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APS - O JOGO DA IMITAÇÃO 
 
 
 
 
 
 
Agnes Victoria Silva Ribeiro / RA: 09026344 
Gabrielle Matsue Montes Uema / RA: 09027108 
Heloisa Ribeiro Lenço / RA: 09027246 
Helena Pingarilho Cattani / RA: 09027238 
Lucas Giannetti Vieira da Silva / RA: 09027736 
Lucas Tarcísio Cardia Marostica / RA: 202427964 
 
 
Disciplina: Sociedade e Comportamentos Grupais 
Curso: Psicologia 
Profa. Luciane de Almeida Jabur 
FMU - Centro Universitário das Faculdades 
Metropolitanas Unidas 
 
 
 SUMÁRIO 
 
1. INTRODUÇÃO…………………………………………………………………1 
2. SINOPSE……………………………………………………………………….2 
3. CONTEXTO HISTÓRICO…………………………………………………….3 
4. CENAS………………………………………………………………………….4 
4.1. Cena 1 - Bullying Escolar……………………………………………..4 
4.2. Cena 2 - Secretário barra a entrada de Joan………………………5 
4.3. Cena 3 - Denniston ordena destruir a máquina……………………6 
4.4. Cena 4 - Interrogatório policial em Manchester……………………7 
4.5. Cena 5 - Terapia hormonal/castração química…………………….8 
5. CONCLUSÃO…………………………………………………………………9 
6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS……………………………………….10 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
INTRODUÇÃO 
 
A sétima arte é palco dos mais diversos ensaios sobre a sociedade, desde 
uma “space-opera” que retrata, entre naves espaciais e espadas laser, um conflito 
inspirado na Guerra do Vietnã, até uma animação 3D de monstros que trabalham 
assustando crianças com uma mensagem sobre direitos trabalhistas. Podemos 
encontrar também recriações da vida de pessoas famosas, sejam cantores que 
mudaram o cenário musical, líderes revolucionários assassinados por serem muito 
transgressores ou, porque não, matemáticos ingleses ligados diretamente com o 
final da Segunda Guerra Mundial e a criação do computador. 
Alan Turing foi um matemático, um inglês nascido e criado durante a 
Segunda Guerra Mundial, que de maneira impressionante criou o que foi conhecida 
como Máquina de Turing, essa que deu origem aos computadores de hoje em dia, 
mas independente de sua sensacional contribuição científica, sua vida infelizmente 
não foi fácil. Era uma pessoa considerada muito diferente em sua época, 
principalmente por sua sexualidade, algo que marcou toda sua trajetória em vida e 
até mesmo depois. Todos, desde os maiores gênios da computação moderna até 
apenas quem usa o computador de uma maneira mais casual, somente para 
acessar a internet, devem “acender uma vela” para Turing. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
1 
 
SINOPSE 
 O Jogo da Imitação conta a história real de Alan Turing, um matemático brilhante 
e excêntrico recrutado pelo governo britânico em 1939 para integrar a recém-criada 
inteligência militar, MI6. Sua missão: decifrar o código Enigma, usado pelos nazistas 
para planejar ataques mortais. 
 Turing enfrentou muitos preconceitos ao longo dessa jornada, por ter 
dificuldades em socializar era tido como estranho e não tinha no começo muito 
apoio de seus colegas. Após muito trabalho árduo entre eles, a máquina de Turing 
que era tão desacreditada por todos começou finalmente a funcionar e decifrar os 
códigos enviados pelos nazistas, assim encurtando a guerra em 10 anos. 
 Em seguida de todos esses acontecimentos, Turing é investigado pela Polícia 
e acaba sendo condenado por ser homossexual, o que naquela época no Reino 
Unido, era crime. O mesmo optou por um tratamento desumano em punição por sua 
sexualidade a ser preso e ter todo seu trabalho confiscado e após um tempo teve 
um fim trágico, ainda que atualmente seja uma figura tão importante. 
 O filme retrata como apesar de ter sido uma pessoa tão inteligente e ter 
salvado tantas vidas, numa balança da justiça da época o que mais pesava era a 
sua sexualidade e infelizmente demorou um certo tempo para que fosse visto o 
quão incrível foi sua criação e dedicação. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
2 
 
