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CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO DO CEARÁ 
CAMPUS CENTRO
BIOMEDICINA 
PEDRO YAN FERREIRA DA SILVA - 202204229412
DIEGO DO NASCIMENTO SILVA SIMÕES - 202204232537
YASMIN MARTINS DA SILVA - 202202699187
RAISSA DANTAS DE LIMA - 202108148717
Disbiose instestinal induzida pelo uso indiscriminado de antimicrobianos e suas consequências
2025
Fortaleza - Ceará
Disbiose instestinal induzida pelo uso indiscriminado de antimicrobianos e suas consequências
Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Curso de BIOMEDICINA do CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO DO CEARÁ 
CAMPUS CENTRO como requisito parcial para obtenção de título de Bacharel em Biomedico
 Orientador: Tutora Gabrielly Teixeira 
2025
Fortaleza - Ceará
RESUMO
Os Antibióticos são alguns dos medicamentos mais utilizados pela população humana, que sempre induzem a disbiose intestinal e a ruptura da barreira intestinal. A disbiose intestinal causada por antibióticos, caracterizada pela diminuição da diversidade ou alterações na abundância de certos táxons, efeitos correlativos no potencial metabólico e surgimento de espécies bacterianas resistentes a antibióticos, tem recebido recentemente uma atenção crescente. O uso de antibióticos beta-lactâmicos, glicopeptídeos e macrolídeos está correlacionado com a perda de bactérias comensais benéficas dos gêneros Bifidobacterium e Lactobacillus. A microbiota intestinal é um reservatório de genes de resistência a antibióticos, que podem ser altamente prevalentes após o tratamento com antibióticos. Os antibióticos são também um alvo direto da barreira intestinal, que consiste em barreiras secretoras, físicas e imunológicas. As alterações na composição da microbiota intestinal induzida por antibióticos podem levar à perda da integridade da barreira intestinal, através de alterações na produção de mucina, citocinas e peptídeos antimicrobianos pelas células epiteliais intestinais. O uso de probióticos, ácidos graxos, ômega-3 e suplementação de butirato, bem como o transplante de microbiota fecal, podem ajudar a atenuar a disbiose e as lesões à barreira intestinal induzidas por antibióticos, conforme relatado. Aqui, revisamos as características da disbiose intestinal associada a antibióticos e à perturbação da barreira intestinal, juntamente com algumas abordagens que podem mitigar essa condição. O propósito desta informação é estabelecer uma base para a investigação de medidas mais segura, eficaz e abrangente para prevenir ou combater as lesões intestinais induzidas por antibióticos.
disbiose intestinal; antibioticos; barreira intestinal.
SUMÁRIO
	1
	INTRODUÇÃO...................................................................................................
	5
	1.1
	CONTEXTUALIZAÇÃO DO TEMA.................................................................
	15
	1.3
	OBJETIVOS.........................................................................................................
	15
	1.3.1
	Objetivo Geral.....................................................................................................
	15
	1.3.2
	Objetivos Específicos..........................................................................................
	15
	1.4
	JUSTIFICATIVA.................................................................................................
	15
	2
	METODOLOGIA...............................................................................................
	20
	3
	ANÁLISE DOS RESULTADOS.......................................................................
	20
	3.1
	REFERENCIAL,TEÓRICO...............................................................................
	20
	32
	AÇÕES.................................................................................................................
	20
	32.1
	Variáveis..............................................................................................................
	20
	3.2.2
	Análise..................................................................................................................
	20
	3.2.3
	Planejamento......................................................................................................
	20
 
