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BIG CITY DESIGN &
BUILD COMPANY PROFILE
Universidade Federal Rural de Pernambuco – UFRPE 
Unidade Acadêmica do Cabo de Santo Agostinho
Unidade Curricular: Geologia
Docente: Prof (a). Thalita Maria Ramos Pôrto de Moraes
Aula 04: Métodos de Investigação do Subsolo
INVESTIGAÇÃO GEOTÉCNICAS
Objetivo: Avaliar as condições geológicas e dos solos que afetam a segurança, o 
custo, o projeto e a execução do mesmo ou remediações. 
Diversos são os fatores que influenciam a escolha dos métodos de investigação, são eles:
1. Natureza dos materiais de subsuperfície;
2. Condição do lençol de água;
3. Tipo de obra a ser construída ou investigada;
4. Complexidade da área;
5. Topografia local;
6. Grau de perturbação de cada método investigativo;
7. Tempo;
8. Aspectos geo-ambientais;
9. Limitações de orçamento;
10. Aspectos políticos.
UFRPE – GEOLOGIA – PROF(A). THALITA PÔRTO
• Projetos inadequados;
• Atrasos na obra;
• Aumento de custos por modificações de última hora e 
remediação;
• Problemas ambientais;
• Até mesmo a ruptura da obra. 
01.
A falta de investigação geotécnica ou a má interpretação de dados, 
resulta em: 
POR QUE INVESTIGAR?
Deve-se saber que os resultados e análises das investigações 
geotécnicas são documentos de projeto. 
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• Informações erradas sobre as condições do solo 
podem levar a falhas nas considerações de projeto 
e a erros;
• Problemas associados ao terreno podem levar à 
extrapolação do custo da obra, à extensão dos 
prazos de construção;
• É essencial descobrir o máximo possível sobre o 
terreno e as condições do solo com base na 
execução de uma investigação minuciosa.
INVESTIGAÇÃO GEOTÉCNICA
FONTE: NOTAS DE AULA PROFESSOR ANDRÉ BORGATTO
UFRPE – GEOLOGIA – PROF(A). THALITA PÔRTO
01.
Qual investigação nos 
fornecerá parâmetros 
para o projeto? 
A QUEM INTERESSA A INVESTIGAÇÃO GEOTÉCNICA?
03.
O que é uma 
investigação geotécnica 
adequada? 
Como saber qual a 
melhor investigação a 
ser feita?
02.
Definir a quem interessa a investigação geotécnica é fundamental para podermos 
responder as seguintes perguntas: 
Projetar conhecendo-se os aspectos 
geológico-geotécnicos é a melhor forma de 
fazer engenharia. 
Devemos trabalhar para resolver os problemas 
previstos e evitar trabalhar para resolver os 
problemas ocorridos. 
Investigar interessa a sociedade, ao poder 
público, e ao engenheiro geotécnico. 
UFRPE – GEOLOGIA – PROF(A). THALITA PÔRTO
INVESTIGAÇÃO GEOTÉCNICA - NORMAS
NBR 9061:1985 – Segurança de Escavação a Céu Aberto
NBR 6122:2019 – Projeto e Execução de Fundações.
NBR 6484:2020 – Sondagens de Simples Reconhecimento.
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PROFUNDIDADE DE EXPLORAÇÃO DO TERRENO
De acordo com a NBR 8036 – Programação de sondagens de simples
reconhecimento dos solos para fundação de edifícios, a profundidade a ser explorada pela
sondagem, para efeito de projeto geotécnico, é função:
➢ Do tipo de edifício;
➢ Das características particulares da estrutura;
➢ De suas dimensões em plantas;
➢ Da forma da área carregada; e
➢ Das condições geotécnicas e topográficas do local.
As sondagens devem ser levadas até a profundidade 
onde o solo não seja mais significativamente solicitado 
pelas cargas estruturais, fixando-se como critério aquela 
profundidade onde o acréscimo de pressão no solo for 
menor do que 10% da pressão geostática efetiva.
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PROFUNDIDADE DE EXPLORAÇÃO DO TERRENO
A profundidade é função do tipo de estudo realizado:
➢ jazidas para rodovias: 0,20 a 1,20 m (ou mais);
➢ fundações para edifícios: 10 a 30 m (ou mais);
➢ exploração de petróleo: pode ser mais de 1.000 m;
➢ barragens e grandes obras de arte: até a rocha sólida.
