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engenharia em mapasengenharia em mapas Autora: Engª MSc. Raquel Cabral IMPERMEABILIZAÇÃO POR AGREGAR ENGENHARIA Licenciado para - M arcos A driani A raujo V ieira R ouças - 12965868712 - P rotegido por E duzz.com DEFINIÇÕES; SELEÇÃO DO SISTEMA; REQUISITOS; EXIGÊNCIAS; PROJETO; DETALHES CONSTRUTIVOS; CAMADAS; CLASSIFICAÇÃO DOS SISTEMAS; TIPOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO; LONGEVIDADE DOS SISTEMAS; EXECUÇÃO DOS SISTEMAS. Este material foi desenvolvido pela Profª MSc. Raquel Alves Cabral Silva. O intuito é contextualizar e ilustrar o conteúdo IMPERMEABILIZAÇÃO, tornando assim seu estudo mais dinâmico. O conteúdo está disposto da seguinte forma: 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. Caso encontre algum equívoco ou tenha alguma sugestão de melhoria, favor enviar e-mail para: agregarengenharia@gmail.com Bons estudos! apresentação Licenciado para - M arcos A driani A raujo V ieira R ouças - 12965868712 - P rotegido por E duzz.com Este material é para seu uso EXCLUSIVO. Por favor, não divulgue, compartilhe ou copie sem autorização. Valorize o trabalho de quem produz conteúdo. direitos autorais Licenciado para - M arcos A driani A raujo V ieira R ouças - 12965868712 - P rotegido por E duzz.com Raquel é engenheira civil pela UFS, mestre em estruturas pela PUC-Rio e professora universitária de Graduação e Pós-Graduação. Além disso, idealizou a Agregar com o intuito de fornecer materiais didáticos, ilustrados e de fácil linguagem sobre diversos temas da Engenharia Civil. a autora Licenciado para - M arcos A driani A raujo V ieira R ouças - 12965868712 - P rotegido por E duzz.com @ agregar_engenharia @ ag re ga r_ enge nharia En ge nh ar ia em M ap as -I mp er me ab ili za çã o, 20 22 . P ro ibi da s r ep ro du çã o e d ist rib uiç ão n ão a ut or iza da s. IMPERMEABILIZAÇÃOIMPERMEABILIZAÇÃOimpermeabilizaçãodefinições Véu estruturante Manta para impermeabilização Membrana para impermeabilização Acrílico para impermeabilização Asfalto para impermeabilização Produto industrializado, utilizado como armadura, composto por fibras (de vidro, polipropileno, poliéster, náilon) distribuídas multidirecionalmente. Produto impermeável, pré-fabricado, obtido por processos industriais, tais como calandragem ou extensão. Camada de impermeabilização moldada no local, com características de flexibilidade e com espessura compatível para suportar as movimentações do substrato, podendo ser estruturada ou não. Polímeros obtidos através de monômeros acrílicos e de seus derivados. Produto resultante de uma modificação físico- química do cimento asfáltico de petróleo. Referência: NBR 9575:2010, págs. 1-7. 1 Licenciado para - M arcos A driani A raujo V ieira R ouças - 12965868712 - P rotegido por E duzz.com Aditivo impermeabilizante Produto adicionado à argamassa ou ao concreto até a quantidade de 1% em relação ao peso do produto final, para promover propriedades impermeabilizantes. En ge nh ar ia em M ap as -I mp er me ab ili za çã o, 20 22 . P ro ibi da s r ep ro du çã o e d ist rib uiç ão n ão a ut or iza da s. @ ag reg ar_engenharia @ agregar_engen ha riaIMPERMEABILIZAÇÃOIMPERMEABILIZAÇÃOimpermeabilizaçãodefinições Asfalto oxidado Asfalto elastomérico Asfalto plastomérico Cimento asfáltico de petróleo Asfalto policondensado Produto obtido pela passagem de uma corrente de ar através de uma massa de cimento asfáltico, em temperatura adequada. Produto obtido pela adição de polímeros elastoméricos no cimento asfáltico de petróleo, em temperatura adequada. Produto obtido pela adição de polímeros plastoméricos no cimento asfáltico de petróleo, em temperatura adequada. Produto obtido no fundo da torre de vácuo, após a remoção dos demais destilados do petróleo. Produto obtido por reação de condensação em um reator de processo contínuo com variação de pressão, resultando em um aumento médio do peso molecular da massa do cimento asfáltico de petróleo. Referência: NBR 9575:2010, págs. 1-7. Asfalto modificado com adição de polímeros Produto obtido pela modificação do cimento asfáltico de petróleo com polímeros, de modo a serem obtidas determinadas características físico- químicas. Componente da camada impermeável destinado a absorver esforços mecânicos, o qual deve ser compatível com o tipo de impermeabilização. Armadura e estruturante 2 Licenciado para - M arcos A driani A raujo V ieira R ouças - 12965868712 - P rotegido por E duzz.com @agregar_engenharia @agregar_ en ge nh ar ia IMPERMEABILIZAÇÃOIMPERMEABILIZAÇÃOimpermeabilizaçãodefinições MÁSTIQUE Produto industrializado, com características de deformação plástica, para preenchimento, calafetação ou vedação de aberturas, tais como, trincas, fendas ou juntas. Conjunto de materiais ou produtos aplicáveis às partes construtivas, parcialmente aderidos ao substrato. Conjunto de materiais ou produtos aplicáveis às partes construtivas, totalmente aderidos ao substrato. IMPERMEABILIZAÇÃO PARCIALMENTE ADERIDA IMPERMEABILIZAÇÃO ADERIDA IMPERMEABILIZAÇÃO NÃO ADERIDA Conjunto de materiais ou produtos aplicáveis às partes construtivas, totalmente não aderidos ao substrato. En ge nh ar ia em M ap as -I mp er me ab ili za çã o, 20 22 . P ro ibi da s r ep ro du çã o e d ist rib uiç ão n ão a ut or iza da s. Re fe rê nc ia : N BR 9 57 5: 2 01 0, p ág s. 1- 7. Penetração de fluidos indesejáveis na construção. INFILTRAÇÃO Abertura ocasionada por deformações ou deslocamentos do substrato, que pode ser classificada em estática ou dinâmica-cíclica, finita ou infinita e cuja amplitude é variável. FISSURA E TRINCA Abertura com geometria uniforme e bem definida, entre elementos ou componentes construtivos contíguos, dimensionada com a função de separá-los e permitir a livre movimentação entre as partes. JUNTA EMENDA E SOBREPOSIÇÃO Processo pelo qual se obtém a continuidade da camada de impermeabilização, visando assegurar a estanqueidade, durabilidade e desempenho previsto em norma específica. Pode ser executada emenda por sobreposição ou emenda de topo. 3 Licenciado para - M arcos A driani A raujo V ieira R ouças - 12965868712 - P rotegido por E duzz.com IMPERMEABILIZAÇÃOIMPERMEABILIZAÇÃOimpermeabilizaçãoseleção do sistema De acordo com a NBR 9575:2010, o tipo adequado de impermeabilização deve ser determinado segundo a solicitação imposta pelos fluidos nos locais que requeiram estanqueidade. A solicitação pode ocorrer das seguintes formas: IMPOSTA PELO FLUIDO SOB PRESSÃO UNILATERAL OU BILATERAL Água sob pressão positiva: Água, confinada ou não, que exerce pressão hidrostática superior a 1 kPA, de forma direta à impermeabilização. Água sob pressão negativa: Água, confinada ou não, que exerce pressão hidrostática superior a 1 kPA, de forma inversa à impermeabilização. IMPOSTA PELA ÁGUA DE PERCOLAÇÃO Água que atua sobre superfícies, não exercendo pressão hidrostática superior a 1 kPA (0,1 m.c.a). IMPOSTA PELA ÁGUA DE CONDENSAÇÃO Proveniente de condensação de água presente no ambiente sobre a superfície de um elemento construtivo, sob determinadas condições de temperatura e pressão. IMPOSTA PELA UMIDADE DO SOLO De acordo com Yazigi (2022), é a água que por capilaridade percola através dos elementos em contato com o solo. Piscinas, reservatórios e muros de arrimo. Áreas expostas à chuva e lavagem. Áreas expostas ao vapor e ao frio. Fundações, pisos sobre o solo e etc. Referências: NBR 9575:2010, págs 1, 2 e 10. Yázigi, 2022, pág. 580. En ge nh ar ia em M ap as -I mp er me ab ili za çã o, 20 22 . P ro ibi da s r ep ro du çã o e d ist rib uiç ão n ão a ut or iza da s. 4 Licenciado para - M arcos A driani A raujo V ieira R ouças - 12965868712 - P rotegido por E duzz.com @agregar_engenharia @agregar_ en ge nh ar ia 1.FCC (2014)fôrmas; Pontas de ferragem; Restos de produtos desmoldantes ou impregnantes; Falhas e ninhos. Isento de @a gr eg ar _e nge nharia @agregar_engenharia IMPERMEABILIZAÇÃOIMPERMEABILIZAÇÃOimpermeabilizaçãomembrana de poliuretano substrato imprimação estruturante poliuretano poliuretano flexível Proteção Recomenda-se proteção mecânica em locais onde exista possibilidade de agressão. Havendo mais de um componente, adicioná-los, misturando homogeneamente, de forma mecânica ou manual. Aplicar sobre o substrato, caso necessário, uma demão de imprimação, e aguardar secagem. O estruturante, se utilizado, deve ser posicionado após a primeira demão de produto e ser totalmente recoberto pelas demãos subsequentes. 1 2 3 APLICAÇÃO A dosagem, tempo de mistura, manuseio, consumo, secagem entre demãos, ferramentas e cura devem seguir as recomendações do fabricante. Referência: NBR 9574:2008, pág. 8. En ge nh ar ia em M ap as -I mp er me ab ili za çã o, 20 22 . P ro ibi da s r ep ro du çã o e d ist rib uiç ão n ão a ut or iza da s. 39 Licenciado para - M arcos A driani A raujo V ieira R ouças - 12965868712 - P rotegido por E duzz.com Declividade em áreas horizontais: mín. de 1%. Declividade para calhas e áreas internas: mín. de 0,5%. Posicionar o estruturante após a primeira demão e aplicar as demãos subsequentes. 5 @a gr eg ar _e nge nharia @agregar_engenharia Uma vez misturados os componentes, o tempo de utilização da mistura não deve ultrapassar o período recomendado pelo fabricante. Aplicar sobre o substrato duas demãos em sentido cruzado de argamassa polimérica, com intervalos de 2h a 6h entre demãos, dependendo da temperatura. Caso a demão anterior esteja seca, molhar o local antes da nova aplicação 3 Aplicar sobre o substrato uma demão de membrana de polímeros com cimento. 4 Adicionar aos poucos, de forma manual ou mecânica, o componente pó ao componente resina e misturar homogeneamente até dissolver os possíveis grumos. 1 2 Cantos devem estar em meia cana e as arestas arredondadas. Preparação do substrato Deve ser Firme; Coeso; Regular; Limpo. Corpos estranhos; Restos de fôrmas; Pontas de ferragem; Restos de produtos desmoldantes ou impregnantes; Falhas e ninhos. Isento de IMPERMEABILIZAÇÃOIMPERMEABILIZAÇÃOimpermeabilizaçãomembrana de polímero com cimento Proteção Recomenda-se proteção mecânica em locais onde exista possibilidade de agressão. O substrato deve estar úmido, porém isento de filme ou jorro d’água. Fixar previamente elementos que transpassem o substrato. APLICAÇÃO flexível Referência: NBR 9574:2008, pág. 9. En ge nh ar ia em M ap as -I mp er me ab ili za çã o, 20 22 . P ro ibi da s r ep ro du çã o e d ist rib uiç ão n ão a ut or iza da s. 40 Licenciado para - M arcos A driani A raujo V ieira R ouças - 12965868712 - P rotegido por E duzz.com Aguardar a secagem e aplicar as demãos subsequentes, respeitando o tempo de secagem, até atingir o consumo recomendado. 4 Aplicar uma demão da membrana com um rolo de lã de carneiro, trincha ou brocha, de forma homogênea. Estender o estruturante com sobreposição de 10 cm. Aplicar uma demão do produto de imprimação com um rolo de lã de carneiro, trincha ou brocha, de forma homogênea aguardando sua total secagem. Pode ser uma demão de: cimento modificado com polímero, argamassa polimérica ou o próprio produto diluído. Garantir o recobrimento total do estruturante. Se houver mais de um estruturante, repetir o processo. 