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CAPÍTULO 3 A POPULAÇÃO BRASILEIRA
ESCOLA ESTADUAL MANOEL LEANDRO DE LIRA
Professora Edja D. Carvalho Borges
No ano de 2015, a população brasileira atingiu a marca de 205 milhões de habitantes, número que, 
como vimos no capítulo anterior, torna nosso país o quinto mais populoso do mundo. Atualmente, o 
sexto!!! Ainda que populoso, o Brasil possui, assim como muitas nações, uma população irregularmente 
distribuída pelo território. 
A evolução demográfica da nação brasileira
O recenseamento da população de um país é fundamental para o 
desenvolvimento de ações políticas governamentais ligadas ao setor 
social (saúde, alimentação, educação e emprego). No Brasil, foi com 
o estabelecimento da República, no final do século XIX, que se 
iniciaram os primeiros registros demográficos oficiais, como os de 
nascimento, de óbito e de casamento. Os recenseamentos ou 
censos periódicos, no entanto, começariam a ser realizados 
somente a partir da década de 1940, pelo IBGE.
Até o fim do século XIX, a população brasileira era relativamente pequena se 
comparada à de determinados países europeus e asiáticos. Os índices de 
crescimento natural ou vegetativo apresentavam-se baixos, visto que, mesmo 
com os nascimentos de muitas crianças, as taxas de mortalidade eram altas. 
Podemos dizer que, nesse período, o Brasil estava na fase demográfica pré-
industrial.
Durante o século XX, esse comportamento demográfico mudou e a população 
brasileira cresceu em um ritmo acelerado. O país adentra, então, a primeira 
etapa de transição demográfica. Para ter uma ideia do incremento 
populacional ocorrido, basta dizer que, em 1910, no Brasil, a população era de 
18 milhões de habitantes; e que, em 2010, esse número havia sido 
multiplicado em mais de dez vezes, passando para cerca de 190 milhões de 
pessoas, de acordo com o censo realizado pelo IBGE.
O elevado índice de crescimento vegetativo
O gráfico mostra que até a década de 1920 as altas taxas 
de natalidade (45 nascimentos para cada grupo de mil 
habitantes no período de um ano – 45‰) e de 
mortalidade (25 óbitos para cada grupo de mil habitantes 
no período de um ano – 25‰) registradas no Brasil 
mantiveram o índice de crescimento natural nacional 
relativamente constante e não muito elevado (19‰). A 
alta mortalidade estava ligada às precárias condições 
médico-sanitárias, tanto nas áreas rurais quanto nas 
áreas urbanas.
● Os remédios eram escassos e havia grande resistência da 
população em aderir às campanhas de vacinação. Além disso, os 
sistemas de água encanada e de esgoto das cidades serviam 
apenas a uma pequena parcela das residências. Dessa forma, era 
comum a disseminação de epidemias, como as de febre amarela, 
varíola, tuberculose e coqueluche. Essa realidade somente 
começaria a mudar com as ações de combate a essas doenças e 
as melhorias nas condições sanitárias no campo e nas cidades. 
Nesse sentido, foi fundamental o papel do médico sanitarista 
Oswaldo Cruz (1872-1917), no início do século XX.
Na virada do século XIX para o XX, boa parte da população das maiores cidades brasileiras vivia em péssimas condições sanitárias e 
de moradia. Na imagem, cortiço na cidade do Rio de Janeiro (RJ), em 1906.
A explosão demográfica brasileira
A partir das décadas de 1930 e 1940, o Estado passou a 
combater a disseminação de epidemias colocando em prática 
vários projetos na área da saúde, como a ampliação da 
infraestrutura de saneamento urbano (água encanada, 
tratamento de esgoto, coleta de lixo etc.), além de realizar 
melhorias nos serviços de assistência médica e hospitalar, 
que gradativamente foram estendidos para parcelas cada vez 
maiores da população. 
