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GASTROENTERITE 
BACTERIANA 
 Agentes Infectoparasitários II
Prof. Dr. Daniel Saito 
Discentes: 
Andressa Fernandes de Souza 
Letícia Pereira do Valle 
Lucas Queiroz de Sousa
Marcela Oliveira de Azevedo 
Sara Beatriz Mota Feitosa Fonte: Canva Pro
Introdução 
Agente Etiológico
Características clínicas 
Fatores de virulência 
Mecanismos de patogenicidade
Vias de transmissão 
Reservatórios naturais 
Epidemiologia 
Diagnóstico 
Tratamento 
Prevenção e controle 
Referencias Bibliográficas 
SUMÁRIO 
Fonte: Canva Pro
INTRODUÇÃO 
O que é Gastroenterite Bacteriana?
Redução da internação de crianças
(menos de 1 ano) por GAE no RS
Lactantes podem desenvolver
quadros de desidratação severa 
Cerca de 600.000 crianças no
mundo (abaixo de 5 anos) morrem
por ano acometidas por
gastroenterite 
Prevalência de internações ocasionadas por diarreia, gastroenterites
e outras doenças infeciosas intestinais em crianças menores de um
ano no Rio Grande do Sul e Santa Maria. Santa Maria/RS, 2018
Fonte: WASUM, F. D.; JANTSCH, L. B.; SILVA, E. D.; RUBERT, R.;
SILVA, Brazilian Journal of Health Review
AGENTE ETIOLÓGICO 
Staphylococcus aureus
Shigella (S. sonnei, S. dysenteriae, 
 S. flexneri e S. boydii)
Campylobacter jejuni
Yersinia enterocolitica 
 Yersinia pseudotuberculosis 
Existem 11 agentes etiológicos para Gastroenterite Bacteriana,
sendo esses:
Clostridium perfringens 
 Clostridium difficile 
Bacilus cereus 
Salmonella 
Escherichia coli
Vibrio chorlerae
AGENTE ETIOLÓGICO 
Aspectos Gerais da Morfologia 
Bacilos Gram-negativos Anaeróbios facultativos 
Salmonella Escherichia coli Vibrio cholerae
Período de incubação:
cerca de 12 a 36 horas
Período de incubação:
cerca de 3 a 8 dias 
Período de incubação:
cerca de 8 a 72 horas
Geralmente móveis Podem ser móveis ou
imóveis 
Apresentam um único
flagelo polar
Fermentadores 
AGENTE ETIOLÓGICO 
Salmonella Escherichia coli Vibrio cholerae
Fonte: TORTORA, 2017; figura 25.10
Vibrio cholerae, a causa do cólera.
Observe a morfologia levemente curva. 
Fonte: BROCK, 2016; Figura 2.34 Pili. O pilus de uma
célula de Escherichia coli, que está realizando
conjugação (uma forma de transferência genética)
com uma segunda célula, é revelado pelos vírus que
se aderiram a ele. As células apresentam cerca de
0,8 mm de largura.
Fonte: BROCK, 2016Imagem 17: BROCK,
Figura 2.33 Fímbrias. Micrografia
eletrônica de uma célula de Salmonella 
 typhi em divisão, revelando flagelos e
fímbrias. Uma única célula exibe largura 
 de aproximadamente 0,9 mm. 
CARACTERÍSTICAS 
CLÍNICAS 
Principais Sintomas
Diarréia (desinteria): pode ser leve a grave
acompanhada de muco ou sangue 
Náuseas e vômitos 
Cólicas abdominais intensas 
Febre (em alguns casos) 
Algumas consequências 
Desidratação 
Perda de peso e de apetite 
Cansaço e Mal-estar 
Fonte: Canva Pro
CARACTERÍSTICAS 
CLÍNICAS 
ESPECÍFICAS
Salmonella 
Apresenta sintomas característicos
(diarreia, cólicas, dor abdominal, náuseas,
vômitos e febre moderada)
Vibrio cholerae
Agente causador da cólera 
Toxina colérica 
Fezes aquosas contendo massas de
muco intestinal e células epiteliais 
Fonte: Canva Pro
Escherichia coli
Elementos genéticos móveis transformam a bactéria E. coli em um patógenos altamente adaptável 
1) E. coli enteropatogênica 
considerada principal causa
de diarreia em países
desenvolvidos e
potencialmente fatal em
lactantes 
2) E. coli enteroinvasiva 
“sinônimo” de Shigella
resulta em inflamação, febre
e desinteria 
4) E. coli entero-hemorrágica
produtoras de toxina Shiga
3) E. coli enteroagregativa
não são invasivas, mas
produzem enterotoxinas
FATORES DE VIRULÊNCIA 
Série de componentes que facilitam a infecção ao hospedeiro,
garantindo sua patogenicidade e tornando-os mais virulentos. 
