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1 DIREITO DAS OBRIGAÇÕES

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DIREITO CIVIL
 BRASILEIRO
DIR
EIT
O DAS 
OBRIG
AÇÕES
ESTUDO DIRIGIDO
1. QUAL O CONCEITO DE OBRIGAÇÃO?
2. DIFERENCIE DIREITOS PATRIMONIAIS DE NÃO-PATRIMONIAIS
3. CONCEITUE: CREDOR E DEVEDOR
4. DISTINGUA: OBRIGAÇÃO, DEVER E RESPONSABILIDADE
5. O QUE É SCHULD?
6. O QUE É HAFTUNG?
7. DÊ UM EXEMPLO DE DÉBITO SEM RESPONSABILIDADE
8. DÊ UM EXEMPLO DE RESPONSABILIDADE SEM DÉBITO
9. O QUE É UMA OBRIGAÇÃO NATURAL? EXEMPLIFIQUE
10. QUAIS SÃO AS FONTES DO DIREITO OBRIGACIONAL?
11. QUAL A DIFERENÇA DAS PRESTAÇÕES SIMPLES PARA AS COMPOSTAS?
12. CONCEITUE:
A) OBRIGAÇÃO DE MEIO
B) OBRIGAÇÃO DE RESULTADO
C) OBRIGAÇÃO CONDICIONAL
D) OBRIGAÇÃO A TERMO
E) OBRIGAÇÃO COM ENCARGO
F) OBRIGAÇÃO DE EXECUÇÃO INSTANTÂNEA
G) OBRIGAÇÃO DE EXECUÇÃO DIFERIDA
H) OBRIGAÇÃO DE EXECUÇÃO CONTINUADA
I) OBRIGAÇÃO LÍQUIDA
J) OBRIGAÇÃO ILÍQUIDA
K) OBRIGAÇÃO PRINCIPAL
L) OBRIGAÇÃO ACESSÓRIA
M) OBRIGAÇÃO PROPTER REM
N) OBRIGAÇÃO ALTERNATIVA
O) OBRIGAÇÃO CUMULATIVA
P) OBRIGAÇÃO FACULTATIVA
Q) OBRIGAÇÃO DIVISÍVEL
R) OBRIGAÇÃO INDIVISÍVEL
S) OBRIGAÇÃO SOLIDÁRIA
T) SOLIDARIEDADE ATIVA
U) SOLIDARIEDADE PASSIVA
V) OBRIGAÇÕES POSITIVAS
X) OBRIGAÇÕES NEGATIVAS
1. MARQUE (V) VERDADEIRO; (F) FALSO 
1. ( ) Nas obrigações alternativas, a escolha cabe ao credor, se outra coisa não se estipulou
2. ( ) Pode o devedor obrigar o credor a receber parte em uma prestação e parte em outra.
3. ( ) Quando a obrigação for de prestações periódicas, a faculdade de opção poderá ser exercida em cada 
período.
4. ( )No caso de pluralidade de optantes, não havendo acordo unânime entre eles, decidirá o juiz, findo o 
prazo por este assinado para a deliberação.
5. ( )Se o título deferir a opção a terceiro, e este não quiser, ou não puder exercê-la, caberá somente ao juiz a 
escolha; mesmo se houver acordo entre as partes.
6. ( ) Se uma das duas prestações não puder ser objeto de obrigação ou se tornada inexequível, não subsistirá 
o débito quanto à outra.
7. ( ) Se, sem culpa do devedor, não se puder cumprir nenhuma das prestações, não competindo ao credor a 
escolha, ficará aquele obrigado a pagar o valor da que por último se impossibilitou, mais as perdas e danos 
que o caso determinar.
8. ( ) Quando a escolha couber ao credor e uma das prestações tornar-se impossível por culpa do devedor, o 
credor terá direito de exigir a prestação subsistente ou o valor da outra, com perdas e danos; se, por culpa do 
devedor, ambas as prestações se tornarem inexequíveis, poderá o credor reclamar o valor de qualquer das 
duas, além da indenização por perdas e danos.
9. ( ) Se todas as prestações se tornarem impossíveis com culpa do devedor, extinguir-se-á a obrigação.
1. MARQUE (V) VERDADEIRO; (F) FALSO
1. ( ) Havendo mais de um devedor ou mais de um credor em obrigação 
divisível, esta presume-se dividida em tantas obrigações, iguais e 
distintas, quantos os credores ou devedores. 
