Logo Passei Direto
Buscar

Ferramentas de estudo

Questões resolvidas

Leia o texto a seguir: Imediatamente após assumir o cargo em março de 1990, Fernando Collor de Mello deu início a um ataque frontal ao Estado. Na primeira semana de sua administração, Collor extinguiu onze empresas estatais (que empregavam 14.500 trabalhadores) e treze outras agências (Gazeta Mercantil e Folha de S. Paulo, 17 de março de 1990). Ao mesmo tempo, anunciou um ambicioso programa de privatização e, durante o ano de 1990, forçou os bancos a comprarem por volta de $500 milhões em Certificados de Privatização, uma nova moeda que só pode ser trocada por ações de empresas estatais. Até dezembro, seu governo havia ainda conseguido cortar 100 mil empregos de um total de 1,7 milhão no restante do governo federal, muito mais que qualquer governo anterior fizera no passado. É ainda muito cedo para avaliar inteiramente o programa de privatização de Collor. Governos anteriores anunciaram grandes planos e não fizeram nada, e o governo Collor não havia vendido nada até janeiro de 1991. Contudo, as indicações eram de que, a não ser por sérios retrocessos nos planos de estabilização ou nos fronts internacionais, a privatização prosseguiria muito além dos fracos programas dos anos 80. Uma análise da privatização no Brasil em 1990 deve abordar, portanto, como questões principais, os fatores que impulsionaram a privatização além do ponto a que havia chegado nos anos 80 e como Collor estava incorporando a privatização na estratégia política global de seu governo. Considerando o contexto descrito sobre a economia brasileira no período do governo de Fernando Collor, avalie as afirmativas abaixo: I. O plano econômico implementado no início do governo Collor, conhecido como Plano Collor, buscou conter a hiperinflação por meio do confisco de poupanças, congelamento de preços e mudanças cambiais drásticas. II. Durante o governo Collor, houve a abertura comercial do país, com a redução de tarifas e a tentativa de inserção do Brasil em um contexto de economia globalizada. III. O processo de privatização de empresas estatais foi uma das estratégias econômicas secundárias durante o governo Collor, visando reduzir o papel do Estado na economia. IV. No início do governo Collor, houve a extinção de várias empresas estatais, resultando no aumento significativo de empregos e na introdução de um programa de Certificado de Privatização. Está correto o que se afirma em:
I e IV, apenas.
II e III, apenas.
II, III e IV, apenas.
I, III e IV, apenas.
I e II, apenas.

Leia o texto e observe a imagem a seguir: Pode-se considerar que no decorrer desses dois mandatos do presidente [...] houve iniciativas importantes do ponto de vista de políticas regulares de educação no sentido de buscar recuperar o papel protagonista do Estado federal como promotor de políticas para o setor, bem como de tentativas de correção de distorções naturais de um país com as dimensões do Brasil e com suas diferenças regionais. Sabe-se que o processo de descentralização ocorrido na década passada trouxe ganhos e perdas. Não se trata mais de um esforço de recentralização no sentido de uma contrarreforma, mas desequilíbrios provocados precisam ser corrigidos. [...] Assim, as políticas educacionais do governo Lula nos seus dois mandatos podem ser caracterizadas por políticas ambivalentes que apresentam rupturas e permanências em relação às políticas anteriores. Ao mesmo tempo em que se assiste, na matéria educativa, à tentativa de resgate de direitos e garantias estabelecidos na Constituição Federal de 1988, adotam-se políticas que estabelecem nexo entre a elevação dos padrões de desempenho educativo e a crescente competitividade internacional (a referência do IDEB justificada nos padrões do desempenho educacional dos países da OCDE é um exemplo naturalização de políticas que vinculam as capacidades de escolha e ação individual transformação institucional, traduzida na ideia do estabelecimento do compromisso de todos com a educação, como se os baixos níveis de desempenho fossem resultado da de compromisso e não de outras carências, atribui à educação certo voluntarismo que contrário à noção de direito público assegurado. A vinculação dessas políticas à utiliza de técnicas de fixação de objetivos e de medição de desempenho, tais como as metas traçadas para 2021/2022 (atingir média 6 no IDEB), permite descentralizar ações, comprometer os atores locais, mas permanecer administrando a distância. Refletindo sobre os principais desafios e medidas adotadas durante os governos Lula referentes à educação brasileira, avalie as seguintes asserções e a relação proposta entre elas. I. As políticas educacionais de Lula receberam críticas devido à falta de investimentos na qualidade do ensino básico e na formação docente. PORQUE II. Medidas como o ProUni e a expansão das vagas nas universidades públicas visavam inclusão e o acesso ao ensino superior. A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa da I.
A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
As asserções I e II são proposições falsas.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa da I.