CONTEXTO HISTÓRICO 
Década de 40, os anos que mudaram mais ainda a história do mundo. A Segunda 
Guerra Mundial, seus precedentes e consequências passaram por todo o globo como um 
automóvel em alta velocidade por cima de uma poça d'água próxima à calçada, molhando 
quem quer que estivesse ali sem se perceber e nem mesmo se importar, a história é feita 
dessa forma. Desde a invasão nazista da Polônia até a queda de Berlim com a chegada dos 
soldados soviéticos, esses 6 anos de conflitos foram marcados por milhões de mortos e 
bilhões de vidas afetadas de forma direta ou indireta, seja por ter um parente que voltou 
mudado da vida nas trincheiras ou por termos para sempre o medo de testemunhar o uso 
de alguma arma de destruição em massa. 
Quando se fala desse período, muito se destaca e glorifica a bravura das Forças 
Aliadas contra o chamado Eixo em diversos tipos de mídia, como filmes, séries, jogos, 
livros, histórias em quadrinhos, entre tantos outros, que em sua grande maioria abordam os 
esforços de guerra feitos pelo exército inglês e estadunidense, com os soviéticos vindo bem 
atrás, tendo um reconhecimento maior mais recentemente. Enquanto isso, ainda mal vemos 
obras dedicadas a exaltar e homenagear o trabalho feito por militares brasileiros na Itália, 
por soldados do continente africano na luta para libertar tanto seu próprio continente quanto 
o europeu, dentre tantas outras lutas silenciadas por preconceitos diversos, como a história 
do batalhão 6888, recentemente adaptada para filme, onde 855 mulheres negras foram 
responsáveis por desatravancar toda a logística de correspondência, fazendo com que os 
soldados finalmente pudessem receber alguma notícia de seus entes queridos. 
A história de Alan Turing se assemelha bastante com a deste batalhão, com o pai do 
computador sendo escondido da história e privado de reconhecimento oficial em seu país 
até o começo deste século, simplesmente por ser quem ele era, um homem homossexual 
na Inglaterra da metade do século XX. Por mais absurdo que seja esse fato, ser 
homossexual era crime no país de Turing até o ano de 1967, considerada uma “indecência 
grosseira”, com castração química sendo uma opção caso o réu não quisesse ir para a 
prisão. Foi por isso que Turing escolheu passar, o que o levou ao suicídio em 1954. Uma 
mente brilhante e tão importante que teve um fim triste e prematuro, tratado como algo e 
não alguém, somente por ser quem era. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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CENAS 
 
★ Cena 1: Bullying escolar (00:24:21) 
 
○ Descrição: Nessa cena, Alan sofre bullying ser judeu, seus amigos prendem 
ele no chão da sala de aula e ficam rindo dele enquanto ele gritava por ajuda. 
Quando Alan parou de gritar, os outros garotos o deixaram preso lá, foi 
quando Christopher apareceu e o tirou do chão, falando que ele não fez nada 
de errado e que só faziam bullying com ele por ser diferente 
○ Contexto: Alan e Christopher são colegas de classe em uma escola 
contemporânea; Alan é judeu e sofre preconceito religioso. 
 
★ Falas da cena: 
 
- Alan (ofegante): “Para… para! Eu não fiz nada!” 
- Garoto A (rindo): “Olha o judeuzinho chorão!” 
- Christopher (intervém): “Ei, solta ele. Você não faz ideia do que é ser diferente.” 
 
★ Marcadores Sociais: 
 
○ Consciência: Alan se dá conta de que sua fé tornou-o vulnerável não 
somente a insultos, mas a agressões físicas. 
○ Identidade: “judeu” atua como marca de estigmatização, gerando exclusão. 
 
★ Analise: 
 
○ Evidência: o riso coletivo e os insultos (“judeuzinho”) confirmam a 
hostilidade baseada em identidade religiosa. 
○ Resistência: a ação de Christopher introduz um aliado, mostrando que 
intervenções individuais podem romper o ciclo de violência. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
4 
 
★ Cena 2: Secretário barra a entrada de Joan (00:29:32) 
 
○ Descrição da cena: A personagem “Joan” entra na sala para realizar a 
prova, mas um dos homens presentes nela a impede de entrar, dizendo que 
ela estava na sala errada e diz que o setor de “secretárias” fica em outro 
lugar do prédio. Joan fica insistindo que ela está na sala certa e que é uma 
das candidatas parafazer a prova de palavras-cruzadas, que lhe colocaria 
pra trabalhar junto a Turing em sua construção do projeto, ou seja, um lugar 
que naquela época era uma posição considerada masculina, pois mulheres 
não poderiam ser letradas. 
○ Contexto: Joan chega para fazer a prova de palavras-cruzadas numa 
repartição pública, mas é impedida por um secretário que subestima sua 
presença. 
 
