Prévia do material em texto
Válvulas Industriais mailto:vendas@jefferson.ind.br http://www.jefferson.ind.br/ Eduardo Typewritten Text Eduardo Typewritten Text Eduardo Typewritten Text TPA - Tecnologia de Processos Agroindustriais Eduardo Typewritten Text Eduardo Morsoleto Bachini Eduardo Typewritten Text VÁLVULAS DEFINIÇÃO: DISPOSITIVOS DESTINADOS A ESTABELECER, CONTROLAR E INTERROMPER O FLUXO EM UMA TUBULAÇÃO. CLASSIFICAÇÃO DAS VÁLVULAS 1 – Válvulas de Bloqueio Destinam-se apenas a estabelecer ou interromper o fluxo, ou seja só devem trabalhar completamente abertas ou completamente fechadas. Válvulas de gaveta Válvulas de macho Válvulas de esfera Válvulas de comporta 2 – Válvulas de Regulagem São destinadas especificamente para controlar o fluxo, podendo trabalhar em qualquer posição de fechamento parcial. Válvulas de globo Válvulas de agulha Válvulas de controle Válvulas de borboleta Podem trabalhar como Válvulas de diafragma válvulas de bloqueio 3 – Válvulas que Permitem o Fluxo em um só Sentido Válvulas de retenção Válvulas de retenção e fechamento Válvulas de pé 4 – Válvulas que Controlam a Pressão de Montante Válvulas de segurança e de alívio Válvulas de contrapressão Válvulas de excesso de vazão 5 – Válvulas que Controlam a Pressão de Jusante Válvulas redutoras e reguladoras de pressão VáLvulas de quebra-vácuo POR MOTIVO DE ECONOMIA, COSTUMAM SER DE DIÂMETRO NOMINAL MENOR QUE O DA TUBULAÇÃO COSTUMAM SER SEMPRE DO MESMO DIÂMETRO NOMINAL DA TUBULAÇÃO REPRESENTAM, APROXIMADAMENTE, 1/3 DO VALOR DA TUBULAÇÃO CONSTRUÇÃO DAS VÁLVULAS CORPO E CASTELO Castelo rosqueado diretamente ao corpo Castelo preso ao corpo por uma porca de união Castelo parafusado Mecanismo móvel - Haste ascendente não ascendente MECANISMO INTERNO E GAXETAS - Peças de fechamento) Sedes (orifício das válvulas) EXTREMIDADES Flangeadas Para solda ( de encaixe e de topo) Rosqueadas Bolsas Sem flange (tipo “wafer”) MEIOS DE OPERAÇÃO DAS VALVULAS OPERAÇÃO MANUAL Por meio de volante Por meio de alavanca Por meio de engrenagens, parafusos sem-fim etc. Pneumática OPERAÇÃO MOTORIZADA Hidráulica (Força motriz externa) Elétrica OPERAÇÃO AUTOMÁTICA Pelo próprio fuido (Dispensa ação externa) Por meio de molas e contrapessos VÁLVULAS DE GAVETA UTILIZADA EM QUALQUER DIÂMETRO, EM TUBULAÇÕES DE ÁGUA, ÓLEO E LÍQUIDOS EM GERAL, DESDE QUE NÃO SEJAM MUITO CORROSIVOS NEM DEIXEM MUITOS SEDIMENTOS. VALORES MÉDIOS DOS COMPRIMENTOS EQUIVALENTE DE TUBOS PARA PERDA DE CARGA: Válvula totalmente aberta 12 diâmetros do tubo Válvula ¾ aberta 35 diâmetros do tubo Válvula ½ aberta 170 diâmetros do tubo Válvula ¼ aberta 900 diâmetros do tubo O FECHAMENTO LENTO EVITA GOLPES DE ARIETE, CONSEQUENTES DA PARALIZAÇÃO REPENTINA DO FLUXO SEGURANÇA CONTRA INCENDIO DIFICILMENTE DÃO FECHAMENTO ESTANQUE E COMO TEM O FECHAMENTO DE METAL CONTRA METAL, SÃO CONSIDERADAS DE VARIANTES DA VÁLVULA DE GAVETA 1 – Válvulas de comporta ou de guilhotina NÃO DÃO FECHAMENTO ESTANQUE SÃO USADAS EM: EM GRANDES DIÂMETROS Ar, Gases e Água em baixa pressão Para produtos espessos EM QUALQUER DIÂMETRO ou de alta viscosidade e para fluidos abrasivos AS VÁLVULAS DE GAVETA DE TAMANHO GRANDE PARA ALTA PRESSÃO COSTUMAM TER, INTEGRAL NA VÁLVULA, UMA PEQUENA TUBULAÇÃO CONTORNANDO A VÁLVULA (by-pass) 2 – Válvulas de fecho rápido USADAS APENAS EM PEQUENOS DIÂMETROS EM SERVIÇOS QUE EXIJA O FECHAMENTO RÁPIDO (enchimento de carros, vasilhames etc.) 3 – Válvulas de passagem plena VÁLVULAS DE MACHO Serviços de bloqueio de gases (em quaisquer diâmetros, temperaturas e pressões APLICAÇÕES: No bloqueio rápido de água, vapor e líquidos em geral (em pequenos diâmetros e baixa pressão) Em serviços com líquidos que deixem sedimentos ou que tenham sólidos em suspensão VÁLVULAS DE 3 OU 4 VIAS (O macho é furado em “T”, em “L” ou em cruz) UTILIZADAS SOMENTE EM PEQUENOS DIÂMETROS, ATÉ 4” VARIANTE DA VÁLVULA DE MACHO Válvula de Esfera MUITO EMPREGADA COMO SUBSTITUTA DA VÁLVULA DE GAVETA, DEVIDO AS SEGUINTES VANTAGENS: Menor tamanho e peso Melhor vedação Maior facilidade de operação Menor perda de carga PODEM TRABALHAR COM FLUIDOS QUE TENDEM A DEIXAR DEPOSITOS SÓLIDOS, POR ARRASTE, POLIMERIZAÇÃO, COAGULAÇÃO ETC.. A ESFERA PODE TER O FURO EM “V” QUE PERMITE O EMPREGO TANTO PARA BLOQUEIO COMO PARA REGULAGEM PODEM SER DE PASSAGEM PLENA OU DE PASSAGEM REDUZIDA VÁLVULAS DE GLOBO UTILIZAÇÃO Serviço de regulagem em linhas de água, óleo e líquidos em geral, bem como para vapor, ar e outros gases. Para bloqueio em linhas de vapor, para Ø de até 8” Para fechamento estanque em linhas de gases VARIANTES DAS VÁLVULAS DE GLOBO 1 – Válvulas angulares SÓ DEVEM SER USADAS EM UMA EXTREMIDADE LIVRE DA LINHA, PRINCIPALMENTE TRATANDO-SE DE LINHAS QUENTES. PARA VAPOR E