Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

26/09/13 
1 
Terapia Cognitiva 
Teoria e Prática 
Anglo-americano 
Teoria e Técnicas Psicoterápicas II 
Prof. Ruy Bueno 
Princípio No. 1 
Baseada em uma formulação em 
contínuo desenvolvimento do 
paciente e de seus problemas em 
termos cognitivos: 
n  Identificação do pensamento atual; 
n  Fatores precipitantes; 
n  Padrões duradouros de 
interpretação. 
Princípio No. 2 
Requer uma aliança terapêutica 
segura: 
n  Cordialidade; 
n  Empatia; 
n  Atenção; 
n  Respeito genuíno; 
n  Competência. 
Princípio No. 3 
Enfatiza a colaboração e participa-
ção ativa: 
n  Terapia com um trabalho de equipe; 
n  A díade decide o que trabalhar em 
cada sessão; 
n  Frequência da terapia; 
n  Tarefas de casa. 
Princípio No. 4 
É orientada em meta e focalizada 
em problemas: 
n  O paciente enumera os problemas e 
estabelece metas específicas. 
n  O terapeuta busca identificar os 
obstáculos que o paciente apresenta 
para resolver os problemas e 
alcançar as metas. 
Princípio No. 5 
Inicialmente enfatiza o presente: 
n  Forte foco sobre os problemas atuais; 
n  Parte dos problemas atuais independente do 
diagnóstico; 
n  Volta-se para o passado e, 3 circunstâncias: 
•  Predileção do paciente; 
•  Trabalho atual produz pouca ou nenhuma mudança 
cognitiva, emocional e comportamental; 
•  Terapeuta julgar importante entender como e quando as 
idéias disfuncionais se originaram, desde que as mesmas 
afetem o paciente hoje. 
26/09/13 
2 
Princípio No. 6 
É educativa, visa ensinar o 
paciente a ser seu próprio 
terapeuta e enfatiza prevenção 
de recaída: 
n  Explicação do transtorno e do modelo 
cognitivo; 
n  Ensina como fazer; 
n  Incentiva a registrar avanços e 
estratégias que deram certo. 
Princípio No. 7 
Visa ter um tempo limitado: 
n  Convencionou-se dizer que a terapia 
cognitiva dura de 4 a 14 sessões; 
n  Atualmente fala-se em alcance das metas 
de qualquer terapia cognitiva: 
•  Alívio dos sintomas; 
•  Remissão do transtorno; 
•  Auxílio para resolver problemas; 
•  Auxílio para utilizar as ferramentas para 
prevenção de recaída. 
Princípio No. 7 
Visa ter um tempo limitado: 
n  Usualmente: sessões semanais (de 1 a 2) 
nos primeiros meses. 
n  Posteriormente quinzenais, mensais e de 
“encorajamento” (trimestrais); 
n  Existem casos de pacientes que exigem 
até 2 anos de terapia para modificar 
crenças disfuncionais muito rígidas e 
padrões de comportamento mal-
adaptativos (Eixo II – Transtornos de 
Personalidade). 
 
 
Princípio No. 8 
As Sessões são estruturadas: 
n  Verifica-se o humor; 
n  Revisão da semana; 
n  Discute a agenda para a sessão; 
n  Recebe feedback da sessão anterior; 
n  Discute a tarefa de casa; 
n  Resume a sessão e busca feedback; 
n  O paciente participa ativamente desta 
estruturação. 
 
 
Princípio No. 9 
Ensina os pacientes a identificar, avaliar 
e responder a seus pensamentos e 
crenças disfuncionais: 
n  Questionamento socrático leve: busca das 
respostas do paciente; 
n  Empirismo colaborativo: busca da precisão 
e utilidade de suas idéias (sem desafiar ou 
persuadir); 
n  Descoberta orientada: dar continuidade 
aos questionamentos. 
 
 
Princípio No. 10 
Utiliza uma série de técnicas para 
mudar pensamento, humor e 
comportamento: 
n  São utilizadas tanto técnicas cognitivas 
quanto comportamentais; 
n  Algumas técnicas apresentam grande 
semelhança com as técnicas da gestalt e 
do psicodrama; 
n  A ênfase do tratamento depende do 
transtorno e das características individuais 
do paciente. 
 
