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Treinamentos e Capacitações 
 
MANUAL DO 
OPERADOR DE 
EMPILHADEIRA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Treinamentos e Capacitações 
 
 
Apresentação 
 
 
Nós atuamos no mercado desde 2015, de forma consistente, focando na valorização das 
pessoas e a realização de processos de forma mais segura, eficaz e eficiente. 
Capacitamos profissionais dos mais diversos segmentos, empresas de todos os portes e 
tamanhos. 
Focamos nos requisitos base e quesitos legais essenciais para o exercício das atividades 
profissionais. Nosso ideal é fornecer fundamentos para a manutenção da saúde e bem-
estar dos trabalhadores, tornando suas atividades mais assertivas e produtivas. 
 
Sobre este manual 
 
O objetivo deste Manual de Operação de Empilhadeiras é de alertar para as normas e 
procedimentos de segurança de modo a conscientizar sobre a necessidade de se 
observar os procedimentos e normas para evitar acidentes com ferimentos ou danos 
materiais. 
 
 
 
 
Desejo a todos um futuro brilhante! 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Treinamentos e Capacitações 
Sumário 
 
 
 
 
I – Embasamento Legal – NR11 ___________________________________________4 
II – Responsabilidades __________________________________________________4 
III – Recusa de Trabalho _________________________________________________6 
VI - A Empilhadeira______________________________________________________7 
VI – Componentes da Empilhadeira________________________________________8 
VI - Regras básicas para operação com empilhadeiras_______________________10 
VII - Princípio de funcionamento__________________________________________11 
VIII - Capacidade de carga x centro de carga________________________________12 
IX - Triângulo da Estabilidade____________________________________________15 
X - Estabilidade da carga________________________________________________17 
XI – Emergências ______________________________________________________17 
XII - Armazenamento de Paletes__________________________________________18 
XIII – Regras Gerais____________________________________________________18 
XIV – Guia de inspeção _________________________________________________22 
XV – Outros Ajustes____________________________________________________25 
XVI – Apanhando Carga_________________________________________________25 
XVII – Regras de Segurança _____________________________________________26 
XVII – Como sobreviver a um tombamento_________________________________32 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Treinamentos e Capacitações 
I - Embasamento Legal – NR11 
 
11.1.3 Os equipamentos utilizados na movimentação de materiais, tais como ascensores, 
elevadores de carga, guindastes, monta-carga, pontes-rolantes, talhas, empilhadeiras, 
guinchos, esteiras-rolantes, transportadores de diferentes tipos, serão calculados e 
construídos de maneira que ofereçam as necessárias garantias de resistência e 
segurança e conservados em perfeitas condições de trabalho. 
11.1.3.1 Especial atenção será dada aos cabos de aço, cordas, correntes, roldanas e 
ganchos que deverão ser inspecionados, permanentemente, substituindo-se as suas 
partes defeituosas. 
11.1.3.2 Em todo o equipamento será indicado, em lugar visível, a carga máxima de 
trabalho permitida. 
11.1.5 Nos equipamentos de transporte, com força motriz própria, o operador deverá 
receber treinamento específico, dado pela empresa, que o habilitará nessa função. 
11.1.6 Os operadores de equipamentos de transporte motorizado deverão ser habilitados 
e só poderão dirigir se durante o horário de trabalho portarem um cartão de identificação, 
com o nome e fotografia, em lugar visível. 
11.1.6.1 O cartão terá a validade de 1 (um) ano, salvo imprevisto, e, para a revalidação, o 
empregado deverá passar por exame de saúde completo, por conta do empregador. 
 
 
 
II - Responsabilidades 
 
O condutor responsabiliza-se pelo uso seguro e adequado do equipamento que conduz, 
devendo responder pelas consequências de um eventual mal uso: 
 
Código Civil sobre o assunto: 
Artigo 927, 186 da Lei 10.406/2002 – Novo Código Civil. Aquele que, por ação ou omissão 
voluntária, negligência, ou imprudência, violar direito, ou causar prejuízo a outrem, fica 
obrigado a reparar o dano. 
 
