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direito internacional privado - módulo 2

Conjunto de questões sobre a Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro (LINDB), com estudo de caso sobre aposentadoria (ato jurídico perfeito) e perguntas de múltipla escolha sobre revogação (ab-rogação/derrogação) e vacatio legis/vigência.

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João engenheiro civil aposentado desde 2010 de acordo com a legislação vigente na época de seu presidente de aposentadoria foi concedido considerando seus 35 anos de contribuição previdenciária. ocorre que em 2017 foi publicado uma nova lei que altera o tempo de contribuição como requisito para aposentadoria. assim seriam necessários 40 anos de contribuição para a concessão do benefício. de acordo com a lei de introdução às normas do direito brasileiro, que orientações você dará para João? Ele pode perder o benefício previdenciário?
Sua resposta
não. Pois uma nova lei não pode prejudicar um direito já adquirido, conforme a Lei de Introdução Às Normas do Direito Brasileiro. Dessa forma, João não pode perder o benefício previdenciário adquirido. 
Enviado em: 12/09/2024 22:39
Padrão de resposta esperado
Não, João não perderá a aposentadoria, pois trata-se de Ato Jurídico Perfeito. É o ato que se relaciona com uma situação já consumada, isto é, trata-se de um direito efetivamente exercido e que produziu efeitos justamente por atender a todos os requisitos legais existentes na época.
A proteção constitucional ao ato jurídico perfeito é uma das formas que o Estado tem de manter uma certa estabilidade nas relações jurídicas, fortalecendo um sistema de leis que resistem às deliberações e vontades pessoais.
Portanto, João já incorporou a aposentadoria como condição de seu sustento e não perderá o benefício em virtude de novas disposições legais sobre o tema.
1. Qual é a importância de estudar a Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro?
A. 
Conhecer os fundamentos do Direito Público, pois a LINDB apresenta diretrizes básicas para a aplicação das normas desse ramo do Direito.
B. 
Situar-se no tempo e no espaço, pois cada Código é introduzido por uma LINDB, de acordo com a matéria que regula.
C. 
É essencial para a aplicação das normas jurídicas que se referem às relações especificamente obrigacionais, nos termos do Código Civil.
D. 
A LINDB apresenta normas que regulam toda a ordem jurídica. Para a correta compreensão do ordenamento jurídico, o estudo dessa lei é fundamental.
A Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro (LINDB) estabelece as diretrizes gerais para a aplicação de todas as normas jurídicas no Brasil, incluindo regras sobre a eficácia das leis no tempo e no espaço, critérios de interpretação, e a aplicação de normas internacionais e conflitos de leis. Ela não se limita a um ramo específico do direito, como Direito Público ou Direito Civil, mas orienta a interpretação e aplicação de todo o ordenamento jurídico.
E. 
Compreender o âmbito de aplicação das normas de conduta, sendo que as normas de organização são reguladas por lei de introdução específica.
 