Fonte: Canva Pro
TORTORA, Gerard J.; FUNKE, Berdell R; CASE, Christine L. Microbiologia. 12 Porto Alegre: Artmed, 2017.
FATORES DE VIRULÊNCIA 
Fonte: Canva Pro
SIERRA-ARGUELLO, Y. M. et al. Identification of pathogenic genes in
Campylobacter jejuni isolated from broiler carcasses and broiler
slaughterhouses. Scientific Reports, v. 11, n. 1, p. 4588, 25 fev. 2021. 
BUDDLE, J. E.; FAGAN, R. P. Pathogenicity and virulence of Clostridioides
difficile. Virulence, v. 14, n. 1, 4 jan. 2023. 
HALE, T. L.; KEUSCH, G. T. Shigella. Disponível em:
. 
FATORES DE VIRULÊNCIA 
Fonte: Canva Pro
ORTEGA, E. et al. Multiple Roles of Staphylococcus
aureus Enterotoxins: Pathogenicity, Superantigenic
Activity, and Correlation to Antibiotic Resistance.
Toxins, v. 2, n. 8, p. 2117–2131, 10 ago. 2010. 
MCDOWELL, R. H.; FRIEDMAN, H. Bacillus Cereus. Disponível
em: . 
YAO, P.; ANNAMARAJU, P. Clostridium Perfringens. Disponível em:
. 
MECANISMOS DE
PATOGENICIDADE
Escherichia coli 
Características gerais:
Endotoxinogênicos (camada de LPS);
Maioria extracelular (toxicidade), exceto
EIEC (invasividade);
Fímbrias para adesão e colonização;
Enterotoxinas baseadas na diversidade
do gênero. colonização da
mucosa 
mensageiros intracelulares bacterianos
estimulados a secretar enterotoxinas
entrada no
citoplasma
hospedeiro e DANO
(ex: formação de
poros)
CROXEN, M. A.; FINLAY, B. B. Molecular mechanisms of Escherichia coli pathogenicity. Nature Reviews Microbiology, v. 8, n. 1, p. 26–38, 7 dez.
2009. 
Fonte: Canva Pro
MECANISMOS DE
PATOGENICIDADEEPEC
Fatores de virulência principais: 
plasmídeo com locus relevantes: LEE (codificante
de mais de 20 toxinas) e EAF (fator de aderência);
Enterotoxinas (ex: MAP, EspC, EspF)
Pilus: adesão e biofilme;
Intimida (proteína do locus LEE);
sistema T3SS.
Interação Tir +
intiminas 
T3SS habilita cascata de
proteínas efetoras para
secrecao de toxinas 
Rearranjo no
citoesqueleto 
Modulação imune 
Diarreia 
Escherichia coli 
CROXEN, M. A.; FINLAY, B. B. Molecular mechanisms of Escherichia coli pathogenicity. Nature Reviews Microbiology, v. 8, n. 1, p. 26–38, 7 dez.
2009. 
EHEC
Fatores de virulência principais: 
Toxina Shigaloide: sintomas de
síndrome hemolítica urêmica 
Sítios gênicos de fímbrias: adesão 
Intimina 
Pedestais: um ganho evolutivo 
MECANISMOS DE
PATOGENICIDADE
CROXEN, M. A.; FINLAY, B. B. Molecular mechanisms of Escherichia coli pathogenicity. Nature Reviews Microbiology, v. 8, n. 1, p. 26–38, 7 dez.
2009. 
