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SEMIOLOGIA
BIOSSEGURANÇA
Contexto histórico
Desde o século XIX que patologias adquiridas dentro de laboratórios clínicos vêm sendo reportadas.
Disseminação da TUBERCULOSE por profissionais envolvidos com atividades laboratoriais na Inglaterra.
No Brasil, foi introduzido o termo biossegurança em 1995, pela chamada Lei da Biossegurança (incialmente Lei n. 8.974/1995 e atualizada pela Lei n. 11.105/2005)
O profissional é a maior barreira de controle de disseminação, pois, por melhores que sejam as práticas e equipamentos de proteção disponíveis, se faz fundamental que ele pratique métodos recomendados e utilize os EPI’s indicados.
Com o objetivo de risco próximo a zero.
Contexto histórico
Em 1656, foram registadas formas de prevenção ao contagio de Peste Negra.
Eram utilizados chapéu, luvas de couro e máscara.
introdução
A existência de incontáveis microrganismos no ambiente justifica a aplicação de técnicas que reduzem esse número, propiciando maior segurança ao paciente e à equipe de saúde, inclusive na prevenção, tratamento e recuperação de infecções relacionadas com a assistência à saúde (IRAS).'
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A biossegurança é compreendida como um conjunto de ações destinadas a prevenir, a controlar, a mitigar ou a eliminar riscos inerentes às atividades que possam interferir na qualidade de vida, na saúde humana e no meio ambiente (BRASIL, 2010a).
O ponto central da biossegurança sob o aspecto da saúde humana é a adoção de medidas de contenção que sejam capazes de conter o perigo associado aos agentes biológicos que possuem distinto potencial de risco e são classificados em classes de risco, que variam de 1 a 4 (BRASIL, 2019).
OBJETIVOS
Promover um ambiente biologicamente seguro tanto para o paciente quanto para si mesmo e para os demais profissionais.
Profissionais de saúde estão expostos, pela natureza de seu trabalho em hospitais ou em outras instituições, a riscos relacionados a agentes de diferentes patogenias.
Estar capacitado para evitar contrair no ambiente de trabalho, determinados tipos de enfermidades (contaminação física, química ou biológica), e ainda, prevenir acidentes de trabalho.
A Consolidação das Leis do Trabalho trouxe muitos benefícios aos trabalhadores brasileiros.
De lá para cá, cada vez mais garantias de saúde, integridade física e outros benefícios são garantidos, através da lei, para que os empregados possam executar suas tarefas de forma segura e correta.
CIPA
A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) é um instrumento que todos os trabalhadores dispõem para tratar da prevenção de acidentes e de doenças no seu ambiente de trabalho. 
O objetivo maior da CIPA é, portanto, a promoção e a prevenção da segurança e da saúde no horário do labor.
A CIPA tem suporte legal no artigo 163 da consolidação das Leis do Trabalho e na Norma Regulamentadora nº 5 ( NR 5) da Secretaria de Saúde no Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego.
SESMT
O Serviço Especializado de Engenharia e Medicina do Trabalho é um grupo de especialistas em alguma área de medicina ou engenharia do trabalho que atua dentro das empresas para garantir a integridade física e mental dos trabalhadores, durante suas atividades dentro da empresa.
Existe um número mínimo de especialistas do SESMT que devem estar dentro das empresas e este número é determinado por meio do dimensionamento do SESMT, que é feito com base no grau de risco da atividade exercida pela empresa, relacionado ao número de funcionários que ela possui.
As relações entre CIPA e SESMT
Ambas estão engajadas em evitar que os trabalhadores sofram lesões decorrentes do seu trabalho.
No entanto, há algumas diferenças entre as duas áreas. 
A principal destas diferenças é a necessidade de formação específica para cada comissão. 
Para a CIPA, qualquer trabalhador pode entrar. 
Mas, para o SESMT, é necessário ter formação técnica em medicina e engenharia do trabalho, ou Enfermagem e técnico do trabalho.
O que é acidente de trabalho?
Acidente de trabalho é todo aquele sofrido durante o horário de trabalho (expediente), ou mesmo no caminho realizado entre casa e trabalho (ou vice-versa). 
