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GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DO PARÁ SECRETARIA ADJUNTA DE ENSINO DIRETORIA DA DIVERSIDADE E INCLUSÃO COORDENADORIA DE EDUCAÇÃO DO CAMPO, DAS ÁGUAS E DAS FLORESTAS GUIA PEDAGÓGICO DO ENSINO MÉDIO REGULAR CAMPO - NEM CAMPO SEDUC/SAEB/DDI/CECAF 2025 GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DO PARÁ SECRETARIA ADJUNTA DE ENSINO DIRETORIA DA DIVERSIDADE E INCLUSÃO COORDENADORIA DE EDUCAÇÃO DO CAMPO, DAS ÁGUAS E DAS FLORESTAS - Equipe de trabalho da Coordenadoria da Educação do Campo, das Águas e das Florestas (CECAF): NOME/FUNÇÃO 1- Joana Machado /Coordenadora da CECAF 2- Silviane Miranda / Técnica de Referência Representante da Área Técnica 3- Célia Sousa / Técnica de Referência em Assuntos Educacionais 4- Dorilene Melo /Técnica de Referência em Assuntos Educacionais 5- Josiane Oliveira/Técnica de Referência em Assuntos Educacionais 1- APRESENTAÇÃO: Chão Nosso-Gustavo Garcia Palermo Das três coisas que me mantém vivo água, comida e chão faço dela vinho dela pão e dele revolução da água embebedo da comida enfarto do chão revolto o pedaço que é meu que é nosso é nosso exijo, reclamo é nosso (...) o feijão brotado da lama adubado de suor e sangue adubado de luta exijo, repito, determino o chão a revolta a água a liberdade o grão é nosso inteiramente nosso! Os versos que iniciam a composição do presente documento dão conta exatamente do princípio fundante da Educação do Campo, a coletividade, que transgride o paradigma da disputa, da segregação e possibilita a construção e reconstrução de paradigmas outros pautados nas experiências sociais e históricas dos sujeitos do campo como prática pedagógica. O presente documento busca refletir esse fazer coletivo na medida em que parte das experiências construídas, dialogadas, exigidas dos movimentos sociais, pautando inclusive seu campo epistêmico que foca o direito a terra e ao território, à luta e o trabalho como princípios educativos, a agroecologia pautando o modo de vida no campo, nas águas e nas floresta, a economia de base comunitária e o bem viver. Neste contexto de lutas e conquistas, a educação do campo, constituiu-se em uma ação estratégica para a emancipação e a cidadania de todos os sujeitos que vivem ou trabalham no campo. Colocando-se no contraponto do modelo de educação rural que se configura como instrumento de reprodução e expansão de uma estrutura agrária concentradora, onde os trabalhadores rurais e suas práticas são vistos como improdutivos ou atrasados, e seus territórios são tidos como inexistentes porque não são entendidos como territórios de vida. Além do campo ser visto como espaço de continuidade das tecnologias e da educação urbana, inapropriadas com a realidade dos sujeitos, sem levar em conta as suas especificidades. Nessa perspectiva, o paradigma da educação do campo concebe o campo como espaço de vida e resistência, onde 3 camponeses lutam pelo acesso à terra e pela oportunidade de permanecer nela. Concebe também a diversidade dos sujeitos sociais – agricultores, assentados, ribeirinhos, caiçaras, extrativistas, pescadores, indígenas, remanescentes de quilombos, todos os povos do campo brasileiro. Enfim, é importante que a educação no campo se coloque na luta pelos direitos: direito ao saber, ao conhecimento, à cultura produzida socialmente, Arroyo, Caldart, Molina (2004) considerando a educação como direito do homem, da mulher, da criança, do jovem do campo. Portanto, é de fundamental importância a educação pensar o desenvolvimento local sustentável levando em conta os aspectos da diversidade, da situação histórica particular de cada comunidade, os recursos disponíveis, as expectativas, os anseios dos sujeitos que vivem no campo. Neste sentido, a Secretaria de Estado de Educação através da Coordenadoria de Educação do Campo, das Águas e das Florestas -CECAF, na urgência de implementar políticas públicas em Educação do Campo no Estado do Pará, apresenta esta organização curricular para o atendimento do Ensino Médio Campo, como uma resposta às demandas do movimento social do campo e aos desafios das diversas realidades educacionais do campo paraense, numa perspectiva que atenda as necessidades dos povos e populações do campo. O Curso é fruto de um amplo processo de diálogos e reflexões entre diferentes atores sociais, cujo propósito é efetivar a política educacional estadual com base nas Diretrizes Operacionais para Educação Básica das Escolas do campo (Resolução nº01/2002 do CNE/CEB), buscando estabelecer diretrizes pedagógicas e curriculares para o atendimento diferenciado a população do campo paraense, considerando os múltiplos territórios camponeses, florestais e das águas do Estado, compreendendo as necessidades socioculturais e a formação integral dos sujeitos. 2- JUSTIFICATIVA: Um dos grandes desafios de se pensar uma escola do campo consiste em entender que esta escola não pode estar desvinculada das dinâmicas, modos e saberes das comunidades, o que nos provoca, enquanto, Secretaria de Estado de Educação a pensar e fazer uma escola a partir do projeto educativo dos sujeitos do campo, ou seja, trazer para a escola matrizes pedagógicas ligadas às práticas sociais dos territórios e comunidades rurais, combinar estudo com trabalho, com cultura, com a organização coletiva, enfim, pensar uma proposta educativa a partir do lugar e dos seus sujeitos. Neste sentido, a SEDUC/PA, atenta às demandas sociais e ao crescentes debates em torno da valorização e elevação da qualidade de vida dos povos e populações rurais, desafia-se à construção de um projeto educacional com foco no desenvolvimento socioeconômico e referencialmente sustentável, motivo pelo qual justifica-se a presente Organização Curricular com vista a possibilitar aos educandos e educandas do campo, das Águas e das florestas da Amazônia Paraense, uma inserção qualificada na proposição de um projeto de território autônomo e produtivo de base Agroecológica, fundamentalmente que priorize a produção familiar, o sistema de cooperativas de produção, visando manter o sentido do trabalho coletivo e solidário na produção agrícola (Blanc, 2009, p.109). Importa destacar que a presente dinâmica coaduna-se com os eixos norteadores do Plano de Bioeconomia do Pará que reorienta o desenvolvimento socioeconomico sob a perspectiva da bioeconomia pautada nas soluções baseada na natureza, com valorização do conhecimento e dos sistemas de produção tradicionais, aliado a conservação ambiental, a pesquisa e inovação para a produção da biodiversidade amazônica* (Plano de Bioeconomia do Pará,2022, p..08), bem como as proposições do Documento Curricular do Estado do Pará para o Novo Ensino Médio, o qual prima pela Formação Humana Integral das Juventudes do Campo, das Águas e das Florestas, por meio de uma organização curricular, que busca integrar a base propedêutica das áreas do conhecimento - Linguagens e suas tecnologias, Matemática e suas tecnologias, Ciências Naturais e suas tecnologias, Ciências Humanas e Sociais, aplicadas com a dimensão na formação no mundo do trabalho por meio de arranjos metodológicos ancorados aos princípios da Pedagogia da Alternância que consiste numa metodologia de organização do ensino que conjuga diferentes experiências formativas distribuídas ao longo de tempos e espaços distintos, tendo como finalidade a qualificação social e profissional do estudante. Visto que prima pela interação do educando que vive no campo e a realidade que ele vivencia em seu cotidiano, de forma a promover constante troca de conhecimentos entre o seu ambiente de vida e trabalho com o escolar. Tal pressuposto evidencia a importância de dar centralidade às formas de organização, modos, culturas,Pratica. São Paulo: ATLAS, 2009. MENEZES, M. T. Economia solidária: elementos para uma crítica marxista. Rio de Janeiro: GRAMMA, 2007. PINTO, João Roberto Lopes. Economia solidária: de volta à arte da associação. Porto Alegre, RS: Editora da UFRGS, 2006. BERNARDI, L.A. Manual de Empreendedorismo e Gestão. 2ª Edição. Editora Atlas. 2012. DORNELAS, J.C.A. Empreendedorismo Corporativo. 2ª Edição. Editora Campus. 2008. LEMES JÚNIOR, A.B.; RÊGO, C.M.; CHEROBIM, A.P.M.S. Administração Financeira - Princípios, Fundamentos e Práticas Brasileiras. Editora Campus. 2010. PEREIRA, L.P. Crédito Rural e Cooperativismo. 2ª Edição. Editora Juruá. 2012. RECH, D. 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ENSINO MÉDIO CAMPO COM O 5º ITINERÁRIO COMPONENTE CURRICULAR: Sistema de Cultivo e Beneficiamento dos Produtos Agroecológicos I: Culturas Olerícolas e de Ciclo Curto C.H: 50 Horas Ementa: ● Introdução ao estudo da olericultura; ● Planejamento e instalação de hortas. ● Culturas de importância agrícola regional. ● Sementes de hortaliças. ● Semeadura direta e indireta. ● Produção de mudas. Substratos. ● Transplante de hortaliças. ● Enxertia. Calendário de plantio. ● Sazonalidade. ● Hortaliças herbáceas, frutos, tuberosas e condimentos. ● Preparo e manejo do solo. ● Plantio. ● Correção e fertilização do solo. ● Nutrição das plantas, manejo de ervas espontâneas, manejo de organismos nocivos e benéficos aos cultivos. ● Manejo de habitat. ● Consórcios. ● Rotação de cultivos. ● Colheita, limpeza, beneficiamento, armazenamento e transporte. Importância socioeconômica das culturas anuais. ● Sistema de produção das principais culturas anuais exploradas na região sob uma abordagem agroecológica de produção. ● Domínio das técnicas de base ecológica envolvidas desde o preparo do solo até a colheita, controle agroecológico de plantas daninhas, pragas e doenças das culturas comerciais de interesse agrícola na região. Bibliografia: SILVA, Antonio Carlos Ferreira da; PERUCH, Luiz Augusto Martins; LUCIETTI, Donato; TEIXEIRA, Edson Borba; MARCHESI, Darlan Rodrigo. Produção orgânica de hortaliças no litoral sul catarinense. Florianópolis, SC: EPAGRI, 2013. 204 p. (Epagri. Boletim Didático 88). SILVA, Antonio Carlos Ferreira da; BRUNA, Emilio Della. Cultive uma horta e um pomar orgânico: sementes e mudas para preservar a biodiversidade. Florianópolis, SC: EPAGRI, 2009. 319 p. FIRPO, Jorge; CUCHMAN, Anibal; RIQUELME, Hugo; PADILHA, Rivarol. Huerta Orgánica: herramienta para la educación y el desarollo. 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Fundamentos de Ciência e Tecnologia de Alimentos. Editora Manole BATALHA, Mário Otávio. Gestão Agroindustrial: GEPAI: Grupo de Estudos e Pesquisas Agroindustriais – Volume 1. 2a. Edição – São Paulo: Atlas, 2001. BATALHA, Mário Otávio. Gestão Agroindustrial: GEPAI: Grupo de Estudos e Pesquisas Agroindustriais – Volume 2. 3a. Edição – São Paulo: Atlas, 2001. CHITARRA, M. I. F.; CHITARRA, A. B. Pós-colheita de frutas e hortaliças: fisiologia e manuseio. 2.ed. Lavras: UFLA, 2005. 783p. ALVARENGA, A.L.B.; SARANTOPOULOS, C.I.G.L.; TOLEDO, J.C. et al. Processamento mínimo de frutas e hortaliças: tecnologia, qualidade e sistema de embalagem. Embrapa, 2011. 144p. MORETTI C. L. Manual de Processamento Mínimo de Frutas e Hortaliças. SEBRAE/EMBRAPA, 2007. ASSIS, R. L.; ROMEIRO, A. R. Agroecologia e agricultura orgânica: controvérsias tendências. Desenvolvimento e Meio Ambiente, n. 6, p. 67-80, jul./dez. 2002. AZAMBUJA, S. Representações e práticas socioambientais: o caso dos agricultores ecologistas da AECIA. 2005. Dissertação (Mestrado em Desenvolvimento rural) - Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Rural, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2005. 32 33 ENSINO MÉDIO CAMPO COM O 5º ITINERÁRIO COMPONENTE CURRICULAR: Sistema de Cultivo e Beneficiamento dos Produtos Agroecológicos II: Fruticultura, Plantas Medicinais, Condimentares e Aromáticas C.H: 50 Horas Ementa: ●Importância da fruticultura. ● Aspectos socioeconômicos e edafo-climáticos das frutíferas regionais.. ● Itinerário técnico com enfoque agroecológico (preparo da área; plantio; tratos culturais; colheita, beneficiamento e armazenamento). Importância e características das frutíferas regionais. Propagação de plantas frutíferas (sexuada e assexuada). ● Poda das plantas frutíferas. ● Definição de plantas medicinais, condimentares e aromáticas e o seu valor terapêutico e principais usos. ● Histórico do uso das plantas medicinais no Brasil e sua distribuição geográfica. ● Nomenclatura botânica, classificação e identificação de plantas medicinais. ● Aspectos agronômicos: fatores climáticos na produção de princípios ativos. ● Implantação e manejo de hortas e cultivo, colheita e armazenamento de plantas medicinais condimentares e aromáticas. ● Fitoquímica e química de plantas medicinais. ● Manipulação de produtos naturais. ● Produção orgânica de plantas medicinais condimentares e aromáticas. ● Qualidade dos alimentos. Controle de qualidade. Higiene agro-industrial. Legislação agro-industrial. Agregação de valor pela agroindustrialização. Educação Alimentar e Nutricional. Agroindústria familiar e produção orgânica de alimentos. Métodos de conservação e processamento de alimentos. ● Boas práticas de fabricação e manipulação de alimentos. Bibliografia: FACHINELLO, J. C.; HOFFMANN, A.; NACHTIGAL, J. C. Propagação de Plantas Frutíferas. Brasília: EMBRAPA, 2005. MARTINS, L. Fruteiras nativas do Brasil e exóticas. Campinas: CATI, 2002. EMBRAPA. Centro Nacional de Pesquisa de Mandioca e Fruticultura Tropical (Cruz das Almas, BA) A Cultura do mamão. 1994. 80 p. (Embrapa-SPI. Coleção plantar, 17). EMBRAPA. Centro Nacional de Pesquisa de Mandioca e Fruticultura Tropical (Cruz das Almas, BA) A Cultura do maracujá. Brasília: Embrapa-SPI, 1994. 76 p. (Embrapa-SPI. Coleção plantar, 13). PENTEADO, S. R. Fruticultura orgânica. Viçosa: Aprenda Fácil Editora, 2004. NEVES, L. C. Manual pós colheita da fruticultura brasileira. Londrina: Eduel, 2009. PENTEADO, S. R. Enxertia e poda de fruteiras. Campinas: Edição Do Autor, 2007. GOMES, R. P. Fruticultura brasileira. São Paulo: Nobel, 2007. SIMÃO, S. Tratado de Fruticultura. 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Dissertação (Mestrado em Desenvolvimento rural) - Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Rural, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2005. 34 ENSINO MÉDIO CAMPO COM O 5º ITINERÁRIO COMPONENTE CURRICULAR: Manejo agroecológico de Pequenos animais C.H: 50 Horas Ementa: ● Importância da criação de pequenos animais na agricultura familiar. ● Escrituração zootécnica. ● Origem e caracterização de animais de pequeno porte (abelhas, peixes, coelhos, codornas, aves de corte, aves de postura e suínos). ● Sistemas de criação, instalação e Beneficiamento da produção agroecológica. ● Bem-estar e ambiência animal. ● Conceitos básicos sobre sanidade e higiene animal. ● Introdução ao uso da fitoterapia e homeopatia na produção animal. ● Introdução às Construções Rurais. ● Materiais e técnicas de construção. ● Planejamento geral das edificações e instalações. ● Desenho técnico arquitetônico. ● Principais instalações e benfeitorias para fins rurais. ● Beneficiamento Bibliografia: ALBINO, L.F.T. 