Leia o texto a seguir: Apesar de alguns equívocos nas frentes bilaterais e multilaterais, o primeiro governo Lula apresentou um balanço geral positivo na sua atuação junto aos demais sócios do Mercosul e à agenda externa do bloco. Conforme vimos, observou-se uma flexibilização da postura brasileira em relação à Argentina, Paraguai e Uruguai, um estímulo ao avanço institucional do bloco e um protagonismo no aprofundamento das parceiras externas do Mercosul. Contudo, esses avanços não implicaram um consenso global dos países membros quanto à redefinição dos rumos do bloco. A possibilidade de que o Brasil, sem a parceria argentina, mude as regras de origem e elimine a dupla tributação da TEC para os sócios menores aponta justamente para um consenso limitado em algumas matérias. Essas iniciativas bilaterais podem indicar um sintoma mais amplo no sentido de que, ao contrário do que se esperava, a emergência de governos de esquerda na América do Sul não gerou um alinhamento automático em torno de projetos comuns que englobem os variados aspectos relativos à estrutura e política mercosulinas. Diferentemente disso, a maior penetração dos governos às demandas sociais tornou ainda mais complexo esse processo de convergência. A possível eleição do candidato de esquerda Fernando Lugo, no Paraguai, e a entrada da Venezuela como membro pleno do bloco prometem trazer novos desafios nesse sentido. [...] O retorno da centralidade da política à esfera regional evidencia que o bloco não mais restringe ao âmbito meramente comercial que sobressaiu nos anos 90. A crise que permeou a região após a predominância do viés comercialista, nesse sentido, abriu a possibilidade de redefinição do projeto do Mercosul e permitiu a retomada de aspectos relativos à integração produtiva e institucional previstos ainda na década de 80, quando início da aproximação entre Argentina e Brasil. Como vimos pontualmente, o governo Lula protagonizou esse processo de redefinição ao trazer para o cerne da política externa brasileira iniciativas de governos anteriores para a promoção de projetos de integração da infraestrutura regional, principalmente em matérias relativas à conexão rodoviária e energética. [...] Considerando as informações apresentadas, assinale a alternativa correta.
Durante o governo Lula, o Brasil incentivou a predominância do viés comercialista no Mercosul, priorizando aspectos comerciais em detrimento da integração produtiva e institucional.
Durante o governo Lula, o Brasil optou por um alinhamento automático com os países membros do Mercosul, fortalecendo um consenso global sobre a redefinição dos rumos do bloco.
Durante o governo Lula, o período foi marcado por uma ausência de ações bilaterais ou multilaterais entre o Brasil e os países sul-americanos, minando o aprofundamento das parcerias externas do Mercosul.
Durante o governo Lula, o Brasil apresentou um balanço geral positivo no Mercosul, evidenciado pela inflexibilidade na postura brasileira em relação à Argentina, Paraguai e Uruguai.
Durante o governo Lula, o Brasil protagonizou iniciativas junto ao Mercosul para a promoção de projetos de integração da infraestrutura regional, priorizando a conexão rodoviária e energética, na esfera regional.

