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___________________________________________________________________________ ALTERAÇÕES CAUSADAS PELA EROSÃO NAS FALÉSIAS E SOLOS DA PRAIA DE CANOA QUEBRADA Dilailso Carvalho da Silva¹, Prof. Dr. Marcelo Tavares Gurgel² ¹Graduando em Bacharelado em Ciência e Tecnologia na Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA). Email: dilailsocarvalho@gmail.com ²Doutor em Recursos Naturais Pela Universidade Federal de Campina Grande (2006), Professor da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA). Email: marcelo.tavares@ufersa.edu.br Resumo: O distrito de Canoa quebrada situa-se na cidade de Aracati, litoral leste do estado do Ceará. Esta localidade é conhecida pelas belas praias e falésias que formam paisagens deslumbrantes e atraem muitos turistas durante todo ano bem como aumenta a atividade de construção civil, estas ações antrópicas juntamente com as chuvas, os ventos e o agressivo ambiente marítimo são agentes que auxiliam a atividade da erosão nos solos e nas falésias em canoa quebrada. Desta maneira, este artigo tem por objetivo geral identificar, analisar e apresentar soluções às alterações causadas pela erosão nas falésias e nos solos no distrito de Canoa Quebrada. Para ser realizado o estudo foram feitas fotografias de falésias, ruas, estradas e construções, no período entre maio de 2020 e maio de 2022. Também foi realizado um levantamento bibliográfico sobre o tema em revistas, periódicos, sites e artigos científicos. As principais manifestações erosivas encontradas foram ravinas e voçorocas. Diante disto é necessário realizar medidas preventivas como isolamento e reintroduzir a vegetação nativa da área para estabilizar as movimentações que ocorrem nos solos e falésias. Palavras-chave: Zona Costeira. Falésia. Agentes Erosivos. Voçoroca. 1. INTRODUÇÃO O município de Aracati situa-se no estado do Ceará, no litoral leste do estado, com uma área de aproximadamente 1.229,19 km², possui diversas praias, sendo a principal delas a Canoa Quebrada. A cidade foi fundada em 11 de abril de 1747, é também conhecida por “Terra dos bons ventos” e está a 150 km da capital cearense Fortaleza [1]. A ocupação do litoral do Ceará é crescente por haver inúmeros atrativos naturais, como dunas, praias, manguezais, falésias, recifes e lagoas costeiras, além de inúmeras políticas públicas que visam o incentivo do turismo [2]. Dessa maneira, Canoa Quebrada tem recebido investimentos tanto do setor privado por meio de empresários estrangeiros do ramo hoteleiro como do setor público pelo Município, Estado e União. Ambos visam aumentar o fluxo de turistas na localidade que se torna mais intenso durante o período de férias, especificamente durante os meses de dezembro e janeiro. Esses investimentos são preponderantemente em novos empreendimentos imobiliários bem como em infraestrutura seja ruas, estradas e outros. O crescimento urbano acelerado e desorganizado propicia que as áreas costeiras sejam expostas a um intenso processo de utilização de seus recursos, causando perdas ao ambiente, muitas vezes irreversíveis [3]. Como se tem observado nas falésias nas quais o incremento da ação antrópica, através da supressão da cobertura vegetal para criação de núcleos urbanos e atividades turísticas e de lazer, têm alterado a dinâmica, passando a comprometer suas potencialidades [4]. A erosão marítima, provocada pela ação das ondas do mar, e as precipitações pluviométricas acarretam deslizamentos de terra que têm ocasionado muitos danos, além disso, os agentes modificadores do relevo, como chuvas e ondas, recebem a contribuição dos ventos e da ação antrópica, principalmente o desmatamento, para alterar o perfil da linha de costa [5]. Assim, estudos relacionados a essa temática devem ser realizados com intuito de demonstrar a relevância sobre como e os porquês das ações erosivas existentes na praia de canoa quebrada, evidenciando as situações existentes na localidade e buscando entender mais sobre os processos de ravinamento e voçorocamento. Tais estudos poderão propor soluções viáveis e eficazes a fim de solucionar problemas