Ele provoca lesão corporal ou doenças – de ordem física ou psicológica – que causam a morte, ou a perda ou diminuição da capacidade para o trabalho (permanente ou temporária).
ARTIGOS CRÍTICOS
São aqueles que penetram através da pele, mucosas, atingindo os tecidos sub-epiteliais, sistema vascular, bem como todos os que estejam diretamente conectados com este sistema e que possuem alto risco para aquisição de infecção;
Ex:
Agulhas;
Instrumentais cirúrgicos;
tesouras;
pinças;
Bisturi.
ARTIGOS SEMI-CRÍTICOS
São artigos que entram em contato com a pele não-íntegra ou com mucosas íntegras. 
Ex:
endoscópios gastrointestinais;
equipamento de terapia respiratória;
espéculo vaginal e nasal (metálicos).
ARTIGOS NÃO-CRÍTICOS
São aqueles que entram em contato apenas com pele íntegra ou não entram em contato com pacientes e apresentam baixo risco de transmissão de infecção;
Ex:
comadres;
papagaios;
Cubas, bacias, jarros e baldes;
Esfigmomanômetro;
Estetoscópio;
termômetro.
TRANSMISSÃO DE MICRORGANISMOS
Direta: dispensa a participação de veículos, pode ser pelo beijo, relações sexuais, contato
com a pele, por meio de secreções oronasais (ao falar, tossir, espirrar)
Indireta: a transmissão ocorre por meio de:
Materiais	ou	objetos	contaminados:	brinquedos,
instrumentos cirúrgicos
louças,	talheres,	roupas	de	cama,
Alimentos, água, soro, sangue contaminados
Ar:	poeira	e	núcleos	infecciosos	(pequenos
expelidas pelo hospedeiro infectado)
resíduos	de	evaporação	de	gotículas
Vetor: organismo vivo (mosquito, carrapato, rato).
MEDIDAS PARA EVITAR OU DIMINUIR A DISSEMINAÇÃO DE MICRORGANISMOS
Individuais: cada indivíduo deverá utilizar medidas com a finalidade de se proteger e evitar ser o disseminador de microrganismos. As principais são:
Higienizar as mãos com frequência ao prestar a assistência, após chegar da rua, após assoar o nariz, antes das refeições, após eliminações;
Cobrir a boca ao tossir ou espirrar;
Não compartilhar objetos de uso individual (toalha, escova de dente) usados por outras pessoas.
Coletivas: métodos que visam atender à comunidade. Por exemplo: saneamento básico, (eliminação de insetos e roedores), sanificação (higiene ambiental):
Hospitalares: práticas especiais que abrangem medidas gerais como isolamento de pessoas com doenças transmissíveis, limpeza terminal e concorrente, não sentar nas camas dos pacientes, não colocar materiais diretamente no chão (comadre, papagaio, bacia);
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limpeza
CONCEITOS BÁSICOS: DESINFECÇÃO
é o processo de eliminação de microrganismos de superfícies inanimadas ou objetos, com exceção de esporos bacterianos, mediante aplicação de agentes físicos ou químicos.
A desinfecção elimina a potencialidade infecciosa do objeto, superfície ou local tratado.
Esterilização é processo de destruição de todas as formas de vida microbiana (bactérias nas formas vegetativas e esporuladas, fungos e vírus) mediante a aplicação de agentes físicos e/ou químicos.
CONCEITOS BÁSICOS: ESTERILIZAÇÃO
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CONCEITOS BÁSICOS: DEGERMAÇÃO
Degermação é o método aplicado para a remoção ou a redução do número de bactérias na pele por meio de aplicação de substância química, sabão ou detergente friccionados na pele, associada a produto antisséptico, antes de iniciar o procedimento invasivo.
CONCEITOS BÁSICOS: ASSEPSIA
Assepsia é o conjunto de medidas utilizadas para impedir a penetração de microrganismos em um ambiente/local asséptico.
CONCEITOS BÁSICOS: ANTISSEPSIA
Antissepsia é o processo de eliminação ou inibição do crescimento dos microrganismos na pele ou em outros tecidos vivos.
