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Espécies de peixes 
(nativas e exóticas)
Profª. Drª. Thamara Schneider
2025
Ministério da Educação
Instituto Federal Farroupilha
Curso Superior de Bacharelado em Agronomia
Disciplina: Cadeia Produtiva da Piscicultura
Relembrando
✓ Panorama mundial, nacional e estadual da aquicultura;
✓ Principais espécies produzidas;
✓ Consumo per capita;
✓ Modelo de produção sustentável;
✓ Agentes envolvidos na cadeia produtiva.
Objetivos
Compreender as características das principais
espécies produzidas na piscicultura brasileira;
Diferenciar os peixes de exóticos e nativos, de água
doce e salgada;
Destacar os aspectos biológicos, produtivos e
econômicos.
Importância
Espécies exóticas - continental
• Nome científico: Oreochromis spp
• Descrição taxonômica:
oOrdem: Perciformes; 
oFamília: Cichlidae; 
oGênero: Oreochromis; 
oEspécie: Oreochromis niloticus
• Origem: 
o Bacia do rio Nilo 
Tilápia
https://www.geografianews.com/single-post/2017/07/21/Duelo-de-Gigantes-Nilo-x-Amazonas
https://www.geografianews.com/single-post/2017/07/21/Duelo-de-Gigantes-Nilo-x-Amazonas
• Espécie de clima tropical: 15–32ºC 
o Conforto: 26–30ºC
• Hábito alimentar: Onívoro/oportunista 
• Exigência nutricionais:
o Proteína: 28 – 36% PB 
o Energia: 3.350 – 4300 kcal/kg
o Lipídios: 5 – 12% 
o Carboidratos: 35% 
Tilápia
• Parâmetros de qualidade da água:
o OD: acima de 3,5 mg/L
o pH: 4,0 – 9,0 (Ideal: 7,4)
o NH3: 0,5 mg/L
• Cultivo monossexo:
oMacho cresce mais rápido;
oReversão sexual de larvas (α-metil 
testosterona).
• Programas de melhoramento 
oSurgimentos de várias linhagens.
http://www.comopescar.org/como
-pescar/como-pescar-tilapia
Tilápia
Manejo de coleta
• 26 mL de ovos/fêmea (OLIVEIRA, 2017).
Ovo de boca
Cuidado e limpeza dos ovos
Raceway Estufa
Tanque escavado-hapas Tanque-rede
Sistemas de cultivo
Carpas - Localização
• Nome científico: Ctenopharyngodon idellus
• Descrição taxonômica: 
o Ordem: Cypriniformes
o Família: Cyprinidae
o Gênero: Ctenopharyngodon
o Espécie: Ctenopharyngodon idella
• Origem: 
oGrandes rios da China 
https://www.magnusmundi.com/megaprojeto-de-desvio-de-agua-na-china/
Carpa capim 
https://www.magnusmundi.com/megaprojeto-de-desvio-de-agua-na-china/
• Cultivada na região Sul: SC e RS
• Policultivos ou cultivo consorciado
Carpa capim 
• Nome científico:
o Hypophthalmichthys nobilis
oHypophthalmichthys molitrix
• Descrição taxonômica:
oOrdem: Cypriniformes
o Família: Cyprinidae
oGênero: Hypophthalmichthys
• Origem:
oGrandes rios da China
Carpa cabeça grande e prateada
• Hábito alimentar: filtrador
o Fitoplâncton: Prateada
o Zooplâncton: Cabeça grande
• Exigências Nutricionais:
oPouco conhecidas
oProduzidas sem utilizar ração
oAdubação dos tanques: proliferação de plâncton
• Cultivada na região Sul: SC e RS
Carpa cabeça grande e prateada
• CIPRINICULTURA
• Nome científico: Ciprinus carpio
• Descrição taxonômica: 
oOrdem: Cypriniformes
oFamília: Cyprinidae
oGênero: Cyprinus
oEspécie: Ciprinus carpio
• Origem: 
oRegião leste da Europa e Ásia Central 
http://www.bbc.com/portuguese/especial/1341_aids_no_mundo/page15.shtml
Carpa comum
http://www.bbc.com/portuguese/especial/1341_aids_no_mundo/page15.shtml
