Logo Passei Direto
Buscar

Unidade 01 - Contabilidade Aplicada Ao Setor Público

Ferramentas de estudo

Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

CONTABILIDADE	APLICADA	AO	SETOR
PÚBLICO
UNIDADE 1 - A CONTABILIDADE PU�BLICA E
O ORÇAMENTO PU�BLICO
Autoria: Graziana Olinda da Silva Matos - Revisão técnica: Jardson Edson
Guedes da Silva Almeida
Introdução
Vamos iniciar esta unidade abordando a administração pública no Brasil por meio da apresentação de
conceitos e caracterı́sticas de sua estrutura enquanto atividade que preza pelo interesse coletivo. E�
pertinente tratar também sobre o serviço público de maneira abrangente, visto que nesse campo de
atuação a contabilidade pública se insere com todas as suas especi�icidades e particularidades. Para isso,
traremos as seguintes indagações: qual a importância do serviço público para a sociedade? Como o
serviço público se organiza de modo a evidenciar o interesse coletivo em detrimento do particular? Qual o
papel da contabilidade pública nesse contexto enquanto ciência que disciplina atos e fatos ocorridos na
esfera pública?
Em seguida, contextualizaremos a contabilidade pública como um importante instrumento que ajuda a
administração pública a alcançar seus principais objetivos, ressaltando o seu campo de atuação bem como
os seus princı́pios fundamentais, diferenciando-os. Nos últimos anos, a contabilidade vem passando por
um processo amplo de mudanças estruturais e conceituais para se adequar ao mundo globalizado. Na
contabilidade pública o processo não foi diferente. Será apresentado ainda o orçamento público e seus
instrumentos de planejamento mais importantes, além de identi�icar suas principais caracterı́sticas.
Trataremos também da receita e da despesa orçamentárias, explorando as classi�icações, as codi�icações,
os estágios e a execução.
Bons estudos!
1.1 Administração pública
Atividades administrativas, de maneira geral, podem ser desenvolvidas tanto no âmbito público como no
privado. A diferença está em como essas atividades são organizadas dentro de cada esfera. A
administração pública possui classi�icações, divisões e funções especı́�icas e que seguem preceitos legais.
1.1.1 Conceito
A administração, de maneira geral, é um conjunto de atividades que engloba ações que visam a sua
organização e operacionalização, envolvendo tanto os recursos humanos como os materiais. O intuito é
tirar o maior proveito deles para que os objetivos do negócio sejam alcançados de maneira e�iciente. A
administração pública não é diferente. Contudo, envolve recursos públicos, e algumas particularidades
precisam ser respeitadas. Vejamos a seguir.
De acordo com Meirelles (2001) apud Kohama (2006, p. 2), “administração pública é todo o
aparelhamento do Estado, preordenado à realização de seus serviços, visando a satisfação das
necessidades coletivas”.
Dessa forma, todas as atividades que envolvem a administração pública visam o interesse coletivo
primordialmente, assim como o serviço público, de maneira geral. Outro aspecto importante a ser
destacado em relação à administração pública é que ela não tem liberdade para se aparelhar,
diferentemente da privada. Isso ocorre porque ela deve seguir regramentos legais, os quais visam, acima
de tudo, atender o interesse público em detrimento do particular.
#PraCegoVer: na �igura “Administração pública” há uma mão que destaca com uma caneta vermelha as
palavras “setor público” em meio a uma paisagem natural.
O ato de administrar está intimamente ligado ao ato de organizar, gerir. Não se trata de uma simples
prestação de serviço, mas um trabalho oferecido de maneira organizada e e�iciente, satisfazendo, acima de
tudo, o interesse coletivo da sociedade.
A administração pública é composta por diversos órgãos que, juntos, formam o aparelhamento estatal.
Veremos agora como se con�igura essa estrutura. 
1.1.2 Estrutura
A administração possui uma estruturação baseada em duas classi�icações.
Direta ou centralizada.
Indireta ou descentralizada.
Figura 1 - Administração pública
Fonte: Mediapool, 2020.
•
•
A administração pública direta é aquela executada diretamente pelo Estado, ou seja, por meio de seus
próprios órgãos e agentes públicos. As tarefas são conduzidas e visam atingir os objetivos de atendimento
aos anseios coletivos. E� a administração direcionada pela União, pelos estados, municı́pios e pelo Distrito
Federal. Esses entes centralizam todas as ações dentro dos três poderes: Executivo, Legislativo e
Judiciário.
#PraCegoVer: a foto mostra o Congresso Nacional em Brası́lia, Distrito Federal, ilustrando o Poder
Legislativo da União.
Já a administração pública indireta ou descentralizada é aquela que foi distribuı́da para outros entes além
dos citados anteriormente, ou seja, o Estado delega atividades para outros órgãos e descentraliza seu
poder para tal. E� o caso das autarquias, fundações, empresas públicas etc. Todos esses órgãos são
vinculados à administração direta e só podem ser criados ou destituı́dos por força de lei. 
Figura 2 - Poder Legislativo
Fonte: Thi Soares, Mediapool, 2020.
VAMOS PRATICAR?
Você provavelmente conhece algum ente do poder público que consequentemente
integra a administração pública, não é mesmo? Elabore um pequeno texto
apontando o que antes você pensava ser a administração pública e como a de�ine
agora, após esta leitura. Se o que pensava era exatamente o que viu aqui, parabéns!
Ressalte isso no texto!
1.2 Contabilidade pública
A contabilidade possui diversas divisões, a depender de sua área de atuação, com caracterı́sticas e
particularidades bastante especı́�icas. Sendo assim, a contabilidade pública está inserida nesse contexto
por ser tratada dentro do serviço público. 
1.2.1 Conceitos
As de�inições de contabilidade pública são bastante diversi�icadas entre os teóricos da área. Contudo,
interpretando a essência dos conceitos, todas remetem a um mesmo signi�icado. Veremos então algumas
acepções, pertinentes nesta unidade. 
