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DESENHO 
DE 
OBSERVAÇÃO
COMO COMEÇAR UM DESENHO DE OBSERVAÇÃO?
ESTRUTURE O OBJETO EM FORMAS BÁSICAS
ESTRUTURE O OBJETO EM FORMAS BÁSICAS: BLOCAGEM DE GRANDES FORMAS
O cotidiano é composto por figuras. Esses elementos podem ser representados através de composições artísticas de infinitas maneiras, porém todas elas se originam de uma linha que, origina os traços, hachuras e texturas e, assim dá forma ao objeto ou figura observada 
TRAÇOS
HACHURAS
TEXTURAS
O QUE USAMOS PARA DESENHAR E O QUE OBSERVAMOS?
ESENHO DE OBSERVAÇÃO - MATERIAIS
GRAFITE
Traço monocromático em tons de cinza.
Lápis H – “hard” – mina dura
Lápis B – “brand” ou “black” –
mina macia e escura
Lápis HB – Mina média.
DESENHO DE OBSERVAÇÃO - MATERIAIS
O GRAFITE
A expressão da linha do grafite depende de 4 fatores: grau de dureza, pressão exercida, velocidade gestual e suporte.
Três processos simples de se obter a gradação de tom num desenho a lápis de grafite: o tracejado simples, tracejado cruzado, o sombreado e o esfumado.
Tracejado simples
Traçam-se linhas rápidas com espaçamentos menores ou maiores utilizando pressão variada de acordo com a intensidade da tonalidade que se deseja produzir. Processo básico de texturização da tonalidade que adquire maior efeito conforme a composição do papel.
 
Tracejado cruzado
 
Usa-se o lápis com menos inclinação e traçando-se linhas consecutivas, em seguida cruzam-se linhas em outra direção. Séries adicionais de linhas acentuam a tonalidade de uma determinada área. Produz uma cobertura com menos uniformidade, porém com um maior grafismo.
 
Sombreado
Usando o lápis lateralmente é possível de se obter uma cobertura mais ampla e uniforme em forma de sombreado. Com o cotovelo apoiado sobre a prancheta é possível executá-lo com o movimento de mão e do pulso. Quanto mais rugoso o papel mais intervalos em branco aparecerão, num papel mais macio a tonalidade será mais uniforme.
Esfumaçado
Esfregar em movimentos circulares o tracejado ou o sombreado com um esfuminho, algodão ou borracha suaviza o conjunto, preenchendo os espaços em branco no papel rugoso. Deve-se tomar cuidado com a uniformidade, uma vez que a pressão aplicada para o esfumado nem sempre será constante.
 
NANQUIM
TÉCNICAS COM NANQUIM
As técnicas secas para texturas com nanquim são bem semelhantes ás técnicas de textura com grafite, enquanto as úmidas se assemelham aos métodos usados para a pintura em aquarela, sendo estas:
Técnicas de texturas a nanquim
As texturas a nanquim podem ser produzidas por caneta, bico de pena ou pincel. Possuem inúmeras formas, mas em geral são mais utilizadas as texturas lineares, tracejados cruzados ou pontilhismo. As texturas dão aspecto mais gráfico aos desenhos do que os sombreados.
 
Técnicas de pincelada a nanquim
As técnicas com pincel e nanquim podem ser molhadas ou a seco. As pinceladas molhadas produzem o efeito chapado com nanquim puro, ao se preencher áreas extensas de preto, enquanto a mistura de água permite manchas aquareladas simulando volume na técnica de aguada. Ao aplicar a técnica de pincel seco, a mancha desaparece dando lugar aos traços bem definidos e texturizados com a forma do pincel.
 
DESENHO DE OBSERVAÇÃO - MATERIAIS
LÁPIS DE COR
-	Proporciona um cromatismo muito brilhante. Técnicas iguais aos do grafite: trama, aproveitamento da textura do papel e mancha tonal
TÉCNICAS DE PINTURA COM LÁPIS DE COR
As técnicas de pintura com lápis de cor seguem basicamente os métodos empregados com lápis e grafite, porém com diferenciações necessárias para o aproveitamento das misturas de cores.
Sombreado
Da mesma forma que o grafite pode-se sombrear com cor utilizando-se o lápis lateralmente, produzindo não só maiores áreas de cobertura como também um efeito de graduação conforme pressão e as camadas.
 
Tracejado simples
Linhas rápidas, regulares com diferentes espaçamentos. Esta técnica pode ser utilizada para a mistura de pastel seco, fazendo pouca pressão com o lápis e aproximando mais as linhas entre si.
 
Tracejado cruzado
Linhas tracejadas sobrepostas em diferentes direções, mesclando cores e criando efeitos óticos. Pode-se utilizar uma ou várias cores para criar efeitos de textura e de cor.
 
Tracejado circular
Sobreposição de traços circulares em opção ao traço cruzado. Possui efeitos de mescla de cor, porém dando mais ênfase aos efeitos de textura.
 
Marcas direcionadas
Traços curtos seguindo uma direção específica podem imitar texturas naturais como fogo, cabelo ou relva. O efeito pode ser obtido por utilização de duas ou mais cores densamente sobrepostas.
 
Marcas de incisão
Sobrepondo duas cores e, depois, fazendo ligeiras incisões para deixar a cor inferior à vista ou fazendo incisões no papel antes da aplicação com o lápis de cor de forma a ficarem linhas à mostra da cor da superfície do papel.
 
Brunidura
São camadas de cores sobrepostas aplicadas densamente e com pressão a fim de encher a textura do papel e produzir uma superfície de aspecto sedoso.
 
DESENHO DE OBSERVAÇÃO - MATERIAIS
GIZ PASTEL SECO
Pode ser composto por linhas, tramas ou diferentes camadas.
Podemos obter fusão de cores facilmente.
As linhas não ficam marcadas, dependendo da forma de aplicação.
DESENHO DE OBSERVAÇÃO - MATERIAIS
CANETA DE FELTRO
Meio de expressão linear.
Risco muito forte.
Cruzamento de traços proporciona efeitos de manchas, sombras e texturas.
DESENHO DE OBSERVAÇÃO - MATERIAIS
MAGIC COLOR
Canetas aquareláveis
Rapidez e efeito colorido para croquis de arquitetura
DESENHO DE OBSERVAÇÃO - MATERIAIS
AQUARELA
Tinta diluída aplicada com pincel
Suavidade
Grande expressividade
VAMOS DESENHAR
Peguem o objeto que trouxeram de casa e vamos desenhar. Para ficar mais fácil:
- Estruture o objeto em formas básicas
- Use a blocagem de grandes formas
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