● Essas ações resultaram em uma drástica diminuição 
das taxas de mortalidade e, consequentemente, em 
um aumento no índice de crescimento natural 
brasileiro, já que as taxas de natalidade ainda 
permaneciam em patamares altos. Teve início então 
um período de explosão demográfica, fenômeno 
caracterizado pelo crescimento vertiginoso da 
população absoluta, fazendo o Brasil despontar no 
cenário mundial como um país que se tornou 
populoso em curto intervalo de tempo.
A queda do crescimento vegetativo brasileiro
O comportamento demográfico caracterizado por um 
alto índice de crescimento natural perdurou no Brasil até 
a década de 1970, quando as taxas de natalidade 
começaram a declinar.
Causa: A industrialização, que passa a atrair mão de obra 
feminina, pois até hoje, os salários pagos às profissionais 
femininas são, em média, 26% menores do que os pagos 
aos homens que desempenham as mesmas funções.
Há cerca de cinquenta anos, apenas 15% dos postos de trabalho no Brasil eram 
ocupados por mulheres. Atualmente, elas representam aproximadamente 47% da 
População Economicamente Ativa (PEA). 
Esse dado mostra que o contingente de mulheres responsáveis pela renda familiar 
aumentou significativamente nas últimas décadas. A redução do tempo de convivência 
familiar em razão da permanência no trabalho, além dos altos custos com alimentação, 
saúde, lazer e educação, levou as mulheres a optar por um número menor de filhos. 
Também colaboraram para esse comportamento demográfico os programas de 
planejamento familiar desenvolvidos pelo Estado por meio do Ministério da Saúde e a 
difusão de métodos contraceptivos, como preservativos e pílulas anticoncepcionais. 
Assim, o que se verifica nas últimas décadas é a queda gradual da taxa de natalidade.
● O índice de crescimento natural da população 
brasileira calculado pelos especialistas para a década 
de 2010 é de 0,8% ao ano, quatro vezes e meia menor 
que o índice registrado na década de 1950, que era de 
3,6%.
Fontes: IBGE. Anuário 
estatístico do Brasil. Rio 
de Janeiro, 1998; IBGE.
Censo 2010: sinopse dos 
resultados. Disponível 
em: 
; IBGE. Anuário 
estatístico do Brasil 2014. 
Disponível em: 
. 
Acessos em: 19 mar. 
2016.
Até a década de 1980, o Brasil era caracterizado como 
um país de população jovem, faixa representada na 
pirâmide etária por uma base larga, e uma proporção 
reduzida de idosos, o que se verificava por meio do 
estreito ápice do gráfico. Desde então, devido à brusca 
queda na taxa de fecundidade iniciada na década de 
1970, a parcela de jovens vem diminuindo 
gradativamente e a de idosos crescendo cada vez mais.
Os motivos dessa transformação, que os especialistas 
chamam de envelhecimento da população, estão ligados 
principalmente aos avanços nas áreas da medicina e da 
tecnologia farmacêutica. Para ter uma ideia da velocidade 
dessa mudança, basta observar que na década de 1940 a 
expectativa de vida do brasileiro não ultrapassava os 46 
anos. Na década de 1960, tinha alcançado os 52 anos. Já por 
volta de 2015, a expectativa atingiu 75 anos. 
● Essa evolução mostra que um número cada vez 
maior de brasileiros atinge a idade adulta –
gerando o chamado bônus demográfico – e a 
velhice, fato que, como vimos por meio dos 
gráficos, está mudando o perfil demográfico de 
nosso país, originando transformações de 
ordem socioeconômica e cultural.
A formação étnica e cultural da população brasileira
Historicamente, a formação da população brasileira congregou 
diferentes grupos humanos. Nos primeiros séculos da nossa 
história, esse processo envolveu principalmente os povos 
indígenas (Tupi, Jê, Aruaque, Cariri etc.) que originalmente 
habitavam as terras brasileiras; os portugueses que vieram se 
apropriar das riquezas existentes nas terras indígenas; e os povos 
africanos (Nagô, Jejê, Haussá, Benguela, Moçambique etc.) 
trazidos para trabalhar como mão de obra escrava nas atividades 
econômicas coloniais.
