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Finanças Corporativas
Prof. Anderson Gonçalves
14/02/2025
Análise Financeira e Demonstrações Contábeis
A análise financeira é uma ferramenta que nos auxilia na avaliação da empresa. A
contabilidade é a linguagem dos negócios e as demonstrações contábeis são os
canais de comunicação que nos fornecem dados e informações para diagnosticarmos
o desempenho e a saúde financeira da empresa (SILVA, 2018, p.3).
Resumidamente, podemos dizer que a análise financeira de uma empresa consiste
num exame minucioso dos dados financeiros disponíveis sobre a empresa, bem como
das condições endógenas e exógenas que afetam a empresa (SILVA, 2018, p.5).
Fundamentação Legal das Demonstrações Contábeis
Em 2007 iniciou-se uma nova fase de revolução contábil, com a Lei nº 11.638/07,
seguida da Lei no 11.941/09. Estes diplomas legais modificaram a Lei nº 6.404/76
e tiveram a finalidade de levar as regras contábeis brasileiras a convergirem
para padrões internacionais.
Essas leis marcaram o processo de convergência da Contabilidade brasileira aos
padrões internacionais, com o intuito de facilitar as transações comerciais e
econômicas com outros países. Diversos pronunciamentos contábeis têm sido
emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), .
Demonstrações Contábeis
A Lei nº11.638/07 determinou a obrigatoriedade de as empresas de grande
porte elaborarem demonstrações contábeis semelhantes às sociedades por
ações, ainda que não estejam constituídas como sociedades por ações.
Considerou como empresas de grande porte, aquelas com ativo total
superior a R$ 240.000.000 e vendas brutas superiores a R$ 300.000.000
(Silva, 2018, p.37).
Atenção
Em nossa disciplina, não há a pretensão do
ensinamento da contabilidade ou do
aprofundamento em procedimentos ou
questões de natureza contábil, mas visa o
uso da informação contábil já elaborada, ou
seja, objetiva auxiliar na leitura das
demonstrações contábeis.
Finanças e Governança
A análise financeira precisa ter um enfoque holístico,
abrangendo a estratégia da empresa, suas decisões
de investimento e de financiamento e suas
operações. As empresas têm objetivos importantes,
como a busca de retorno para os acionistas, a
manutenção de um bom ambiente de trabalho e a
preservação do interesse dos funcionários, além de
sua responsabilidade com os objetivos e políticas
nacionais, entre outros (Silva, 2018, p.4).
Questões gerais sobre o negócio...
•O que faz a empresa? 
•Quem são os proprietários, quem tem o 
poder de mando?
•Quem são os administradores? 
•Que padrão de tecnologia apresenta? 
•Quais os planos de investimento e suas 
fontes de financiamento? 
•A empresa é lucrativa e próspera? 
•É sólida ou corre o risco de quebrar em 
pouco tempo?
• Qual seu grau de endividamento e a 
qualidade de sua dívida?
• Que tipo de público consome seus 
produtos?
•Quem são seus principais 
concorrentes? 
•A empresa é tão forte quanto seus 
concorrentes? 
•Qual a tendência da empresa à 
potencialidade de geração de valor?
3 DIMENSÕES DAS FUNÇÕES FINANCEIRAS
Tesouraria Operações Estratégica
Administração do 
capital de giro
Investimento
Financiamento 
Dividendos
Administração da Tesouraria
(essa função está ligada ao dia a dia do financeiro)
Gerir o caixa (pagamentos e recebimentos);
Descontar duplicatas nos bancos;
Obter empréstimos de curto prazo; 
Fazer aplicações financeiras das sobras temporárias de recursos.
Administração das Operações
(compreende os demais itens - contas do circulante)
Duplicatas a receber: cujo montante de recursos que absorve é função do volume 
de vendas e dos prazos concedidos aos clientes para pagamento.
Estoques: que decorrem da expectativa de vendas da empresa e de sua política 
de estocagem. (just in time, lote econômico e outras metodologias de administração 
de materiais).
Contas a pagar a fornecedores: que também decorrem do volume de compras e 
da expectativa de vendas da empresa.
Esse grupo de contas está estritamente relacionado às atividades operacionais da 
empresa, havendo variáveis externas que interferem de forma significativa em seus 
comportamentos. São exemplos o comportamento do mercado (oferta e demanda) 
e os índices de inflação, entre outros fatores.
Dimensão Estratégica
(decisões estratégicas de investimento, financiamento e dividendos)
As decisões de investimento referem-se às aplicações de recursos em
ativos, bem como aos retornos esperados e aos riscos oferecidos por esses
ativos.
As decisões de financiamento referem-se à forma de como financiar os
ativos, isto é, decorrem da estrutura de capitais que a empresa quer manter.