5 3 1 2 A NBR 13321:2008 aceita como requisito mínimo para absorção de água o valor de 15%, contraindicando-a para locais de baixa inclinação. De acordo com Bauer, Vasconcelos e Granato (2017), possuem boa elasticidade, aderência, quando bem formuladas, e boa resistência a raios UV.IMPERMEABILIZAÇÃOIMPERMEABILIZAÇÃOimpermeabilizaçãomembrana acrílica Declividade em áreas horizontais: mín. de 2%. Cantos devem estar em meia cana e as arestas arredondadas. Preparação do substrato Deve ser Firme; Coeso; Regular; Seco; Limpo. Corpos estranhos; Restos de fôrmas; Pontas de ferragem; Restos de produtos desmoldantes ou impregnantes; Falhas e ninhos. Isento de flexível Proteção A membrana acrílica deve ficar exposta. APLICAÇÃO Referência: NBR 9574:2008, pág. 10. @a gr eg ar _e nge nharia @agregar_engenharia En ge nh ar ia em M ap as -I mp er me ab ili za çã o, 20 22 . P ro ibi da s r ep ro du çã o e d ist rib uiç ão n ão a ut or iza da s. 41 Licenciado para - M arcos A driani A raujo V ieira R ouças - 12965868712 - P rotegido por E duzz.com Declividade em áreas horizontais: mín. de 1%. Declividade para calhas e áreas internas: mín. de 0,5%. Aplicar uma demão do produto de imprimação com um rolo de lã de carneiro, trincha ou brocha, de forma homogênea, aguardando sua total secagem, exceto para mantas não aderidas ao substrato. continuação Cantos devem estar em meia cana e as arestas arredondadas. Preparação do substrato Deve ser Firme; Coeso; Regular; Seco; Limpo. Corpos estranhos; Restos de fôrmas; Pontas de ferragem; Restos de produtos desmoldantes ou impregnantes; Falhas e ninhos. Isento de IMPERMEABILIZAÇÃOIMPERMEABILIZAÇÃOimpermeabilizaçãomantas asfálticas Proteção Recomenda-se que seja efetuada em temperaturas ambiente acima de 5ºC, salvo orientação do fabricante. Sobreposição de bordas de no mínimo 10 cm. Desenrolar as bobinas, alinhando-as e rebobinando novamente, sobre o substrato imprimado. 1 2 Proteção mecânica vertical estruturada com tela de fios de arame galvanizado ou plástico. Proteção mecânica horizontal, aramada ou não, sobre camada separadora e/ou drenante, onde exista a possibilidade de agressão mecânica. Promover proteção UV, exceto para mantas autoprotegidas. APLICAÇÃO flexível @a gr eg ar _e nge nharia @agregar_engenharia Referência: NBR 9574:2008, págs. 10-11. En ge nh ar ia em M ap as -I mp er me ab ili za çã o, 20 22 . P ro ibi da s r ep ro du çã o e d ist rib uiç ão n ão a ut or iza da s. 42 Licenciado para - M arcos A driani A raujo V ieira R ouças - 12965868712 - P rotegido por E duzz.com Ir removendo o filme antiaderente e aderir a manta ao substrato simultaneamente de forma lenta. 3.4 continuação autoadesivas @a gr eg ar _e nge nharia @agregar_engenharia IMPERMEABILIZAÇÃOIMPERMEABILIZAÇÃOimpermeabilizaçãomanta asfáltica Aquecer simultaneamente o substrato imprimado e a face de aderência da manta. A intensidade da chama não deve danificar a manta e deve proporcionar aderência adequada. Pressionar a manta do centro para as bordas, expulsando bolhas de ar. Pressionar a manta do centro para as bordas, expulsando bolhas de ar. Executar o selamento das emendas com: Aguardar o tempo de pega do adesivo. Aplicar uma camada de adesivo no substrato imprimado e na face da manta. Pressionar as emendas fortemente com roletes metálicos. Aquecer o asfalto a uma temperatura entre: Aplicar uma demão do asfalto aquecido na temperatura mínima de 160ºC, com uso de meada de fios de juta, numa distância máxima de 1 m à frente da bobina. Deve ser aplicado no substrato e na face inferior da bobina. Executar o selamento das emendas com banho de asfalto pressionando com: 180°C a 220°C para asfalto sem adição de polímeros. 160°C a 180°C para asfalto com adição de polímeros. 3.1 3.2 3.3 com chama de maçarico GLP com adesivos com asfalto quente Roletes Espátulas Colher de pedreiro de pontas arredondadas. Roletes Espátulas Colher de pedreiro de pontas arredondadas. APLICAÇÃO flexível Referência: NBR 9574:2008, págs. 10-11. En ge nh ar ia em M ap as -I mp er me ab ili za çã o, 20 22 . P ro ibi da s r ep ro du çã o e d ist rib uiç ão n ão a ut or iza da s. 43 Licenciado para - M arcos A driani A raujo V ieira R ouças- 12965868712 - P rotegido por E duzz.com @agregar_ en ge nh ar ia @ agregar_engenhariaIMPERMEABILIZAÇÃOIMPERMEABILIZAÇÃOimpermeabilizaçãomanta de policloreto de vinila (p.v.c) Onde exista a possibilidade de agressão mecânica, proteção mecânica horizontal, aramada ou não, sobre a camada separadora e/ou drenante. Abrir os rolos ou painéis de mantas, com sobreposições de no mínimo 10 cm. APLICAÇÃO PREPARO DO SUBSTRATO Declividade em áreas horizontais: Mínima de 1%. Declividade para calhas e áreas internas: Mínima de 0,5%. Corpos estranhos; Restos de fôrmas; Pontas de ferragem; Restos de produtos desmoldantes ou impregnantes; Falhas e ninhos. Isento de Em superfícies irregulares, onde não possa ser feita camada de regularização, utilizar camada de berço. Deve ser Firme; Coeso; Regular; Seco; Limpo. Proteção mecânica vertical estruturada, com tela de fios de arame galvanizado ou plástico. Proteção Fazer o selamento das emendas com soldagem química ou termofusão, com sobreposição mínima de 5 cm (cordão simples ou duplo). Executar as fixações mecânicas e compartimentações. Os acessórios são determinados pelo fabricante. 1 2 3 Promover proteção UV, exceto para mantas autoprotegidas. Cantos devem estar em meia cana e as arestas arredondadas. flexível Referência: NBR 9574:2008, págs. 11-12. En ge nh ar ia em M ap as -I mp er me ab ili za çã o, 20 22 . P ro ibi da s r ep ro du çã o e d ist rib uiç ão n ão a ut or iza da s. 44 Licenciado para - M arcos A driani A raujo V ieira R ouças - 12965868712 - P rotegido por E duzz.com Desenrolar as bobinas, alinhando-as sobre o substrato. @ agregar_engenharia @ ag re ga r_ engenharia IMPERMEABILIZAÇÃOIMPERMEABILIZAÇÃOimpermeabilizaçãomanta de polietileno de alta densidade (p.e.a.d) PREPARO DO SUBSTRATO Declividade em áreas horizontais: Mínima de 1%. Declividade para calhas e áreas internas: Mínima de 0,5%. Corpos estranhos; Restos de fôrmas; Pontas de ferragem; Restos de produtos desmoldantes ou impregnantes; Falhas e ninhos. Isento de Deve ser Firme; Coeso; Regular; Seco; Limpo. Onde exista a possibilidade de agressão mecânica, proteção mecânica horizontal, aramada ou não, sobre a camada separadora e/ou drenante. Executar as soldas que podem ser: 1 2 Para manta elastomérica de polisobutileno isopreno (IIR) os processos são os mesmos da manta PEAD. Química, com sobreposição mínima de 7,5 cm. Termofusão, com sobreposição de 10 cm (cordão simples ou duplo). Cantos devem estar em meia cana e as arestas arredondadas. APLICAÇÃOProteção Proteção mecânica vertical estruturada, com tela de fios de arame galvanizado ou plástico. Referência: NBR 9574:2008, págs. 12-13. En ge nh ar ia em M ap as -I mp er me ab ili za çã o, 20 22 . P ro ibi da s r ep ro du çã o e d ist rib uiç ão n ão a ut or iza da s. Em superfícies irregulares, onde não possa ser feita camada de regularização, utilizar camada de berço. 45 Licenciado para - M arcos A driani A raujo V ieira R ouças - 12965868712 - P rotegido por E duzz.com IMPERMEABILIZAÇÃOIMPERMEABILIZAÇÃOimpermeabilizaçãomanta elastomérica de etileno-dieno-monômero (e.p.d.m) Abrir os rolos de manta e alinhá-los, com sobreposição mínima de 5 cm. Aplicar uma demão do produto de imprimação com um rolo de lã de carneiro, trincha ou brocha, aguardando sua total secagem, exceto para mantas não aderidas ao substrato. Executar as emendas com aplicação de monoadesivo e fita de caldeação.1 2 3 @ agregar_engenharia @ ag re ga r_ engenharia PREPARO DO SUBSTRATO Declividade em áreas horizontais: Mínima de 1%. Declividade para calhas e áreas internas: Mínima de 0,5%. Corpos estranhos; Restos de fôrmas; Pontas de ferragem; Restos de produtos desmoldantes ou impregnantes; Falhas e ninhos. Isento de Deve ser Firme; Coeso; Regular; Seco; Limpo. Cantos devem estar em meia cana e as arestas arredondadas. Onde exista a possibilidade de agressão mecânica, proteção mecânica horizontal, aramada ou não, sobre a camada separadora e/ou drenante. Proteção Proteção mecânica vertical estruturada, com tela de fios de arame galvanizado ou plástico. APLICAÇÃO Referência: NBR 9574:2008, págs. 12-13. En ge nh ar ia em M ap as -I mp er me ab ili za çã o, 20 22 . P ro ibi da s r ep ro du çã o e d ist rib uiç ão n ão a ut or iza da s. Em superfícies irregulares, onde não possa ser feita camada de regularização, utilizar camada de berço. 46 Licenciado para - M arcos A driani A raujo V ieira R ouças - 12965868712 - P rotegido por E duzz.com 28. FCC (2016) Nos projetos de impermeabilização as emendas realizadas em mantas asfálticas, tanto no sentido longitudinal como no sentido transversal, devem ter uma sobreposição mínima, em mm, de a) 100. b) 50. c) 25 d) 75. e) 30. 29. Adaptada FGV (2018) A ABNT estabelece exigências e recomendações relativas à execução de impermeabilização de edificações e construções em geral. Com relação a impermeabilização de edificações, analise as afirmativas a seguir. Recomenda-se que a aplicação de mantas asfálticas seja efetuada em temperaturas ambientes acima de 15°C. ( ) Certo. ( ) Errado. 31. FCC (2018) Nos projetos de impermeabilização, para a aplicação de manta de polietileno de alta densidade (PEAD) deve-se desenrolar as bobinas, alinhando-as sobre o substrato a ser impermeabilizado. Nesse caso, o tipo de soldagem a ser utilizado, a sobreposição mínima, em cm, ou a termofusão com sobreposição, em cm, utilizando cordão simples ou duplo, são, respectivamente, a) Mecânica; 10 e 20. b) Elétrica; 20 e 15. c) Química; 7,5 e 10. d) A frio; 5 e 15. e) Por contato adesivo; 10 e 15. 32. AOCP (2022) Uma laje exposta será impermeabilizada com manta asfáltica. Para a execução do substrato, é necessário determinar o desnível entre o coletor de água e o ponto mais distante. Considerando que a distância horizontal entre eles é de 6m, para garantir o que estabelece a NBR 9575/2010: Impermeabilização - Seleção e projeto, o desnível mínimo deverá ser igual a: a) 12 cm. b) 6 cm. c) 18 cm. d) 3 cm. e) 1 cm. 33. CEBRASPE (2015) A inclinação mínima do substrato da camada de impermeabilização de uma laje plana horizontal não pode ser menor do que 2% em direção aos coletores de água. ( ) Certo ( ) Errado IM PE RM EA BI LIZ AÇ ÃO IM PE RM EA BI LIZ AÇ ÃO im pe rm ea bi liz aç ão qu est õe s 30. Adaptada FGV (2016) A ABNT estabelece exigências e recomendações relativas à execução de impermeabilização de edificações e construções em geral. Com relação a impermeabilização de edificações, analise a afirmativa a seguir. A aplicação de mantas asfálticas com asfalto quente deve ser realizada mantendo sobreposições de 5 cm nas emendas. ( ) Certo. ( ) Errado. @ agregar_engenharia @ ag re ga r_ engenharia En ge nh ar ia em M ap as -I mp er me ab ili za çã o, 20 22 . P ro ibi da s r ep ro du çã o e d ist rib uiç ão n ão a ut or iza da s. G ab ar ito : 2 8. L et ra a ; 2 9. E rr ad o (a ci m a de 5 ºC ; 30 . E rr ad o (1 0 cm ); 31 . L et ra c ; 32 . L et ra b ( 1% d e 6m ); 33 . E rr ad o (1 % ). Gabarito na lateral da folha! 