Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Prévia do material em texto

FILOSOFIA JURÍDICA
Conceito
Objeto 
Fundamentos
Elementos
Método
Escola
Pensamneto crítico e filosófico 
1
FILOSOFIA JURÍDICA/CONCEITO
A filosofia jurídica é um campo da filosofia que se dedica ao estudo das questões filosóficas relacionadas ao direito. 
Ela envolve uma análise conceitual e crítica das teorias, princípios e fundamentos subjacentes ao sistema jurídico. A filosofia jurídica aborda uma ampla gama de tópicos, incluindo a natureza do direito, sua origem, suas características essenciais e sua relação com a moralidade, a justiça e a política.
Em suma, a filosofia jurídica desempenha um papel fundamental na compreensão do direito, explorando suas questões conceituais, éticas e morais. Ao fornecer uma base teórica e crítica para o estudo do direito, contribui para o aprimoramento do sistema jurídico e para uma análise mais sofisticada das questões jurídicas e sociais.
2
FILOSOFIA JURÍDICA/CONCEITO
Nas lições de Paulo Nader: “A Filosofia Jurídica consiste na pesquisa conceptual do Direito e implicações lógicas, por seus princípios e razões mais elevadas, e na reflexão crítico-valorativa das instituições jurídicas”(2010, p.14).
 Nader aput para Goffredo Telles Júnior: “A ciência da disciplina da convivência humana pelas primeiras causas”( 2010, p.14).
Nader aput para Rufolf Stammler: “A Filosofia do Direito se consubstancia nas doutrinas jurídicas que tenham alcance absoluto, identificado com os conceitos do Direito e da justiça(2010, P.14).
3
FILOSOFIA JURIDICA/OBJETIVOS
Um dos principais objetivos da filosofia jurídica é entender a natureza e o propósito do direito. Isso envolve a investigação de questões como: O que é o direito? Qual é a sua essência? Como ele se diferencia de outras formas de normatividade? 
Além disso, a filosofia jurídica busca explorar a origem e a justificação do direito, examinando teorias como o positivismo jurídico, o naturalismo jurídico e o jusnaturalismo
4
FILOSOFIA JURÍDICA/ OBJETIVOS
Outro aspecto importante da filosofia jurídica é a análise das teorias da interpretação e aplicação do direito. Isso inclui a discussão sobre os métodos de interpretação legal, como o textualíssimo, o originalismo e o consequencialismo, bem como a reflexão sobre a discricionariedade judicial e a coerência do sistema jurídico como um todo.
A filosofia jurídica também se preocupa com questões éticas e morais no direito. Ela investiga a relação entre o direito e a moralidade, examinando se as leis devem se basear em princípios éticos e se há uma obrigação moral de obedecer às leis. 
Além disso, a filosofia jurídica analisa as teorias da justiça, buscando estabelecer os critérios pelos quais a distribuição de direitos e deveres é considerada justa e equitativa
5
FILOSOFIA JURÍDICA/ ELEMENTOS
OBJETO: Estudo sobre a justiça racional como medida de valorização para o direito positivo. A analise de dois grandes planos de reflexão:: um de natureza epistemológica, onde se pesquisa o conceito do direito e assuntos afins, e outro de carácter axiológico, no qual se submetem as instituições jurídicas a um exame critico-valorativo.
A primeira grande tarefa foi atribuída a filosofia jurídica é de esclarecer, em seus aspectos universais e necessários, a noção do Direito, que é ato complexo, que impõe opções doutrinárias de longo alcance na problemática jurídica.
6
FILOSOFIA JURÍDICA/ ELEMENTOS
A outra tarefa da a Filosofia do Direito, de natureza axiológica, é de alcance mais prático e consiste na apreciação valorativas das leis, institutos ou do sistema jurídico.
De lege data: reflexão e crítica do direito vigente;
De lege ferenda: reflexão e crítica dos princípios éticos, fundamentalmente, pelo valor justiça, por intermédio dos quais avalia o ordenamento para justifica-lo, ou negar-lhe validade.