 
 
 
 
4 
 
 
 
Treinamentos e Capacitações 
NEGLIGÊNCIA: 
Do termo latino negligencia, é o termo que designa falta de cuidado, é frequentemente, 
utilizado como sinônimo dos termos de descuido, desleixo, desmazelo ou preguiça. 
Exemplo: Não realizar o check list operacional de uma Empilhadeira, antes de iniciar seu 
uso. 
IMPRUDÊNCIA: 
Falta de reflexão ou precipitação em tomar atitudes diferentes daquelas aprendidas 
(treinamento) ou esperadas. 
Exemplo: Operar uma Empilhadeira mesmo sabendo que ela está com o freio ruim. 
IMPERÍCIA: 
Falta de conhecimento ou habilidade especifica para o desenvolvimento de uma atividade 
cientifica ou técnica. 
Exemplo: Operar uma Empilhadeira sem o devido treinamento e autorização. 
 
Artigo 129 - Código Penal / 1940 
Lesão corporal 
Art. 129. Ofender a integridade corporal ou a saúde de outrem: 
Pena - detenção, de três meses a um ano. 
Lesão corporal de natureza grave 
§ 1º Se resulta: 
I - Incapacidade para as ocupações habituais, por mais de trinta dias; 
II - perigo de vida; 
III - debilidade permanente de membro, sentido ou função; 
IV - aceleração de parto: 
Pena - reclusão, de um a cinco anos. 
§ 2° Se resulta: 
I - Incapacidade permanente para o trabalho; 
II - enfermidade incurável; 
III - perda ou inutilização do membro, sentido ou função; 
IV - deformidade permanente; 
V- aborto: 
Pena - reclusão, de dois a oito anos. 
 
 
 
5 
 
 
 
Treinamentos e Capacitações 
III – Recusa de Trabalho 
 
O que é o Direito de Recusa ao Trabalho? 
O direito de recusa ao trabalho é o direito que o trabalhador tem de recusar a exercer suas 
atividades quando exposto a situação de risco grave e iminente à sua segurança e saúde no 
trabalho, bem como a terceiros. 
Em relação ao direito de recusa ao trabalho, a nova NR-01 dispõe o seguinte: 
“1.4.3 O trabalhador poderá interromper suas atividades quando constataruma situação de 
trabalho onde, a seu ver, envolva um risco grave e iminente para a sua vida e saúde, 
informando imediatamente ao seu superior hierárquico.” 
Além disso, temos o subitem 1.4.3.1 da NR-01, que diz: 
“1.4.3.1 Comprovada pelo empregador a situação de grave e iminente risco, não poderá ser 
exigida a volta dos trabalhadores à atividade enquanto não sejam tomadas as medidas 
corretivas. “ 
Assim, o direito de recusa ao trabalho é uma importante ferramenta à disposição do 
trabalhador, pois os direitos a ele conexos referem-se à segurança do trabalhador, à dignidade 
da pessoa humana e à vida. 
É importante ter em mente, contudo, que o exercício desse direito requer determinados 
cuidados, pois a recusa injustificada ao trabalho pode ser enquadrada em uma das 
modalidades de rescisão de contrato de trabalho por justa causa. 
Dessa forma, para se recusar a trabalhar no contexto em que está sendo discutido, deve-se 
observar: 
 A existência de risco grave e iminente, que possa ocasionar um acidente de trabalho; 
 A comunicação do fato ao superior hierárquico; 
 A comunicação do fato ao sindicato da categoria; 
 O registro do fato, seja por meio de fotografias, vídeos e/ou relatório; 
 A intenção do trabalhador retornar ao trabalho tão logo seja cessada os fatores de 
risco. 
Observados esses pontos, o trabalhador está resguardado quanto ao exercício de seu direito 
de recusa ao trabalho, cabendo à empresa, somente, tomar as providências para reduzir ou 
controlar a exposição do trabalhador ao risco, mediante a adoção de medidas de proteção 
coletiva, administrativa e individual. 
 
6 
 
 
 
Treinamentos e Capacitações 
IV - A Empilhadeira 
 
AFINAL O QUE É UMA EMPILHADEIRA? 
 