Utiliza-se o termo quando se empregam na pele e nas mucosas soluções antissépticas germicidas, de baixa causticidade e hipoalergênicas.
CONCEITOS BÁSICOS: ANTISSEPSIA
Exemplos de Antissépticos:
Álcool etílico;
Clorexidina;
Iodopolvidona.
MEDIDAS DE PRECAUÇÕES-PADRÃO
Higienização das mãos:antes e após contato com paciente, realização de procedimentos (ver na descrição da técnica de higienização das mãos)
Uso	de	luvas:	em	risco	de	contato	com	sangue,	fluidos	corporais,	secreção,	excreções	ou	materiais potencialmente infectantes
Uso de avental: em possibilidade de contato da pele ou de roupas do profissional de saúde com sangue ou líquidos corporais
Uso de máscara, óculos e protetor facial: em possibilidade de respingos de sangue ou líquidos corporais atingirem a face do profissional
Descarte de material perfurocortante: utilizar recipientes específicos para descarte, dispostos em locais visíveis e de fácil acesso. É proibido reencapar agulhas e desconectar agulha no descarte da seringa
Descontaminação de superfície: em presença de sangue ou líquidos corporais em superfícies
Vacinação do profissional, como medida profilática de hepatite B, difteria e tétano, é recomendação incluída na NR32.
TÉCNICA DE HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS
FINALIDADES
Diminuir a quantidade de microrganismos na microbiota transitória
Eliminar sujidades e resíduos de substâncias tóxicas e medicamentosas
Evitar a disseminação de doenças
Proteger a saúde dos pacientes e profissionais.
TÉCNICA DE HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS
INDICAÇÕES
No ambiente de trabalho, as mãos devem ser higienizadas:
Ao iniciar o turno de trabalho
Antes de manipular material estéril e realizar técnica asséptica
Antes e após o cuidado ao paciente
Em presença de sujeira visível nas mãos
Após a utilização do banheiro e manipulação de material sujo ou contaminado
Ao término do dia de trabalho.
Conforme a NR32, o estabelecimento de saúde deve dispor de dispensadores com sabão líquido, e a torneira deve ter dispositivo de acionamento que evita o contato direto das mãos ao abrir e fechar.
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TÉCNICA DE HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS
HIGIENE DAS MÃOS COM ÁLCOOL EM GEL – 40 a 60 ou 20 a 30 SEGUNDOS
MANUSEIO DE MATERIAL ESTERILIZADO
Ao manusear um produto esterilizado com técnica asséptica, algumas normas devem ser respeitadas
para evitar contaminação do material:
Trabalhar em ambiente limpo, calmo, seco, sem ventilação excessiva
Higienizar as mãos com água e sabão antes de manusear o material esterilizado
Verificar se a embalagem está íntegra, seca, sem manchas, com identificação (tipo de material, data da esterilização ou da validade)
Trabalhar de frente para o material
Manter distância entre o seu corpo e o material a ser manipulado
Evitar tossir, espirrar, falar sobre o material exposto
Não fazer movimentos sobre a área ou material estéril.
MANUSEIO DE MATERIAL ESTERILIZADO
Pacote acondicionado em campo:
Posicionar o pacote tocando na parte externa do campo, de modo
que, ao abri-lo, inicie pela extremidade oposta ao manipulador
Em seguida, abrir as extremidades laterais
Por último, abrir a extremidade em direção ao manipulador
Não tocar a parte interna do pacote
Após	aberto,	ainda	que	não	utilizado,	o	pacote	não	pode	ser considerado e armazenado, novamente, como material esterilizado
MANUSEIO DE MATERIAL ESTERILIZADO
Seringa descartável:
Abrir os invólucros no local indicado pelo fabricante,
próximo do êmbolo
Segurar no corpo da seringa, sem tocar a parte interna do êmbolo, a parte interna do cilindro e a ponta da seringa (bico).
MANUSEIO DE MATERIAL ESTERILIZADO
Agulha descartável:
Abrir o invólucro no local indicado pelo fabricante, próximo ao canhão
Adaptar a ponta da seringa ao canhão da agulha
Manter a agulha protegida até o momento do uso
Evitar	tocar	no	canhão	da	agulha,	segure-a	na
parte externa do protetor.