7
FILOSOFIA JURÍDICA/ELEMENTOS
2) TELEOLOGIA:O gozo de liberdade em suas reflexões não está subordinado a esquemas rígidos ou á logica do tipo físico-matemático, ele é guiado por uma ideia de fim a realizar-se. “O pensamento dialético visa a atingir conclusões, a delinear o caminho que satisfaça ao ser humano, a elaborar sentenças de conteúdo ético ou fórmulas do dever ser, destinadas ao agir”( 2010, p. 17).
8
FILOSOFIA JURÍDICA/ ELEMENTOS
3)A VISÃO DOS FILÓSOFOS E DOS JURISTAS-FILÓSOFOS: Não há duas disciplinas sob a denominação Filosofia do Direito, e sim, são visões diferenciadas, métodos distintos, entre filósofos e os juristas-filósofos na pesquisa da ciência do Direito.
Os filósofos partem da reflexão sobre a pessoa natural para projetar o Direito e avaliá-lo. 
Os juristas-filósofos tendem a considerar a pessoa natural a partir do estudo da ordem jurídica e do Estados.
OBS.: Enquanto, o filósofo contempla a disciplina com enfoque na Filosofia, o jurista-filósofo, como induz a própria nomenclatura, domina o duplo saber: o jurídico e o filosófico.
9
FILOSOFIA JURÍDICA/UTILIDADE
 A utilidade consiste no momento em que a filosofia analisa a natureza humana e infere a dignidade inerente às pessoas naturais.
Permite questionar as bases filosóficas e os fundamentos morais do direito
Contribui para a promoção de uma justiça mais equitativa
Evita arbitrariedades no sistema judicial
Estimula o debate sobre questões éticas e morais
Ajuda a compreender como as normas jurídicas são criadas e aplicadas
Ajuda a compreender o impacto das normas jurídicas na vida das pessoas
Ajuda a compreender o papel do direito na sociedade
Ajuda a identificar possíveis falhas ou injustiças no sistema legal vigente
Contribui para uma atuação mais ética e consciente dos profissionais do Direito
10
MÉTODO DA FILOSOFIA JURÍDICA/DEDUTIVO
O MÉTODO DEDUTIVO é uma forma de raciocínio lógico que permite chegar a conclusões específicas a partir de ideias gerais. É também conhecido como raciocínio dedutivo ou método hipotético-dedutivo. 
CARACTERÍSTICAS
Utiliza o silogismo, que parte de uma premissa maior para chegar a uma conclusão particular;
É útil para pesquisas e trabalhos acadêmicos;
É utilizado em diversas áreas do conhecimento, como Física, Matemática, Filosofia, Educação e Direito 
11
MÉTODO DA FILOSOFIA JURÍDICA
MÉTODO DEDUTIVO é uma abordagem lógica e sistemática para chegar a conclusões a partir de premissas conhecidas. 
DEFINIÇÃO DO PROBLEMA: Identificar o problema ou questão que se deseja resolver.
.FORMULAÇÃO DE HIPÓTESES: Estabelecer hipóteses ou premissas que sejam relevantes para o problema.
ANÁLISE LÓGICA: Realizar uma análise lógica das hipóteses e identificar as relações entre elas.
DEDUÇÃO: Utilizar regras de inferência lógica para deduzir conclusões a partir das hipóteses.
VERIFICAÇÃO: Verificar a validade das conclusões obtidas.
12
MÉTODO DA FILOSOFIA JURÍDICA
13
Exemplo de Aplicação do Método Dedutivo: Suponha que se deseje analisar a relação entre a reforma tributária e o meio ambiente.
Definição do problema: Qual é o impacto da reforma tributária no meio ambiente?
Formulação de hipóteses:- A reforma tributária pode influenciar o comportamento das empresas em relação ao meio ambiente.- A tributação de carbono pode reduzir as emissões de gases de efeito estufa.
Análise lógica: A reforma tributária pode influenciar o comportamento das empresas, e a tributação de carbono pode ser uma ferramenta eficaz para reduzir as emissões de gases de efeito estufa.
MÉTODO DA FILOSOFIA JURÍDICA
14
4. Dedução: Portanto, é provável que a reforma tributária que inclua a tributação de carbono possa ter um impacto positivo no meio ambiente.