Na realidade, o encontro entre os povos indígenas, os 
europeus (a princípio, basicamente portugueses) e os 
africanos não ocorreu de forma harmoniosa. A 
interferência da sociedade europeia na cultura indígenadizimou grupos inteiros que haviam se constituído 
milhares de anos antes. O contato com os povos trazidos 
à força da África também foi marcado pela violência.
● A partir da segunda metade do século XIX, povos de 
outras origens passaram a fazer parte da composição 
da população brasileira. Eram sobretudo europeus 
(espanhóis, italianos, alemães, eslavos etc.) e asiáticos
(árabes e japoneses), povos que, fugindo de guerras e 
da pobreza que assolava seus países de origem, 
aportaram no Brasil em busca de melhores condições 
de vida.
Os movimentos migratórios
Os movimentos migratórios ou migrações são 
deslocamentos que a população realiza de um lugar para 
outro e levam a uma mudança do local de residência. 
● Existem dois tipos de movimentos migratórios: 
1- o movimento de saída do local de origem para a fixação em 
outra localidade ou país, denominado de emigração; 
2-e o movimento de entrada no local de destino para a fixação, 
denominado imigração. 
Dessa forma, denomina-se a pessoa que se muda para outra 
localidade ou país de emigrante; essa mesma pessoa ao chegar ao 
local ou país de destino é considerada um imigrante. 
Os primeiros movimentos imigratórios
A entrada de estrangeiros no Brasil (imigrantes) foi um fator 
que influenciou a composição étnica do povo brasileiro e 
também favoreceu o incremento demográfico do país. Os 
fluxos imigratórios mais intensos ocorreram no final do século 
XIX e nas primeiras décadas do século XX. Nesse período, 
calcula-se que cerca de quatro milhões de imigrantes tenham 
chegado ao Brasil, vindos, sobretudo, de Portugal, Espanha, 
Itália, Alemanha e Japão. Esses imigrantes fixaram-se 
principalmente nas regiões Sudeste e Sul do país.
Fonte: IBGE. Brasil: 500 anos de povoamento. Rio de Janeiro, 2000. p. 226. In: Apêndice: Estatísticas de 500 anos de povoamento. Disponível em: 
. Acesso em: 7 mar. 2016.
O principal elemento de atração de imigrantes para o Sudeste foi o 
trabalho na lavoura cafeeira, quando substituíram a mão de obra 
escrava, proibida no país a partir de 1888. Já no Sul, eles 
promoveram a efetiva ocupação das terras e asseguraram a posse 
do território nacional. Nessa região, os imigrantes instalaram-se 
em pequenas propriedades rurais de áreas interioranas ainda não 
desbravadas.
Após a década de 1930, as restrições impostas pelo governo 
brasileiro atenuaram os fluxos imigratórios. Com isso, a entrada de 
estrangeiros deixou de ser um fator demográfico de destaque para 
o país durante as décadas seguintes.
Os movimentos emigratórios de brasileiros
Durante as décadas de 1980 e 1990, milhares de brasileiros deixaram o país 
para trabalhar no exterior, devido a sucessivas crises econômicas pelas quais o 
Brasil passou neste período. As altas taxas de desemprego e os elevados índices 
de inflação levaram muitas pessoas a emigrarem em direção aos países ricos de 
Hemisfério Norte, sobretudo para os Estados Unidos, Japão, Canadá e vários 
países da União Europeia, como Portugal, Espanha e Inglaterra. Além disso, 
conflitos pela posse da terra e o processo de concentração fundiária também 
levaram milhares de brasileiros a buscar novas oportunidades de trabalho em 
países limítrofes ao território nacional, como no Uruguai, na Venezuela e, 
sobretudo, no Paraguai. Calcula-se que, no período destacado, cerca de quatro 
milhões de brasileiros tenham deixado o país.