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ENSINO MÉDIO CAMPO COM O 5º ITINERÁRIO COMPONENTE CURRICULAR: Manejo agroecológico de Médios e Grandes animais C.H: 50 Horas Ementa: ● Importância da criação de médios e grandes animais na agricultura familiar. ● Escrituração zootécnica. ● Origem e caracterização de animais de médio e grande porte. ● Sistemas de criação e instalação para a produção agroecológica. ● Bem-estar e ambiência animal. ● Conceitos básicos sobre sanidade e higiene animal. ● Introdução ao uso da fitoterapia e homeopatia na produção animal. ● Introdução às Construções Rurais. ● Materiais e técnicas de construção. Planejamento geral das edificações e instalações. ● Desenho técnico arquitetônico ● Principais instalações e benfeitorias para fins rurais. Bibliografia: MARQUES, J.R.F. Criação de búfalos. Brasília, DF: EMBRAPA-CPATU, 1998. PIRES, A.V. Bovinocultura de Corte - Piracicaba: FEALQ, 2 volumes, 2010, 1510p. RIBEIRO, S.D.A. Caprinocultura: criação racional de caprinos. São Paulo: Nobel, 1998. MARTIN, L.C.T. Bovinos: volumosos suplementares: métodos de conservação de forragem, formação e uso de capineiras, aproveitamento de resíduos agroindustriais. São Paulo: Nobel, 1997. MDIC. Estudo de mercado externo de produtos derivados da ovinocaprinocultura. Passo Fundo, RS: Méritos, 2010. PEIXOTO, A. M; MOURA, J.C; FARIA, V.P. Bovinocultura leiteira: fundamentos da exploração racional. Piracicaba, SP: FEALQ, 2000. PEIXOTO, A.M; MOURA, J.C; FARIA, V.P. Nutrição de bovinos: conceitos básicos e aplicados. Piracicaba, SP: FEALQ, 1995. SOARES, E.S. Orientações técnicas para produção de leite de cabra em sistema orgânico. Petrolina, Embrapa Semiárido, 2010. ABREU, Urbano Gomes Pinto; LOPES, Paulo Sávio. Análise de Sistemas de Produção Animal. Bases Conceituais. Corumbá: Embrapa Pantanal, 2005. ANDRIGUETO, J. M. (Ed.) Nutrição animal. 4. ed. São Paulo: Nobel. v.1, 986. DEL-CLARO, K. Comportamento Animal. Uma introdução à ecologia comportamental. 1. ed. Jundiaí: Livraria Conceito, 2004. v. 1. 132 p FIGUEIREDO, E. A. P. Pecuária e agroecologia no Brasil. Cadernos de Ciência e Tecnologia -Embrapa, Brasília-DF, v. 19, n. 2, p. 235-265, 2002. SOUZA, G.N.; MOREIRA, E.C.; RISTOW, P. et al. Formas de exploração do rebanho caprino no Estado do Rio de Janeiro, 1998/2000. Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia, v.54, n.2, 2002 EMBRAPA. Orientações técnicas para o produtor de leite. Coronel Pacheco, MG: Centro Nacional de Pesquisa de Leite, 1990. 22p. FONSECA, D.M.; MARTUSCELLO, J.A. Plantas forrageiras. 1 ed. Viçosa: UFV, 2010. 537p LANA, R. Nutrição e alimentação animal (mitos e realidades). 1 ed. Viçosa: UFV, 2005. 344 LEAL, T.C. Doma racional. Rio Grande Sul, RS: Ed. Livraria e Editora Agropecuária. 1996. 86p. TORRES, A.P.; JARDIM W. R. Criação do cavalo e de outros equídeos. São Paulo, SP: Ed. Nobel, 3 ed. 1992. 654p. SOARES, J.P.G.; AROEIRA, L.J.M.; FONSECA, A.H.F.; FAGUNDES, G.M.; SILVA, J.B. Produção orgânica de leite: desafios e perspectivas. In: SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE BOVINOCULTURA LEITEIRA, 2011, Viçosa. Anais... Viçosa: Suprema Gráfica e Editora, 2011. v. 1, p. 13-43. SOBRINHO, A.G.S. et al. Criação de ovinos. 3.ed. São Paulo: FUNEP, 2006. 302p. RIBEIRO, A.D.A. Caprinocultura: Criação racional de caprinos. São Paulo: Nobel, 1997. 318p. CHAGAS, A.C.S.; VERÍSSIMO, C.J. Principais enfermidades e manejo sanitário de ovinos. EMBRAPA, 2008, 70p. GOUVEIA, A.M.G. et al. Criação de ovinos de corte. Brasília: LK editora, 2006. 100p. PUGH, D. G. Clínica de Ovinos e Caprinos. São Paulo: Roca, 2004. 513p. SOBRINHO, A.G.S. Tópicos em ovinocultura. Jaboticabal: FCAV/UNESP, 1993. 179p (Apostila) Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte. Manejo sanitário de caprinos e ovinos / EMPARN. – Natal, RN: EMPARN, 2006. 32p. AUAD, A.M.; et al. Manual de bovinocultura de leite. Brasília: LK, Belo Horizonte: SENAR-AR/MG, Juiz de Fora: EMBRAPA Gado de Leite, 2010. 607 p. NETO, J.G. Manual do produtor de leite. Viçosa, Minas Gerais: Aprenda Fácil, 2013. 860p. PEIXOTO, A. M.; et al.; Bovinocultura leiteira: fundamentos da exploração racional. 3ª ed. Piracicaba, FEALQ, 2000, 581p. PEREIRA, J.C. et al. Manejo de vacas leiteiras a pasto. Viçosa, Minas Gerais: Aprenda Fácil, 2011. 171p. BERCHIELLI, T. T; et al. Nutrição de Ruminantes. 2.ed. São Paulo: Funep, 2006. 583p. CHAPAVAL, L.; PIEKARSKI, P.R.B. Leite de qualidade: manejo reprodutivo, nutricional e sanitário. Viçosa, Minas Gerais: Aprenda Fácil, 2000. 195p. HAFEZ, E.S.E.; HAFEZ, B. Reprodução Animal. São Paulo: Manole, 7a ed., 2004, 513p. ENSINO MÉDIO CAMPO COM O 5º ITINERÁRIO COMPONENTE CURRICULAR: Recursos Florestais, certificação e Legislação Ambiental C.H: 100 Horas Ementa: ● Conceitos relacionados à ecologia e caracterização dos ecossistemas florestais. ● Importância da atividade florestal. ● Florestas de produção, florestas de proteção. ● Técnicas de produção de mudas florestais e implantação de florestas. ● Conhecer as ações do policultivo, visando garantir a manutenção da biodiversidade; ● Conhecer e buscar desenvolver ações de créditos comunitários e oficiais que tornem possíveis estes tipos de tecnologias e estratégias. ● Instrumentos legais para proteção do meio ambiente com ênfase nos recursos florestais. ● Processo de certificação dos produtos florestais. ● Legislação vigente para rotulagem dos produtos; Política Nacional de Agroecologia de produção orgânica. Normas e procedimentos para certificação dos produtos agroecológicos. Bibliografia: GALVÃO, A.P.M. Reflorestamento de Propriedades Rurais para fins Produtivos e Ambientais: Um Guia para açõesmunicipais e regionais. Colombo, PR: Embrapa Florestas, 2000. 351p. ALEGRETE, M. Reservas extrativistas: uma proposta de desenvolvimento da floresta amazônica. Curitiba: IEA, 1987. GOMES, J. M.; PAIVA, H. N. Viveiros florestais: propagação sexuada. Viçosa: UFV, v. 3, 2004. 116p. HIGUCHI, N. et al. Noções Básicas de Manejo Florestal. INPA, 2008. Disponível em: https://www.inpa.gov.br/arquivos/Apostila_Manejo.pdf . MACEDO, R. L. G.; VENTURIN, N.; TSUKAMOTO FILHO, A. A. Princípios básicos para o manejo sustentável de sistemas agroflorestais. Lavras: UFLA/FAEPE, 2000. MARTINS, S.V. Ecologia de Florestas Tropicais do Brasil. Viçosa, MG: Ed. UFV, 2012. 371p. BRASIL. Lei No 12.651, de 25 de maio de 2012 - Código Florestal Brasileiro. EPAMIG. Informe Agropecuário: efeito das mudanças climáticas na agricultura. 246. Belo Horizonte: Setembro de 2008. BRASIL. Lei Nº 6.938, de 31 de agosto de 1981 - Política Nacional do Meio Ambiente. BRASIL. Lei Nº 9.433, de 8 de janeiro de 1997 - Política Nacional de Recursos Hídricos. Disponível em: BARBOSA, L.; LAGES, A. Crença e certificação de produtos orgânicos: o exemplo da feira livre de Maceió. In: III Encontro da ANPPAS, Brasília. Anais... p.1-16. 2006. Lei Nº 10.831 de 23 de Dezembro de 2003, disponível em http://www.agricultura.gov.br/arq_editor/file/Desenvolvimento_Sustentavel/Organicos/Legislacao/ Nacional/Lei_n_010_831_de_23-12-2003.pdf. Decreto Nº 06.323 de 27 de Dezembro de 2007. Disponível em http://www.agricultura.gov.br/arq_editor/file/Desenvolvimento_Sustentavel/Organicos/Legislacao/Na cional/ Decreto_n_06_323_de_27-12-2007.pdf. ENSINO MÉDIO CAMPO COM O 5º ITINERÁRIO COMPONENTE CURRICULAR: Sistema de Produção Agroextrativista C.H: 100 Horas Ementa: ● Introdução, conceitos e fundamentos do extrativismo; ● Importância do extrativismo; ● Tipos de extrativismo: Extrativismo mineral, Extrativismo vegetal e Extrativismo animal; Extrativismo e a economia; ● Atividades de coleta de produtos; ● Propagação vegetativa de espécies florestais. ● Planejamento e operação de viveiros florestais. ● Procedimentos de semeadura e tratos culturais em viveiros. ● Dinâmica dos sistemas agroflorestais aplicados à Agroecologia; ● Classificação e implantação dos sistemas agroflorestais. ● Legislação vigente com ênfase ao extrativismo. Bibliografia: Amazônia: qual o papel do extrativismo vegetal? Disponível em: https://florestal.revistaopinioes.com.br/revista/detalhes/12-amazonia-qual-o-papel-do-extrativismo-vegetal/. AMAZONAS, Governo do Estado. Cadeia produtiva dos óleos vegetais extrativos no estado do Amazonas. Manaus: SDS, 2005. Série Técnica Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, 636p.; il. DOS SANTOS TAVARES, G.. HOMMA, A. K. O. Comercialização do açaí no estado do Pará: alguns comentários. Observatorio de la Economía Latinoamericana, n. 211, 2015. MACHADO, F. S. Manejo de Produtos Florestais Não Madeireiros: um manual com sugestões para o manejo participativo em comunidades da Amazônia. Rio Branco: PESACRE e CIFOR, 2008. 105p. AMAZONAS, Governo do Estado. Cadeia produtiva das fibras vegetais extrativistas no estado do Amazonas. Manaus: SDS, 2005. Série Técnica Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, 432p.; il. GALVÃO, A. P. M. Reflorestamento de Propriedades Rurais para fins Produtivos e Ambientais: Um Guia para ações municipais e regionais. Colombo, PR: Embrapa Florestas, 2000. 351p. GOMES, J. M.; PAIVA, H. N. Viveiros florestais: propagação sexuada. Viçosa: UFV, v. 3, 2004. 116p. PAIVA, H. N.; GOMES, J. M. Propagação Vegetativa de Espécies Florestais - Série Didática. Viçosa: UFV, 2011. 52p. PIÑA-RODRIGUES, F. C. M.; FIGLIOLIA, M. B.; SILVA, A. S. Sementes Florestais Tropicais: da ecologia à produção. Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes- ABRATES, Londrina, PR, 2015. 477p. ENSINO MÉDIO CAMPO COM O 5º ITINERÁRIO COMPONENTE CURRICULAR: Sanidade de Animais Aquáticos C.H: 50 Horas Ementa: ● Introdução e importância do conhecimento aplicado à sanidade de organismos aquáticos; Protocolos de gestão de boas práticas de manejo; ● Parasitas e outros patógenos que ocorrem em populações naturais e nos viveiros; ● Discussão da importância do impacto (econômico e ecológico) destas sobre a aquicultura; Desenvolvimento de tratamentos e profilaxia; ● Controle químico e alternativo de parasitoses; ● Ictioparasitologia e Endoparsitologia em aquicultura. ● Importância do conhecimento da tríade patógeno hospedeiro-ambiente ● Noções básicas de imunologia e hematologia. ● Conceito de estresse e quarentena. ● Doenças e inter-relação com outras disciplinas: inter-relação com a hematologia, fisiologia, patologia entre outras; ● Descrição das principais doenças que acometem organismos aquáticos Prevenção de doenças: Pontos críticos como exigências nutricionais, armazenamento, processamento das dietas e anti nutricionais; ● Ecotoxicologia; ● Histopatologia Bibliografia: KUBITZA, Fernando; KUBITZA. Principais parasitoses e doenças dos peixes cultivados. 4a ed. 2004. 110 p. MARTINS, M. L. Doenças infecciosas e parasitárias de peixes. Boletim Técnico do centro de Aquicultura da UNESP, n. 3, 66p. 1998. OSTRENSKY, A., BOEGER, W.A. Piscicultura: Fundamentos e técnicas de manejo. Guaíba: Livraria e Editora Agropecuária, 1998. 211p. PAVANELI, G. C., EIRAS, J. C., TAKEMOTO, R. M. Doenças de peixes – Profilaxia, Diagnóstico e Tratamento. Maringá: EDUEM, 1998. 265p. SILVA - SOUZA, Ângela Teresa (org.). Sanidade de organismos aquáticos no Brasil. Editora Abrapoa, Maringá, PR, 2006. TAVARES-DIAS, M. Manejo e Sanidade de Peixes em Cultivo. EMBRAPA, 2009. 724 p, VALENTI, Wagner Cotroni. 2002. Aquicultura sustentável. In: Congresso de Zootecnia, 12, Vila Real, Portugal, 2002, Vila Real: Associação Portuguesa dos Engenheiros Zootécnicos. Anais...p.111-118. ENSINO MÉDIO CAMPO COM O 5º ITINERÁRIO COMPONENTE CURRICULAR: Gerenciamento de Resíduos Sólidos CH: 50 Horas Ementa: ● Conceitos Gerais; ● Caracterização e Classificação dos resíduos sólidos: ● Problemática da geração e descarte de Resíduos Sólidos no Mundo e no Brasil. ● Acondicionamento dos resíduos; ● Importância do acondicionamento adequado; ● Caracterização e tratamento de efluentes. Sistemas de tratamento de esgoto. ● Legislação nacional e estadual sobre resíduos. ● Política Nacional de Resíduos Sólidos. ● Alternativas da disposição de resíduos. Aterros Sanitários. ● Incineradores e Biodigestores. ● Compostagem. ● Gestão de Resíduos: ● Repensar, Recusar, Reduzir, Reparar, Reutilizar, Reciclar e Reintegrar. ● Gestão Integrada de Resíduos Sólidos. Bibliografia: VILHENA, André. Lixo municipal: manual de gerenciamento integrado. 3° ed. São Paulo: CEMPRE, 2010. BIDONE, Francisco Ricardo Andrade; POVINELLI, Jurandyr. Conceitos básicos de resíduos sólidos. São Carlos: EESC-USP, 1999. GRIPPI, Sidney. Lixo: reciclagem e sua história: um guia para as prefeituras brasileiras. 2. ed. Rio de Janeiro: Interciência, 2006. LIMA, Luiz Mário Queiroz. Lixo: tratamento de Biorremediação. 3° ed. Hemus, 2004. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 12980: coleta, varrição e acondicionamento de resíduos sólidos urbanos: terminologia. Rio de Janeiro: ABNT, 1993. 6 p. ________. NBR 10004: classificação dos resíduos sólidos. Rio de Janeiro: ABNT, 2004. ________. NBR 13463: Coleta de resíduos sólidos. Rio de Janeiro: ABNT, 1995. SANTOS, A.S.F.; AGNELLI, J.A.M; MANRICH, S. Tendências e Desafios da Reciclagem de Embalagens Plásticas. Polímeros: Ciência e Tecnologia, vol.14, nº 5, p.307-312, 2004. RIBEIRO, R. A. C. Elementos para a elaboração do plano de coleta seletiva de resíduos orgânicos para a compostagem/vermicompostagem. Estudo de caso – Tijucas do Sul. 2004. 21f. Trabalho de Conclusão de Curso. Centro de Ciências Exatas e de Tecnologia. Pontifícia Universidade Católicado Paraná. Curitiba, 2004. SOARES, J. H. P. Gerenciamento de resíduos sólidos: curso de especialização em análise ambiental, maio de 2006. PEREIRA NETO, J. T. Manual de compostagem processo de baixo custo. Belo Horizonte: UNICEF. 1996. JUNKES, M. B. Procedimentos para Aproveitamento de Resíduos Sólidos. Urbanos em Municípios de Pequeno Porte. Florianópolis: 2002. ENSINO MÉDIO CAMPO COM O 5º ITINERÁRIO COMPONENTE CURRICULAR: Introdução à Agroindústria CH: 50 Horas Ementa: ● Introdução à agroindústria. ● Perfil profissional. ● Aspectos econômicos e sociais das agroindústrias. ● Tipos de indústria de alimentos. ● Fases de processamento dos produtos alimentícios. ● Principais processos tecnológicos utilizados na fase de processamento de matérias-primas. Bibliografia: EVANGELISTA, J. Tecnologia de Alimentos. 2ºedição. São Paulo: Atheneu, 2008. FELLOWS, P.J. Tecnologia do Processamento de Alimentos. 2º edição São Paulo: Artmed, 2006. GAVA, A.J. Tecnologia de alimentos: princípios e aplicações. São Paulo: Nobel, 2008. ORDÓÑEZ, J. A. et al. Tecnologia de alimentos: componentes dos alimentos e processos. v. 1. Porto Alegre: Artmed, 2005. STOECKER, W. F; JABARDO, J. M. S. Refrigeração industrial. 2º edição São Paulo: E.Blucher, 2002. COULTATE, T. P. Alimentos: a química de seus componentes. 3º edição. Porto Alegre, RS: Artmed, 2004. GAVA, A. J. Princípios de Tecnologia de Alimentos. São Paulo: Nobel, 1984. LIMA, U. A. Matérias-primas dos alimentos. Curitiba. Blucher, 2010. RIEDEL, G. Controle sanitário dos alimentos. 3º edição São Paulo: Atheneu, 2005. FELLOWS, Peter. Tecnologia do processamento de alimentos: princípios e prática.2a. ed. Porto Alegre, RS: Artmed, 2006. ENSINO MÉDIO CAMPO COM O 5º ITINERÁRIO COMPONENTE CURRICULAR: Funcionamento do estabelecimento familiar CH: 50 Horas Ementa: ● Apresentar o gerenciamento dos sistemas de produção e comercialização dos produtos agroecológicos. ● Cultivar ou dar assistência técnica quanto aos diferentes sistemas de produção de organismos aquáticos, a estabelecimentos agroindustriais, agregando valores e otimizando a utilização dos recursos potencialmente disponíveis e tecnologias sociais e economicamente adaptáveis. ● Certificação dos produtos agroecológicos. Bibliografia: CALDART. Roseli Salete. Educação do Campo: NOTAS PARA UMA ANÁLISE DE PERCURSO. Trab. educ. Saúde, Rio de Janeiro, v.7 n1, p. 35-64, mar./jun.2009. Lei Nº 10.831 de 23 de Dezembro de 2003, disponível em http://www.agricultura.gov.br/arq_editor/file/Desenvolvimento_Sustentavel/Organicos/Legislacao/Na cional/Lei_n_010_831_de_23-12-2003.pdf. Decreto Nº 06.323 de 27 de Dezembro de 2007. Disponível em http://www.agricultura.gov.br/arq_editor/file/Desenvolvimento_Sustentavel/Organicos/Legislacao/Na cional/Decreto_n_06_323_de_27-12-2007.pdf. ENSINO MÉDIO CAMPO COM O 5º ITINERÁRIO COMPONENTE CURRICULAR: Gerenciamento dos Recursos Hídricos CH: 50 Horas Ementa: ● Ciclo hidrológico. ● Bacias hidrográficas. ● Balanço Hídrico. ● Caracterização das Bacias Hidrográficas e dos Processos Hidrológicos. ● Aspectos conceituais do gerenciamento de recursos hídricos Monitoramento Quantitativo e Qualitativo de Recursos Hídricos. ● Alocação de Recursos Hídricos. Outorga e Cobrança de Recursos Hídricos. Mudanças Climáticas e Recursos Hídricos. ● Águas subterrâneas. Bibliografia: MILLER JR, G. T. Ciência Ambiental. 