2. ( ) A obrigação é indivisível quando a prestação tem por objeto uma 
coisa ou um fato suscetíveis de divisão, por sua natureza, por motivo 
de ordem econômica, ou dada a razão determinante do negócio 
jurídico.
3. ( ) Se, havendo dois ou mais devedores, a prestação for indivisível, 
cada um será obrigado pela dívida toda.
4. ( ) O devedor, que paga a dívida, não se sub-roga no direito do credor 
em relação aos outros coobrigados.
5. ( ) Se a pluralidade for dos credores, poderá cada um destes exigir a 
dívida inteira; mas o devedor ou devedores se desobrigarão, pagando: 
a todos conjuntamente; ou a um, dando este caução de ratificação dos 
outros credores.
1. MARQUE (V) VERDADEIRO; (F) FALSO
6. ( ) Se um só dos credores receber a prestação por inteiro, a cada um dos outros 
assistirá o direito de exigir dele em dinheiro a parte que lhe caiba no total. 
7. ( ) Se um dos credores remitir a dívida, a obrigação ficará extinta para com os 
outros.
8. ( ) Não perde a qualidade de indivisível a obrigação que se resolver em perdas e 
danos.
9. ( ) Se por culpa só de um devedor se perder a coisa, ficarão exonerados os outros, 
respondendo só aquele pelas perdas e danos. 
2. DÊ EXEMPLOS DE OBRIGAÇÕES NÃO SUSCETÍVEIS DE DIVISÃO:
A) POR SUA NATUREZA
B) POR MOTIVO DE ORDEM ECONÔMICA
C) DADA A RAZÃO DETERMINANTE DO NEGÓCIO JURÍDICO
1. MARQUE (V) VERDADEIRO; (F) FALSO
1. ( ) Cada um dos credores solidários tem direito a exigir do devedor o cumprimento da prestação por 
inteiro.
2. ( ) Enquanto alguns dos credores solidários não demandarem o devedor comum, a qualquer daqueles 
poderá este pagar.
3. ( ) O pagamento feito a um dos credores solidários não extingue a dívida até o montante do que foi pago.
4. ( ) Se um dos credores solidários falecer deixando herdeiros, cada um destes só terá direito a exigir e 
receber a quota do crédito que corresponder ao seu quinhão hereditário, mesmo se a obrigação for 
indivisível.
5. ( ) Convertendo-se a prestação em perdas e danos, subsiste, para todos os efeitos, a solidariedade.
6. ( ) O credor que tiver remitido a dívida ou recebido o pagamento responderá aos outros pela parte que lhes 
caiba.
7. ( ) A um dos credores solidários pode o devedor opor as exceções pessoais oponíveis aos outros.
8. ( ) O julgamento contrário a um dos credores solidários atinge os demais, mas o julgamento favorável não 
lhes aproveita, sem prejuízo de exceção pessoal que o devedor tenha direito de invocar em relação a 
qualquer deles. 
ESTUDO DIRIGIDO
1. CONCEITUE EM RELAÇÃO AOS SUJEITOS DA OBRIGAÇÃO
A) OBRIGAÇÃO FRACIONÁRIA
B) OBRIGAÇÃO CONJUNTA
C) OBRIGAÇÃO SOLIDÁRIA
D) OBRIGAÇÃO ALTERNATIVA
E) OBRIGAÇÃO CONEXA
2. DIFERENCIE: SOLIDARIEDADE ATIVA DE SOLIDARIEDADE PASSIVA
3. O QUE É REMISSÃO? SUB-ROGAÇÃO?
.
1. MARQUE (V) VERDADEIRO; (F) FALSO
1, ( ) O credor não tem direito a exigir e receber de um ou de alguns dos devedores, parcial ou totalmente, a 
dívida comum; se o pagamento tiver sido parcial, todos os demais devedores continuam obrigados 
solidariamente pelo resto.
2. ( ) Importará renúncia da solidariedade a propositura de ação pelo credor contra um ou alguns dos 
devedores.
3. ( ) Se um dos devedores solidários falecer deixando herdeiros, nenhum destes será obrigado a pagar senão 
a quota que corresponder ao seu quinhão hereditário, salvo se a obrigação for indivisível; mas todos 
reunidos serão considerados como um devedor solidário em relação aos demais devedores.
4. ( ) O pagamento parcial feito por um dos devedores e a remissão por ele obtida aproveita aos outros 
devedores até à concorrência da quantia paga ou relevada. 