OUTROS SERVIÇOS COM TEMPERATURA ELEVADA, SE HOUVER NECESSIDADE DE FECHAMENTO ESTANQUE, DEVE SER MONTADA COM O SENTIDO DE FLUXO INVERTIDO 2 – Válvulas em “ Y ” (Passagem reta) RECOMENDADAS PARA BLOQUEIO E REGULAGEM DE VAPOR E TAMBÉM PARA SERVIÇOS CORROSIVOS E EROSIVOS Válvulas de Agulha USADAS PARA REGULAGEM FINA DE LÍQUIDOS E GASES EM Ø DE ATÉ 2” VÁLVULAS DE RETENÇÃO SÃO DE OPERAÇÃO AUTOMÁTICA E PERMITEM A PASSAGEM DO FLUIDO EM SOMENTE UM SENTIDO. CASOS TÍPICOS DE EMPREGO Linhas de recalque de bombas, imediatamente após a bomba, quando houver mais de uma bomba em paralelo descarregando para o mesmo tronco. Linha de recalque de uma bomba para um reservatório elevado. Extremidade livre da linha de sucção de uma bomba não afogada TIPOS MAIS COMUNS 1 – Válvula de retenção de portinhola Tipo mais usual para diâmetros de 2” ou maiores. Existem modelos diferentes para instalação horizontal e vertical. São empregadas para serviços com líquidos Não devem ser usadas em tubulações sujeita a freqüentes inversões do sentido de fluxo. PORTINHOLA DUPLA BI-PARTIDA O modelo mais usual é do tipo “wafer” utilizados em diâmetros grandes. A portinhola é bi-partida e atuada por mola, não sendo assim necessário a ação da gravidade DEVEM SER INSTALADAS DE TAL MODO QUE A AÇÃO DA GRAVIDADE AJUDE O FECHAMENTO DA VÁLVULA PROVOCAM UMA ALTA PERDA DE CARGA, SÓ DEVEM SER USADAS QUANDO FOREM DE FATO IMPRESSINDÍVEIS VÁLVULA DE DIAFRAGMA A peça de fechamento é uma lingüeta flexível de um material não metálico (borracha, plástico etc.). São empregadas em pequenos diâmetros (até 6”), para serviços corrosivos, onde freqüentemente o corpo da válvula tem revestimento interno. 2 – Válvulas de retenção de pistão SÃO ADEQUADAS PARA TRABALHO COM GASES E VAPORES PODEM SER EMPREGADAS EM TUBULAÇÕES COM FLUXO PULSANTE OU SUJEITAS A VIBRAÇÕES HORIZONTAL VERTICAL NÃO DEVEM SER USADAS PARA FUIDOS QUE DEIXEM SEDIMENTOS OU DEPÓSITOS SÓLIDOS 3 – Válvula de retenção de esfera VARIANTES DA VÁLVULAS DE RETENÇÃO 1 – Válvula de Pé 2 – Válvula de retenção e fechamento EMPREGADAS NAS LINHAS DE SAÍDA DE CALDEIRAS UTILIZADAS PARA MANTER ESCORVA EM LINHAS DE SUCÇÃO DE BOMBAS. SÃO UTILIZADAS PARA FLUIDOS DE ALTA VISCOSIDADE, EM DIÂMETROS DE ATÉ 2”. VÁLVULAS DE SEGURANÇA E DE ALÍVIO CONTROLAM A PRESSÃO A MONTANTE ABRINDO-SE AUTOMATICAMENTE, QUANDO ESSA PRESSÃO ULTRAPASSARUM DETERMINADO VALOR PARA O QUAL A VÁLVULA FOI CALIBRADA (Pressão de abertura da válvula). VÁLVULAS COM MOLA SÃO CHAMADAS DE “SEGURANÇA” QUANDO TRABALHAM COM FUIDOS ELÁSTICOS, E DE “ALÍVIO” QUANDO TRABALHAM COM LÍQUIDOS. VÁLVULAS DE CONTRAPESO VÁLVULAS DE QUEBRA DE VÁCUO Semelhante às válvulas de segurança, com a diferença de que se abrem de fora para dentro. SÃO EMPREGADAS PARA PROTEÇÃO DE TUBULAÇÕES DE GRANDE DIÂMETRO E PEQUENA ESPESSURA DE PAREDE. Não permite fluxo de dentro para fora da tubulação VENT OSAS DESTINAM-SE A: Descarregar o ar quando a tubulação se enche de água Descarregar continuamente o ar durante o funcionamento das bombas Dar entrada de ar quando for descarregada a água VÁLVULAS DE CONTROLE É UM NOME GENÉRICO PARA DESIGNAR UMA GRANDE VARIEDADE DE VÁLVULAS UTILIZADAS PARA CONTROLAR AUTOMATICAMENTE VARIÁVEIS COMO PRESSÃO, TEMPERATURA, VAZÃO, NÍVEL ETC. FLUXOGRAMA DE PROCESSO COMO FUNCIONA Diafragma Fluxo Fluxo Se P x D²/4> F Fechamento da Válvula No caso das válvulas de controle é muito importante conhecer a curva de abertura para se ter precisão no controle do fluxo. As válvulas de controle são caracterizadas pelo valor do coeficiente de vazão da válvula “ Cv “. O COEFICIENTE DE VAZÃO APLICADAS EM FÓRMULAS APROPRIADAS PERMITE A DETERMINAÇÃO DO DIÂMETRO NOMINAL DA VÁLVULA, QUE NA MAIORIA DOS CASOS É MENOR QUE O DIÂMETRO DA TUBULAÇÃO Os perfis mais comuns são os de igual percentagem (Curva 2) e os de abertura rápida (Curva3) EXEMPLOS DE INSTALAÇÃO OUTROS TIPOS DE VÁLVULAS DE CONTROLE VOLANTE MANUAL ATUADOR PNEUMÁTICO ATUADOR ELÉTRICO ATUADOR DUPLO BORBOLETA 1 – Registrador controlador 2 – Filtro 4 – Válvula de Bloqueio 5 – Manômetro 9 – Placa de orifício 10 –Transmissor 13 – Válvula de controle ARRANJOS TÍPICOS DE INSTALAÇÃO DE VÁLVULAS DE CONTROLE TABELA DE VALORES – ANEXO 1 DA AULA 3 VÁLVULAS TERMOSTÁTICAS SE DESTINAM A MANTER, AUTOMATICAMENTE, TEMPERATURAS UNIFORMES EM TANQUES E APARELHOS AQUECIDOS A VAPOR EXEMPLOS DE INSTALAÇÃO VÁLVULAS DE BORBOLETA SÃO VÁLVULAS DE REGULAGEM MAS TAMBÉM PODEM TRABALHAR COMO VÁLVULAS DE BLOQUEIO SÃO VÁLVULAS LEVES, BARATAS E PODEM SER FACILMENTE ADAPTADAS A DIVERSOS TIPOS DE ATUADORES SÃO APROPRIADAS PARA A APLICAÇÃO DE REVESTIMENTOS INTERNOS ANTICORROSIVOS VÁLVULAS DE DIAFRAGMA FORAM DESENVOLVIDAS ESPECIALMENTE PARA BLOQUEIO E REGULAGEM DE FLUIDOS CORROSIVOS, TÓXICOS, BEM