1ª ed. São Paulo: Cengage Learning, 2013. REBOUÇAS, A. C.; BRAGA, B.; TUNDISIO, J. G. Águas doces no Brasil – capital ecológico, uso e conservação. 3ª ed. São Paulo: Escrituras Editora, 2006. 748p. GHEYI, H. R.; PAZ, V. P. S.; MEDEIROS, S. S.; GALVÃO, C. O. Recursos Hídricos e Regiões Áridas e Semiáridas – estudos e aplicações. Campina Grande, PB: Instituto Nacional do Semiárido, 2011. 258p. MANCUSO, P. C.; SANTOS, H. F. Reuso de Água. Barueri, SP: Manole, 2003. 579p. MEDEIROS, S. S.; GHEYI, H. R.; GALVÃO, C. O.; PAZ, V. P. S. Recursos Hídricos e Regiões Áridas e Semiáridas. Campina Grande, PB: Instituto Nacional do Semiárido, 2011. 440p. ROCHA, A. P. T.; ABREU, B. S.; FURTADO, D. A.; BARACUHY, J. G. V.; FERNANDES NETO, S. Manejo ecológico integrado de bacias hidrográficas no semiárido brasileiro – Volume 1. Campina Grande: EPGRAF, 2011. 332p. ROCHA, A. P. T.; ABREU, B. S.; FURTADO, D. A.; BARACUHY, J. G. V.; SANTOS, R. T.; FERNANDES NETO, S. Manejo ecológico integrado de bacias hidrográficas no semiárido brasileiro – Volume 2. Campina Grande: EPGRAF, 2012. 511p. ENSINO MÉDIO CAMPO COM O 5º ITINERÁRIO COMPONENTE CURRICULAR: Regularização Ambiental CH: 50 Horas Ementa: ● Conceito de regularização ambiental. ● Regularização de passivos ambientais da propriedade; ● A importância da biodiversidade na propriedade rural, APPs e Reserva Legal; ● Restauração de áreas degradadas por sucessão ecológica; técnicas de restauração Florestal (regeneração natural, semeadura direta, plantio de mudas); estratégias de regeneração (adensado, plantio em módulos, nucleação); conservação de fragmentos florestais em APPs e RL. Bibliografia: BRASIL. Lei nº 12.651, de 25 de maio de 2012. Dispõe sobre a proteção da vegetação nativa; altera as Leis nos 6.938, de 31 de agosto de 1981, 9.393, de 19 de dezembro de 1996, e 11.428, de 22 de dezembro de 2006; revoga as Leis nos 4.771, de 15 de setembro de 1965, e 7.754, de 14 de abril de 1989, e a Medida Provisória no 2.166- 67, de 24 de agosto de 2001; e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, 28 de mai. 2012. ARAUJO, Luiz Ernani Bonesso de. O Acesso à Terra no Estado Democrático de Direito. 1ª ed. Frederico Westphalen: URI, 1998. A Questão Fundiária na Ordem Social. 1ª ed. Porto Alegre: Movimento, 1985. BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Presidência da República. Disponível em . Acesso em: 02 Mai. 2017. Ministério do Meio Ambiente. Boletim Informativo do CAR. Disponível em . Acesso em: 03 Set. 2017. Ministério do Meio Ambiente. Cartilha do Cadastro Ambiental Rural (CAR). Lei nº 4.504, de 30 de novembro de 1964. Dispõe sobre o Estatuto da Terra e dá outras providências. Presidência da República. Lei nº 6.015, de 31 de dezembro de 1973. Dispõe sobre os registros públicos e dá outras providências. Presidência da República. Disponível em Acesso em: 02 Set. 2017. Lei nº 8.629, de 25 de fevereiro de 1993. Dispõe sobre a regulamentação dos dispositivos constitucionais relativos à reforma agrária, previstos no Capítulo III, Título VII, da Constituição Federal. Presidência da República. Lei nº 8.935, de 18 de novembro de 1994. Dispõe serviços notariais e de registro. Presidência da República. Lei nº 12.651, de 25 de maio de 2012. Código Florestal. Presidência da República. Disponível em: . Acesso em: 14 Mar. 2017. Decreto nº 7.830, de 17 de outubro de 2012. Dispõe sobre o Sistema de Cadastro Ambiental Rural, o Cadastro Ambiental Rural, estabelece normas de caráter geral aos Programas de Regularização Ambiental, de que trata a Lei no 12.651, de 25 de maio de 2012, e dá outras providências. Presidência da República. _. Superior Tribunal de Justiça. Acórdão. Recurso Especial nº 1356207/SP. 3ª Turma. Usucapião. Imóvel rural sem matrícula. Registro no Cadastro Ambiental Rural – CAR. Relator Min. Paulo de Tarso Severino. Dje em 07 de maio de 2015. BARROS, Wellington Pacheco. Curso de Direito Agrário. V 1. 9ª ed. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2015. BORGES, Luís Antonio Coimbra; LAUDARES, Sarita Soraia de Alcântara; SILVA, Kmila Gomes da. Cadastro Ambiental Rural: uma análise da nova ferramenta para regularização ambiental no Brasil. In: Revista do Programa de Pós Graduação em Meio Ambiente e Desenvolvimento da Universidade Federal do Paraná. Curitiba,v. 31, p. 111 – 122, 2014. CAMPELLO, Lívia Gaigher Bosio; PADILHA, Norma Sueli; MELEU, Marcelino (org). Direito Ambiental e Socioambientalismo I. 1ª ed. Florianópolis: Conpedi, 2015. CANOTILHO, Joaquim Gomes (org). Direito Constitucional Ambiental Brasileiro.ª ed. São Paulo: Saraiva, 2015. CRIADO, Francisco de Asís Palácios; JACOMINO, Sérgio; MELO, Marcelo Augusto Santana de. Registro de Imóveis e Meio Ambiente. 1ª ed. São Paulo: Saraiva, 2010. D’ÁVILA, Gilmara Vanderlinde Medeiros. Averbação da reserva legal x Cadastro ambiental rural, avanço ou retrocesso?. Revista Eletrônica Direito e Política, Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Ciência Jurídica da UNIVALI, Itajaí, v.10, n.1, edição especial de 2015. FONSECA, Luciana da Costa da; FERREIRA, Dauana Santos. O Novo Código Florestal e os desafios do Cadastro Ambiental Rural como instrumento de proteção ambiental. Disponível em: . GONÇALVES, Carlos Roberto. Direito Civil Brasileiro: direito das coisas. 12ª ed. São Paulo: Saraiva, 2017. GORDILHO, Heron José de Santana; CAMPELLO, Lívia Gaigher Bosio; SOUZA, Maria Claudia da Silva Antunes de (org). Direito Ambiental e Socioambientalismo II. 1ª ed. Florianópolis: Conpedi, 2016. LOUREIRO, Luiz Guilherme. Registros Públicos: teoria e prática. 6ª ed. São Paulo: Método, 2014. MACHADO, Paulo Affonso Leme. Direito Ambiental Brasileiro. 22ª ed. São Paulo: Malheiros, 2014. OPITZ, Silvia Carlinda Barbosa; OPITZ, Oswaldo. Curso Completo de Direito Agrário. 7ª ed. São Paulo: Saraiva, 2013. PIRES, Mauro Oliveira. O Cadastro Ambiental Rural: das origens às perspectivas para a política ambiental. 1ª ed. Brasília: Conservação Internacional, 2014. TEPEDINO, Gustavo. A Constitucionalização do Direito Civil: perspectivas metodológicas interpretativas diante do novo código. 1ª ed. Belo Horizonte: Del Rey, 2003. TYBUSCH, Jerônimo Siqueira. Sustentabilidade Multidimensional: Elementos Reflexivos na produção da Técnica Jurídico-Ambiental. Tese de Doutorado – Universidade Federal de Santa Catarina, 2012. 42 ENSINO MÉDIO CAMPO COM O 5º ITINERÁRIO COMPONENTE CURRICULAR: Noções de Georreferenciamento e cartografia CH: 50 Horas Ementa: ● Noções básicas de cartografia; ● Localização na superfície da terra (meridianos, paralelos, coordenadas geográficas, coordenadas UTM); ● Sistema de referência (nomenclatura) utilizado para folhas topográficas e geográficas; ● Sistema de Posicionamento Global (GPS) segmento, descrição, técnicas de posicionamento; Fundamentos e aplicações práticas com GPS. ● Geoprocessamento: definições e principais aplicações. ● Sistemas de Informações Geográficas - SIGs. Representações computacionais de mapas. ● Análise quantitativa e qualitativa de imagens. ● Transformação de cartas, mapas e fotografias aéreas em temas vetorizados. ● Obtenção de dados em campo com apoio do aparelho receptor de GPS. ● Implementação de bancos de dados georreferenciados em SIG. ● Confecção de mapas e perfis topográficos com apoio de SIG. Bibliografia: SILVA, Jorge Xavier da. ZAIDAN, Ricardo Tavares (org.).Geoprocessamento & análise ambiental. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2010. ROCHA, José Antônio M. R. O ABC do GPS. Recife: Bagaço, 2005. BLASCHKE, T. KUX. H. Sensoriamento remoto e SIG avançados. São Paulo: Oficina de Textos. 2009. SILVA, A. N. R. SIG: Uma plataforma para introdução de técnicas emergentes no planejamento urbano, regional e de transportes. São Carlos: EdUFSCar. 2008. FLOREZANO, T. G. Imagens de Satélite para Estudos Ambientais. São Paulo: Oficina de Textos, 2002. 92p. OLIVEIRA, C. Curso de Cartografia Moderna. Rio de Janeiro: IBGE, 1988. MARCHETTI, D. A. B. Princípios de Fotogrametria e Fotointerpretação. São Paulo: NOBEL, 1977.257p. MENESES, P. R.; NETTO, J. S. M. Sensoriamento remoto: reflectância dos alvos naturais. Brasília: UNB; Embrapa, 2001. 262p. ASSAD, E. D. e SANO, E. E. (eds.) Sistema de Informações Geográficas: Aplicações na Agricultura. Brasília, SPI-EMBRAPA, 2ª Ed. 1998. BOOTH, B. & MITCHELL, A. - ESRI – Getting Started with ArcGIS. GIS by ESRI, Redlands, CA. 2001. CÂMARA, G.; DAVIS.C.; MONTEIRO, A.M.; D'ALGE, J.C. Introdução à Ciência da Geoinformação. CLODOVEU, D.; CÂMARA, G.; CASANOVA, M. A.; QUEIROZ, G. R. Bancos de Dados Geográficos. Creative Commons. SJC, INPE, 2005. DRUCKS, S.; CARVALHO, M. S.; CÂMARA, G.; MONTEIRO A. M. V. Análise espacial de dados geográficos. Creative Commons. SJC, INPE, 2005. 3a. edição o, revista e ampliada. São José dos Campos, INPE, 2003. FITZ, PAULO ROBERTO. Geoprocessamento sem complicação. 2ª ed. São Paulo: Oficina de Textos, 2008. IBGE. Noções básicas de cartografia. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Documentação Geral, Diretoria de Geociências, Departamento de Cartografia, Rio de Janeiro, 1998. MENESES, P. M.L.; et.al – Roteiro de Cartografia. São Paulo. Oficina de Textos. 2013. MENESES, P. R. et. al. Reflectância dos Materiais Terrestres. São Paulo. Oficina de Textos. 2019. ZANOTTA, C, D; et.al. – Processamento de Imagens de Satélites, São Paulo, Oficina de Textos, 2019. BLASCHKE, T.; KUX, H. Sensoriamento Remoto e SIG Avançados. São Paulo. 2ªEd. Oficina de Textos, 2007. FREITAS, JOMAR – Apostila: Anotações de Desenho Geológico, CEFET-RN, Natal, 2004. LOCZY, LOUIS & LADEIRA, EDUARDO A. – Geologia Estrutural e Introdução à Geotectônica. São Paulo, Edgard Blücher; Rio de Janeiro, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, 1976. MILLER, V. C. & MILLER, C. F. – 1961 – Photogeology. McCraw Hill Book Company. 247 pp. New York. OLIVEIRA, CÊURIO – Curso de Cartografia Moderna, IBGE, Rio de Janeiro, 1988. RICCE, M & PETRI, SETEMBRINO – 1982 – Princípio de Aerofotogrametria e Interpretação Geológica. São Paulo: EDUSP, 1982. VARAJÃO, CÉSAR A. CHICARINO – Introdução a Interpretação de Mapas Geológicos, UFOP, Ouro Preto. ENSINO MÉDIO CAMPO COM O 5º ITINERÁRIO COMPONENTE CURRICULAR: Procedimentos de regularização ambiental rural CH: 50 Horas Ementa: ● Conhecer noções gerais de direito agrário; ● Conhecer as principais cadeias agrícolas em destaque no Brasil e a função social da terra. ● Conhecer a lei de terras e o processo de implantação da reforma agrária. ● Entender o Novo Código Florestal e as exigências ambientais para os imóveis rurais. ● Entender o processo de desapropriação por interesse social para fins de reforma agrária. ● Conhecer os contratos agrários ● Entender os procedimentos para a regularização fundiária ● Obter conhecimentos sobre a tributação da terra. ● Conhecer o Cadastro Ambiental Rural – CAR, documento necessário para acesso às políticas públicas. Instrumentos necessários para implementação do CAR; ● O Programa Mais Ambiente, modelos referenciais de licenciamento rural em curso nos estados brasileiros. Bibliografia: ALVARENGA, Octávio Mello. Política e Direitos Agroambientais. 2ª- edição. Rio de Janeiro: Forense, 1997. BERCOVICI, Gilberto. Constituição econômica e desenvolvimento: uma leitura a partir da Constituição de 1988. São Paulo: Malheiros, 2005. BORGES, Antonino Moura. Curso Completo de Direito Agrário. 1. ed., Leme: Edijur, 2006. Direito Ambiental Constitucional - 10ª Ed. Jose Afonso da Silva Malheiros, 2013. Manual Direito Ambiental, Rodolfo de Medeiros. Araujo, Cl Edijur 2012. O Direito Agrário na Constituição - 3ª Ed. Alcir Gursen de Miranda - Mario Lucio Quintão Soares e Lucas Abreu Barroso, Forense 2013. 44 ENSINO MÉDIO CAMPO COM O 5º ITINERÁRIO COMPONENTE CURRICULAR: Introdução ao Controle Ambiental CH: 50 Horas Ementa: ● Crise Ambiental: Integração do Homem e Ambiente; ● Relação do Saneamento e Saúde Pública; ● Conceito de poluição e contaminação;● Ciclos biogeoquímicos (fósforo, nitrogênio, carbono e água); ● Principais usos da água, ar e solo; Fontes poluidoras: pontuais e difusas; ● Conceito de carga; ● Tipos de poluição e contaminação da água, ar e solo e suas principais. ● Principais técnicas de controle da poluição da água, ar e solo; ● Oscilações, ondas, ópticas e radiação – Feixes e frentes de ondas; ● Reflexão e refração; ● Óptica geométrica: luz e cores; ● Fenômenos ondulatórios; ● Pulsos e ondas; ● Período, frequência, ciclo; ● Propagação: relação entre velocidade, frequência e comprimento de onda; ● Ondas em diferentes meios de propagação; ● O calor e os fenômenos térmicos; ● Transferência de calor e equilíbrio térmico; ● Capacidade calorífica e calor específico; ● Condução do calor; ● Mudanças de estado físico e calor latente de transformação; ● Leis da Termodinâmica; ● Aplicações e fenômenos térmicos de uso cotidiano; ● Compreensão de fenômenos climáticos relacionados ao ciclo da água; ● O movimento, o equilíbrio e a descoberta de leis físicas – A hidrostática: aspectos históricos e variáveis relevantes. ● Empuxo. Princípios de Pascal, Arquimedes e Stevin: condições de flutuação, relação entre diferença de nível e pressão hidrostática. Bibliografia: BRAGA, BENEDITO et al. Introdução à Engenharia Ambiental. Prentice Hall, São Paulo, SP, Brasil. 2002. MOTA, S. Introdução à Engenharia Ambiental. ABES. Rio de Janeiro, RJ, Brasil.1997. DERÍSIO, J. C. Introdução ao Controle de Poluição Ambiental. CETESB. São Paulo, SP, Brasil. 1992. MANO, E.B. et al. Meio ambiente, poluição e reciclagem. 6ª Edição. São Paulo: Edgard Blucher. 2010. PHILIPPI JR, ARLINDO. Saneamento, Saúde e Ambiente: Fundamentos para um Desenvolvimento Sustentável. Ed. Barueri: Manole. Coleção Ambiental. USP/FSP/NISA. São Paulo, SP, Brasil. 2005. GASPAR, A. Física, volume único. São Paulo: Ed. Ática, 2002. Grupo de Reelaboração do Ensino de Física. Física 1: Mecânica/ GREF. 7º ed. – São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2001. HEWITT, P. G. Física conceitual. 11º ed. Porto Alegre: Bookman, 2013. Bibliografia Complementar MANO, E.B. et al. Meio ambiente, poluição e reciclagem. 6ª Edição. São Paulo: Edgard Blucher. 2010. PHILIPPI JR, ARLINDO. Saneamento, Saúde e Ambiente: Fundamentos para um Desenvolvimento Sustentável. Ed. Barueri: Manole. Coleção Ambiental. USP/FSP/NISA. São Paulo, SP, Brasil. 2005. BRAGA, BENEDITO et al. Introdução à Engenharia Ambiental. Prentice Hall, Governo do Distrito Federal Secretaria de Estado de Educação Subsecretaria de Educação Básica Coordenação Regional de Ensino de Planaltina Centro de Educação Profissional - Escola Técnica de Planaltina 30 São Paulo, SP, Brasil. 2002. MOTA, S. Introdução à Engenharia Ambiental. ABES. Rio de Janeiro, RJ, Brasil.1997. DERÍSIO, J. C. Introdução ao Controle de Poluição Ambiental. CETESB. São Paulo, SP, Brasil. 