As decisões relacionadas ao pagamento de dividendos aos acionistas
estarão vinculadas às oportunidades de investimentos, à estrutura de
capitais e ao modo que a direção da empresa julga adequado e atrativo para
distribuição de resultados aos possuidores de suas ações.
Apresentação das principais 
demonstrações contábeis
Sociedades Anônimas de Capita Aberto
Conforme visto no Capítulo 3, o Comitê de Pronunciamentos Contábeis 
(CPC) e seus componentes, na conformidade com a Lei nº 6.404/76, 
modificada pela Lei nº 11.638/2007, define como demonstrações contábeis 
obrigatórias:
• Relatório da administração;
• Balanço patrimonial;
• Demonstração do resultado do 
exercício;
• Demonstração do resultado 
abrangente;
• Demonstração das mutações do 
patrimônio líquido;
• Demonstração dos fluxos de 
caixa;
• Demonstração do valor 
adicionado;
• Notas explicativas;
• Parecer do Conselho Fiscal; e
• Relatório dos auditores 
independentes.
Relatório da administração
O Relatório da Administração também 
denominado de Mensagem aos Acionistas.
➢prestação de contas dos administradores aos 
acionistas
➢fornecer uma análise prospectiva
➢histórico da empresa
➢principais estratégias de crescimento
➢planos futuros
➢políticas de recursos humanos 
➢investimentos em pesquisa e desenvolvimento
STAKEHOLDERS E GOVERNANÇA
Objetivos do nosso estudo sobre o BP
I. Dar subsídios para compreender o balanço 
patrimonial, abrangendo o ativo, o passivo e o 
patrimônio líquido.
II. Descrever o detalhamento do ativo em seus grupos 
(ativo circulante e ativo não circulante).
III. Descrever o detalhamento do passivo em seus 
grupos (passivo circulante e passivo não circulante).
IV. Comentar as contas que integram os diversos 
grupos do ativo, do passivo e do patrimônio líquido.
Por que conhecer o BP?
A leitura do balanço patrimonial permite a
compreensão da situação patrimonial da
empresa a partir da identificação dos seus bens
e direitos e também de suas obrigações. Uma
boa análise das demonstrações contábeis requer
um adequado conhecimento do que representa
cada um dos grupos e as respectivas contas que
compõem as peças contábeis que serão
analisadas.
Regimes de Competência e de Caixa
Conforme os princípios contábeis, as demonstrações 
financeiras são preparadas pelo regime de 
competência.
No regime de competência, se reconhece as receitas no 
momento da venda, independentemente de terem sido 
recebidas ou não; bem como as despesas, quando 
elas são realizadas.
O administrador financeiro utiliza o regime de caixa —
que reconhece tanto as receitas quanto as despesas 
— somente no que se refere a entradas e saídas 
efetivas.
O administrador financeiro deve ir além das 
demonstrações contábeis para identificar problemas 
existentes ou futuros no fluxo de caixa.
A composição do BP
• Ativos são todos os bens 
econômicos de propriedade da 
empresa (bens e direitos), que 
prometem gerar benefícios 
econômicos de caixa futuros.
• Passivos são compostos de dívidas, obrigações, 
riscos (provisão para garantias, por exemplo) e 
contingências (estas são fatos geradores já 
ocorridos, como atuações fiscais, trabalhistas, 
ações judiciais e outros litígios em discussão).
• O Patrimônio Líquido representa a parte da 
empresa que pertence aos seus proprietários, 
sendooriginário essencialmente dos investimentos 
feitos pelos sócios e dos lucros gerados pelas 
atividades e retidos na empresa. 
Ativos
Um ativo é um recurso (bem ou direito)
com capacidade ou potencial para
gerar benefícios econômicos futuros
para a empresa. O benefício é a
capacidade para gerar entradas
futuras de caixa ou a capacidade para
reduzir saídas futuras. As contas do
ativo estão dispostas segundo uma
suposta ordem de liquidez.
Dinheiro 
em caixa
Estoque de 
Mercadorias
Aeronave -
imobilizado
N
ív
e
l 
d
e
 L
iq
u
id
e
z
Circulante e Não Circulante
Ativo Circulante
Ativo Não 
Circulante
Passivo Circulante
Passivo Não 
Circulante + PL
Exigível ou 
Realizável no curto 
prazo (até 12 meses)
Investimentos ou 
Capital de Longo 
Prazo (mais de 12 
meses)
Ativo Circulante
O ativo circulante engloba, além das
disponibilidades, créditos, estoques e
despesas antecipadas realizáveis no
exercício social subsequente, o que o
caracteriza como de realização em até
um ano.
CONTAS
• Disponibilidades (Caixa)
• Aplicações financeiras
• Clientes
(–) Duplicatas descontadas
• Outros créditos
(–) Prov. para crédito de 
liquidação duvidosa
• Estoques
• Despesas antecipadas
1. Disponibilidades
Conforme o próprio nome sugere, as 
disponibilidades são compostas por 
recursos financeiros possuídos pela 
empresa que podem ser utilizados 
imediatamente, sem restrições. A 
expressão disponibilidade tem sido 
substituída por caixa e equivalentes 
de caixa.