COMO PARA FUIDOS MUITO VOLÁTEIS OU QUE EXIJAM TOTAL SEGURANÇA CONTRA VAZAMENTOS Na maioria das válvulas a sede é em forma de barragem, conforme a figura ao lado. Existem válvulas sem a barragem, denominadas de passagem reta. VÁLVULAS DE CONTROLE COM DIAFRAGMA NORMALMENTE ABERTA NORMALMENTE FECHADA A TEMPERATURA DE TRABALHO DEPENDE DIAFRAGMA DO MATERIAL DO VÁLVULAS REDUTORAS DE PRESSÃO REGULAM, SEM INTERVENÇÃO DE QUALQUER AÇÃO EXTERNA, A PRESSÃO DE JUSANTE DA VÁLVULA (São válvulas automáticas) SELEÇÃO DE VÁLVULAS É FEITA EM Seleção do tipo geral da válvula DUAS ETAPAS Especificação das diversas características e detalhes da válvula selecionada FATORES DE INFLUÊNCIA NA SELEÇÃO DO TIPO DA VÁLVULA (Dados sobre o projeto) Finalidade da válvula (bloqueio, regulagem, retenção etc.) Natureza e estado físico do fluido Condições de corrosão, erosão, depósito de sedimentos, presença de sólidos etc. Pressão e temperatura (valores de regime e valores extremos) Diâmetro nominal da tubulação Necessidade ou de: - fechamento estanque - fechamento rápido - operação freqüente - comando remoto - comando automático - resistência a fogo Custo Espaço disponível e posição de instalação AS DIVERSAS CARACTERÍSTICAS E DETALHES DO TIPO DE VÁLVULA SELECIONADA SÃO REFERENTES À ESPECIFICAÇÃO DE MATERIAIS, AO TIPO DE EXTREMIDADE , TIPO DE MOVIMENTAÇÃO DA HASTE, SISTEMA DE ACIONAMENTO ETC. QUE ESTÃO MELHOR DETALHADOS NOS DADOS PARA ENCOMENDA OU REQUISIÇÃO DE VÁLVULAS. DADOS PARA ENCOMENDA OU REQUISIÇÃO DE VÁLVULAS 1. QUANTIDADE 2. TIPO GERAL DA VÁLVULA (Gaveta, Globo, Macho etc.) 3. DIÂMETRO NOMINAL (Em alguns casos é diferente do Ø do tubo) 4. CLASSE DE PRESSÃO NOMINAL 5. TIPO DE EXTREMIDADE E NORMA DIMENSIONAL RESPECTIVA 6. ESPECIFICAÇÃO COMPLETA DE TODOS OS MATERIAIS (Corpo e castelo, mecanismo interno, anéis de sede, anéis retentores, juntas, gaxetas, revestimento anticorrosivo, parafusos, porcas etc.) 7. TIPO DE LIGAÇÃO DO CORPO-CASTELO 8. SISTEMA DE MOVIMENTAÇÃO DA HASTE MAIS IMPORTANTE EXPERIÊNCIA PRÉVIA (Existe utilização de válvulas em serviços similares) 9. ACESSÓRIOS OPCIONAIS E/OU EXIGÊNCIAS ESPECIAIS (Tubo de contorno com válvula [by-pass], indicador de posição de abertura, volante com adaptação para corrente, alavanca com catraca de fixação, alavanca para comando de válvula de retenção, válvula com camisa de aquecimento, válvula a prova de fogo, exigência de fechamento estanque etc.) 10. NORMA DIMENSIONAL Dados adicionais para as válvulas de segurança pressão de abertura, norma de cálculo e tempo para abertura descarga livre ou valor da contra pressão de descarga vazão máxima, mínima e de regime letra indicativa da área do orifício de descarga necessidade ou não de fole de balanceamento Dados adicionais para as válvulas de controle tipo de curva característica de fechamento vazão máxima, mínima e de regime, coeficiente de vazão (Cv) perda de carga (máxima e mínima) posição desejada da mola (normalmente fechada ou aberta) características do ar de comando nível máximo de ruído admissível EM MUITOS CASOS OS CATÁLAGOS DOS FABRICANTES DE VÁLVULAS ESPECIFICAM VÁRIOS DADOS, ASSIM SENDO NO DOCUMENTO DE COMPRA BASTA CITAR O MODELO DO FABRICANTE ESTAÇÕES DE VÁLVULAS DE CONTROLE – Arranjos Típicos ANEXO 1 – Livro de Tabelas (pág. 177) Folha 1 de 3 ESTAÇÕES DE VÁLVULAS DE CONTROLE – Arranjos Típicos Veja Notas na Folha 1(Página 177 do Livro de Tabelas) As dimensões VC, VB e VP estão na tabela da Folha 1(Página 177 do Livro de Tabelas) ANEXO 1 – Livro de Tabelas (pág. 178) Folha 2 de 3 ESTAÇÕES DE VÁLVULAS DE CONTROLE – Arranjos Típicos Veja Notas na Folha 1(Página 177 do Livro de Tabelas) As dimensões VC, VB e VP estão na tabela da Folha 1(Página 177 do Livro de Tabelas) ANEXO 1 – Livro de Tabelas (pág. 179) Folha 3 de 3 Perda de Carga e Comprimento Equivalente Objetivo Este resumo tem a finalidade de informar os conceitos básicos para mecânicos e técnicos refrigeristas sobre “Perda de Carga” e “Comprimento Equivalente” , para que os mesmos possam utilizá-los, futuramente, para especificar bombas hidráulicas e tubulações para instalação de condicionadores de ar do tipo Split. Tubulação O perfeito dimensionamento de uma instalação hidráulica e seus componentes, tais como válvulas e principalmente de bombas hidráulicas depende em muito das dimensões e da correta disposição da tubulação a serem utilizadas. Abordaremos a perda de pressão, conhecida como perda de carga de uma rede hidráulica. Dimensionamento da Tubulação Ao se dimensionar as linhas de sucção e recalque, as considerações relativas ao custo tendem a favorecer as linhas de diâmetro tão pequeno quanto possível. Entretanto, quedas de pressão, ou perda de carga, na linhas de recarga e sucção causam