EIEC
Fatores de virulência principais: 
MECANISMOS DE
PATOGENICIDADE
Transcitose pelas células M;
Enterotoxinas;
Mecanismos semelhantes à Shigella;
Plasmídeo codificante de T3SS;
Genes OpsF e OspG (resposta
inflamatória); 
Citesqueleto (ausência de flagelo)
CROXEN, M. A.; FINLAY, B. B. Molecular mechanisms of Escherichia coli pathogenicity. Nature Reviews Microbiology, v. 8, n. 1, p. 26–38, 7 dez.
2009. 
ETEC
Fatores de virulência principais: 
EAEC
Patógeno emergente; 
Enterotoxinas shigeloides: Pet, EAST-1
codificadas no plasmídeo;
Capacidade de formação de biofilmes;
Alguns mecanismos de enterotoxinas
ainda não completamente
compreendidos;
Causa mais comum da diarreia dos
viajantes;
Formação de biofilme a partir das
fímbrias;
Toxinas Termolábil (LT) e
Termoestável (ST): perda de
eletrólitos e diarreia subsequente.
CROXEN, M. A.; FINLAY, B. B. Molecular mechanisms of Escherichia coli pathogenicity. Nature Reviews Microbiology, v. 8, n. 1, p. 26–38, 7 dez.
2009. 
MECANISMOS DE
PATOGENICIDADE
CROXEN, M. A.; FINLAY, B. B. Molecular mechanisms of Escherichia coli
pathogenicity. Nature Reviews Microbiology, v. 8, n. 1, p. 26–38, 7 dez. 2009. 
Fatores de virulência principais: 
Sorotipos entéricos a depender dos
fatores de virulência codificados;
Plasmídeos com genes de resistência
antimicrobiana (ex: cat, dhrf7, dhrf14);
Enterotoxina (gene Stn): age de modo
símile ao LT;
 Complexo secretor T3SS;
Fímbrias para formação de biofilme;
Endotoxinas LPS 
Salmonella enterica
DE JONG, H. K. et al. Host–Pathogen Interaction in Invasive Salmonellosis.
PLoS Pathogens, v. 8, n. 10, p. e1002933,maior número de casos por Salmonella foram
respectivamente, sudeste, sul e nordeste, com destaque para Salmonella spp., que prevaleceu entre os 10
agentes etiológicos mais identificados, com 2.756 (33,5 %) dos casos;
Normalmente, a recuperação é completa em alguns dias, porém muitos pacientes continuam a disseminar o
organismo em suas fezes por até 6 meses.
Gastrenterite por Salmonella
TORTORA, Gerard J.; FUNKE, Berdell R; CASE, Christine L. Microbiologia. 12 Porto Alegre: Artmed, 2017, 935 p. TRUNFIO, M. et al. Concurrent
and subsequent co-infections of Clostridioides difficile colitis in the era of gut Microbiota and expanding treatment options. Microorganisms, v.
10, n. 7, p. 1275, 2022.
EPIDEMIOLOGIA
Em 22 de maio de 2011, a Alemanha relatou à Comunidade Europeia um aumento significativo no número
de pacientes com diarréia sanguinolenta causada por STEC e SHU. A investigação começou em 24 de maio.
No dia 27 de maio, foi emitido o primeiro alerta pela Rede Internacional de Autoridades em Inocuidades de
Alimentos – na qual o Brasil é representado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA);
Até 3 de junho, foram registrados 1.816 casos de infecção pela E. coli, com 18 mortes – de acordo com o
escritório regional da Organização Mundial da Saúde (OMS) na Europa. A Alemanha contabiliza 17 óbitos e
concentra 95% das infecções, com 1.213 casos;
Em 2019, ocorreu um surto em uma creche no estado do Espirito Santo com 22 pessoas atingidas e 1 óbito
registrado. Segundo a Vigilância Epidemiológica, o patotipo identificado continha o gene stx2
demonstrando a presença da E. coli STEC/EHEC
Gastrenterite por Escherichia coli
TORTORA, Gerard J.; FUNKE, Berdell R; CASE, Christine L. Microbiologia. 12 Porto Alegre: Artmed, 2017, 935 p. TRUNFIO, M. et al. Concurrent
and subsequent co-infections of Clostridioides difficile colitis in the era of gut Microbiota and expanding treatment options. Microorganisms, v.