Segundo A�vila, Bächtold e Vieira (2011, p. 23):
Sendo a Contabilidade pública uma rami�icação da contabilidade, é possıv́el de�ini-la como a
ciência que permite através de suas técnicas manter o controle permanente do patrimônio
Público. Também podemos de�inir a contabilidade pública como a ciência que estuda e pratica,
controla e interpreta os fatos ocorridos no patrimônio público, mediante o registro, a
demonstração expositiva e a revelação desses fatos, com o �im de oferecer informações sobre a
composição do patrimônio, suas variações e o resultado econômico decorrente da gestão
pública.
#PraCegoVer: uma mulher está sentada à mesa em que há um notebook, um bloco de anotações, um lápis,
uma calculadora e post-its coloridos. Ela segura uma xı́cara de café com a mão esquerda e, com a direita,
direciona o olhar para o notebook e o manuseia. Na tela aparecem alguns elementos de �inanças e o termo
“contabilidade pública”.
De acordo com Kohama (2016, p. 50), a contabilidade pública mereceu um estudo da Divisão de Inspeção
da Contabilidade – Contadoria Central do Estado, em 1954, e chegou à seguinte de�inição: “é o ramo da
contabilidade que estuda, orienta, controla e demonstra a organização e execução da Fazenda Pública; o
patrimônio público e suas variações”. Por �im, traremos o conceito de�inido por Bernardo (2014, p. 6), que
a�irma que “a contabilidade pública é o ramo da ciência contábil que aplica, no processo gerador de
informações, os princı́pios e as normas contábeis direcionados à gestão patrimonial de entidades
públicas”.
Em suma, podemos entender, de acordo com todos os conceitos elencados, que a contabilidade pública
trata do patrimônio público, organizando e demonstrando todosos fatos ocorridos com ele no decorrer de
determinado perı́odo. Deve ser ressaltado também que os conceitos, com o passar dos anos, foram
reformulados para se adequar às alterações realizadas na contabilidade, principalmente em detrimento
dos normativos pertinentes.
1.2.2 Regimes contábeis
Figura 3 - Contabilidade pública
Fonte: one photo, Mediapool, 2020.
O registro dos fatos que ocorrem em uma entidade deve obedecer a critérios estabelecidos por
normativos legais e/ou contábeis. No Brasil são estabelecidos dois regimes contábeis: caixa e
competência.
O que diferencia ambos os regimes é o enfoque dado ao fato a ser registrado no momento de fazê-lo. O
regime de caixa, como o próprio nome sugere, é o regime utilizado toda vez que o caixa é movimentado
com entradas ou saı́das de numerário. Sendo assim, os registros dos fatos são efetuados no momento em
que o caixa é acionado; diz-se que é um regime de cunho �inanceiro. Já o regime de competência é aquele
que adota o foco econômico. Os fatos são registrados independentemente de o caixa ser acionado ou não.
O que é levado em consideração nesse regime é a que momento o fato se refere, se foi pago, recebido ou
não. Trata-se do fato gerador da obrigação ou do direito.
Uma observação importante a ser feita nesse contexto sobre os regimes contábeis é que o pro�issional da
contabilidade precisa saber o que é o exercı́cio �inanceiro. O exercı́cio �inanceiro é o perı́odo no qual o
orçamento do ente público é executado, e corresponde a um ano. De acordo com a Lei nº 4.320/1964, art.
34, o exercı́cio �inanceiro coincidirá com o ano civil, ou seja, começa em 1º de janeiro e termina em 31 de
dezembro. 
1.2.3 Finalidade e princípios fundamentais
A �inalidade da contabilidade pública como ciência é entregar aos seus usuários – sejam eles pro�issionais
da contabilidade, gestores públicos, órgãos de controle ou mesmo a sociedade em geral –, informações
pertinentes aos resultados obtidos pelas entidades do setor público e/ou equiparadas, prestando contas
sobre o emprego dos recursos públicos disponibilizados em seus orçamentos. Somado a isso, o alvo da
contabilidade pública é o patrimônio da entidade pública, assim como o objeto da contabilidade geral é o
patrimônio da entidade em que ela estiver atuando. 
Todas as informações demonstradas pela contabilidade pública perpassam as naturezas orçamentária,
econômica, �inanceira e fı́sica desse patrimônio. E esse fato é importante, pois auxilia na gestão no
momento de tomar decisões, além de informar a sociedade e os órgãos de controle sobre a utilização dos
VOCÊ SABIA?
Por muito tempo entendia-se que na administração pública brasileira os fatos
deveriam ser contabilizados por meio do regime misto, isto é, de caixa para
receitas e de competência para despesas. Isso porque a Lei nº 4.320/1964
informava em seu art. 35 que as receitas pertenciam ao exercı́cio �inanceiro
quando efetivamente arrecadas, e as despesas quando empenhadas. Contudo, com
o passar dos anos e a evolução da ciência contábil, o entendimento foi adequado
para o regime contábil da administração pública ser o da competência para
receitas e despesas. Quanto ao dispositivo legal citado, ele informa o regime
orçamentário a ser adotado. 
recursos públicos no ente.
Veremos agora quais são os princı́pios contábeis, anteriormente chamados de princı́pios fundamentais de
contabilidade. Mais tarde, o normativo do Conselho Federal de Contabilidade (CFC) os renomeou como
princı́pios da contabilidade. Com o processo de padronização das normas contábeis – em consonância
com a convergência das normas internacionais de contabilidade –, muitos normativos tiveram que ser
revisados, e alguns até revogados. 
Foi o caso do normativo que tratava especi�icamente dos princı́pios contábeis (Resolução nº 750/1993).
Essa ação foi necessária para que não houvessem dois normativos tratando do mesmo assunto. Contudo,
isso não quer dizer que os princı́pios deixaram de existir. Eles apenas foram inseridos dentro do novo
contexto da contabilidade, em especial da contabilidade pública, atendendo às normas internacionais. Na
verdade, foram diluı́dos em diversos outros normativos, sendo o principal a NBC TSP Estrutura
Conceitual, de 23 de setembro de 2016. 