perda de capacidade da bomba e compressore aumentam a potência necessária. Perdas excessivas nas linhas de sucção, no caso de bombas hidráulicas, podem causar o aparecimento de cavitação, no rotor, e conseqüentemente a perda desta bomba. Perda de Carga (∆∆∆∆P) Sempre que um fluido se desloca no interior de uma tubulação ocorre atrito deste fluido com as paredes internas desta tubulação, ocorre também uma turbulência do fluido com ele mesmo, este fenômeno faz com que a pressão que existe no interior da tubulação vá diminuindo gradativamente à medida com que o fluido se desloque, esta diminuição da pressão é conhecida como “Perda de Carga (∆P)”. Desta forma a perda de carga seria uma restrição à passagem do fluxo do fluido dentro da tubulação, esta resistência influenciará diretamente na altura manométrica de uma bomba (H) e sua vazão volumétrica (Q), e em caso de sistemas frigoríficos, a diminuição de sua eficiência frigorífica. Em resumo, em ambos os casos um aumento de potência consumida. Velocidade Da mecânica dos fluidos sabemos que quanto maior a velocidade de um fluido dentro de uma tubulação maior será a perda de carga deste fluido. Desta forma podemos concluir que para diminuirmos a perda de carga basta diminuirmos a velocidade do fluido. Mas velocidade menor para mantermos uma mesma vazão volumétrica (Q) será necessário utilizar tubulações de maior diâmetro, o que acarreta em uma instalação de custo mais elevado. A relação entre a vazão volumétrica e a velocidade pode ser escrita como: Vazão Volumétrica = Velocidade x Área interna da tubulação AvQ .. . �= Onde: Q = Vazão volumétrica (m3 / s) V = Velocidade do fluido dentro da tubulação (m / s) A = Área interna do Tubo (m2) Resumindo com velocidades muito grande ocorrerá um aumento da perda de carga (∆P) do sistema, o que acarretará um maior consumo de energia nas bombas e compressores, desta forma quando estivermos dimensionado as tubulações da rede hidráulica ou sistema frigorífico devemos pensar em um projeto que garanta ao mesmo tempo que se possa ter velocidade, para garantir a necessária vazão de fluido com uma mínima perda de carga, com o menor custo da instalação. Para facilitar o projeto, a ABNT estabelece alguns valores de vazão de água e sua respectiva velocidade máxima dentro de uma tubulação. • A Tabela 1 apresenta alguns valores de velocidade recomendados para água dentro de tubulação. • A Tabela 2 e a Tabela 4 apresentam detalhes, como a área interna (A) de alguns tipos de tubulações utilizadas em instalações hidráulicas e tubos de cobre para sistemas de refrigeração. Cálculo da Perda de Carga (∆∆∆∆P) Existem diversas equações que podem ser utilizadas para o calculo da perda de carga no interior de uma tubulação, que são estudados em cursos de “Mecânica dos Fluidos”, em nosso caso adotaremos a equação de Darcy- Weissbach; A perda de Pressão ou perda de carga (∆∆∆∆P) provocada pelo atrito no interior de um tubo cilíndrico, para diversos fluidos homogêneos, como no caso da água, pode ser expresso pela equação de Darcy-Weissbach; Onde: ∆∆∆∆P = Perda de Pressão (m) L = Comprimento Equivalente da Tubulação (m) D = Diâmetro Interno da Tubulação (m) V = Velocidade media do Refrigerante (m/s) g = Aceleração da gravidade (9,8 m/s2) f = Fator de Fricção (adimensional) Fator de Fricção (f) O Fator de Fricção (f), também é algumas vezes conhecido como “Fator de Fricção de MoodY” ou também “Coeficiente de Perda de Carga Distribuída”. O Fator de Fricção (f), pode ser determinado através de equações matemáticas, as quais são função do “Número de Reynolds” (Re) e da ∆∆∆∆P = f . L . V2 D 2.g “Rugosidade Relativa” , para facilitar os cálculos apresentamos os valores em forma de tabela para alguns tipos de tubulação • As Tabelas 5 e 8 apresentam alguns valores de Fator de Fricção (f), para alguns tipos de tubulações em função do diâmetro da tubulação e da velocidade da água no seu interior. Comprimento Equivalente (LEQU) Todos os tubos tem um comprimento que medimos em seus trechos retos, este comprimento podemos definir como o comprimento real da instalação, as curvas, válvulas e demais singularidades existentes no sistema também representam uma grande parcela da perda de carga, e representaremos como se ela fosse um tubo reto, e qual seria a perda de carga que ela causaria se ela fosse um tubo reto. Esta representação de uma singularidade como se fosse um tubo reto é conhecida como “Comprimento Equivalente” Existem diversas tabelas, como a Tabela 9 e Tabela 10 que apresentam o comprimento equivalente para diversas singularidades em função de seu diâmetro nominal, para tubos de aço e cobre. Comprimento Equivalente (LEQU) – Tubulação de cobre Vamos fazer um exemplo de