.3 A Indústria Cultural: A Fabricação de Subjetividades 10
2.4 Reflexão Contemporânea: Subjetividade e Resistência 10
2.5 Capitalismo tardio e subjetividade em Gilles Deleuze e Félix Guattari 11
3.CONCLUSÃO 14
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 15
OBJETIVOS
Este trabalho tem como objetivo analisar a produção de subjetividade no
contexto do capitalismo contemporâneo, com base no artigo “Produção de
Subjetividade e Figuras Subjetivas no Capitalismo Contemporâneo”, de Josiane
Cristina Orlando de Souza e Reinaldo Furlan.
1.INTRODUÇÃO
Propomos uma reflexão sobre a produção de subjetividade no contexto do
capitalismo contemporâneo, baseado no artigo “Produção de Subjetividade e
Figuras Subjetivas no Capitalismo Contemporâneo”, de Josiane Cristina Orlando de
Souza e Reinaldo Furlan. Os autores exploram como a subjetividade, ou seja, a
maneira que os indivíduos percebem a si mesmos e o mundo ao seu redor, é
moldada por dinâmicas sociais, econômicas e culturais que provêm do capitalismo
tardio. Contudo, o conceito de subjetividade, já foi muito discutido por filósofos como
Nietzsche e Foucault, que oferecem perspectivas fundamentais para a análise dessa
questão. Para Nietzsche, a subjetividade é fluida e plurissubjetiva, sendo
continuamente atravessada por influências externas que determinam a maneira
como nos percebemos e agimos no mundo.
Para ele, a subjetividade é uma produção contínua realizada através de
práticas discursivas e dispositivos de poder que regulam a vida cotidiana. Portanto, o
artigo de Souza e Furlan pode ser lido, trazendo a tona esses pensadores para
entender como, no capitalismo contemporâneo, a subjetividade não é apenas algo
individual, mas uma produção social que se relaciona diretamente com os
mecanismos de poder e controle.
2.DESENVOLVIMENTO
2.1 Da subjetividade sob o Capital e da Alienação em Marx
O texto discute, com base nos estudos de Félix Guattari e Suely Rolnik
(2006), como o capitalismo molda subjetividades na contemporaneidade, impondo
um modelo de produção que se reflete na construção social. O desejo por
conquistas materiais, intrínseco a esse sistema, gera níveis elevados de ansiedade
e depressão, como evidenciam autores como Lazzarato (2014), Michel Foucault
(2008) e Byung-Chul Han (2015), e contribui para fenômenos como os altos índices
de suicídio em países com fortes culturas midiáticas, como a Coreia do Sul. A
pressão sobre os jovens para alcançar o sucesso resulta em um estresse
psicológico intenso.
Em 2015, o Banco Mundial divulgou que o 1% mais rico da população já
controlava mais da metade da economia global, refletindo uma crescente
desigualdade social. Esse fenômeno reflete a ampliação contínua da distância entre
ricos e pobres, em que os primeiros acumulam cada vez mais riqueza, enquanto os
últimos veem suas condições piorarem proporcionalmente. Nesse contexto, as redes
sociais emergem como espaços dominantes na internet, moldando subjetividades ao
serviço do capital. A relevância dessas plataformas é tamanha que, nos Estados
Unidos, mais de 6 trilhões de dólares do PIB são destinados à sustentação de
sistemas digitais, incluindo redes sociais.
Diversos filósofos, como David Hume, discutem o papel da repetição na
formação do indivíduo e na construção social. Ao sermos constantemente expostos
a determinadas ideias, internalizamos esses discursos, tornando-nos passivos
diante das influências externas. Deleuze (2012) argumenta que a subjetividade
possui o poder de crer e inventar. Assim, a repetição de ideias de consumo desde a
infância nos transforma em agentes que se constroem dentro dos parâmetros
pré-estabelecidos pela sociedade de consumo.
Karl Marx foi pioneiro ao abordar a alienação inerente ao capitalismo, que se
manifesta em múltiplos níveis. O trabalhador é alienado tanto do produto de seu
trabalho quanto do próprio processo de produção, que se torna mecânico e
repetitivo, desvinculado de qualquer realização pessoal. A distinção entre ricos e
pobres também reflete essa alienação: os ricos trabalham por realização pessoal,
enquanto os mais pobres enfrentam estresse extremo na busca por uma
oportunidade de ascensão social, frequentemente em vão. A grande maioria da
população vive na expectativa de fazer parte da elite econômica, mas a estrutura
capitalista impede que isso se torne realidade para a maioria.