★ Falas da cena: 
 
- Secretário (impositivo): “Aqui é só para os rapazes. O setor da secretaria fica lá em 
cima.” 
- Joan (determinação): “Eu sou candidata. Tenho entrada liberada.” 
- Secretário (bufando): “Tá na sala errada, moça.” 
 
★ Marcadores Sociais: 
 
○ Consciência: Joan reconhece que seu gênero é interpretado como “inapto” 
para ambientes de trabalho típicos de homens. 
○ Identidade: “mulher” torna-se sinônimo de fragilidade ou incapacidade 
profissional. 
 
★ Analise: 
 
○ Evidência: o desprezo do secretário reforça estereótipos de gênero. 
○ Resistência: a insistência de Joan reforça sua agência e resiliência. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
5 
 
★ Cena 3: Denniston ordena destruir a máquina (00:53:57) 
 
○ Descrição: Nessa parte da história, o personagem Denniston vai até onde 
Turing e sua equipe estava trabalhando, Alan percebeu que Denniston iria 
mandar desligar a máquina e correu para o galpão, fechando a porta. 
Denniston não ouviu e mandou um oficial arrombar a porta a todo custo, que 
queria desligar a máquina, dizendo que aquela máquina era uma perda de 
tempo e uma mentira, até que a equipe de Turing defende o mesmo, pedindo 
mais tempo para fazer ela funcionar. 
○ Contexto Histórico: Estamos em Bletchley Park, 1940–1941. Denniston, 
chefe do GC&CS, preza pela disciplina hierárquica e teme riscos a protocolos 
militares. 
 
★ Falas da cena: 
 
- Denniston (frio): “Essa máquina é distração. Desliguem-na agora.” 
- Turing (desafiante): “Precisamos de mais tempo — cada minuto conta para decifrar 
Enigma.” 
- Oficial (gritando, mandado por Denniston): “Arrombem essa porta!” 
 
★ Marcadores Sociais: 
 
○ Ideologia: prevalece a mentalidade conservadora que valoriza ordem e 
controle acima da inovação científica. 
○ Identidade: os cientistas são reduzidos a “executores de ordens”, não 
agentes criativos. 
 
★ Analise: 
 
○ Evidência: o comando de arrombamento simboliza a violência institucional 
contra o pensamento livre. 
○ Transição temática: assim como a escola impõe normas rígidas, a estrutura 
militar reprime iniciativas que fogem ao protocolo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
6 
 
★ Cena 4: Interrogatório policial em Manchester (01:06:10) 
 
○ Descrição: Nesse momento, um detetive está interrogando Turing, 
perguntando para ele o que estava fazendo durante o período da guerra, e o 
mesmo explica sobre o seu projeto. Porém, o detetive diz para Alan que 
suspeita de ele ser um espião nazista, além de ser mencionado, que existem 
documentos e testemunha, que afirma que Alan é um homossexual e ter 
pago um menino a tocar a parte íntima dele. 
○ Contexto Histórico: Após a guerra, em 1952, Turing é investigado sob 
acusação de indecência, mas é tratado como se fosse espião. 
 
★ Falas da cena: 
 
- Detetive (desdenhoso): “Há testemunhas que o viram em companhias suspeitas… O 
senhor pode estar passando informações aos nazistas.” 
- Turing (calmo, porém magoado): “Meu trabalho foi pela vitória aliada, não por 
interesses nazistas.” 
 
★ Marcadores Sociais: 
 
○ Identidade: a homossexualidade é enquadrada como anomalia criminosa, 
equiparada a espionagem. 
○ Linguagem: uso de termos depreciativos e confissões coagidas evidenciam 
o caráter persecutório. 
 
★ Analise: 
 
○ Evidência: a acusação infundada revela o preconceito institucionalizado. 
○ Ligação com cenas anteriores: o rótulo de “diferente” segue Turing desde o 
colégio até a corporação militar e o aparelho judiciário. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
7 
 
★ Cena 5: Terapia hormonal/castração química (01:41:39) 
 
○ Descrição: Nesse momento do filme, o personagem está em estado de 
sofrimento psíquico pós/durante o processo de castração química, por 
precisar renunciar “quem ele era”, foi neste momento que Joan apareceu 
para ver o seu velho amigo. Foi então que ela percebeu que ele estava se 
submetendo a um processo químico, para que sua tecnologia pudesse 
avançar e auxiliar a muitos, por conta da pressão governamental castradora 
que o ameaçava. 
○ Contexto Histórico: Em 31 de março de 1952, Turing aceita a castração 
química para evitar prisão. A cena retrata o momento de aplicação do 
tratamento. 
 