 4 CONSIDERAÇÕES FINAIS............................................................................
	CONCLUSÃO................................................................................................	
5.2	LIMITAÇÕES DO ESTUDO...............................................................................	
5.3	SUJESTÕES PARA FUTURAS PESQUISAS....................................................	
5.4	RECOMENDAÇÕES...........................................................................................	
	REFERÊNCIAS.................................................................................................	
	APÊNDICE A – ..................................................................................................
	APÊNDICE B – ..................................................................................................	
1 INTRODUÇÃO 
A microbiota intestinal é composta por uma diversidade de microorganismos que residem no sistema digestivo humano. Esses microorganismos, que incluem bactérias, fungos e vírus, coexistem com nosso corpo em uma relação simbiótica e desempenham papéis cruciais para a saúde. É impressionante observar que o número de microorganismos presentes no intestino pode ser várias vezes maior do que o total de células no corpo humano.
O equilíbrio da microbiota intestinal tem grande influência no funcionamento do organismo, desde a digestão e metabolização de nutrientes até a proteção contra substâncias nocivas. Além disso, estudos sugerem que esses microrganismos também podem impactar o humor e o comportamento humanos. A manutenção desse equilíbrio pode ser alcançada com uma dieta equilibrada, rica em prebióticos e probióticos, que auxiliam na nutrição e na biodisponibilidade de nutrientes.
Com a crescente preocupação com a saúde intestinal, o uso de tratamentos como probióticos, transplantes de microbiota fecal e terapias com bacteriófagos se destaca como alternativas para reabilitar ou melhorar a microbiota. Esses métodos evidenciam que o funcionamento adequado do corpo não depende apenas da expressão dos genes humanos, mas também da interação com os genes e atividades metabólicas dos microorganismos presentes em nosso organismo.
A disbiose, um desequilíbrio na composição da microbiota, pode ser causada por diversos fatores internos e externos, resultando em problemas de saúde significativos. Assim, compreender a dinâmica da microbiota intestinal e sua conexão com o uso de antimicrobianos é essencial para desenvolver novas abordagens na prevenção e tratamento de infecções.
1.1 CONTEXTUALIZAÇÃO DO TEMA
A terapia com antimicrobianos de forma não estratégica pode acarretar vários efeitos prejudiciais para o saúde da microbiota intestinal, como: diminuição de bactérias boas, atividade metabólica tecidual alterada e a resistência bacteriana. Visto isso, muitas vezes esse desequilíbrio na microbiota intestinal já é presente na vida de grande parte das pessoas quando se é adotado uma dieta rica em alimentos inflamatórios, açúcar, embutidos, consumo excessivo de álcool, estresse e o uso frequente de antibióticos, por fim, comprometendo ainda mais a saúde intestinal desse grupo de pessoas.
Conforme a Lynne Mcfarland, 
Professora de Investigação na Universidade de Washington, Seattle, e Consultora de Epidemiologia em um artigos publicado em agosto de 2021 e atualizados em agosto de 2024, o tratamento antibiótico pode, por vezes, ocorrer sem quaisquer efeitos colaterais de curto prazo. No entanto, a disbiose desencadeia diarreia em 35% dos doentes; a longo prazo, alterações de microbiota induzidas por antibióticos podem representar um fator de risco para doenças alérgicas, autoimunes ou metabólicas. Ou seja, apesar dos antibióticos serem importantes parainfecções bacterianas, eles acabam eliminando qualquer tipo de bactéria sem distinção, desde as patógenos e oportunistas até aquelas que possuem funções protetoras e de equilíbrio intestinal. O uso indiscriminado pode trazer os seguintes efeitos colaterais: náuseas, vômitos, diarreia, dor abdominal, má funcionamento intestinal e digestivo, candidíase, vaginose bacteriana, Inflamação do cólon causada pela bactéria Clostridium difficile e etc. 
A resistência microbiana e a capacidade que as bactérias têm de mutação,adaptação e sobrevivência após os antimicrobianos é preocupante. Ricardo Ariel Zimeman da Secretaria de Ciência, tecnologia e insumos estratégicos do Mato Grosso do Sul publicou um artigo em 2010 mostrando que em alguns países, os antimicrobianos são utilizados sem receita médica em até dois terços das ocasiões. Mesmo quando formalmente prescritos, sua indicação pode ser desnecessária em até 50% dos casos. Visto isso, os antibióticos que normalmente são usados vão deixando de serem eficazes, o combate a infecção se torna mais difícil e demorado porque as cepas de bactérias sofrem mutações. Dessa forma, piorando o quadro clínico do paciente.
2 OBJETIVOS
Objetivo Geral
Investigar os impactos do uso indiscriminado de antimicrobianos na microbiota intestinal, caracterizando os mecanismos que levam à disbiose e suas implicações na saúde humana.