uma tubulação de cobre, conforme o desenho a seguir: Repare que temos um tubo de cobre de diâmetro de ½ polegada (No Sistema Internacional DN = 12 mm) com trechos retos de 5 metros e 2 metros, que estão interligados por uma cura de raio pequeno, para sabermos qual o comprimento equivalente desta instalação basta sabermos quantos metros a curva de raio pequeno representa. Na tabela 10 de comprimento equivalente, para um tubo de ½ polegada de raio pequeno, encontramos um comprimento equivalente para Curva de Raio Pequeno Tubo de Cobre Diâmetro ½” 5 m 2 m esta cura de 1,4 metros. Esta cura gerará a mesma perda de carga, mesmo que seja um tubo reto de 1,4 metros. Podemos montar uma tabela para esta instalação, a qual pode ser muito útil quando se tratar de instalações com muitas curvas e diversos trechos retos. Apesar dos tubos retos terem um comprimento real de 7,0 m ( 5,0 m + 2,0 m), o comprimento equivalente da tubulação é de 8,4 m. Comprimento Equivalente (LEQU) – Tubulação de aço Em tubulações de água de grandes instalações hidráulicas utilizamos normalmente tubos de aço e os valores de seus respectivos comprimentos equivalentes de diversas singularidades podem ser obtidos na Tabela 9 . Exemplo 1 Vamos calcular o comprimento equivalente de uma instalação hidráulica, de um sistema aberto, construída com tubo de aço galvanizado novo, conforme desenho a seguir, que deve transportar uma vazão de água de Q = 30 m3/h. Nota: Sistema aberto pode ser exemplificado como aquele em que uma bomba de água transporta água até um outro ponto a outro, como no caso de um reservatório inferior, de um prédio, até outra caixa no topo do prédio. Tipo Quantidade Comprimento (m) LEQU (m) Trecho Reto Horizontal ----- 5,0 5,0 Trecho Reto Vertical ---- 2,0 2,0 Cura Raio Pequeno 1 1,0 1,4 Comprimento Equivalente Total (m) 8,4 Solução 1. Determinar o diâmetro da tubulação. Na Tabela 01 podemos encontrar o diâmetro de tubulação em função da vazão de água transportada em um sistema aberto Vazão Q = 30 m3 / h é necessário um tubo de Diâmetro Nominal DN = 3” 2. Determinar o cumprimento equivalente da Tubulação (LEQ) Com o auxilio da tabela de singularidades para tubo de aço, Tabela 9, encontramos os seguintes valores para a instalação, que utiliza tubo de DN = 3” 5 m 2,5m 3,0 m Tabela 01 Parâmetro máximos para seleção da tubulação de água Diâmetro do Tubo Sistema Fechado Sistema Aberto (mm) (in) Vazão (m³/h) Velocidade (m/s) Perda (%) Vazão (m³/h) Velocidade (m/s) Perda (%) 19 3/4" 1,5 1,2 10 1,0 0,8 10 25 1” 3 1,510 2,2 1,1 10 32 1.1/4” 6 1,7 10 4 1,2 10 38 1.1/2” 9 1,9 10 6 1,3 10 50 2” 17 2,2 10 12 1,6 10 65 2.1/2” 28 2,5 10 23 2,1 10 75 3” 48 2,8 10 36 2,1 10 100 4” 90 3,1 9 75 2,5 10 125 5” 143 3,1 7 136 2,9 10 150 6” 215 3,2 5,5 204 3,1 9 O comprimento equivalente da instalação hidráulica é de LEQU = 43,9 m poderia ser resumido da seguinte maneira Exemplo 2 Calcular a Perda de Carga ∆∆∆∆P da instalação hidráulica, de um sistema aberto, construída com tubo de aço galvanizado novo, do esquema anterior, conforme esquema abaixo que deve transportar uma vazão de água de Q = 30 m3/h Tipo Quantidade Comprimento (m) LEQU (m) Trecho Reto Horizontal ----- 5,0 5,0 Trecho Reto Vertical ---- 5,5 5,5 Válvula de Pé 1 20,0 20,0 Válvula Gaveta 1 0,5 0,5 Válvula de Retenção (Pesada) 1 9,7 9,7 Cotovelo 900 2 1,6 3,2 Comprimento Equivalente Total (m) 43,9 10,5 m 9,7 m 0,5 m 20,0 m 1,6 m 1,6m 43,9 m Solução 1. Determinar a vazão em m3 / s Q = 30 m3/h = 8,33 x 10-3 m3 / s 2. Determinar a área interna da tubulação de DN = 3” A área pode ser determinada na tabela 1 A = 4796 mm2 = 4796 x 10-6 m3 DI = 77,93 mm = 0,07793 m Tabela 2 Dimensionamento de tubos de Aço Diâmetros Área superficial por metro de comprimento Diâmetro Nominal in mm Sd Diâmetro externo mm Diâmetro interno Espessura da parede do tubo mm Peso por metro de tubo Kg/m Área interna do tubo mm2 Externa m2 Internam2 3 80 40 80 89.91 77.93 73.66 5.49 7.62 11.27 15.25 4796 4261 0.279 0.279 0.245 0.231 3. Calcular a velocidade da água dentro da tubulação (V) V = Q / A V = 8,33 x 10-3 m3 / s / 4796 x 10-6 m3 V = 1,73 m/s 4. Determinar o Fator de Fricção (f) O fator de fricção (f), para tubo de aço galvanizado com DN = 3”, para uma velocidade V = 1,73 m/s pode ser obtido na Tabela 6 Tabela 6 Valores de Coeficiente de atrito (f) para tubos conduzindo água a 25 0C Tubos de Aço Galvanizado Novo (Sd 40) Diâmetro Velocidade média (m/s) DN DI (mm) 0,20 0,40 0,60 0,80 1,00 1,50 2,00 2,50 3,00 2 ½ 62,71 0,033 0,030 0,029 0,028 0,028 0,027 0,027 0,027 0,026 3 77,93 0,031 0,028 0,027 0,027 0,026 0,026 0,025 0,025 0,025 4 102,26 0,029 0,026 0,025 0,025 0,024 0,024 0,024 0,023 0,023 Por aproximação V = 1,73 m/s = 2,0 m/s Fator de