10, n. 7, p. 1275, 2022.
Casos não tratados de cólera podem apresentar uma mortalidade de
cerca de 50%, embora com o tratamento de suporte adequado
normalmente seja inferior a 1% nos dias de hoje;
Os surtos de cólera em países desenvolvidos são limitados devido aos
altos padrões de saneamento;
Um exemplo de como esse quadro pode mudar rapidamente foi
ilustrado em 2010, quando a nação caribenha do Haiti vivenciou um
terremoto que prejudicou severamente a maior parte do fornecimento
de água e outros sistemas, provocado um surto de cólera.
EPIDEMIOLOGIA
Vibrio Cholarae
TORTORA, Gerard J.; FUNKE, Berdell R; CASE, Christine L. Microbiologia. 12 Porto Alegre: Artmed, 2017, 935 p.
TRUNFIO, M. et al. Concurrent and subsequent co-infections of Clostridioides difficile colitis in the era of gut
Microbiota and expanding treatment options. Microorganisms, v. 10, n. 7, p. 1275, 2022.
EPIDEMIOLOGIA
EPIDEMIOLOGIA
Febre tifoide
Causada pelo sorotipo mais virulento da Salmonella, S typhi;
Portadores crônicos abrigam o patógeno na vesícula biliar e continuam a disseminar as bactérias por vários
meses;
O exemplo clássico de um portador de febre tifoide foi Mary Mallon, também conhecida como Mary Tifoide.
Ela trabalhava como cozinheira no Estado de Nova York, no início do século XX, e foi responsável por vários
surtos de febre tifoide e três óbitos.
TORTORA, Gerard J.; FUNKE, Berdell R; CASE, Christine L. Microbiologia. 12 Porto Alegre: Artmed, 2017, 935 p.
TRUNFIO, M. et al. Concurrent and subsequent co-infections of Clostridioides difficile colitis in the era of gut
Microbiota and expanding treatment options. Microorganisms, v. 10, n. 7, p. 1275, 2022.
EPIDEMIOLOGIA
DIAGNÓSTICO
Em princípio, salienta-se que o isolamento de salmonelas e de outras
enterobactérias patogênicas está na dependência direta de uma coleta e na
conservação correta das fezes até a execução das atividades laboratoriais;
Para o desenvolvimento dessa tarefa, devem ser utilizados esquemas contendo
meios de enriquecimento e seletivos-indicadores;
O ágar MacConkey é um meio seletivo, diferencial e de enumeração
empregado no isolamento e diferenciação de enterobactérias, as características
diferenciais são a não produção de gás e a ausência de H2S.
Febre tifoide
TORTORA, Gerard J.; FUNKE, Berdell R; CASE, Christine L. Microbiologia. 12 Porto Alegre: Artmed, 2017, 935 p.
TRUNFIO, M. et al. Concurrent and subsequent co-infections of Clostridioides difficile colitis in the era of gut
Microbiota and expanding treatment options. Microorganisms, v. 10, n. 7, p. 1275, 2022.
DIAGNÓSTICO
DIAGNÓSTICO
O diagnóstico geralmente depende do isolamento do patógeno a
partir de fezes do paciente ou de restos de alimento;
O isolamento requer meio especializado seletivo e diferencial, esses
métodos são relativamente lentos;
Além disso, o pequeno número de Salmonella geralmente
encontrado nos alimentos representa um problema especial na
detecção.
Gastrenterite por Salmonella
TORTORA, Gerard J.; FUNKE, Berdell R; CASE, Christine L. Microbiologia. 12 Porto Alegre: Artmed, 2017, 935 p.
TRUNFIO, M. et al. Concurrent and subsequent co-infections of Clostridioides difficile colitis in the era of gut
Microbiota and expanding treatment options. Microorganisms, v. 10, n. 7, p. 1275, 2022.
DIAGNÓSTICO
Os médicos podem obter uma amostra de fezes ou usar um esfregaço para obter amostra do reto.
 Ela é enviada a um laboratório, onde a bactéria da cólera, se presente, pode ser cultivada. Identificar o
Vibrio cholerae na amostra confirma o diagnóstico. 