A partir do final da década de 2000, uma parte significativa desses 
emigrantes retornou ao país, devido à crise econômica mundial, 
desencadeada em 2008, e às melhorias socioeconômicas 
observadas no Brasil. Contudo, o Ministério das Relações 
Exteriores calculou que em 2014 ainda existiam aproximadamente 
três milhões de brasileiros vivendo fora do país. Esses emigrantes 
enviam boa parte de seus ganhos para os familiares no Brasil, 
injetando todos os anos cerca de dois bilhões de dólares em nossa 
economia. 
10 países com mais brasileiros no mundo
1. Estados Unidos 
1315000
2. Paraguai 
349842
3. Japão 
179649
4. Portugal 
166775
5. Espanha 
128638
6. Reino Unido 
120000
7. Alemanha 
113716
8. Suíça 
80000
9. França 
70000
10. Itália 
Os movimentos imigratórios da atualidade
Segundo dados da Polícia Federal, o Brasil possui atualmente cerca de 1,8 milhão de 
estrangeiros residindo em território nacional, a maioria em grandes centros urbanos 
das regiões Sudeste e Sul, como São Paulo, Belo Horizonte e Curitiba. Muitos fogem da 
pobreza e do desemprego de seus países, como é o caso dos bolivianos, dos angolanos 
e dos senegaleses, outros das consequências de desastres naturais, como é o caso dos 
haitianos, ou ainda de conflitos militares, como ocorre com os sírios e os palestinos.
Há ainda um contingente significativo de imigrantes que entraram no país para 
trabalhar em grandes empresas, sobretudo multinacionais, transferidos das matrizes 
ou das filiais localizadas em países desenvolvidos, como Estados Unidos e Espanha. 
Os movimentos migratórios internos
Os deslocamentos populacionais mais significativos 
foram desencadeados durante o século XX, sobretudo a 
partir da década de 1950. É possível apontar como polos 
principais de repulsão populacional em nosso país, nesse 
período, as regiões Nordeste, Sul e Sudeste; e como 
polos principais de atração populacional as regiões 
Sudeste, Centro-Oeste e Norte.
Em 1956, o governo 
federal deu início à 
construção da nova 
capital do país, Brasília. A 
obra exigiu o trabalho de 
aproximadamente 80 mil 
homens, a maioria deles 
migrantes nordestinos 
que deixaram seus 
estados para se fixar na 
região do Planalto 
Central brasileiro. A 
maior parte desses 
migrantes acabou se 
fixando definitivamente 
nas cidades-satélites no 
entorno da capital. Na 
fotografia vemos o início 
da construção do prédio 
do Congresso Nacional, 
em Brasília, no ano de 
1959.
Revisitando o capítulo
1. Quais são as regiões do Brasil com as maiores densidades demográficas? E quais são as 
regiões menos povoadas do país?
2. Quando os recenseamentos demográficos passaram a ser feitos periodicamente no Brasil? 
Qual é o órgão federal responsável pela sua realização?
3. Por que o crescimento vegetativo brasileiro era estável até a década de 1920?
4. Quais foram os principais fatores que desencadearam o período de transição demográfica no 
Brasil?
5. O que ocasionou a queda do crescimento vegetativo brasileiro a partir da década de 1970?
6. Por que a população brasileira está envelhecendo? Quais são as principais consequências 
desse processo para o país?
7. Quais são os grupos humanos que inicialmente contribuíram para a formação étnica do povo 
brasileiro?
8. Explique o que é:
a. imigração;
b. emigração;
c. imigrante;
d. emigrante.
9. Quais foram os principais grupos de imigrantes que chegaram ao 
Brasil no fim do século XIX e início do século XX? 
10. Existem movimentos imigratórios no Brasil atualmente? Qual é a 
origem desses imigrantes?