Leia o texto e observe a charge a seguir: As primeiras medidas do Governo Bolsonaro no âmbito externo, como a viagem à Israel e aos Estados Unidos (EUA), bem como as mudanças no Itamaraty, levaram a uma discussão entre acadêmicos e policymakers a respeito da visão de mundo dos atuais formuladores da política exterior brasileira. [...] Ao mesmo tempo, as primeiras ações do governo Bolsonaro demonstram uma ruptura interna no pragmatismo e na racionalidade burocrática, típicos da diplomacia brasileira e, consequentemente, um desafio no sentido de conferir coerência aos receptores internacionais e internos de tal política nos próximos anos. [...] A administração de Bolsonaro, apesar das promessas de campanha de uma 'desideologização' das políticas doméstica e externa, amarra um discurso conservador, ocidentalista e cristão ao interesse de aproximação com os EUA e Israel, na esperança de obter ganhos com esses alinhamentos, bem como conformar um bloco de resistência à emergência do mundo árabe-muçulmano e chinês, vistos como estranhos e ameaças à verdadeira 'alma brasileira'. Mesmo que tais tendências pudessem ser imaginadas antes da posse, os primeiros meses de Bolsonaro demonstraram uma série de rupturas na política externa, embora com uma tentativa frequente de amenizar tais transformações. Um dos primeiros marcos para a política externa foi o discurso do presidente no Fórum Econômico de Davos. Ali, diante de uma plateia composta pela elite econômica mundial e interessados em liberalização, Bolsonaro suavizou seu discurso mais radical, que tradicionalmente é usado para agradar o público brasileiro. Refletindo sobre os principais desafios referentes à política externa brasileira pós-governo Bolsonaro, avalie as seguintes asserções e a relação proposta entre elas. I. O governo Bolsonaro adotou uma postura de total isolamento diplomático, evitando parcerias ou negociações internacionais, o que prejudicou gravemente as relações exteriores do Brasil. PORQUE II. A política externa do Brasil após o governo Bolsonaro enfrentará desafios significativos, incluindo a necessidade de reconstruir e fortalecer alianças internacionais e restaurar a imagem internacional do país. A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa da I.
A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
As asserções I e II são proposições falsas.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa da I.
A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.

Leia o texto e observe o gráfico a seguir: A instabilidade da política brasileira no período de 2015 a 2017 não foi suficiente para abalar a crença dos analistas e políticos de que o pleito de 2018 seguiria o mesmo padrão que se repetia desde 1994 nas eleições presidenciais. Se o PT e o PSDB polarizaram a disputa presidencial por duas décadas, por isso não aconteceria novamente? A premissa que orientava a análise dominante era que para vencer, ou pelo menos passar para o segundo turno, um candidato necessitava de três requisitos: obter uma grande soma de dinheiro para financiar a sua campanha, dispor de um tempo razoável no horário de propaganda eleitoral e construir uma rede de apoios nos estados, preferencialmente naqueles com maior população. [...] A vitória de Bolsonaro é o feito mais impressionante da história das eleições brasileiras. Ele concorreu por um micropartido, gastou pouco mais do que alguns deputados federais gastaram e, no primeiro turno, dispôs do menor tempo no horário eleitoral gratuito que um candidato competitivo já teve em uma disputa para presidente. Ele fez uma campanha rejeitando o que os manuais de campanha recomendam: moderar o discurso e tentar convencer o eleitor de centro. Bolsonaro foi vitorioso na maioria das grandes cidades do Brasil e conquistou o apoio dos homens e dos evangélicos como nenhum candidato antes dele. [...] Em razão da grande vantagem confirmada nas primeiras pesquisas do segundo turno, Bolsonaro manteve a mesma estratégia adotada no último mês de campanha do primeiro turno: priorizou a difusão de mensagens nas redes sociais, não participou de eventos públicos e nem compareceu aos tradicionais debates promovidos pelos principais meios de comunicação do país. A diferença foi que sua campanha chegou ao rádio e à televisão, já que no segundo turno o tempo de propaganda dos dois candidatos é igual: dois programas de cinco minutos por dia no horário político em rede e 375 inserções de trinta segundos para serem difundidas ao longo da programação dos canais de rádio e televisão. Considerando o contexto descrito sobre as eleições presidenciais brasileiras de 2018, avalie as afirmativas abaixo: I. As eleições presidenciais de 2018 no Brasil foram um reflexo direto do descontentamento generalizado da população com os escândalos de corrupção envolvendo figuras políticas de destaque na época. II. O resultado das eleições de 2018 refletiu uma polarização profunda na sociedade brasileira, com divisões claras entre esquerda e direita, refletindo-se na ascensão de Jair Bolsonaro como presidente. III. A eleição de Bolsonaro em 2018 foi predominantemente impulsionada por uma insatisfação com a falta de segurança pública e a promessa de políticas mais rígidas de combate à criminalidade. IV. O fenômeno das fake news e o uso intenso das redes sociais desempenharam um papel crucial na campanha eleitoral de 2018, influenciando significativamente a percepção do eleitorado e contribuindo para a vitória de Bolsonaro.