As espécies de víbrio possuem a capacidade de fermentar a sacarose quando inoculados em Ágar
Tiossulfato Citrato Sais de Bile (TCBS). Elas são identificadas pela coloração amarela das colônias (Sacarose
positiva), já as que não fermentam a sacarose são macroscopicamente identificadas pela coloração verde
(Sacarose negativa). 
Vibrio Cholarae
MENDES, E. S.; MENDES, P. P.; GÓES, L. M. N. B.; BEZERRA, S. S.; VIEIRA, K. P. B. A. Os víbrios na MONTERO, D. A. et al. Vibrio cholerae,
classification, pathogenesis, immune response, and trends in vaccine development. Frontiers in Medicine, v. 10, p. 1155751-1155751, 1
jan. 2023. 
MENDES, E. S.; MENDES, P. P.; GÓES, L. M. N. B.; BEZERRA, S. S.; VIEIRA, K. P. B. A. Os víbrios na MONTERO, D. A. et al. Vibrio cholerae,
classification, pathogenesis, immune response, and trends in vaccine development. Frontiers in Medicine, v. 10, p. 1155751-1155751, 1
jan. 2023. 
DIAGNÓSTICO
São obtidas amostras de sangue, fezes, urina, ou outro material infectado e enviadas para um laboratório
para fazer cultura das bactérias. Identificar a bactéria em uma amostra confirma o diagnóstico.
Um método padrão consiste na utilização de meios que diferenciem essas bactérias pela sua incapacidade
de fermentar o sorbitol.
Todas as colônias sorbitol-negativas devem ser posteriormente testadas por um processo chamado de
eletroforese em gel de campo pulsado (PFGE, de pulsed-field gel electrophoresis), uma técnica de
fingerprinting de DNA que realiza a subtipagem de bactérias.
Devido à atenção que esse patógeno tem atraído, os pesquisadores vêm trabalhando, com certo sucesso,
no desenvolvimento de métodos rápidos para sua detecção em alimentos, sem a necessidade de utilizar
métodos de cultura muito demorados.
Escherichia coli
TORTORA, Gerard J.; FUNKE, Berdell R; CASE, Christine L. Microbiologia. 12 Porto Alegre: Artmed, 2017, 935 p.
TRUNFIO, M. et al. Concurrent and subsequent co-infections of Clostridioides difficile colitis in the era of gut
Microbiota and expanding treatment options. Microorganisms, v. 10, n. 7, p. 1275, 2022.
Colônias
fermentadoras de
lactose
ROSA
Colônias não
fermentadoras de
lactose
SEM COR
TRATAMENTO
1- REIDRATAÇÃO ORAL
2-RECOMENDAÇÕES DIETETICAS
3-TRATAMENTO FARMACOLÓGICO
4-ANTI-EMÉTICOS
LIMA, ROSA MARIA.DIAS, JORGE AMIL.GASTROENTERITE AGUDA. NASCER E CRESCER REVISTA DO HOSPITAL DE CRIANÇAS MARIA PIA,
N.2,V19,P.88-90.BRASIL, 2010
Fonte: Canva Pro
TRATAMENTO
5- ANTI-PERISTALTICOS
6-ANTI-SECRETÓRIOS
7-MICRONUTRIENTES8- ANTIBIÓTICOS
9- PROBIOTICOS
LIMA, ROSA MARIA.DIAS, JORGE AMIL.GASTROENTERITE AGUDA. NASCER E CRESCER REVISTA DO HOSPITAL DE CRIANÇAS MARIA PIA,
N.2,V19,P.88-90.BRASIL, 2010
Fonte: Canva Pro
TRATAMENTO
Escherichia coliEscherichia coli
Escherichia coli Escherichia coli O157:H7O157:H7 
CASE, TORTORA FUNKE. MICROBIOLOGIA. ARTMED EDITORA.12ED.,P726.BRASIL,2017
REIDRATAÇÃO INTRA-VENOSA,
MONITORAMENTO DE ELETRÓLITOS
SÉRICOS
REIDRATAÇÃO ORAL
QUINOLONAS; CEFALOSPORINAS
 
Salmonella entericaSalmonella enterica
 reidratação oral
Salmonella thypiSalmonella thypi
Fonte: Canva Pro
TRATAMENTO
Vibrio parahae-Vibrio parahae-molyticusmolyticus
REIDRATAÇÃO E ANTIBIÓTICOS
REIDRATAÇÃO, DOXICICLINA
Shigella spp.Shigella spp.