5. Verificação: É necessário verificar a validade dessa conclusão por meio de estudos empíricos e análises adicionais.
O método dedutivo é uma ferramenta poderosa para chegar a conclusõeslógicas e sistemáticas. No entanto, é importante lembrar que as conclusões obtidas dependem da validade das hipóteses e da análise lógica realizada.
MÉTODO DA FILOSOFIA JURÍDICA
Os método dedutivo corresponde à atividade mental que parte de um suposto racional- regra ou princípio geral- e, seguindo o critério de coerência, extrai consequências, princípios específicos.
Exemplo: “Se afirmamos que a liberdade é um bem do homem, por inferência,extensão lógica, devemos reconhecer que a ele deve ser garantido o poder de ir e vir, de manifestar o seu pensamento”.
Entre o suposto racional e a consequência, mais do que uma relação, deve haver um nexo de subordinação e dependência, em razão do qual os princípios deduzidos apresentam o mesmo grau de virtudes e de defeitos que a máxima geral.
15
MÉTODO DA FILOSOFIA JURÍDICA
 O SILOGISMO é uma das formas de manifestação do método dedutivo e a mais típica. O racionalismo se articula a premissa maior, formada por um juízo tomado como verdade. A premissa menor é uma assertiva e a conclusão consiste na extensão ao lado formulado na premissa menor, do predicado constante no juízo inicial.
A CRÍTICA consiste na premissa maior possuir natureza dogmática e se constrói ideologicamente, sem raiz cientifica.
O método dedutivo depende da validade das premissas iniciais e das regras utilizadas.
 se as premissas forem incorretas ou estiverem mal aplicadas, as conclusões obtidas podem se tornar inválidas.
16
MÉTODO DA FILOSOFIA JURÍDICA/INDUTIVO
MÉTODO INDUTIVO: é um método de raciocínio que parte da observação de fatos específicos para chegar a conclusões gerais. É uma forma de investigação muito utilizada na ciência. 
COMO FUNCIONA 
Começa-se com uma questão específica.
Observa-se um determinado número de casos particulares.
Chega-se a uma conclusão mais generalizada.
17
MÉTODO DA FILOSOFIA JURÍDICA
O MÉTODO DEDUTIVO é uma abordagem lógica e sistemática para chegar a conclusões a partir de premissas conhecidas. Aqui está uma estrutura básica do método dedutivo.
OBSERVAÇÃO: Coletar dados e observações sobre um fenômeno ou problema específico. 
ANÁLISE DOS DADOS: Analisar os dados coletados para identificar padrões, tendências e relações.
FORMULAÇÃO DE HIPÓTESES: Estabelecer hipóteses ou teorias que expliquem os padrões e relações observados.
TESTE DAS HIPÓTESES: Testar as hipóteses por meio de novas observações, experimentos ou análises.
GENERALIZAÇÃO: Se as hipóteses forem confirmadas, generalizar as conclusões para outros contextos ou situações.
18
MÉTODO DA FILOSOFIA JURÍDICA
19
Exemplo de Aplicação do Método Indutivo: Suponha que se deseje analisar a relação entre a reforma tributária e o meio ambiente.
1. Observação: Coletar dados sobre as políticas tributárias de diferentes países e seus impactos ambientais.
2. Análise dos dados: Analisar os dados para identificar padrões e relações entre as políticas tributárias e os impactos ambientais.
3. Formulação de hipóteses: Estabelecer hipóteses sobre como as políticas tributárias podem influenciar o meio ambiente.
MÉTODO DA FILOSOFIA JURÍDICA
20
4. Teste das hipóteses: Testar as hipóteses por meio de estudos de caso ou análises adicionais.
5. Generalização: Se as hipóteses forem confirmadas, generalizar as conclusões para outros contextos ou situações, como a implementação de políticas tributárias ambientais em diferentes países.
O método indutivo é uma ferramenta importante para desenvolver teorias e hipóteses a partir de observações e dados. No entanto, é importante lembrar que as conclusões obtidas dependem da qualidade dos dados e da análise realizada.