Objetivos Específicos
Caracterizar a microbiota intestinal humana e sua função fisiológica:
Descrever a composição normal da microbiota intestinal, destacando os principais filos bacterianos, como Firmicutes, Bacteroidetes, Actinobacteria e Proteobacteria.
Explicar as funções da microbiota no metabolismo de nutrientes, síntese de vitaminas, manutenção da barreira intestinal e regulação do sistema imunológico.
Discutir a relação entre a microbiota intestinal e o eixo intestino-cérebro, abordando seu impacto no funcionamento do sistema nervoso central.
Analisar o mecanismo de ação dos antimicrobianos e sua influência na microbiota intestinal:
Apresentar os diferentes tipos de antimicrobianos (beta-lactâmicos, quinolonas, macrolídeos, tetraciclinas, aminoglicosídeos, entre outros) e seus espectros de ação.
Avaliar como a administração de antimicrobianos, especialmente de amplo espectro, reduz a diversidade microbiana e promove o crescimento desregulado de microrganismos patogênicos.
Explorar o impacto do uso prolongado ou repetido de antimicrobianos no desenvolvimento de resistência bacteriana e na alteração da microbiota intestinal.
Investigar as consequências clínicas da disbiose intestinal induzida por antimicrobianos:
Relacionar a disbiose com o aumento da permeabilidade intestinal e o risco de doenças inflamatórias intestinais (doença de Crohn, colite ulcerativa).
Explorar a associação entre disbiose e doenças metabólicas, como obesidade, diabetes tipo 2 e síndrome metabólica.
Avaliar o papel da microbiota na regulação imunológica e sua relação com doenças autoimunes, como artrite reumatoide e esclerose múltipla.
Discutir a relação entre disbiose e distúrbios neurológicos, como depressão, ansiedade e autismo, com base na comunicação pelo eixo intestino-cérebro.
Examinar estratégias para mitigar os efeitos da disbiose intestinal causada por antimicrobianos:
Analisar a eficácia do uso de probióticos, prebióticos e simbióticos na restauração da microbiota intestinal.
Avaliar a viabilidade e os benefícios do transplante de microbiota fecal (TMF) no tratamento de disbiose severa, especialmente em infecções recorrentes por Clostridioides difficile.
Discutir estratégias de prescrição racional de antimicrobianos, incluindo diretrizes para evitar o uso indiscriminado e minimizar seus impactos negativos na microbiota intestinal.
Revisar evidências científicas sobre o tema, com base em estudos experimentais e clínicos:
Identificar e analisar artigos científicos, revisões sistemáticas e ensaios clínicos que investigam a disbiose induzida por antimicrobianos.
Comparar metodologias de análise da microbiota intestinal, incluindo sequenciamento de nova geração (NGS) e perfis metagenômicos.
JUSTIFICATIVA
Os antibióticos são usados ​​há décadas para prevenir a proliferação de patógenos bacterianos e, portanto, o tratamento de infecções bacterianas. Eles são usados ​​para melhorar a eficiência da alimentação do ser humano (Looft et al. 2012 ).
No entanto, a taxa na qual as bactérias estão desenvolvendo genes de virulência permite que elas resistam a esses antibióticos. Recentemente, o conhecimento perspicaz indicou que o uso excessivo de antibióticos afeta a saúde intestinal. Isso traz várias consequências perigosas à saúde. Embora os antibióticos estejam salvando milhões de vidas, eles também estão reduzindo bactérias residenciais e essas bactérias são cruciais para um intestino saudável (Bajinka et al. 2020a , b ).
Em bases a Disbiose intestinal englobou nos últimos dez anos resultados através de pesquisas e dados a questão do uso excessivo de antimicrobianos associou alterações no sistema gastrointestinal e neurotransmissores e abundância de bactérias intestinais que podem resultar em um crescimento descontrolado de patologias oportunistas.
A microbiota intestinal é onde se habita diversos microrganismos e genes onde desempenham papel importante na saúde humana, como absorção, produção de energia e vitaminas, ingestão e etc.
Mas, quando ocorre o problema de desequilíbrio seu sistema gastrointestinal fica totalmente comprometido e provocam 
séries de sintomas como náuseas, diarreia e redução da capacidade de produção e absorção dos nutrientes e até causar alterações no sistema cerebral.
Entre seus neurotransmissores produzidos pelas bactérias boas destaca-se o triptofano precursor da serotonina, hormônio responsável pela sensação de prazer e bem estar e sem sua produção a deficiência ocorre sintomas de ansiedade e depressão. E nesses casos os pacientes executam a deficiência de serotonina e disbiose intestinal.
METODOLOGIA
Este é um estudo de revisão narrativa de literatura que é fundamental para obter e atualizar conhecimentos sobre tópicos específicos, destacando novas ideias, métodos e subtemas que recebem maior ou menor ênfase na literatura selecionada
Figura 1	-	Nome da figura 1 	15
LISTA DE FIGURAS
Gráfico 1	-	Nome do gráfico 1	42
Gráfico 2	-	Nome do Gráfico 2	42
LISTA DE GRÁFICOS
	AMA
	