TÉCNICA DE CALÇAR LUVAS ESTÉREIS
Selecionar o material conforme o tamanho adequado
Retirar adornos e higienizar as mãos
Posicionar o material em superfície segura
Abrir o pacote de luva, sem tocar nas luvas
Com a mão dominante, retirar a luva pegando pela parte interna do punho
Calçar a luva na mão não dominante atentando para não contaminar a parte externa
Colocar a mão enluvada dentro da dobra do punho da outra luva
Calçar a luva na mão não dominante atentando para não contaminar a mão enluvada
Ajeitar as luvas externamente com as mãos enluvadas
Após o uso, retirar a luva de uma das mãos puxando-a, externamente pelo punho, sobre a mão, virando-a pelo avesso. Quanto à outra luva, segurá-la pela parte interna do punho, puxando-a e virando-a pelo avesso.
Equipamentos de proteção individual – epi 
As Normas Regulamentadoras, chamadas NRs, são um conjunto de legislações que tem por objetivo a garantia da segurança e medicina do trabalho. 
Seguir as NRs é obrigação de todas as empresas privadas, públicas e órgãos públicos que tenham em seu quadro funcionários regidos pela CLT. 
O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) é o órgão do governo responsável pela elaboração e publicação das NRs.
Equipamentos de proteção individual – epi 
A Norma Regulamentadora n. 6 (NR-6) trata da regulamentação e da obrigatoriedade da disponibilização e uso dos equipamentos de proteção individual. O item 6.1 da NR-6 define equipamentos de proteção individual (EPI) como:[...] todo dispositivo ou produto, de uso individual utilizado pelo trabalhador, destinado à proteção de riscos suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho.
A NR-6 define ainda que é de responsabilidade do empregador: 
Fornecer o EPI adequado ao risco de cada atividade.
Exigir seu uso.
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EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL – EPI’S
Luvas descartáveis, de
borracha e estéreis
Óculos de proteção
Sapatos fechados de borracha antiderrapantes
Máscara cirúrgica
Máscara
pff2/n95
Protetor facial
de acrílico
Avental descartável
Máscara com
filtro químico
Touca/gorro
SEQUÊNCIA DE PARAMENTAÇÃO DOS EPI’S
SEQUÊNCIA DE DESPARAMENTAÇÃO DOS EPI’S
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO COLETIVA – EPC
A NR-9 regulamenta a obrigatoriedade da elaboração e implementação do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA). O PPRA é obrigatório para todas as empresas e instituições que tenham em seu quadro trabalhadores em regime CLT.
Entre outros itens, a NR-9 lista as medidas de proteção coletiva de acordo com a hierarquia descrita a seguir: 
Medidas que eliminem ou reduzam a utilização ou a formação de agentes prejudiciais à saúde.
Medidas que previnam a liberação ou disseminação desses agentes no ambiente de trabalho. 
Medidas que reduzam os níveis ou a concentração desses agentes no ambiente de trabalho.
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EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO COLETIVA – EPC
O item 9.3.5.3 da NR-9 determina que: 
A implantação de medidas de caráter coletivo deverá ser acompanhada de treinamento dos trabalhadores quanto aos procedi- mentos que assegurem a sua eficiência e de informação sobre as eventuais limitações de proteção que ofereçam (BRASIL, 2014).
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EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO COLETIVA – EPC
Lava-olhos e chuveiro
de emergência
Sistemas de ventilação e exaustão
Detectores de fumaça e
sprinklers
Cabine de segurança/
capelas
Placas de sinalização
Cones e correntes de
segurança
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Norma Regulamentadora n. 32 – Segurança e saúde no trabalho em estabelecimentos de saúde
Portaria MTb n.º 485, de 11 de novembro de 2005
Esta Norma Regulamentadora - NR tem por finalidade estabelecer as diretrizes básicas para a implementação de medidas de proteção à segurança e à saúde dos trabalhadores dos serviços de saúde, bem como daqueles que exercem atividades de promoção e assistência à saúde em geral. 