anteriores, minimizar os problemas existentes e prevenir possíveis alterações futuras buscando subsidiar com conhecimento científico os agentes que estão inclusos na problemática, alinhando os interesses sociais da população e sociedade de maneira geral a preservação do meio ambiente. ___________________________________________________________________________ 1 mailto:marcelo.tavares@ufersa.edu.br ___________________________________________________________________________ Nesse contexto, este artigo tem por objetivo geral identificar, analisar e apresentar soluções às alterações causadas pela erosão nas falésias e nos solos no distrito de Canoa Quebrada. 2. DESENVOLVIMENTO 2.1. Fundamentação teórica 2.1.1. Solo Define-se o solo como sendo um conjunto de corpos naturais, formados por partes sólidas, líquidas e gasosas, tridimensionais, dinâmicos, formados por materiais minerais e orgânicos; contém matéria viva e podem ser vegetados na natureza e, eventualmente, terem sido modificados por ações do homem [6]. O solo é um dos recursos naturais mais importantes para o equilíbrio do ecossistema terrestre, uma vez que interage diretamente com a atmosfera, biosfera, litosfera e hidrosfera [7]. Tem como limite superior o contato com a atmosfera; como limites laterais os corpos d’água superficiais, rochas, gelo, aterros, etc. O limite inferior, em geral, é de difícil definição, mas passa pelo contato com a rocha dura ou materiais que não apresentam sinais de influência de microrganismos [7]. 2.1.2. Falésia A falésia é definida como um despenhadeiro encarpado formado pela ação erosiva das ondas sobre as rochas, quando se encontra em processo de erosão marinha constante pode-se falar em falésia ativa ou viva, quando não há erosão tem-se a falésia marinha inativa ou morta [10]. As falésias são um ressalto não coberto pela vegetação, com declividades muito acentuadas e de diversas alturas, localizado na linha de contato entre a terra e o mar [11]”. As quais consistem em desníveis no relevo, formados principalmente pela ação do mar [12]. 2.1.3. Erosão e os agentes erosivos O termo erosão em síntese é um processo ou grupo de processos que retira as camadas superficiais de solo e transporta-as por meio dos agentes erosivos como rios, mares, vento e chuva, principalmente a chuva e o vento nas regiões tropicais [8]. A etimologia da palavra erosão é proveniente do latim erodere, que significa corroer, devorar, etc. e dessa forma são chamados todos os processos de desgaste realizados pelas águas e vento que geram respectivamente as erosões hídricas e eólicas [9]. 2.1.3.1 Erosão marítima A erosão marítima, conhecida também de erosão costeira, modifica todo o litoral e é provocada, fundamentalmente, pela ação de três fatores: ondas, correntes e marés. As ondas e marés, além de eventuais tempestades ao longo do litoral, causam trabalho de destruição e caracterizam-se por apresentarem em 2 direções que são fluxo de vazante e fluxo de enchentes. Nos costões rochosos, a ação erosiva do mar forma as falésias. Nas praias arenosas, a ação erosiva do mar causa recuo da mesma, ocorrendo o transporte de sedimento, onde o sedimento é retirado pelas ondas e transportado lateralmente pelas correntes litorâneas [13, 14]. O processo de erosão costeira se manifesta de forma mais espetacular em encostas altas, como é o caso das falésias, que terminam abruptamente no mar. O trabalho das ondas na base das falésias provoca desmoronamentos, deixando sem sustentação à parte superior, que também acaba por cair [13, 15]. 2.1.3.2 Erosão pluvial As principais formas erosivas ocorrem a partir do escoamento superficial e subsuperficial. O processo começa com as primeiras gotas de água, que, ao se chocarem contra o solo provocam salpicamento de partículas, causando a ruptura dos agregados. Isso origina o processo de selagem do topo do solo que dificulta a infiltração das águas da chuva, causando o escoamento superficial.Esse escoamento também acontece, quando o solo não suporta mais infiltração das águas da chuva. Essas águas podem se concentrar, formando sulcos, dando origem às ravinas. À medida que as ravinas vão se alargando, se aprofundando e aumentando de comprimento, dão origem às voçorocas. Essas podem se formar também a partir do escoamento subsuperficial, provocando o colapso do teto, abrindo grandes buracos na superfície do solo [16]. 