✓ Quando uma sondagem atingir camada de solo de compacidade e consistência
elevada, e as condições geológicas locais mostrarem não haver possibilidade de se
atingirem camadas menos consistentes ou compactadas, pode-se parar a sondagem
naquela camada;
✓ Quando a sondagem atingir rocha ou camada impenetrável à percussão, subjacente a
solo adequado ao suporte da fundação, pode ser nela interrompida;
✓ No caso de fundações de importância, ou quando as camadas superiores do solo não
forem adequadas ao suporte, aconselha-se a verificação da natureza e da
continuidade da camada impenetrável. Nestes casos, a profundidade mínima a
investigar é de 5m.
UFRPE – GEOLOGIA – PROF(A). THALITA PÔRTO
INVESTIGAÇÃO GEOTÉCNICA
Determinar a natureza do solo local 
e sua estratificação;
A.
C.
B.
Obter amostras deformadas 
(amolgadas) e indeformadas;
Determinar a profundidade e a natureza 
do leito rochoso, se e quando 
encontrado;
Avaliar ou identificar situações 
especiais;
Determinar a posição do nível de 
água.
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EXECUÇÃO DE 
SONDAGENS
RETIRADA DE AMOSTRAS 
(DEFORMADAS OU 
INDEFORMADAS):
ENSAIO DE BOMBEAMENTO 
E DE “TUBO ABERTO”
ENSAIOS IN SITU:
PROVA DE CARGA E 
MEDIDA DE RECALQUE
ABERTURA DE POÇOS 
DE EXPLORAÇÃO
ENSAIO DE CONE OU 
PIEZOCONE
MEDIDA DA PRESSÃO 
NEUTRA
PRINCIPAIS MÉTODOS DE 
EXPLORAÇÃO DO SUBSOLO
VANE TEST ENSAIOS GEOFÍSICOS
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INVESTIGAÇÃO GEOTÉCNICA
AMOSTRA INDEFORMADAS: É o solo que se corta, retira-se e acondiciona-se com as
menores alterações possíveis.
Destinadas à execução de ensaios para determinação das propriedades
físicas e mecânicas do solo (admitindo-se para tal a conservação de textura,
estrutura e umidade).
AMOSTRA DEFORMADAS: É aquela retirada com a destruição ou modificação
apreciável de suas características in situ.
Destinadas à identificação e classificação do solo.
UFRPE – GEOLOGIA – PROF(A). THALITA PÔRTO
Fonte: Notas de aula professor 
Diego Fagundes
AMOSTRADOR DE PAREDE FINA 
(SHELBY)
Tubo de latão ou aço inoxidável de
espessura reduzida, ligado a um
cabeçote, dotado de válvula para escape
de ar e água.
➢ Utilizado em SOLOS 
COESIVOS com consistência 
mole e média;
➢ Obtenção de amostras 
indeformadas em 
profunidades.
UFRPE – MECÂNICA DOS SOLOS 2 – PROF(A). THALITA PÔRTO
MÉTODOS DE INVESTIGAÇÃO DO SUBSOLO
FONTE: GUIA DA ENGENHARIA
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Esse método permite tanto a observação in loco como a observação das diferentes 
camadas e a extração de boas amostras, porém possui um custo elevado.
MÉTODOS DIRETOS MANUAIS: 
ABERTURA DE POÇOS E TRICHEIRAS
➢ Esta é a técnica que melhor
satisfaz aos fins de
prospecção;
➢ Empregada em obras de
vulto até a profundidade
onde o solo não seja mais
significativamente solicitado
pelas cargas estruturais;
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MÉTODOS DIRETOS DE INVESTIGAÇÃO 
DO SUBSOLO: MECÂNICO
CONCEITO: Esse método permite a observação direta do subsolo, sua identificação, 
classificação e a resistência das suas diversas camadas, através da retirada de 
amostras do solo, ao longo de uma perfuração ou medição direta de propriedades 
in situ.