Fricção (f) = 0,025 Fator de Fricção (f) 5. Calcular a Perda de Carga ∆∆∆∆P Utilizando-se a expressão pela equação de Darcy-Weissbach; Onde: ∆∆∆∆P = Perda de Pressão (m) L = Comprimento Equivalente da Tubulação (43,9 m) D = Diâmetro Interno da Tubulação (0,07793 m) V = Velocidade media do Refrigerante (1,73 m/s) g = Aceleração da gravidade (9,8 m/s2) f = Fator de Fricção (0,025) ∆∆∆∆P = 2,15 m ******* Conclusão Devemos prever uma linha hidráulica, sempre que possível, com o menor número de singularidades, e com a velocidade mais baixa possível, desde que isto seja economicamente viável, pois estes dois fatores influem diretamente no resultado da perda de carga da instalação, abaixo algumas tabelas que poderão auxiliar no cálculo da perda de carga em uma rede hidráulica. ******** Atenção Futuramente com estes conceitos, determinaremos o diâmetro necessário para uma instalação de condicionamento de ar “Split-System” Prof. Valter Rubens Gerner é engenheiro mecânico formado pela Faculdade de Engenharia Industrial, em 1981, na modalida RAC - Refrigeração e Ar Condicionado – atua como professor do SENAI na escola “Oscar Rodrigues Alves”. ∆∆∆∆P = f . L . V2 D 2.g ∆∆∆∆P = 0,025 x 43,9 x 1,732 0,07793 2x9,8 Tabelas Tabela 1 Parâmetros máximos para seleção da tubulação de água Diâmetro do Tubo Sistema Fechado Sistema Aberto (mm) (in) Vazão (m³/h) Velocidade (m/s) Perda (%) Vazão (m³/h) Velocidade (m/s) Perda (%) 19 3/4" 1,5 1,2 10 1,0 0,8 10 25 1” 3 1,5 10 2,2 1,1 10 32 1.1/4” 6 1,7 10 4 1,2 10 38 1.1/2” 9 1,9 10 6 1,3 10 50 2” 17 2,2 10 12 1,6 10 65 2.1/2” 28 2,5 10 23 2,1 10 75 3” 48 2,8 10 36 2,1 10 100 4” 90 3,1 9 75 2,5 10 125 5” 143 3,1 7 136 2,9 10 150 6” 215 3,2 5,5 204 3,1 9 Tabela 2 Dimensionamento de tubos de Aço Diâmetros Área superficial por metro de comprimento Diâmetro Nominal in mm Sd Diâmetro externo mm Diâmetro interno Espessura da parede do tubo mm Peso por metro de tubo Kg/m Área interna do tubo mm2 Externa m2 Internam2 1/4 8 40 80 13.73 9.25 7.67 2.24 3.02 0.631 0,796 67.1 46.2 0.043 0.043 0.029 0.024 3/8 10 40 80 17.14 12.52 10.74 2.31 3.20 0.844 1.098 123.2 90.7 0.054 0.054 0.039 0.034 1/2 15 40 80 21.34 15.80 13.87 2.77 3.73 1.265 206.5 196.0 151.1 0.067 0.067 0.050 0.044 3/4 20 40 80 26.67 20.93 18.85 2.87 3.91 1.682 2.19 344.0 279.0 0.084 0.084 0.066 0.059 1 25 40 80 33.41 26.64 24.31 3.38 4.55 2.50 3.23 557.6 464.1 0.105 0.105 0.084 0.076 1. 1/4 32 40 80 42.16 35.05 32.46 3.56 4.85 3.38 4.45 965.0 827.0 0.132 0.132 0.110 0.102 1. 1/2 40 40 80 48.25 40.89 38.10 3.68 5.08 4.05 5.40 1313 1140 0.152 0.152 0.128 0.120 2 50 40 80 60.33 52.51 49.25 3.91 5.54 5.43 7.47 2165 1905 0.190 0.190 0.165 0.155 2. 1/2 65 40 80 73.02 62.71 59.00 5.16 7.01 8.62 11.40 0.197 0.185 0.229 0.229 0.197 0.1`85 3 80 40 80 89.91 77.93 73.66 5.49 7.62 11.27 15.25 4796 4261 0.279 0.279 0.245 0.231 4 100 40 80 114.30 102.26 97.18 6.02 8.56 16.04 22.28 8213 7417 0.0359 0.359 0.321 0.305 6 150 40 80 168.27 154.05 146.33 7.11 10.97 28.22 42.49 18639 16817 0.529 0.529 0.484 0.460 8 200 30 40 219.07 205.0 202.7 7.04 8.18 36.73 42.46 33007 32275 0.688 0.688 0.644 0.637 10 250 40 80 273.03 254.5 242.9 9.27 15.06 60.20 95.66 50874 46349 0.858 0.858 0.800 0.763 12 300 40 80 323.90 303.2 289.0 12.70 17.45 79.59 131.62 72214 65575 1.017 1.017 0.953 0.908 14 350 40 80 355.60 333.4 317.5 11.10 19.05 94.13 157.82 87302 79173 1.117 1.117 1.047 0.997 Fonte: ASHRAE HANDBOOK – HVAC System – Ref.: ASTM B36.10 Tabela 3 Dimensões de tubos de Cobre Diâmetros Área superficial por metro de comprimento Diâmetro Nominal in mm Exterior mm Interior mm Espessura da parede do tubo mm Peso por metro de tubo Kg/m Área interna do tubo mm2 Exterior m2 Interior m2 ¼ 6 6,35 4,77 0,79 0,1239 18 0,02 0,0149 3/8 10 9,52 7,94 0,79 0,1946 50 0,03 0,0249 ½ 12 12,7 10,92 0,89 0,295 94 0,04 0,0343 5/8 15 15,58 13,84 1,02 0,424 151 0,05 0,0435 ¾ 19 19,05 16,92 1,07 0,539 225 0,06 0,0531 7/8 22 22,23 19,94 1,14 0,677 312 0,07 0,0626 1 1/8 28 28,58 26,04 1,27 0,973 532 0,09 0,0818 1 3/8 35 34,93 32,13 1,40 1,316 811 0,11 0,1009 1 5/8 42 41,28 38,23 1,52 1,701 1148 0,13 0,1201 2 ½ 54 53,98 50,42 1,78 2,606 1997 0,17 0,1584 2 5/8 67 66,68 62,61 2,03 3,69 3079 0,209 0,1967 3 1/8 79 79,38 74,80 2,29 4,95 4395 0,249 0,2350 3 5/8 92 92,08 87,00 2,54 6,39 5944 0,289 0,2733 4 1/8 105 104,78 99,19 2,79 8,0 7727 0,329 0,3116 5 1/8 130 130,018 123,83 3,18 11,32 12041 0,409 0,3890 6 1/8 156 155,58 148,46 3,56 15,18 17311 0,489 0,4664 Fonte: ASHRAE HANDBOOK – HVAC System 1992 Tabela 4 Tabelade tubos de PVC rígidos para solda (cola) Diâmetro nominal DI DE Espessura Área interna mm in mm mm mm mm2 16 3/8 13 16 1,5 132,73 20 ½ 17 20 1,5 226,98 25 ¾ 21,6 25 1,7 366,44 32 1 27,8 32 2,1 606,99 40 1 ¼ 