1.1. Caixa e Bancos
➢ A conta caixa compreende o numerário (dinheiro) existente na empresa na 
data do encerramento do balanço.
➢ A rubrica com a denominação de Bancos conta movimento compreende os 
saldos bancários da empresa em conta-corrente, na data do balanço, 
disponíveis para saque, para aplicação financeira ou outro uso que a 
empresa pretenda.
1.2. Aplicações de Liquidez Imediata
➢ As aplicações de liquidez imediata são aquelas que facilmente são
convertidas em dinheiro e, desse modo, são consideradas como
disponibilidades. As chamadas aplicações em open market, over night e
fundos que possibilitem resgate imediato são exemplos. O saldo dessa conta
deve corresponder ao valor das aplicações feitas pela empresa, mais os
acréscimos relativos à atualização monetária e aos ganhos incorridos até a
data do balanço.
Disponibilidades e Aplicações Financeiras
➢Critério de Avaliação – A legislação contábil atual prevê que as aplicações
financeiras não mantidas até o seu vencimento, representadas
basicamente por títulos de renda fixa e de renda variável, devem ser
avaliadas e registradas pelo seu valor justo (Fair Value) ou seu
equivalente valor de mercado.
➢O Pronunciamento Técnico CPC 12 (Ajuste a Valor Presente), em seu
item 21, manda trazer a valor presente os valores a pagar e também os
valores a receber decorrentes de operações de longo prazo ou mesmo de
curto prazo quando houver efeito relevante.
Fair Value
O valor justo representa o valor que um
ativo pode ser negociado livremente em
determinada data, supondo que os agentes
tenham acesso a todas as informações
disponíveis, possuam suficiente
conhecimento do negócio em avaliação,
negociem sem conflitos de interesses e
favorecimentos.
2. Direitos realizáveis
Os “Direitos realizáveis no exercício
social subsequente” compreendem
bens e direitos que podem ser
convertidos em dinheiro num prazo
inferior a 360 dias ou ao ciclo
operacional da empresa.
2.1. Contas a receber de clientes
Contas a receber de clientes também aparecem
nos balanços patrimoniais com a denominação de
duplicatas a receber ou de recebíveis de clientes.
Essas contas representam os valores a receber de
clientes, decorrentes dos produtos, mercadorias ou
serviços vendidos pela empresa e ainda não
recebidos. O valor dessas contas é função do
volume de vendas a prazo e do prazo concedido
pela empresa aos seus clientes.
2.2. Perdas estimadas em créditos de 
liquidação duvidosa (PECLD) 
A conta de ‘perdas estimadas em créditos de
liquidação duvidosa’ (anteriormente chamadas de
‘provisão para devedores duvidosos’ – PDD) é uma
conta redutora de duplicatas a receber e deve
representar a expectativa da empresa de perda
com créditos de seus clientes.
2.3. Estoques
Nas empresas comerciais, os estoques são representados, basicamente,
pelas mercadorias adquiridas para venda.
Nas empresas industriais, temos, normalmente, três tipos de estoques:
➢ Matéria-prima e componentes a serem utilizados na produção dos bens
que são fabricados pela empresa.
➢ Produtos em processo, que compreendem as matérias-primas que estão
na linha de produção, a mão de obra direta apropriada até o estágio em que
se encontre o processo, mais os custos indiretos de fabricação já rateados
e atribuído.
➢ Produtos acabados, que correspondem às unidades produzidas e ainda
não faturadas, isto é, não vendidas.
Estoques não vinculados diretamente com o produto 
comercializado pela empresa
➢ Almoxarifados: independente da atividade da empresa, a mesma pode ter almoxarifados 
com materiais de escritório, produtos de limpeza, alimentos e outros produtos de uso, isto é, 
não destinados à venda; tais produtos apresentam semelhança com despesas antecipadas, 
porém, por serem materiais, isto é, por terem existência física, não podem ser classificados 
na categoria de despesas antecipadas.
➢ Adiantamento a fornecedores: muitas empresas e autores classificam esse item como 
parte integrante dos estoques; para fins de análise, é melhor que apareça separadamente.
➢ Peças para reposição de equipamentos: esse item deve ser classificado no ativo 
imobilizado, em rubrica própria.
2.4. Adiantamento a fornecedores
São classificados como adiantamento a
fornecedores apenas os adiantamentos para
suprimento de matéria-prima, produtos,
mercadorias e serviços que irão integrar a
atividade operacional da empresa. Portanto,
eventuais adiantamentos a fornecedores de
equipamentos deverão ser classificados no ativo
imobilizado.