Enem e Vestibulares
1. (Enem – 2011)
O professor Paulo Saldiva pedala 6 km em 22 minutos de casa para o trabalho, todos os dias. Nunca foi atingido por um 
carro. Mesmo assim, é vítima diária do trânsito de São Paulo: a cada minuto sobre a bicicleta, seus pulmões são 
envenenados com 3,3 microgramas de poluição particulada – poeira, fumaça, fuligem, partículas de metal em suspensão, 
sulfatos, nitratos, carbono, compostos orgânicos e outras substâncias nocivas.
ESCOBAR, H. Sem Ar. O Estado de S. Paulo, ago. 2008.
A população de uma metrópole brasileira que vive nas mesmas condições socioambientais das do professor citado no 
texto apresentará uma tendência de:
a. ampliação da taxa de fecundidade
b. diminuição da expectativa de vida.
c. elevação do crescimento vegetativo.
d. aumento na participação relativa de idosos.
e. redução na proporção de jovens na sociedade.
2. (Enem – 2011)
Subindo morros, margeando córregos oupenduradas em palafitas, as favelas fazem parte da paisagem de um terço dos 
municípios do país, abrigando mais de 10 milhões de pessoas, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e 
Estatística (IBGE).
MARTINS, A. R. A favela como um espaço da cidade. Disponível em: . Acesso em: 31 jul. 
2010.
A situação das favelas no país reporta a graves problemas de desordenamento territorial. Nesse sentido, uma característica 
comum a esses espaços tem sido:
a. o planejamento para a implantação de infraestruturas urbanas necessárias para atender as necessidades básicas dos 
moradores.
b. a organização de associações de moradores interessadas na melhoria do espaço urbano e financiadas pelo poder público.
c. a presença de ações referentes à educação ambiental com consequente preservação dos espaços naturais circundantes.
d. a ocupação de áreas de risco suscetíveis a enchentes ou desmoronamentos com consequentes perdas materiais e 
humanas.
e. o isolamento socioeconômico dos moradores ocupantes desses espaços com a resultante multiplicação de políticas que 
tentam reverter esse quadro.
3. (Enem – 2011)
As migrações tradicionais, intensificadas e generalizadas nas últimas décadas do século XX, expressam aspectos 
particularmente importantes da problemática racial, visto como dilema também mundial. Deslocam-se indivíduos, famílias 
e coletividades para lugares próximos e distantes, envolvendo mudanças mais ou menos drásticas nas condições de vida e 
trabalho, em padrões e valores socioculturais. Deslocam-se para sociedades semelhantes ou radicalmente distintas, 
algumas vezes compreendendo culturas ou mesmo civilizações totalmente diversas.
IANNI, O. A era do globalismo. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1996.
A mobilidade populacional da segunda metade do século XX teve um papel importante na formação social e econômica de 
diversos estados nacionais. Uma razão para os movimentos migratórios nas últimas décadas e uma política migratória 
atual dos países desenvolvidos são:
a. a busca de oportunidades de trabalho e o aumento de barreiras contra a imigração.
b. a necessidade de qualificação profissional e a abertura das fronteiras para os imigrantes.
c. o desenvolvimento de projetos de pesquisa e o acautelamento dos bens dos imigrantes.
d. a expansão da fronteira agrícola e a expulsão dos imigrantes qualificados.
e. a fuga decorrente de conflitos políticos e o fortalecimento de políticas sociais.
4. (Uesb-BA – 2015) Com relação à população brasileira, à latino-americana e à mundial, pode-se 
afirmar:
01. O Brasil está posicionado entre os dez países com melhor expectativa de vida, calculada pela ONU, o 
que reflete a melhoria da condição de vida e saúde no país.
02. A América Latina é um continente populoso e povoado, não sendo encontradas áreas anecúmenas
no seu espaço territorial.
03. O crescimento demográfico brasileiro, acompanhando a tendência mundial, vem desacelerando nas 
últimas quatro décadas.
04. O Brasil, no ranking mundial do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), suplanta alguns vizinhos, 
como o Chile, a Argentina e o Uruguai.
05. A África é o continente mais populoso do planeta, ocupando essa posição desde o declínio da 
população da Europa, que no passado era o continente mais habitado.

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