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MARATONA ENEM MARATONA ENEM 3 EM 53 EM 5 aula 4 segredos para conquistar +900 na redação enem em até 1h Escreva uma redação comigo e comprove que isso é plenamente possível! +900+900 EM 1H!!! EM 1H!!! Leia integralmente os textos motivadores e demarque as informações centrais; Identifique na comanda, as palavras-chaves e defina sinônimos; Elabore um projeto de texto; Faça o rascunho; Revise seu conteúdo; Passe à folha definitiva. 1. 2. 3. 4. 5. 6. PROCEDIMENTOSPROCEDIMENTOS TEXTO 1TEXTO 1 O BRASIL NO MAPA DA FOME: A PERSISTÊNCIA DE UM DILEMA HISTÓRICO Estamos diante de uma nova emergência nacional: 2022, 33,1 milhões de pessoas estão passando fome no Brasil, mais da metade da população brasileira (58,7%) está em insegurança alimentar em algum nível e, de 10 famílias, apenas 4 possuem acesso total à alimentação. Esses e outros dados chocantes e gravíssimos estão no “2º Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia da Covid-19 no Brasil”, realizado pela Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional. Mais de 14 milhões de brasileiros passam fome em comparação com a última pesquisa, realizada em 2020. TEXTO 2TEXTO 2 O BRASIL NO MAPA DA FOME: A PERSISTÊNCIA DE UM DILEMA HISTÓRICO A fome no Brasil tem cor, gênero, idade, geografia e classe. O Norte e o Nordeste do país são as regiões mais atingidas pela falta de comida no prato, com 25,7% e 21% das famílias, respectivamente, passando fome. A desigualdade regional foi constatada também no contraste entre o campo e a cidade. Nas áreas rurais do Brasil, a insegurança alimentar é vivida em 60% das casas. Destas, 18,6% estão em situação grave. Nem mesmo quem produz alimentos escapou. A fome atingiu 21,8% dos domicílios de agricultores familiares e pequenos produtores. Em 53,2% das casas onde a pessoa de referência se autodeclara branca, o acesso a comida não foi considerado um problema. O mesmo aconteceu em 67% dos domicílios com renda maior que um salário mínimo por pessoa. TEXTO 3TEXTO 3 O BRASIL NO MAPA DA FOME: A PERSISTÊNCIA DE UM DILEMA HISTÓRICO A insegurança alimentar é uma situação em que a população de um país ou região não tem acesso físico, social e econômico a recursos e alimentos nutritivos que atendam às suas necessidades dietéticas e preferências alimentares para uma vida ativa e saudável. (...) De acordo com documento aprovado na II Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, e incorporado na Lei Orgânica de Segurança Alimentar e Nutricional (Losan) (Lei nº 11.346, de 15 de julho de 2006), a segurança alimentar é definida da seguinte maneira: “A realização do direito de todos ao acesso regular e permanente a alimentos de qualidade, em quantidade suficiente, sem comprometer o acesso a outras necessidades essenciais, tendo como base práticas alimentares promotoras de saúde, que respeitem a diversidade cultural e que sejam social, econômica e ambientalmente sustentáveis.” PROJETO DE TEXTOPROJETO DE TEXTO CONTEXTUALIZAÇÃO: Declaração Universal dos Direitos Humanos; PROBLEMATIZAÇÃO: Persistência da Fome; TESE/ POSICIONAMENTO: Investigar as causas: negligência estatal (1); pandemia da Covid-19 (2) 1. 2. 3. TF: O Estado não é efetivo no combate à fome; REPERTÓRIO: "Quarto de Despejo" (Carolina Maria de Jesus); ARGUMENTAÇÃO: Relação da negligência do Estado constatado na obra com a atual conjuntura; COMPROVAÇÃO: retorno do Brasil ao Mapa da Fome. 1. 2. 3. 4. introdução desenvol. 1 PROJETO DE TEXTOPROJETO DE TEXTO TF: Agravamento pela Covid-19; REPERTÓRIO: O Auxílio Emergencial que foi insuficiente; ARGUMENTAÇÃO: Análise do repertório que reforça a persistência da fome no pós-pandemia; Comprovação: 2º Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia da Covid-19 no Brasil, apenas 4 em 10 famílias tem acesso à plena alimentação. 1. 2. 3. 4. RETOMADA DA TESE: A situação de persistência da fome e agravamento no país; INTERVENÇÃO: Agente: Estado; Detalhamento: órgão responsável pela adoção de políticas públicas ao bem-estar de todos; Propiciar benefícios financeiros; INTERVEÇÃO: Meio/ modo (por meio de maior destinação de verbas ao setor); INTERVENÇÃO: Efeito (redução da insegurança alimentar) + fechamento (retomada da DUDH). 1. 2. a. b. c. 3. 4. desenvol. 2 conclusão De acordo com a Declaração Universal dos Direitos Humanos, todos têm direito a uma vida digna e a uma existência saudável. No entanto, tal conjuntura está longe de uma concretização, uma vez que, no Brasil, a fome persiste e afeta milhões. Nesse sentido, é premente investigar as causas do impasse associadas à negligência estatal (1) e ao seu agravamento trazido pela Covid-19 (2). MODELOMODELO introdução MODELOMODELO De início, constata-se que o poder público não é efetivo no combate à insegurança alimentar, fazendo com que o problema persista. Na obra “Quarto de Despejo”, da conceituada Carolina Maria de Jesus, a autora relata o seu cotidiano na favela do Canindé, onde enfrenta a árdua condição de miséria acentuada pela ausência de governantes capazes de se solidarizarem com a condição dos periféricos. Apesar de trazer um recorde da década de 1950, verifica-se que ainda hoje é muito recorrente essa inépcia do governo, já que não há o vivo interesse dessa parcela elitista em efetivar políticas assistenciais para sanar a necessidade dos mais pobres. Prova cabal disso é o retorno do Brasil ao Mapa da Fome de acordo com o levantamento da ONU. desenvolvimento 1 MODELOMODELO Além disso, certamente que esse dilema histórico foi ratificado pelo cenário pandêmico vivenciado nos dois últimos anos. No início de 2020, o Estado propiciou o Auxílio Emergencial para proteger os mais vulneráveis da insegurança alimentar, porém, infelizmente, o benefício não chegou a todos os necessitados. Devido a esse entrave, muitos invisíveis, sem contar com registros de nascimento, não puderam recorrer ao valor de R$ 600,00, fato que intensificou a miséria e que até hoje, mesmo que a economia tenha voltado a crescer, deixa sequelas principalmente aos mais pobres. A exemplo disso, observa-se que, de acordo com o Segundo Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia da Covid-19 no Brasil, atualmente, de 10 famílias apenas 4 têm acesso pleno à alimentação. desenvolvimneto 2 MODELOMODELO Portanto, nota-se a gravidade da persistência da fome como um dilema histórico brasileiro. Para reverter esse quadro, o Estado, órgão responsável pela adoção de políticas públicas ao bem-estar de todos, deve propiciar benefícios financeiros suficientes à população vulnerável. Isso pode ser executado por meio de uma maior destinação de verbas ao setor. Desse modo, espera-se que a insegurança alimentar não mais seja um entrave e que a Declaração Universal dos Direitos Humanos possa ser uma realidade. conclusão