A empilhadeira é um veículo automotor utilizado para transporte e movimentação de 
materiais. Dotada de garfos e outros dispositivos de sustentação de carga, a empilhadeira 
foi projetada de forma a permitir a movimentação e o deslocamento de materiais tanto no 
sentido horizontal como vertical. 
É utilizada para transportar, empilhar e desempilhar cargas, possuindo a capacidade de 
se auto carregar e descarregar, de acordo com as especificações dos fabricantes. 
É um veículo de grande utilidade que substitui com vantagens talhas, pontes rolantes e 
guindastes. 
 
CLASSIFICAÇÃO DAS EMPILHADEIRAS 
 
Classe 01: Empilhadeiras Elétricas com contrapeso. Ex: Frontal 
Classe 02: Empilhadeiras Elétricas sem contrapeso. Ex: Retrátil 
Classe 03: Empilhadeiras Elétricas onde o Operador fica em pé. Ex: Transpaleteira com 
grafo. 
Classe 04: Empilhadeiras a combustão (GLP/Gasolina) e com contrapeso. Ex: Frontal. 
Classe 05: Empilhadeiras a combustão (Diesel) e com contrapeso. 
 
CHECK-LIST 
 
Antes de iniciar qualquer atividade, inspecione detalhadamente o equipamento que irá 
utilizar, realizando o check-list de segurança. 
A inspeção deve ser realizada no início do turno, e caso seja verificada alguma condição 
de risco, o veículo não deve ser utilizado e deverá ser informada a condição ao supervisor 
imediato. 
Somente após correção do desvio, teste do equipamento e preenchimento do check-list 
novamente, o equipamento poderá ser utilizado. 
 
 
 
 
 
7 
 
 
 
Treinamentos e Capacitações 
V - Componentes da Empilhadeira 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
8 
 
 
 
Treinamentos e Capacitações 
PAINEL 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
9 
 
 
 
Treinamentos e Capacitações 
VI - Regras básicas para operação com 
empilhadeiras 
 
 
 Estar identificado com crachá de apto a dirigir empilhadeira. (Com exames médicos 
 Ter conhecimento técnico e funcional da empilhadeira; 
 Realizar corretamente o check- list da empilhadeira, sempre no início do turno; 
 Utilizar EPI's conforme normas de Segurança (Sapato de Segurança C/B Aço, 
Óculos de Segurança, Capacete de segurança e Protetor auricular, sendo este 
último facultativo); 
 É obrigatório o uso do cinto de segurança em todas as atividades com 
empilhadeira; 
 Operar e manter a empilhadeira com zelo e principalmente com segurança; 
 Detectado problemas com a empilhadeira, parar imediatamente o equipamento, 
acionar o freio de estacionamento, e chamar o responsável (líder/encarregado/ 
técnico de segurança) e esperar uma definição. O operador não tem autorização 
para realizar ajustes ou reparos; 
 Garantir sempre a segurança da operação, pessoas e os demais bens interligados 
a ela; 
 Caso se envolva em um incidente/acidente, não movimentar a empilhadeira; avise 
o seu gestor. 
 Mesmo as pequenas colisões com pallet's, rack's, módulos, colunas, paredes e ou 
qualquer outro equipamento ou objeto, são considerados incidentes; 
 Não operar a empilhadeira sob efeito de medicamentos fortes, álcool e ou drogas; 
 Caso o operador não se sinta bem, deverá parar imediatamente o equipamento, 
acionar o freio de estacionamento, desligar a ignição e se possível descer do 
equipamento; 
 Avisar o responsável ou solicitar a alguém, para que o faça; 
 Ao se afastar da empilhadeira +/- 5 metros ou mais ou menos 2 minutos, desligue 
o motor e retire a chave da ignição. 
 
 
 
 
 
 
10 
 
 
 
Treinamentos e Capacitações 
VII - Princípio de funcionamento 
 
A empilhadeira é construída de maneira tal que o seu princípio de operação é o mesmo 
de uma gangorra. Assim sendo, a carga colocada no garfo deverá ser equilibrada por um 
contrapeso igual ao peso da carga colocada no outro extremo, desde que o ponto de 
equilíbrio ou centro de apoio esteja bem no meio da gangorra (fig. 01). 
 