ESCOLAS FILOSÓFICAS 
21
EXISTEM VÁRIAS ESCOLAS FILOSÓFICAS DO DIREITO QUE SE DESENVOLVERAM AO LONGO DA HISTÓRIA. AQUI ESTÃO ALGUMAS DAS PRINCIPAIS ESCOLAS FILOSÓFICAS DO DIREITO.
ESCOLA DO DIREITO NATURAL: defende que o direito é baseado em princípios naturais e universais, que são independentes das leis humanas. (Ex.: Tomás de Aquino, Hugo Grotius).
ESCOLA DO DIREITO POSITIVO: defende que o direito é baseado em leis positivas, criadas pelo Estado e pelas instituições humanas. (Ex.: John Austin, Hans Kelsen).
ESCOLA DO DIREITO HISTÓRICO: defende que o direito é baseado na história e na tradição, e que as leis devem ser interpretadas à luz da história e da cultura. (Ex.: Friedrich Carl von Savigny, Henry Maine).
ESCOLAS FILOSÓFICAS 
22
4. ESCOLA DO DIREITO SOCIOLÓGICO: defende que o direito é baseado nas relações sociais e nas estruturas sociais, e que as leis devem ser interpretadas à luz da sociologia e da antropologia. (Ex.: Émile Durkheim, Max Weber).
5. ESCOLA DO DIREITO CRÍTICO: defende que o direito é baseado em relações de poder e que as leis devem ser interpretadas à luz da teoria crítica e da filosofia política. (Ex.: Michel Foucault, Antônio Gramsci)
6. ESCOLA DO DIREITO ANALÍTICO: defende que o direito é baseado em conceitos e categorias lógicas, e que as leis devem ser interpretadas à luz da lógica e da filosofia analítica. (Ex.: H.L.A. Hart, Ronald Dworkin)
7. ESCOLA DO DIREITO PRAGMÁTICO: defende que o direito é baseado em soluções práticas e eficazes, e que as leis devem ser interpretadas à luz da experiência e da prática. (Ex.: William James, Richard Rorty)
JUSNATURALISMO
23
JUSNATURALISMO é uma corrente filosófica que defende a existência de um direito natural, que é independente da vontade humana. O jusnaturalismo também é conhecido como Direito Natural. 
origens Antigas do Jusnaturalismo. 
FILOSOFIA GREGA: A filosofia grega, especialmente a de Aristóteles, influenciou o desenvolvimento do jusnaturalismo. Aristóteles sustentou que a justiça é uma virtude que busca o bem comum e que é baseada na razão.
 DIREITO ROMANO: O direito romano também influenciou o desenvolvimento do jusnaturalismo. Os juristas romanos, como Cícero e Ulpiano, sustentaram que a lei é baseada na razão e na natureza.
JUSNATURALISMO
24
ORIGENS MODERNAS DO JUSNATURALISMO
1. HUGO GROTIUS: Hugo Grotius (1583-1645) é considerado o pai do direito internacional moderno e um dos principais representantes do jusnaturalismo moderno. Ele sustentou que a lei natural é universal e imutável.
2. JOHN LOCKE: John Locke (1632-1704) também influenciou o desenvolvimento do jusnaturalismo moderno. Ele sustentou que a lei natural é baseada na razão e na experiência.
JUSNATURALISMO
25
AUTORES CONTEMPORÂNEOS
LON FULLER (1902-1978): foi um jurista americano que desenvolveu a ideia de uma lei natural baseada na razão e na moralidade.
JOHN FINNIS (1940-): é um jurista e filósofo britânico que defende a ideia de uma lei natural baseada na razão e na moralidade.
ROBERT GEORGE (1955-): é um jurista e filósofo americano que defende a ideia de uma lei natural baseada na razão e na moralidade.
JUSNATURALISMO
26
lei natural passou a ser questionada na modernidade, com a emergência das noções de Estado, poder e soberania. A unidade que havia no mundo medieval se perdeu com a ruptura dos princípios verticais e unívocos (um rei, uma religião, uma verdade). 