2.1.3.3 Erosão Eólica A erosão eólica consiste em três diferentes fases: início do movimento, transporte e deposição [17]. ___________________________________________________________________________ 2 ___________________________________________________________________________ O início do movimento das partículas do solo é ocasionado pelas forças do vento exercidas contra a superfície do terreno [18,19]. O transporte das partículas se relaciona com o seu tamanho, a velocidade do vento e pela distância a percorrer [19]. A deposição do sedimento ocorre quando: a presença de pequenas barreiras funciona como quebra-ventos que provocam a diminuição da velocidade do vento [20,21]. 2.1.3.4 Erosão Antrópica A erosão antrópica é ocasionada pela influência do homem, na busca de melhores condições de vida e para a manutenção de suas necessidades de sobrevivência. Desta maneira o homem sempre busca utilizar, neste caso, os recursos do solo, tanto para cultivar quanto para os demais tipos de ocupação, essa ação aplicada ao sistema natureza produz uma resposta que nem sempre é favorável na visão da renovação dos recursos [8]. Atividades desenvolvidas pelo homem que propiciam para a aceleração do processo de erosão do solo ● Desmatamento de terrenos de encostas; ● Movimentos de terra: escavações e aterros; ● Impermeabilização do solo: construções, pavimentação, compactação; ● Execução de obras: desmatamentos; movimentos de terra; áreas de empréstimo; impermeabilização; alterações no escoamento das águas [22]. 2.1.4. Manifestações Erosivas ● Voçorocas: Quanto às manifestações erosivas, pode-se citar a voçoroca que é definida como forma erosiva, trabalhada pela erosão superficial e pelo solapamento provocado pela erosão subterrânea, em terrenos geralmente arenosos. A voçoroca pode originar escavações de paredes abruptas de dezenas de metros de largura e comprimento [23].As voçorocas também se caracterizam pelas incisões com largura e profundidade superiores a 50 centímetros [24]. Uma das formas de controlar as voçorocas equivale à estabilização do voçorocamento, ou seja, consiste no processo de conter a sua evolução, assim o desvio do fluxo de água é a primeira medida a ser praticada, pois impedirá o aumento da voçoroca. O controle da velocidade e do volume de água que flui em sua cavidade é outra alternativa caso não seja realizado o desvio do fluxo da água.[25] Uma solução para as voçorocas próximo a orla da praia consiste na remoção das construções na linha de costa que pode evitar o agravamento da erosão costeira no local, ou mesmo que venha a ocorrer.[25] Outra solução de proteção costeira que vem adotado internacionalmente é a recuperação das praias, com aumento do estoque de areia, uma vez que diminui a energia das ondas de tempestade, bem como recuperar o seu habitat com sua rica biodiversidade, que depende de praias saudáveis.[25] ● Ravinas: As ravinas são caracterizadas pelas incisões de até 50cm de largura e profundidade [26], e são canais criados pela ação do escoamento superficial [27,28]. Em decorrência do escoamento superficial à medida que as ravinas vão se alargando, se aprofundando e aumentando de comprimento, dão origem às voçorocas, sendo dessa forma a voçoroca uma evolução direta da ravina [16]. Há algumas medidas que podem ser adotadas para evitar o surgimento de ravinas ou até mesmo diminuir os impactos causados por ela, como as seguintes: Revegetação da área, Construção de estruturas para retenção da velocidade da água de chuva e isolamento da área [29]. 