 
 
 
 
 
 
Entretanto, podemos com um mesmo contrapeso, empilhar uma carga mais pesada, 
bastando para isso deslocar o ponto de equilíbrio ou centro de apoio para mais próximo 
da carga (fig. 02) 
 
 
 
 
CURVA RESIDUAL 
 
A força gravitacional que puxa o palete para baixo ganha força a cada milímetro que o 
palete é levantado, e é justamente por isso que a empilhadeira não consegue levantar sua 
capacidade nominal de carga na altura máxima de seus garfos. 
 
 
 
 
 
 
11Treinamentos e Capacitações 
VIII – Capacidade de carga x centro de carga 
 
Toda empilhadeira tem a sua capacidade de carga especificada a um determinado centro 
de carga, isto em virtude de transportar sua carga fora da base dos seus eixos. 
O centro de carga (D), fig. 3, é a medida tomada a partir da face anterior dos garfos até o 
centro da carga. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Caso o peso da carga exceda a capacidade nominal da empilhadeira ou o centro de carga 
esteja além do especificado para ela, poderá ocorrer um desequilíbrio e 
consequentemente tombamento do equipamento 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Treinamentos e Capacitações 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
13 
 
 
 
Treinamentos e Capacitações 
A empilhadeira tem uma tabela onde é especificado o centro de carga e a carga 
correspondente (placa de identificação próximo ao volante ou manual do fabricante). 
A relação carga X distância obedece a tabela de carga abaixo (modelo): 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
14 
 
 
 
Treinamentos e Capacitações 
 
 
 
 
IX - Triângulo da Estabilidade 
 
 
Em uma empilhadeira o ponto central de gravidade está localizado em algum lugar na 
altura do motor, mas não devemos esquecer que a carga também tem um centro de 
gravidade. Neste caso surge um terceiro ponto que é o resultado da combinação dos dois 
primeiros e vai variar de acordo com a movimentação feita com a carga 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
15 
 
 
 
Treinamentos e Capacitações 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Treinamentos e Capacitações 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
X – Estabilidade da carga 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
XI - Emergência 
 
Caso ocorra algum acidente gerando risco de queda, envolvendo a empilhadeira, siga as 
seguintes regras: 
- Permaneça na empilhadeira; 
- Segure firmemente o volante; 
- Apoie firmemente os seus pés; 
- Incline-se na direção oposta ao tombamento. 
 
 
 
 
 
 
 
17 
 
 
 
Treinamentos e Capacitações 
XII - Armazenamento de Paletes 
 
Paletes Bons: Armazenar com altura máxima de 26 paletes. 
Paletes Quebrados: Armazenar com altura máxima de 13 paletes, porém se ficar instável 
reduzir a altura até alcançar a estabilidade do armazenamento. 
Paletes armazenados em áreas a céu aberto deverão ficar distantes de qualquer 
construção a uma distância mínima de 8 metros. 
Todos os paletes quebrados deverão ter suas partes vivas, lascas, pregos, isolados para 
evitar o contato com pessoas. 
Os paletes deverão ter área específica para armazenamento, devendo ser bem sinalizada. 
 
É recomendável que sejam deixados espaços (aproximadamente 0,15m) entre uma pilha 
e outra para evitar que os paletes fiquem remontados, podendo provocar acidente no 
momento de sua retirada. 
O armazenamento dos paletes pela empilhadeira deve ser feito sempre formado um 
ângulo de 90º entre a grade e o piso do armazém (torre sem inclinação). 
Armazenagem de paletes com a torre inclinada pode fazer com que o palete fique 
remontado, podendo causar acidente no momento de sua retirada. 
Sempre que encontrar paletes ruins no meio de paletes bons, esses paletes deverão ser 
segregados. 
 
 
XIII – Regras Gerais 
 
CRUZAMENTO 
 
Em todo cruzamento é obrigatório que o operador pare, buzine, olhe para os dois lados 
(utilizar também os espelhos convexos), e somente com total segurança atravessar o 
cruzamento. Essa regra também é utilizada na saída de docas, ruas de armazenagem ou 
qualquer ponto de baixa visibilidade que dê acesso a ruas de trafego ou passagem de 
pedestres. 
 
É proibido parar em cruzamentos, para conversar, pedir informações, ou fazer qualquer 
outra atividade que não seja circulação. Há exceção em caso de acidente ou quebra do 
equipamento. 
 