2.5. Aplicações de liquidez não imediata
Os exemplos mais comuns são as aplicações em
Certificados de Depósito Bancário (CDBs),
Recibos de Depósitos Bancários (RDBs) e Letras
de Câmbio. Essas aplicações são classificadas no
ativo circulante se o vencimento for durante o
exercício social subsequente à data de
encerramento do balanço; caso contrário, isto é,
se tiverem prazos de vencimento superiores a um
ano, serão classificadas no realizável a longo
prazo.
2.6. Outros valores a receber
Se eventualmente qualquer rubrica com
denominação genérica tiver valor que possa
representar, por exemplo, 10% ou mais do próprio
ativo circulante, é necessário que o analista busque
explicação sobre a mesma (adiantamentos a
empregados? impostos a recuperar?).
2.7. Despesas do exercício seguinte
➢ Prêmio de seguros.
➢ Aluguéis pagos antecipadamente.
➢Assinaturas de periódicos.
➢Comissões e prêmios pagos antecipadamente.
➢Taxas associativas.
Ativo Não Circulante
Ativo não circulante é um bem ou
direito de uma empresa destinado ao
uso ou investimento a longo prazo,
não sendo convertido em dinheiro
dentro do ano corrente.
CONTAS
• Ativo Realizável a Longo Prazo
• Investimentos
• Imobilizado
• Intangível
2. Ativo Não Circulante
2.1. Realizável a LP 
“os direitos realizáveis após o término do exercício seguinte, assim
como os derivados de vendas, adiantamentos ou empréstimos a
sociedades coligadas ou controladas (art. 243), diretores, acionistas
ou participantes no lucro da companhia, que não constituírem
negócios usuais na exploração do objeto da companhia.”(inciso II do
art. 179 da Lei nº 6.404/76).
2.1. Realizável a LP 
➢ Valores a receber decorrentes de venda de ativo permanente.
➢ Depósitos judiciais, que são valores depositados pela empresa em face de pendências
judiciais, ficando nesse grupo até que haja decisão da justiça.
➢ Depósitos compulsórios de caráter diverso.
➢ Impostosa recuperar, quando a expectativa em relação ao tempo de recuperação for
maior que um ano, em relação à data do balanço.
➢ Despesas antecipadas que se converterão em despesas após o exercício seguinte à
data do balanço
2.2. Investimentos
Conforme o art. 179 (III), da Lei nº 6.404/76, são classificados em
investimentos:
“as participações permanentes em outras sociedades e os
direitos de qualquer natureza não classificados no ativo
circulante, e que não se destinem à manutenção da
atividade da companhia ou da empresa”.
Há, portanto, dois grandes grupos: (a) as participações
permanentes, e (b) os direitos não classificáveis no ativo circulante.
a1) Investimentos em 
coligadas e controladas
São participações que a empresa mantém no
capital de outras sociedades. A natureza de
permanente é definida pela intenção da
investidora em manter tal participação.
Portanto, se a empresa adquire ações em
Bolsa de Valores, com a intenção de negociá-
las no curto prazo, não poderá classificar tais
ações como investimentos; deverá classificá-
las no ativo circulante.
Coligadas: sociedades nas quais 
a investidora tenha influência 
significativa. 20% ou mais do 
capital votante da investida, sem 
chegar a controlá-la
Controlada a sociedade na qual 
a controladora, diretamente ou 
por intermédio de outras 
controladas, é titular de direitos 
de sócio que lhe assegurem, de 
modo permanente, 
preponderância nas deliberações 
sociais e poder para eleger a 
maioria dos administradores.
O CPC 18 em seu item 7
“A existência de influência significativa por investidor geralmente é 
evidenciada por uma ou mais das seguintes formas: 
(a) representação no conselho de administração ou na diretoria da investida;
(b) participação nos processos de elaboração de políticas, inclusive em 
decisões sobre dividendos e outras distribuições;
(c) operações materiais entre o investidor e a investida;
(d) intercâmbio de diretores ou gerentes; ou
(e) fornecimento de informação técnica essencial.”
a2) Outras participações
Em outras participações, são classificadas as participações em outras
empresas, quando não há coligação nem controle.
Além das participações permanentes em outras sociedades, a Lei nº 6.404/76 
inclui, em investimentos,
“os direitos de qualquer natureza não classificados no ativo 
circulante [nem no realizável a LP], e que não se destinem à 
manutenção da atividade da companhia ou da empresa”.
b) Direitos não classificados no ativo circulante
b2) Propriedades para investimentos,
incluindo imóveis que a empresa possua e os
mantenha alugados. Adicionalmente, a
empresa proprietária dos imóveis desenvolve
suas atividades específicas e contratuais.
b1) Bens não destinados à venda e que
também não são utilizados na manutenção da
atividade da empresa. Como exemplo,
podemos citar as obras de arte, nas
empresas que não tenham como objetivo sua
comercialização.