 
26/09/13 
3 
Terapia Cognitiva 
Roteiro Típico de Sessão 
n  Verificação do humor. 
n  Ponte com a sessão anterior. 
n  Estabelecer roteiro da sessão. 
n  Revisar a tarefa de casa. 
n  Discussão de tópicos / resumos 
periódicos. 
n  Nova tarefa de casa. 
n  Resumo final e feedback. 
Terapia Cognitiva 
Roteiro de Ligação de Sessão 
n  Sobre o que nós falamos na sessão anterior, o 
que foi importante? O que você aprendeu? (1 a 3 
frases) 
n  Houve algo que incomodou você na nossa última 
sessão? Qualquer coisa que você esteja relutante 
em dizer? 
n  Como foi a sua semana? Como estava o seu 
humor, comparando a outras semanas? 
n  Alguma coisa aconteceu nesta semana que seja 
importante discutir? (1 a 3 frases). 
n  Que problemas você deseja colocar no roteiro? (1 
a 3 frases) 
n  Que tarefa de casa você fez / não fez? O que 
você aprendeu? 
Terapia Cognitiva 
Estabelecendo o Roteiro 
n  Estabelecer os tópicos a serem 
tratados na sessão. 
n  Que problema você deseja focalizar 
hoje? 
n  O que você gostaria de colocar no 
roteiro para obter ajuda hoje? 
n  Com que item do roteiro deseja 
começar? Está bem para você 
começarmos por ... 
Terapia Cognitiva 
Resumos Periódicos 
n  Breve sumário ao término de uma 
parte de uma sessão, para que tanto 
o terapeuta como o paciente tenham 
um entendimento claro do que eles 
acabaram de fazer e do que eles 
farão a seguir, como a tarefa de 
casa. 
Terapia Cognitiva 
Tarefa de casa 
n  Quando eu percebo meu humor mudando, eu 
pergunto a mim mesmo “O que está passando 
pela minha cabeça neste momento? E anoto os 
meus pensamentos automáticos (que podem ou 
não ser completamente verdadeiros). Tente fazer 
isso pelo menos uma vez no dia. 
n  Se eu não posso distinguir meus pensamentos 
automáticos, anoto apenas a situação. Lembrar 
que aprender a identificar o meu pensamento é 
uma habilidade na qual eu melhorarei, assim 
como digitar. 
n  Ler as notas de terapia. 
n  Atividades que deve manter. 
Terapia Cognitiva 
Explicando Pensamentos Automáticos 
para o Paciente 
n  Você consegue pensar em alguns momentos 
quando, nesta semana, sentiu-se aflita? 
n  Que emoção estava sentindo? 
n  O que estava passando pela sua cabeça? 
n  O que passou pela sua cabeça quando ...? 
n  Você acaba de identificar o que nós chamamos de 
pensamento automático. 
n  O que nós faremos será ensiná-la a identificar os 
seus pensamentos automáticos e então avaliá-los 
para ver exatamente quão acurados eles são. 
26/09/13 
4 
Terapia Cognitiva 
Explicando Pensamentos Automáticos 
para o Paciente 
n  Revisando, você poderia então dizer o que 
entende agora sobre a relação entre 
pensamentos e sentimentos? 
n  Que tal esta semana você ter como tarefa de 
casa procurar identificar alguns destes 
pensamentos automáticos? 
n  Agora que tal você escrever esta tarefa: Sempre 
que eu perceber uma mudança de humor ou meu 
humor estiver piorando, perguntar a mim 
mesma ... O que estava passando pela minha 
cabeça? 
Terapia Cognitiva 
Explicando Pensamentos Automáticos 
para o Paciente 
n  O que você acha que aconteceria se você 
descobrisse que seu pensamento não é 
verdadeiro? 
n  Você se deu conta que o seu pensamento 
influência seu estado de espírito? È isto que 
chamamos modelo cognitivo. 
n  Se colocássemos isto no papel. Etapas da terapia: 
•  Identificar pensamentos automáticos; 
•  Avaliar e responder aos pensamentos automáticos; 
•  Fazer resolução de problemas se os pensamentos forem 
verdadeiros. 
Terapia Cognitiva 
Obtendo Pensamentos Automáticos 
n  Se você tivesse que advinhar, o que 
advinharia que estava pensando? (Você 
pensa que poderia ter estado pensando 
sobre a escola, trabalho, terapia ou 
relacionamentos? Ou poderia ter 
visualizado algo em sua cabeça? 
n  O que estava passando sobre sua cabeça 
agora? 
n  O que estava acontecendo? 
Terapia Cognitiva 
Obtendo Pensamentos Automáticos 
n  Imaginação. Caso tenha dificuldade, 
pedir para imaginar em detalhes como se 
estivesse acontecendo naquele momento. 
Onde você está precisamente, o que 
estavam falando, o que estava ou 
acontecendo? 
n  Role play. Você pode dizer para mim o 
que disse para ela e o que ela lhe disse? 
Vamos recriar a situação e durante, veja 
se você pode descobrir o que está 
passando pela sua cabeça. 
Terapia Cognitiva 
Identificando pensamentos 
complementares 
1.  E depois? O que mais passou pela sua 
cabeça.2.  O que aconteceu depois? Emoção, 
sensação, comportamento. 
3.  Em que momento estava mais aflita, 
antes, durante ou depois? Por 
antecipação ( “E se ele gritar comigo?”) 
durante (“Ela pensa que sou burra”) e ou 
depois refletindo sobre o que aconteceu 
(“Eu não faço nada direito, eu jamais 
deveria ter tentado”). 
Terapia Cognitiva 
Obtendo Pensamentos Automáticos 
 (outras estratégias) 
1.  Sobre o que você acha que estava pensando? 
2.  Você acha que poderia ter pensado sobre ____ 
ou ____? 
3.  Você estaria imaginando algo que poderia 
acontecer ou lembrando de algo que aconteceu? 
4.  O que essa situação significou para você? (Ou 
diz para você?) 
5.  Você estava pensando _____? (O terapeuta 
coloca um pensamento oposto à resposta 
espereada.) 
26/09/13 
5 
Terapia Cognitiva 
Identificando a Situação Problemática 
n  Sobre que tipos de coisas você tem pensado? 
n  Qual destas coisas mais incomoda você? 
n  Vamos anotar estas coisas. 
n  Agora digamos que pudéssemos eliminar 
completamente agora o primeiro problema, quão 
ansiosa você está agora? Como se sente agora? E 
o segundo, ... 
n  Então parece que o problema ... é a situação 
mais aflitiva. 
n  Este processo ajuda o paciente a determinar que 
parte de um problema avassalador é mais 
aflitiva. 
Modelo Cognitivo 
e 
Conceitualização Cognitiva 
Terapia Cognitiva 
Bibliografia: 
 