18 
 
 
 
Treinamentos e Capacitações 
BUZINA 
 
Antes de realizar qualquer manobra, sair de ré, ou passar próximo de outro operador ou 
pedestre, em cruzamentos, saídas de ruas e docas, é obrigatório o uso da buzina para 
alertar operadores de outros equipamentos ou pedestres a sua volta. 
A buzina é item fundamental para segurança, portanto é de uso obrigatório, devendo estar 
em boas condições de funcionamento, qualquer irregularidade que impeça o 
funcionamento da buzina, o equipamento deverá ser paralisado de imediato e 
encaminhado para a oficina. 
 
MANOBRA SIMULTANEA 
 
Caracteriza-se manobra simultânea movimentos conjuntos que possuam o mesmo nível 
de atenção, ou seja: O operador andando com seu equipamento vendo a tarefa no RF, ou 
falando no rádio HT. Também é considerado este movimento quando o operador vem para 
armazenar ou retirar um palete de um certo local e já vem executando o movimento da 
torre para ganhar tempo. 
 
ULTRAPASSAGEM 
 
É permanentemente proibida a ultrapassagem de outro equipamento parado ou em 
movimento, exceto nos seguintes casos: 
 *Equipamento parado por problemas mecânico; 
 *Equipamento parado por motivo de acidente, onde o lugar tenha que ser preservado; 
 *Equipamento parado, com o operador a frente autorizando a ultrapassagem. 
Um equipamento em movimento não deve ser ultrapassado em hipótese alguma. 
 
VER E SER VISTO 
 
Durante a atividade, o operador de MHE deverá transitar com seu equipamento de faróis 
ligados, independente da luminosidade do ambiente, bem como estar atento ao fluxo de 
equipamentos e pessoas. 
O Operador deve realizar contato verbal e/ou visual com pedestres ou demais 
colaboradores, garantindo assim a realização das manobras com segurança.19 
 
 
 
Treinamentos e Capacitações 
TRANSPORTE DE PESSOA 
 
Não é permitido o transporte de passageiros em qualquer parte do equipamento. 
 
DISTÂNCIA DE OPERAÇÃO 
 
É obrigatório manter uma distância mínima de 10 metros, aproximadamente 3 
equipamentos, do equipamento a sua frente. 
Caso tenha algum equipamento parado a sua frente, pare a uma distância de 3 metros, 
aproximadamente 1 equipamento. 
Caso o equipamento a sua frente esteja parado por algum problema, realize a 
ultrapassagem com segurança e atenção. 
 
PREFERÊNCIA 
 
A preferência segue a seguinte hierarquia: 
 *Pedestres 
 *Empilhadeira com carga 
 *empilhadeira sem carga 
Sempre que o operador se deparar com um pedestre ou equipamento que tenha a 
preferencial o operador terá que parar seu equipamento por completo para que o pedestre 
ou outro equipamento exerça sua preferência. 
Mesmo estando no topo da hierarquia da preferência, o pedestre deve ser cuidadoso e 
agir sempre com bom senso, pois a parte mais frágil em um acidente é sempre o pedestre. 
 
VELOCIDADE 
 
O operador deverá respeitar os limites de velocidade pré-estabelecidos para sua 
operação, devendo sempre seguir as recomendações corporativas de velocidade máxima 
permitida, sendo: 
 *Empilhadeiras a combustão: 15 km/h 
 *Empilhadeiras elétricas: 12 km/h 
 *Transpaleteira: 8,5 km/h 
As velocidades citadas acima devem ser consideradas como máxima, em curvas, 
cruzamentos, em áreas externas, com piso ruim, em locais com alto fluxo de pedestres a 
velocidade deve ser reduzida ainda mais. 
Os equipamentos devem possuir sistema de controle de velocidade. 
 