Há os princı́pios da contabilidade, que norteiam a ciência tanto no âmbito público como no privado.
VOCÊ O CONHECE?
Nesta unidade vimos algumas citações do autor Heilio Kohama. Ele é autor de uma
importante obra da contabilidade pública, que já conta com mais de 15 edições. Como
esse ramo vem passando por diversas alterações em detrimento da adequação de seus
normativos, as edições do livro precisaram ser revisadas, visando sempre a atualização
dos conteúdos. Vale a pena pesquisar o autor e a obra!
Entidade.
Continuidade.
Oportunidade.
Registro pelo valor original.
O princı́pio da entidade dispõe que o ente possui autonomia e responsabilidade sobre o patrimônio que
lhe confere. O princı́pio da continuidade informa que a entidade terá duração prolongada por tempo
indeterminado e que deve operar para que isso ocorra de fato. O princı́pio da oportunidade se refere ao
registro de fatos de maneira ı́ntegra e tempestiva, de acordo com a documentação a que deu origem. 
#PraCegoVer: a �igura mostra uma lupa que aumenta o tamanho da palavra “oportunidade”, ressaltando
um dos princı́pios contábeis estudados nesta unidade.
O princı́pio do registro pelo valor original informa que os fatos devem ser registrados pelo valor original
de entrada na entidade, ou seja, aquele escrito no documento que deu origem à sua aquisição. O princı́pio
da competência determina que os fatos devem ser registrados no perı́odo a que pertencem,
independentemente do pagamento ou recebimento. Por �im, o princı́pio da prudência diz respeito ao
registro sensato de estimativas contábeis. Quando se tratar de estimativa para valor de ativo, deve-se
utilizar o menor valor; quando for do passivo, o maior valor, com o intuito de não superestimar receitas
nem subestimar despesas.
Competência.
Prudência.
Figura 4 - Princı́pio da oportunidade
Fonte: travellight, Mediapool, 2020.
VAMOS PRATICAR?
A contabilidade é uma ciência social e aplicada que traduz a importância do
patrimônio, seja ele público ou privado. Relembrando os conteúdos estudados no
tópico que acabamos de ver, o que você entende por patrimônio público no âmbito
da contabilidade?
1.3 Orçamento público
Vamos iniciar este tópico com uma particularidade que algumas pessoas possuem. Elas se planejam
�inanceiramente, sendo comum possuir o controle de seus ganhos e de suas despesas. Chamamos isso de
orçamento pessoal. Normalmente é acompanhado e executado em uma planilha ou uma simples anotação,
em que são elencadas informações como quanto o indivı́duo ganha, quanto é gasto em determinado
perı́odo etc. Essa forma simples de organização remete ao que acontece também na administração
pública.
#PraCegoVer: a �igura mostra uma mesa com três pessoas conversando e fazendo anotações e análises ao
redor de uma planilha de planejamento orçamentário.
O orçamento público é uma importante ferramenta de planejamento da gestão pública que auxilia a
correta alocação de recursos e a responsável indução de despesas, pois estas só poderão ser efetuadas em
detrimento do que for previsto como receita para o perı́odo em tese. Todas as ações que envolvem o
orçamento público são de�inidas por lei, assim como todos os atos do poder público. Tais ações re�letem
resultados anteriores e projeções futuras, de acordo com a conjuntura pela qual esteja passando o poder
público no perı́odoem questão.
1.3.1 Tipos de orçamento/princípios
O orçamento público pode ser planejado e executado por meio de duas modalidades: o orçamento por
programas e o orçamento base zero.
De acordo com Kohama (2016, p. 56):
Orçamento por programas é uma modalidade de orçamento em que, do ponto de vista de sua
apresentação, os recursos �inanceiros para cada unidade orçamentária vinculam-se direta ou
indiretamente aos objetivos a serem alcançados.
O orçamento por programas traz uma técnica mais elaborada, pois “amarra” as ações ao planejamento
governamental sem se concentrar exclusivamente nos resultados.
O modelo de orçamento público adotado no Brasil é de�inido na Constituição Federal de 1988 e inserido
Figura 5 - Planejamento orçamentário
Fonte: one photo, Mediapool, 2020.
no orçamento por programas, um modelo de médio prazo que de�ine prioridades anualmente. De acordo
com o Ministério da Fazenda (2018, p. 97):
A partir da edição da Portaria MOG nº 42/1999 aplicada à União, Estados, Distrito Federal e
Municı́pios, passou a ser obrigatória a identi�icação, nas leis orçamentárias, das ações em
termos de funções, subfunções, programas, projetos, atividades e operações especiais:
Art. 4º: Nas leis orçamentárias e nos balanços, as ações serão identi�icadas em termos de
funções, subfunções, programas, projetos, atividades e operações especiais.
O outro tipo de orçamento é o orçamento base zero. Segundo Kohama, (2016, p. 61, grifo do autor):
Orçamento	Base	Zero	é um processo operacional de planejamento e orçamento que exige de
cada administrador a fundamentação da necessidade dos recursos totais solicitados, e em
detalhes lhe transfere o ônus da prova, a �im de que ele justi�ique a despesa. Este processo
exige que todas as atividades e operações sejam identi�icadas e relacionadas em ordem de
importância, através de uma análise sistemática. O processo de Orçamento Base Zero baseia-
se na preparação de “pacotes de decisão” e, consequentemente, na escolha do nıv́el de objetivo
através da de�inição de prioridades, confrontando-se incrementos pela ponderação de custos
e benefı́cios. 
Esse tipo de orçamento exige que os gestores reavaliem todo o planejamento a cada ano. Por isso o nome.
E� necessário apresentar uma comprovação da necessidade de manter, aumentar ou diminuir qualquer
peça do orçamento.