• Hábito alimentar onívoro/bentófago
• Natureza: 
oAnimais bentônicos 
oRestos de MO
• Espécie de clima tropical: 
oConforto: 23 – 30°C
• Cultivada nas regiões: 
oSul
oSudeste
Carpa comum
Carpa → Reprodução artificial
• TRUTICULTURA
• Nome científico: Oncorhynchus mykiss
• Descrição taxonômica:
o Ordem: Salmoniformes
o Família: Salmonidae
o Gênero: Oncorhynchus
o Espécie: Oncorhynchus mykiss
• Origem: Rios da vertente pacífica da América do Norte
http://professormarcianodantas.blogspot.com.br/2014/03/aspectos-fisicos-da-america-anglo.html
Truta arco-íris
• Hábito alimentar: carnívoro
• Espécie de águas frias: 0 – 25ºC
• (Conforto: 13 – 17ºC)
• Cultivo monossexo
o Evitar maturação precoce dos machos 
o Fêmea cresce mais rápido 
• Reprodução
oNatural
oArtificial
• Cultivada nas regiões:
• Sul (SC) e Sudeste (SP, ES, RJ e MG)
https://pescadosverdemar.wordpress.com/2009/08/31/truta-arco-iris-oncorhynchus-mykiss/
Webster e Lim, 2002. 
Truta arco-íris
https://pescadosverdemar.wordpress.com/2009/08/31/truta-arco-iris-oncorhynchus-mykiss/
Truta → Reprodução artificial
Redondas
Espécies nativas - continental
• Peixes redondos
• Nome científico: Colossoma macropomum
• Região: América do Sul: Bacias Amazônica e do rio
Orinoco;
• Peixe tropical, temperaturas média de 25°C e 34°C. Pode
atingir 1m de comprimento padrão e pesar 30 kg;
• Reprodução: Fertilização externa. Frequência de desova:
um pico sazonal claro por ano. Somente se reproduz em
águas ricas em nutrientes, que, na Amazônia, são os rios de
água barrentas.
•Hábito alimentar: Onívoro. Alimenta-se de zooplâncton,
insetos, caracóis e das plantas decadentes.
Tambaqui/Pacu
• Nome científico: Piaractus mesopotamicus
• Região: América do Sul: Bacias dos rios Paraná, Paraguai e
Uruguai;
• Peixe Subtropical (acima de 22ºC);
• Hábito alimentar: Onívoro. Se alimenta de folhas, caules,
flores, frutos e sementes (dentição);
•Tambacu: é um híbrido resultado do cruzamento da fêmea
do Tambaqui com o macho do Pacu.
Tambaqui/Pacu
• Reprodução: Apresenta desova total e fecundação
externa. Durante a estação seca (julho a outubro), ele realiza
longa migração enquanto ocorre a maturação das gônadas.
As desovas ocorrem em novembro;
o Período reprodutivo: outubro a março (pico entre novembro
e janeiro – temperaturas altas e maior incidência de
chuvas);
o Maturação: ocorre aos 3 anos.
Pirarucu
Dourado
Traíra/Trairão
Jundiá
Pintado
Pirarucu
• Nome científico: Arapaima gigas
• Região: América do Sul: Bacia Amazônica – rio Amazonas
e rio Araguaia;
• Peixe tropical 25°C à 29°C. Muitas vezes referido como o
maior peixe de água doce (até 3 m e 200 kg);
• Hábitat: habita águas quentes (24 a 31°C) da bacia
amazônica;
• Hábito alimentar: carnívoro moderado. Se alimenta de
insetos, vermes d’água e de peixes (cascudo, aruanã,
tucunaré, traíra, crustáceos);
• Nutrição: 40 a 55% de PB da dieta. É um animal rústico e
com rendimento de carcaça entre 51% e 57%;
• Reprodução:
• Fertilização externa;
o O macho agita a água em volta
dos ovos para uma melhor
oxigenação, as larvas
permanecem no ninho até o
sexto dia, quando sobem à
superfície, formando cardumes
compactos nadando sobre a
cabeça do progenitor;
o Maturação se inicia entre os 40
e 60 kg.