Norma Regulamentadora n. 32 – Segurança e saúde no trabalho em estabelecimentos de saúde
A NR-32 (BRASIL, 2008a) é uma ferramenta importante para garantia da segurança aos trabalhadores nos estabelecimentos de saúde e tem como objetivo identificar, prevenir e controlar os riscos. 
Toda atividade relacionada à saúde pública deve ser entendida como abrangida pela NR-32. 
De acordo com o MTE, entende-se por serviços de saúde qualquer edificação destinada à prestação de assistência à saúde da população, e todas as ações de promoção, recuperação, assistência, pesquisa e ensino em saúde em qualquer nível de complexidade, como vemos na NR-32, item 32.1.2 (BRASIL, 2008a).Norma Regulamentadora n. 32 – Segurança e saúde no trabalho em estabelecimentos de saúde
A exposição dos trabalhadores aos riscos ocupacionais está relacionada à presença de agente biológicos no ambiente de trabalho. 
Essa exposição pode estar dividida em duas categorias, vejamos:
1. Exposição decorrente da atividade ocupacional em que se utilizem ou manipulem agentes biológicos pode ser também definida como exposição com intenção deliberada. Nesses casos, a exposição ao agente e suas características são conhecidas, e por esses motivos os riscos envolvidos são transparentes. Como exemplo, podemos definir as atividades laboratoriais de pesquisa e de biotecnologia.
2. Exposição decorrente da atividade ocupacional sem implicação na manipulação direta dos agentes biológicos, ou seja, uma exposição não deliberada. Como exemplos podemos utilizar consultórios médicos e odontológicos e os serviços de limpeza.
Riscos aos profissionais de saúde
Riscos Físicos
Riscos Químicos
Riscos Biológicos
Riscos Ergonômicos
Riscos de Acidentes
Risco de Radiações Ionizantes
Riscos Mecânicos
Riscos Psicossociais
Norma Regulamentadora n. 32 – Segurança e saúde no trabalho em estabelecimentos de saúde
Grupos de Resíduos de serviços de saúde
Grupos de Resíduos de serviços de saúde
Grupos de Resíduos de serviços de saúde
Grupos de Resíduos de serviços de saúde
Grupos de Resíduos de serviços de saúde
Tipos de lixo hospitalar
RESÍDUO
INFECTANTE
PERFUROCORTANTE
Grupo “A”: Infectantes
Resíduos que apresentam risco à saúde pública e ao meio ambiente devido à presença de agentes biológicos (bactérias, fungos, vírus, clamídias, riquétsias, microplasmas, prions, parasitas, linhagens celulares, outros organismos e toxinas)
Ex.: Kits endovenosas e dializadores, bolsas transfusionais de sangue ou hemocomponentes, meios de cultura, vacina vencida ou inutilizada, filtros de ar e gases, tecidos, membranas, órgãos, placentas, fetos, peças anatômicas, animais, vísceras, objetos perfurantes ou cortantes, excreções, secreções, líquidos orgânicos, ou outro que tenha tido contato, materiais descartáveis que tenham entrado em contato com paciente.
Grupo “E” Perfurocortantes
Materiais perfurocortantes ou escarificantes tais como: lâminas de barbear, agulhas, escalpes, ampolas de vidro, brocas,pontas diamantadas, lamina de bisturi... Etc.
Descarte de agulhas
Agulhas não devem ser veiculadas diretamente de uma mão para outra e sua manipulação deve ser mínima.
Agulhas não devem ser entortadas ou quebradas após o uso.
As agulhas não devem ser desconectadas da seringa após o uso.
As agulhas não devem ser reencapadas.
As agulhas usadas devem ser descartadas nos coletores de perfuro-cortantes, no local de uso.
Os descartadores não devem ser preenchidos além da marca indicativa.
Se os descartadores estiverem em local público, não devem ser deixados no chão, devendo estar sempre em uma posição segura.
Recapar agulhas não pode! Apenas se houver um dispositivo apropriado para fazê-lo com segurança
ALAGOAS
Em Alagoas os Resididos hospitalares são coletados pela empresa SERQUIP.
Responsável também por distribuir os tuneis de armazenamento,
Fazer a coleta de acordo com a demanda da instituição., e pesar om lixo.
SEGREGAÇÃO
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