47 Licenciado para - M arcos A driani A raujo V ieira R ouças - 12965868712 - P rotegido por E duzz.com INCLINAÇÃO DO SUBSTRATO 1% em áreas horizontais em direção aos coletores 0,5% em calhas e áreas internas INCLINAÇÃO DO SUBSTRATO PARA MEMBRANAS ACRÍLICAS 2% em áreas horizontais em direção aos coletores DIÂMETRO NOMINAL MÍNIMO DOS COLETORES 75 mm ALTURA DE ENCAIXES VERTICAIS PARA EMBUTIR A IMPERMEABILIZAÇÃO 20cm acima do piso acabado 10cm do nível máximo que a água atingir DIFERENÇA DE COTA NO LIMITE ENTRE ÁREAS EXTERNAS IMPERMEABILIZADAS E ÁREAS INTERNAS 6cm DURAÇÃO MÍNIMA DO TESTE DE LÂMINA D’ÁGUA 72hALTURA DAS TUBULAÇÕES APARENTES PARALELAMENTE SOBRE A LAJE 10cm acima do piso acabado AFASTAMENTO MÍNIMO PARA TUBULAÇÕES EXTERNAS ÀS PAREDES 10cm entre elas ESPESSURA E TEMPO DE CURA ÚMIDA DA ARGAMASSA COM ADITIVO HIDRÓFUGO 30mm aplicada em camadas sucessivas de 15mm 3 dias ESPESSURA MÍNIMA E TEMPO DE HIDRATAÇÃO DA ARGAMASSA MODIFICADA COM POLÍMERO 1cm 72h INTERVALO ENTRE APLICAÇÃO DE DEMÃOS E TEMPO DE HIDRATAÇÃO DA ARGAMASSA POLIMÉRICA E CIMENTO MODIFICADO COM POLÍMERO de 2h a 6h 72h INTERVALO MÁXIMO ENTRE APLICAÇÃO DE DEMÃOS DA MEMBRANA EPOXÍDICA 24h SOBREPOSIÇÃO MÍNIMA DAS BORDAS DO ESTRUTURANTE SOBRE MEMBRANAS NO GERAL*COM EXCEÇÃO DA EPOXÍDICA, POLIURETANO E A DE POLÍMERO COM CIMENTO 10cm SOBREPOSIÇÃO MÍNIMA DAS BORDAS DE MANTA ASFÁLTICA E TEMPERATURA AMBIENTE MÍNIMA PARA APLICAÇÃO 10cm acima de 5°C SOBREPOSIÇÃO MÍNIMA DE BORDA PARA MANTAS DE EPDM 5cm SOBREPOSIÇÃO MÍNIMA DE BORDA PARA MANTAS DE PVC E SOBREPOSIÇÃO MÍNIMA PARA SOLDAGEM QUÍMICA OU TERMOFUSÃO. 10cm 5cm SOBREPOSIÇÃO MÍNIMA PARA SOLDAGEM DE MANTAS DE PEAD E IIR 7,5cm para soldagem química 10cm para soldagem por termo fusão IMPERMEABILIZAÇÃOIMPERMEABILIZAÇÃOimpermeabilizaçãoresumo @ agregar_engenharia @ ag re ga r_ engenharia Para os tipos de impermeabilização que requeiram substrato seco, a argamassa de regularização deve ter idade mínima de 7 dias. As superfícies sujeitas à água sob pressão positiva devem receber a impermeabilização na face de atuação da água. En ge nh ar ia em M ap as -I mp er me ab ili za çã o, 20 22 . P ro ibi da s r ep ro du çã o e d ist rib uiç ão n ão a ut or iza da s. 48 Licenciado para - M arcos A driani A raujo V ieira R ouças - 12965868712 - P rotegido por E duzz.com INCLINAÇÃO DO SUBSTRATO INCLINAÇÃO DO SUBSTRATO PARA MEMBRANAS ACRÍLICAS DIÂMETRO NOMINAL MÍNIMO DOS COLETORES ALTURA DE ENCAIXES VERTICAIS PARA EMBUTIR A IMPERMEABILIZAÇÃO DIFERENÇA DE COTA NO LIMITE ENTRE ÁREAS EXTERNAS IMPERMEABILIZADAS E ÁREAS INTERNAS DURAÇÃO MÍNIMA DO TESTE DE LÂMINA D’ÁGUA ALTURA DAS TUBULAÇÕES APARENTES PARALELAMENTE SOBRE A LAJE AFASTAMENTO MÍNIMO PARA TUBULAÇÕES EXTERNAS ÀS PAREDES ESPESSURA E TEMPO DE CURA ÚMIDA DA ARGAMASSA COM ADITIVO HIDRÓFUGO ESPESSURA MÍNIMA E TEMPO DE HIDRATAÇÃO DA ARGAMASSA MODIFICADA COM POLÍMERO INTERVALO ENTRE APLICAÇÃO DE DEMÃOS E TEMPO DE HIDRATAÇÃO DA ARGAMASSA POLIMÉRICA E CIMENTO MODIFICADO COM POLÍMERO INTERVALO MÁXIMO ENTRE APLICAÇÃO DE DEMÃOS DA MEMBRANA EPOXÍDICA SOBREPOSIÇÃO MÍNIMA DAS BORDAS DO ESTRUTURANTE SOBRE MEMBRANAS NO GERAL*COM EXCEÇÃO DA EPOXÍDICA, POLIURETANO E A DE POLÍMERO COM CIMENTO SOBREPOSIÇÃO MÍNIMA DAS BORDAS DE MANTA ASFÁLTICA E TEMPERATURA AMBIENTE MÍNIMA PARA APLICAÇÃO SOBREPOSIÇÃO MÍNIMA DE BORDA PARA MANTAS DE EPDM SOBREPOSIÇÃO MÍNIMA DE BORDA PARA MANTAS DE PVC E SOBREPOSIÇÃO MÍNIMA PARA SOLDAGEM QUÍMICA OU TERMOFUSÃO. SOBREPOSIÇÃO MÍNIMA PARA SOLDAGEM DE MANTAS DE PEAD E IIR IMPERMEABILIZAÇÃOIMPERMEABILIZAÇÃOimpermeabilizaçãoresumo Hora de mostrar que aprendeu! @ agregar_engenharia @ ag re ga r_ engenharia En ge nh ar ia em M ap as -I mp er me ab ili za çã o, 20 22 . P ro ibi da s r ep ro du çã o e d ist rib uiç ão n ão a ut or iza da s. 49 Licenciado para - M arcos A driani A raujo V ieira R ouças - 12965868712 - P rotegido por E duzz.com 34. FCC (2022) Nos projetos de execução de impermeabilização, todas as áreas que requeiram estanqueidade devem ser totalmente impermeabilizadas. Para os tipos de impermeabilização que requeiram substrato seco, a argamassa de regularização deve ter idade mínima de a) 3 dias. b) 7 dias. c) 15 dias. d) 28 dias. e) 30 dias. 35. FCC (2022) Considere as seguintes afirmações sobre os detalhes construtivos de um projeto executivo de impermeabilização: I. As tubulações hidráulica, elétrica, de gás e outras que passam paralelamente sobre a laje devem ser executadas sobre a impermeabilização e nunca sob ela. Estas tubulações, quando aparentes, devem ser executadas, no mínimo, 10 cm acima do nível do piso acabado, depois de terminada a impermeabilização e seus complementos. II. Todas as áreas onde houver desvão devem receber impermeabilização na laje superior e recomenda-se também na laje inferior. III. Deve ser previsto nos planos verticais encaixe para embutir a impermeabilização, para o sistema que assim o exigir, a uma altura de 20 cm acima do nível do piso acabado ou 10 cm do nível máximo que a água pode atingir. IV. Os coletores devem ter diâmetro que garanta a manutenção da seção nominal dos tubos prevista no projeto hidráulico após a execução da impermeabilização, sendo o diâmetro nominal mínimo 75 mm. Os coletores devem ser rigidamente fixados à estrutura. Este procedimento também deve ser aplicado aos coletores que atravessam vigas invertidas. Está correto o que se afirma em? IM PE RM EA BI LIZ AÇ ÃO IM PE RM EA BI LIZ AÇ ÃO im pe rm ea bi liz aç ão qu est õe s @ agregar_engenharia @ ag re ga r_ engenharia En ge nh ar ia em M ap as -I mp er me ab ili za çã o, 20 22 . P ro ibi da s r ep ro du çã o e d ist rib uiç ão n ão a ut or iza da s. G ab ar ito : 3 4 . L et ra b ; 3 5. I, II , I II e IV . Gabarito na lateral da folha! 50 Licenciado para - M arcos A driani A raujo V ieira R ouças - 12965868712 - P rotegido por E duzz.com Você finalizou este bloco do Engenharia em Mapas. Lembre-se que resolver questões da sua banca é de extrema importância para seus estudos. Complemente este material com as informações que julgar necessárias! É importante ser ativo nos seus estudos. Um beijo e até o próximo bloco! Siga nosso instagram: @agregar_engenharia Acesse nosso site: www.agregarengenharia.com Entre em contato: agregarengenharia@gmail.com Licenciado para - M arcos A driani A raujo V ieira R ouças - 12965868712 - P rotegido por E duzz.com Este material é para seu uso EXCLUSIVO. Por favor, não divulgue, compartilhe ou copie sem autorização. Valorize o trabalho de quem produz conteúdo. direitos autorais Licenciado para - M arcos A driani A raujo V ieira R ouças - 12965868712 - P rotegido por E duzz.com SILVA, Raquel Alves Cabral. Engenharia em Mapas – IMPERMEABILIZAÇÃO - 2022/ Raquel Alves Cabral Silva – 1ª ed. – Aracaju: Agregar Engenharia, 2022. Designer de capa: Adalberto Ribeiro (@adal_bert0). Lembre-se de nos acompanhar nas nossas redes sociais e de nos marcar quando estiver usando nossos materiais. @agregar_engenharia @engenhariaemmapas Licenciado para - M arcos A driani A raujo V ieira R ouças - 12965868712 - P rotegido por E duzz.comO tipo adequado de impermeabilização deve ser determinado em função da solicitação imposta pelo fluido nas partes construtivas que requeiram estanqueidade. A solicitação pode ser imposta de formas distintas, entre as quais NÃO é correto relacionar solicitação imposta a) Pela umidade do solo. b) Pela água de percolação. c) Pela água de condensação. d) Pela variação de temperatura. e) Pelo fluido sob pressão unilateral. 2.FCC, 2017 Segundo a NBR 9575, entende-se por asfalto oxidado o produto obtido pela a) Reação de condensação em um reator de processo contínuo com variação de pressão resultando em um aumento médio do peso molecular da massa de cimento asfáltico de petróleo. b) Adição de polímeros plastoméricos no cimento asfáltico de petróleo, em temperatura adequada. c) Adição de polímeros elastoméricos no cimento asfáltico de petróleo, em temperatura adequada. d)Passagem de uma corrente de ar através de uma massa de cimento asfáltico de petróleo, em temperatura adequada. e) Modificação do cimento asfáltico de petróleo com polímeros, de modo a serem obtidas determinadas características. 3.AOCP, 2016 A ABNT NBR 9575:2010 define mástique como a) Produto impermeável, pré-fabricado, obtido por processos industriais, tais como calandragem a extensão. b) Conjunto de materiais ou produtos aplicáveis às partes construtivas, parcialmente aderidos ao substrato. c) Abertura ocasionada por deformações ou deslocamentos do substrato que pode ser classificada em estática ou dinâmica- cíclica, finita ou infinita- e cuja amplitude é variável. d) Produto obtido no fundo da torre de vácuo, após a remoção dos demais destilados de petróleo. e) Produto industrializado, com características de deformação plásticas, para preenchimento, calafetação ou vedação de aberturas, tais como trinas, fendas ou juntas. IMPERMEABILIZAÇÃOIMPERMEABILIZAÇÃOimpermeabilizaçãoquestões G ab ar ito : 1 . L et ra d ; 2 . L et ra d ; 3 . L et ra e . Gabarito na lateral da folha! En ge nh ar ia em M ap as -I mp er me ab ili za çã o, 20 22 . P ro ibi da s r ep ro du çã o e d ist rib uiç ão n ão a ut or iza da s. 5 Licenciado para - M arcos A driani A raujo V ieira R ouças - 12965868712 - P rotegido por E duzz.com anotação @a greg ar_engenharia @agregar_eng en ha ria A impermeabilização deve Evitar a passagem de fluidos e vapores nas construções, pelas partes que requeiram estanqueidade. IMPERMEABILIZAÇÃOIMPERMEABILIZAÇÃOimpermeabilizaçãorequisitos Possibilitar, sempre que possível, acesso à impermeabilização, com o mínimo de intervenção nos revestimentos sobrepostos a ela, de modo a evitar a degradação das estruturas e componentes construtivos. Proteger elementos e componentes construtivos que estejam expostos ao intemperismo, contra a ação de agentes agressivos presentes na atmosfera. Proteger o meio ambiente de agentes contaminantes. 4.CEBRASPE (2015) No que se refere a coberturas e impermeabilização, julgue o item que se segue. Um dos requisitos gerais dos projetos de impermeabilização é a proteção do meio ambiente contra agentes contaminantes. ( ) Certo ( ) Errado Gabarito: certo Referência: NBR 9575:2010, pág. 11. En ge nh ar ia em M ap as -I mp er me ab ili za çã o, 20 22 . P ro ibi da s r ep ro du çã o e d ist rib uiç ão n ão a ut or iza da s. 6 Licenciado para - M arcos A driani A raujo V ieira R ouças - 12965868712 - P rotegido por E duzz.com IMPERMEABILIZAÇÃOIMPERMEABILIZAÇÃOimpermeabilizaçãocaracterísticas específicasOs sistemas de impermeabilização adotados devem atender a uma ou mais das exigências abaixo: Resistir às cargas estáticas e dinâmicas atuantes sobre a impermeabilização, tais como puncionamento, fendilhamento, ruptura por tração, desgaste, descolamento e esmagamento. Resistir aos efeitos dos movimentos de dilatação e retração do substrato e revestimentos, ocasionados por variações térmicas, tais como fendilhamento, ruptura por tração e descolamento. Resistir à degradação ocasionada por influências climáticas, térmicas, químicas ou biológicas, tais como desgaste e descolamento. Resistir às pressões hidrostáticas, de percolação, coluna d’água e umidade do solo, bem como descolamento. Apresentar aderência, flexibilidade, resistência e estabilidade físico-mecânica compatíveis com as solicitações previstas nos demais projetos. Resistir ao ataque e agressão de raízes de plantas ornamentais. Causado pelo impacto de objetos perpendicularmente ao plano da impermeabilização. Ocasionado pelo dobramento ou rigidez excessiva do sistema impermeabilizante ou pelo impacto de objetos pontuais sobre qualquer sistema. Causada por esforços tangenciais ao plano de impermeabilização, devido à ação da frenagem, aceleração de veículos ou pela movimentação do substrato. Causado pela perda de aderência. Redução drástica da espessura, causada por carregamentos ortogonais ao plano de impermeabilização. Causado pela abrasão devido à ação de movimentos dinâmicos ou pela ação do intemperismo. Cada bolinha e sua cor indicam os fenômenos relacionados às exigências para os sistemas de impermeabilização, indicadas no quadro ao lado. Exigências Puncionamento Fendilhamento Ruptura por tração Descolamento EsmagamentoDesgaste i ii iii iv v vi Referência: NBR 9575:2010, págs. 12 e 13.