A adaptação ao meio, uma necessidade natural de sobrevivência, torna-se,
no capitalismo, uma adaptação a um sistema artificial que aliena os indivíduos de
sua capacidade crítica. As relações sociais também são alienadas, sendo regidas
por valores de mercadoria e competitividade. A tecnologia, nesse cenário, não serve
aos interesses humanos, mas ao capital, com o objetivo de maximizar lucros. A
inteligência artificial e a produção industrial são direcionadas para gerar mais capital,
em vez de resolver problemas globais, como a fome ou a desigualdade.
A alienação para o marxismo é ampliada pelos autores contemporâneos ao
abordar como o ideal de progresso, característico do eurocentrismo moderno, impõe
um modelo de ordem e desenvolvimento contínuo. No entanto, esse progresso é
colocado em xeque diante do declínio da saúde, do meio ambiente e da segurança.
A subjetividade, como propôs Freud, não pode ser explicada apenas pelos
processos inconscientes; ela também é moldada pela materialidade do mundo e
pela repetição constante de padrões de consumo.
Para Deleuze e Guattari, o capitalismo perpetua dicotomias rígidas – rico ou
pobre, culto ou ignorante, homem ou mulher – que reforçam um sistema de
hierarquias e alimentam o desejo pelo sucesso absoluto. O capitalismo depende da
manutenção de uma base populacional alienada e submissa, o que garante a
perpetuação do acúmulo de capital. A globalização, nesse sentido, é um processo
de dominação em que capitais locais servem a um capital central, promovendo a
homogeneização cultural e econômica.
O conceito de "eterno retorno" na produção de subjetividades é explorado em
relação ao capitalismo contemporâneo. Os sonhos, paixões e pensamentos são
apropriados pelo sistema, como exemplifica o mercado de relacionamentos
amorosos. Aplicativos como Tinder criam dependências e reforçam padrões
superficiais de julgamento e consumo, promovendo uma lógica de repetição
incessante. O ato de "swipe" transforma as interações humanas em um jogomercantilizado, onde os usuários são estimulados a julgar e consumir perfis com
base em características imediatas, como idade e aparência.
O capitalismo mundial integrado (CMI), nesse contexto, opera como uma
máquina que absorve e instrumentaliza os indivíduos. A reificação marxista, que
transforma seres humanos em objetos de consumo, é exemplificada pela explosão
das plataformas digitais, incluindo aquelas voltadas para a produção massiva de
conteúdo pornográfico. A "uberização" da prostituição digital reflete a objetificação
extrema das pessoas, que buscam a validação de seu sucesso por meio de
seguidores em redes sociais.
A inteligência artificial agrava esse processo de alienação ao ameaçar
substituir o trabalho humano, gerando medo e insegurança entre os trabalhadores. A
sujeição maquínica transforma os indivíduos em peças substituíveis de uma
engrenagem capitalista. Negri e Hardt identificam quatro figuras de subjetivação no
capitalismo contemporâneo, incluindo o "endividado", que representa uma nova
forma de dominação baseada na dívida e no consumo parcelado.
Por fim, o texto argumenta que, no capitalismo, a independência é uma
ilusão. Todos, inclusive influenciadores e músicos, estão submetidos à lógica
coercitiva do capital, que reduz a existência humana a um ciclo interminável de
produção, consumo e alienação. Assim, o sistema se perpetua, esgotando a
capacidade dos indivíduos de viverem uma vida plena e natural, tornando-os meros
objetos a serviço do acúmulo de capital.
2.2 A Razão Instrumental: Dominação e Alienação
Adorno e Horkheimer questionam as ideias iluministas que defendiam a razão
como o caminho para a liberdade e o progresso. Segundo eles, a racionalidade
moderna, ao ir contra os valores éticos, torna-se um instrumento de dominação. A
razão instrumental leva levam as pessoas a serem manipuladas, onde elas se
tornam objetos para fins econômicos e políticos.
Esse processo se intensificou no capitalismo. A técnica e o cálculo racional,
em vez de serem usados para libertar os seres humanos, se tornaram ferramentas
de controle e opressão, algo que Adorno e Horkheimer consideram como um
desencantamento do mundo. O sistema racionalista não apenas objetifica as
pessoas, mas também reduz o pensamento crítico, limitando a possibilidade dessas
pessoas conseguirem questionar o que está acontecendo.