1992. ENSINO MÉDIO CAMPO COM O 5º ITINERÁRIO COMPONENTE CURRICULAR: Tecnologia do Processamento de Leite e Derivados CH: 100 Horas Ementa: ● Aspectos econômicos da atividade leiteira. ● Bioquímica do leite. ● Produção e obtenção higiênica do leite, composição físico-química, processos de fabricação de leite fluído e controle de qualidade da matéria prima e do produto. ● Características de qualidade do leite para produção de derivados. ● Tecnologia de fabricação de doce de leite, leite condensado, queijos, leites fermentados e bebidas lácteas, manteiga, leite em pó e gelados comestíveis. ● Análises físico-químicas de produtos. Embalagens. ● Inovações tecnológicas. Legislação vigente. Bibliografia: AMIOT, J. Ciência e tecnología de La leche. Zaragoza: Editorial Acribia, 1991. 547p. ORDÓÑEZ, J.A. Tecnologia de Alimentos – Volume 2: Alimentos de Origem Animal; Porto Alegre: Artmed, 2005. TRONCO, V. M. Manual para Inspeção da Qualidade do leite. Santa Maria: Editora UFSM, 2003. 192p. FERREIRA, C. L. L. F. Tecnologia de produtos lácteos fermentados. Viçosa: UFV,1997. GOUVEIA, C. O. et al. Manual de Leite e Derivados. Recife: SEBRAE/PE, 2000. MARTINS, J. F. P. Controle de cultura láctica e seu uso adequado, Instruções técnicas Nº 17, ITAL TRONCO, V. M. Aproveitamento do leite – Elaboração de seus derivados na propriedade rural. Guaíba: Agropecuária, 1996. 146 p. TRONCO,V. M. Manual para inspeção da qualidade do leite. Editora UFSM, 2008. MACEDO, N. L. T. Apostila de Tecnologia de Fabricação de Leites Fermentados, Iogurte e Bebidas Lácteas. EPAMIG e Instituto de Laticínios Cândido Tostes. Juiz de Fora – MG. SILVA, F. T. Queijo Prato. Brasília, DF: Embrapa Informação Tecnológica, 2005. 54 p. FURTADO, M. M. A arte e a ciência do queijo. Publicações Globo, 1991. FURTADO, M. M. Manual prático dos principais defeitos de queijos. Juiz de Fora: Instituto de Laticínios Cândido Tostes, 1998. 130 p ENSINO MÉDIO CAMPO COM O 5º ITINERÁRIO COMPONENTE CURRICULAR: Tecnologia do Processamento Frutas e hortaliças CH: 100 Horas Ementa: ● Aspectos econômicos da produção de frutas e hortaliças. ● Manejo pós-colheita. ● Fisiologia, metabolismo, amadurecimento, senescência e pós-colheita de frutas e hortaliças. ● Sistemas de Armazenamento. ● Operações unitárias no processamento de frutas e hortaliças. ● Tecnologia de processamento de frutas e hortaliças, conservas, frutas em calda e polpa, geleias, fermentados, doces em massa e corte, cristalizados, desidratados e minimamente processados. Embalagens. ● Legislação vigente. Bibliografia indicada: CHITARRA, M. I. F. CHITARRA. A. B. Pós-colheita de frutos e hortaliças. 2ª Ed. Editora: UFLA, 2005. 784 p. LOVATEL, J. L., CONSTANZIA, A. R. Processamento de frutas e hortaliças. 1ª Ed. Editora: EDUCS. 2004. 190 p. FELLOWS, P. J. Tecnologia de processamento de alimentos: princípios e prática. Porto Alegre: Artmed, 2006. FERREIRA, M.D., Colheita e Beneficiamento de Frutas e Hortaliças. São Carlos: Embrapa Instrumentação Agropecuária, 2008. 144 p. BOBBIO, F. O.; BOBBIO, P. A. Introdução à química de alimentos. Campinas: Fundação Cargill, 1985. 306 p. MAIA, G. A. et al., Processamento de frutas tropicais- nutrição, produtos e controle de qualidade. Editora UFC, 2009 LOVATEL, J. L., CONSTANZIA, A. R. Processamento de frutas e hortaliças. 1ª Ed. Editora: EDUCS. 2004. 190 p. MORETTI, C. L. Manual de processamento mínimo de frutas e hortaliças- Brasília: Embrapa Hortaliças e SEBRAE, 2007. 531p. MAIA, G. A. et al., Processamento de frutas tropicais- nutrição, produtos e controle de qualidade. Editora UFC, 2009. FELLOWS, P. J. Tecnologia de processamento de alimentos: princípios e prática. Porto Alegre: Artmed, 2006. LAGES, V., LAGARES, L., BRAGA, C. L. Valorização de produtos com diferencial de qualidade e identidade: indicações geográficas e certificações para competitividade nos negócios – Brasília: Sebrae, 2005. 273p. CHITARRA, M. I. F. CHITARRA. A. B. Pós-colheita de frutos e hortaliças. 2ª Ed. Editora: UFLA, 2005. 784 p. ENSINO MÉDIO CAMPO COM O 5º ITINERÁRIO Componente Curricular: Piscicultura CH: 100 Horas Ementa: ● Conceitos básicos aplicados à piscicultura; ● Situação atual da piscicultura no Brasil; ● Anatomia e fisiologia de peixes. Sistemas de cultivo: extensivo, semi-intensivo, intensivo e superintensivo; ● Reprodução de peixes. ● Planejamento das instalações para piscicultura. ● Manejo por fase de produção. ● Características básicas, exigências, finalidades, técnicas e biologia das principais espécies cultivadas: tilápia, carpas, Tambaqui e Tucunaré. Bibliografia indicada: BALDISSEROTTO, B.; GOMES, L. C. Espécies nativas para piscicultura no Brasil. Santa Maria: UFV, 2013. MEDEIROS, F. C.; MORAES, A. J. Como iniciar piscicultura com espécies regionais. Brasília: SEBRAE, 2013. OSTRENSKY, A.; BORGHETTI, J. R.; SOTO, D. Aquicultura no Brasil: o desafio é crescer.Brasília: FAO, 2008. ARANA, L. V. Fundamentos de aquicultura. Florianópolis: UFSC, 2004. BORGHETTI, N. R. B.; OSTRENSKY, A .; BORGHETTI, J.R. Aquicultura: uma visão geral sobre a produção de organismos aquáticos no Brasil e no mundo. Curitiba, 2003. CYRINO, J. E. P.; URBINATI, E. C.; FRACALOSSI, D. M.; CASTAGNOLLI, N. Tópicos especiais em piscicultura de água doce tropical intensiva. São Paulo: TecArt, 2004. KUBITZA, F. Tilápia – tecnologia e planejamento na produção comercial. Jundiaí: Acquaimagem, 2000. KUBITZA, F.; ONO, A. E. Projetos aquícolas: planejamento e avaliação econômica. Jundiaí: Acqua Imagem, 2004. ENSINO MÉDIO CAMPO COM O 5º ITINERÁRIO Componente Curricular: Produção e Beneficiamento de Mel, Cera, Pólen, Própolis, Geleia Real e Apitoxina CH: 100 Horas Ementa: ● Colheita do mel. ● Transporte das melgueiras. ● Casa do mel e entreposto: projetos. ● Extração e processamento do mel. Mel composto. Mel cremoso. ● Produtos com mel: sabonete, balas, licor, hidromel. ● Tipos de coletores de pólen. ● Colheita e beneficiamento do pólen. ● Produção de cera. ● Laminação e produção de placas de cera alveolada. ● Preparação de quadros com cera alveolada. ● Coleta de própolis. ● Tipos de coletores de própolis. ● Colheita e processamento. ● Métodos de produção de geleia real: puxada natural e enxertia. Colheita e processamento da geleia real. ● Apitoxina. Bibliografia indicada: BRASIL. Instrução Normativa n° 11 de outubro de 2000. Aprova o regulamento técnico de identidade e qualidade do mel. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 23 out. 2000. Seção 1, p. 160-161. BRASIL. Instrução Normativa n° 3, de 19 janeiro de 2001. Aprova os regulamentos técnicos de identidade e qualidade de apitoxina, cera de abelha, geléia real, geléia real liofilizada, pólen apícola, própolis e extrato de própolis. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 23 jan. 2001. Seção 2, p. 18-23. BREYER, H. F.E. Técnicas de produção de própolis, 2010. CAMARGO, R. C. R.; PEREIRA, F. M.; LOPES, M. T. R. Produção de Mel. Teresina: EMBRAPA Meio Norte, 2002. CAMARGO, R. C. R. et al. Boas práticas na produção e beneficiamento de pólen apícola desidratado. Teresina: EMBRAPA Meio-Norte, 2003. COSTA, P. S. C. Produção de pólen e geleia real. Viçosa: CPT, 2004. CRIAÇÃO DE ANIMAIS. O mel e a colheita, 2015. MORAES, L. F. O guia do hidromel artesanal. São Paulo: Livraria da Física, 2018. NUNES, L. A. et al. Produção de cera. Piracicaba: ESALQ, 2012. SANTOS, G.D. Produção de hidromel, 1993. . ENSINO MÉDIO CAMPO COM O 5º ITINERÁRIO Componente Curricular: Aquicultura CH: 100 Horas Ementa: ● Introdução à Aquicultura e perspectivas. ● Limnologia aplicada à aquicultura. ● Carcinicultura. Conceito de aquicultura ecológica. ● Relação entre aquicultura e ambiente. ● Natureza e extensão dos impactos ambientais causados pela aquicultura. ● Os efeitos dos impactos ambientais no desenvolvimento da aquicultura e formas de evitá-los ou minimizá-los. ● Aquicultura como instrumento de preservação ambiental: reciclagem de efluentes rurais, domésticos e industriais. ● Controle biológico de pragas. Repovoamento de ambientes naturais. Bibliografia: DUARTE, Celso Carlos Fernandes. Manual prático em piscicultura. João Pessoa: SEBRAE, 2000. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Cultivo de peixes. Brasília/DF: Embrapa, 2004. FURTADO, José Francisco R. Piscicultura: uma alternativa rentável. Guaíba: Agropecuária, 1995. SILVA, Newton José Rodrigues. Dinâmicas de desenvolvimento da piscicultura e políticas públicas. São Paulo: UNESP, 2008. XIMENES, Luciano F. (org.) Ciência e tecnologia para a aquicultura e pesca no nordeste. Fortaleza: BNB, 2011. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CRIADORES DE CAMARÃO (ABCC). Códigos de conduta e de boas práticas de manejo e de fabricação para uma carcinicultura ambientalmente sustentável e socialmente justa. Recife: ABCC, 2005. Brasil. Ministério da Educação. Aquicultura. Brasília/DF: MEC, 2006. BRITSKI, Heraldo A.; SATO, Yoshimi; ROSA, Albert B. S. Manual de identificação de peixes da região de três marias: com chaves de identificação para os peixes da bacia do São Francisco. 3 ed. Brasília/DF: CODEVASF, 1988. CARVALHO, José Maria Marques de et al. Perspectivas para o desenvolvimento da carcinicultura no nordeste brasileiro. Fortaleza: BNB, 2005. VIDAL, Maria de Fátima; GONÇALVES, Marcos Falcão. O segmento da pesca marinha na costa do nordeste: caracterização e mercado. Fortaleza: BNB, 2010. ENSINO MÉDIO CAMPO COM O 5º ITINERÁRIO Componente Curricular: Tecnologia do Pescado CH: 100 Horas Ementa: ● Introdução à tecnologia do pescado. ● Composição química e valor nutritivo do pescado. ● Alterações Post Morte do pescado. ● Microrganismos de importância para o pescado. ● Programas de qualidade aplicados ao processamento de pescado. ● Métodos de Avaliação da qualidade do pescado. ● Métodos de conservação do pescado: pelo frio, pelo sal, defumação, calor e fermentação. ● Princípios da elaboração de filetagem, postas e embutidos e outros derivados do pescado. ● Análises sensoriais de produtos de pescados. ● Normas e técnicas adequadas a embalagens e transporte de produtos e subprodutos de pescado. Armazenagem e controle de estoque. Inspeção sanitária governamental, transporte e comercialização do pescado. Bibliografia: GONÇALVES A. A. Tecnologia do pescado: ciência, tecnologia, inovação e legislação. São Paulo: Atheneu, 2011. 608 p. OGAWA, M.; MAIA, E.L. Manual da pesca. Ciência e Tecnologia do Pescado. São Paulo: Varela, 1999. v.1, p.353-359. PROFIQUA. Manual de Análises de Perigos e Pontos Críticos de Controle - APPCC. Campinas, SBCTA, 1995. 28 p. BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA. Resolução RDC nº 360, de 23 de dezembro de 2003. Brasília,2003. BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA. Instrução Normativa Nº 9, de 27 de junho de 2003.Diário Oficial da União, Brasília, DF, 30 jun. 03. Seção 1, p. 1-2, 2003. BRASIL. M.A.A. Portaria 46 de 10/02/98. Manual genérico de procedimento para APPCC em indústrias de produtos de origem animal.Diário Oficial da União, seção 1, p. 24-28, de 16/03/98. MATOS, M.M.C. Métodos rápidos para análise do frescor do pescado. Vet. Tec., v.4, p.22-25, 1994. OETTERER, M. Agroindústrias beneficiadoras de pescado cultivado - unidades modulares e polivalentes para implantação, com enfoque nos pontos críticos higiênicos e nutricionais. Piracicaba, 1999. 196p. (Livre Docência) Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, Universidade de São Paulo. ENSINO MÉDIO CAMPO COM O 5º ITINERÁRIO COMPONENTE CURRICULAR: Projeto Pessoal do Estudante do Campo – PPE, Pesquisa Aplicada à realidade do Jovem. Anos: 1º, 2º, 3º Ementa: Este componente visa que o estudante integre os conhecimentos adquiridos ao longo do curso, a partir da execução de projetos orientados pelos professores, tendo como foco dar ao aluno conhecimentos básicos, teóricos e práticos, para o desenvolvimento de pesquisa. Bibliografia: BARROS, A. P. Paes de.& LEHFELD, N.A. de Souza. Fundamentos de Metodologia: um guia para a iniciação científica. São Paulo. McGraw-Hill, 1986. CERVO, Amando Luiz & BERVIAN, Pedro Alcino. Metodologia Científica. 4ª ed. São Paulo: MAKRON, 1996. CARVALHO, Maria Cecília M de. Construindo saber: técnicas de metodologia científica. Campinas. Papirus, 2ª ed., 1989. AKATOS, Eva Maria & MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de Metodologia Científica. São Paulo: Atlas, 3ª ed, 1991. LUNGARZO, Carlos. O que é ciência? São Paulo: Editora Brasiliense, 1989. SKEFF, Alvisto. O prazer de escrever. Fortaleza: Geração 2000, 1993. SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do Trabalho Científico.. São Paulo: Cortez, 20a Ed,1996. VIEIRA, Cássio Leite. Pequeno Manual de DivulgaçãoCientífica. Rio de Janeiro: Instituto Ciência Hoje, 2006. 49 10- CERTIFICAÇÃO Os Certificados dos estudantes do Ensino Médio serão emitidos pela Secretaria de Estado de Educação, obedecendo a legislação em vigor. Terá direito ao recebimento do certificado todo estudante que concluir com aproveitamento todos os componentes curriculares do Ensino Médio e realizar o Plano Pessoal do Estudante (P.P.E). Além da certificação da Escolarização Geral, o estudante receberá certificação na Qualificação profissional escolhida de acordo com a legislação vigente. 11- AVALIAÇÃO A avaliação do desempenho do educando deve ser contínua a acumulativa em prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados ao longo do período. A avaliação é um instrumento valioso para o professor e acompanha todo o processo de ensino/aprendizagem. Estamos falando de uma avaliação que se estende ao longo de todo o percurso educacional, conhecida como Avaliação Contínua e Processual. Inicialmente, ela subsidia o planejamento dos professores, explicitando elementos que orientarão a aprendizagem desejada e/ou metas traçadas. Nesse sentido, a avaliação inicial informa quem são os alunos, que conhecimentos trazem consigo, quais são seus anseios em relação ao saber, seus desejos e prioridades de conhecimento. Um dos instrumentos avaliativos para alcançar esse objetivo é a Cartografia Social. A avaliação é um instrumento permanente do trabalho docente, com o propósito de observar se o aluno aprendeu ou não, possibilitando reflexões sobre o nível de qualidade do trabalho escolar, tanto do aluno quanto do professor, e gerando mudanças significativas. PROPOSTAS DE INSTRUMENTOS PARA AVALIAÇÃO DO ENSINO ● Fichas de autoavaliação docente: expressam a análise do aproveitamento individual de cada docente, a partir de uma autorreflexão sobre seu desempenho e participação nas atividades curriculares do curso, podendo subsidiar a avaliação geral do processo. ● Plenárias de avaliação: os discentes do curso podem expressar avaliações sobre o desempenho individual e coletivo dos educadores. ● Reuniões docentes: os educadores podem avaliar coletivamente o processo, se autoavaliar e avaliar o desempenho de seus pares. PROPOSTAS DE INSTRUMENTOS PARA AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: ● Produção individual e coletiva: material construído pelos discentes relacionado a um determinado período de formação. ● Projetos de Ação: ações organizadas pelos discentes, com acompanhamento e orientação dos docentes, definidas por uma situação-problema junto à comunidade. ● Projeto Pessoal do Educando (P.P.E): elaborado pelos discentes, sob orientação dos docentes, com temas que respeitem seus arranjos produtivos e/ou seus projetos de vida. ● Outros instrumentos: seminários, palestras, debates, produção textual, estudos dirigidos, relatórios, produção artística, entre outros. Portanto, a avaliação é um elemento de integração entre a aprendizagem e o ensino. O processo avaliativo, cuidadosamente planejado, visa colocar os discentes em contato com objetos, fatos e situações, seguindo a matriz curricular que envolve a Base Nacional Comum Integrada aos Itinerários Formativos, conforme a organização didática para garantir a qualidade do curso. Ao término de cada fase do curso, ocorrerão seminários de culminância I e II, e os educandos elaborarão e apresentarão seus P.P.Es (Projetos Pessoais do Educando), orientados pelos educadores das áreas de conhecimento. 