2. Sobre a revogação, considere o texto abaixo:
Em termos jurídicos, a revogação legal poderá ser total ou parcial. À revogação total da lei, dá-se o nome de ___________, enquanto à revogação parcial do texto legal dá-se o nome de ____________. Ambas as espécies podem ser de maneira expressa ou tácita.
As palavras que preenchem corretamente o texto acima são, respectivamente:
A. 
ab-rogação; derrogação.
Em termos jurídicos:
· Ab-rogação refere-se à revogação total de uma lei.
· Derrogação refere-se à revogação parcial de uma lei.
Esses dois tipos de revogação podem ocorrer de maneira expressa, quando a nova lei claramente indica quais dispositivos estão sendo revogados, ou de maneira tácita, quando a nova lei, ao regular a mesma matéria de forma diferente, implica a revogação da anterior.
B. 
derrogação; ab-rogação.
C. 
supressão; derrogação.
D. 
extinção; ab-rogação.
E. 
ab-rogação; supressão.
3. De acordo com a LINDB, sobre o período de tempo entre a publicação da lei, ou seja, quando ela se torna válida no ordenamento jurídico, e o início da efetiva produção de seus efeitos, é correto afirmar que:
A. 
a vigência da lei ocorre 45 dias após a publicação, mesmo que a própria lei indique outro prazo.
B. 
a lei começa a vigorar, em todo o País, trinta dias depois de oficialmente publicada.
C. 
o período entre publicação e vigência da lei é chamado de vacatio legis e é de trinta dias, salvo disposição em contrário da própria lei.
D. 
o prazo para que a lei entre em vigor é de 45 dias após a publicação, salvo especificação diferenciada, na própria lei.
Após 45 dias da publicação, a lei entra em vigor, salvo disposição em contrário no próprio texto legal. O Código Civil de 2002, por exemplo, entrou em vigor um ano após a sua publicação.
E. 
o prazo para que a lei comece a viger é de trinta dias após a publicação, salvo se a lei dispuser prazo diferenciado, limitado a 45 dias.
Nos termos do artigo 6.º da Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro, pode-se entender que a situação consumada de acordo com a lei vigente ao tempo em que se efetuou, assim como a conquista de elemento que se incorpora ao patrimônio da pessoa, são chamados, respectivamente, de:
A. 
direito adquirido e ato jurídico perfeito.
B. 
ato jurídico perfeito e direito adquirido.
Nos termos do artigo 6º da Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro (LINDB):
· Ato jurídico perfeito é aquele realizado e consumado de acordo com a lei vigente no momento de sua realização.
· Direito adquirido é o direito que já se incorporou ao patrimônio da pessoa, ou seja, é um direito que, mesmo com a mudança da lei, não pode ser modificado ou retirado.
Esses dois conceitos são importantes para garantir a segurança jurídica, pois protegem situações consolidadas antes da entrada em vigor de uma nova lei.
C. 
coisa julgada e direito adquirido.
D. 
coisa julgada e ato jurídico perfeito.
E. 
ato jurídico perfeito e coisa julgada.
5. Quanto à chamada relativização da coisa julgada, é correto afirmar que:
A. 
deve ser aplicada como exceção, em casos específicos, que envolvam a dignidade da pessoa humana, por exemplo.
A relativização da coisa julgada é um tema controverso e deve ser aplicada de forma excepcional, em situações em que a manutenção da coisa julgada afrontaria valores fundamentais, como a dignidade da pessoa humana ou os direitos fundamentais. Isso ocorre, por exemplo, em casos de erro grave, fraudes ou violações constitucionais que não poderiam ser corrigidas de outra forma.
Os tribunais superiores brasileiros, incluindo o Supremo Tribunal Federal (STF), reconhecem a coisa julgada como um princípio essencial à segurança jurídica, mas admitem a possibilidade de relativização em situações excepcionais, onde a justiça e a proteção de direitos fundamentais estão em risco.
B. 
os tribunais superiores brasileiros não admitem a relativização, tendo em vista que a coisa julgada é um valor expresso na LINDB.
C. 
a relativização da coisa julgada deve ser aplicada como regra, sendo exceção a consideração de sentença judicial da qual não é cabível recurso.
D. 
trata-se de um inovação do Superior Tribunal de Justiça, que precisa ser validada pelo Supremo Tribunal Federal.
E. 
foi admitida no ordenamento jurídico brasileiro até a entrada em vigor do novo Código Civil.
Questão:
Maria é uma jovem empreendedora e quer se formalizar. Contudo, não sabe qual é a melhor forma de estruturar juridicamente uma pequena confeitaria para comercializar bolos de festas. Após muito pesquisar, Maria definiu as premissas básicas para a sua escolha: ela deseja empreender sozinha ou, no máximo, com mais um empregado. Deseja estar em dia com o INSS para fins de aposentadoria. Não irá faturar muito. Diante disso, Maria quer saber qual é a melhor formatação jurídica para ela.
A partir do caso apresentado, apresente resposta à seguinte pergunta: Maria pode ser uma Microempreendedora Individual (MEI)? Considere, na elaboração de sua resposta, as diferentes possibilidades jurídicas para quem pretende empreender.
Resposta:
Maria tem a opção de se formalizar como MEI. Nesse caso, ela poderá optar pelo recolhimento dos impostos e contribuições abrangidos pelo Simples Nacional em valores fixos mensais, independentemente da receita bruta por ela auferida no mês. É importante ressaltarque são considerados como MEI os empresários individuais que tenham auferido receita bruta, no ano-calendário anterior, de até R$ 81.000,00 (oitenta e um mil reais), optantes pelo Simples Nacional e que não estejam impedidos de optar por esta sistemática.
1. 
As pessoas podem ser classificadas como de Direito Público ou de Direito Privado. Sobre esse tema, marque a alternativa INCORRETA:
A. 
Uma das pessoas de Direito Privado é o indivíduo.
B. 
São pessoas de Direito Privado algumas pessoas jurídicas.
C. 
As pessoas jurídicas foram criadas pelo Direito.
D. 
A pessoa jurídica constituída é chamada de pessoa jurídica pelo fato de não ser natural.
E. 
A existência legal da pessoa jurídica começa com a união das pessoas que a formam
A existência legal da pessoa jurídica não começa apenas com a união das pessoas que a formam. Ela começa a partir do momento em que a pessoa jurídica é registrada e formalmente constituída, de acordo com as normas legais, o que inclui o registro em cartório e/ou na junta comercial, conforme o tipo de pessoa jurídica. A união das pessoas que a formam é apenas um passo inicial para a sua criação, mas a existência legal é reconhecida a partir do cumprimento dos requisitos legais e do registro adequado.
2. 
Essas pessoas jurídicas possuem um órgão de administração, ou seja, administradores que representam a pessoa jurídica. Sobre as pessoas jurídicas de Direito Privado, pode-se afirmar CORRETAMENTE que:
A. 
Obrigam a pessoa jurídica os atos de quaisquer sócios em quaisquer circunstâncias, mesmo que eles não tenham poder de representação desta pessoa jurídica.
B. 
São incomuns os casos de fraudes realizadas por meio de pessoas jurídicas.
C. 
Constituem-se as associações pela união de pessoas que se organizem para fins não econômicos.
As associações são um tipo de pessoa jurídica de Direito Privado que se forma pela união de pessoas com o objetivo de realizar atividades não econômicas. Elas são criadas para promover objetivos de interesse comum dos associados, como culturais, sociais ou beneficentes, sem a intenção de lucro.
Vamos analisar as outras alternativas:
· A. Não é correto que a pessoa jurídica seja obrigada por atos de quaisquer sócios em quaisquer circunstâncias. Apenas os administradores ou representantes legais têm o poder de comprometer a pessoa jurídica.
· B. Casos de fraudes realizadas por meio de pessoas jurídicas não são incomuns. Fraudes podem ocorrer em qualquer tipo de organização, incluindo pessoas jurídicas.
· D. Os associados de uma associação podem ter direitos e obrigações variados, conforme definido pelo estatuto da associação. Não é necessariamente verdade que todos os associados tenham direitos e obrigações iguais.
· E. A qualidade de associado não é sempre transmissível. O estatuto da associação pode definir regras específicas sobre a transmissão da qualidade de associado.
D. 
Há, entre os associados de uma associação, direitos e obrigações recíprocos e iguais.
E. 
A qualidade de associado é transmissível, se o estatuto não dispuser o contrário.
3. 
As pessoas jurídicas desempenham um importante papel na sociedade brasileira e mundial, pois permitem a existência de uma atividade que perdure por tempo indeterminado. Sobre a temática NÃO se pode afirmar:
A. 
Celebram contrato de sociedade as pessoas que reciprocamente se obrigam a contribuir, com bens ou serviços, para o exercício de atividade econômica e a partilha, entre si, dos resultados.
B. 
A sociedade adquire personalidade jurídica com a inscrição, no registro próprio e na forma da lei, dos seus atos constitutivos.
C. 
Os bens sociais não respondem pelos atos de gestão praticados por qualquer dos sócios, pois é preciso haver um sócio responsável de forma individual.
Na verdade, na maioria das sociedades, a responsabilidade pelos atos de gestão praticados pelos sócios é limitada ao patrimônio da pessoa jurídica e não aos bens pessoais dos sócios, exceto em casos de abuso de personalidade, fraude ou má gestão. Em outras palavras, os bens sociais respondem pelas dívidas e obrigações da sociedade, não havendo a necessidade de um sócio responsável individualmente por esses atos.
Vamos analisar as outras alternativas:
· A. Correto. A celebração de contrato de sociedade envolve a contribuição mútua de bens ou serviços para a atividade econômica e a divisão dos resultados entre os sócios.
· B. Correto. A personalidade jurídica da sociedade é adquirida com a inscrição dos seus atos constitutivos no registro próprio, conforme a lei.
· D. Correto. Para criar uma fundação, é necessário fazer uma dotação especial de bens livres e especificar o fim da fundação por escritura pública ou testamento.
· E. Correto. A fundação deve ser constituída para fins específicos, como assistência social, cultura, defesa e conservação do patrimônio histórico e artístico e educação.
D. 
Para criar uma fundação, o seu instituidor fará, por escritura pública ou testamento, dotação especial de bens livres, especificando o fim a que se destina e declarando, se quiser, a maneira de administrá-la.
E. 
A fundação somente poderá constituir-se para fins específicos, dentre eles assistência social, cultura, defesa e conservação do patrimônio histórico e artístico e educação.
4. 