Leia o texto a seguir: Os primeiros anos da década de 1960 foram, no Brasil, um período de grande turbulência nos campos político e econômico. Na política, o país viveu, entre outras coisas, a renúncia de um presidente e um golpe militar que instaurou uma ditadura que duraria duas décadas. Quanto à economia, por sua vez, o período foi marcado por uma forte elevação nas taxas de inflação, queda das taxas de crescimento e dificuldades no balanço de pagamentos. Nesse contexto de crise houve, na primeira metade da década, duas importantes tentativas de eliminar as pressões inflacionárias e recolocar o país no caminho do crescimento econômico: o Plano Trienal (dezembro de 1962) e o Plano de Ação Econômica do Governo (novembro de 1964). Apesar da proximidade das datas entre estes planos, os dois foram, todavia, formulados em contextos políticos muito diversos. O Trienal surgiu durante o governo democrático e de esquerda de João Goulart, enquanto o Plano de Ação Econômica do Governo (PAEG) foi formulado no âmbito de uma ditadura de orientação conservadora. No caso, esta diferença de contexto ocorreu porque o Trienal foi o último plano do governo de Goulart antes de sua deposição, enquanto que o PAEG foi o primeiro plano do regime militar implantado após o golpe de abril de 1964. Outra importante diferença reside nos resultados alcançados pelos dois planos. O Trienal fracassou no seu intento de estabilizar a economia e já em seu primeiro ano a taxa de crescimento ficou em 0,6% - contra uma previsão de 7% - e a inflação subiu para quase 80% no Índice Geral de Preços (IGP) dezembro a dezembro, enquanto a expectativa era de que a inflação declinasse. O PAEG, por outro lado, se não foi capaz de atingir as metas de inflação planejadas, obteve resultados muito melhores do que o Trienal. No caso, o plano conseguiu controlar o processo inflacionário (inflação média de 45,5% no período 1964-67 e de 25% em 1967), bem como retomar o crescimento econômico, ainda que a taxas bem mais modestas (4,2% ao ano no período 1964-67) do que as registradas durante o governo de Juscelino Kubitschek (1956-61) (Hermann, 2005, p. 79). Ademais, há uma opinião praticamente generalizada que o PAEG criou as condições internas para que o país experimentasse aquilo que se convencionou chamar de milagre econômico (1968-1973). Considerando o contexto descrito sobre o Plano de Ação Econômica do Governo (PAEG), avalie as afirmativas abaixo: I. O PAEG foi um conjunto abrangente de políticas econômicas implementadas durante o regime militar no Brasil, visando promover estabilidade monetária, modernização industrial e crescimento econômico. II. O PAEG foi concebido como um plano de médio prazo, buscando estabilizar a economia brasileira por meio do controle da inflação, reformas estruturais e atração de investimentos externos. III. O PAEG desempenhou um papel significativo na transformação da estrutura econômica do Brasil, promovendo mudanças no setor industrial e contribuindo para o crescimento econômico a curto e médio prazo. Está correto o que se afirma em:
II e III, apenas.
I, II e III.
I, II e III.
II, apenas.
II