2.3. Imobilizado
O imobilizado é representado por bens
tangíveis, que tenham as seguintes
características:
• sua utilização nas atividades da empresa;
• não estejam destinados à venda;
• vida útil superior a um ano;
• relevância do valor.
Imobilizado
O ativo, para ser classificado como Imobilizado, deve apresentar 
algumas características básicas:
• possuir duração bastante longa, quase permanente;
• não se destinar à venda;
• ser utilizado nas operações dos negócios da empresa.
Exemplos: edificações da fábrica, veículos em uma empresa do 
setor de transportes, máquinas e equipamentos utilizados no 
processo fabril, móveis e utensílios, direitos de exploração de 
jazidas e outros recursos naturais etc.
Perdas de Valor dos Ativos Tangíveis
A maior parte dos ativos imobilizados sofre
desgastes, que representam um custo para
a empresa. Conforme a que bens se refiram,
essas baixas recebem nomes diferentes:
depreciações, amortizações e exaustões,
mas significam uma só coisa. Representam
partes do valor de aquisição consideradas
perdidas (consumidas) e que, portanto, se
transformaram em custos e despesas.
Classificações
• Depreciação: edificações, máquinas, 
equipamentos, instalações etc.
• Amortização: direitos autorais, 
patentes etc.
• Exaustão: reservas minerais, reservas 
florestais etc.
• Imobilizados não sujeitos a 
depreciação: obras de arte e terrenos.
Lei no 6.404/76, em seu art. 183,
Depreciação (tangíveis): quando corresponder à perda do valor dos 
direitos que têm por objeto bens físicos sujeitos a desgaste ou perda de 
utilidade por uso, ação da natureza ou obsolescência.
Amortização (intangíveis): quando corresponder à perda do valor do 
capital aplicado na aquisição de direitos da propriedade industrial ou 
comercial e quaisquer outros com existência ou exercício de duração 
limitada, ou cujo objeto sejam bens de utilização por prazo legal ou 
contratualmente limitado.
Exaustão (recursos para exploração): quando corresponder à perda do 
valor decorrente de sua exploração, de direitos cujo objeto sejam recursos 
minerais ou florestais, ou bens aplicados nessa exploração.
Legislação atual para fins de BP
Atualmente, a contabilidade nos leva à busca de resposta para alguns 
pontos, como:
➢ Qual a vida útil da máquina?
➢ Por quanto tempo a empresa vai (ou pretende) permanecer com esta 
máquina?
➢ Qual o valor residual ao final da vida útil ou do período que a empresa 
pretende permanecer com a máquina?
➢ Como será o processo de desvalorização da máquina ao longo de seu 
uso? 
Por sua vez, a legislação fiscal define as regras para depreciação, baseadas 
em taxas determinadas pela Secretaria da Receita Federal. Essas regras 
têm validade para fins tributários. Como exemplo, podemos citar:
Há, evidentemente, diversas outras taxas de depreciações, para diversos 
outros tipos de ativos imobilizados, as quais constam do Regulamento do 
Imposto de Renda. Cabe ressaltar que as taxas estabelecidas pela Receita 
Federal são taxas máximas. 
Impairment Test (teste de recuperabilidade)
• A Lei no 11.638/07 prevê que a companhia avalie
periodicamente a recuperação dos ativos classificados
no Imobilizado e no Intangível. O objetivo principal da
contabilidade é evitar que um elemento esteja
registrado por um valor acima de seu valor de
venda. Caso o ativo revele um valor de recuperação
inferior ao contabilizado, a empresa deve reconhecer
imediatamente esta perda (desvalorização).
• A análise da recuperação desses ativos imobilizados e 
intangíveis permite também que seja ajustado o cálculo 
de vida útil estimada, conforme usado na determinação 
da depreciação, amortização e exaustão.
Impairment, em inglês,
significa “prejuízo”, “dano”,
“perda”, “diminuição”.
Na realidade, o “Teste de
Impairment” visa identificar a
perda com o ativo.
2.4. Intangível
O intangível representa bens imateriais
(incorpóreos), como marcas, patentes,
direitos autorais etc. Estes bens estão
sujeitos à amortização, por perda de valor, e
também ao Impairment Test.
2.4. Intangível
Segundo o Pronunciamento Técnico CPC 04, “Ativo
intangível é um ativo não monetário identificável
sem substância física”. Ainda segundo o referido
CPC, o ativo intangível deve satisfazer as condições
de ser identificável, controlável e capaz de gerar
benefícios econômicos futuros.
Para que o ativo intangível seja identificável, deve 
ser separável e possível de ser vendido, transferido, 
licenciado, alugado ou trocado, ao mesmo tempo 
em que deve resultar de direitos contratuais ou 
outros direitos legais. 