n  BECK, Judith S. Terapia cognitiva: teoria e 
prática. Porto Alegre: Artmed, 1997. 
Modelo Cognitivo 
n  Os indivíduos constroem ativamente 
a realidade. 
n  A cognição media o afeto e o 
comportamento 
n  A cognição é passível de ser 
conhecida e acessada. 
n  A mudança na cognição é um 
componente central no processo de 
mudança do ser humano. 
Terapia Cognitiva 
Modelo Cognitivo 
Exemplo: 
 
1. Situação 
 Encontrar ex-namorado na festa. 
2. Pensamento Automático 
 “Ninguém nunca vai gostar de mim”. 
3. Emoção ou Sentimento 
 Tristeza e ansiedade. 
4. Comportamento ou Conduta 
 Foi embora. 
Modelo Cognitivo 
Situação	
  	
   Pensamentos	
  	
   Sen.mentos	
  	
  
Estou	
  andando	
  
pela	
  calçada	
  e	
  encontro	
  
um	
  colega	
  que	
  não	
  
me	
  vê.	
  
Puxa	
  vida,	
  ele	
  nem	
  me	
  viu.	
  Ninguém	
  me	
  vê,	
  
mesmo.	
  Eu	
  sou	
  mesmo	
  insignificante.	
  Acho	
  
que	
  ele	
  não	
  gosta	
  de	
  mim.	
  Ninguém	
  gosta	
  de	
  
mim.	
  
Tristeza,	
  	
  
Menos-­‐valia	
  
Ele	
  está	
  olhando	
  a	
  vitrine	
  da	
  loja	
  de	
  
informáGca	
  e	
  não	
  está	
  me	
  vendo.	
  
Indiferença	
  
Olha	
  o	
  fulano!	
  Ele	
  nem	
  me	
  viu.	
  Vou	
  
cumprimentá-­‐lo.	
  