Quinolonas
Vibrio choleraeVibrio cholerae o:1 e o:139 o:1 e o:139
CASE, TORTORA FUNKE. MICROBIOLOGIA. ARTMED EDITORA.12ED.,P726.BRASIL,2017
Fonte: Canva Pro
TRATAMENTO
Campylobacter Campylobacter jejunijejuni
Helicobacter Helicobacter pyloripylori
ERITROMICINA OU CIPROFLOXACINA 
AMOXICILINA E METRONIDAZOL, E COM SAIS DE BISMU-
TO (PEPTO-BISMOL), TETRACICLINA 
LEVINSON, WARREN. MICROBIOLOGIA MÉDICA E IMUNOLOGIA.ARTMED EDITORA.10 ED. P.152-153.PORTO ALEGRE, BRASIL, 2011
CLOSTRIDIUM DIFFICILECLOSTRIDIUM DIFFICILE
METRONIDAZOL, VANCOMICINA
CASE, TORTORA FUNKE. MICROBIOLOGIA. ARTMED EDITORA.12ED.,P726.BRASIL,2017
Fonte: Canva Pro
PREVENÇAO E CONTROLE
1-LAVAR AS MÃOS FREQUENTEMENTE, PRINCIPALMENTE ANTES DE SE ALIMENTAR E APÓS O USO DO1-LAVAR AS MÃOS FREQUENTEMENTE, PRINCIPALMENTE ANTES DE SE ALIMENTAR E APÓS O USO DO
BANHEIROBANHEIRO
2-LAVAR ALIMENTOS, PRINCIPALMENTE FRUTAS E VERDURAS COM HIPOCLORITO ANTES DE CONSUMI-LOS2-LAVAR ALIMENTOS, PRINCIPALMENTE FRUTAS E VERDURAS COM HIPOCLORITO ANTES DE CONSUMI-LOS
3- NÃO CONSUMIR CARNER CRUAR, EVITAR MAL PASSADAS.3- NÃO CONSUMIR CARNER CRUAR, EVITAR MAL PASSADAS.
4- EVITAR CONTATO COM4- EVITAR CONTATO COM ÁGUAS DE ESGOTO,OU QUALQUER OUTRA FONTE CONTAMINADA COMOÁGUAS DE ESGOTO,OU QUALQUER OUTRA FONTE CONTAMINADA COMO
AGUAS DE VALÕESAGUAS DE VALÕES
MARINHO, ROBSON DOS SANTOS SOUZA. PINTO, ANA MARIA VIANA. ENTENDENDO E PREVININDO A GASTROENTERITE. DEPARTAMENTO DE MICROBIOLOGIA E PARASITOLOGIA DA
UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE.BRASIL,2017. DISPONÍVEL EM: >HTTPS://PATRIMONIO.UFF.BR/WP-CONTENT/UPLOADS/SITES/204/2017/11/CARTILHA-SOBRE-GASTROENTERITE-
PARA-DIVULGA%C3%A7%C3%A3O.PDF. Acesso em: 12 jun. 2024. 
BUDDLE, J. E.; FAGAN, R. P. Pathogenicity and virulence of Clostridioides difficile. Virulence, v. 14, n. 1, 4 jan. 2023. carcinicultura.
Revista Panorama da Aquicultura, p. 26-29, set.-out. 2005). 
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CROXEN, M. A.; FINLAY, B. B. Molecular mechanisms of Escherichia coli pathogenicity. Nature Reviews Microbiology, v. 8, n. 1, p.
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EQUIPE. Staphylococcus aureus em produtos lácteos. Disponível em: . Acesso em: 12
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HALE, T. L.; KEUSCH, G. T. Shigella. Disponivel em: . Disponível em:
. Acesso em: 14 jun. 2024. 