★ Falas da cena: 
 
- Médico (com frieza): “Serão três injeções semanais. Interrompem o desejo — é a 
única alternativa.” 
- Turing (visivelmente abatido): “Estou renunciando a quem sou para que minha 
máquina ajude a milhões.” 
 
★ Marcadores Sociais: 
 
○ Consciência: Turing vive a dolorosa percepção do preço físico e psíquico 
exigido por uma sociedade intolerante. 
○ Representações Sociais: homossexuais são tratados como “anomalias” a 
serem “corrigidas” por meio de violência médica. 
 
★ Analise: 
 
○ Evidência: o contraste entre a frieza do médico e o sofrimento de Turing 
aprofunda o caráter desumano da punição. 
○ Conexão final: todas as cenas convergem para mostrar como a diferença — 
seja de fé, gênero, pensamento ou orientação sexual — é sistematicamente 
punida. 
 
 
 
 
 
 
8 
 
 
CONCLUSÃO 
Levando todas estas questões em conta, é notável como na sociedade daquela 
época, e infelizmente ainda hoje, muitos feitos na sociedade deixam de ter reconhecimento, 
por conta de seus feitores/ criadores não estarem englobados na sociedade por questões 
étnicas, culturais ou sociais de acordo com os padrões impostos pela mesma, como no 
caso de Turing, que foi um gênio da matemática e criou uma ferramenta essencial para 
diminuir a guerra, mas sofreu de homofobia e por conta de seus costumes por parte de 
muitos ao seu redor, ou do caso de Joan, que foi inicialmente impedida de trabalhar na área 
tecnológica, por ser uma mulher trabalhando em “área de homens”. Por isso, o filme “O jogo 
da imitação”, além de contar uma história verídica, também enfatiza a importância do 
respeito à diversidade, a inclusão social e mostra como a discriminação afeta o indivíduo 
próximo, como diz o ditado: “Não julgue o livro pela capa”. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
Crítica do AdoroCinema sobre “O Jogo da Imitação” 
Disponível em: https://www.adorocinema.com/filmes/filme-198371/ 
 
Resumo do filme “O Jogo da Imitação” 
Disponível em: https://escritoradesucesso.com.br/resumo-de-o-jogo-da-imitacao/ 
 
Onde assistir “O Jogo da Imitação” 
Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=XFqgvG8VxnI 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
10 
https://www.adorocinema.com/filmes/filme-198371/
https://escritoradesucesso.com.br/resumo-de-o-jogo-da-imitacao/
https://www.youtube.com/watch?v=XFqgvG8VxnI
	 
	APS - O JOGO DA IMITAÇÃO 
	​ 
	​ 
	​ 
	Agnes Victoria Silva Ribeiro / RA: 09026344 
	Gabrielle Matsue Montes Uema / RA: 09027108 
	Heloisa Ribeiro Lenço / RA: 09027246 
	Helena Pingarilho Cattani / RA: 09027238 
	Lucas Giannetti Vieira da Silva / RA: 09027736 
	Lucas Tarcísio Cardia Marostica / RA: 202427964 
	​ 
	Disciplina: Sociedade e Comportamentos Grupais 
	Curso: Psicologia 
	Profa. Luciane de Almeida Jabur 
	FMU - Centro Universitário das Faculdades 
	Metropolitanas Unidas 
	 SUMÁRIO 
	INTRODUÇÃO 
	 
	SINOPSE 
	 
	 
	CONTEXTO HISTÓRICO 
	Década de 40, os anos que mudaram mais ainda a história do mundo. A Segunda Guerra Mundial, seus precedentes e consequências passaram por todo o globo como um automóvel em alta velocidade por cima de uma poça d'água próxima à calçada, molhando quem quer que estivesse ali sem se perceber e nem mesmo se importar, a história é feita dessa forma. Desde a invasão nazista da Polônia até a queda de Berlim com a chegada dos soldados soviéticos, esses 6 anos de conflitosforam marcados por milhões de mortos e bilhões de vidas afetadas de forma direta ou indireta, seja por ter um parente que voltou mudado da vida nas trincheiras ou por termos para sempre o medo de testemunhar o uso de alguma arma de destruição em massa. 
	 
	 
	CENAS 
	 
	 
	 
	CONCLUSÃO 
	 
	 
	 
	 
	 
	 
	 
	 
	 
	 
	REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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