Nesta unidade você aprendeu que, como ciência, a contabilidade possui princı́pios básicos que devem ser
observados de maneira geral. No aspecto orçamentário também existem princı́pios especı́�icos a serem
observados, pois por meio deles é possıv́el ter um orçamento com a expressão �iel do programa do
governo e que atenda corretamente aos anseios da sociedade. Conheça os princı́pios.
VOCÊ QUER LER?
O site do governo federal, que trata sobre orçamento e todas as suas particularidades, é
o www.orcamentofederal.gov.br (http://www.orcamentofederal.gov.br/). Que tal
navegar um pouco e conhecer melhor como é feito um orçamento público? Além disso,
o site conta com diversos materiais interessantes sobre o assunto para download.
•
http://www.orcamentofederal.gov.br/
http://www.orcamentofederal.gov.br/
http://www.orcamentofederal.gov.br/
http://www.orcamentofederal.gov.br/
http://www.orcamentofederal.gov.br/
http://www.orcamentofederal.gov.br/
http://www.orcamentofederal.gov.br/
Programação.
Unidade.
Universalidade.
Anualidade.
Exclusividade.
Clareza.
Equilı́brio.
O princı́pio da programação	enfatiza o que expressa o orçamento por programas, ou seja, o orçamento
praticado no Brasil, que ilustra os programas planejados pelo governo para a execução de suas metas e
seus objetivos.
Sobre o princı́pio da unidade, este estabelece que os orçamentos devem obedecer a um padrão de
estrutura, metodologia, conteúdo e expressão em todos os entes públicos que fazem parte de determinado
poder, por exemplo. E� fato que cada um tem o seu próprio orçamento; contudo, devem seguir a estrutura
do orçamento geral do poder público.
De acordo com o princı́pio da universalidade, todos os itens que compõem o planejamento orçamentário
devem constar nele, isto é, todas as receitas previstas e todas as despesas �ixadas. Dessa forma, o
orçamento conseguirá alcançar o seu objetivo precı́puo.
O chamado princı́pio da anualidade, como o nome sugere, informa que o perı́odo de validade e execução
do orçamento é de um ano.
Quanto ao princı́pio da exclusividade, este determina que o orçamento não poderá conter aspectos
relacionados a assuntos que não digam respeito à previsão de receitas e a �ixação de despesas.
O princı́pio da clareza	é alcançado à medida que o orçamento possui uma linguagem clara e simples, de
modo que todos os usuários que precisem acessá-lo possam compreendê-lo.
Por �im, o princı́pio do equilíbrio orçamentário determina que o total das despesas �ixadas não poderá
ultrapassar a totalidade de receitas previstas no orçamento, mantendo assim o equilı́brio �inanceiro.
1.3.2  Elementos do planejamento/ciclo orçamentário
O planejamento orçamentário baseia-se na utilização de alguns instrumentos essenciais para a correta
execução. Veja abaixo cada um.
•
•
•
•
•
•
#PraCegoVer: a �igura ilustra uma pessoa à mesa mexendo numa calculadora. Na mesa também há vários
papéis contendo informações grá�icas, além de caneta e agenda, demonstrando um planejamento.
O PPA	é um plano de médio prazo, em que as ações do governo são ordenadas de modo a atingir as metas
e os objetivos �ixados para um perı́odo de quatro anos, ao nıv́el dos governos federal, estadual e municipal
(KOHAMA, 2016). O plano plurianual deverá ser elaborado no primeiro ano do mandato de um governo
para vigorar nos próximos quatro, ou seja, ele sempre irá passar do governo atual para o próximo no
primeiro ano de mandato, e assim sucessivamente.
A LDO	é um mecanismo de planejamento que subsidia a elaboração dos orçamentos anuais. Nela constam
diretrizes, metas e prioridades da administração pública. E� um instrumento de curto prazo que vigora
pelo perı́odo de um ano e que segue os ordenamentos do PPA.
De acordo com a Constituição Federal, o projeto da LDO deve ser encaminhado para votação no Poder
Legislativo até o dia 15 de abril de cada ano. Isso para a União. Já os estados e municı́pios devem seguir os
prazos de suas constituições ou leis orgânicas. Caso estas últimas sejam ausentes, deve-se seguir o prazo
da União.
Por �im, existe o orçamento propriamente dito, que tem como nome o�icial de Lei Orçamentária Anual. A
LOA 	 segue os outros dois instrumentos que o antecedem: o PPA e a LDO. Estes orientam todo o
planejamento e elaboração da LOA, e devem ser seguidos minuciosamente. A LOA compreende o
orçamento �iscal, o orçamento da seguridade social e o orçamento de investimento das empresas
(KOHAMA, 2016, p. 49-50).
No orçamento �iscal estão inseridos os gastos normais da administração pública, direta e indireta, como os
gastos com pessoal, material de consumo etc. Já no orçamento da seguridade social estão englobadas
O Plano Plurianual (PPA).
A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).
A Lei de Orçamentos Anuais (LOA).
Fonte: SARINYAPINNGAM, Mediapool, 2020.
ações que se destinam à saúde, assistência social e previdência. Por �im, o orçamento de investimento das
empresas direciona as ações das empresas estatais as quais o Estado detenha a maioria do capital, seja de
forma direta ou indireta (KOHAMA, 2016, 49-50).
Em suma, o PPA planeja o orçamento por quatro anos, a LDO prioriza anualmente o que será executado e a
LOA quanti�ica e aloca os recursos, também, anualmente.
CASO
Para ilustrar a elaboração de um orçamento por programas, vamos supor o seguinte: o
municı́pio de Sucupira tem como principal atividade econômica a produção e venda decenoura. Contudo, essa cidade está com problemas em expandir as vendas para além
de suas fronteiras, pois seus acessos são escassos e/ou de�icientes. A prefeitura, tendo
conhecimento da causa, elenca no planejamento orçamentário um projeto de abertura
de acessos para a cidade para que a produção de cenouras possa ser expandida e traga
benefı́cios econômicos. No orçamento, a prefeitura deve elencar esse projeto e
justi�icar sua necessidade. Além disso, deve mencionar de onde virão os recursos
necessários para a execução desse projeto, pois para toda despesa �ixada deverá haver
a receita prevista respectiva e assim sucessivamente, com todos os outros projetos e
atividades do poder público. O orçamento segue um ciclo até chegar à peça �inal com todos os atributos que são exigidos por lei. Esse
ciclo é composto por algumas etapas: a elaboração, o estudo e aprovação, a execução e, por �im, a
avaliação.