Ativos Intangíveis
➢Marcas e Patentes – Compreende os gastos necessários para registro das marcas e
invenções próprias. Abriga também os pagamentos efetuados a terceiros por contratos
de uso de marcas, patentes ou processos de fabricação.
➢Licenças e Franquias – Compreendem o pagamento a terceiros por contratos de
licenças ou de franquias.
➢ Pesquisa e desenvolvimento – Os gastos com pesquisa devem ser classificados
como despesas do período em que as mesmas ocorrerem.Na fase de
desenvolvimento, os gastos podem ser considerados como ativos intangíveis se
atenderem a um conjunto de condições, que assegurem sua viabilidade técnica,
possibilidade de uso ou de venda e identificação da forma como o mesmo irá gerar
benefícios econômicos, por exemplo.
➢ Outros itens, como fórmulas, modelos, softwares e direitos autorais, podem
incorporar o ativo intangível.
Passivo Exigível 
(curto e longo prazos)
• Tanto o circulante quanto o exigível a longo prazo são compostos de dívidas, obrigações, riscos 
(provisão para garantias, por exemplo) e contingências (estas são fatos geradores já ocorridos, 
como atuações fiscais, trabalhistas, ações judiciais e outros litígios em discussão); só há 
diferenciação em função do prazo e prevalecem os comentários quanto ao ativo circulante. 
• Os passivos sujeitos a indexação por índices de preços, moeda estrangeira e outras formas 
contratadas de pós-definição devem estar totalmente atualizados na data do balanço; os juros 
proporcionais também devem ser registrados.
• À medida que os empréstimos tomados a longo prazo passam a ser vencíveis no exercício 
social subsequente, são transferidos para o passivo circulante.
• As obrigações da empresa vencíveis após o final do exercício social seguinte à data de 
encerramento do Balanço Patrimonial são classificadas no Passivo Exigível de Longo Prazo.
3. Passivo Exigível
Um passivo decorre de uma empresa ter
recebido de um provedor (fornecedor), bens,
mercadorias, serviços ou recursos
financeiros, comprometendo-se, em troca, a
pagar o respectivo valor. Os passivos
representam, portanto, os direitos dos
credores sobre o ativo da empresa em
decorrência dos suprimentos que tenham
efetuado.
3.1. Fornecedores
A conta de fornecedores representa as compras a prazo efetuadas pela
empresa. Tais compras compreendem as mercadorias, as matérias-
primas, os componentes utilizados na produção e outros materiais de
consumo. Os fornecedores podem ser nacionais ou estrangeiros (que
devem ser destacados, se relevantes). Pode ainda ocorrer de empresas
coligadas ou controladas também aparecerem como fornecedoras.
3.2. Salários e 
Encargos Sociais
Normalmente, os salários relativos a cada mês são pagos no início do mês seguinte,
devendo ser contabilizados como despesa do período e como obrigação (dívida) junto
a seus funcionários, devido ao regime de competência contábil.
Como decorrência de legislação brasileira, há uma série de encargos sociais como
FGTS e INSS decorrentes da folha de pagamento, que deverão ser recolhidos no
mês seguinte ao de sua competência.
A cada mês de trabalho, o empregado adquire direito a uma fração de férias e de 13º
salário, constituindo, dessa forma, obrigação a ser contabilizada pela empresa.
3.3. Impostos e 
Taxas
ICMS a recolher; IPI a recolher; ISS a recolher; PIS a recolher: o PIS (Programa de
Integração Social) é um tributo federal destinado à formação de um fundo para os
trabalhadores; IRRF a recolher; Cofins: a Cofins (Contribuição para o Financiamento
da Seguridade Social) é um tributo federal instituído para financiar a seguridade
social.
Cabe destacar que os “impostos e taxas a recolher” compreendem três grupos
principais, ou seja, (i) aqueles que têm como base de cálculo o faturamento da
empresa, (ii) aqueles que decorrem de retenções na fonte, e (iii) aqueles que
decorrem do lucro.
4. Passivo Não 
Circulante
As obrigações de longo prazo são
caracterizadas por terem seus vencimentos
após o término do exercício seguinte, isto é,
num prazo superior a um ano. Anteriormente
às mudanças contábeis introduzidas pela Lei
nº 11.638/07 e pela Lei no 11.941/09, o
passivo não circulante era denominado de
exigível a longo prazo.
5. Patrimônio 
Líquido
O patrimônio líquido 
representa, no 
balanço patrimonial, a 
parte da empresa que 
pertence aos seus 
proprietários. 
Corresponde à 
diferença entre o 
ativo total e as 
dívidas.
Calçado Pé Quente Indústria e Comércio S.A.
Vamos utilizar um caso fictício para
apresentar as demonstrações contábeis
com alguns conceitos básicos que
facilitem a leitura das mesmas.