	American Marketing Association;
	APL
	
	Arranjo Produtivo Local;
	SIGLA
	
	Nome;
	
	
	
	SIGLA
	
	Nome;
	
	
	
	SIGLA
	
	Nome;
	
	
	
	SIGLA
	
	Nome;
	
	
	
	SIGLA
	
	Nome;
	
	
	
	SIGLA
	
	Nome;
	
	
	
	SIGLA
	
	Nome;
	
SMM
	
	
Nome;
	SMO
	
	Nome;
	TIC
	
	Nome;
	
	
	
	URL
	
	Nome.
LISTA DE SIGLAS
1. INTRODUÇÃO
Neste capítulo introdutório encontra-se a contextualização do tema...
1.1 CONTEXTUALIZAÇÃO DO TEMA
Texto...
1.2 PERGUNTA DE PESQUISA
Texto
1.3 OBJETIVOS
1.3.1 Objetivo Geral
Texto...
1.3.2 Objetivos Específicos
Como objetivos específicos desse trabalho foram elaboradas as seguintes ênfases:
· Objetivo 1 ;
· Objetivo 2; e
· Objetivo 3.
18
1.4 JUSTIFICATIVA
Texto...
2. REFERÊNCIAL TEÓRICO
Este capítulo destina-se a texto...
2.1 CONCEITO 1
Texto...
2.2 CONCEITO 2
Texto...
2.2.1 Especificidades do conceito 2
Texto...
2.3 CONCEITO 3
Texto...
3. METODOLOGIA
Introdução (opcional)
3.1 DELINEAMENTO DA PESQUISA
Texto...
3.2 POPULAÇÃO E AMOSTRA
Texto...
3.3 COLETA DE DADOS
Texto...
3.4 ANÁLISE DOS DADOS
Texto...
4. ANÁLISE DOS RESULTADOS
Introdução (opcional)
4.1 CARACTERIZAÇÃO
Texto...
4.2 XYZ
Texto...
4.2.1 Variáveis
Texto...
4.2.2 Análise
Texto...
4.2.3 Planejamento
Texto...
5. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Introdução (opcional)
5.1 CONCLUSÃO
Texto...
5.2 LIMITAÇÕES DO ESTUDO
Texto...
5.3 SUGESTÕES PARA FUTURAS PESQUISAS
Texto...
5.4 RECOMENDAÇÕES GERENCIAIS
Texto...
REFERÊNCIAS
Referências...
APÊNDICE A – INSTRUMENTO DE COLETA DE DADOS
APÊNDICE B

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