Nesse contexto político-filosófico nasceu o direito natural moderno, que trouxe um novo método e um novo paradigma, tendo como pano de fundo os cinco pilares fundadores da modernidade
As Grandes Navegações, que tiveram início no final do século 15;
A expansão da Europa, que se seguiu às grandes descobertas;
O incremento do comércio advindo do novo modelo econômico, precursor do capitalismo;
JUSNATURALISMO
27
Direito de propriedade individual;
Direito natural moderno: lei natural x lei humana.
Na busca de um novo estatuto, o jusnaturalismo deixou de refletir a vontade divina para legalizar as ações humanas, ainda que patrocinadas pela fé. A "era dos descobrimentos" engendrou o direito de posse como forma de legitimação da autoridade nos territórios conquistados pelos europeus.
28
O direito natural é a base do poder coercitivo do Estado;
O direito natural é independente da vontade humana;
O direito natural existe antes mesmo do homem;
O direito natural é fundamentado na lei natural,e não na lei humana;
O direito natural busca sempre um ideal de justiça;
O direito natural deve ser aplicado a todos.
PRINCÍPIOS DO JUSTANURALISMO
CRÍTICAS AO JUSNATURALISMO
29
1. Dificuldade em definir a lei natural: Uma das principais críticas ao jusnaturalismo é a dificuldade em definir a lei natural. Qual é a fonte da lei natural? Como podemos saber o que é justo e o que é injusto?
2. Relativismo cultural: Outra crítica ao jusnaturalismo é que a lei natural pode ser influenciada pelo relativismo cultural. O que é considerado justo em uma cultura pode não ser considerado justo em outra.
3. Dificuldade em aplicar a lei natural: Uma terceira crítica ao jusnaturalismo é a dificuldade em aplicar a lei natural em situações concretas. Como podemos saber se uma lei humana é justa ou não?
CRÍTICAS AO JUSNATURALISMO
30
4. Conflito com a soberania do Estado: O jusnaturalismo também pode entrar em conflito com a soberania do Estado. Se a lei natural é superior às leis humanas, então o Estado não tem o direito de criar leis que vão contra a lei natural.
5. Falta de base empírica: Alguns críticos argumentam que o jusnaturalismo não tem base empírica, ou seja, não há evidências científicas que comprovem a existência de uma lei natural.
6. Incompatibilidade com a teoria da evolução: Outros críticos argumentam que o jusnaturalismo é incompatível com a teoria da evolução, que sugere que as espécies evoluem ao longo do tempo por meio de processos naturais.
Autores que Criticaram o Jusnaturalismo
31
Thomas Hobbes: Hobbes argumentou que a lei natural não é uma fonte de direito, mas sim uma expressão da vontade humana.
David Hume: Hume argumentou que a lei natural não é uma fonte de direito, mas sim uma expressão da moralidade humana.
Jeremy Bentham: Bentham argumentou que o jusnaturalismo é uma teoria vaga e imprecisa, que não pode ser aplicada em situações concretas.
Friedrich Nietzsche: Nietzsche argumentou que o jusnaturalismo é uma expressão da moralidade cristã, que é baseada em uma visão de mundo falsa e supersticiosa.
APLICAÇÕES DO JUSNATURALISMO NOS DIAS ATUAIS
32
Direitos Humanos: O jusnaturalismo é frequentemente invocado para justificar a existência de direitos humanos universais e inalienáveis, que são independentes das leis humanas e das convenções sociais.
Ética e Moralidade: O jusnaturalismo é usado para fundamentar a ética e a moralidade, argumentando que certos princípios morais são universais e independentes das culturas e das sociedades.
Direito Internacional: O jusnaturalismo é aplicado no direito internacional para justificar a existência de normas e princípios que são universais e independentes das leis nacionais.
APLICAÇÕES DO JUSNATURALISMO NOS DIAS ATUAIS
33
4. Bioética: O jusnaturalismo é usado na bioética para fundamentar a proteção da vida humana e da dignidade, argumentando que certos princípios morais são universais e independentes das culturas e das sociedades.
5. Filosofia do Direito: O jusnaturalismo é uma das principais teorias da filosofia do direito, e é usado para fundamentar a existência de um direito natural que é independente das leis humanas.

Mais conteúdos dessa disciplina