Leia o texto a seguir: O bom desempenho das contas externas brasileiras no período deve-se, sobretudo, ao crescimento das exportações, alavancadas pelo aquecimento geral do comércio mundial, particularmente no setor de commodities. Os autores lembram, porém, que o crescimento das exportações, embora real, envolve problemas que a propaganda oficial procura omitir. Os produtos que respondem pela maior competitividade internacional das exportações brasileiras são intensivos em recursos naturais e caracterizam o que os autores chama 'especialização retrógrada', isto é, a participação crescente de bens primários no valor (não apenas no volume) das exportações. Os produtos intensivos em tecnologia, de alto valor agregado e de impacto maior nas cadeias produtivas, mantiveram tendência a reduzir sua participação nas exportações, acentuando a trajetória de 'retrocesso industrial' que o governo Lula deu continuidade. O crescimento industrial em termos absolutos não é suficiente para inverter a trajetória de queda relativa do peso da indústria no PIB, na geração de postos de trabalho e no montante das exportações. Com Lula, mostram os autores, aprofundou-se o compromisso de repassar ao capital financeiro quantidades enormes da renda nacional sob a forma de pagamentos de juros da dívida pública: 8,2% do PIB, na média dos quatro anos contra 8% durante o segundo governo FHC, mais de R$ 1 trilhão nos dois quatriênios somados. O declínio da dívida externa, que pesa favoravelmente na análise global da situação do país, é contrabalançada pelo aumento da dívida interna, que paga taxas de juros mais altas e vence em prazos mais curtos. A elevação dos superávits fiscais, que fez com que dobrasse o montante de recursos transferidos do patrimônio público para o segmento rentista (alcançou R$ 330,9 bilhões no quatriênio), não impediu que a dívida interna aumentasse em R$ 186 bilhões no mesmo período. Considerando o contexto descrito sobre a economia durante os governos Lula, avalie as afirmativas abaixo: I. O bom desempenho das contas externas brasileiras é atribuído principalmente ao crescimento das exportações, impulsionado pelo aquecimento global do comércio, especialmente no setor de produtos intensivos em tecnologia. II. A especialização retrógrada refere-se à predominância de produtos primários nas exportações brasileiras, representando uma tendência de retrocesso industrial durante o governo Lula. III. O compromisso do governo Lula em repassar quantidades significativas da renda nacional ao capital financeiro é evidenciado pela redução dos pagamentos de juros da dívida pública em relação ao governo FHC. IV. O declínio da dívida externa é compensado pelo aumento da dívida interna, que, apesar de pagar taxas de juros mais altas, contribui para a estabilidade econômica do país. Está correto o que se afirma em:
II, apenas.
III, apenas.
I, II e IV, apenas.
III e IV, apenas.
II, III e IV, apenas.

Leia o texto e observe a charge a seguir: O sucesso político de todos os planos de estabilização, e em especial o sucesso político do Plano Real, o único de longa duração, deve ser atribuído ao restabelecimento da ordem econômica e não ao fim do 'imposto inflacionário'. A maioria da população apoia Estados eficazes, mesmo que autoritários ou ditatoriais. Analogamente, a população apoia o fim da inflação, independentemente dos ganhos de imposto inflacionário. A eficácia da instituição moeda como instrumento indispensável para qualquer troca nas economias capitalistas depende da presença de ilusão monetária, do fetichismo da moeda ou da soberania da instituição moeda. É a partir daí que a moeda pode cumprir as funções de unidade de conta e de reserva de valor - as suas funções relevantes e permitir que os instrumentos de política econômica possam ser utilizados para levar a economia a novo equilíbrio.
A imagem mostra uma charge de duas pessoas sentadas à mesa. Uma pessoa pergunta 'Tem arroz? Tem feijão? Tem pão?' enquanto a outra responde 'Tem inflação na panela de pressão. Quer?' A charge é uma crítica à inflação e à falta de alimentos básicos na década de 1990 no Brasil.
Refletindo sobre os principais desafios enfrentados na década de 1990 no Brasil em relação a hiperinflação, avalie as seguintes asserções e a relação proposta entre elas. I. A hiperinflação nesse período atingiu níveis alarmantes, atingindo taxas mensais elevadíssimas, como, por exemplo, em 1990, quando a inflação alcançou mais de 80% ao mês. PORQUE II. O Real, que substituiu o Cruzeiro Real, foi parte de um conjunto de medidas para estabilizar a economia, controlar a inflação e restabelecer a confiança na moeda nacional. A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
As asserções I e II são proposições falsas.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa da I.
A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa da I.

Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Questões resolvidas

Leia o texto a seguir: Imediatamente após assumir o cargo em março de 1990, Fernando Collor de Mello deu início a um ataque frontal ao Estado. Na primeira semana de sua administração, Collor extinguiu onze empresas estatais (que empregavam 14.500 trabalhadores) e treze outras agências (Gazeta Mercantil e Folha de S. Paulo, 17 de março de 1990). Ao mesmo tempo, anunciou um ambicioso programa de privatização e, durante o ano de 1990, forçou os bancos a comprarem por volta de $500 milhões em Certificados de Privatização, uma nova moeda que só pode ser trocada por ações de empresas estatais. Até dezembro, seu governo havia ainda conseguido cortar 100 mil empregos de um total de 1,7 milhão no restante do governo federal, muito mais que qualquer governo anterior fizera no passado. É ainda muito cedo para avaliar inteiramente o programa de privatização de Collor. Governos anteriores anunciaram grandes planos e não fizeram nada, e o governo Collor não havia vendido nada até janeiro de 1991. Contudo, as indicações eram de que, a não ser por sérios retrocessos nos planos de estabilização ou nos fronts internacionais, a privatização prosseguiria muito além dos fracos programas dos anos 80. Uma análise da privatização no Brasil em 1990 deve abordar, portanto, como questões principais, os fatores que impulsionaram a privatização além do ponto a que havia chegado nos anos 80 e como Collor estava incorporando a privatização na estratégia política global de seu governo. Considerando o contexto descrito sobre a economia brasileira no período do governo de Fernando Collor, avalie as afirmativas abaixo: I. O plano econômico implementado no início do governo Collor, conhecido como Plano Collor, buscou conter a hiperinflação por meio do confisco de poupanças, congelamento de preços e mudanças cambiais drásticas. II. Durante o governo Collor, houve a abertura comercial do país, com a redução de tarifas e a tentativa de inserção do Brasil em um contexto de economia globalizada. III. O processo de privatização de empresas estatais foi uma das estratégias econômicas secundárias durante o governo Collor, visando reduzir o papel do Estado na economia. IV. No início do governo Collor, houve a extinção de várias empresas estatais, resultando no aumento significativo de empregos e na introdução de um programa de Certificado de Privatização. Está correto o que se afirma em:
I e IV, apenas.
II e III, apenas.
II, III e IV, apenas.
I, III e IV, apenas.
I e II, apenas.

Leia o texto e observe a imagem a seguir: Pode-se considerar que no decorrer desses dois mandatos do presidente [...] houve iniciativas importantes do ponto de vista de políticas regulares de educação no sentido de buscar recuperar o papel protagonista do Estado federal como promotor de políticas para o setor, bem como de tentativas de correção de distorções naturais de um país com as dimensões do Brasil e com suas diferenças regionais. Sabe-se que o processo de descentralização ocorrido na década passada trouxe ganhos e perdas. Não se trata mais de um esforço de recentralização no sentido de uma contrarreforma, mas desequilíbrios provocados precisam ser corrigidos. [...] Assim, as políticas educacionais do governo Lula nos seus dois mandatos podem ser caracterizadas por políticas ambivalentes que apresentam rupturas e permanências em relação às políticas anteriores. Ao mesmo tempo em que se assiste, na matéria educativa, à tentativa de resgate de direitos e garantias estabelecidos na Constituição Federal de 1988, adotam-se políticas que estabelecem nexo entre a elevação dos padrões de desempenho educativo e a crescente competitividade internacional (a referência do IDEB justificada nos padrões do desempenho educacional dos países da OCDE é um exemplo naturalização de políticas que vinculam as capacidades de escolha e ação individual transformação institucional, traduzida na ideia do estabelecimento do compromisso de todos com a educação, como se os baixos níveis de desempenho fossem resultado da de compromisso e não de outras carências, atribui à educação certo voluntarismo que contrário à noção de direito público assegurado. A vinculação dessas políticas à utiliza de técnicas de fixação de objetivos e de medição de desempenho, tais como as metas traçadas para 2021/2022 (atingir média 6 no IDEB), permite descentralizar ações, comprometer os atores locais, mas permanecer administrando a distância. Refletindo sobre os principais desafios e medidas adotadas durante os governos Lula referentes à educação brasileira, avalie as seguintes asserções e a relação proposta entre elas. I. As políticas educacionais de Lula receberam críticas devido à falta de investimentos na qualidade do ensino básico e na formação docente. PORQUE II. Medidas como o ProUni e a expansão das vagas nas universidades públicas visavam inclusão e o acesso ao ensino superior. A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa da I.
A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
As asserções I e II são proposições falsas.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa da I.