Alegria	
  
O	
  que	
  será	
  que	
  fiz?	
   Culpa	
  
Será	
  que	
  ele	
  está	
  chateado	
  comigo?	
   Preocupação	
  
Como	
  ele	
  é	
  anGpáGco.	
  Fez	
  que	
  não	
  me	
  viu.	
   Desprezo,	
  raiva	
  
Pensamento. Uma situação do cotidiano tanto pode gerar 
pensamentos automáticos negativos como positivos, levando o sujeito 
a ter sentimentos pertinentes aos pensamentos originados. 
26/09/13 
6 
Terapia Cognitiva 
 3 níveis de cognição 
Na Terapia Cognitiva busca-se 
identificar 3 níveis de cognição: 
 
n  Pensamento Automático 
n  Crenças Intermediárias 
n  Crenças Centrais 
 
Terapia Cognitiva 
 Modelo Cognitivo 
Pensamentos Automáticos 
Ninguém nunca mais 
vai gostar de mim 
Emoção 
Tristeza; 
Ansiedade 
Comportamento 
foi embora da festa 
vou embora daqui 
Crenças Intermediárias 
Pessoas que tem um relacionamento afetivo são bem sucedidas. 
Pessoas que não tem um relacionamento afetivo são um fracasso. 
Pessoas que fazem as coisas absolutamente corretas são bem sucedidas. 
Pessoas que não fazem as coisas de forma absolutamente correta são um fracasso. 
Regras 
Pressuposições 
Sou um fracasso Crenças Centrais 
Situação 
Encontra ex-
namorado na 
festa 
 
Terapia Cognitiva 
Crenças Centrais 
Desesperança 
n  Inadequado 
n  Impotente 
n  Inferior 
n  Atado 
n  Incompetente 
n  Fraco 
n  Vulnerável 
n  Fracassado 
n  Perdedor 
n  Dependente 
n  Fora de controle 
Desamor 
n  Pouco atraente 
n  Indesejável 
n  Rejeitado 
n  Solitário 
n  Abandonado 
n  Mau 
n  Inútil 
n  Diferente 
n  Perdedor (em 
relacionamento) 
n  Esquisito 
Modelo Cognitivo 
Níveis de Pensamento 
Crenças centrais 
Crenças intermediárias 
Pensamentos automáticos 
Conceituação Cognitiva 
n  Terapia cognitiva = Jornada 
n  Conceituação cognitiva = o mapa 
n  A conceituação cognitiva é a base da 
aplicação com sucesso das técnicas. 
n  Além de primordial, é a parte mais 
difícil da terapia cognitiva, pois 
demanda além de treino, 
incorporação da filosofia da teoria 
subjacente. 
Conceituação Cognitiva 
n  Favorece a estrutura para o 
atendimento de um paciente pelo 
terapeuta. 
n  O terapeuta inicia a conceitualização 
cognitiva na primeira sessão e vai 
refinando-a até o final do processo 
terapêutico. 
n  Na construção da conceitualização 
toma-se por base o Modelo 
Cognitivo. 
26/09/13 
7 
Conceituação Cognitiva 
Dados Relevantes da Infância 
Crenças Centrais 
Crenças Intermediárias 
Estratégias Compensatórias 
Emoção 
Comportamento 
Significado de P.A. 
P.A. 
Situação 1 
Emoção 
Comportamento 
Significado de P.A. 
P.A. 
Situação 3 
Emoção 
Comportamento 
Significado de P.A. 
P.A. 
Situação 2 
Esquema Mental 
n  Rede estruturada e inter-relacionada de 
crenças que orientam o indivíduo em suas 
ações e posturas do dia-dia. 
n  Os esquemas podem conter outros 
esquemas. 
n  Formam toda a organização do 
conhecimento (RM, Conceitos, Esquemas). 
n  Podem estar ativados ou inativados 
(Nodos). 
n  São ativados por estímulos ambientais 
externos ou por estímulos internos. 
Crenças Centrais 
n  Entendimentos profundos e 
fundamentais não articulados 
conscientemente. 
n  Percepções consideradas absolutas e 
imutáveis. 
n  Também chamadas de nucleares. 
n  Globais, rígidas, supergeneralizadas 
e trans-situacionais. 
n  Quando disfuncionais, são o principal 
foco da terapia cognitiva. 
Crenças Intermediárias 
n  Referem-se a pressupostos, regras / 
expectativas e suposições. 
n  Surgem a partir de uma tentativa de dar 
sentido ao nosso ambiente. 
n  Também chamadas de subjacentes ou 
condicionais. 
n  Representam raciocínio “se…então…”. 
n  São mais enraizadas que os PA. 
n  São responsáveis diretos pelos PA. 
Pensamento Automático - PA 
n  Nível mais superficial de cognição. 
n  Palavras e imagens reais. 
n  São espontâneos. 
n  São específicos à situação. 
n  São poderosos em desencadear 
reações: emocionais, 
comportamentais e fisiológicas.

Mais conteúdos dessa disciplina