• Nome científico: Salminus brasiliensis
• Região: América do Sul: Bacias dos rios Paraná, Paraguai e
Uruguai, alto rio Chaparé e Mamoré, ambos na Bolívia, e nas
bacias ligadas ao sistema lagunar da Lagoa dos Patos;
• Peixe tropical, sensível a variações da qualidade da água,
sendo susceptível à bioacumulação de substâncias tóxicas
presentes na água (xenobiontes);
• É um espécie de peixe ictiófago, reofílico e de hábitos
diurnos.
Dourado
• Hábito alimentar: carnívoro. A ração não pode ter um teor
de proteína bruta inferior a 40% e 4600 kcal/kg de energia;
• Reprodução: espécie de desova anual e total. Vive solitária
a maior parte do ano e realiza migração ascendente no
período reprodutivo, quando podem ser encontrados em
cardumes;
o Maturação: julho;
o Desova: novembro a janeiro (dezembro – período de
chuvas).
• Nome científico: Hoplias malabaricus/Hoplias lacerdae
• Região: encontrada em quase todas as bacias hidrográficas
brasileiras, sendo que o trairão é originário da bacia do Prata;
• Peixe tropical 18°C à 30°C;
• Hábitat: as traíras são encontradas em ambientes de águas
paradas (lênticos), como açudes, lagos, barreiros e riachos;
Nos rios preferem os remansos. Os trairões preferem
ambientes lóticos, como rios e cachoeiras;
• Resistente ao jejum.
Traíra/Trairão
Traíra
Trairão
• Hábito alimentar: carnívoro. Os
adultos se alimentam de
peixes; juvenis alimentam-sede
larvas de crustáceos e insetos,
camarões e outros pequenos
invertebrados;
• Reprodução: casais constroem
uma toca (ninho) na beirada do rio.
A fêmea deposita seus ovos, o
macho fertiliza e cuida da prole até
sua eclosão.
Até 1m e 20 kg
• Nome científico: Rhamdia quelen
• Região: América Central e do Sul: México para a região
central da Argentina;
• Peixe tropical 22 °C à 28 °C. É um peixe de couro;
• Hábitat: vive em lagos e poços fundos dos rios, ambientes
com águas mais calmas com fundo de areia e lama, junto às
margens e vegetação;
• Hábito alimentar: espécie onívora. Se alimenta de peixes e
insetos zooplâncton e crustáceo. Os alevinos necessitam de
uma ração com níveis de proteína entre 32 e 36% e energia
entre 3200 e 3650 kcal/kg;
Jundiá
• Reprodução: Sua razão sexual é 2 machos: 1 fêmeas.
•A maturação é precoce de ambos os sexos, antes do peso
comercial (por volta de um ano de idade).
•A fertilização é externa.
•Período reprodutivo: entre agosto e março (Sul) e continua
na região do sudeste do Brasil.
• Surubim. Peixe de couro;
• Nome científico: Pseudoplatystoma corruscans
• Região: América do Sul: Bacias dos rios São Francisco e
Paraná.
• Peixe subtropical;
• Hábitat: hábito de fundo. Durante o dia, o pintado
permanece em repouso no fundo dos rios ou ambientes de
criação. À noite, são encontrados na coluna d’água onde
procuram por peixes forrageiros;
• Hábito alimentar: piscívoro. É um peixe predador,
principalmente durante a noite;
• Nutrição: rações com 40-42% de PB e 8-12% de lipídios;
Pintado
• Reprodução: Hábito reprodutivo migratório, realizando a
subida rio acima para desovar (piracema) durante a estação
de chuvas;
o Possuem alta fecundidade absoluta;
o Maturação sexual de 2 anos (1,5 – 2 kg) em machos e 3
anos (2,5 – 3kg);
o Período reprodutivo: verão (alta temperatura, maior
fotoperíodo, chuvas e aumento do nível dos rios);
o As fêmeas de pintado alcançam maior porte que os
machos e também um maior ganho de peso quando
comparadas aos machos m condições de criação em
viveiros.