35,2 40 2,4 973,14 50 1 ½ 44 50 3,0 1520,53 60 2 53,4 60 3,3 2239,61 75 2 ½ 66,6 75 4,2 3483,68 85 3 75,6 85 4,7 4488,84 110 3/8 97,8 110 6,1 7512,21 Fonte: instalação hidráulica – Archibald J. Mancityre Tabela 5 Valores de coeficiente de atrito f para tubos conduzindo água Tubos de Aço Forjado Novo (Sd 40) Diâmetro Velocidade média (m/s) DN DI (mm) 0,20 0,40 0,60 0,80 1,00 1,50 2,00 2,50 3,00 1/4 9,25 0,055 0,046 0,042 0,040 0,039 0,037 0,035 0,035 0,034 3/8 12,52 0,050 0,042 0,038 0,036 0,035 0,033 0,032 0,032 0,031 1/2 15,8 0,046 0,039 0,036 0,034 0,033 0,031 0,030 0,030 0,029 3/4 20,93 0,042 0,035 0,033 0,031 0,030 0,029 0,028 0,027 0,027 1 26,64 0,038 0,033 0,030 0,029 0,028 0,027 0,026 0,026 0,025 1 ¼ 35,05 0,035 0,030 0,028 0,027 0,026 0,025 0,024 0,024 0,023 1 ½ 40,89 0,034 0,029 0,027 0,026 0,025 0,024 0,023 0,023 0,023 2 52,51 0,031 0,027 0,025 0,024 0,024 0,022 0,022 0,021 0,021 2 ½ 62,71 0,030 0,026 0,024 0,023 0,023 0,022 0,021 0,021 0,020 3 77,93 0,028 0,025 0,023 0,022 0,021 0,020 0,020 0,020 0,019 4 102,26 0,026 0,023 0,022 0,021 0,020 0,019 0,019 0,018 0,018 6 154,05 0,024 0,021 0,020 0,019 0,018 0,017 0,017 0,017 0,017 8 202,7 0,022 0,020 0,018 0,018 0,017 0,016 0,016 0,016 0,016 10 254,5 0,021 0,019 0,018 0,017 0,016 0,016 0,015 0,015 0,015 12 303,2 0,020 0,018 0,017 0,016 0,016 0,015 0,015 0,015 0,014 14 333,4 0,020 0,018 0,017 0,016 0,016 0,015 0,015 0,014 0,014 Tubos de Aço Forjado Usado (Sd 40) Diâmetro Velocidade média (m/s) DN DI (mm) 0,20 0,40 0,60 0,80 1,00 1,50 2,00 2,50 3,00 1/4 9,25 0,301 0,295 0,293 0,292 0,291 0,290 0,289 0,289 0,289 3/8 12,52 0,230 0,226 0,224 0,224 0,223 0,222 0,222 0,222 0,222 1/2 15,8 0,192 0,188 0,187 0,186 0,186 0,185 0,185 0,185 0,185 3/4 20,93 0,157 0,154 0,153 0,153 0,152 0,152 0,152 0,151 0,151 1 26,64 0,134 0,132 0,131 0,130 0,130 0,130 0,130 0,130 0,129 1 ¼ 35,05 0,113 0,111 0,111 0,111 0,110 0,110 0,110 0,110 0,110 1 ½ 40,89 0,104 0,102 0,102 0,101 0,101 0,101 0,101 0,101 0,101 2 52,51 0,091 0,089 0,089 0,089 0,089 0,088 0,088 0,088 0,088 2 ½ 62,71 0,083 0,082 0,081 0,081 0,081 0,081 0,081 0,081 0,081 3 77,93 0,075 0,074 0,073 0,073 0,073 0,073 0,073 0,073 0,073 4 102,26 0,066 0,065 0,065 0,065 0,064 0,064 0,064 0,064 0,064 6 154,05 0,055 0,055 0,054 0,054 0,054 0,054 0,054 0,054 0,054 8 202,7 0,050 0,049 0,049 0,049 0,049 0,049 0,049 0,049 0,048 10 254,5 0,046 0,045 0,045 0,045 0,045 0,045 0,045 0,045 0,045 12 303,2 0,043 0,042 0,042 0,042 0,042 0,042 0,042 0,042 0,042 14 333,4 0,041 0,041 0,041 0,041 0,041 0,041 0,040 0,040 0,040 Fonte : Valter Rubens Gerner – Termofluidomecânica Tabela 6 Valores de Coeficiente de atrito (f) para tubos conduzindo água a 25 0C Tubos de Aço Galvanizado Novo (Sd 40) Diâmetro Velocidade média (m/s) DN DI (mm) 0,20 0,40 0,60 0,80 1,00 1,50 2,00 2,50 3,00 1/4 9,25 0,065 0,058 0,055 0,053 0,052 0,051 0,050 0,050 0,049 3/8 12,52 0,058 0,051 0,049 0,048 0,047 0,045 0,045 0,044 0,044 1/2 15,8 0,053 0,047 0,045 0,044 0,043 0,042 0,041 0,041 0,041 3/4 20,93 0,048 0,043 0,041 0,040 0,039 0,038 0,038 0,037 0,037 1 26,64 0,044 0,039 0,038 0,037 0,036 0,035 0,035 0,034 0,034 1 ¼ 35,05 0,040 0,036 0,034 0,034 0,033 0,032 0,032 0,032 0,031 1 ½ 40,89 0,038 0,034 0,033 0,032 0,032 0,031 0,030 0,030 0,030 2 52,51 0,035 0,032 0,030 0,030 0,029 0,029 0,028 0,028 0,028 2 ½ 62,71 0,033 0,030 0,029 0,028 0,028 0,027 0,027 0,027 0,026 3 77,93 0,031 0,028 0,027 0,027 0,026 0,026 0,025 0,025 0,025 4 102,26 0,029 0,026 0,025 0,025 0,024 0,024 0,024 0,023 0,023 6 154,05 0,026 0,024 0,023 0,022 0,022 0,021 0,021 0,021 0,021 8 202,7 0,024 0,022 0,021 0,021 0,020 0,020 0,020 0,020 0,020 10 254,5 0,023 0,021 0,020 0,020 0,019 0,019 0,019 0,019 0,019 12 303,2 0,022 0,020 0,019 0,019 0,019 0,018 0,018 0,018 0,018 14 333,4 0,021 0,020 0,019 0,018 0,018 0,018 0,018 0,018 0,017 Tubos de Aço Galvanizado Usado (Sd 40) Diâmetro Velocidade média (m/s) DN DI (mm) 0,20 0,40 0,60 0,80 1,00 1,50 2,00 2,50 3,00 1/4 9,25 0,344 0,337 0,334 0,333 0,332 0,331 0,331 0,330 0,330 3/8 12,52 0,258 0,254 0,252 0,251 0,251 0,250 0,250 0,249 0,249 1/2 15,8 0,213 0,209 0,208 0,207 0,207 0,206 0,206 0,206 0,206 3/4 20,93 0,172 0,169 0,168 0,168 0,168 0,167 0,167 0,167 0,167 1 26,64 0,146 0,144 0,143 0,142 0,142 0,142 0,142 0,142 0,141 1 ¼ 35,05 0,122 0,121 0,120 0,120 0,120 0,119 0,119 0,119 0,119 1 ½ 40,89 0,112 0,110 0,110 0,110 0,109 0,109 0,109 0,109 0,109 2 52,51 0,097 0,096 0,096 0,095 0,095 0,095 0,095 0,095 0,095 2 ½ 62,71 0,089 0,087 0,087 0,087 0,087 0,087 0,086 0,086 0,086 3 77,93 0,079 0,078 0,078 0,078 0,078 0,078 0,078 0,078 0,078 4 102,26 0,070 0,069 0,069 0,069 0,069 0,068 0,068 0,068 0,068 6 154,05 0,058 0,058 0,058 0,057 0,057 0,057 0,057 0,057 0,057 8 202,7 0,052 0,052 