A crítica à razão instrumental se mantém relevante no contexto atual, em que
o desenvolvimento tecnológico amplia a capacidade de controle. O capitalismo
contemporâneo, ainda utiliza-se de ferramentas para conseguirem manipular uma
massa e fazerem com que essa mesma massa acredite nas suas ideologias. Algo
que apenas ganhou força desde o século XX e ainda persiste nos dias de hoje em
cenário mundial, como aconteceu recentemente em nosso país, onde uma pessoa
utiliza-se dessas ferramentas para manipular metade de um país, tornando essas
pessoas incapazes de questionarem o que está errado ou certo, tornando elas
objetos descartáveis que apenas servirá apenas para disseminação do ódio.
2.3 A Indústria Cultural: A Fabricação de Subjetividades
A teoria da indústria cultural formulada por Adorno e Horkheimer evidencia
como a produção cultural no capitalismo converteu a arte e a cultura em
mercadorias que servem à manutenção da ordem social vigente. A indústria cultural
não tem como objetivo promover uma reflexão crítica sobre a sociedade, ela cria
conteúdos simples e de fácil entendimento para que as pessoas não precisem
questionar. Filmes, músicas são criados de uma fórmula que vende, onde não
precisa ter profundidade, apenas seguir o cliché.
A indústria cultural, ao oferecer um conteúdo massificado e repetitivo,
desempenha um papel crucial na manutenção das subjetividades sob o capitalismo.
Ela cria consumidores, não cidadãos críticos. Ao invés de provocar
questionamentos, ela anestesia a consciência, mantendo as pessoas envolvidas em
um ciclo contínuo de consumo sem reflexão. Isso foi particularmente crítico no
período analisado por Adorno e Horkheimer, no contexto do fascismo, mas pode ser
amplamente visto hoje, onde a indústria cultural utiliza-se de fórmulas que funcionam
e vendem.
2.4 Reflexão Contemporânea: Subjetividade e Resistência
A alienação promovida pela indústria cultural e a dominação da razão
instrumental permanecem ainda nos dias de hoje, mas assumem novas formas.. A
cultura digital oferece uma falsa sensação de autonomia, quando na verdade os
consumidores são guiados pelo sistema, que reforçam padrões comportamentais e
gostos pré-determinados.
A luta pela emancipação passa pela superação dessas formas de controle,
pela crítica à lógica do consumo e pela busca de novos padrões de racionalidade
que valorizem a liberdade de pensamento. É preciso resgatar a capacidade crítica
de cada um de nós, rompendo com a dominação instrumental e recuperando a
emancipação da cultura e do pensamento humano. A arte, a filosofia e a educação
crítica ainda são espaços de resistência, onde subjetividades podem ser formadas
de maneira independente, fora da lógica do mercado e da alienação promovida pela
indústria cultural.
2.5 Capitalismo tardio e subjetividade em Gilles Deleuze e Félix Guattari
Deleuze e Guattari argumentam que o desejo no capitalismo não é uma força
livre e criativa, mas sim uma construção social que é constantemente moldada pelas
exigências do mercado. Essa perspectiva é fundamental para compreender como a
subjetividade é produzida: em vez de um processo autêntico de autodescoberta, o
desejo é direcionado para o consumo e a conformidade. Essa crítica destaca um
aspecto essencial da vida moderna, onde as identidades são frequentemente
criadas e destruídas por forças externas.
A produção de subjetividades no capitalismo, portanto, revela uma relação de
dominação onde o desejo é instrumentalizado para sustentar um sistema que
beneficia poucos em detrimento da maioria. Essa crítica se torna ainda mais
relevante quando se considera que a cultura do consumo não apenas fragmenta a
identidade, mas também promove uma alienação que impede o indivíduo de se
reconhecer como parte de um coletivo. Assim, o trabalho de Deleuze e Guattari
oferece um diagnóstico preciso das doenças sociais contemporâneas.
A fragmentação da subjetividade é uma das questões centrais abordadas por
Deleuze e Guattari. Eles mostram como a pressão do capitalismo cria uma
multiplicidade de identidades. Essa fragmentação é um mecanismo de controle que
desmobiliza a capacidade de ação coletiva.
O reconhecimento dessa fragmentação é essencial para entender a condição
humana no capitalismo. A análise de Deleuze e Guattari, ao trazer à tona a
desconexão entre o desejo autêntico e as exigências do mercado, não apenas
aponta para os problemas, mas também sugere que a reconstrução de uma
subjetividade mais integrada é possível. Essa perspectiva é crucial para pensar em
formas de resistência que desafiem as narrativas dominantes.