•Nome científico: Pseudoplatystoma reticulatum
•Não possui dentes cortantes, tem de engolir suas presas
inteiras.
•Podem alcançar mais de 100 kg, raro.
•Normalmente (20-30 kg, 1,2m).
•Região: bacias do rio Paraná, Amazonas, São Francisco.
•Hábitat: poços no canal dos rios, lagos e matas inundadas.
•Hábito alimentar: noturno. Piscívoro.
Cachara
•Nome científico: Hyposmotus affinis
•Região: ampla distribuição na América do Sul.
•Hábitat: peixe de fundo;
•Boca inferior ( ventral, inúmeros e delicados dentes);
•Corpo revestido de placas ósseas, região ventral é
geralmente nua.
•Hábito alimentar: bentônico, vive agarrada em pedras no
fundo.
Cascudo
•Nome científico: Prochilodus lineatus
•Alcança 30 cm de comprimento e 450 g de peso.
•Região: Norte, Centro-Oeste, Nordeste.
•Estados: SP, MG e Paraná.
•Hábitat: grandes cardumes, piracema.
•Hábito alimentar: detritívora.
•Reprodução: desova total e realiza a piracema.
Curimbatá
•Nome científico: Paulicea luetkenil
•É um dos maiores peixes de couro Neotropical.
•Pode atingir 1,90 m de comprimento e mais de 100 kg de
peso.
•Região: bacias do Amazonas, do Paraná e do Prata.
•Estados: SP, MG e Paraná.
•Hábitat: noturno, migra para reproduzir.
•Hábito alimentar: se alimenta de peixes de escama durante
a época de seca.
•Reprodução: uma fêmea de 70 kg apresenta ovários com 4
kg, com mais de 3,5 milhos de óvulos.
Jaú
•Nome científico: Astyanax bimaculatus
•Pequenos escamas com coloração.
•Alcança até15 cm de comprimento total.
•Região: todo o Brasil.
•Hábitat: rios, córregos, lagos e represas...
•Extremamente rápidos;
•Hábito alimentar: onívoros, frutos, sementes, insetos,
minhocas, ovas de outros peixes e muito outros itens.
Lambari
•Nome científico: Brycon cephalus
•Dentes são fortes, dispostos em várias fileiras no maxilar
superior.
•Chega aos 80 cm de comprimento e 5 kg de peso.
•Região: Amazônia.
•Hábitat: rios com águas claras e lagos, próximo a estruturas.
•Migrações reprodutivas e tróficas, cardumes.
•Hábito alimentar: onívoro.
Matrinxã
•Nome científico: Cichla ocellaris
•14 espécies de tucunarés na Amazônia.
•Todos os tucunarés apresentem uma mancha redonda
(ocelo) no pedúnculo caudal.
•Região: Amazônia, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste.
•Hábitat: açudes, represas, rios e tanques de piscicultura.
•Hábito alimentar: carnívoro. Diurno, rápidos, agressivo,
sedentários (não realizam migração).
•Reprodução: formam casais/ Ambientes lênticos/ ninhos e
cuidam da prole.
Tucunaré
•Nome científico: Leporinus Friderici
•Alcança em média 40 cm de comprimento e 1,5 kg de peso.
•Região: bacia do Prata, dos rios Paraná e Paraguai.
•Hábitat: poços profundos e margens, lagoas e pequenos rios.
•Hábito alimentar: Onívoro.
Piava
Beijupirá
Tainha
Espécies nativas - MARINHA
• Nome científico: Rachycentron canadum
• Descrição taxonômica: 
o Ordem: Perciformes
o Família: Rachycentridae;
o Gênero: Rachycentron
o Espécie: Rachycentron canadum
• Origem: Litoral brasileiro
http://fishidentificationblog.blogspot.com.br/2016/02/c
obia.html
http://www.panoramadaaquicultura.com.br/paginas/R
evistas/91/Bijupira91.asp
Beijupirá
http://fishidentificationblog.blogspot.com.br/2016/02/cobia.html
http://www.panoramadaaquicultura.com.br/paginas/Revistas/91/Bijupira91.asp
• Hábito alimentar: carnívora/oportunista
• Exigências Nutricionais
o Pouco conhecidas - (CHEN e LIAO, 2007; FRASER e
DAVIES, 2009; CAVALLI e GARCIA, 2012) = 3 revisões
o Fornecimento de ração: 4,3 a 8% da biomassa.