@a greg ar_engenharia @agregar_eng en ha ria En ge nh ar ia em M ap as -I mp er me ab ili za çã o, 20 22 . P ro ibi da s r ep ro du çã o e d ist rib uiç ão n ão a ut or iza da s. 7 Licenciado para - M arcos A driani A raujo V ieira R ouças - 12965868712 - P rotegido por E duzz.com IMPERMEABILIZAÇÃOIMPERMEABILIZAÇÃOimpermeabilizaçãoprojeto Os projetos de impermeabilização, bem como os serviços decorrentes, devem ser realizados por profissionais legalmente habilitados. O projeto de impermeabilização é constituído de três etapas sucessivas. ESTUDO PRELIMINAR Conjunto de informações gráficas e descritivas que definem as soluções de impermeabilização a serem adotadas numa dada construção, de forma a atender às exigências de desempenho em relação à estanqueidade dos elementos construtivos e durabilidade frente à ação de fluidos, vapores e umidade. Pela sua característica, deve ser feito durante a etapa de coordenação geral das atividades de projeto. Composto por: Conjunto de informações legais, técnicas e de custos, composto por dados analíticos que tem como objetivo determinar e quantificar as áreas a serem impermeabilizadas de forma a atender às exigências de desempenho em relação à estanqueidade dos elementos construtivos e à durabilidade frente a ação de fluidos, vapores e umidade. Composto por: Relatório com a qualificação das áreas. Planilha com os tipos de impermeabilização aplicáveis. Definição das áreas a serem impermeabilizadas e equacionamento das interferências existentes; Definição dos sistemas de impermeabilização; Planilha de levantamento quantitativo; Estudo de desempenho; Estimativa de custos. PROJETO BÁSICO DE IMPERMEABILIZAÇÃO Referência: NBR 9575:2010, págs. 6, 11 e 12. @a greg ar_engenharia @agregar_eng en ha ria En ge nh ar ia em M ap as -I mp er me ab ili za çã o, 20 22 . P ro ibi da s r ep ro du çã o e d ist rib uiç ão n ão a ut or iza da s. 8 Licenciado para - M arcos A driani A raujo V ieira R ouças - 12965868712 - P rotegido por E duzz.com IMPERMEABILIZAÇÃOIMPERMEABILIZAÇÃOimpermeabilizaçãoprojeto SERVIÇOS COMPLEMENTARES AO PROJETO EXECUTIVO DE IMPERMEABILIZAÇÃO PROJETO EXECUTIVO DE IMPERMEABILIZAÇÃO Conjunto de informações gráficas e descritivas que detalha e especifica, integralmente e de forma inequívoca, todos os sistemas de impermeabilização a serem empregados numa dada construção. Pela sua característica, é um projeto especializado e deve ser feito concomitantemente aos demais projetos executivos. Plantas de localizaçãoe identificação das impermeabilizações e detalhamentos construtivos; Detalhes gráficos específicos e genéricos de todas as soluções de impermeabilização; Detalhes construtivos que descrevam graficamente as soluções adotadas no projeto de arquitetura; Memorial descritivo de material e camadas de impermeabilização; Memorial descritivo de procedimentos de execução; Planilhas de quantitativos de materiais e serviços. Metodologia para controle e inspeção de serviços. Metodologia para controle e inspeção dos serviços para controle dos ensaios tecnológicos de produtos especificados. Diretrizes para elaboração de manual de uso, operação e manutenção. @a greg ar_engenharia @agregar_eng en ha ria Referência: NBR 9575:2010, págs. 6, 11 e 12. En ge nh ar ia em M ap as -I mp er me ab ili za çã o, 20 22 . P ro ibi da s r ep ro du çã o e d ist rib uiç ão n ão a ut or iza da s. 9 Licenciado para - M arcos A driani A raujo V ieira R ouças - 12965868712 - P rotegido por E duzz.com @ ag re ga r_ engenharia @ agregar_engenharia Gabarito na lateral da folha! IMPERMEABILIZAÇÃOIMPERMEABILIZAÇÃOimpermeabilizaçãoquestões 5. AOCP (2018) Os sistemas de impermeabilização a serem adotados em uma construção devem atender a algumas exigências, dentre elas o efeito de puncionamento ocasionado pelo impacto de objetos que atuam perpendicularmente ao plano da impermeabilização, que possuem como característica a) Resistir às cargas estáticas e dinâmicas atuantes sob e sobre a impermeabilização. b) Resistir aos efeitos dos movimentos de dilatação e retração do substrato e revestimentos, ocasionando por variações térmicas. c) Resistir à degradação ocasionada por influências climáticas, térmicas, químicas ou biológicas. d) Resistir ao ataque e agressão de raízes de plantas ornamentais. e) Resistir às pressões hidrostáticas, de percolação, coluna d’água e umidade de solo, bem, como ao descolamento ocasionado por perda de aderência. 6. Adaptada FGV (2018) Segundo a ABNT, relacione as etapas de um projeto de impermeabilização, listadas a seguir, aos seus respectivos itens. 1- Estudo preliminar 2- Projeto básico de impermeabilização 3- Projeto executivo de impermeabilização ( ) Memorial descritivo de materiais e camadas de impermeabilização. ( ) Estimativa de custos. ( ) Relatório com a qualificação das áreas. Assinale a opção que mostra a relação correta, na sequência apresentada. 7. FGV (2016) Em relação aos projetos de impermeabilização, analise o fragmento a seguir. O projeto _____ de impermeabilização define as soluções de impermeabilização a serem adotadas em uma construção, de forma a atender às exigências de desempenho em relação à _____ dos elementos construtivos e à durabilidade frente à ação de fluidos, _____ e umidade. Pela sua característica, deve ser feito durante a etapa da coordenação geral das atividades de projeto. a) Executivo - estanqueidade - gases. b) Básico - drenagem - óleos. c) Básico - estanqueidade - vapores. d) Avançado - drenagem - vapores. e) Executivo - hidrofobia - óleos. 8. CEBRASPE (2018) No que se refere a projetos de obras civis, inclusive os arquitetônicos e estruturais (concreto, aço e madeira.), julgue o item. Será dispensável a apresentação de projeto específico para fins de impermeabilização nos casos em que os profissionais responsáveis forem comprovadamente competentes para estabelecer os locais da obra que deverão ser impermeabilizados. ( ) Certo. ( ) Errado. En ge nh ar ia em M ap as -I mp er me ab ili za çã o, 20 22 . P ro ibi da s r ep ro du çã o e d ist rib uiç ão n ão a ut or iza da s. G ab ar ito : 5 . L et ra a ; 6 . ( 3, 2 e 1) ; 7 . L et ra c ; 8 . E rr ad o. 10 Licenciado para - M arcos A driani A raujo V ieira R ouças - 12965868712 - P rotegido por E duzz.com Devem receber impermeabilização na laje superior. Recomenda-se também na laje inferior. ÁREAS COM DESVÃO IMPERMEABILIZAÇÃO SOBRE CONTRAPISO IMPERMEABILIZAÇÃOIMPERMEABILIZAÇÃOimpermeabilizaçãodetalhes construtrivos Devem ser arredondados sempre que a impermeabilização requerer. ARESTAS E CANTOS VIVOS Em áreas horizontais, no mínimo 1% em direção aos coletores. Em calhas e áreas internas, no mínimo 0,5%. INCLINAÇÃO DO SUBSTRATO Segundo a NBR 9574, após a execução da impermeabilização, é necessário fazer o teste com duração mínima de 72 horas. TESTE COM LÂMINA D'ÁGUA Deve estar perfeitamente aderida ao substrato. Deve possuir detalhes específicos da impermeabilização. ENCONTRO DE PLANOS VERTICAIS E HORIZONTAIS Re fe rê nc ia s: N BR 9 57 5: 2 01 0, p ág s. 13 -1 4 . N BR 9 57 4 :2 00 8, p ág . 1 3. Devem ser executados com elementos rigidamente solidarizados às estruturas, até a cota final de arremate da impermeabilização. PLANOS VERTICAIS A SEREM IMPERMEABILIZADOS Devem possuir juntas de retração e trabalho térmico preenchidos com materiais deformáveis. PROTEÇÕES MECÂNICAS E PISOS POSTERIORES Diferença de conta de no mínimo 6 cm. Execução de barreira física no limite da linha interna dos contramarcos, caixilhos e batentes, com declividade para área externa. LIMITES ENTRE ÁREAS EXTERNAS IMPERMEABILIZADAS E ÁREAS INTERNAS Altura mínima de 20 cm acima do piso acabado ou 10 cm do nível máximo que a água pode atingir. ENCAIXES PARA EMBUTIR A IMPERMEABILIZAÇÃO NOS PLANOS VERTICAIS En ge nh ar ia em M ap as -I mp er me ab ili za çã o, 20 22 . P ro ibi da s r ep ro du çã o e d ist rib uiç ão n ão a ut or iza da s. 11 Licenciado para - M arcos A driani A raujo V ieira R ouças - 12965868712 - P rotegido por E duzz.com 9. FCC (2017) Sobre os detalhes construtivos dos projetos de impermeabilização, os coletores devem ter diâmetro que garanta a manutenção da seção nominal dos tubos prevista no projeto hidráulico após a execução da impermeabilização, sendo o diâmetro nominal mínimo de: a) 75 mm. Os coletores devem ser rigidamente fixados à estrutura. Este procedimento também deve ser aplicado aos coletores que atravessam vigas invertidas. b) 50 mm. Os coletores não devem ser rigidamente fixados à estrutura. Este procedimento também deve ser aplicado aos coletores que atravessam vigas invertidas. c) 35 mm. Os coletores devem ser posicionados sobre a estrutura. Este procedimento também deve ser aplicado aos coletores que atravessam lajes e pilares. d) 40 mm. Os coletores devem ser posicionados sob a estrutura. Este procedimento também deve ser aplicado aos coletores que atravessam lajes impermeabilizadas. e) 60 mm. Os coletores devem ser fixados às juntas de dilatação. Este procedimento também deve ser aplicado aos coletores que atravessam lajes, paredes e vigas. IMPERMEABILIZAÇÃOIMPERMEABILIZAÇÃOimpermeabilizaçãodetalhes construtrivos Diâmetro nominal mínimo de 75mm - deve garantir a manutenção da seção nominal dos tubos. Os coletores devem ser rigidamente fixados à estrutura. O procedimento é aplicado também em coletores que atravessam vigas invertidas. COLETORES @a greg ar_engenharia @agregar_eng en ha ria 75 mm REQUISITOS GERAIS (NBR 9574) Para os tipos de impermeabilização que requeiram substrato seco, a argamassa de regularização deve ter idade mínima de 7 dias. As superfícies sujeitas à água sob pressão positiva devem receber a impermeabilização na face de atuação da água. En ge nh ar ia em M ap as -I mp er me ab ili za çã o, 20 22 . P ro ibi da s r ep ro du çã o e d ist rib uiç ão n ão a ut or iza da s. Gabarito na lateral da folha! G ab ar ito : 9 . L et ra a . 12 Licenciado para - M arcos A driani A raujo V ieira R ouças - 12965868712 - P rotegido por E duzz.com @ ag re ga r_ enge nharia @ agregar_engenharia 10. CEBRASPE (2016) Para garantir um desnível entre as áreas secas e molhadas nos diversos pavimentos de um edifício e, consequentemente, impedir que a água aplicada na lavagemde pisos passe para as áreas secas, o engenheiro de uma construtora executou, nas áreas secas, um contrapiso 5 cm acima do nível da área molhada, conforme ilustrado na figura. A respeito dessa situação hipotética, julgue o item. Nessa situação, seria mais adequado que se mantivesse o mesmo nível entre os pisos secos e molhados e que se adotassem pisos inclinados em direção aos ralos, já que o desnível de piso executado pelo engenheiro prejudica a abertura e o fechamento de portas. ( ) Certo. ( ) Errado. 