0,052 0,051 0,051 0,051 0,051 0,051 0,051 10 254,5 0,048 0,047 0,047 0,047 0,047 0,047 0,047 0,047 0,047 12 303,2 0,045 0,044 0,044 0,044 0,044 0,044 0,044 0,044 0,044 14 333,4 0,043 0,043 0,043 0,043 0,043 0,043 0,043 0,042 0,042 Fonte : Valter Rubens Gerner – Termofluidomecânica Tabela 8 Valores de coeficiente de atrito f para tubos conduzindo água Tubos de Cobre Diâmetro Velocidade média (m/s) DN DI (mm) 0,20 0,40 0,60 0,80 1,00 1,50 2,00 2,50 3,00 12 10,92 0,048 0,038 0,034 0,032 0,030 0,027 0,025 0,024 0,023 15 13,84 0,044 0,036 0,032 0,030 0,028 0,025 0,024 0,022 0,022 19 16,92 0,042 0,034 0,030 0,028 0,026 0,024 0,022 0,021 0,021 22 19,94 0,039 0,032 0,029 0,027 0,025 0,023 0,022 0,021 0,020 28 26,04 0,036 0,030 0,027 0,025 0,024 0,022 0,020 0,019 0,019 35 32,13 0,034 0,028 0,026 0,024 0,023 0,021 0,019 0,019 0,018 42 38,23 0,033 0,027 0,024 0,023 0,022 0,020 0,019 0,018 0,017 54 50,42 0,030 0,025 0,023 0,021 0,020 0,019 0,018 0,017 0,016 67 62,61 0,028 0,024 0,022 0,020 0,019 0,018 0,017 0,016 0,016 79 74,80 0,027 0,023 0,021 0,020 0,019 0,017 0,016 0,016 0,015 92 87,00 0,026 0,022 0,020 0,019 0,018 0,017 0,016 0,015 0,015 105 99,19 0,025 0,021 0,020 0,018 0,018 0,016 0,015 0,015 0,014 130 123,83 0,024 0,020 0,019 0,018 0,017 0,016 0,015 0,014 0,014 156 148,46 0,023 0,020 0,018 0,017 0,016 0,015 0,014 0,014 0,013 Tubos de PVC - Soldado (mm) Diâmetro Velocidade média (m/s) DN DI (mm) 0,20 0,40 0,60 0,80 1,00 1,50 2,00 2,50 3,00 16 13 0,045 0,037 0,033 0,030 0,028 0,026 0,024 0,023 0,022 20 17 0,041 0,034 0,030 0,028 0,027 0,024 0,023 0,022 0,021 25 21,6 0,039 0,032 0,028 0,026 0,025 0,023 0,021 0,020 0,020 32 27,8 0,036 0,029 0,027 0,025 0,023 0,021 0,020 0,019 0,019 40 35,2 0,033 0,028 0,025 0,023 0,022 0,020 0,019 0,018 0,018 40 44 0,031 0,026 0,024 0,022 0,021 0,019 0,018 0,017 0,017 60 53,4 0,030 0,025 0,023 0,021 0,020 0,019 0,018 0,017 0,016 75 66,6 0,028 0,024 0,021 0,020 0,019 0,018 0,017 0,016 0,016 85 75,6 0,027 0,023 0,021 0,020 0,019 0,017 0,016 0,016 0,015 110 97,8 0,025 0,022 0,020 0,019 0,018 0,016 0,016 0,015 0,014 Tubos de PVC - Rosca (in) 3/8 12,7 0,046 0,037 0,033 0,030 0,029 0,026 0,024 0,023 0,022 1/2 16,2 0,042 0,034 0,031 0,028 0,027 0,024 0,023 0,022 0,021 3/4 21,2 0,039 0,032 0,028 0,026 0,025 0,023 0,021 0,020 0,020 1 26,8 0,036 0,030 0,027 0,025 0,024 0,022 0,020 0,019 0,019 1 ¼ 35 0,033 0,028 0,025 0,023 0,022 0,020 0,019 0,018 0,018 1 ½ 39,8 0,032 0,027 0,024 0,023 0,022 0,020 0,019 0,018 0,017 2 50,4 0,030 0,025 0,023 0,021 0,020 0,019 0,018 0,017 0,016 2 ½ 64,1 0,028 0,024 0,022 0,020 0,019 0,018 0,017 0,016 0,016 3 75,5 0,027 0,023 0,021 0,020 0,019 0,017 0,016 0,016 0,015 4 98,3 0,0250,022 0,020 0,019 0,018 0,016 0,015 0,015 0,014 Fonte : Valter Rubens Gerner – Termofluidomecânica �� �� ������ � �������� � Di 2.g ������������������������������ �� ������ � �������� ���������γ Di 2 �� �� �� � � � �� � �� � � � ��� �� � � �� �� � � � �� � � �� �� � �� � �� � �� �� � ��� � � �� � � � ��� �� Di = diâmetro interno da tubulação (m) V = velocidade do fluido no interior do tubo (m/s) g = aceleração da gravidade (9,8 m/s2) f = coeficiente de atrito (adimensional) �� �� �� � � � �� � �� � � � ��� � �� � � �� �� � � � �� � � �� �� � �� � �� � �� �� � ��� � � �� � � � ��� �� Di = diâmetro interno da tubulação (m) V = velocidade do fluido no interior do tubo (m/s) g = aceleração da gravidade (9,8 m/s2) f = coeficiente de atrito (adimensional) γ�� �� � � � �� � � � � ���� � �� � ���� �� � �� � !� "� Tabela 9 Comprimento equivalente de válvulas e conexões Tubo de Aço (m) Fonte: Manual Técnico – Bombas KSB Tabela 10 Comprimento equivalente de válvulas e conexões (m) - Cobre Tamanho da linha Diam nom. mm Válvula globo e válvula solenóide Válvula de angulo Cotovelos de raio pequeno Cotovelos de raio grande “T” de linha de fluxo e visores de vidro Ramal de fluxo em “T” 12 21 7,3 1,4 1,0 0,5 2,0 15 22 7,6 1,7 1,2 0,7 2,5 19 23 7,6 2,0 1,4 0,9 3,0 22 24 8,5 2,4 1,6 1,1 3,7 28 27 8,8 0,8 0,6 0,8 2,4 35 31 10,1 1,0 0,7 0,8 3,0 42 35 10,4 1,2 0,8 0,9 3,7 54 43 11,9 1,6 1,0 1,2 4,9 67 48 13,4 2,0 1,3 1,4 6,1 79 56 16,2 2,4 1,6 1,6 7,3 92 66 20,1 3,0 1,9 2,0 9,1 105 76 23,1 3,7 2,2 2,2 10,7 130 89 29,3 4,3 2,7 2,4 12,8 156 105 36,3 5,2 3,0 2,8 15,2 Fonte: Manual de Ar Condicionado - Trane � �������� ���� ����������������� ���� ��� ����� ������������ ��� ��� ���� � � ����� ��� ��� ��� �������������������������� ��������� ������������� !" ��������� ���� ��#� ������� ��������$ �������� ��������� ������������� ���� %�� ������&�������� ���� �������� ����������� '�������� ���� �� �(�)���*��� �� � ��������#������� ��� ��� ��� � ����� ������ ����� ����������� ������+� � ����� ��� ���������� ��� ��� �� �� ������� ������ ���