Na fase da elaboração	são �ixados os objetivos para o alcance dos resultados almejados. A fase do estudo
e	aprovação	compete ao Poder Legislativo que avalia todo o conteúdo e faz adequações, de acordo com os
anseios da sociedade que os elegeu para representá-la. A execução	diz respeito a colocar em prática tudo
o que foi aprovado no orçamento, com a utilização de recursos humanos, materiais e �inanceiros. Por �im,
a avaliação 	 con�igura veri�icar se o que foi planejado e executado atendeu às expectativas do
planejamento para que adequações sejam efetuadas tempestivamente. 
VOCÊ QUER VER?
Existe um canal no YouTube muito interessante sobre orçamento público criada pelo
Senado. Ele se chama Orçamento Fácil e traz diversos vı́deos didáticos sobre temas que
se relacionam com o orçamento público no Brasil, ensinando de maneira simples para
que todas as pessoas possam compreender o assunto com facilidade. Disponıv́el em:
https://www.youtube.com/watch?v=Bs4hs8tfVHI (https://www.youtube.com/watch?
v=Bs4hs8tfVHI). Acesso em: 14 jun. 2020.
VAMOS PRATICAR?
Conforme os conteúdos estudados neste tópico, o que você entendeu sobre os
elementos do processo orçamentário? Qual a função e a importância de cada um
deles dentro do ciclo do orçamento? Esboce um texto curto com essas informações
para �ixar o conteúdo estudado e averigue se entendeu corretamente a matéria. 
https://www.youtube.com/watch?v=Bs4hs8tfVHI
https://www.youtube.com/watch?v=Bs4hs8tfVHI
https://www.youtube.com/watch?v=Bs4hs8tfVHI
https://www.youtube.com/watch?v=Bs4hs8tfVHI
https://www.youtube.com/watch?v=Bs4hs8tfVHI
https://www.youtube.com/watch?v=Bs4hs8tfVHI
https://www.youtube.com/watch?v=Bs4hs8tfVHI
https://www.youtube.com/watch?v=Bs4hs8tfVHI
https://www.youtube.com/watch?v=Bs4hs8tfVHI
https://www.youtube.com/watch?v=Bs4hs8tfVHI
1.4 Orçamento público 
O orçamento público já foi de�inido e instrumentalizado nesta unidade. Agora, você estudante, começará a
conhecer os seus componentes mais relevantes. Sabemos que o orçamento compreende receitas
estimadas e despesas �ixadas. Neste tópico, estudaremos as receitas e despesas orçamentárias. 
1.4.1 Receita orçamentária
Antes de de�inir a receita orçamentária, é pertinente trazer para este estudo o conceito de receita pública.
De acordo com Kohama (2016, p. 64):
Entende-se, genericamente, por Receita Pública todo e qualquer recolhimento feito aos cofres
públicos, e, também, a variação ativa, proveniente do registro do direito a receber no
momento da ocorrência do fato gerador, quer seja efetuado através de numerário ou outros
bens representativos de valores – que o Governo tem direito de arrecadar em virtude de leis,
contratos ou quaisquer outros tı́tulos que derivem direitos a favor do Estado –, quer seja
oriundo de alguma �inalidade especı́�ica, cuja arrecadação lhe pertença ou caso �igure como
depositário dos valores que não lhe pertencerem.
A receita orçamentária é aquela proveniente das atividades normais do ente público, e está prevista no
orçamento, ou seja, não é uma receita que o ente precisa “pagar” posteriormente. De acordo com o
Ministério da Fazenda (2018, p. 33):
Em sentido amplo, os ingressos de recursos �inanceiros nos cofres do Estado denominam-se
receitas públicas, registradas como receitas orçamentárias, quando representam
disponibilidades de recursos �inanceiros para o erário, ou ingressos extraorçamentários,
quando representam apenas entradas compensatórias. Em sentido estrito, chamam-se
públicas apenas as receitas orçamentárias.
A receita orçamentária é classi�icada em receita	corrente	e	receita	de	capital. As correntes são aquelas
provenientes das atividades operacionais do ente público, tais como arrecadação de impostos, venda de
produtos ou serviços etc.
Já as receitas de capital são aquelas em que o ente público recebe em detrimento da constituição de
dıv́idas ou do desfazimento de bens e direitos, convertendo-os em moeda. O fato de afetar o patrimônio
lı́quido presume a diferença entre a receita corrente e a de capital, em que a primeira afeta e a última não.
Além das receitas orçamentárias, existem também as chamadas receitas	extraorçamentárias. Mas o que
são? Conforme o próprio nome sugere, são receitas que estão fora do orçamento anual aprovado. São
receitas “extras”; contudo, a princı́pio, não pertencem ao ente público. Podemos citar como exemplo o
depósito de cauções, operações de crédito contraı́das etc.
1.4.2 Despesa orçamentária 
Assim como a receita, também devemos conhecer o conceito de despesa pública antes de tratar sobre
despesa orçamentária, já que esta é uma rami�icação daquela. Sendo assim, a despesa pública compreende
os dispêndios �ixados na LOA ou em leis especiais, que se destinam à execução do serviço público
propriamente dito.
#PraCegoVer: a �igura mostra a foto da mão de uma pessoa cortando com tesoura um papel em que está
escrito “Despesas orçamentárias”. No fundo da foto, sob a mesa, há uma xı́cara de café e cadernos.
Já a despesa orçamentária, de acordo com o Manual de Contabilidade Aplicado ao Setor Público (MCASP)
do Ministério da Fazenda (2018, p. 69):
[...] é o conjunto de dispêndios realizados pelos entes públicos para o funcionamento e
manutenção dos serviços públicos prestados à sociedade.