As pessoas jurídicas podem ser criadas para diversos fins, respeitadas as peculiaridades legais de cada instituição. Sobre a temática NÃO se pode afirmar:​​​​​​​
A. 
São livres a criação, a organização, a estruturação interna e o funcionamento das organizações religiosas.
B. 
É livre a criação, fusão, incorporação e extinção de partidos políticos.
C. 
Para criação, fusão, incorporação e extinção de partidos políticos devem ser respeitados alguns preceitos.
D. 
É assegurada aos partidos políticos autonomia para definir sua estrutura interna, organização e funcionamento.
E. 
Os partidos políticos, após adquirirem personalidade jurídica, na forma da lei civil, registrarão seus estatutos no Tribunal Superior Eleitoral, sendo permitida a utilização pelos partidos políticos de organização paramilitar.
Na verdade, a utilização de organização paramilitar por partidos políticos não é permitida. A Constituição Brasileira e a legislação eleitoral proíbem a formação de organizações paramilitares por partidos políticos. A alternativa E está incorreta porque afirma que a utilização de organizações paramilitares é permitida, o que não é o caso.
Vamos analisar as outras alternativas:
· A. Correto. A criação, organização, estruturação interna e funcionamento das organizações religiosas são livres, respeitados os limites legais e constitucionais.
· B. Correto. A criação, fusão, incorporação e extinção de partidos políticos são livres, mas devem respeitar a legislação específica e os preceitos constitucionais.
· C. Correto. A criação, fusão, incorporação e extinção de partidos políticos devem seguir certos preceitos legais e regulamentares estabelecidos pela legislação eleitoral.
· D. Correto. Os partidos políticos têm autonomia para definir sua estrutura interna, organização e funcionamento, dentro dos limites estabelecidos pela legislação e pela Constituição.
5. 
As pessoas jurídicas de Direito Privado possuem um papel fundamental na vida das pessoas físicas, pois estas são finitas e aquelas podem ser infinitas. Constitui uma pessoa jurídica de Direito Privado:
A. 
O Estado de Minas Gerais.
B. 
A Fundação Hospitalar do Estado da Bahia.
C. 
A Fundação Nacional do Índio.
D. 
O Município de São Paulo.
E. 
O Clube de Regatas Flamengo.
O Clube de Regatas Flamengo é uma pessoa jurídica de Direito Privado, especificamente uma associação sem fins lucrativos dedicada ao esporte.
Vamos analisar as outras alternativas:
· A. O Estado de Minas Gerais é uma pessoa jurídica de Direito Público, especificamente uma entidade federativa.
· B. A Fundação Hospitalar do Estado da Bahia é uma entidade de Direito Público, vinculada ao Estado da Bahia e destinada a prestar serviços de saúde.
· C. A Fundação Nacional do Índio (FUNAI) é uma entidade de Direito Público, vinculadaao Governo Federal, com a função de proteger e promover os direitos dos povos indígenas.
· D. O Município de São Paulo é uma pessoa jurídica de Direito Público, uma entidade federativa que faz parte da administração pública local.
Portanto, dentre as opções fornecidas, o Clube de Regatas Flamengo é a única pessoa jurídica de Direito Privado.
A Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro exerce importante função para a interpretação, para a aplicação e para a adequação das normas que compõem o ordenamento jurídico, independente da espécie em que se enquadram.
Imagine que você é analista previdenciário do Instituto Nacional de Seguridade Social e atende João, que o procura porque está preocupado com perder sua aposentadoria.
"João é um engenheiro civil aposentado desde 2010. De acordo com a legislação vigente na época, seu pedido de aposentadoria foi concedido considerando seus 35 anos de contribuição previdenciária. Ocorre que, em 2017, foi publicada uma nova lei, que altera o tempo de contribuição como requisito para a aposentadoria. Assim, seriam necessários 40 anos de contribuição para a concessão do benefício."
De acordo com a Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro, que orientações você dará para João? Ele pode perder o benefício previdenciário?
A orientação a ser dada é no sentido de tranquilizar o seu João, haja vista que, conforme a 
Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro, especialmente em seu artigo 6°, afirma que: "A Lei em vigor terá efeito imediato e geral, respeitados o ato jurídico perfeito, o direito adquirido e a coisa julgada". Assim, como ele já estava aposentado à época da publicação da nova lei, ela não será aplicada à situação dele, pois é um direito efetivamente exercido e que produziu efeitos justamente por atender a todos os requisitos legais existentes na época.
Portanto, seu João pode ficar tranquilo, pois a nova lei não irá mudar a situação atual na qual ele se encontra, que é a de aposentado.
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João engenheiro civil aposentado desde 2010 de acordo com a legislação vigente na época de 
seu presidente de aposentadoria foi concedido considerando seus 35 anos de contribuição 
previdenciária. ocorre que em 2017 foi publicado uma nova lei que altera o te
mpo de 
contribuição como requisito para aposentadoria. assim seriam necessários 40 anos de 
contribuição para a concessão do benefício. de acordo com a lei de introdução às normas do 
direito brasileiro, que orientações você dará para João? Ele pode perder o
 