5. ( ) Qualquer cláusula, condição ou obrigação adicional, estipulada entre um dos devedores solidários e o 
credor, poderá agravar a posição dos outros independentemente do consentimento destes. 
6. ( ) Impossibilitando-se a prestação por culpa de um dos devedores solidários, subsiste apenas para ele o 
encargo de pagar o equivalente; e todos respondem pelas perdas e danos. 
7. ( ) Todos os devedores respondem pelos juros da mora, ainda que a ação tenha sido proposta somente 
contra um; mas o culpado responde aos outros pela obrigação acrescida.
8. ( ) O devedor demandado não pode opor ao credor as exceções que lhe forem pessoais e as comuns a 
todos; aproveitando-lhe as exceções pessoais a outro co-devedor.
9 ( ) O credor não pode renunciar à solidariedade em favor de um, de alguns ou de todos os devedores. 
10. ( ) Se o credor exonerar da solidariedade um ou mais devedores, subsistirá a dos demais.
11. ( ) Se a dívida solidária interessar exclusivamente a um dos devedores, responderá este por toda ela para 
com aquele que pagar.
15 min
1. MARQUE (V) VERDADEIRO; (F) FALSO
1. ( ) A obrigação de dar coisa certa abrange os acessórios dela embora não 
mencionados, salvo se o contrário resultar do título ou das circunstâncias do caso.
2. ( ) Se, no caso do artigo 233, a coisa se perder, sem culpa do devedor, antes da 
tradição fica resolvida a obrigação paraambas as parte.
3. ( ) Se, no caso do artigo 233, a coisa se perder sem culpa do devedor, pendente a 
condição suspensiva (resolutiva), antes da tradição, fica resolvida a obrigação para 
ambas as partes.
4. ( ) Se, no caso do artigo 233, a coisa se perder, por culpa do devedor, não 
responderá este pelo equivalente e mais perdas e danos.
5. ( ) Deteriorada a coisa, sendo o devedor culpado, deverá o credor resolver a 
obrigação. 
6. ( ) Sendo culpado o devedor pela deterioração, poderá o credor exigir o valor 
equivalente do bem com direito a reclamar indenização das perdas e danos.
7. ( ) Sendo culpado o devedor pela deterioração, poderá o credor aceitar a coisa no 
estado em que se acha, com direito a reclamar, indenização das perdas e danos.
ESTUDO DIRIGIDO
1. DIFERENCIE: OBRIGAÇÕES PROPTER REM, OBRIGAÇÕES COM ÔNUS REAL E 
OBRIGAÇÕES DE EFICÁCIA REAL
2. CONCEITUE: 
A) OBRIGAÇÃO DE DAR COISA CERTA
B) OBRIGAÇÃO DE DAR COISA INCERTA
C) OBRIGAÇÃO DE RESTITUIR
D) OBRIGAÇÃO DE FAZER FUNGÍVEL
E) OBRIGAÇÃO DE FAZER INFUNGÍVEL
F) OBRIGAÇÃO DE NÃO FAZER
3. O CREDOR PODE SER OBRIGADO A RECEBER PRESTAÇÃO DIVERSA DA QUE LHE É 
DEVIDA? O QUE DETERMINA A LEGISLAÇÃO VIGENTE? E SE A PRESTAÇÃO OFERECIDA 
PELO DEVEDOR FOR MAIS VALIOSA?
4. POR REGRA, NO CÓDIGO CIVIL, QUE VENDE O BEM PRINCIPAL TAMBÉM VENDE OS 
ACESSÓRIOS. DÊ UM EXEMPLO DESSA REGRA.
1. MARQUE (V) VERDADEIRO; (F) FALSO
8. ( ) Até a tradição pertence ao credor a coisa, com os seus 
melhoramentos e acrescidos, pelos quais poderá exigir abatimento no 
preço;
9. ( ) Os frutos percebidos são do credor, cabendo ao devedor os 
pendentes
10. ( ) Se a obrigação for de restituir coisa certa, e esta, sem culpa do 
devedor, se perder antes da tradição, sofrerá o credor a perda, e o 
devedor arcará com as perdas e danos.
11. ( ) Se a coisa se perder por culpa do devedor, responderá este pelo 
equivalente, mais perdas e danos.
12. Se a coisa restituível se deteriorar sem culpa do devedor, recebê-la-á 
o credor, tal qual se ache, com direito a indenização.
13. ( ) Se a obrigação for de restituir coisa certa, sobrevier 
melhoramento ou acréscimo à coisa, sem despesa ou trabalho do 
devedor, lucrará o credor, desobrigado de indenização.