PRINCÍPIO:
Perfuração e cravação dinâmica de amostrador-padrão, a cada metro, 
resultando na determinação do tipo de solo e de um índice de resistência, 
bem como da observação do nível do lençól freático.
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STANDARD PENETRATION TEST (SPT)
Mais amplamente usado – ver ABNT NBR 6484:2020;
O barrilete amostrador tem 2″ de diâmetros externo que se abre
longitudinalmente para a retirada da amostra;
É fixado na extremidade das hastes de cravação e cravado 45 cm no solo 
por dentro do tubo de sondagem;
A cravação é feita por um peso de 65 kg com 75 cm de altura de queda;
Primeiramente se faz penetrar 15 cm e, em seguida, se registra o
número N de golpes aplicados para cravar os outros 30 cm, anotando-
se separadamente cada 15 cm.
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STANDARD PENETRATION TEST (SPT)
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CUSTOMER PROFILE 
AGE
20-30
31-40
41+
GENDER
60% 80%
INTERESTS
FONTE: NOTAS DE AULA 
PROFESSOR ANDRÉBORGATTO
STANDARD PENETRATION TEST (SPT)
PERMITE A 
MEDIÇÃO DE 
ÍNDICES DE 
RESISTÊNCIA À 
PENETRAÇÃO
OBTENÇÃO DE 
AMOSTRAS
DETERMINAÇÃO 
DO NÍVEL DE 
ÁGUA
EXECUÇÃO DE 
VÁRIOS ENSAIOS 
IN SITU
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OUR NUMBERS
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BUDGET PROFILE
PEOPLE
SALE
MARKET
70%
50%
80%
Points scored
https://docs.google.com/spreadsheets/d/1dl2zDick1B1mnO7Xs5fD3KC2pgD4TzMcfG5q_e-bCQw/copy
STANDARD PENETRATION TEST (SPT)
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STANDARD PENETRATION TEST (SPT) – BOLETIM DE SONDAGEM
Os resultados de um serviço de sondagem são sempre acompanhados de
relatório, dando as seguintes indicações:
P
E
R
F
IL
 G
E
O
T
É
C
N
IC
O
PLANTA DE SITUAÇÃO DOS FUROS;
PERFIL DE CADA SONDAGEM COM AS COTAS DE ONDE FORAM RETIRADAS AS AMOSTRAS;
CLASSIFICAÇÃO DAS DIVERSAS CAMADAS E OS ENSAIOS QUE AS PERMITIRAM CLASSIFICAR;
NÍVEIS DO TERRENO E DOS DIVERSOS LENÇÓIS D’ÁGUA, INCLUSIVE AS RESPECTIVAS 
PRESSÕES;
RESISTÊNCIA À PENETRAÇÃO DO BARRILETE AMOSTRADOR, INDICANDO AS CONDIÇÕES EM 
QUE A MESMA FOI TOMADA (DIÂMETRO DO BARRILETE, PESO DO PILÃO E ALTURA DE QUEDA)
UFRPE – GEOLOGIA – PROF(A). THALITA PÔRTO
FONTE: NOTAS DE AULA PROFESSOR 
ANDRÉ BORGATTO
UFRPE – GEOLOGIA – PROF(A). THALITA PÔRTO
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STANDARD PENETRATION TEST (SPT)
➢ A cravação do amostrador-padrão é interrompida antes dos 45 cm de penetração
sempre que ocorrer uma das seguintes situações:
• em qualquer dos três segmentos de 15 cm, o número de golpes ultrapassar 30;
• um total de 50 golpes tiver sido aplicado durante toda a cravação; e
• se observar avanço do amostrador-padrão durante a aplicação de cinco golpes
sucessivos do martelo.
➢ Quando, com a aplicação do primeiro golpe do martelo, a penetração for superior a 45
cm, o resultado da cravação do amostrador deve ser expresso pela relação deste golpe
com a respectiva penetração.
Quando a cravação atingir 45 cm, o índice de resistência à penetração N é expresso 
como a soma do número de golpes requeridos para a segunda e a terceira etapas de 
penetração de 15 cm, adotando-se os números obtidos nestas etapas mesmo quando 
a penetração não tiver sido de exatos 15 cm.