benefício 
previdenciário?
 
 
Sua resposta
 
não. Pois uma nova lei não pode prejudicar um direito já adquirido, conforme a Lei de 
Introdução Às Normas do Direito Brasileiro. Dessa forma, João não pode perder o 
benefício previdenciário adquirido. 
 
Enviado em:
 
12/09/2024 22:39
 
Padrão de resposta esperado
 
Não, João não perderá a aposentadoria,
 
pois trata
-
se de
 
Ato Jurídico Perfeito. É o 
ato que se relaciona com uma situação já consumada, isto é, trata
-
se de um direito 
efetivamente exercido e que produziu efeitos 
justamente por atender a todos os 
requisitos legais existentes na época.
 
A proteção constitucional ao ato jurídico perfeito é uma das formas que o Estado tem 
de
 
manter uma certa estabilidade nas relações jurídicas, fortalecendo um sistema de 
leis que resis
tem às deliberações e vontades pessoais.
 
Portanto, João já incorporou a aposentadoria como condição de seu sustento e não 
perderá o benefício em virtude de novas disposições legais sobre o tema.
 
 
1.
 
Qual é a importância de estudar a Lei de Introdução às Norma
s do Direito 
Brasileiro?
 
A.
 
 
Conhecer os fundamentos do Direito Público, pois a LINDB apresenta diretrizes básicas 
para a aplicação das normas desse ramo do Direito.
 
 
B.
 
 
Situar
-
se 
no tempo e no espaço, pois cada Código é introduzido por uma LINDB, de 
acordo com a matéria que regula.
 
 
C.
 
 
João engenheiro civil aposentado desde 2010 de acordo com a legislação vigente na época de 
seu presidente de aposentadoria foi concedido considerando seus 35 anos de contribuição 
previdenciária. ocorre que em 2017 foi publicado uma nova lei que altera o tempo de 
contribuição como requisito para aposentadoria. assim seriam necessários 40 anos de 
contribuição para a concessão do benefício. de acordo com a lei de introdução às normas do 
direito brasileiro, que orientações você dará para João? Ele pode perder o benefício 
previdenciário? 
 
Sua resposta 
não. Pois uma nova lei não pode prejudicar um direito já adquirido, conforme a Lei de 
Introdução Às Normas do Direito Brasileiro. Dessa forma, João não pode perder o 
benefício previdenciário adquirido. 
Enviado em: 12/09/2024 22:39 
Padrão de resposta esperado 
Não, João não perderá a aposentadoria, pois trata-se de Ato Jurídico Perfeito. É o 
ato que se relaciona com uma situação já consumada, isto é, trata-se de um direito 
efetivamente exercido e que produziu efeitos justamente por atender a todos os 
requisitos legais existentes na época. 
A proteção constitucional ao ato jurídico perfeito é uma das formas que o Estado tem 
de manter uma certa estabilidade nas relações jurídicas, fortalecendo um sistema de 
leis que resistem às deliberações e vontades pessoais. 
Portanto, João já incorporou a aposentadoria como condição de seu sustento e não 
perderá o benefício em virtude de novas disposições legais sobre o tema. 
 
1. Qual é a importância de estudar a Lei de Introdução às Normas do Direito 
Brasileiro? 
A. 
Conhecer os fundamentos do Direito Público, pois a LINDB apresenta diretrizes básicas 
para a aplicação das normas desse ramo do Direito. 
 
B. 
Situar-se no tempo e no espaço, pois cada Código é introduzido por uma LINDB, de 
acordo com a matéria que regula. 
 
C.

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