ESTUDO DIRIGIDO
5. NA OBRIGAÇÃO DE DAR COISA CERTA, DESCRIMINE AS CONSEQUÊNCIA DE HAVER 
PERDA DO OBJETO
A) COM CULPA DO DEVEDOR
B) SEM CULPA DO DEVEDOR
6. NA OBRIGAÇÃO DE DAR COISA CERTA, DESCRIMINE AS CONSEQUÊNCIA DE HAVER 
DETERIORAÇÃO DO OBJETO
A) COM CULPA DO DEVEDOR
B) SEM CULPA DO DEVEDOR
7. NA OBRIGAÇÃO DE RESTITUIR COISA CERTA, DESCRIMINE AS CONSEQUÊNCIA DE 
HAVER PERDA DO OBJETO
A) COM CULPA DO DEVEDOR
B) SEM CULPA DO DEVEDOR
8. NA OBRIGAÇÃO DE RESTITUIR COISA CERTA, DESCRIMINE AS CONSEQUÊNCIA DE 
HAVER DETERIORAÇÃO DO OBJETO
A) COM CULPA DO DEVEDOR
B) SEM CULPA DO DEVEDOR
ESTUDO DIRIGIDO
1. COMPLETE:
A) A COISA INCERTA SERÁ INDICADA AO MENOS PELO ____________ E PELA 
________________.
B) NA OBRIGAÇÃO DE DAR COISA INCERTA, A ESCOLHA, VIA DE REGRA, CABE AO 
_______________. NÃO PODE ELE, PORÉM, ESCOLHER COISA __________________ OU SER 
OBRIGADO A DAR COISA ________________.
C) A REGRA DO CÓDIGO CIVIL É QUE: AQUELE QUE AGIR COM CULPA, RESPONDERÁ 
SEMPRE POR _______________ E _______________.
2. TERCEIRO PODE SER RESPONSÁVEL PELA ESCOLHA DA COISA A SER ENTREGUE 
PELO DEVEDOR?
4. CASO FORTUITO/FORÇA MAIOR PODEM DESOBRIGAR O DEVEDOR DA ENTREGA DA 
COISA INCERTA?
5. EXPLIQUE O TERMO: RES PERIT DOMINO. DÊ UM EXEMPLO PRÁTICO.
6. UMA VEZ FEITA A ESCOLHA DO BEM, A COISA DEIXA DE SER INCERTA. NESSE CASO, 
TODAVIA, NÃO SE PODERÁ APLICAR AS REGRAS RELATIVAS À OBRIGAÇÃO DE 
DAR/RESTITUIR COISA CERTA. JUSTIFIQUE.
7. O QUE SIGNIFICA DIZER QUE UMA OBRIGAÇÃO DE FAZER É INTUITU PERSONAE?
ESTUDO DIRIGIDO
8. NA OBRIGAÇÃO DE FAZER, SE A OBRIGAÇÃO SE TORNAR IMPOSSÍVEL, SEM CULPA 
DO DEVEDOR, O QUE OCORRERÁ?
9. NA OBRIGAÇÃO DE FAZER, SE A OBRIGAÇÃO SE TORNAR IMPOSSÍVEL, POR CULPA DO 
DEVEDOR, O QUE OCORRERÁ?
10. NO CASO DE OBRIGAÇÃO DE FAZER FUNGÍVEL URGENTE DESCUMPRIDA, O QUE 
PODE FAZER O CREDOR? NESTE CASO, SERÁ NECESSÁRIA A AUTORIZAÇÃO JUDICIAL?
11. NO CASO DE OBRIGAÇÃO DE FAZER FUNGÍVEL NÃO URGENTE DESCUMPRIDA, O QUE 
PODE FAZER O CREDOR? NESTE CASO, SERÁ NECESSÁRIA A AUTORIZAÇÃO JUDICIAL?
12. MARQUE (V) VERDADEIRO; (F) FALSO
( ) Extingue-se a obrigação de não fazer, desde que, com culpa do devedor, se lhe torne impossível 
abster-se do ato, que se obrigou a não praticar. 
( ) Praticado pelo devedor o ato, a cuja abstenção se obrigara, o credor não pode exigir dele que o 
desfaça, sob pena de se desfazer à sua custa, ressarcindo o culpado perdas e danos.
( ) Salvo em caso de urgência, poderá o credor desfazer ou mandar desfazer, independentemente de 
autorização judicial, sem prejuízo do ressarcimento devido.

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