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STANDARD PENETRATION TEST (SPT)
➢ Quando a penetração for incompleta o resultado da cravação do amostrador é
expresso pelas relações entre o número de golpes e a penetração para cada 15 cm de
penetração. EXEMPLO: 12/16 - 30/1;
➢ Quando a penetração do amostrador-padrão com poucos golpes exceder
significativamente os 45 cm ou quando não puder haver distinção clara nas três
penetrações parciais de 15 cm, o resultado da cravação do amostrador-padrão deve
ser expresso pelas relações entre o número de golpes e a penetração correspondente.
EXEMPLO: 0/65; 1/33 - 1/20;
➢ As amostras colhidas devem ser imediatamente acondicionadas em recipientes
herméticos e de dimensões tais que permitam receber pelo menos um cilindro de solo
colhido do bico do amostrador-padrão.
UFRPE – GEOLOGIA – PROF(A). THALITA PÔRTO
STANDARD PENETRATION TEST (SPT)
UFRPE – GEOLOGIA – PROF(A). THALITA PÔRTO
Locação dos furos e quantidades:
Essa etapa é normatizada pela ABNT NBR 8036/1983 –Programação de sondagem de
simples reconhecimento dos solos para fundações de edifícios, de forma resumida, diz o seguinte:
•No mínimo 2 para área de projeção da construção de até 200m²;
•No mínimo 3 para área de projeção da construção entre 200m² e 400m²;
•No mínimo 1 para cada 200m² de área de projeção, até 1200m²;
•Entre 1200m² e 2400m², 1 sondagem a cada 400m² que excedem de 1200m².
STANDARD PENETRATION TEST (SPT)
UFRPE – GEOLOGIA – PROF(A). THALITA PÔRTO
POR ONDE ESTUDAR?
UFRPE – GEOLOGIA – PROF(A). THALITA PÔRTO
POR ONDE ESTUDAR?
UFRPE – GEOLOGIA – PROF(A). THALITA PÔRTO
Canais - Youtube
Obras de Terra: https://www.youtube.com/watch?v=zBjIFwa527Y
Obras de Terra: https://www.youtube.com/watch?v=jy28gGwZM6I
Canal da ENG: https://www.youtube.com/watch?v=kObR7PoxGx8
	Slide 1: BIG CITY DESIGN & BUILD COMPANY PROFILE
	Slide 2: INVESTIGAÇÃO GEOTÉCNICAS
	Slide 3: 01.
	Slide 4
	Slide 5: 01.
	Slide 6: INVESTIGAÇÃO GEOTÉCNICA - NORMAS
	Slide 7: PROFUNDIDADE DE EXPLORAÇÃO DO TERRENO
	Slide 8: PROFUNDIDADE DE EXPLORAÇÃO DO TERRENO
	Slide 9: INVESTIGAÇÃO GEOTÉCNICA
	Slide 10: RETIRADA DE AMOSTRAS (DEFORMADAS OU INDEFORMADAS):
	Slide 11: INVESTIGAÇÃO GEOTÉCNICA
	Slide 12
	Slide 13
	Slide 14
	Slide 15
	Slide 16: MÉTODOS DE INVESTIGAÇÃO DO SUBSOLO
	Slide 17: MÉTODOS DIRETOS MANUAIS: ABERTURA DE POÇOS E TRICHEIRAS 
	Slide 18: MÉTODOS DIRETOS DE INVESTIGAÇÃO DO SUBSOLO: MECÂNICO
	Slide 19: STANDARD PENETRATION TEST (SPT)
	Slide 20: STANDARD PENETRATION TEST (SPT)
	Slide 21: CUSTOMER PROFILE 
	Slide 22: STANDARD PENETRATION TEST (SPT)
	Slide 23: OUR NUMBERS
	Slide 24: STANDARD PENETRATION TEST (SPT)
	Slide 25: STANDARD PENETRATION TEST (SPT) – BOLETIM DE SONDAGEM
	Slide 26
	Slide 27
	Slide 28: STANDARD PENETRATION TEST (SPT)
	Slide 29: STANDARD PENETRATION TEST (SPT)
	Slide 30: STANDARD PENETRATION TEST (SPT)
	Slide 31: STANDARD PENETRATION TEST (SPT)
	Slide 32
	Slide 33

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