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Série 19 Experimento 2. O intervalo mais curto em um esquema de intervalo variável pode ser bem pequeno. Um reforço pode ocorrer imediatamente depois de outro reforço. Comparada à frequência observada em alguns esquemas, a frequência do Experimento 2 é moderada. Podemos dizer que os esquemas de intervalo variável geram uma frequência relativamente baixa e bastante regular. Um pombo não poderia mudar abruptamente de reforço contínuo (todas as respostas são reforçadas) para uma razão fixa de 900 porque o operante estaria extinto antes da 900. resposta. Algumas vezes ocorrem pausas depois de um reforço nos esquemas de razão (1) fixa, mas não nos esquemas de razão (2) variável. Para produzir uma elevada frequência de respostas sem pausas apreciáveis, poderíamos usar um esquema de razão variável. A expressão resistência à extinção refere-se ao número de respostas emitidas depois de ter sido suspenso o reforço. Quando poucas respostas não reforçadas são necessárias para que se complete a extinção, dizemos que a resistência é baixa. No Experimento 2, a acessibilidade de um reforço para uma determinada resposta depende da passagem do tempo. Experimento 2. Na figura, dois longos períodos consecutivos de respostas não reforçadas ocorrem em A e B. Experimento 2. Se o intervalo médio tivesse sido menor (maior densidade de reforços), a frequência teria sido maior. Quanto maior for o intervalo médio em um esquema de intervalo variável menor a frequência de respostas. Experimento 3. No registro 3 há uma pausa depois do reforço. Ao comparar o Experimento 2 e o Experimento 3, você concluiria que são os esquemas de razão ou que são os esquemas de intervalo os que produzem as frequências mais altas? razão Desde que um esquema de razão (1) variável não produz pausas depois de um reforço, a curva é mais regular que a produzida por uma razão (2) fixa que frequentemente produz pausas. Quando um operante é “resistente à extinção” muitas respostas não reforçadas são emitidas antes que a extinção se complete. Experimento 2. Quando uma resposta foi reforçada, decorre um espaço variável de tempo antes que outra resposta seja reforçada. Isto é chamado um esquema de intervalo variável. Experimento 2. A curva tem muitas pequenas irregularidades, tem uma aparência “granulada”. Isso significa que existem ligeiras mudanças momentâneas na frequência. Experimento 2. Se modificarmos o intervalo médio de 3 para 1 minuto, deveremos esperar que a frequência de respostas aumente. Experimento 3. No registro A há poucas (1) pausas depois do reforço. A frequência é maior e (2) mais constante. Comparando o Experimento 2 com o Experimento 3, podemos concluir que um esquema de (1) razão variável gera uma frequência maior que um esquema de (2) intervalo variável. Leia o Experimento 4. Em condições de reforço contínuo todas as respostas são reforçadas. Depois desse esquema, quando o reforço fôr suspenso, o tempo que a extinção demora é rápido. São necessárias muito menos respostas não reforçadas para extinguir um operante depois de reforço intermitente do que depois de reforço contínuo. Experimento 2. Neste esquema, o intervalo entre reforços varia de (1) X até (2) Y minutos A frequência de respostas entre C e D é aproximadamente a mesma que a frequência entre A e B. Experimento 2. Se modificarmos o intervalo médio de 3 para 4 minutos, devemos esperar que a frequência de respostas diminua. O experimento 3 sugere que pausas depois do reforço sejam tanto mais possíveis, quanto maior for a razão fixa. Uma gradativa aceleração positiva entre reforços é produzida por um esquema de reforço em razão variável. De uma resposta que é sempre reforçada se diz que é mantida em um esquema de reforço contínuo. Uma resposta continuamente reforçada é menos resistente à extinção do que uma intermitentemente reforçada. Experimento 2. Neste esquema, 3 minutos 6 (em média) entre respostas reforçadas. Experimento 2. Exceto pelas pequenas modificações momentâneas, em um esquema de intervalo variável a frequência de respostas é bastante constante em comparação com a frequência em um intervalo fixo. (Leia o Experimento 3). Experimento 3. Em um esquema de razão fixa, os reforços seguem um número fixo de respostas. Experimento 3. Exceto pelas pausas, a frequência de respostas por segundo neste esquema de razão fixa aproxima-se mais de 3; 1; 0,5; 0,25 ou 0 respostas por segundo? 1 segundo Em um esquema de reforço em razão fixa, a primeira resposta de uma nova razão é seguida por outras respostas com uma frequência decrescente e intermitente. Existe uma pequena resistência à extinção nas respostas que foram sempre reforçadas (isto é, em reforço continuo) Uma mãe que deseja parar com as birras pode não ceder sempre. Ocasionalmente, quando estiver especialmente cansada, poderá ceder. Ela está reforçando as birras intermitentemente. Uma resposta emitida logo depois de um reforço não é nunca reforçada em um esquema de intervalo (1) fixo. Uma resposta imediatamente depois de um reforço pode ser reforçada às vezes em um esquema de intervalo (2) variável Pode-se fazer com que o registro obtido seja “granulado” ou “liso” através de pequenas modificações em determinados intervalos do esquema de intervalo variável. As modificações momentâneas de frequência podem ser controladas pelos intervalos componentes. Um marcador de tempo ou relógio é usado na programação de esquemas de (1) intervalo fixo e um numerador é usado na programação de esquemas de (2) razão fixa. Em um esquema de razão fixa, os reforços ocorrem depois de um número fixo de respostas. Um esquema de razão variável prevê reforços depois de um número variável de respostas. Pausas depois de um reforço ocorrem algumas vezes em esquemas de intervalo fixo como de razão fixa. No caso de intervalo variável as respostas recomeçam abruptamente. Experimento 4. Depois de o comportamento ter sido mantido em uma razão de 900:1, o reforço foi suspenso. Nas primeiras 4 horas e meia de extinção foram emitidas muitas respostas. Ao reforçar intermitentemente as birras, a mãe está fazendo com que fiquem muito resistentes à extinção. Experimento 2. Ao contrário do esquema de intervalo fixo, em um esquema de intervalo variável uma resposta emitida logo depois de uma reforçada pode ser ocasionalmente reforçada. Experimento 2. Neste esquema de intervalo variável (intervalo médio de 3 minutos) que valor mais se aproxima da frequência de respostas (respostas por segundo): 0,0; 0,25; 0,5; 3P 0,25 Experimento 3. No registro A, existem (1) poucas respostas entre reforços, e no registro B, existem (2) mais respostas entre reforços. As pausas depois de um reforço ocorrem nos esquemas de intervalo fixo, mas não nos esquemas de intervalo (1) variável. Do mesmo modo, não esperamos pausas consistentemente depois do reforço em um esquema de razão (2) variável. Em um esquema de reforço em intervalo fixo há uma (1) pausa depois do reforço, as respostas recomeçam e (2) aceleram-se gradualmente até alcançar a frequência terminal imediatamente antes do reforço seguinte. Respostas mantidas por reforço intermitente são mais resistentes à extinção que respostas mantidas por reforço contínuo.