19 20 
 
 
 
Treinamentos e Capacitações 
MODELO DE FORMULÁRIO DE CHECK-LIST 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Ficha de Inspeção Diária - Empilhadeira GLP/GNV/Diesel
Dias
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31
1º
Grades de Proteção 2º
1º
Freio Serviço 2º
1º
Freio Estacionamento 2º
1º
Faróis, Lanternas e Giroflex 2º
1º
Extintor 2º
1º
Desgastes dos Pneus 2º
1º
Suporte Cilindro de gás 2º
1º
Botão de Emergencia 2º
1º
Painel de Instrumentos 2º
1º
Válvula Gás (vazamentos) 2º
1º
Buzina 2º
1º
Cinto de Segurança 2º
1º
Sistemas de direção 2º
1º
2º
1º
Pinos Trava Lanças 2º
1º
Conservação / Danos no Chassi 2º
1º
Aperto das Rodas 2º
1º
Controles Hidráulicos 2º
1º
Limpeza externa + Radiador 2º
1º
Nível Óleo Hidráulico 2º
1º
Nível de Óleo do Motor 2º
1º
Nível de Água 2º
1º
Nível do Óleo da Transmissão 2º
1º
Vazamentos 2º
1º
Horímetro 2º
1º
2º
Legenda: Observações:
N - Normal
A - Anormal
C - Crítico
Centro de Custo: Área: Exportação
Regime Trabalho: 
1º / 2º Turnos
1) Itens Normais:Se todos os itens estiverem "NORMAL", o Veículo Industrial poderá ser operado normalmente.
3) Se algum item estiver "CRÍTICO", comunique à chefia. Abra uma "INTERVENÇÃO" e envie o equipamento ao "MVI" para reparação.
2) Para itens "ANORMAL", fazer uma análise critica e anotar no verso do formulário, especificando a anomalia e definir com o "MVI" a intervenção imediata ou agende uma revisão.
Orientações para o Líder:
1.1) Para os itens assinalados em "NEGRITO", que sejam identificados como "ANORMAL" ou "CRÍTICO", deverá haver uma "INTERVENÇÃO" solicitar o visto do lider no campo "Visto 
Chefia" no turno correspondente e o equipamento e enviado ao "MVI"
Tur
no
Visto da Chefia:
Mês/Ano: 
Capacidade de Carga: 2500kgNº Equipamento: 
ITENS
Folga e desgastes nas 
correntes e torre
21 
 
 
 
Treinamentos e Capacitações 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Anote os danos ou defeitos 
ocorridos no turno anterior 
Verifique o estado dos pneus como 
cortes, rachaduras, sujeira nos 
sulcos, aros deformado ou quebrado. 
 
Verifique se há vazamentos de óleo, 
combustível ou líquido do radiador. 
XIV - GUIA DE INSPEÇÃO 
Verifique a pressão dos pneus e 
verifique o aperto das porcas das 
rodas. 
Pneus com pressão alta ou baixa 
podem provocar falhas repentinas e 
desgaste prematuro. 
Verifique o funcionamento das luzes 
e faróis 
Verifique se o protetor da carga está 
desalinhado, torto ou com 
rachaduras. 
Verifique se os engates dos cilindros 
estão na posição correta. Faça 
marcações para ajudar a perceber 
desalinhamentos. 
Verifique no nível do óleo do motor 
através da vareta [12]. 
Verifique o estado dos garfos e se os 
pinos de ajuste estão travados. 
Verifique se o protetor do operador 
está alinhado e bem fixado. Balance o 
protetor para verificar se há parafusos 
soltos. 
Verifique o nível do líquido do radiador. 
22 
 
 
 
Treinamentos e Capacitações 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Utilize um pano limpo e sem 
fiapos para verificar o nível do 
óleo. Nunca use estopa. 
Verifique o nível do liquido 
eletrolítico da bateria. 
Verifique o nível do óleo 
hidráulico. 
Cuidado ao abrir a tampa do 
compartimento do motor. 
Verifique o nível do fluído de freio. Verifique se todas as luzes de 
advertência estão funcionando 
corretamente. 
Vire a chave de contato e 
verifique se as luzes do painel 
acendem normalmente. 
Verifique se a chave de luzes 
direcionais está funcionando 
corretamente. 
Verifique se a luz e o sinal sonoro 
de ré estão funcionando 
corretamente. 
Suba e desça os garfos para 
testas os comandos hidráulicas. 
Verifique a tensão e folga das 
correntes de elevação. 
Verifique a folga da direção (deve 
estar entre 15 e 30mm. 
23 
 
 
 
Treinamentos e Capacitações 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
APÓS DAR A PARTIDA NO MOTOR 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Suba na empilhadeira e tome seu 
posto de controle antes de dar a 
partida. 
Não deixe seus pés embaixo dos 
garfos. 
Verifique se a fumaça do 
escapamento está normal ou se 
há ruídos anormais ou excesso 
de vibração. 
 