12. FGV (2015) A partir da normatização estabelecida para os projetos executivos de impermeabilização, pode-se extrair o fragmento a seguir. “A inclinação do substrato das áreas horizontais deve ser definida após estudos de escoamento, sendo no mínimo de _____ em direção aos coletores de água. Para calhas e áreas internas é permitido o mínimo de _____; os coletores devem ter diâmetro que garanta a manutenção da seção nominal dos tubos prevista no projeto hidráulico após a execução da impermeabilização, sendo o diâmetro nominal mínimo _____.” Assinale a opção cujos itens completam corretamente as lacunas do fragmento acima. a) 1%- 2%- 50 mm. b) 2%- 1%- 40 mm. c) 5%- 1%- 100 mm. d) 3%- 0,5%- 150 mm. e) 1%- 0,5%- 75 mm. IMPERMEABILIZAÇÃOIMPERMEABILIZAÇÃOimpermeabilizaçãoquestões 11. FCC (2017) O projeto executivo de impermeabilização deve atender, entre outros, aos seguintes detalhes construtivos: nos locais limites entre áreas externas impermeabilizadas e áreas internas, deve haver diferença de cota de, ..I.. cm e ser prevista a execução de ..II.. no limite da linha interna dos contramarcos, caixilhos e batentes, para perfeita ancoragem da impermeabilização, com declividade para a área externa. Preenchem, respectivamente, as lacunas I e II: a) No máximo, 5,0; camada de amortecimento. b) No mínimo, 3,0; impermeabilização. c) No mínimo, 2,5; camada de imprimação. d) No mínimo, 6,0; barreira física. e) No máximo, 3,0; camada-berço. 13. FCC (2016) Um técnico de sistemas metroviários foi destacado para acompanhar uma obra de impermeabilização numa estação do Metrô. Após a aplicação do sistema de impermeabilização em uma laje, para verificação da eficácia do sistema utilizado, foi solicitada a execução da prova de carga com lâmina d'água, a qual deve ter duração mínima, conforme estabelece a norma, de a) 60 horas. b) 24 horas. c) 36 horas. d) 48 horas. e) 72 horas. En ge nh ar ia em M ap as -I mp er me ab ili za çã o, 20 22 . P ro ibi da s r ep ro du çã o e d ist rib uiç ão n ão a ut or iza da s. Gabarito na lateral da folha! G ab ar ito : 1 0. E rr ad o; 11 . L et ra d ; 1 2 . L et ra e ; 1 3. L et ra e . 13 Licenciado para - M arcos A driani A raujo V ieira R ouças - 12965868712 - P rotegido por E duzz.com IMPERMEABILIZAÇÃOIMPERMEABILIZAÇÃOimpermeabilizaçãodetalhes construtrivos TUBULAÇÕES: HIDRÁULICAS, ELÉTRICAS E DE GÁS TUBULAÇÕES QUE PASSAM PARALELAMENTE SOBRE A LAJE A execução deve ser sobre a impermeabilização, nunca sob ela. Quando aparentes, devem ser executadas no mínimo 10 cm acima do nível do piso acabado. TUBULAÇÕES QUE ATRAVESSEM A IMPERMEABILIZAÇÃO Devem ser fixadas à estrutura e possuir detalhes de arremate e reforços da impermeabilização. TUBULAÇÕES QUE TRANSPASSEM LAJES IMPERMEABILIZADAS Devem ser rigidamente fixadas à estrutura. TUBULAÇÕES EXTERNAS ÀS PAREDES Afastamento mínimo de 10 cm entre elas ou dos planos verticais. TUBULAÇÕES EMBUTIDAS NA ALVENARIA Prever proteção adequada para fixação da impermeabilização. TUBULAÇÃO DE ÁGUA QUENTE EMBUTIDA OU SISTEMA DE AQUECIMENTO DE PISOS Prever isolação térmica adequada. Referência: NBR 9575:2010, págs. 13-14. @a greg ar_engenharia @agregar_eng en ha ria En ge nh ar ia em M ap as -I mp er me ab ili za çã o, 20 22 . P ro ibi da s r ep ro du çã o e d ist rib uiç ão n ão a ut or iza da s. 14 Licenciado para - M arcos A driani A raujo V ieira R ouças - 12965868712 - P rotegido por E duzz.com A impermeabilização deve ser executada em todas as áreas sob o enchimento. Recomenda-se também a execução sobre o enchimento. Em ambos os níveis devem ser previstos pontos de escoamento. EXECUÇÃO Observar as normas de segurança, no caso das impermeabilizações que utilizam materiais asfálticos a quente e quando utilizados processos moldados no local, com solventes; cuidados especiais devem ser tomados em ambientes fechados, no tocante ao fogo, explosão e intoxicação, a que o pessoal estiver sujeito, devendo ser prevista ventilação forçada. SEGURANÇA INSTALAÇÕES FIXADAS NA ESTRUTURA, NO NÍVEL DA IMPERMEABILIZAÇÃO En ge nh ar ia em M ap as -I mp er me ab ili za çã o, 20 22 . P ro ibi da s r ep ro du çã o e d ist rib uiç ão n ão a ut or iza da s. IMPERMEABILIZAÇÃOIMPERMEABILIZAÇÃOimpermeabilizaçãodetalhes construtrivos Devem ser divisoras de água, com cotas mais elevadas no nivelamento do caimento. Prever detalhamento específico, principalmente quanto ao rebatimento de sua abertura na proteção mecânica e nos pisos posteriores. JUNTAS DE DILATAÇÃO Devem ser tratadas de forma compatível com o sistema de impermeabilização a ser empregado. TRINCAS E FISSURAS Devem possuir detalhes de arremate e reforços da impermeabilização. Deve ser vedado o trânsito de pessoal, material e equipamentos durante a execução. TRÂNSITO Referências: NBR 9575:2010, págs. 13-14. NBR 9574:2008, pág. 13. @a greg ar_engenharia @agregar_eng en ha ria 15 Licenciado para - M arcos A driani A raujo V ieira R ouças - 12965868712 - P rotegido por E duzz.com @a gr eg ar _e ngenharia @agregar_engenharia IMPERMEABILIZAÇÃOIMPERMEABILIZAÇÃOimpermeabilizaçãodetalhes construtrivos 14. FGV (2018) O projeto executivo de impermeabilização de uma construção deve atender a determinados detalhes construtivos estabelecidos pela ABNT. Com relação a esses detalhes construtivos, analise as afirmativas a seguir I. Toda tubulação que atravessar a impermeabilização deve ser fixada na estrutura e possuir detalhes específicos de arremate e reforços da impermeabilização. II. Todas as áreas onde houver desvão devem receber impermeabilização na laje inferior. III. As tubulações hidráulica, elétrica, de gás e outras que passam paralelamente sobre a laje devem ser executadas sob a impermeabilização. a) Somente I. b) Somente II. c) Somente I e II. d) Somente II e III. e) I, II e III. 15. VUNESP (2019) As tubulações hidráulica, elétrica, de gás e outras que passam paralelamente sobre a laje devem ser executadas sobre a impermeabilização e nunca sob ela. Estas tubulações, quando aparentes, devem ser executadas acima do nível do piso acabado, no mínimo, a) 30 cm. b) 20 cm. c) 15 cm. d) 10 cm. e) 5 cm. 16. CEBRASPE (2015) No que se refere a coberturas e impermeabilização, julgue o item que se segue. As tubulações que transpassam lajes impermeabilizadas devem ser fixadas às estruturas mediante suportes flexíveis, de modo a permitir absorção dos esforços produzidos pela dilatação e contração da laje sem causar fissuras na camada impermeabilizante. ( ) Certo. ( ) Errado. En ge nh ar ia em M ap as -I mp er me ab ili za çã o, 20 22 . P ro ibi da s r ep ro du çã o e d ist rib uiç ão n ão a ut or iza da s. Gabarito na lateral da folha! G ab ar ito : 1 4 . L et ra a ; 1 5. L et ra d ; 1 6. E rr ad o. 16 Licenciado para - M arcos A driani A raujo V ieira R ouças - 12965868712 - P rotegido por E duzz.com Camada de proteção mecânica Camada de proteção térmica Regularização horizontal ou vertical Camada Impermeável Camada de Imprimação substrato En ge nh ar ia em M ap as -I mp er me ab ili za çã o, 20 22 . P ro ibi da s r ep ro du çã o e d ist rib uiç ão n ão a ut or iza da s. Camada separadora Camada de amortecimento Camada drenante Camadade berço Promove uma barreira contra a passagem de fluidos. Reduz o gradiente de temperatura atuante sobre a camada impermeável, protegendo-a contra os efeitos do calor excessivo. Apoia e protege a camada impermeável contra agressões provenientes do substrato. Absorve e dissipa os esforços estáticos ou dinâmicos atuantes sobre a camada impermeável, protegendo-a contra a ação deletéria destes esforços. A ordem das camadas apresentadas na ilustração é meramente ilustrativa. IMPERMEABILIZAÇÃOIMPERMEABILIZAÇÃOimpermeabilizaçãocamadasReferência: NBR 9575:2010, págs. 3-4. @agregar_engenharia Facilita o escoamento de fluidos que atuam junto à camada impermeável. Evita a aderência de outros materiais sobre a camada impermeável. Favorece a aderência da camada impermeável; é aplicada ao substrato a ser impermeabilizado. Absorve e dissipa os esforços estáticos ou dinâmicos atuantes sobre a camada impermeável, protegendo-a contra a ação deletéria destes esforços. Regularizar o substrato, proporcionando uma superfície uniforme de apoio, coesa, perfeitamente aderida e adequada à camada impermeável. A horizontal possui função também de fornecer ao substrato um caimento ou declividade. @a greg ar_engenharia @agregar_eng en ha ria 17 Licenciado para - M arcos A driani A raujo V ieira R ouças - 12965868712 - P rotegido por E duzz.com Substrato Regularização primer Asfalto oxidado Manta asfáltica banho de asfalto oxidado camada separadora proteção mecânica @agre ga r_ en ge nh aria @agregar_engenharia cebraspe! @agregar_engenharia AGORA É SUA VEZ!!! IMPERMEABILIZAÇÃOIMPERMEABILIZAÇÃOimpermeabilização En ge nh ar ia em M ap as -I mp er me ab ili za çã o, 20 22 . P ro ibi da s r ep ro du çã o e d ist rib uiç ão n ão a ut or iza da s. Referência: Adaptado de www.universidadetrisul.com.br camadas da manta asfáltica 18 Licenciado para - M arcos A driani A raujo V ieira R ouças - 12965868712 - P rotegido por E duzz.com IMPERMEABILIZAÇÃOIMPERMEABILIZAÇÃOimpermeabilizaçãocamadas CAMADA DE PROTEÇÃO MECÂNICA Argamassa; Concreto; Geotêxtil; Metal; Solo; Agregado. Concreto celular; Lã de rocha; Lã de vidro; Mineral expandido; Poliestireno; Poliuretano; Solo. CAMADA DE PROTEÇÃO TÉRMICA CAMADA DE AMORTECIMENTO Composta por areia, cimento e emulsão asfáltica; Geotêxtil de poliéster ou polipropileno; Emulsão asfáltica com borracha moída; Poliestireno expandido ou extrudado (E.P.S). CAMADA DRENANTE Geotêxtil; Geocomposto; Polipropileno. CAMADA DE IMPRIMAÇÃO Solução; Emulsão; Cimentícia. Camada SEPARADORA CAMADA DE BERÇO Nem todas as camadas são obrigatórias em todos os tipos de impermeabilização. Filme polietileno; Papel Kraft aplicado sobre camada geotêxtil; Papel Kraft betumado. Adesivo elastomérico; Asfáltico; Geotêxtil de poliéster ou polipropileno; Manta asfáltica; Poliestireno expandido ou extrudado (E.P.S). En ge nh ar ia em M ap as -I mp er me ab ili za çã o, 20 22 . P ro ibi da s r ep ro du çã o e d ist rib uiç ão n ão a ut or iza da s. Referência: NBR 9575:2010, págs. 9-10. @a greg ar_engenharia @agregar_eng en ha ria 19 Licenciado para - M arcos A driani A raujo V ieira R ouças - 12965868712 - P rotegido por E duzz.com IMPERMEABILIZAÇÃOIMPERMEABILIZAÇÃOimpermeabilizaçãoclassificação dos sistemas Conjunto de materiais ou produtos que não apresentam características de flexibilidade; compatíveis e aplicáveis às partes construtivas não sujeitas à movimentação do elemento construtivo. @a gregar_engenharia @agregar_eng en ha ria Para ser caracterizada como flexível, a camada impermeável deve ser submetida a ensaio específico. Conjunto de materiais ou produtos que apresentam características de flexibilidade compatíveis e aplicáveis às partes construtivas sujeitas à movimentação do elemento construtivo. Ex: Lajes de cobertura, jardineiras, reservatórios de concreto de água elevados e etc. Ex: Reservatórios enterrados, piscinas, fundações, pisos de áreas internas e paredes de alvenaria e etc. Todas as membranas e mantas são flexíveis, exceto a membrana epoxídica. Argamassa impermeável com aditivo hidrófugo; Argamassa modificada com polímero; Argamassa polimérica; Cimento modificado com polímero; Cimento cristalizante para pressão negativa; Membrana epoxídica. (NBR 9574:2008) De asfalto modificado sem adição de polímero De asfalto modificado com adição de polímero De asfalto elastomérico em