2.2. Metodologia ___________________________________________________________________________ 3 ___________________________________________________________________________ Figura 1. Imagem de satélite dos locais das fotografias. (Google earth) A pesquisa foi realizada sobre um estudo de caso localizado na praia de Canoa Quebrada, que está a 150 km da capital cearense Fortaleza. A escolha desse local se deve ao fato de estar ocorrendo ao longo do tempo diversas alterações nas falésias e solos devido ao turismo intenso, mar, chuvas e ventos. Inicialmente houve o levantamento bibliográfico, com critério de inclusão de trabalhos sobre o tema erosão e falésia através de sites, livros, revistas científicas, artigos e periódicos, analisando variadas situações a fim de ampliar os conhecimentos sobre o assunto em questão com intuito de obter dados científicos para o embasamento do tema em discussão. Os registros fotográficos foram feitos entre os anos de 2020 e 2022, coletados e armazenados com auxílio de celulares para serem analisados em um momento posterior. Foram realizados registros de erosões nas falésias e nos solos da localidade. Conforme a Figura 1, os pontos marcados na imagem de satélite são: ● Ponto 1: Latitude: -4,5264702º, longitude: -37,699826º. Calçamento em declive que dá acesso a restaurantes e hotéis na orla da praia, possui intenso trânsito de pedestres e veículos e construções de hotéis e pousadas. ● Ponto 2: Latitude: -4,52112º, longitude: -37,70614º. Cemitério que sofre influências das ondas nas marés altas devido à proximidade com o mar. ● Ponto 3: Latitude: -4,52929º, longitude: -37,70603º. Estrada em declive que acessa a localidade e possui intenso trânsito de veículos. ● Ponto 4: Latitude: -4,53156º, longitude: -37,69285º. Topo de falésia em região sem construção e de pouca movimentação humana. ● Ponto 5: Latitude: -4,52898º, longitude: -37,69587º. Topo de falésia em região de construções de casas de moradores nativos. Quanto aos resultados foram embasados e obtidos por meio de comparações das fotografias com as bibliografias utilizadas para a fundamentação teórica do presente artigo e também através de análise dos problemas observados nas falésias e solos locais. 3. RESULTADOS E DISCUSSÃO De maneira geral foi possível depreender que a região estudada sofre com ações antrópicas que aceleram o processo de erosão, como a impermeabilização dos solos com construções, pavimentação e compactação aliado com o agressivo ambiente marítimo com ondas, além de ventos e também as ações da chuva que resulta no escoamento superficial. Como pode ser observado na Figura 2, há atividades desenvolvidas pelo homem como compactação do solo para a construção de calçamento e também compactação pela movimentação de pessoas e veículos[22]. Além de ser um local em declive que aumenta a velocidade de escoamento superficial das águas das chuvas. ___________________________________________________________________________ 4 ___________________________________________________________________________ Figura 2. Voçoroca em calçamento. (Autoria própria) Neste caso, o controle das voçorocas equivale à estabilização do voçorocamento, ou seja, consiste no processo de conter a sua evolução, assim o desvio do fluxo de água é a primeira medida a ser praticada, com criação de valetas para escoar o fluxo da água para uma área com vegetação, pois impedirá o aumento da voçoroca. O controle da velocidade e do volume de água que flui em sua cavidade é outra alternativa caso não seja realizado o desvio do fluxo da água[25]. Na Figura 3, observa-se uma voçoroca em uma área onde existe a construção de um cemitério próximo a orla da praia que sofre influência das ondas nas marés altas, as quais realizam o transporte de sedimentos devido ao seu movimento. Além disso, sofre influência humana com escavações e movimentações de terra devido a atividade funerária como também é atingida pelas forças do vento exercidas contra a superfície do terreno que propiciam erosão eólica iniciado pela movimentação daspartículas do solo. Neste caso uma das soluções seria a remoção da construção na linha de costa que pode evitar o agravamento da erosão costeira no local, ou mesmo que venha a ocorrer [25]. Outra solução de proteção costeira que vem adotado internacionalmente é a recuperação das praias, com aumento do estoque de areia, uma vez que diminui a energia das ondas de tempestade, bem como recuperar o seu habitat com sua rica biodiversidade, que depende de praias saudáveis[25]. Figura 3. Voçoroca em