Leia o texto a seguir: Apesar de alguns equívocos nas frentes bilaterais e multilaterais, o primeiro governo Lula apresentou um balanço geral positivo na sua atuação junto aos demais sócios do Mercosul e à agenda externa do bloco. Conforme vimos, observou-se uma flexibilização da postura brasileira em relação à Argentina, Paraguai e Uruguai, um estímulo ao avanço institucional do bloco e um protagonismo no aprofundamento das parceiras externas do Mercosul. Contudo, esses avanços não implicaram um consenso global dos países membros quanto à redefinição dos rumos do bloco. A possibilidade de que o Brasil, sem a parceria argentina, mude as regras de origem e elimine a dupla tributação da TEC para os sócios menores aponta justamente para um consenso limitado em algumas matérias. Essas iniciativas bilaterais podem indicar um sintoma mais amplo no sentido de que, ao contrário do que se esperava, a emergência de governos de esquerda na América do Sul não gerou um alinhamento automático em torno de projetos comuns que englobem os variados aspectos relativos à estrutura e política mercosulinas. Diferentemente disso, a maior penetração dos governos às demandas sociais tornou ainda mais complexo esse processo de convergência. A possível eleição do candidato de esquerda Fernando Lugo, no Paraguai, e a entrada da Venezuela como membro pleno do bloco prometem trazer novos desafios nesse sentido. [...] O retorno da centralidade da política à esfera regional evidencia que o bloco não mais restringe ao âmbito meramente comercial que sobressaiu nos anos 90. A crise que permeou a região após a predominância do viés comercialista, nesse sentido, abriu a possibilidade de redefinição do projeto do Mercosul e permitiu a retomada de aspectos relativos à integração produtiva e institucional previstos ainda na década de 80, quando início da aproximação entre Argentina e Brasil. Como vimos pontualmente, o governo Lula protagonizou esse processo de redefinição ao trazer para o cerne da política externa brasileira iniciativas de governos anteriores para a promoção de projetos de integração da infraestrutura regional, principalmente em matérias relativas à conexão rodoviária e energética. [...] Considerando as informações apresentadas, assinale a alternativa correta.
Durante o governo Lula, o Brasil incentivou a predominância do viés comercialista no Mercosul, priorizando aspectos comerciais em detrimento da integração produtiva e institucional.
Durante o governo Lula, o Brasil optou por um alinhamento automático com os países membros do Mercosul, fortalecendo um consenso global sobre a redefinição dos rumos do bloco.
Durante o governo Lula, o período foi marcado por uma ausência de ações bilaterais ou multilaterais entre o Brasil e os países sul-americanos, minando o aprofundamento das parcerias externas do Mercosul.
Durante o governo Lula, o Brasil apresentou um balanço geral positivo no Mercosul, evidenciado pela inflexibilidade na postura brasileira em relação à Argentina, Paraguai e Uruguai.
Durante o governo Lula, o Brasil protagonizou iniciativas junto ao Mercosul para a promoção de projetos de integração da infraestrutura regional, priorizando a conexão rodoviária e energética, na esfera regional.

Leia o texto e observe a charge a seguir: As primeiras medidas do Governo Bolsonaro no âmbito externo, como a viagem à Israel e aos Estados Unidos (EUA), bem como as mudanças no Itamaraty, levaram a uma discussão entre acadêmicos e policymakers a respeito da visão de mundo dos atuais formuladores da política exterior brasileira. [...] Ao mesmo tempo, as primeiras ações do governo Bolsonaro demonstram uma ruptura interna no pragmatismo e na racionalidade burocrática, típicos da diplomacia brasileira e, consequentemente, um desafio no sentido de conferir coerência aos receptores internacionais e internos de tal política nos próximos anos. [...] A administração de Bolsonaro, apesar das promessas de campanha de uma 'desideologização' das políticas doméstica e externa, amarra um discurso conservador, ocidentalista e cristão ao interesse de aproximação com os EUA e Israel, na esperança de obter ganhos com esses alinhamentos, bem como conformar um bloco de resistência à emergência do mundo árabe-muçulmano e chinês, vistos como estranhos e ameaças à verdadeira 'alma brasileira'. Mesmo que tais tendências pudessem ser imaginadas antes da posse, os primeiros meses de Bolsonaro demonstraram uma série de rupturas na política externa, embora com uma tentativa frequente de amenizar tais transformações. Um dos primeiros marcos para a política externa foi o discurso do presidente no Fórum Econômico de Davos. Ali, diante de uma plateia composta pela elite econômica mundial e interessados em liberalização, Bolsonaro suavizou seu discurso mais radical, que tradicionalmente é usado para agradar o público brasileiro. Refletindo sobre os principais desafios referentes à política externa brasileira pós-governo Bolsonaro, avalie as seguintes asserções e a relação proposta entre elas. I. O governo Bolsonaro adotou uma postura de total isolamento diplomático, evitando parcerias ou negociações internacionais, o que prejudicou gravemente as relações exteriores do Brasil. PORQUE II. A política externa do Brasil após o governo Bolsonaro enfrentará desafios significativos, incluindo a necessidade de reconstruir e fortalecer alianças internacionais e restaurar a imagem internacional do país. A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa da I.
A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
As asserções I e II são proposições falsas.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa da I.
A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.