solução De emulsão asfáltica Elastomérica de polisobutileno isopreno (I.I.R.) em solução Elastomérica de policloropreno e polietileno clorossulfonado Elastomérica de estireno-butadieno-estireno (S.B.S.) Elastomérica de estireno-butadieno-ruber (S.B.R.) De poliuretano De poliuretano modificado com asfalto De polímero com cimento Acrílica Rígida Flexível Sistemas rígidos Membranas flexíveis Asfálticas De policloreto de vinila (P.V.C.) De polietileno de alta densidade (PEAD) Elastomérica de etileno-dieno-monômero (EPDM) Elastomérica de poliisobutileno isopreno (I.I.R) Mantas flexíveis (NBR 9575:2010, pág. 5) (NBR 9575:2010, pág. 5) (NBR 9574:2008) (NBR 9574:2008) Referências: NBR 9575:2010, pág. 5. NBR 9574:2008. En ge nh ar ia em M ap as -I mp er me ab ili za çã o, 20 22 . P ro ibi da s r ep ro du çã o e d ist rib uiç ão n ão a ut or iza da s. 20 Licenciado para - M arcos A driani A raujo V ieira R ouças - 12965868712 - P rotegido por E duzz.com @a gr eg ar _e ngenharia @ agregar_engenharia IMPERMEABILIZAÇÃOIMPERMEABILIZAÇÃOimpermeabilizaçãoquestões18. Adaptada FGV (2015) A figura a seguir apresenta um sistema de impermeabilização de uma laje de concreto. Com relação às camadas indicadas na figura, analise as afirmativas a seguir: I. A camada separadora possui a função de impedir a passagem de fluidos. II. A proteção mecânica tem por finalidade absorver e dissipar os esforços que atuam sobre a camada impermeável. Assinale: a) Se somente a afirmativa I estiver correta. b) Se somente a afirmativa II estiver correta. c) Se I e II estiverem corretas. Etapa 1 Laje de concreto Etapa 2 Etapa 3 Etapa 4 Etapa 5 Camada separadora Etapa 6 17. CONSULPLAN (2019) A impermeabilização de coberturas é um procedimento de extrema importância para prevenir problemas relacionados à durabilidade e garantir, assim, uma maior vida útil da edificação. Em relação às camadas de um sistema de impermeabilização, analise as afirmativas a seguir. I. A camada de regularização tem a função de regularizar o substrato, proporcionando uma superfície uniforme de apoio adequado à camada impermeável. II. A camada impermeável tem a função de promover uma barreira física contra a passagem de água, garantindo a estanqueidade da cobertura. III. A proteção mecânica tem a função de absorver e concentrar esforços atuantes por baixo da camada impermeável, de modo a protegê-la contra a ação deletéria destes esforços. Estão corretas as afirmativas a) I, II e III. b) I e II, apenas. c) I e III, apenas. d) II e III, apenas. 19. CEBRASPE (2021) Na situação da figura ao lado, que apresenta as etapas de execução de impermeabilização com o uso de manta asfáltica de uma laje de cobertura de concreto armado, a etapa: a) 1 representa a execução da proteção mecânica. b) 2 representa a regularização de superfície. c) 3 representa a aplicação do primer. d) 6 representa a aplicação do banho de asfalto oxidado. e) 4 representa a aplicação de manta asfáltica. En ge nh ar ia em M ap as -I mp er me ab ili za çã o, 20 22 . P ro ibi da s r ep ro du çã o e d ist rib uiç ão n ão a ut or iza da s. Gabarito na lateral da folha! G ab ar ito : 1 7. L et ra b ; 1 8. L et ra b ; 1 9. L et ra e . 21 Licenciado para - M arcos A driani A raujo V ieira R ouças - 12965868712 - P rotegido por E duzz.com 20. CEBRASPE (2022) Considerando as diversas camadas de impermeabilização de superfícies, assinalea opção que identifica a camada que tem a função de absorver e dissipar os esforços estáticos ou dinâmicos atuantes sobre a camada impermeável. a) camada berço b) camada de amortecimento c) camada drenante d) camada de proteção térmica e) camada de regularização 21. CEBRASPE (2022) Assinale a opção que apresenta um dos tipos de materiais impermeabilizantes comumente utilizados como camada de proteção térmica. a) geotêxtil b) filme polietileno c) concreto d) papel kraft betumado e) lã de rocha Reduzir o gradiente de temperatura atuante sobre a camada impermeável, protegendo-a contra os efeitos do calor excessivo. REFERÊNCIA: NBR 9575:2010 POLIURETANO LÃ DE ROCHALÃ DE VIDROCONCRETO CELULAR MINERAL EXPANDIDO POLIESTIRENO SOLO @agre ga r_ en ge nh aria @agregar_engenharia funçãofunção materiais que podem sermateriais que podem ser utilizados nessa camadautilizados nessa camada camada térmicacamada térmica 22. CEBRASPE (2022) Julgue o item subsequente, considerando a situação hipotética envolvendo a execução de obras de reforma e recuperação de uma edificação, incluindo a sua garagem localizada no subsolo. Caso seja necessário conter a infiltração no poço do elevador, que está submetido a pressão unilateral negativa, é indicada a impermeabilização com sistema rígido. ( ) Certo. ( ) Errado. G ab ar ito : 2 0. L et ra b ; 2 1. Le tr a e; 2 2 . C er to . @a gr eg ar _e ngenharia @ agregar_engenharia Gabarito na lateral da folha! En ge nh ar ia em M ap as -I mp er me ab ili za çã o, 20 22 . P ro ibi da s r ep ro du çã o e d ist rib uiç ão n ão a ut or iza da s. 22 Licenciado para - M arcos A driani A raujo V ieira R ouças - 12965868712 - P rotegido por E duzz.com IMPERMEABILIZAÇÃOIMPERMEABILIZAÇÃOimpermeabilizaçãotipos Cimentícios Argamassa Cimento Com aditivo impermeabilizante Polimérica Modificada com polímero Modificado com polímero Cristalizante para pressão negativa Impermeabilização de argamassa dosada em obra, aplicada em substrato de alvenaria, constituída de areia, cimento, aditivo impermeabilizante e água. Impermeabilização industrializada, aplicada em substrato de concreto ou alvenaria, constituída de agregados minerais inertes, cimento e polímeros, formando um revestimento com propriedades impermeabilizantes. Impermeabilização dosada em obra, aplicada em substrato de concreto ou alvenaria, constituída de agregados minerais inertes, cimento e polímeros. Impermeabilização industrializada, aplicada em substrato de concreto ou alvenaria, constituída de cimentos e polímeros, formando um revestimento com propriedades impermeabilizantes. Tipo de impermeabilização por cristalização para áreas sujeitas à pressão hidrostática negativa proveniente do lençol freático. Classificados segundo o principal material constituinte da camada impermeável. A polimérica é INDUSTRIALIZADA! e a modificada com polímero é DOSADA EM OBRA! A constituição das duas é a mesma. (Bauer, 2019, pág. 606) Referências: NBR 9575:2010, págs. 2, 4, 7-8; BAUER, 2019, Volume 2, págs. 605-606. (NBR 9575:2010, pág. 4) (NBR 9575:2010, pág. 2) (NBR 9575:2010, pág. 2) (NBR 9575:2010, pág. 2) @a greg ar_engenharia @agregar_eng en ha ria En ge nh ar ia em M ap as -I mp er me ab ili za çã o, 20 22 . P ro ibi da s r ep ro du çã o e d ist rib uiç ão n ão a ut or iza da s. 23 Licenciado para - M arcos A driani A raujo V ieira R ouças - 12965868712 - P rotegido por E duzz.com Obtido por calandragem, extensão, ou outros processos, com características definidas. É o tipo de impermeabilização com maior volume de utilização no país. De asfalto modificado sem adição de polímeros IMPERMEABILIZAÇÃOIMPERMEABILIZAÇÃOimpermeabilizaçãotipos Membrana (moldada no local) De emulsão asfáltica De asfalto elastomérico, em solução Produto obtido pela modificação do cimento asfáltico de petróleo com reações físico-químicas, de modo a serem obtidas determinadas características. Produto resultante da dispersão de asfalto em água, através de agentes emulsificantes. Produto à base de asfalto modificado com polímeros elastoméricos, disperso em solventes especiais, com características de elasticidade, flexibilidade e aderência, pronto para o uso e aplicado a frio. Asfáltico Mantas asfálticas Pré-fabricada (Bauer, 2019, pág. 608) (Bauer, 2019, pág. 609) De asfalto elastomérico Referências: NBR 9575:2010, págs. 2-4, 7-8; BAUER, 2019, Volume 2, pág. 608-609. (NBR 9575:2010, pág. 2) Dissolução de asfalto elastomérico em solventes orgânicos. (NBR 9575:2010, pág. 3) (NBR 9575:2010, pág. 4) @a greg ar_engenharia @agregar_eng en ha ria En ge nh ar ia em M ap as -I mp er me ab ili za çã o, 20 22 . P ro ibi da s r ep ro du çã o e d ist rib uiç ão n ão a ut or iza da s. 24 Licenciado para - M arcos A driani A raujo V ieira R ouças - 12965868712 - P rotegido por E duzz.com IMPERMEABILIZAÇÃOIMPERMEABILIZAÇÃOimpermeabilizaçãotipos De polímero acrílico com ou sem cimento De poliuretano De poliuréia Epoxídica De poliuretano modificado com asfalto Acrílica para impermeabilização "Membrana à base de resinas e cimentos com aditivos e incorporação ou não de fibras sintéticas". "Membrana à base de poliuretano vegetal, isento de solventes, com baixo teor de VOC, bicomponente, resulta em uma membrana flexível com excelentes características físico-químicas. Suporta exposição a raios UV e resiste ao vapor de água". Bi componente de reação muito rápida (entre 3 e 40 segundos), por isso necessita de equipamentos e mão de obra especiais. "Membrana de epóxi poliamida, flexibilizado, isento de solvente, bicomponente, com resistência química, impermeável à água e ao vapor". "Membrana impermeabilizante à base de resina acrílica, pura (que não amarela) ou estirenada, formando sobre as superfícies uma camada impermeável, elástica e flexível, resistente às intempéries". É de cor branca! "Membrana de base asfáltica modificada a partir da reação química entre poliol e isocianato, resultando, após aplicação, em uma membrana elastomérica de poliuretano e asfalto". Polimérico Membrana (moldada no local) continua... (Bauer, 2019, pág. 610) (Vasconcelos & Granato, 2017, pág. 1389) Referências: NBR 9575:2010, págs. 7-8; BAUER, 2019, Volume 2, págs. 605-606. Materiais de Construção Civil e Princípios de Ciência e Engenharia dos Materiais, Vasconcelos & Granato, 2017, pág. 1389. (Bauer, 2019, pág. 610) (Bauer, 2019, pág. 611) (Bauer, 2019, pág. 612) (Bauer, 2019, pág. 612) @a gregar_engenharia @agregar_eng en ha ria En ge nh ar ia em M ap as -I mp er me ab ili za çã o, 20 22 . P ro ibi da s r ep ro du çã o e d ist rib uiç ão n ão a ut or iza da s. 25 Licenciado para - M arcos A driani A raujo V ieira R ouças - 12965868712 - P rotegido por E duzz.com @a greg ar_engenharia @agregar_eng en ha ria IMPERMEABILIZAÇÃOIMPERMEABILIZAÇÃOimpermeabilizaçãotipos De policloropreno e polietileno clorossulfonado De poliisobutileno isopreno (I.I.R.), em solução De estireno-butadieno-ruber (S.B.R) De estireno-butadieno- estireno (S.B.S) De policloreto de vinila (P.V.C.) De acetato de etilvinila (E.V.A.) Elastomérica de poliisobutileno isopreno (I.I.R.) De polietileno de alta densidade (P.E.A.D.) "Membrana elastomérica líquida formada por dois componentes, à base de borracha sintética com vulcanização a frio". Membrana elastomérica Manta(moldada no local) (Pré-fabricada) Polimérico "Manta de policloreto de vinila (PVC) flexível, fixada mecanicamente e soldada com ar quente para impermeabilização de estruturas de concreto". "Manta de polietileno de alta densidade (PEAD) elaborada com base em uma resina virgem, 100 % pura, específica para uso na produção de geomembrana flexível para revestimentos impermeabilizantes".continuação De etilenopropilenodieno- monômero (E.P.D.M)Referências: NBR 9575:2010, págs. 7-8; BAUER, 2019, Volume 2, págs. 605-606. (Bauer, 2019, pág. 611) (Bauer, 2019, pág. 613) (Bauer, 2019, pág. 613)En ge nh ar ia em M ap as -I mp er me ab ili za çã o, 20 22 . P ro ibi da s r ep ro du çã o e d ist rib uiç ão n ão a ut or iza da s. 26 Licenciado