12- REFERÊNCIAS ARROYO, M. G. Políticas de Formação de Educadores (as) Do Campo. Cad. Cedes, Campinas, vol. 27, n. 72, p. 157-176, maio/ago. 2007. CALDART, R.S. Sobre educação do campo. In: SANTOS, Clarice Aparecida dos (Org.). Educação do campo: campo - políticas públicas – educação. (NEAD Especial: 10). Brasília: INCRA; MDA, 2008. p. 67-97. CALDART, R., PEREIRA, I. B., ALETEJANO, P., FRIGOTTO, G. (ORGS). Dicionário da Educação do Campo. Rio de Janeiro, São Paulo: Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio, Expressão Popular, 2012. Disponível em: http://www.epsjv.fiocruz.br/publicacaol/ivro/dicionario-da-educacao-do-campo. Acesso em: 23 jun. 2023. FREIRE, P.. Pedagogia do oprimido.42.ed. Rio de Janeiro: paz e terra, 2005. Lei de Diretrizes e bases da Educação Nacional. n⁰ 9.394 /1996- Arts. 23 e 28. MOLINA, MC. Reflexões sobre o significado do protagonismo dos Movimentos Sociais na construção de 51 Políticas Públicas de Educação do Campo. In.: MOLINA, M. C (Org.). Educação do Campo e Pesquisa II: questões para reflexão. – Brasília: MDA/MEC, 2010. Parecer CNE/CEB nº 1/2006, aprovado em 1º de fevereiro de 2006. PINHEIRO, G.S.R. Agricultor Familiar e Projeto Agroecológico de Vida. 122 p. Dissertação (Mestrado em Sociologia ) - Universidade Federal do Paraná, 2004. Resolução CNE/CEB 1/2002 - Institui Diretrizes Operacionais para a Educação Básica nas Escolas do Campo. MEC: Brasília - DF, 2002temporalidades camponesas, assim como, suas formas de resistências, sobretudo inspirando práticas educativas escolares afirmativas dos sujeitos em seus territórios, tendo a terra como matriz formadora e por conseguinte aprendendo na escola-território. 3- BASE LEGAL O proceder de tal experiência educativa adequa-se aos estabelecimentos legais concernentes à oferta da educação básica a população que vive no campo contidas no Art. 28 da LDB (9394/96) e no Decreto 7.352/2010 que orientam os sistemas de ensino a promover as adaptações necessárias e adequação às peculiaridades da vida rural e de cada região, especialmente: ● conteúdos curriculares e metodologia apropriadas às reais necessidades e interesses dos alunos da zona rural; ● organização escolar própria incluindo a educação do calendário escolar às fases do ciclo agrícola e as condições climáticas; ● adequação ao trabalho na zona rural. A educação por alternância também está amparada na Lei de Diretrizes e Bases da Educação LDB 9394/96 que versa no art. 23 as diferentes formas de organização da educação básica. A educação básica poderá organizar-se em séries anuais, períodos semestrais, ciclos, alternância regular de períodos de estudos, grupos não seriados com base na idade, na competência e em outros critérios, ou por forma diversa de organização, sempre que o interesse do processo de aprendizagem assim o recomendar §… A educação do campo pelo modelo de alternância sustenta-se na valorização da vida do campo com o objetivo de construir políticas públicas que garantam o direito de trabalhar e estudar no campo satisfatoriamente, o que significa um paradigma solidário e sustentável nas relações entre a educação e os aspectos culturais e produtivos dos povos do campo. Como fica evidente na Resolução 001/2002 Art. 2º, § Único ao apresentar uma compreensão da educação do campo que vincula a identidade da escola à valorização da vida camponesa: A identidade da escola do campo é definida pela sua vinculação às questões inerentes a sua realidade, ancorando-se na temporalidade e saberes próprios dos estudantes, na memória coletiva que sinaliza futuros, na rede de ciência e tecnologia disponível na sociedade e nos movimentos sociais em defesa de projetos que associam as soluções exigidas por essas questões à qualidade social da vida coletiva no país. A resolução 01/2002 do CNE/CEB que estabelece as Diretrizes Operacionais do campo no artigo 3º expõe que o poder público, considerando a magnitude da importância da educação escolar para o exercício da cidadania plena e para o desenvolvimento de um país cujo paradigma tenha como referências: a justiça social, a solidariedade e o diálogo entre todos, independentemente de sua inserção em áreas urbanas ou rurais, deverão garantir a universalização do acesso da população do campo à educação básica de nível médio e entre outros níveis educacionais. Nessa perspectiva, foram aprovadas através da Resolução nº 753 de 21 de dezembro de 2021, matrizes curriculares da diversidade referentes à Educação do Campo, das Águas e das Florestas para a rede Estadual de Ensino do Pará. 4- OBJETIVOS 4.1-OBJETIVO GERAL: 🕐 - Habilitar estudantes de nível médio para atuação no mundo do trabalho inseridos no contexto amazônico. 4.2-OBJETIVOS ESPECÍFICOS: 🕐 - Atuar em sistemas de produção agropecuária sustentáveis e extrativista fundamentados em princípios agroecológicos; 🕐 - Desenvolver ações integradas da agricultura familiar, unindo a preservação e conservação de recursos naturais à sustentabilidade social e econômica dos sistemas produtivos agroecológicos; 🕐 - Desenvolver competências na conservação do solo e da água. 5- REQUISITOS E FORMAS DE ACESSO: O educando deverá apresentar no ato de sua matrícula: certificado do Ensino Fundamental; carteira de Identidade, CPF, Comprovante de residência e 2 fotos 3x4. 6- PERFIL DE CONCLUSÃO: Espera-se formar um estudante que domine tanto os referenciais tecnológicos quanto os saberes locais para atuar nos múltiplos sistemas que englobam a agricultura familiar, também deve estar apto a atuar como um agente de desenvolvimento socioambiental que potencialize a multiplicação dos sistemas agroecológicos nos territórios rurais-urbanos das regiões metropolitanas e no interior do Estado do Pará. Deve estar comprometido com a construção de modelos de desenvolvimento sustentáveis, no âmbito da agricultura, dos agroecossistemas, das comunidades, dos territórios, e das instituições que interagem. Além disso, deve estar em permanente interlocução simétrica com os saberes de comunidades tradicionais (quilombolas, indígenas, ribeirinhas, agricultores familiares), a fim de promover a autonomia e a valorização dos conhecimentos socioculturais dos diferentes povos que habitam a região paraense. 7- ORGANIZAÇÃO PEDAGÓGICA: ENSINO MÉDIO CAMPO POR ANO Área do Conhecimento Carga Horária Total Alternância Carga Horária Dias Linguagens, Códigos e suas Tecnologias 320 hs Tempo Escola 256 h 32 dias 40 dias Tempo Comunidade 64 h 8 dias Ciências da Natureza e suas Tecnologias 280 hs (240h+40h Educação Ambiental, Clima e Sustentabilidade=280h) Tempo Escola 224 h 30 dias 35 dias Tempo Comunidade 56 h 5 dias Ciências Humanas e suas Tecnologias 240 hs Tempo Escola 192 h 25 dias 30 dias Tempo Comunidade 48 h 5 dias Matemática e suas Tecnologias 240 hs (240h+40h Projeto de Vida=240h) Tempo Escola 192 h 25 dias 30 dias Tempo Comunidade 48 h 5 dias Ciências Agrárias e suas Tecnologias 280 hs (200h+80h Atividades Prático de Formação Profissional=280h) Tempo Escola 224 h 30 dias 35 dias Tempo Comunidade 56 h 5 dias Este ensino está fundamentado nos princípios da Educação do Campo, na Agroecologia e terá sua estrutura adequada à realidade dos estudantes. A Agroecologia se insere no debate de praticar uma agricultura mais sustentável e como alternativa de um modo de vida para o agricultor familiar. O ensino deverá propiciar no desenvolvimento dos componentes curriculares, nas práticas e nas experiências a serem realizadas, tanto no Tempo Escola como no Tempo Comunidade, um ambiente favorável à inovação e à adoção de novas tecnologias pensadas a partir das necessidades, demandas e perspectivas da agricultura familiar e da Agroecologia. Para articular essas iniciativas de inovação e geração de novas tecnologias, o ensino deverá se articular aos eventos desenvolvidos com essa finalidade. Torna-se necessária a inclusão de um novo desafio, que é o educacional, a partir de sua articulação com os fundamentos da educação do campo e com o projeto político da agricultura familiar e camponesa, que aponte para processos educacionais adequados à realidade social, econômica e cultural das famílias dos agricultores familiares e camponeses e que tenham como ponto de partida uma visão de mundo e um articulação com a sociedade a partir da vida no campo. O trabalho docente é desenvolvido em Tempo Integral por conta dos componentes curriculares das áreas do conhecimentos. A organização se dá em planejamento pedagógico com a distribuição semanal das práticas e componentes trabalhando com turmas do 1º, 2º e 3º anos. No currículo do Ensino Médio Campo procura-se os conhecimentos, habilidades e atitudes que possibilitará maior autonomia dos estudantes, trabalhadores do campo, visando ao gerenciamento de sua vida profissional. 7.1- A PEDAGOGIA DA ALTERNÂNCIA NO CONTEXTO NOVO ENSINO MÉDIO CAMPO: A Pedagogia da Alternância consiste na troca de saberes, na qual os(as) educadores(as) e educandos(as) busquem interação entre os saberes locais e os sistematizados com foco na construção de objetos e objetivos de aprendizagens que promovam reflexões e problematizações do contexto local no diálogocom o contexto global em tempos educativos donde a aprendizagem se dê tanto no espaço escolar quanto nas comunidades, nos sítios, nas roças...sem que se aprenda mais em um tempo e menos no outro e sim, conjuntamente, no que traduzimos em Tempo Escola (T.E) e Tempo Comunidade (T.C). O Tempo-Escola (T.E) consiste no período em que o educando (a) permanece no espaço da unidade escolar socializando, analisando e sistematizando suas pesquisas, partilhando os saberes, buscando soluções para as questões apontadas. O Tempo-Comunidade (T.C) é o período de estudo na propriedade do(a) educando(a) no qual este aplica os projetos de pesquisa/ ensino que foram elaborados no Tempo Escola. No T.C os(as) educandos(as), com a mediação dos(as) educadores(as), discute com sua família e/ou comunidade o contexto de sua produção, aponta novas experiências e propõem inovações ao campo produtivo individual e/ou comunitário. Desta forma, a Pedagogia da Alternância é o coração da Educação do Campo e tem como objetivo a busca de uma prática educativa humanizadora, significativa e contextualizada com a realidade, com os desejos e sonhos dos sujeitos do campo, das águas e das florestas, logo a Educação do Campo foca na inteireza do ser humano. Nessa perspectiva, a formação do sujeito do campo não deverá ocorrer apenas no espaço formal mas em tempos e espaços educativos diversos, valorizando a sua história, da sua família, do lugar onde vivem, do saber que historicamente vem sendo construído a partir da herança cultural e dos saberes oriundos dos seus ancestrais, superando assim a concepção da educação bancária e o desenvolvimento das destrezas necessárias ao mercado opressor, fortalecendo a produção familiar. Neste processo os elementos metodológicos serão organizados com o apoio de três instrumentos formativos: Plano de Pesquisa: - Definição das problemáticas de pesquisa – (TE) - Organização da pesquisa – (TE) - Realização da pesquisa – (TC) Círculo de Diálogos: - Sistematização da pesquisa – (TE) - Realização das jornadas pedagógicas – (TE) - Produção de sínteses – (TE) Partilha de Saberes: - Socialização dos resultados da pesquisa por meio de atividades variadas – (TE) 7.2- ORGANIZAÇÃO DAS TURMAS/OFERTAS ● PROPOSTA 1 Na Proposta 1, as áreas do conhecimento e o quinto itinerário formativo, será trabalhada por uma equipe de cinco (05) professores, um (01) por área de conhecimento que estarão realizando seus trabalhos em um único espaço, nomeada de Escola/Comunidade, onde ocorrerá o deslocamento dos estudantes para a Escola/Comunidade. Na oferta do Ensino Médio Campo e Educação de Jovens, Adultos e Idosos Campo, a Proposta 1 deverá ser efetivada na Escola/comunidade com cinco (05) turmas ou mais, organizadas em seis (06) tempos de aula de 50 min para o Ensino Médio Campo e quatro (04) horas diárias para a EJAI Médio Campo, contemplando as especificidades do Tempo Escola e Tempo Comunidade. Esta proposta, adequa-se aos estudantes que se deslocam de suas comunidades para a Escola/Comunidade. Em cada Escola/Comunidade será lotado um (01) coordenador pedagógico. 9 PROPOSTA 2 Na Proposta 2, a oferta do Ensino Médio Campo e a EJAI Médio Campo, será realizada em alternância pedagógica das áreas do Conhecimento em cinco (05) turmas/comunidades. As áreas do conhecimento e o quinto itinerário formativo, serão trabalhadas por uma equipe de cinco (05) professores que se deslocam para as turmas/comunidades. Importa destacar que, devido a carga horária do Ensino Médio Campo ser maior que a do EJAI Médio Campo, a equipe que atende em deslocamento as ofertas descritas, não podem ser a mesma. A cada cinco (05) turmas em deslocamento, contrata-se um coordenador pedagógico. 8- MATRIZ CURRICULAR: ORGANIZAÇÃO CURRICULAR INTEGRADA DO ENSINO MÉDIO CAMPO Nucleação Área de Conhecimento CICLO DA JUVENTUDE DO CAMPO, DAS ÁGUAS E DAS FLORESTAS 1º ANO 2º ANO 3º ANO CH ANUAL CH SEMANAL CH ANUAL CH SEMANAL CH ANUAL CH SEMANAL Formação Geral Básica (BNCC) Linguagens e suas Tecnologias 320 8 320 8 320 8 Matemática e suas Tecnologias 200 5 200 5 200 5 Ciências da Natureza e suas Tecnologias 240 6 240 6 240 6 Ciências Humanas e Sociais Aplicadas 240 6 240 6 240 6 Carga Horária Total Formação Geral Básica 1000 25 1000 25 1000 25 Nucleação Itinerâncias 1º ANO 2º ANO 3º ANO CH ANUAL CH SEMANAL CH ANUAL CH SEMANAL CH ANUAL CH SEMANAL Formação para o Mundo do Trabalho (V Itinerário Formativo) Projeto de Vida Aplicado à Formação Profissional 40 1 40 1 40 1 Educação Ambiental, Clima e Sustentabilidade 40 1 40 1 40 1 Componente Específico de Formação Profissional 200 5 200 5 200 5 Atividades Teórico-Práticos de Formação Profissional 80 2 80 2 80 2 Carga Horária Total Formação para o Mundo Trabalho (Flexibilização) 360 9 360 9 360 9 Carga Horária Total - Por Ano 1360 34 1360 34 1360 34 Carga Horária Total - 4080 h 11 ❖ A FGB - Formação Geral Básica, está em Área do Conhecimento com 3.000 horas. Códigos e Linguagens e suas tecnologias; Matemática e suas tecnologias; Ciências Naturais e suas tecnologias; Ciências Humanas e suas tecnologias. ❖ A FMT - Formação para o Mundo do Trabalho com 1080 horas apresenta o Itinerário com Componente Específico de Formação Profissional (Qualificações Intermediárias). 1 - Opções de Qualificações Intermediárias para o Novo Ensino Médio Campo: 1-Eixo: Ambiente e Saúde 1.1-Itinerário Formativo: Meio Ambiente 🕐 1.1.1-Qualificação Intermediária: Agente de Desenvolvimento Socioambiental - Código: 221492 Perfil Profissional: Auxilia a implantação de ações socioambientais coletivas para resolução de problemas em ambientes naturais, urbanos e rurais. Realiza a mediação entre os cidadãos e os diversos segmentos da sociedade no planejamento e na implementação de projetos socioambientais. Identifica situações-problema e propõe soluções. Estimula a reflexão sobre os riscos e vulnerabilidades socioambientais e fomenta a busca por soluções pertinentes ao contexto de atuação. 🕐 1.1.2-Qualificação Intermediária:Agente de Defesa Ambiental - Código: 3522-05 Perfil Profissional: Orientam e fiscalizam as atividades e obras para prevenção/preservação ambiental por meio de vistorias, inspeções e análises técnicas de locais, atividades, obras, projetos e processos, visando o cumprimento da legislação ambiental e sanitária; promovem educação sanitária e ambiental. 