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YAO, P.; ANNAMARAJU, P. Clostridium Perfringens. Disponível em: .8- ANTIBIÓTICOS
9- PROBIOTICOS
LIMA, ROSA MARIA.DIAS, JORGE AMIL.GASTROENTERITE AGUDA. NASCER E CRESCER REVISTA DO HOSPITAL DE CRIANÇAS MARIA PIA,
N.2,V19,P.88-90.BRASIL, 2010
Fonte: Canva Pro
TRATAMENTO
Escherichia coliEscherichia coli
Escherichia coli Escherichia coli O157:H7O157:H7 
CASE, TORTORA FUNKE. MICROBIOLOGIA. ARTMED EDITORA.12ED.,P726.BRASIL,2017
REIDRATAÇÃO INTRA-VENOSA,
MONITORAMENTO DE ELETRÓLITOS
SÉRICOS
REIDRATAÇÃO ORAL
QUINOLONAS; CEFALOSPORINAS
 
Salmonella entericaSalmonella enterica
 reidratação oral
Salmonella thypiSalmonella thypi
Fonte: Canva Pro
TRATAMENTO
Vibrio parahae-Vibrio parahae-molyticusmolyticus
REIDRATAÇÃO E ANTIBIÓTICOS
REIDRATAÇÃO, DOXICICLINA
Shigella spp.Shigella spp.
Quinolonas
Vibrio choleraeVibrio cholerae o:1 e o:139 o:1 e o:139
CASE, TORTORA FUNKE. MICROBIOLOGIA. ARTMED EDITORA.12ED.,P726.BRASIL,2017
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TRATAMENTO
Campylobacter Campylobacter jejunijejuni
Helicobacter Helicobacter pyloripylori
ERITROMICINA OU CIPROFLOXACINA 
AMOXICILINA E METRONIDAZOL, E COM SAIS DE BISMU-
TO (PEPTO-BISMOL), TETRACICLINA 
LEVINSON, WARREN. MICROBIOLOGIA MÉDICA E IMUNOLOGIA.ARTMED EDITORA.10 ED. P.152-153.PORTO ALEGRE, BRASIL, 2011
CLOSTRIDIUM DIFFICILECLOSTRIDIUM DIFFICILE
METRONIDAZOL, VANCOMICINA
CASE, TORTORA FUNKE. MICROBIOLOGIA. ARTMED EDITORA.12ED.,P726.BRASIL,2017
Fonte: Canva Pro
PREVENÇAO E CONTROLE
1-LAVAR AS MÃOS FREQUENTEMENTE, PRINCIPALMENTE ANTES DE SE ALIMENTAR E APÓS O USO DO1-LAVAR AS MÃOS FREQUENTEMENTE, PRINCIPALMENTE ANTES DE SE ALIMENTAR E APÓS O USO DO
BANHEIROBANHEIRO
2-LAVAR ALIMENTOS, PRINCIPALMENTE FRUTAS E VERDURAS COM HIPOCLORITO ANTES DE CONSUMI-LOS2-LAVAR ALIMENTOS, PRINCIPALMENTE FRUTAS E VERDURAS COM HIPOCLORITO ANTES DE CONSUMI-LOS
3- NÃO CONSUMIR CARNER CRUAR, EVITAR MAL PASSADAS.3- NÃO CONSUMIR CARNER CRUAR, EVITAR MAL PASSADAS.
4- EVITAR CONTATO COM4- EVITAR CONTATO COM ÁGUAS DE ESGOTO,OU QUALQUER OUTRA FONTE CONTAMINADA COMOÁGUAS DE ESGOTO,OU QUALQUER OUTRA FONTE CONTAMINADA COMO
AGUAS DE VALÕESAGUAS DE VALÕES
MARINHO, ROBSON DOS SANTOS SOUZA. PINTO, ANA MARIA VIANA. ENTENDENDO E PREVININDO A GASTROENTERITE. DEPARTAMENTO DE MICROBIOLOGIA E PARASITOLOGIA DA
UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE.BRASIL,2017. DISPONÍVEL EM: >HTTPS://PATRIMONIO.UFF.BR/WP-CONTENT/UPLOADS/SITES/204/2017/11/CARTILHA-SOBRE-GASTROENTERITE-
PARA-DIVULGA%C3%A7%C3%A3O.PDF< ACESSO EM: 11/06/2024 AS 20:20 HORAS
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