cemitério. (Autoria própria) Na Figura 4, pode ser detectado uma manifestação erosiva por meio da voçoroca com incisões com largura e profundidade superiores a 50 centímetros, neste caso escavações abruptas de dezenas de metros de largura e comprimento [23]. ___________________________________________________________________________ 5 ___________________________________________________________________________ Figura 4. Voçoroca em estrada de acesso a Canoa Quebrada. (Autoria Própria) Neste caso alguns fatores contribuem para o processo erosivo como pode-se citar a compactação do solo, as movimentações de terra e as escavações em função da construção da estrada, assim como a compactação do solo pelo tráfego de veículos e o aumento da velocidade de escoamento superficial decorrente da declividade da pista que aceleram o processo de erosão. Por fim, vale ressaltar que o processo de recuperação de voçorocas, como essa aqui mencionada, pode ser lento e oneroso, de acordo com a magnitude, pode se tornar um investimento muito alto. Na Figura 5, pode se constatar a presença das ravinas no topo das falésias, sendo estas ocasionadas por uma movimentação natural do meio ambiente, devido a agentes erosivos marítimo e eólico que por meio de ondas e ventos formam incisões de até 50cm de largura e profundidade [25], além da erosão pluvial que criam canais pela ação do escoamento superficial [26,27], sendo a evolução direta das ravinas às voçorocas. Neste caso, o local possui baixa movimentação de pessoas e nenhuma construção sendo assim uma solução viável o isolamento da área para evitar que a influência humana atue e acelere o processo erosivo. Figura 5. Ravina em falésia. (Autoria Própria) Na Figura 6, percebe-se a presença de uma ravina no topo da falésia. É possível perceber também que há pouca vegetação nativa. Além do local possuir casas de moradores locais. Neste caso para evitar o surgimento de ravinas ou até mesmo diminuir os impactos causados por ela, existem algumas medidas que podem ser adotadas, como as seguintes: ● Revegetação da área ● Construção de estruturas para retenção da velocidade da água de chuva. ___________________________________________________________________________ 6 ___________________________________________________________________________ Figura 6. Ravina em cima de falésia. (Autoria própria) 4. CONCLUSÕES As alterações erosivas observadas em Canoa Quebrada são ocasionados pelos diversos agentes erosivos que são: marítima, eólica, pluvial e antrópica. Os agentes erosivos realizam o processo em conjunto e em diferentes locais da área estudada,. As principais manifestações erosivas são as ravinas e voçoroca e as soluções para evitar as erosões são diversas entre as quais são consideradas medidas preventivas o isolamento e a revegetação da área Como medidas mitigadoras como a remoção de construções na linha de costa, desvio do fluxo de água e o controle do volume de água. 5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS [1] ARACATI. Prefeitura Municipal. Dados do município. Disponível em: . Acessado 25/05/2022. [2] SILVA, R.R.; CÂMARA, I.F; LIMA, K.S.F.; PINHEIRO, L.S. Ocupação x Erosão nas falésias arenosas do Ceará. In: XII SIMPÓSIO NACIONAL DE GEOMORFOLOGIA, 2018, Crato. Anais....Crato: 2018. [3] FAÇANHA, M. C.; DI CIERO, C. D.; SOUZA, L. A. Erosão costeira na praia do Icaraí-CE. 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KALINE DANTAS TRAVASSOS e o Dr. LUCAS RAMOS DA COSTA, como membros. Concluída a defesa, procedeu-se o julgamento pelos membros da banca examinadora, tendo o aluno obtido às seguintes notas: 9,5; 9,5; 9,5. Apuradas as notas verificou-se que o aluno foi aprovado com média geral 9,5. E para constar, eu, MARCELO TAVARES GURGEL, lavrei a presente ata que, após lida e aprovada pelos membros da banca examinadora, foi assinada por todos. Mossoró, 15 de Junho de 2022. Assinatura dos membros da Banca Examinadora. __________________________________________________ Prof. Dr. Marcelo Tavares Gurgel – UFERSA Presidente e orientador Dra. Kaline Dantas Travassos – UFERSA Primeiro Membro Dr. Lucas Ramos da Costa - FACENE Segundo Membro