Os valores apresentados nas
demonstrações estão em milhares de
reais (R$).
By: Chat GPT
Calçados Pé 
Quente 
Faremos referência à empresa 
como Calçado Pé Quente 
(ideia de coisa que dá sorte).
By: Chat GPT
Aviso: este slide 
contém ironia
Balanço Patrimonial (BP)
Note que o balanço patrimonial da Calçado
Pé Quente é publicado de forma
comparativa, ou seja, os dois últimos anos
(evolução dos números da empresa).
Note também que foram publicados os
números relativos ao consolidado, que
compreende os dados da controladora e das
demais empresas de seu grupo, que
atendam às condições legais para
consolidação.
Continua...
Continua...
Continua...
Continua...
Balanço Patrimonial - 2014
Em que medida os dados do Balanço 
patrimonial são informativos para a análise 
financeira?
Você sabe a diferença entre dado, 
informação, conhecimento e inteligência?
O Pensador (francês: Le 
Penseur) é uma das mais 
famosas esculturas de 
bronze do escultor 
francês Auguste Rodin. 
Retrata um homem 
em meditação soberba, 
lutando com uma 
poderosa força interna.
https://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_francesa
https://pt.wikipedia.org/wiki/Auguste_Rodin
https://pt.wikipedia.org/wiki/Medita%C3%A7%C3%A3o
matéria-prima da Inteligência
Dado
Informação
Conhecimento
Inteligência
TRATAMENTO 
E
ANÁLISE 1
SIGNIFICADO 
E
ANÁLISE 2 DECISÃO
Os profissionais
Dado Informação
Conhecimento
Inteligência
Analistas, 
Engenheiros,
Programadores,
Cientistas,
Estatísticos,
Matemáticos,
Etc.
(de dados)
Gerência,
Consultoria,
Especialistas,
Diretoria,
Etc.
Gestores,
Diretores,
Conselho Administrativo,
Presidência,
Sócios, etc.
Análise Financeira
Só teremos condições de conhecer a situação econômico-financeira de
uma empresa por meio dos três pontos fundamentais de análise:
• Liquidez (Situação Financeira);
• Rentabilidade (Situação Econômica); e
• Endividamento (Estrutura de Capital).
Analogia
Ainda me lembro das explicações de minha professora de ciências, há dezenas de 
anos, no ensino fundamental, quando explicava o funcionamento da “máquina 
humana”, ressaltando os três aparelhos do corpo humano: o respiratório (pulmão 
recebendo oxigênio); o digestivo (o estômago recebendo alimentos); e o 
circulatório (o sangue, bombeado pelo coração, levando oxigênio e alimento a 
todas as células do corpo).
Assim são os três pilares principais nas decisões empresariais (tripé decisorial): a 
situação financeira (que corresponde à capacidade de pagamento da empresa, o 
fôlego, os pulmões); a estrutura de capital, o dinheiro dos proprietários ou de 
outros financiadores (que equivale à entrada de recursos na empresa, ou seja, ao 
aparelho digestivo); e a posição econômica (relativa ao lucro, à rentabilidade, à 
vida da empresa, ou seja, ao sangue, pois nele está a vida) (MARION, 2019, p 1).
Análise de indicadores
• Análise Horizontal e Vertical do BP
• Indicadores de Liquidez
• Indicadores de Endividamento
Alguns fatores devem ser observados:
• não considerar qualquer indicador isoladamente (associar os índices 
entre si);
• apreciar o indicador em uma série de anos, pelo menos três;
• comparar os índices encontrados com índices-padrão, ou seja, índices 
das empresas concorrentes (mesmo ramo de atividade).
Análise Vertical
• Quando fazemos a divisão de
uma grandeza por outra,
nossos olhos leem no sentido
vertical, daí chamarmos de
Análise Vertical, considerando
dados de um mesmo período
(ou de um mesmo ano).
Estrutura de uma tabela de frequência
Tabela 1: Título: o quê (natureza do fato estudado)? Como (variáveis)? 
Onde? Quando?
Variável n %
Categoria 1 30 50
Categoria 2 10 17
Categoria 3 20 33
Total 60 100
Coluna indicadora
Cabeçalho
Frequência relativa
Frequência/distribuição
absoluta
CorpoFonte: XXXXX
Exemplo hipotético (nome da empresa variável categórica ordinal)
Tabela 1: Faturamento da indústria têxtil no Brasil (em milhões de R$) - Ano 2022
Variável n %
Empresa 1 2,1 12,4
Empresa 2 0,5 2,9
Empresa 3 3,8 22,4
Empresa 4 2,2 12,9
Empresa 5 1,8 10,6
Empresa 6 1,1 6,5
Empresa 7 2,3 13,5
Outras 3,2 18,8
Total 17 100
Fonte: Elaboração própria
Preencha as linhas pontilhadas a seguir, fazendo uma
análise vertical, considerando o total do ativo igual a 100%.