Beijupirá
Beijupirá
• Reprodução:
oNão apresentam dimorfismo
sexual;
o Fêmea cresce mais rápido;
oDesova no primavera e verão;
oDesovas múltiplas;
o Fêmeas: 10 kg podem produzir
uma média de 1.800.000
ovos/desova;
oEclosão: 26 horas, em 29°C.
Bol. Inst. Pesca, São Paulo, 39(4): 461 – 477, 2013.
Beijupirá
Sistema de criação
• Nome científico: Mugil liza
• Descrição taxonômica:
o Ordem: Perciformes
o Família: Mugilidae
o Gênero: Mugil
o Espécie: Mugil liza
• Origem: 
o Litoral brasileiro
Tainha
• Hábito alimentar:
oDetritívoro/iliófagos;
o “Bebem espuma”- se alimentam de restos.
• Espécie pelágica;
• Espécie eurialina;
• Formam grandes cardumes;
• Desova ocorre em alto mar, depois retornam aos rios.
Tainha
Tainha
Bacalhau
Salmão
Espécies exóticas - MARINHA
• Nome científico: Gadus morhua
• Descrição taxonômica: 
o Ordem: Gadiformes
o Família: Gadiformes
• Origem: Atlântico Norte e Ártico 
-Canadá, Groelândia, Islândia
Bacalhau
http://www.suframa.gov.br/fiam/seminarios/5/3_inovacao_bacalhau.pdf
Bacalhau
Apresenta postas 
altas e a pele 
desprende-se com 
facilidade.
Tem um sabor 
inconfundível e 
inigualável.
https://www.bacalhaudanoruega.com.br/artigos/como-escolher-o-melhor-bacalhau/
Bacalhau
• Nome científico: Salmo salar
• Descrição taxonômica:
o Classe: Actinopterygii
o Ordem: Salmoniformes
o Família: Salmonidae
o Gênero: Salmo
• Origem: Oceano Atlântico Norte
o Canadá
o Groenlândia
o EUA
o Chile
o Argentina
Salmão
Salmão
• Hábito alimentar: carnívoro
• Peso: 46,8 kg.
• Comprimento: 150cm – M; 120cm – F.
• Espécie estuarina - maior parte da sua vida em 
água doce;
• Pode viver 10 anos;
• Esta espécie pode hibridizar com a truta 
(Salmo trutta);
• A cor vermelha do salmão é devida a 
astaxantina.
Webster e Lim, 2002. 
Salmão
• Reprodução:
oNo início da maturidade sexual - retornar do
oceano para o rio;
oA desova dura de junho a novembro.
oÁreas de cascalho, bem oxigenadas e uma
sucessão de corredeiras.
oCuidado parental pelo macho.
o Fêmea libera entre 8.000-25.000 ovos numa
desova.
oA desova dura 1-2 semanas.
oEclosão: após 70-160 dias.
oMaturação: entre 3-7 anos
Salmão
Salmão
Em resumo...
Espécie
Exótica Nativa
Dulcícola Marinha Dulcícola Marinha
Tilápia X
Carpas X
Truta arco-íris X
Tambaqui X
Pacu X
Pirarucu X
DouradoX
Traíra/Trairão X
Jundiá X
Pintado X
Bijupirá X
Tainha X
Bacalhau X
Salmão X
•A diversidade de espécies e sistemas adequados a
diferentes condições e escalas.
• A produção alinhada com práticas sustentáveis e
tecnologias inovadoras.
Considerações finais
REFERÊNCIAS
Profª. Drª. Thamara Schneider
thamara.schneider@iffarroupilha.edu.br
(54) 996765601
Até a próxima aula!
Dúvidas?

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