A fumaça do escapamento pode 
matar. Aqueça o motor em 
lugares ventilados. 
Verifique o funcionamento dos 
cilindros de inclinação. 
Anote todos os dados do check 
list de verificação. 
• Luzes de advertência. 
 
• Temperatura da água. 
 
• Temperatura do óleo do 
conversor de torque 
 
• Fumaça do escapamentoDeixe o motor aquecer em 
marcha lenta por 3 minutos 
Durante o aquecimento verifique 
o funcionamento dos sistemas 
Verifique o funcionamento dos 
cilindros de inclinação. 
 
 
 
ATENÇÃO 
 
Não proceder com o 
aquecimento do motor, pode 
causar falhas de lubrificação 
resultando em danos sérios 
ao motor. 
Teste os sinais sonoros como 
buzina e alarmes. 
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Treinamentos e Capacitações 
XV - OUTROS AJUSTES 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
XVI - APANHANDO CARGA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Ajuste e trave os pinos dos garfos Ajuste a posição do banco antes de dar a 
partida na empilhadeira. Não ajuste o 
banco com a máquina em movimento. 
Apanhando e transportando cargas cilíndricas. Ajuste os garfos de acordo 
com a carga. 
Apanhando a carga. 
Transportando a carga. 
Depositando a carga. 
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Treinamentos e Capacitações 
 
 
 
 
 
 
 
 
XVII - REGRAS DE SEGURANÇA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Depositando a carga. 
Verifique os pinos de trava do garfo. 
Se não estiverem travados, os garfos 
podem sair da posição e derrubar a carga. 
Aproxime -se cuidadosamente da carga 
para não provocar ferimentos em pessoas 
e nem danificar a carga. 
Ajuste o garfo adequadamente para 
oferecer o máximo suporte à carga. 
 
Cuidado com garfos mais compridos do 
que a carga. 
Não permita que ninguém passe por 
baixos dos garfos levantados. 
Não transporte cargas mais altas do que 
o protetor de carga para evitar quedas da 
mesma. 
Cuidado com garfos mais compridos do 
que a carga. 
Cuidado com garfos mais compridos do 
que a carga. 
Cuidado com garfos mais compridos do 
que a carga. 
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Treinamentos e Capacitações 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Evite superfícies escorregadias como 
areia, lama ou pedras. Se inevitável, dirija 
devagar. 
Não apanhe ou deposite carga até que a 
empilhadeira esteja nivelada. 
Não trafegue sobre obstáculos 
Não trafegue com a torre elevada. Isto 
altera o Centro de Gravidade e pode 
causar tombamento. 
Não pule se perceber que a empilhadeira 
está tombando. Permanece no assento 
para sobreviver. 
Utilize sempre o capacete. Ele previne 
contra impactos e acidentes. 
Os gases do escapamento podem matar. 
Desligue o motor em ambientes sem 
ventilação. 
Uma empilhadeira pode tombar mais 
facilmente se estiver sem carga. 
Aprenda como evitar tombamento e como 
sobreviver a ele. 
Inspecione sua empilhadeira 
cuidadosamente antes de usá-la. 
Não trafegue em vias de grande 
inclinação. 
Manuseie somente cargas estáveis. 
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Treinamentos e Capacitações 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
USE OS APOIOS PARA SUBIR NA EMPILHADEIRA. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Não permita que ninguém apanhe carga 
em garfos elevados. Isto pode causar 
sérios ferimentos. 
Não eleve pessoas mesmo com 
equipamento especial instalado 
Cuidado com os garfos 
Mantenha o compartimento do operador 
limpo e livre de objetos que possam 
atrapalhar a operação da empilhadeira 
Não opere uma empilhadeira que não 
esteja segura para o uso. 
Somente transporte cargas de acordo 
com a capacidade da empilhadeira. 
Não utilize pallets com defeito ou 
danificados. 
Não permita que pessoas não autorizadas 
circulem pela área de operação. 
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Treinamentos e Capacitações 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Equipamentos opcionais podem alterar a 
capacidade de carga depois de 
instalados. 
Não permita que o ajudante fique perto da 
empilhadeira nas operações de apanhar, 
elevar e depositar a carga. 
 