para - M arcos A driani A raujo V ieira R ouças - 12965868712 - P rotegido por E duzz.com Membrana (MOLDADA NO LOCAL) Asfálticos Mantas asfálticas PRÉ-FABRICADA @ ag reg ar_engenharia @ agregar_engen ha ria Cimentícios Argamassa Cimento Poliméricos Membrana (MOLDADA NO LOCAL) Manta (PRÉ-FABRICADA) COM ADITIVO IMPERMEABILIZANTE POLIMÉRICA MODIFICADA COM POLÍMERO MODIFICADO COM POLÍMERO CRISTALIZANTE PARA PRESSÃO NEGATIVA DE ASFALTO MODIFICADO SEM ADIÇÃO DE POLÍMEROS DE EMULSÃO ASFÁLTICA DE ASFALTO ELASTOMÉRICO, EM SOLUÇÃO DE ASFALTO ELASTOMÉRICO DE POLÍMERO ACRÍLICO COM OU SEM CIMENTO DE POLIURETANO DE POLIURÉIA EPOXÍDICA DE POLIURETANO MODIFICADO COM ASFALTO ACRÍLICA PARA IMPERMEABILIZAÇÃO DE POLICLOROPRENO E POLIETILENO CLOROSSULFONADO DE POLIISOBUTILENO ISOPRENO (I.I.R.), EM SOLUÇÃO DE ESTIRENO-BUTADIENO-RUBER (S.B.R) DE ESTIRENO-BUTADIENO-ESTIRENO (S.B.S) DE POLICLORETO DE VINILA (P.V.C.) DE ACETATO DE ETILVINILA (E.V.A.) ELASTOMÉRICA DE POLIISOBUTILENO ISOPRENO (I.I.R.) DE POLIETILENO DE ALTA DENSIDADE (P.E.A.D.) DE ETILENOPROPILENODIENO-MONÔMERO (E.P.D.M) IMPERMEABILIZAÇÃOIMPERMEABILIZAÇÃOimpermeabilizaçãotipos - resumo Referência: NBR 9575:2010, págs. 7-8; 23. VUNESP, 2018 Os tipos de impermeabilização são classificados segundo o material constituinte principal da camada impermeável. A impermeabilização do tipo polimérico deve ser feita com: a) Argamassa com aditivo impermeabilizante b) Manta asfáltica c) Membrana de poliuretano d) Membrana de asfalto elastomérico e) Membrana de emulsão asfáltica Gabarito: letra C En ge nh ar ia em M ap as -I mp er me ab ili za çã o, 20 22 . P ro ibi da s r ep ro du çã o e d ist rib uiç ão n ão a ut or iza da s. 27 Licenciado para - M arcos A driani A raujo V ieira R ouças - 12965868712 - P rotegido por E duzz.com @agregar_engenharia @agregar_ en ge nh ar ia Materiais Vida útil (anos) Conceito Argamassas rígidas 0 a 25 0 a 20 Feltro asfáltico + asfaltos 4 a 25 3,2 a 20 Feltro asfáltico + asfaltos 1 a 2 0,8 a 1,6 Emulsões hidroasfálticas 4 a 10 3,2 a 8 Mantas butílicas 25 a 50 20 a 20 Mantas de PVC + asfalto 3 a 10 2,4 a 8 Elastômeros sintéticos em solução de Neoprene + hypalon 4 a 7 3,2 a 5,6 Elastômeros sintéticos em solução combinados 5 a 10 4 a 8 Não leva em conta deficiências executivas. Com a utilização de asfaltos modificados, enriquecidos com elastômeros sintéticos compatíveis às altas temperaturas de mistura, a vida útil e o conceito serão aumentados em torno de 25%. Para coberturas planas, porém, variável para cada local de aplicação asfaltos (aplicáveis para regiões com umidade relativa do ar abaixo de 40%) ÍNDICES DE LONGEVIDADE IMPERMEABILIZAÇÃOIMPERMEABILIZAÇÃOimpermeabilizaçãolongevidade dos sistemasOs valores da tabela abaixo são expressos pela experiência notória do tempo de sua utilização. O período decorrido desde o término dos serviços até o momento em que os componentes do sistema atinjam o ponto de fadiga e comprometam seu pleno desempenho. (aplicáveis para regiões com umidade relativa do ar entre 40% e 80%) dependendo do local aplicado Segundo Yázigi (2021), o tema é bastante subjetivo, pois depende da localização de sua aplicação. Referência: Yázigi, 2021, pág. 568. FGV, 2014 Ta be la a da pt ad a de Y áz ig i, 2 02 1. En ge nh ar ia em M ap as -I mp er me ab ili za çã o, 20 22 . P ro ibi da s r ep ro du çã o e d ist rib uiç ão n ão a ut or iza da s. 28 Licenciado para - M arcos A driani A raujo V ieira R ouças - 12965868712 - P rotegido por E duzz.com IMPERMEABILIZAÇÃOIMPERMEABILIZAÇÃOimpermeabilizaçãoexecução de sistemas Muita atenção, a partir desta página serão apresentadas informações relativas à execução dos sistemas de impermeabilização citados anteriormente. O conteúdo é bastante denso e repetitivo em alguns pontos, portanto, é aconselhável que se tenha bastante atenção e paciência, pois em alguns sistemas há pequenas mudanças de informações que podem ser importantes para o correto entendimento de todos os processos. Bons estudos. En ge nh ar ia em M ap as -I mp er me ab ili za çã o, 20 22 . P ro ibi da s r ep ro du çã o e d ist rib uiç ão n ão a ut or iza da s. 29 Licenciado para - M arcos A driani A raujo V ieira R ouças - 12965868712 - P rotegido por E duzz.com IMPERMEABILIZAÇÃOIMPERMEABILIZAÇÃOimpermeabilizaçãoargamassa impermeável com aditivo hidrófugo Aplicação Aplicação em camadas sucessivas de 15 mm. A argamassa deve ser preparada in loco e não deve ser industrializada. A argamassa impermeável deve ser aplicada de forma contínua com espessura de 30 mm. Evitar a superposição das juntas de execução. @a gr eg ar _e nge nharia @agregar_engenharia Corpos estranhos; Restos de fôrmas; Pontas de ferragem; Restos de produtos desmoldantes ou impregnantes; Falhas e ninhos. Isento de Preparação do substrato Deve ser Promover o tamponamento com cimento e aditivo de pega rápida, quando existirem jorros d’água. O substrato deve estar úmido, porém isento de filme ou jorro d’água. + + + Deve ser umedecido e receber camada de chapisco de cimento e areia, traço 1:2. Composta por: A última camada deve ter acabamento com uso de desempenadeira. As duas camadas devem ser executadas no mesmo dia, caso contrário, a ultima camada deve ser precedida de chapisco. Quando houver descontinuidade devido à interrupção de execução, a junta deve ser previamente chanfrada e chapiscada. A primeira camada deve ter acabamento sarrafeado, para ancorar a camada posterior, sendo adensada contra a superfície para eliminar o máximo de vazios. O chapisco melhora a aderência entre o substrato e a argamassa impermeável. O traço, o tipo do cimento e da areia e tempo de manuseio devem ser conforme especificações do fabricante. cimento Portland aditivo hidrófugo água potável Cura úmida de no mínimo 3 dias Recomenda-se proteção mecânica em locais onde exista possibilidade de agressão mecânica. Proteção Fixar previamente elementos que transpassem o substrato. Referência: NBR 9574:2008, pág. 2. Substrato areia Firme; Coeso; Homogêneo; Limpo. ríg id a En ge nh ar ia em M ap as -I mp er me ab ili za çã o, 20 22 . P ro ibi da s r ep ro du çã o e d ist rib uiç ão n ão a ut or iza da s. 30 Licenciado para - M arcos A driani A raujo V ieira R ouças - 12965868712 - P rotegido por E duzz.com Aplicação @a gr eg ar _e nge nharia @agregar_engenharia Deve ser umedecido; Deve receber uma camada chapisco antes da aplicação da argamassa com polímero. A necessidade da realização da imprimação e sua metodologia devem ser conforme instruções do fabricante. Deve ser umedecido ; Deve receber uma camada de imprimação com uma composição de polímero e cimento Portland; O polímero deve ser previamente diluído em água. Substrato de concreto (Horizontal) Substrato de concreto (Vertical) Substrato de alvenaria Não necessita de proteção em locais onde exista a possibilidade de agressão mecânica. A espessura da argamassa deve ser no mínimo 1 cm. Proteção Hidratar a argamassa modificada por no mínimo 72 horas, em áreas abertas ou sob incidência solar. A argamassa a ser empregada deve ser preparada in loco. + + Composta por: aglomerante agregado polímero IMPERMEABILIZAÇÃOIMPERMEABILIZAÇÃOimpermeabilizaçãoargamassa modificada com polímero Corpos estranhos; Restos de fôrmas; Pontas de ferragem; Restos de produtos desmoldantes ou impregnantes; Falhase ninhos. Isento de Preparação do substrato Deve ser Promover o tamponamento com cimento e aditivo de pega rápida, quando existirem jorros d’água. O substrato deve estar úmido, porém isento de filme ou jorro d’água. Fixar previamente elementos que transpassem o substrato. Firme; Coeso; Homogêneo; Limpo. Dosada em obra! Referência: NBR 9574:2008, pág. 3. ríg id a En ge nh ar ia em M ap as -I mp er me ab ili za çã o, 20 22 . P ro ibi da s r ep ro du çã o e d ist rib uiç ão n ão a ut or iza da s. FGV GOSTA!FGV GOSTA! 31 Licenciado para - M arcos A driani A raujo V ieira R ouças - 12965868712 - P rotegido por E duzz.com @a gr eg ar _e nge nharia @agregar_engenharia Corpos estranhos; Restos de fôrmas; Pontas de ferragem; Restos de produtos desmoldantes ou impregnantes; Falhas e ninhos. Isento de Preparação do substrato Deve ser Promover o tamponamento com cimento e aditivo de pega rápida, quando existirem jorros d’água. O substrato deve estar úmido, porém isento de filme ou jorro d’água. Fixar previamente elementos que transpassem o substrato. Firme; Coeso; Homogêneo; Limpo.Recomenda-se proteção mecânica em locais onde exista possibilidade de agressão mecânica. Proteção Caso a demão anterior esteja seca, molhar o local antes da nova aplicação. Depois de misturados, o tempo de utilização não deve ultrapassar o período recomendado pelo fabricante. Aplicação A dosagem, consumo, tempo de mistura e manuseio, ferramentas de aplicação, secagem entre demãos e cura devem seguir as recomendações do fabricante. 1 3 2 Adicionar aos poucos o componente em pó ao componente resina. Quando da utilização de armadura tipo tela, esta deve ser posicionada após a primeira demão e ser totalmente recoberta pelas demãos subsequentes. Aplicar sobre o substrato as demãos em sentido cruzado da argamassa polimérica. Com intervalos de 2h a 6h entre demãos. Misturar homogeneamente, de forma manual ou mecânica, dissolvendo os possíveis grumos. IMPERMEABILIZAÇÃOIMPERMEABILIZAÇÃOimpermeabilizaçãoargamassa polimérica e cimento modificado com polímero Industrializada! Referência: NBR 9574:2008, págs. 3-4. Hidratar a argamassa polimérica por no mínimo 72 horas, em áreas abertas ou sob incidência solar. ríg id a En ge nh ar ia em M ap as -I mp er me ab ili za çã o, 20 22 . P ro ibi da s r ep ro du çã o e d ist rib uiç ão n ão a ut or iza da s. 32 Licenciado para - M arcos A driani A raujo V ieira R ouças - 12965868712 - P rotegido por E duzz.com Aplicação @a gr eg ar _e nge nharia @agregar_engenharia Recomenda-se proteção mecânica em locais onde exista possibilidade de agressão mecânica. Proteção IMPERMEABILIZAÇÃOIMPERMEABILIZAÇÃOimpermeabilizaçãocimento cristalizante para pressão negativa Corpos estranhos; Restos de fôrmas; Pontas de ferragem; Restos de produtos desmoldantes ou impregnantes; Falhas e ninhos. Isento de Deve ser Preparação do substrato Promover o tamponamento com cimento e aditivo de pega rápida, quando existirem jorros d’água. O substrato deve estar saturado, porém isento de filme ou jorro d’água. De concreto; Firme; Coeso; Homogêneo; Limpo. A dosagem, consumo, tempo de mistura e manuseio, ferramentas de aplicação, secagem entre demãos e cura devem seguir as recomendações do fabricante. Caso a água continue penetrando por algum ponto, repetir o tamponamento com cimento aditivo ultrarrápido até a obtenção de estanqueidade. 