🕐 1.1.3-Qualificação Intermediária: Agente de Regularização Ambiental Rural - Código: 278075 Perfil Profissional: Auxilia o cadastramento da propriedade rural no sistema de cadastro ambiental rural (SiCAR) e avalia o passivo ambiental da propriedade. Identifica o passivo ambiental da propriedade e auxilia na aplicação de técnicas de recuperação florestal. 2- Eixo: Recursos Naturais: 2.1-Itinerário Formativo: Agroecologia 🕐 2.1.1-Qualificação Intermediária: Agricultor Familiar - Código: 221289 Perfil Profissional: Atua em propriedades familiares de pequeno e médio porte. Realiza diagnóstico da propriedade familiar baseado nas ações integradas do sistema produtivo. Planeja e organiza ações de forma cooperativa. Colhe e beneficia produtos agropecuários. Correlaciona os sistemas de produção e o ecossistema. Maneja os recursos naturais de forma sustentável promovendo a integração lavoura pecuária. Atende a legislação vigente. 🕐 2.1.2-Qualificação Intermediária: Auxiliar de Agropecuário - Código: 221290 Perfil Profissional: Auxilia no planejamento, execução e acompanhamento da produção e de projetos agropecuários.Atende legislação vigente. 🕐 2.1.3-Qualificação Intermediária: Agente de Assistência Técnica e Extensão Rural Código: 278071 Perfil Profissional: Realiza planejamento estratégico, acompanhamento da produção e elabora projetos de intervenção. Realiza abordagem metodológica participativa, dialógica e construtivista junto aos diversos públicos. Compreende conceitos de saber empreender projetos que envolvem o desenvolvimento rural sustentável e a promoção social. Planejar reuniões e coordenar grupos de trabalho em redes cooperativas, associativistas e outros grupos produtivos. Atende a legislação vigente. 2.2- Itinerário Formativo: Floresta 🕐 2.2.1-Qualificação Intermediária: Agricultor Agroflorestal - Código: 221285 Perfil Profissional: Planeja, implanta e maneja sistemas agroflorestais para a produção consorciada. Maneja e recupera solos degradados. Emprega técnicas de produção de sementes e mudas. Produz alimentos com segurança e soberania alimentar. Realiza tratos culturais de acordo com as espécies utilizadas e em consonância com as características regionais. Atende a legislação vigente. 🕐 2.2.2-Qualificação Intermediária: Administrador de Empreendimentos Florestais de Base Comunitária - Código: 264116 Perfil Profissional: Aplica métodos, técnicas e ferramentas que garantam a sobrevivência e o desenvolvimento de um empreendimento florestal de base comunitária, de forma ambiental e economicamente sustentável. Atende a legislação vigente. 🕐 2.2.3-Qualificação Intermediária: Trabalhador Florestal Polivalente - Código: 6320 - 05 Perfil Profissional: Manejam recursos naturais, produzem mudas, realizam manutenção de plantas e manipulam plantas medicinais, guiam pessoas em florestas e campos e disponibilizam serviços e produtos. Trabalham seguindo normas de segurança, higiene e proteção ao meio ambiente. 2.3-Itinerário Formativo: Aquicultura 🕐 2.3.1-Qualificação Intermediária: Criador de peixes - Código: 6313-25 Perfil Profissional: Manejam e alimentam animais aquáticos. Controlam ambiente aquático, monitoram e constroem instalações aquáticas. Organizam reprodução de animais aquáticos e cuidam de sua sanidade. Planejam criação, beneficiam e comercializam animais aquáticos. 🕐 2.3.2-Qualificação Intermediária: Aquicultor - Código: 221177 Perfil Profissional: Calcula e fornece a alimentação necessária para o sustento de espécies aquáticas. Monitora e intervém na manutenção dos níveis ideais dos parâmetros do ambiente de produção nos diferentes cultivos. Realiza procedimentos de depuração e despesca das espécies cultivadas. Auxilia na implantação e condução de projetos aquícolas. Auxilia na operação de equipamentos e métodos qualitativos de análise de água utilizada em sistemas de cultivo. Atende a legislação vigente. 🕐 2.3.1-Qualificação Intermediária: Trabalhador de Preparação do Pescado - Código: 841484 Perfil Profissional: Aplicar e desenvolver técnicas de beneficiamento de recursos pesqueiros, inclusive subprodutos, desde minimamente processado até industrializado. 3- Eixo Tecnológico: Produção Alimentícia 3.1-Itinerário Formativo: Alimentos 🕐 3.1.1-Qualificação Intermediária: Preparador de Doces e Conservas - Código: 221136 Perfil Profissional: Prepara doces, conservas, compotas e geleias de frutas regionais e comerciais. Segue os princípios das boas práticas de fabricação de alimentos e zela pelas condições de segurança no local de trabalho. 🕐 3.1.2-Qualificação Intermediária: Produtor de Derivados do Leite - Código: 221155 Perfil Profissional: Recebe e seleciona a matéria prima, que beneficia o leite. Executa processos de industrialização do leite e dos derivados (queijos, requeijão, bebidas fermentadas e lácteas, iogurte, creme de leite, manteiga, doce de leite, entre outros). Segue os princípios das boas práticas de fabricação de alimentos e zela pelas condições de segurança no local de trabalho. 🕐 3.1.3-Qualificação Intermediária: Produtor de Produtos Apícolas - Código: 221067 Perfil Profissional: Beneficia, processa, armazena e comercializa produtos apícolas (mel, pólen, própolis, geleia real, apitoxina e cera). Segue os princípios das boas práticas de fabricação de alimentos e zela pelas condições de segurança no local de trabalho. 9- EMENTÁRIO 9.1- PLANEJAMENTO DA FORMAÇÃO GERAL BÁSICA: NÚCLEO BÁSICO: ÁREA DO CONHECIMENTO: Códigos e Linguagens e suas tecnologias CAMPO DE SABERES E PRÁTICAS: Letras e Linguagens: Literaturas e Sociedades, Corpo e Movimento, Linguagens e Cultura OBJETOS INTEGRADORES: Línguas, Linguagens, Comunicação Popular, Mídias e Tecnologias Ementa: ● Condições de produção, circulação e recepção de discursos, textos literários e atos de linguagem; ● Elementos da linguagem em diversos suportes e formas de mídias; ● Uso autônomo, crítico e criativo de TDIC’s, softwares, ferramentas e ambientes colaborativos; ● Expressões artísticas-literárias, protagonismo e reivindicações de lugares de fala e direitos; ● Linguagens artísticas de diferentes matrizes estéticas e culturais; ● Identidades e narrativas nas culturas amazônicas; ● Manifestações verbais e não-verbais na perspectiva da memória e da história, individuais e/ou coletivas na Amazônia; ● Elementos das Linguagens em diversos suportes e formas de mídias; ● Intertextualidade e interdiscursividade; ● Processos autorais de comentários em diferentes ambientes da linguagem; ● Vivências, interações e experimentação de oralidades em Linguagens; ● Relação entre discursos, atos de linguagem, peculiaridades artístico culturais, valores e posicionamentos críticos, éticos e estéticos; ● Criação de apps para monitoramento de fenômenos ambientais; ● O homus tecnológico: os impactos e vantagens sociais das produções tecnológicas Bibliografia: AUMONT, Jaques. A Imagem. Campinas, SP: Papirus, 1993. COSTA, Antonio. Compreender o Cinema. São Paulo,SP, 2.ed. Globo, 1989. WILEY II, David A. Connecting learning objects to instructional design theory: A definition, a metaphor and a taxonomy. http://wiley.ed.usu.edu/docs/astd.pdf. GIOVANNINI, Giovanni. Evolução na Comunicação. Do Sílex ao silício. RJ, E. Nova Fronteira, 2ª Edição. 1987. HOFFER, Jay. Radio Production Tecniques. Tab books, USA, 1978. LEVY, P. Tecnologias da Inteligência. RJ. Ed. 34. 1993/94. MACROMEDIA FLASH MX. Using Flash MX Macromedia, San Francisco, 2002. MERTEN, Luiz Carlos. Cinema. Um zapping de Lumière a Tarantino. Porto Alegre, BR. Artes e Ofícios, 1995. NEWBY, T. et allii. Instructional Technology for Teaching and Learning, Ed.Prentice Hall, 1996. ÁREA DO CONHECIMENTO: Códigos e Linguagens e suas tecnologias CAMPO DE SABERES E PRÁTICAS: Letras e Linguagens: Literaturas e Sociedades, Corpo e Movimento, Linguagens e Cultura OBJETOS INTEGRADORES: Cultura no contexto da Educação do Campo, arte, literatura e redação com ênfase local Ementa: ● Contexto de produção, circulação e recepção de diversas manifestações e práticas artísticas e corporais; Linguagens artísticas de diferentes matrizes estéticas e culturais; ● Expressões artístico-literárias, protagonismo e reivindicações de lugares de fala e direito; ● Linguagens artísticas de diferentes matrizes estéticas e culturais; ● Intertextualidade e interdiscursividade; ● Identidades e narrativas nas culturas amazônicas; ● Natureza/cultura, suas tradições e desdobramentos nas poéticas amazônicas; ● Processos investigativos do Patrimônio Cultural local, nacional e global; ● Representações da Indústria Cultural nos campos artístico, cultural e literário; ● Diálogos entre Arte, Literatura, Cultura e Sociedade; ● Processos curatoriais de diferentes manifestações Artísticas, Culturais e Literárias; ● Organização, planejamento e produções em diferentes manifestações da linguagem;● Materialidades e processos de criação artístico-culturais; ● Aspectos históricos, culturais, expressivos, biomecânicos, fisiológicos e de aprendizagem motora nas práticas da cultura corporal e lazer; ● Representações da Corpolatria nas manifestações da Arte, da Literatura e das ● Práticas Corporais Bibliografia: BOURDIEU, P. Razões práticas: sobre a teoria da ação. Campinas: Papirus, 1996. CANDAU, Vera Maria Ferrão - Educação escola e Cultura(s): construindo caminhos. Revista Brasileira de Educação, 2003. CANDAU, Vera Maria Ferrão - Sociedade, cotidiano escolar e cultura(s): uma aproximação. Educ. Soc., 79: 125-161, 2002. FERREIRA, Nilza Brandolfo, A relação Cultura e Educação. Projeto apresentado no curso de Pós-Graduação Lato Sensu: Psicopedagogia Clínica e Educacional da UNESP. São Paulo, 2005. ÁREA DO CONHECIMENTO: Matemática e suas tecnologias CAMPO DE SABERES E PRÁTICAS: Letramento Matemático e seus desdobramentos necessários ao aprofundamento da área do conhecimento OBJETOS INTEGRADORES: Educação Financeira no Campo e gestão do estabelecimento familiar Ementa: ● Trabalhar aspectos ligados ao tema: ● Matemática financeira: ● Linguagem dos conjuntos numéricos; ● Gestão financeira: lucro e porcentagem. ● Aplicabilidade da gestão financeira. ● Funções: conceitos, definições,representações algébricas e gráficas e suas aplicações em diversos contextos. ● Função afim e suas representações. ● Função linear e proporcionalidade. ● Função quadrática e suas representações. ● Função quadrática e proporcionalidade. ● Ponto máximo ou mínimo de funções quadráticas. ● Função afim quadrática e suas aplicações. ● Função exponencial, sua construção e suas aplicações em diversos contextos. ● Função logarítmica, sua construção e suas aplicações. ● Relações entre unidades de medidas de grandezas diversas. Relações métricas e trigonométricas em triângulos e suas aplicações em diversos contextos. ● Relações entre as funções exponencial e logarítmica. ● Funções trigonométricas seno e cosseno e suas aplicações em diversos contextos. ● Localização e movimentação de pessoas e objetos no espaço tridimensional. ● Técnicas de contagem: agrupamentos, princípios aditivo e multiplicativo da contagem. ● Classificação de espaço amostrais (discretos ou não) e de eventos (equiprováveis ou não) para o cálculo de probabilidades. ● Cálculo de probabilidades utilizando técnicas de contagem. ● Elaboração e resolução de problemas de probabilidade em diversos contextos. ● Algoritmos na resolução de problemas diversos. ● Tabelas e gráficos: uso e leitura de informações em diversos contextos. ● Medidas de tendência central e de dispersão. ● Razão, proporção e porcentagem, Juros simples e Compostos, Cálculo de ● financiamentos com uso de aplicativos e planilhas eletrônicas. ● Planificação com deformação de ângulos e áreas na construção de mapas. ● Sistemas lineares: resolução algébrica e gráfica. ● Conceitos básicos de lógica matemática (como por exemplo, sentenças abertas e fechadas, proposições, conectivos), tradução da linguagem corrente ou matemática em Linguagem básica de programação. ● Área, perímetro, volume, capacidade ou de massa em diversos contextos. ● Cálculo de probabilidades utilizando técnicas de contagem. ● Razão, proporção e porcentagem, Juros simples e Compostos, Cálculo de financiamentos com uso de aplicativos e planilhas eletrônicas; ● Representação de medidas por meio de notação científica e reconhecimento de erros na medição; ● Sequências e padrões numéricos ou geométricos; ● Progressões aritméticas e suas relações com a função afim; ● Progressões geométricas e suas relações com a função exponencial; ● Proporcionalidade direta e inversa; Bibliografia: ANJOS, F.S.; GODOY, W.I. e CALDAS, N.V. As feiras livres de Pelotas sob o império da globalização: perspectivas e tendências. Pelotas: Editora e Gráfica Universitária,2005. 195 p. BRASIL, Lei 11.326, de 24 de Julho de 2006. Estabelece as diretrizes para a formulação da Política Nacional da Agricultura Familiar e Empreendimentos Familiares Rurais. Diário Oficial da União, dia 25/07/2006. BATALHA, M.O (coord.). Gestão Agroindustrial. GEPAI: Grupo de Estudos e Pesquisas Agroindustriais. São Paulo: Ed. Atlas, 2001. 60 p. BUAUNAIN, A.M. Agricultura Familiar, Agroecologia e Desenvolvimento Sustentável: questões para debate. Série Desenvolvimento Rural Sustentável. Instituto de Economia da UNICAMP, vol. 5, 1 ed, Campinas, 2006. CHALITA, A. Mercados de qualidade. São Paulo: Instituto de Economia Agrícola, 2009. Texto para Discussão. n.11/2009. COLLA, C., STADUTO, J.A.R., ROCHA JR.W.; RINALD, R.N. A escolha da feira-livre como canal de distribuição para produtos da agricultura familiar de Cascavel-PR. CONGRESSO DE SOCIOLOGIA, ADMINISTRAÇÃO E ECONOMIA RURAL, 2007. Londrina. Conhecimento para a agricultura do futuro. Londrina: SOBER, 2007, v.1 ÁREA DO CONHECIMENTO: Matemática e suas tecnologias CAMPO DE SABERES E PRÁTICAS: Letramento Matemático e seus desdobramentos necessários ao aprofundamento da área do conhecimento. OBJETOS INTEGRADORES: Sistema de Produção e Comercialização Familiar, Prestação de Serviços, Troca e Consumo Bibliografia: AZEVEDO, P.F. Nova economia institucional: referencial geral e aplicações para agricultura. Agricultura em São Paulo. São Paulo: Instituto de Economia Agrícola (IEA), 47(1), 2000. p. 33-52. ALVES, J.M.; STADUTO, J.A.R. Análise da estrutura de governança: o caso cédula do produtor rural (CPR). In: INTERNATIONAL CONFERENCE ON AGRI-FOOD CHAIN /NETWORKS ECONOMICS AND MANAGEMENT, 3, 2001. Proceedings of... Ribeirão Preto, São Paulo, 2001. BATALHA, M. O. (Coord.) Gestão agroindustrial: GEPAI: grupo de estudos e pesquisas agroindustriais. São Paulo: Atlas, 2001 v. 1. BRANDT, S.A. Comercialização Agrícola. Piracicaba: Livroceres, 1980. 