A crítica dos autores fornece uma base sólida para a ação, enfatizando que,
mesmo dentro de um sistema que busca controlar o desejo, existe um potencial para
a liberdade. O desafio é, portanto, encontrar maneiras de reconfigurar a
subjetividade. A relevância dessa perspectiva é inegável, pois nos convida a
repensar as relações de poder que moldam nossas vidas e a agir de forma a criar
alternativas.
Assim, a crítica de Deleuze e Guattari ao capitalismo enfatiza a urgência de
redirecionar o desejo para práticas coletivas e criativas, criando um espaço onde
novas formas de subjetivação possam emergir e desafiar as dinâmicas opressivas
do sistema econômico. Nos dias atuais, essa proposta se torna ainda mais
relevante, pois o capitalismo contemporâneo, com sua lógica de consumo voraz e
individualismo exacerbado, perpetua a alienação e a fragmentação das identidades,
tornando as pessoas prisioneiras de uma incessante busca por validação através do
consumo. Nesse cenário, a culpa gerada pelo endividamentoe o medo da
insegurança econômica são sentimentos comuns que inibem a ação coletiva e o
surgimento de alternativas ao status. Portanto, é crucial resistir a essas estruturas de
controle que limitam não apenas a liberdade individual, mas também o potencial
humano para se conectar, criar e transformar. Ao promover práticas que valorizem a
solidariedade e a criatividade, podemos começar a desmantelar as opressões que o
capitalismo impõe, abrindo caminho para um futuro onde a subjetividade seja uma
expressão autêntica de comunidade e resistência.
2.6 Bauman e a modernidade líquida no conceito de subjetividade
Vemos na filosofia de Zygmunt Bauman a incerteza e fluidez das relações e
identidades na modernidade líquida, onde as estruturas sociais tradicionais estão em
constante mudança, gerando insegurança. Ele argumenta que, nesse contexto, as
pessoas buscam adaptação rápida, moldando suas identidades de forma superficial
para se encaixar em um mundo em que empregos, relações e até valores são
temporários. Essa performatividade, segundo Bauman, reflete uma tentativa de
sobreviver em uma sociedade onde tudo é transitório e instável.
Ao comparar Bauman com outros pensadores, como Deleuze e Guattari,
embora haja um reconhecimento de que o capitalismo afeta as subjetividades,
Bauman vê a fluidez como uma fonte de fragilidade, enquanto outros podem ver
oportunidades de transformação e resistência. Bauman critica a sociedade por criar
indivíduos que estão sempre tentando se ajustar às mudanças rápidas, sem tempo
para desenvolver identidades sólidas ou compromissos duradouros.
Bauman explora a consequência da falta de certeza, enquanto outros filósofos
podem explorar a mesma mudança de forma menos crítica, enfatizando as
possibilidades criativas.
3.CONCLUSÃO
Ao longo deste trabalho, procuramos demonstrar como o capitalismo
contemporâneo tem moldado fortemente a subjetividade dos indivíduos,
influenciando suas identidades, desejos e relações sociais. A análise revelou que, no
capitalismo contemporâneo, as subjetividades estão constantemente sujeitas a
forças externas que as regulam e direcionam, seja por meio da indústria cultural, das
redes sociais, ou da economia de mercado. A alienação é um dos principais efeitos
desse processo, resultando na desconexão entre os indivíduos e suas experiências
mais originais, enquanto são conduzidos a seguir padrões pré-estabelecidos de
consumo e comportamento. Portanto, concluímos que, apesar das imposições do
capitalismo contemporâneo, há espaço para repensar e reconstruir as subjetividades
de maneira mais livre e autônoma.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
FRONTEIRAS DO PENSAMENTO. Fronteiras do Pensamento. Disponível em:
. Acesso em: 4 out. 2024.
ORLANDO, C.; FURLAN, R. PRODUÇÃO DE SUBJETIVIDADE E FIGURAS SUBJETIVAS
NO CAPITALISMO CONTEMPORÂNEO. Psicologia & Sociedade, v. 36, 1 jan. 2024.
 SIQUEIRA, V. Individualidade: entenda o conceito de individualidade em Bauman.
Disponível em: . Acesso em: 4 out. 2024.
 KLEBER PRADO FILHO; MARTINS, S. A subjetividade como objeto da(s) psicologia(s).
Psicologia & Sociedade, v. 19, n. 3, p. 14–19, 1 dez. 2007.

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