Os dispêndios, assim como os ingressos, são tipi�icados em orçamentários e
extraorçamentários.
Segundo o art. 35 da Lei nº 4.320/1964:
Pertencem ao exercı́cio �inanceiro:
I - as receitas nele arrecadadas;
II - as despesas nele legalmente empenhadas.
Dessa forma, despesa orçamentária é toda transação que depende de autorização legislativa,
na forma de consignação de dotação orçamentária, para ser efetivada. 
A despesa orçamentária se divide em despesas correntes e de capital, diferenciando-se uma da outra pelo
fato de afetar o patrimônio lı́quido ou não, da mesma forma que ocorre com as receitas orçamentárias.
Além das despesas orçamentárias, existem também as extraorçamentárias, que consistem em dispêndios
efetuados pelo ente público que não constam na lei orçamentária. São exemplos de despesas
extraorçamentárias a obtenção de empréstimos e saı́das de receitas extraorçamentárias.
Figura 6 - Despesas orçamentárias
Fonte: tomertu, Mediapool, 2020.
VAMOS PRATICAR?
Neste tópico vimos que a receita e a despesa públicas possuem subclassi�icações.
Sendo assim, busque elencar exemplos de receitas e despesas orçamentárias de
um ente público da área da educação, discriminando ainda se são correntes ou de
capital.
Conclusão
Nesta unidade, abordamos os conceitos e caracterı́sticas da estrutura da administração pública no Brasil.
Nesta unidade, você teve a oportunidade de:
• conhecer mais sobre administração pública;
• aprender sobre a contabilidadepública como um ramo da
ciência contábil que engloba características específicas e
compreender seus regimes, finalidade e princípios;
• entender sobre orçamento público e seus tipos, princípios,
elementos e ciclo orçamentário;
• compreender a receita e a despesa orçamentárias dentro da
receita e despesa públicas. 
•
•
•
•
Bibliografia
A�VILA, C. A.; BA�CHTOLD, C.; VIEIRA, S. J. Noções	de 	contabilidade	pública. Curitiba: Instituto Federal
Paraná, Educação a distância, 2011.
BERNARDO, F. D. Contabilidade	pública. Florianópolis: Instituto Federal Santa Catarina, 2014.
BRASIL. Lei	Federal	nº	4.320,	de	17	de	março	de	1964. Estatui Normas Gerais de Direito Financeiro
para elaboração e controle dos orçamentos e balanços da União, dos Estados, dos Municı́pios e do Distrito
Federal. Diário O�icial da União: 23 mar. 1964. Disponıv́el em: (http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/
Leis/L4320.htm)http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L4320.htm (http://www.planalto.gov.br/
ccivil_03/Leis/L4320.htm). Acesso em: 8 jun. 2020.
CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE. Resolução 	nº 	750, 	de 	29 	de 	dezembro 	de 	1993. Dispõe
sobre os Princı́pios de Contabilidade (PC). (Revogado pela NBC TSP Estrutura Conceitual, de 23 de
setembro de 2016. Aprova a NBC TSP ESTRUTURA CONCEITUAL – Estrutura Conceitual para Elaboração e
Divulgação de Informação Contábil de Propósito Geral pelas Entidades do Setor Público). Brası́lia:
Conselho Federal de Contabilidade, 1993. Disponıv́el em: (http://www.portaldecontabilidade.com.br/
nbc/res750.htm)http://www.portaldecontabilidade.com.br/nbc/res750.htm (http://
www.portaldecontabilidade.com.br/nbc/res750.htm). Acesso em: 16 jun. 2020.
KOHAMA, H. Contabilidade	pública: teoria e prática. 15. ed. São Paulo: Atlas, 2016.
MINISTE�RIO DA FAZENDA. Secretaria do Tesouro Nacional. Manual	de	Contabilidade	Aplicado	ao	Setor
Público 	 – 	MCASP. 8. ed. Brası́lia, DF: 2018. Disponıv́el em: (http://www.tesouro.fazenda.gov.br/
documents/10180/695350/CPU_MCASP+8%C2%AA%20ed+-
+publica%C3%A7%C3%A3o_com+capa_3vs_Errata1/6bb7de01-39b4-4e79-b909-6b7a8197afc9)http://
www.tesouro.fazenda.gov.br/documents/10180/695350/CPU_MCASP+8%C2%AA%20ed+-
+publica%C3%A7%C3%A3o_com+capa_3vs_Errata1/6bb7de01-39b4-4e79-b909-6b7a8197afc9 (http://
www.tesouro.fazenda.gov.br/documents/10180/695350/CPU_MCASP+8%C2%AA%20ed+-
+publica%C3%A7%C3%A3o_com+capa_3vs_Errata1/6bb7de01-39b4-4e79-b909-6b7a8197afc9). Acesso
em: 8 jun. 2020.
NORMA BRASILEIRA DE CONTABILIDADE. NBC	TSP	Estrutura	Conceitual,	de	23	de	setembro	de	2016.
Aprova a NBC TSP ESTRUTURA CONCEITUAL – Estrutura Conceitual para Elaboração e Divulgação de
Informação Contábil de Propósito Geral pelas Entidades do Setor Público. Brası́lia: Conselho Federal de
Contabilidade, 2016. Disponıv́el em: https://cfc.org.br/tecnica/normas-brasileiras-de-contabilidade/nbc-
tsp-do-setor-publico/ (https://cfc.org.br/tecnica/normas-brasileiras-de-contabilidade/nbc-tsp-do-setor-
publico/). Acesso em: 16 jun. 2020.