1 2 3 4 5 6 Misturar em um recipiente o cimento com aditivo de pega-rápida com água, na proporção indicada pelo fabricante, até formar uma pasta de consistência lisa e uniforme. Aplicar uma demão com trincha, vassoura ou brocha. Aplicar de forma imediata uma demão de líquido selador, até que a superfície fique brilhante. Imediatamente sobre o líquido selador, ainda brilhante, aplicar outra demão de pasta de cimento com aditivo de pega rápida. Aguardar 20 minutos e dar outra demão no sentido cruzado em relação à demão anterior. Esfregar o cimento com aditivo ultrarrápido a seco sobre a superfície tratada, forte e repetidas vezes até que se forme uma camada fina de cor escura e uniforme, sobre a camada de cimento com aditivo de pega rápida. Referência: NBR 9574:2008, pág. 4. ríg id a En ge nh ar ia em M ap as -I mp er me ab ili za çã o, 20 22 . P ro ibi da s r ep ro du çã o e d ist rib uiç ão n ão a ut or iza da s. 33 Licenciado para - M arcos A driani A raujo V ieira R ouças - 12965868712 - P rotegido por E duzz.com @ ag reg ar_engenharia @ agregar_engenh ari a ríg id a Corpos estranhos; Restos de fôrmas; Pontas de ferragem; Restos de produtos desmoldantes ou impregnantes; Falhas e ninhos. Isento de IMPERMEABILIZAÇÃOIMPERMEABILIZAÇÃOimpermeabilização Deve estar seco. Deve ser De concreto; Firme; Coeso; Homogêneo; Limpo. A dosagem, consumo, tempo de mistura e manuseio, ferramentas de aplicação, secagem entre demãos e cura devem seguir as recomendações do fabricante. Mesmas condições citadas para água com pressão negativa, com exceção de que o substrato não precisa ser de concreto e não precisa estar seco. Preparação do substrato Recomenda-se proteção mecânica em locais onde exista possibilidade de agressão mecânica. Proteção membrana epoxídica APLICAÇÃO Misturar homogeneamente, de forma mecânica ou manual. Uma vez misturados os componentes, o tempo de utilização da mistura não deve ultrapassar o tempo de manuseio. Adicionar aos poucos os componentes endurecedor e resina. Aplicar sobre o substrato as demãos com intervalo máximo de 24h entre as demãos. Caso ultrapasse o intervalo máximo, promover lixamento superficial. 1 2 3 Quando da utilização de armadura tipo tela, esta deve ser posicionada após a primeira demão e ser totalmente recoberta pelas demãos subsequentes. Preparação do substratopara água sob pressão negativa para água sob pressão positiva Referência: NBR 9574:2008, pág. 5. En ge nh ar ia em M ap as -I mp er me ab ili za çã o, 20 22 . P ro ibi da s r ep ro du çã o e d ist rib uiç ão n ão a ut or iza da s. 34 Licenciado para - M arcos A driani A raujo V ieira R ouças - 12965868712 - P rotegido por E duzz.com @a gr eg ar _e nge nharia @agregar_engenharia 24. VUNESP (2020) A aplicação de argamassa impermeável com aditivo hidrófugo deve ser feita de forma contínua em duas camadas sucessivas, evitando-se a superposição das juntas de execução. A espessura de cada camada deve ser de a) 10 mm b) 15 mm c) 20 mm d) 25 mm e) 30 mm 27. FGV (2019) A execução de impermeabilização de edificações e construções em geral deve atender às determinações e orientações previstas em norma. Antes da aplicação de argamassa modificada com polímero, um substrato de concreto (quando na horizontal) deve ser umedecido e receber uma camada de: a) Imprimação b) Chapisco c) Emboço d) Reboco e)Manta asfáltica 26. FCC (2019) No projeto de impermeabilização de uma laje de concreto armado será utilizada argamassa impermeável com aditivo hidrófugo. O substrato que irá receber essa impermeabilização deve ser umedecido e receber uma camada de a) Nata de cimento, areia e cal, traço 1:2:3, pra servir de camada selante, sendo argamassa aplicada de forma descontínua, com espessura de 40 mm, em camadas sucessivas. b) Chapisco de cimento e areia, traço 1:3, pra servir de ponte de aderência, sendo a argamassa aplicada de forma contínua, com espessura de 50 mm, em camadas sucessivas de 25 mm. c) Reboco de cimento, areia e cal, traço 1:2:3, pra servir de amortecimento, sendo a argamassa aplicada de forma descontínua, com espessura de 30 mm, em camadas sucessivas de 10 mm d) Nata de cimento e areia, traço 1:2, pra servir de camada selante, sendo argamassa aplicada de forma contínua, com espessura de 50 mm, em camadas sucessivas de 10 mm. e) Chapisco de cimento e areia, traço 1:2, praservir de ponte de aderência, sendo a argamassa aplicada de forma contínua, com espessura de 30 mm, em camadas sucessivas de 15 mm. IMPERMEABILIZAÇÃOIMPERMEABILIZAÇÃOimpermeabilizaçãoquestões Cuidado! 30mm é a espessura final das duas camadas. 25. Adaptada FGV (2018) A ABNT estabelece exigências e recomendações relativas à execução de impermeabilização de edificações e construções em geral. Com relação a impermeabilização de edificações, analise as afirmativas a seguir. I. Na impermeabilização realizada com cimento cristalizante, para pressão negativa, não se recomenda proteção em locais onde exista possibilidade de agressão mecânica. II. A argamassa modificada com polímero, quando empregada em impermeabilizações, deve ser preparada in loco. Está correto o que se afirma em a) I, apenas. b) II, apenas. c) I e II, apenas. d) Nenhuma das alternativas. En ge nh ar ia em M ap as -I mp er me ab ili za çã o, 20 22 . P ro ibi da s r ep ro du çã o e d ist rib uiç ão n ão a ut or iza da s. G ab ar ito : 2 4 . L et ra b ; 2 5. L et ra b ; 2 6. L et ra e ; 2 7. L et ra a . Gabarito na lateral da folha! 35 Licenciado para - M arcos A driani A raujo V ieira R ouças - 12965868712 - P rotegido por E duzz.com Declividade em áreas horizontais: mín. de 1%. Declividade para calhas e áreas internas: mín. de 0,5%. @a greg ar_engenharia @agregar_eng en ha ria Cantos devem estar em meia cana e as arestas arredondadas. Preparação do substrato Deve ser Firme; Coeso; Regular; Seco; Limpo. Corpos estranhos; Restos de fôrmas; Pontas de ferragem; Restos de produtos desmoldantes ou impregnantes; Falhas e ninhos. Isento de Proteção Deve haver proteção quando sujeita à incidência dos raios ultravioleta e proteção mecânica estruturada com tela de fios de arame galvanizado ou plásticos nas áreas verticais. Nas áreas horizontais, a proteção mecânica deve ser executada sobre camada separadora ou drenante, nos locais onde exista possibilidade de agressão mecânica. IMPERMEABILIZAÇÃOIMPERMEABILIZAÇÃOimpermeabilizaçãomembrana de asfalto modificada com e sem polímero Aquecer o asfalto de forma homogênea O consumo, secagem entre demãos, ferramentas e instruções de segurança devem seguir as recomendações do fabricante. Aplicar uma demão do produto de imprimação com um rolo de lã de carneiro, trincha ou brocha, de forma homogênea aguardando sua total secagem. numa temperatura compreendida entre 190ºC a 220ºC para membrana de asfalto modificado sem adição de polímero. e indireta, numa temperatura compreendida entre 160ºC a 180ºC para membrana de asfalto modificado com adição de polímero. 1 2 3 4 5 Aplicar uma demão do asfalto aquecido com o uso de meada de fios de juta. Estender o estruturante com sobreposição mínima de 10 cm. Aplicar sobre o estruturante demão necessária de asfalto aquecido até sua saturação. Havendo mais de um estruturante, repetir o processo. APLICAÇÃO Referência: NBR 9574:2008, págs. 5-6. flexível En ge nh ar ia em M ap as -I mp er me ab ili za çã o, 20 22 . P ro ibi da s r ep ro du çã o e d ist rib uiç ão n ão a ut or iza da s. @a greg ar_engenharia @agregar_eng en ha ria 36 Licenciado para - M arcos A driani A raujo V ieira R ouças - 12965868712 - P rotegido por E duzz.com Declividade em áreas horizontais: mín. de 1%. Declividade para calhas e áreas internas: mín. de 0,5%. Cantos devem estar em meia cana e as arestas arredondadas. Preparação do substrato Deve ser Firme; Coeso; Regular; Seco; Limpo. Corpos estranhos; Restos de fôrmas; Pontas de ferragem; Restos de produtos desmoldantes ou impregnantes; Falhas e ninhos. Isento de @a greg ar_engenharia @agregar_eng en ha ria O consumo, secagem entre demãos, ferramentas e instruções de segurança devem seguir as recomendações do fabricante. IMPERMEABILIZAÇÃOIMPERMEABILIZAÇÃOimpermeabilizaçãomembrana de emulsão asfáltica As informações relativas à membrana de emulsão asfáltica são as mesmas para as membranas: · Elastomérica de estireno-butadieno-estireno (S.B.S). · Elastomérica de polisobutileno isopreno (I.I.R) em solução. · De asfalto elastomérico em solução. · Elastométrica de policloropreno e polietileno clorossulfonado. OBS: para membrana elastomérica de policloropreno e polietileno clorossulfonado todas as informações são as mesmas, com exceção da proteção que, segundo a NBR9574:2008, “não se aplica, para se aplicar proteção à incidência dos raios UV de uma demão de policloropreno e polietileno clorossulfonado.” Aplicar uma demão do produto de imprimação com um rolo de lã de carneiro, trincha ou brocha, de forma homogênea aguardando sua total secagem. Aplicar uma demão com rolo de lã de carneiro, trincha ou brocha, de forma homogênea, e estender o estruturante com sobreposição mínima de 10 cm. Aguardar a secagem e aplicar as demãos subsequentes até atingir o consumo recomendado e garantindo o total recobrimento do estruturante. Havendo mais de um estruturante, repetir o processo. 1 2 3 Proteção Deve haver proteção quando sujeita à incidência dos raios ultravioleta e proteção mecânica estruturada com tela de fios de arame galvanizado ou plásticos nas áreas verticais. Nas áreas horizontais, a proteção mecânica deve ser executada sobre camada separadora ou drenante, nos locais onde exista possibilidade de agressão mecânica. APLICAÇÃO flexívelReferência: NBR 9574:2008, págs. 6-8. En ge nh ar ia em M ap as -I mp er me ab ili za çã o, 20 22 . P ro ibi da s r ep ro du çã o e d ist rib uiç ão n ão a ut or iza da s. 37 Licenciado para - M arcos A driani A raujo V ieira R ouças - 12965868712 - P rotegido por E duzz.com Declividade em áreas horizontais: mín. de 1%. Declividade para calhas e áreas internas: mín. de 0,5%. Cantos devem estar em meia cana e as arestas arredondadas. Preparação do substrato Deve ser Firme; Coeso; Regular; Seco; Limpo. Corpos estranhos; Restos de fôrmas; Pontas de ferragem; Restos de produtos desmoldantes ou impregnantes; Falhas e ninhos. Isento de flexível an ota ções @a greg ar_engenharia @agregar_eng en ha ria Aplicar uma demão do produto de imprimação com um rolo de lã de carneiro, trincha ou brocha, de forma homogênea aguardando sua total secagem. Aplicar uma demão com rolo de lã de carneiro, trincha ou brocha, de forma homogênea, e, caso necessário, estender o estruturante com sobreposição mínima de 10 cm. Aguardar a secagem e aplicar as demãos subsequentes até atingir o consumo recomendado e garantindo o total recobrimento do estruturante. Havendo mais de um estruturante, repetir o processo. 1 2 3 APLICAÇÃO IMPERMEABILIZAÇÃOIMPERMEABILIZAÇÃOimpermeabilizaçãomembrana elastomérica de estireno-butadieno-ruber (s.b.r.) e de poliuretano modificado com asfalto O consumo, secagem entre demãos, ferramentas e instruções de segurança devem seguir as recomendações do fabricante. Exceto para membrana de poliuretano modificado com asfalto com resistência contra raios ultravioleta. Proteção Deve haver proteção quando sujeita à incidência dos raios ultravioleta e proteção mecânica estruturada com tela de fios de arame galvanizado ou plásticos nas áreas verticais. Nas áreas horizontais, a proteção mecânica deve ser executada sobre camada separadora ou drenante, nos locais onde exista possibilidade de agressão mecânica. Referência: NBR 9574:2008, págs. 8-9. En ge nh ar ia em M ap as -I mp er me ab ili za çã o, 20 22 . P ro ibi da s r ep ro du çã o e d ist rib uiç ão n ão a ut or iza da s. 38 Licenciado para - M arcos A driani A raujo V ieira R ouças - 12965868712 - P rotegido por E duzz.com Declividade em áreas horizontais: mín. de 1%. Declividade para calhas e áreas internas: mín. de 0,5%. Cantos devem estar em meia cana e as arestas arredondadas. Preparação do substrato Deve ser Firme; Coeso; Regular; Seco; Limpo. Corpos estranhos; Restos de