Análise Horizontal
• Quando comparamos os
indicadores de vários
períodos (vários semestres,
anos...), analisamos a
tendência dos índices.
Nesse caso, chamamos de
Análise Horizontal, pois
nossos olhos leem no
sentido horizontal.
Atividade 1: com base nos conhecimentos adquiridos
nesta aula, faça uma análise vertical e horizontal do
seguinte demonstração contábil (BP).
agoncalves@anchieta.br
Muito obrigado.
	Slide 1: Finanças Corporativas
	Slide 2: Análise Financeira e Demonstrações Contábeis
	Slide 3: Fundamentação Legal das Demonstrações Contábeis
	Slide 4: Demonstrações Contábeis
	Slide 5: Atenção
	Slide 6: Finanças e Governança
	Slide 7: Questões gerais sobre o negócio...
	Slide 8: 3 DIMENSÕES DAS FUNÇÕES FINANCEIRAS
	Slide 9: Administração da Tesouraria (essa função está ligada ao dia a dia do financeiro)
	Slide 10: Administração das Operações (compreende os demais itens - contas do circulante)
	Slide 11: Dimensão Estratégica (decisões estratégicas de investimento, financiamento e dividendos)
	Slide 12
	Slide 13: Sociedades Anônimas de Capita Aberto
	Slide 14: Relatório da administração
	Slide 15: Objetivos do nosso estudo sobre o BP
	Slide 16: Por que conhecer o BP?
	Slide 17: Regimes de Competência e de Caixa
	Slide 18: A composição do BP
	Slide 19: Ativos
	Slide 20: Circulante e Não Circulante
	Slide 21: Ativo Circulante
	Slide 22: 1. Disponibilidades
	Slide 23: 1.1. Caixa e Bancos
	Slide 24: 1.2. Aplicações de Liquidez Imediata
	Slide 25: Disponibilidades e Aplicações Financeiras
	Slide 26: Fair Value
	Slide 27: 2. Direitos realizáveis
	Slide 28: 2.1. Contas a receber de clientes
	Slide 29: 2.2. Perdas estimadas em créditos de liquidação duvidosa (PECLD) 
	Slide 30: 2.3. Estoques
	Slide 31: Estoques não vinculados diretamente com o produto comercializado pela empresa
	Slide 32: 2.4. Adiantamento a fornecedores
	Slide 33: 2.5. Aplicações de liquidez não imediata
	Slide 34: 2.6. Outros valores a receber
	Slide 35: 2.7. Despesas do exercício seguinte
	Slide 36: Ativo Não Circulante
	Slide 37: 2. Ativo Não Circulante
	Slide 38: 2.1. Realizável a LP 
	Slide 39: 2.1. Realizável a LP 
	Slide 40: 2.2. Investimentos
	Slide 41: a1) Investimentos em coligadas e controladas
	Slide 42: O CPC 18 em seu item 7
	Slide 43: a2) Outras participações
	Slide 44
	Slide 45: 2.3. Imobilizado
	Slide 46: Imobilizado
	Slide 47: Perdas de Valor dos Ativos Tangíveis
	Slide 48: Lei no 6.404/76, em seu art. 183,
	Slide 49: Legislação atual para fins de BP
	Slide 50
	Slide 51: Impairment Test (teste de recuperabilidade)
	Slide 52: 2.4. Intangível
	Slide 53: 2.4. Intangível
	Slide 54: Ativos Intangíveis
	Slide 55: Passivo Exigível (curto e longo prazos)
	Slide 56: 3. Passivo Exigível
	Slide 57: 3.1. Fornecedores
	Slide 58: 3.2. Salários e Encargos Sociais
	Slide 59: 3.3. Impostos e Taxas
	Slide 60: 4. Passivo Não Circulante
	Slide 61: 5. Patrimônio Líquido
	Slide 62: Calçado Pé Quente Indústria e Comércio S.A.
	Slide 63: Calçados Pé Quente 
	Slide 64: Balanço Patrimonial (BP)
	Slide 65
	Slide 66
	Slide 67
	Slide 68
	Slide 69
	Slide 70
	Slide 71: Balanço Patrimonial - 2014
	Slide 72
	Slide 73: matéria-prima da Inteligência
	Slide 74: Os profissionais
	Slide 75: Análise Financeira
	Slide 76: Analogia
	Slide 77
	Slide 78: Análise de indicadores
	Slide 79: Análise Vertical
	Slide 80: Estrutura de uma tabela de frequência
	Slide 81: Exemplo hipotético (nome da empresa variável categórica ordinal)
	Slide 82: Preencha as linhas pontilhadas a seguir, fazendo uma análise vertical, considerando o total do ativo igual a 100%.
	Slide 83: Análise Horizontal
	Slide 84
	Slide 85
	Slide 86

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