ORÇAMENTO Fácil – Vı́deo 01 – A série de animação desenvolvida pelo Senado sobre orçamento público. 1
vı́deo (1 min). Publicado pelo canal Orçamento Fácil. Disponıv́el em: (https://www.youtube.com/watch?
v=Bs4hs8tfVHI)https://www.youtube.com/watch?v=Bs4hs8tfVHI (https://www.youtube.com/watch?
v=Bs4hs8tfVHI). Acesso em: 16 jun. 2020.
https://codely-fmu-content.s3.amazonaws.com/Moodle/EAD/Conteudo/NEG_CONASP_20/unidade_1/ebook/index.html#
https://codely-fmu-content.s3.amazonaws.com/Moodle/EAD/Conteudo/NEG_CONASP_20/unidade_1/ebook/index.html#
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L4320.htm
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L4320.htm
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L4320.htm
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L4320.htm
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L4320.htm
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L4320.htm
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L4320.htm
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L4320.htm
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L4320.htm
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L4320.htm
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L4320.htm
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L4320.htm
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L4320.htm
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L4320.htm
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L4320.htm
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L4320.htm
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L4320.htm
http://www.portaldecontabilidade.com.br/nbc/res750.htm
http://www.portaldecontabilidade.com.br/nbc/res750.htm
http://www.portaldecontabilidade.com.br/nbc/res750.htm
http://www.portaldecontabilidade.com.br/nbc/res750.htm
http://www.portaldecontabilidade.com.br/nbc/res750.htm
http://www.portaldecontabilidade.com.br/nbc/res750.htm
http://www.portaldecontabilidade.com.br/nbc/res750.htm
http://www.portaldecontabilidade.com.br/nbc/res750.htm
http://www.portaldecontabilidade.com.br/nbc/res750.htm
http://www.portaldecontabilidade.com.br/nbc/res750.htm
http://www.portaldecontabilidade.com.br/nbc/res750.htm
http://www.portaldecontabilidade.com.br/nbc/res750.htm
http://www.portaldecontabilidade.com.br/nbc/res750.htm
http://www.portaldecontabilidade.com.br/nbc/res750.htm
http://www.portaldecontabilidade.com.br/nbc/res750.htm
http://www.portaldecontabilidade.com.br/nbc/res750.htm
http://www.portaldecontabilidade.com.br/nbc/res750.htm
http://www.tesouro.fazenda.gov.br/documents/10180/695350/CPU_MCASP+8%C2%AA%20ed+-+publica%C3%A7%C3%A3o_com+capa_3vs_Errata1/6bb7de01-39b4-4e79-b909-6b7a8197afc9
http://www.tesouro.fazenda.gov.br/documents/10180/695350/CPU_MCASP+8%C2%AA%20ed+-+publica%C3%A7%C3%A3o_com+capa_3vs_Errata1/6bb7de01-39b4-4e79-b909-6b7a8197afc9
http://www.tesouro.fazenda.gov.br/documents/10180/695350/CPU_MCASP+8%C2%AA%20ed+-+publica%C3%A7%C3%A3o_com+capa_3vs_Errata1/6bb7de01-39b4-4e79-b909-6b7a8197afc9
http://www.tesouro.fazenda.gov.br/documents/10180/695350/CPU_MCASP+8%C2%AA%20ed+-+publica%C3%A7%C3%A3o_com+capa_3vs_Errata1/6bb7de01-39b4-4e79-b909-6b7a8197afc9
http://www.tesouro.fazenda.gov.br/documents/10180/695350/CPU_MCASP+8%C2%AA%20ed+-+publica%C3%A7%C3%A3o_com+capa_3vs_Errata1/6bb7de01-39b4-4e79-b909-6b7a8197afc9
http://www.tesouro.fazenda.gov.br/documents/10180/695350/CPU_MCASP+8%C2%AA%20ed+-+publica%C3%A7%C3%A3o_com+capa_3vs_Errata1/6bb7de01-39b4-4e79-b909-6b7a8197afc9
http://www.tesouro.fazenda.gov.br/documents/10180/695350/CPU_MCASP+8%C2%AA%20ed+-+publica%C3%A7%C3%A3o_com+capa_3vs_Errata1/6bb7de01-39b4-4e79-b909-6b7a8197afc9
http://www.tesouro.fazenda.gov.br/documents/10180/695350/CPU_MCASP+8%C2%AA%20ed+-+publica%C3%A7%C3%A3o_com+capa_3vs_Errata1/6bb7de01-39b4-4e79-b909-6b7a8197afc9
http://www.tesouro.fazenda.gov.br/documents/10180/695350/CPU_MCASP+8%C2%AA%20ed+-+publica%C3%A7%C3%A3o_com+capa_3vs_Errata1/6bb7de01-39b4-4e79-b909-6b7a8197afc9
http://www.tesouro.fazenda.gov.br/documents/10180/695350/CPU_MCASP+8%C2%AA%20ed+-+publica%C3%A7%C3%A3o_com+capa_3vs_Errata1/6bb7de01-39b4-4e79-b909-6b7a8197afc9
http://www.tesouro.fazenda.gov.br/documents/10180/695350/CPU_MCASP+8%C2%AA%20ed+-+publica%C3%A7%C3%A3o_com+capa_3vs_Errata1/6bb7de01-39b4-4e79-b909-6b7a8197afc9