195 p. BRASIL. Lei Federal n° 11.326 de 24 de julho de 2006 Estabelece as diretrizes para a formulação da Política Nacional da Agricultura Familiar e Empreendimentos Familiares Rurais. Disponível em http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/Lei_principal.htm acesso dia 30 de setembro de 2007. FERRINHO, H. Cooperativas e desenvolvimento rural. Porto: Clássica 1978. GUANZIROLI, C.E. e CARDIM, S.E., Novo Retrato da Agricultura Familiar – 0 Brasil Redescoberto, Projeto de Cooperação Técnica INCRA / FAO, Brasília, 2000. GUANZIROLI, C. E. (coord.). Perfil da agricultura familiar no Brasil: dossiê estatístico. Brasília, INCRA/FAO, 1996. ÁREA DO CONHECIMENTO: Ciências Naturais e suas tecnologias CAMPO DE SABERES E PRÁTICAS: Etnociências, Biologia, Física, Química e seus desdobramentos aplicada à Educação do Campo OBJETOS INTEGRADORES: Saberes e Práticas de base Agroecológica e Soberania Alimentar Amazônica Ementa: ● Dilemas na história das ciências: mulheres que mobilizaram o conhecimento científico; ● Aspectos socioculturais relacionados ao processo prevenção e remediação de saúde e doença; ● O homem e o ambiente: consumo de bens e matérias-primas e o crescimento acelerado e desordenado no seu habitat; ● Biossegurança: as interconexões e complementaridades ambientais e humanas; ● Mapeamento e socialização de práticas bem sucedidas, ligadas às ciências da natureza e suas tecnologias; ● O Projeto de Vida do aluno como indutor de inovação do ensino das Ciências da Natureza; ● Frutos amazônicos: medicina popular, cozinha regional e indústria cosmética; ● O impacto sociocultural da produção científica nas comunidades paraenses; ● As oportunidades de confecções de produtos e serviços: as inúmeras possibilidades de reutilizar e inventar novos objetos (físicos e digitais) em diferentes ambientes; ● O empreendedorismo local na transformação de Resíduos em Materiaisde Importância Tecnológica; ● Plantio responsável: os produtos físico químicos e os seus efeitos nas agriculturas locais, cultura e natureza: os desafios das práticas preservacionistas; ● Os efeitos dos serviços básicos de saúde: saneamento básico, vacinação, SUS, segurança alimentar, garantia básica nutricional, higiene e alimentação equilibrada. ● Os jovens da Região da Amazônica devem compreender como a principal fonte de energia dos ecossistemas - a energia solar - é captada através da fotossíntese e é transformada em energia química. Ao analisarem o conjunto biótico devem desenvolver o pensamento sistêmico em relação à passagem de energia entre os seres vivos presentes na cadeia ou teia alimentar; ● Compreender a absorção e a reciclagem dos elementos realizados pelos componentes bióticos e abióticos da biosfera e sua influência equilibrada no contínuo intercâmbio de elementos entre meio físico e seres vivos; ● Analisar como a taxa de crescimento e a decomposição dos seres vivos afetam o fluxo dos elementos, considerando que algumas das principais atividades humanas na Amazônia (a extração de minerais, a agricultura, a indústria e a produção de energia) podem afetar a ciclagem dos elementos e contribuir para alterar a dinâmica natural dos ecossistemas; ● Relação com os grandes projetos desenvolvidos na região amazônica; ● Os efeitos meteorológicos devido aos desmatamentos da floresta amazônica ocasionando o deslocamento de matéria/energia, as novas tecnologias de fontes de energia limpa e renovável; ● Utilização de satélites de monitoramento da floresta amazônica, os novos instrumentos para ampliação do uso da internet, entre outros ● Compreensão dos diversos fenômenos e fatores que determinaram as condicionais basilares para sua existência; ● A Física Moderna, a Física Quântica e seus estudos sobre as propriedades microscópicas da matéria, as previsões climáticas e o mapeamento geográfico com base nas tecnologias advindas do estudo do universo; ● É necessário identificar como os seres vivos, o ambiente e os materiais são indissociáveis da energia e a partir da análise das interações e relações entre matéria e energia os educandos debatem a utilização e a formulação de propostas sustentáveis de processamento dos recursos naturais da região; ● No contexto regional, observam-se estudos sobre o uso de plantas da região amazônica na produção de produtos naturais, como medicamentos, cosméticos e alimentos. Bibliografia: CAPORAL, F. R; COSTABEBER, J. A; PAULUS, G. Agroecologia: matriz disciplinar ou novo paradigma para o desenvolvimento rural sustentável. Brasília, DF: 2006. COSTABEBER, J. A; MOYANO E. E. Transição Agroecológica e Ação Social Coletiva. 2000. JR. LOTUFO. J. P. B., Agroflorestas em quadrinho: Pequeno manual prático. São Paulo. Ed. Jabuticaba, 2019. KRULL, K. N. e.al. Agroflorestas biodiversas: Estratégias para o fortalecimento da agricultura familiar. 1 Edição. Brasília, DF: Funtec DF, 2022. Caderno Pedagógico Educacional Projovem Campo Saberes da Terra. BRASIL, Lei 11.326, de 24 de Julho de 2006. Estabelece as diretrizes para a formulação da Política Nacional da Agricultura Familiar e Empreendimentos Familiares Rurais. Diário Oficial da União, dia 25/07/2006. BUAUNAIN, A.M. Agricultura Familiar, Agroecologia e Desenvolvimento Sustentável: questões para debate. Série Desenvolvimento Rural Sustentável. Instituto de Economia da UNICAMP, vol. 5, 1 ed, Campinas, 2006. ÁREA DO CONHECIMENTO: Ciências Naturais e suas tecnologias; CAMPO DE SABERES E PRÁTICAS: Etnociências, Biologia, Física, Química e seus desdobramentos aplicada à Educação do Campo OBJETOS INTEGRADORES: Turismo de Base comunitária Ementa: ● Diversificação da economia regional; ● Geração de novas oportunidades de trabalho e renda; ● Incorporação da mulher ao trabalho; ● Agregação de valor ao produto primário; ● Conservação dos recursos naturais e do patrimônio cultural; ● Estudo das interferências antropogênicas, nos ciclos da natureza e na vida, e seus efeitos na dispersão e cosmopolitismo humano ● A dispersão e distribuição humana na Amazônia e seus efeitos na natureza, diversidade étnica e cultural; ● Devem propor soluções regionais e locais que potencializam a produtividade, sem desconsiderar a preocupação com as práticas que resultam em poluição ambiental e geram desequilíbrio ecológico; ● Refletir e atuar para mitigar os impactos socioambientais colaborando na implementação da consciência ecológica e atuando nas práticas de prevenção e redução desses impactos negativos; ● Fatores naturais como elementos essenciais para o processo de especiação, crescimento e distribuição das diversas formas de vida; ● Conceito de espécies nas CNTs e a evolução dos seres vivos (árvores filogenéticas): dispersão, distribuição, variabilidade - hereditariedade, registro fóssil, entre outros. ● O aprendizado das juventudes deve ter caráter global, considerar o desenvolvimento do conhecimento, as habilidades e os saberes a partir da análise articulada das contribuições das diversas culturas; ● Os novos contornos teóricos apresentados pela ciência linear e não-linear e suas limitações, bem como, as concepções sobre preservação das diversidades e sua relação com a interferência humana. ● Os novos tratamentos médicos para as doenças terminais ou não, a nanotecnologia e a gênese dos novos materiais, as novas ciências de controle de qualidade e sustentabilidade, o desenvolvimento da Inteligência Artificial (I.A.) e o impacto do conhecimento da Física diante da indústria 4.0 e a Internet das Coisas. ● Compreender os contextos históricos e culturais na escolha dos objetos de estudo; ● Obtenção de conhecimentos prévios a respeito das condições ideais para que um local seja habitável ou não, como por exemplo, a quantidade de elementos químicos (oxigênio, carbono, hidrogênio, entre outros) encontrados em sua atmosfera, a análise da qualidade de água e outros parâmetros ambientais como intensidade de radiação, limites de pH e salinidade. ● A vida na terra: reações químicas diversas e as interações físicas no surgimento dos seres vivos (aminoácidos, proteínas, DNA e RNA). Bibliografia: CAPORAL, F. R; COSTABEBER, J. A; PAULUS, G. Agroecologia: matriz disciplinar ou novo paradigma para o desenvolvimento rural sustentável. Brasília, DF: 2006 COSTABEBER, J. A; MOYANO E. E. Transição Agroecológica e Ação Social Coletiva. 2000. GIL, A. C. Métodos e Técnicas de Pesquisa Social. São Paulo: Atlas, 1994. LAURENTI, A. C.; GROSSI, M. E. O novo rural brasileiro: uma análise nacional e regional. Brasília: Embrapa, 1999. MOLETA, V. F.; GOIDANICH, K. L. Turismo Rural. Porto Alegre, RS: SEBRAE/RS, 2000. RODRIGUES, A. (org.) Turismo e geografia: reflexões teóricas e enfoques regionais. São Paulo: Hucitec, 1998. SILVA, E. L.; MENEZES, E. M. Metodologia da pesquisa e elaboração de dissertação. Florianópolis:Laboratório de Ensino à Distância da UFSC, 2001. ZIMMERMANN, A. Planejamento e Organização do Turismo Rural no Brasil. In: ALMEIDA, J. A; FROEHLICH, J. M; RIELD, M (orgs.). Turismo Rural e Desenvolvimento Sustentável. Campinas, SP:Papirus, 2000. ÁREA DO CONHECIMENTO: Ciências Humanas e suas tecnologias. CAMPO DE SABERES E PRÁTICAS: Concepções filosóficas: pensamento histórico, geográfico e sociológico OBJETOS INTEGRADORES: Organização social da juventude do campo: identidade, cultura, gênero e etnia Ementa: ● Cultura material e imaterial: princípios antropológicos e arqueológicos ● Arqueologia na Amazônia ● Diversidades culturais e interculturalidade ● Natureza e cultura ● Princípios da organização social no âmbito das diferentes escalas ● Relação Campo-Cidade. ● Análise e compreensão cartográfica ● Mito e verdade● Fontes históricas e filosóficas ● Teoria do Conhecimento ● Diversidades culturais e interculturalidade ● Princípios da organização social da juventude do campo no âmbito das diferentes esferas; ● Movimentos sociais do campo ● Modos de vida e identidade sociocultural e socioterritorial ● Políticas afirmativas da juventude ● Movimento de hegemonia e contra hegemonia ● Cultura de Massa e indústria cultural ● Colonização da América, do Brasil e da Amazônia ● Espaço e política ● Espaço e Cidadania ● Complexidades, racionalidades, técnicas e socioambientais ● Direitos Humanos: cidadania e projeto de vida ● Pensamento político ● Formação histórica do território brasileiro e amazônico ● Migração ● Nacionalismo e formação dos Estados Nacionais ● Modos de vida e identidades. ● Modernidade e contemporaneidade ● História do Brasil ● História da Amazônia ● História Indígena e Indigenista ● História da América Latina ● Estado e política ● Economia e produção do espaço ● Regionalização e territorialização ● Mundo do trabalho ● Gênero e sexualidade ● Ética e Conflitos ● Juventudes, tecnologias e mídias ● Instituições sociais e políticas ● Políticas afirmativas ● Políticas e conflitos internacionais ● Ativismo cidadão, político e ambiental ● Amazônia e processos produtivos ● Epistemologia. Bibliografia: Caderno Pedagógico Educacional Projovem Campo Saberes da Terra; PARÁ. Secretaria de Estado de Educação do Pará. Documento Curricular do Estado do Pará – Etapa Ensino Médio:. Volume II. Belém: SEDUC-PA, 2021. P.522 1. Novo Ensino Médio. 2. BNCC. 3. Itinerários Formativos (itinerâncias). 4. Formação Humana Integral. Currículo Integrado. 5. Documento Curricular do Estado do Pará. ÁREA DO CONHECIMENTO: Ciências Humanas e suas Tecnologias CAMPO DE SABERES E PRÁTICAS: Concepções filosóficas: pensamento histórico, geográfico e sociológico OBJETOS INTEGRADORES: Direito à terra e ao território:Territorialidade amazônica e saberes culturais específicos Ementa: ● Ocupação e reordenamento histórico-cultural, sócio-espacial da Amazônia; ● Regionalização, Território, territorialidades e meio ambiente na Amazônia; ● Modos de vida e identidade dos povos tradicionais da Amazônia; ● Saberes e Uso do Território; ● Leis fundiárias de regulamentação de terras aplicáveis na Amazônia. ● Território, territorialidades e meio ambiente. ● Ativismo cidadão, político e ambiental. ● Movimentos sociais e trabalhistas. ● História dos processos produtivos na Amazônia. ● Indústria e produção do espaço. ● Globalização: economia e modernidade. ● Amazônia e processos produtivos. ● Análise e compreensão cartográfica. ● Realidade e Ciência ● Migração ● Nacionalismo e formação dos Estados Nacionais. ● Colonização da América do Brasil e da Amazônia. ● Estado e política. ● Economia e produção do espaço ● Epistemologia ● Sistemas socioeconômicos ● Modos de produção. ● Revolução técnico-científica informacional. ● Economia e modernidade. ● Circuitos e setores econômicos Bibliografia: Caderno Pedagógico Educacional Projovem Campo Saberes da Terra; PARÁ. Secretaria de Estado de Educação do Pará . Documento Curricular do Estado do Pará – Etapa Ensino Médio:. Volume II. Belém: SEDUC-PA, 2021. P.522 1. Novo Ensino Médio. 2. BNCC. 3. Itinerários Formativos (itinerâncias). 4. Formação Humana Integral. Currículo Integrado. 5. Documento Curricular do Estado do Pará. 9.2- PLANEJAMENTO DE QUALIFICAÇÕES INTERMEDIÁRIAS Eixo Tecnológico: Ambiente e Saúde- Itinerário Formativo: Meio Ambiente 1º ANO Qualificação Profissional Componentes Curriculares C.H C.H. TOTAL: 200 hs Agente de Desenvolvimento Socioambiental Introdução à Agroecologia 50 Tecnologias Sociais agroecológicas 50 Ética, Responsabilidade Social e Ambiental 50 Gestão de Projetos Socioambientais 50 2º ANO Qualificação Profissional Componentes Curriculares C.H C.H. TOTAL: 200 hs Agente de Defesa Ambiental Higiene, Saúde e Segurança no Trabalho 50 Gerenciamento de Recursos Hídricos 50 Gerenciamento de Resíduos Sólidos 50 3º ANO Qualificação Profissional Componentes Curriculares C.H C.H. TOTAL: 200 hs Agente de Regularização Ambiental Rural Gestão e Legislação Ambiental 50 Regularização Ambiental 50 Noções de Georreferenciamento e cartografia 50 Procedimentos de regularização ambiental rural: o CAR 50 Eixo Tecnológico: Recursos Naturais/ Itinerário Formativo: Agroecologia 1º ANO Qualificação Profissional Componentes Curriculares C.H C.H. TOTAL : 200 hs Agricultor Familiar Introdução à Agroecologia 50 Manejo e Conservação do solo e da Água 50 Tecnologias Sociais Agroecológicas 50 Funcionamento do estabelecimento familiar 50 2º ANO Qualificação Profissional Componentes Curriculares C.H C.H. TOTAL: 200 hs Auxiliar de Agropecuário Sistema de Cultivo e Beneficiamento dos Produtos Agroecológicos I 50 Sistema de Cultivo e Beneficiamento dos Produtos Agroecológicos II 50 Manejo agroecológico de Pequenos Animais 50 3º ANO Qualificação Profissional Componentes Curriculares C.H C.H. TOTAL : 200 hs Agente de Assistência Técnica e Extensão Rural Associativismo, Cooperativismo e Economia Solidária e Popular 100 Sistema de Produção Agroextrativista 100 Eixo Tecnológico: Recursos Naturais / Itinerário Formativo: Florestas 1º ANO Qualificação Profissional Componentes Curriculares C.H C.H. TOTAL: 200 hs Trabalhador Florestal Polivalente Introdução à Agroecologia 50 Tecnologias Sociais agroecológicas 50 Manejo e Conservação do solo e da Água 50 Ética, Responsabilidade Social e Ambiental 50 2º ANO Qualificação Profissional Componentes Curriculares C.H C.H. TOTAL: 200 hs Administrador de Empreendimento s Florestais de Base Comunitária Funcionamento do estabelecimento familiar 50 Gestão em Projetos socioambientais 50 Associativismo, Cooperativismo e Economia Solidária e Popular 100 3º ANO Qualificação Profissional Componentes Curriculares C.H C.H. TOTAL: 200 hs Agricultor Agroflorestal Sistema de Produção Agroextrativista 100 Recursos Florestais, certificação e Legislação Ambiental 100 Eixo Tecnológico: Recursos Naturais / Itinerário Formativo: Aquicultura 1º ANO Qualificação Profissional Componentes Curriculares C.H C.H. TOTAL: 200 hs Criador de peixes Introdução à Agroecologia 50 Gestão e Legislação Ambiental 50 Piscicultura 100 2º ANO Qualificação Profissional Componentes Curriculares C.H C.H. TOTAL: 200 hs Aquicultor Ética, Responsabilidade Social e Ambiental 50 Sanidade de animais Aquáticos 50 Aquicultura 100 3º ANO Qualificação Profissional Componentes Curriculares C.H C.H. TOTAL: 200 hs Trabalhador de Preparação do Pescado Gestão em Projetos socioambientais 50 Higiene, Saúde e Segurança no Trabalho 50 Tecnologia do pescado 100 Eixo Tecnológico: Produção Alimentícia / Itinerário Formativo: Alimentos 1º ANO Qualificação Profissional Componentes Curriculares C.H C.H. TOTAL : 200 hs Preparador de Doces e Conservas Introdução à Agroecologia 50 Higiene, Saúde e Segurança no Trabalho 50 Tecnologia do Processamento de Frutas e Hortaliças 100 2º ANO Qualificação Profissional Componentes Curriculares C.H C.H. TOTAL : 200 hs Produtor de Derivados do Leite Introdução à Agroindústria 50 Gestão em Projetos socioambientais 50 Tecnologia do Processamento de Leite e Derivados100 3º ANO Qualificação Profissional Componentes Curriculares C.H C.H. TOTAL : 200 hs Produtor de Produtos Apícolas Ética, Responsabilidade Social e Ambiental 50 Gestão e Legislação Ambiental 50 Produção e Beneficiamento de Mel, Cera, Pólen, Própolis, Geleia Real e Apitoxina 100 9.3- PLANEJAMENTO DOS COMPONENTES CURRICULARES DAS QUALIFICAÇÕES INTERMEDIÁRIAS: NÚCLEO INTEGRADOR: ENSINO MÉDIO CAMPO COM O 5º ITINERÁRIO COMPONENTE CURRICULAR: Introdução à Agroecologia C.H: 50 Horas Ementa: ● História regional: o local e o global, o homem do/no campo, função social. ● Memória e Identidades: cultura camponesa, transmissão oral e alteridade. ● Origem da agricultura; ● Conceito e contexto histórico da Agricultura Familiar, ● Revolução verde; ● Introdução e conceitos da Agroecologia; ● Transição agroecológica; ● Sustentabilidade socioambiental e econômica dos sistemas agroecológicos. ● Análise de modelos alternativos de agricultura (orgânica, natural, biodinâmica). ● Importância da Soberania Alimentar para Agricultura Familiar e os Povos Tradicionais. ● Relações de gênero. ● Família patriarcal e divisão sexual do trabalho. ● O protagonismo feminino na produção agroecológica. ● Perspectivas sobre emancipação social. ● Conhecer as características, funções e importâncias desempenhadas por um banco de sementes crioulas. ● Educação Ambiental conforme legislação vigente. Bibliografia: ARROYO, Miguel Gonzales; CALDART, Roseli Salete; MOLINA, Mônica Castagna. (orgs). Por uma Educação do Campo. 