 
Não sobrecarregue os garfos. 
Relate imediatamente qualquer dano ou 
defeito. 
Não ajuste o assento com a empilhadeira 
em movimento 
Movimente a empilhadeira com cuidado. 
Toque a buzine e utiliza as luzes para 
indicar suas intenções. 
Não dê partida no motor sem que esteja 
sentado no banco do operador; 
Certifique-se que a alavanca deseja em 
neutro. 
Teste os freios e embreagem em 
movimentação lenta. Certifique-se que os 
cilindros hidráulicos estejam funcionando 
corretamente. 
Empilhadeira é projetada para um só 
operador. Não leve caronas 
Trafegue devagar em esquinas. Toque a 
buzina nos cruzamentos e em áreas que 
você tem a visão prejudicada. 
Não ultrapasse outra empilhadeira 
trafegando no mesmo sentido. 
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Treinamentos e Capacitações 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Nunca permita que pessoas segure a 
carga em movimento. 
Não se distraia. Olhe sempre para onde 
você está trafegando. 
Não use espelho retrovisor quando 
trafegando de ré. 
Não dirija com imprudência. 
 
Cuidado com o balanço do contrapeso. Trafegue de ré se a carga obstruir sua 
visão. 
Obedeça sempre as regras de trânsito. Sempre verifique o caminho que você vai 
fazer. 
Sempre utilize os faróis e luzes em áreas 
com pouca iluminação. 
 
Permaneça na área da empilhadeira. Não 
trafegue com braços, pernas ou a cabeça 
fora da empilhadeira. 
Trafegue sempre engatado em declives 
usando o motor como freio auxiliar. 
Cuidado com o ângulo de aproximação. 
Certifique-se que o piso suporta o peso da 
empilhadeira com a carga. 
Utilize a transmissão com suavidade. 
Evite mudanças de marcha bruscas. 
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Treinamentos e CapacitaçõesAo estacionar: 
• Acione o freio de 
estacionamento 
• Coloque a alavanca em 
NEUTRO 
• Abaixe os garfos até o chão 
• Desligue a chave de ignição 
Estacione sempre em área segura e 
permitida. 
Não estacione em declives. 
Faça cursos de aperfeiçoamento 
HABILITAÇÃO 
CAPACETE 
*PROTETOR 
AURICULAR 
*ÓCULOS 
CALÇADO 
DE 
SEGURANÇA 
Aprenda a usar o kit de primeiros 
socorros. 
Não fume e nem abasteça a 
empilhadeira com o motor ligado. 
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Treinamentos e Capacitações 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
XVIII - COMO SOBREVIVER A UM TOMBAMENTO DA EMPILHADEIRA 
 
 
 
Lembre-se que suas chances de sobrevivência a um tombamento serão maiores se você permanecer na empilhadeira 
quando ela tombar. 
 
1. Não salte para fora da empilhadeira. 
 
2. Segure firmemente no volante da direção 
 
3. Apoie bem os pés e incline-se para o lado contrário ao tombamento. 
 
Numa emergência a calma e a ação calculada são as chaves para sobreviver. 
 
Fique atento ao manual de operação 
e manutenção da Empilhadeira. 
manutenção da sua 
empilhadeira.manutenção da sua 
empilhadeira. 
Opere a empilhadeira somente em 
áreas aprovadas e livres de produtos 
inflamáveis. 
aprovadas e livres de produtos 
inlfamá- 
veis.aprovadas e livres de produtos 
inlfamá- 
veis.. 
Não faça manutenção ou reparos na 
empilhadeira com o motor em 
funcionamento. 
Não faça modificações ou instale 
acessórios sem a autorização ou 
supervisão do pessoal da manutenção. 
Após superaquecimento desligue o motor 
e aguarde o motor e o radiador esfriarem. 
Proteja seu rosto e mãos antes de abrir a 
tampa do radiador. da sua empilhadeira. 
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Treinamentos e Capacitações

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