http://www.tesouro.fazenda.gov.br/documents/10180/695350/CPU_MCASP+8%C2%AA%20ed+-+publica%C3%A7%C3%A3o_com+capa_3vs_Errata1/6bb7de01-39b4-4e79-b909-6b7a8197afc9
http://www.tesouro.fazenda.gov.br/documents/10180/695350/CPU_MCASP+8%C2%AA%20ed+-+publica%C3%A7%C3%A3o_com+capa_3vs_Errata1/6bb7de01-39b4-4e79-b909-6b7a8197afc9
http://www.tesouro.fazenda.gov.br/documents/10180/695350/CPU_MCASP+8%C2%AA%20ed+-+publica%C3%A7%C3%A3o_com+capa_3vs_Errata1/6bb7de01-39b4-4e79-b909-6b7a8197afc9
http://www.tesouro.fazenda.gov.br/documents/10180/695350/CPU_MCASP+8%C2%AA%20ed+-+publica%C3%A7%C3%A3o_com+capa_3vs_Errata1/6bb7de01-39b4-4e79-b909-6b7a8197afc9
http://www.tesouro.fazenda.gov.br/documents/10180/695350/CPU_MCASP+8%C2%AA%20ed+-+publica%C3%A7%C3%A3o_com+capa_3vs_Errata1/6bb7de01-39b4-4e79-b909-6b7a8197afc9
http://www.tesouro.fazenda.gov.br/documents/10180/695350/CPU_MCASP+8%C2%AA%20ed+-+publica%C3%A7%C3%A3o_com+capa_3vs_Errata1/6bb7de01-39b4-4e79-b909-6b7a8197afc9http://www.tesouro.fazenda.gov.br/documents/10180/695350/CPU_MCASP+8%C2%AA%20ed+-+publica%C3%A7%C3%A3o_com+capa_3vs_Errata1/6bb7de01-39b4-4e79-b909-6b7a8197afc9
http://www.tesouro.fazenda.gov.br/documents/10180/695350/CPU_MCASP+8%C2%AA%20ed+-+publica%C3%A7%C3%A3o_com+capa_3vs_Errata1/6bb7de01-39b4-4e79-b909-6b7a8197afc9
http://www.tesouro.fazenda.gov.br/documents/10180/695350/CPU_MCASP+8%C2%AA%20ed+-+publica%C3%A7%C3%A3o_com+capa_3vs_Errata1/6bb7de01-39b4-4e79-b909-6b7a8197afc9
http://www.tesouro.fazenda.gov.br/documents/10180/695350/CPU_MCASP+8%C2%AA%20ed+-+publica%C3%A7%C3%A3o_com+capa_3vs_Errata1/6bb7de01-39b4-4e79-b909-6b7a8197afc9
http://www.tesouro.fazenda.gov.br/documents/10180/695350/CPU_MCASP+8%C2%AA%20ed+-+publica%C3%A7%C3%A3o_com+capa_3vs_Errata1/6bb7de01-39b4-4e79-b909-6b7a8197afc9
http://www.tesouro.fazenda.gov.br/documents/10180/695350/CPU_MCASP+8%C2%AA%20ed+-+publica%C3%A7%C3%A3o_com+capa_3vs_Errata1/6bb7de01-39b4-4e79-b909-6b7a8197afc9
http://www.tesouro.fazenda.gov.br/documents/10180/695350/CPU_MCASP+8%C2%AA%20ed+-+publica%C3%A7%C3%A3o_com+capa_3vs_Errata1/6bb7de01-39b4-4e79-b909-6b7a8197afc9
http://www.tesouro.fazenda.gov.br/documents/10180/695350/CPU_MCASP+8%C2%AA%20ed+-+publica%C3%A7%C3%A3o_com+capa_3vs_Errata1/6bb7de01-39b4-4e79-b909-6b7a8197afc9
http://www.tesouro.fazenda.gov.br/documents/10180/695350/CPU_MCASP+8%C2%AA%20ed+-+publica%C3%A7%C3%A3o_com+capa_3vs_Errata1/6bb7de01-39b4-4e79-b909-6b7a8197afc9
http://www.tesouro.fazenda.gov.br/documents/10180/695350/CPU_MCASP+8%C2%AA%20ed+-+publica%C3%A7%C3%A3o_com+capa_3vs_Errata1/6bb7de01-39b4-4e79-b909-6b7a8197afc9
https://cfc.org.br/tecnica/normas-brasileiras-de-contabilidade/nbc-tsp-do-setor-publico/
https://cfc.org.br/tecnica/normas-brasileiras-de-contabilidade/nbc-tsp-do-setor-publico/
https://cfc.org.br/tecnica/normas-brasileiras-de-contabilidade/nbc-tsp-do-setor-publico/
https://cfc.org.br/tecnica/normas-brasileiras-de-contabilidade/nbc-tsp-do-setor-publico/
https://cfc.org.br/tecnica/normas-brasileiras-de-contabilidade/nbc-tsp-do-setor-publico/
https://cfc.org.br/tecnica/normas-brasileiras-de-contabilidade/nbc-tsp-do-setor-publico/
https://cfc.org.br/tecnica/normas-brasileiras-de-contabilidade/nbc-tsp-do-setor-publico/
https://cfc.org.br/tecnica/normas-brasileiras-de-contabilidade/nbc-tsp-do-setor-publico/
https://cfc.org.br/tecnica/normas-brasileiras-de-contabilidade/nbc-tsp-do-setor-publico/
https://cfc.org.br/tecnica/normas-brasileiras-de-contabilidade/nbc-tsp-do-setor-publico/
https://cfc.org.br/tecnica/normas-brasileiras-de-contabilidade/nbc-tsp-do-setor-publico/
https://www.youtube.com/watch?v=Bs4hs8tfVHI
https://www.youtube.com/watch?v=Bs4hs8tfVHI
https://www.youtube.com/watch?v=Bs4hs8tfVHI
https://www.youtube.com/watch?v=Bs4hs8tfVHI
https://www.youtube.com/watch?v=Bs4hs8tfVHI
https://www.youtube.com/watch?v=Bs4hs8tfVHI
https://www.youtube.com/watch?v=Bs4hs8tfVHI
https://www.youtube.com/watch?v=Bs4hs8tfVHI
https://www.youtube.com/watch?v=Bs4hs8tfVHI
https://www.youtube.com/watch?v=Bs4hs8tfVHI
https://www.youtube.com/watch?v=Bs4hs8tfVHI
https://www.youtube.com/watch?v=Bs4hs8tfVHI
https://www.youtube.com/watch?v=Bs4hs8tfVHI
https://www.youtube.com/watch?v=Bs4hs8tfVHI
https://www.youtube.com/watch?v=Bs4hs8tfVHI
https://www.youtube.com/watch?v=Bs4hs8tfVHI
https://www.youtube.com/watch?v=Bs4hs8tfVHI

Mais conteúdos dessa disciplina