3 ed. Petrópolis: Vozes, 2008. ROCHA-ANTUNES, Maria Isabel; MARTINS, Maria de Fátima Almeida; MARTINS, Aracy Alves (Orgs.). Territórios educativos na educação do campo: escola, comunidade e movimentos sociais. Belo Horizonte: Autêntica editora, 2012. CALDART, R. Momento atual da Educação do Campo. Disponível em: http://www.nead.org.br/index.php? acao=artigo&id=27. Acesso em 07 jan.2010. ALTIERE, M. Agroecologia: bases científicas para uma agricultura sustentável. Guaíba: Agropecuária, 2022; GLISSMAN, S. R. Agroecologia: processos ecológicos em agricultura sustentável. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2000. AMARAL, A. A. Fundamentos em agroecologia. Curitiba: LT, 2012. CARSON, R. Primavera silenciosa. São Paulo: Melhoramentos, 1964. CHABOUSSOU, F. Plantas doentes pelo uso de agrotóxicos: A teoria da trofobiose. São Paulo: Expressão Popular, 2006. AQUINO, A. M. de; ASSIS, R. L. Agroecologia: princípios e técnicas para uma agricultura orgânica sustentável. Brasília: Embrapa Informação Tecnológica, 2005. CAPORAL, F.; COSTABEBER, R. J. A. Agroecologia e extensão rural: contribuições para a promoção do desenvolvimento rural sustentável. Brasília: MDA, 2004. PENTEADO, S. R. Manual Prático de Agricultura Orgânica. Editora: Via Orgânica. 2010. 27 ENSINO MÉDIO CAMPO COM O 5º ITINERÁRIO COMPONENTE CURRICULAR: Tecnologias Sociais Agroecológicas C.H: 50 Horas Ementa: ● Noções e tipos de Tecnologias Sociais. ● Permacultura. ● Biodigestores rurais e Fossas Sépticas Aproveitamento de pequenas quedas d’água. ● Conceitos básicos e tipos de energia limpa. ● Introdução e Técnicas de bioconstrução. ● Uso de Bambu na agricultura. ● Construções rurais e Estufas agrícolas; uso da energia renovável na captação da água, reutilização de águas residuárias. Bibliografia: BARREIRA, P. Biodigestor: Energia, fertilidade e saneamento para a zona rural. São Paulo, Ícone, 1993. 106p. PROMPT, C. Curso de Bioconstrução. Ministério do Meio Ambiente. Brasília: MMA, 2008. LENGEN, J. V. Manual Prático do Arquiteto Descalço. Ed.: UFRGS, Porto Alegre. FREIRE, W. J.; BERALDO, A. L. Tecnologia e materiais alternativos de construção. Campinas: UNICAMP, 2003. LUCAS JÚNIOR, J.; SOUZA, C. De F.; LOPES, J. D. S. Construção e operação de biodigestores. Viçosa: CPT, 2003. 176p. MELLO, M. G. Biomassa: energia dos trópicos em Minas Gerais. Rev. ed. Belo Horizonte: Labmidia, 2001. 268p. TOLMASQUIM, M. T. (Org.). Fontes renováveis de energia no Brasil. Rio de Janeiro: Interciência: Cenergia, 2003. 515p. BAUER, L.A.F. Materiais de construção. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora, 1992. 892p. AZZINI, A.; SANTOS, R. L. dos e PETTINELLI JUNIOR, A. Bambu: material alternativo para construções rurais. Campinas: Instituto Agronômico, 1997. (Boletim técnico, 171), 18 p. TIMMERMANN, J.; ORTIZ, P. M.; RODRIGUES, J; MARQUES, M; BECKAUSER, R. Curso de construções alternativas, construção da zona 1. São José do Cerrito: IPAB - Instituto de Permacultura Austro Brasileiro, 2003. ENSINO MÉDIO CAMPO COM O 5º ITINERÁRIO COMPONENTE CURRICULAR: Gestão em Projetos socioambientais C.H: 50 Horas Ementa: ● Projetos socioambientais: ● Conceito,fundamentos,importância. ● Modelos de Elaboração de Projetos. ● Fases de Elaboração de Projetos ambientais. ● Análise e avaliação de Projetos socioambientais; ● Captação de recursos e financiamento de Projetos socioambientais. Prioridades ambientais para o desenvolvimento local. A atuação do agente nas diferentes etapas do processo de implantação de projetos socioambientais Bibliografia: BARRETO, C.R.A. Gestão de projetos sociais: Compartilhando experiências. Editora Viseu, 1a edição, 2019. GUERRA, A.J.T.; CUNHA, S.B. da. Impactos Ambientais Urbanos no Brasil. Editora Bertrand Brasil, 2001. 416 p. 16 MONTES, E. Introdução ao gerenciamento de projetos: como gerenciar projetos pode fazer a diferença na sua vida. Escritório de Projetos, 1a edição, 2019. ROCHA, José Sales Mariano da. Manual de projetos ambientais. Santa Maria: Imprensa Universitária, 1997. SILVA, J.G. Compêndio para elaboração de projetos sociais: casos nacionais e internacionais de sucesso. Editora Clube de Autores, 1a edição, 2018. Bibliografia complementar: ANTONIK, L.R. Empreendedorismo: gestão financeira para micro e pequenas empresas. Editora Alta Books, 1a edição, 2016. KEELING, R.; BRANCO, R.H.F. Gestão de projetos: uma abordagem global. Editora Saraiva, 3a edição, 2017. KAHN, Mauro. Gerenciamento de Projetos Ambientais: Riscos e conflitos. Rio de Janeiro: editora E-Papers, 2003. LELIS, João Caldeira e TORRES, Cleber. Garantia de Sucesso em Gestão de Projetos. São Paulo: Editora Brasport, 2009. REGO, R.B. et al. Viabilidade econômico-financeira de projetos. Editora FGV, 4a edição,2014. ENSINO MÉDIO CAMPO COM O 5º ITINERÁRIO COMPONENTE CURRICULAR: Ética e Responsabilidade Social e Ambiental CH: 50 HS Ementa: ● Distinção conceitual entre eticidade, moralidade, legalidade e deontologia. ● Direitos individuais e coletivos, direitos sociais e sua relação com meio ambiente. ● Epistemologia, educação e gestão ambiental. ● Responsabilidade socioambiental e desenvolvimento Sustentável. Paradigma Ecológico. Bibliografia: BARROS FILHO, C. de; CORTELLA, M. S. Ética e vergonha na cara! São Paulo: Papirus, 2014. CAPRA, F. As conexões ocultas: ciência para uma vida sustentável. São Paulo: Cultrix, 2002. RODRIGUEZ, M. V. R. Y Ética e Responsabilidade Social nas Empresas. 1a Ed. Rio de Janeiro: Campus, 2008. ABBAGNANO, N. Dicionário de Filosofia. São Paulo: Martins fontes, 2015. BRUNA, G. C.; PHILIPPI JR, A. ROMÉRO, M. de A. Curso de gestão ambiental. Barueri/SP: Manole, 2004. LEFF, H. Epistemologia ambiental. São Paulo: Cortez, 2010. CAMARGO, Marculino. Fundamentos de Ética Geral e Profissional . São Paulo: Vozes, 2001. ENSINO MÉDIO CAMPO COM O 5º ITINERÁRIO COMPONENTE CURRICULAR: Higiene, Saúde e Segurança no Trabalho CH: 50 Horas Ementa: ● Princípios básicos de higienização. ● Limpeza e sanitização. ● Procedimento geral de higienização. ● Controle da higiene na produção de alimentos. ● Agentesquímicos para higienização. ● Controle de infestações. ● Higiene ambiental. ● Noções sobre segurança no trabalho. ● Fundamentos da prevenção de acidentes e CIPA. ● Normas Regulamentadoras de Segurança e Saúde do Trabalhador. ● Legislação. ● Histórico, Acidentes no trabalho, CAT, Agentes nocivos à saúde, Riscos ambientais e ocupacionais, Agentes ergonômicos, Normas Regulamentadoras e legislação aplicável, Identificação, avaliação e controle dos riscos ● Programas de prevenção e controle, Avaliação Ergonômica, EPI, Insalubridade e Periculosidade. Bibliografia: BATALHA, M.O. Gestão agroindustrial. 3º edição São Paulo: Atlas, 2009, v.1. FRANCO, B. D. G. M.; LANDGRAF, M. Microbiologia dos alimentos. São Paulo: Atheneu, 2008. GERMANO, P. M. L.; GERMANO, M. I. S. Higiene e Vigilância Sanitária de Alimentos. 1º edição. São Paulo: Varela, 2003. HAZELWOOD, D; MCLEAN, A. C. Manual de higiene para manipuladores de alimentos. São Paulo: Varela, 1994. ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE TURISMO. Manual de qualidade, higiene e inocuidade dos alimentos no setor de turismo. São Paulo: Roca, 2003. Manuais de Legislação Atlas. Segurança e Medicina do Trabalho. São Paulo: Atlas S.A., 2012. PAOLESCHI, Bruno. CIPA- Guia Prático de Segurança do Trabalho. 1ª ed. Editora Érica. 2009. SALIBA, Tuffi Messias. Curso Básico de Segurança e Higiene Ocupacional. 4ª ed. São Paulo: LTR. 2011. SALIBA, Tuffi Messias. Manual Prático de Higiene Ocupacional e PPRA. 3ª ed. São Paulo: LTR. 2011. SALIBA, Tuffi Messias. PAGANO, Sofia C. R. S. Legislação de Segurança, Acidente do Trabalho e Saúde do Trabalhador. 7ª ed. São Paulo: LTR. 2010. ARAÚJO, Alexandre da Costa. Legislação Trabalhista e Previdenciária Aplicada à Saúde e Segurança do Trabalhador. vol.9. 2007. BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego. NRs – Normas Regulamentadoras de segurança e saúde no trabalho. Disponível em: http://portal.mte.gov.br/legislacao/normasregulamentadoras 1.htm. ENSINO MÉDIO CAMPO COM O 5º ITINERÁRIO COMPONENTE CURRICULAR: Gestão e Legislação Ambiental CH: 50 Horas Ementa: ● Sistema de Gestão Ambiental - Introdução, objetivos e finalidades; ● Fundamentos Básicos da Gestão Ambiental. Política Nacional do Meio Ambiente (Lei 6.938/81): objetivos da PNMA; Sistema Nacional do Meio Ambiente (SISNAMA); instrumentos da PNMA. Responsabilidade civil, administrativa e penal por dano ambiental. ● Ordenamento territorial. Estatuto da Cidade (Lei 10.257/2001). Lei N. 9795/99 – Educação Ambiental - Política Nacional da Educação Ambiental em seus vários aspectos. Lei n. 9.605/98 - Lei dos Crimes Ambientais - Crimes contra o Meio Ambiente. Conceito, princípios e objetivos do Direito Ambiental. ● O meio ambiente na Constituição Federal de 1988. Bibliografia: MACHADO, P.A.L. Direito ambiental brasileiro. 23 ed. São Paulo: Malheiros, 2015. MILARÉ, E. Direito do ambiente. 10 ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2015. BRASIL. Constituição Federal de 1988. ______. Política Nacional de Educação Ambiental. Lei n.º 9.795, 27 de abril de 1999. ______. Crimes Ambientais. Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998. FUORILLO. Celso Antônio Pacheco. Direito ambiental brasileiro 6 ed. São Paulo: Saraiva, 2005. AQUINO, A. R. Análise de sistema de gestão ambiental. Editora: THEX Editora. 1. Ed., 2008. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR ISO 14001 - Sistema de Gestão. SANTOS, A. dos. et. al. Novo modelo educacional de educação. 2. ed. v. 1 e 2. São Paulo: Editora Rideel/Editora Desafio, 2011. SEBRAE. Curso básico de gestão ambiental. Brasília: SEBRAE, 2014. 30 10 - NÚCLEO ESPECÍFICO: ENSINO MÉDIO CAMPO COM O 5º ITINERÁRIO COMPONENTE CURRICULAR: Manejo e Conservação do solo e da água C.H: 50 Horas Ementa: ● Solos: conceitos gerais; ● Formação e classificação dos solos; ● Capacidade de uso e aptidão agrícola dos solos; ● Degradação dos solos; ● Erosão e sedimentação; ● Práticas conservacionistas do solo; ● Terraceamento e recuperação de áreas degradadas; ● Sistemas de manejo do solo; ● Rotação de culturas; ● Manejo da biologia, química e física do solo. ● Análise do solo e interpretação. ● Introdução a irrigação; qualidade da água no solo; relação solo-água-planta; equipamentos, materiais e sistemas de irrigação; drenagem; canais de drenagem; legislação da água na agricultura. Bibliografia: LEPSCH, IGO F. Formação e Conservação Dos Solos. Oficina de Textos. São Paulo. 2002. PRIMAVESI, A. Manejo Ecológico do Solo: Agricultura em regiões tropicais. São Paulo: Nobel, 2009. REICHARDT, K. & TIMM, L.C. Solo, Planta e Atmosfera: conceitos, processos e aplicações. Barueri, SP: Manole, 2004. PRADO, H. do. Solos do Brasil: gênese, morfologia, classificação, levantamento, manejo agrícola e Geotécnico. Piracicaba: H. do Prado, 3. ed. 2003. SILVA, A. C. T. F. Água na Irrigação Rural: Quantidade e Qualidade. Viçosa: UFV, 2007. MANTOVANI. E. C., BERNARDO, S., PALARETTI, L. F. Irrigação Princípios e Métodos.Viçosa:UFV, 2009. SALASSIER BERNARDO, S.; SOARES, A. A., MANTOVANI, E. C. Manual de Irrigação. Viçosa: UFV, 8ª Edição, 2008. PENTEADO, S. R. Manejo da água e irrigação. Editora via orgânica, 2007. MALAVOLTA, E. ABC da análise de solos e folhas. São Paulo: Ceres, 1992. LEPSCH, IGO F. 19 lições de pedologia. São Paulo: Oficina de Textos, 2011. MORSELLI, T.B.G.A. Biologia do Solo. Pelotas: Ed. Universitária UFPEl/PREC, 2009. BERTONI, J.; LOMBARDI NETO, F. Conservação do Solo. 6. ed. São Paulo: Ícone, 2008. OLIVEIRA, J.B. Pedologia Aplicada. 4 edição. Jaboticabal. Editora Fealq, 2011. EMBRAPA-ACRE, Práticas de Conservação do Solo e Recuperação de Áreas Degradadas, Rio Branco-AC, 2003, 32 p. EMBRAPA. Centro Nacional de Pesquisa de Solos. Sistema Brasileiro de Classificação de Solos. Brasília. Martins, S. V. Recuperação de Áreas Degradadas. Editora Aprenda Fácil, 2009. ENSINO MÉDIO CAMPO COM O 5º ITINERÁRIO COMPONENTE CURRICULAR:Associativismo, Cooperativismo e Economia Solidária e Popular C.H: 100 Horas Ementa: ● Histórico da questão agrária, agrícola e social no Brasil e no estado do Pará. ● O Estado e as políticas para a agricultura. ● Movimentos e organizações sociais e perspectivas para o campo. ● Novas ruralidades e a reconstrução dos espaços rurais. ● Estudos de situações da realidade local e regional do Campo. ● Origem, histórico, Princípios, Organização, Classificação e Funcionamento do Associativismo e cooperativismo. ● Economia Solidária: conceito, princípios, histórico. Inclusão social e desenvolvimento sustentável. ● Economia solidária e comunidades tradicionais. ● Práticas econômicas solidárias e emancipação social. ● Crítica a sociedade de mercado e práticas econômicas e sociais: cooperativas, associações, clubes de troca, autogestão, redes de cooperação. ● Conceituação de saberes populares. ● Formas de legitimação dos conhecimentos. ● Diálogo, conhecimento e poder. ● Saberes tradicionais e construção de projetos socialmente sustentáveis. ● Educação popular e emancipação. ● Educação e qualidade social. Bibliografia indicada (Referências Básicas e Complementares): MAXIMINIANO, A; C. Fundamentos da Administração: manual compacto para as disciplinas de TGA e Introdução à Administração. 2ª Edição. 2011. LAUCHNER, R. Agribusiness Cooperativa e Produtor Rural. 2ª Edição. Editora Saraiva. 2011. SILVA, R.A.G. Administração Rural - Teoria e Prática. 3ª Edição - revista e atualizada. Editora Juruá. 2013. DIAS, Genebaldo Freire. Educação ambiental: princípios e práticas. 9 ed. São Paulo: Gaia, 2004. FREIRE, Paulo. Educação: como prática da liberdade. 14 ed. Rio de Janeiro: Paz e terra, 2011. ______. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 43 ed. São Paulo: Paz e Terra, 2011. OLIVEIRA, DJALMA DE PINHO REBOUÇAS. Manual de gestão das cooperativas - Uma Abordagem