Leia o texto e observe o gráfico a seguir: A instabilidade da política brasileira no período de 2015 a 2017 não foi suficiente para abalar a crença dos analistas e políticos de que o pleito de 2018 seguiria o mesmo padrão que se repetia desde 1994 nas eleições presidenciais. Se o PT e o PSDB polarizaram a disputa presidencial por duas décadas, por isso não aconteceria novamente? A premissa que orientava a análise dominante era que para vencer, ou pelo menos passar para o segundo turno, um candidato necessitava de três requisitos: obter uma grande soma de dinheiro para financiar a sua campanha, dispor de um tempo razoável no horário de propaganda eleitoral e construir uma rede de apoios nos estados, preferencialmente naqueles com maior população. [...] A vitória de Bolsonaro é o feito mais impressionante da história das eleições brasileiras. Ele concorreu por um micropartido, gastou pouco mais do que alguns deputados federais gastaram e, no primeiro turno, dispôs do menor tempo no horário eleitoral gratuito que um candidato competitivo já teve em uma disputa para presidente. Ele fez uma campanha rejeitando o que os manuais de campanha recomendam: moderar o discurso e tentar convencer o eleitor de centro. Bolsonaro foi vitorioso na maioria das grandes cidades do Brasil e conquistou o apoio dos homens e dos evangélicos como nenhum candidato antes dele. [...] Em razão da grande vantagem confirmada nas primeiras pesquisas do segundo turno, Bolsonaro manteve a mesma estratégia adotada no último mês de campanha do primeiro turno: priorizou a difusão de mensagens nas redes sociais, não participou de eventos públicos e nem compareceu aos tradicionais debates promovidos pelos principais meios de comunicação do país. A diferença foi que sua campanha chegou ao rádio e à televisão, já que no segundo turno o tempo de propaganda dos dois candidatos é igual: dois programas de cinco minutos por dia no horário político em rede e 375 inserções de trinta segundos para serem difundidas ao longo da programação dos canais de rádio e televisão. Considerando o contexto descrito sobre as eleições presidenciais brasileiras de 2018, avalie as afirmativas abaixo: I. As eleições presidenciais de 2018 no Brasil foram um reflexo direto do descontentamento generalizado da população com os escândalos de corrupção envolvendo figuras políticas de destaque na época. II. O resultado das eleições de 2018 refletiu uma polarização profunda na sociedade brasileira, com divisões claras entre esquerda e direita, refletindo-se na ascensão de Jair Bolsonaro como presidente. III. A eleição de Bolsonaro em 2018 foi predominantemente impulsionada por uma insatisfação com a falta de segurança pública e a promessa de políticas mais rígidas de combate à criminalidade. IV. O fenômeno das fake news e o uso intenso das redes sociais desempenharam um papel crucial na campanha eleitoral de 2018, influenciando significativamente a percepção do eleitorado e contribuindo para a vitória de Bolsonaro.

Leia o texto a seguir: Os primeiros anos da década de 1960 foram, no Brasil, um período de grande turbulência nos campos político e econômico. Na política, o país viveu, entre outras coisas, a renúncia de um presidente e um golpe militar que instaurou uma ditadura que duraria duas décadas. Quanto à economia, por sua vez, o período foi marcado por uma forte elevação nas taxas de inflação, queda das taxas de crescimento e dificuldades no balanço de pagamentos. Nesse contexto de crise houve, na primeira metade da década, duas importantes tentativas de eliminar as pressões inflacionárias e recolocar o país no caminho do crescimento econômico: o Plano Trienal (dezembro de 1962) e o Plano de Ação Econômica do Governo (novembro de 1964). Apesar da proximidade das datas entre estes planos, os dois foram, todavia, formulados em contextos políticos muito diversos. O Trienal surgiu durante o governo democrático e de esquerda de João Goulart, enquanto o Plano de Ação Econômica do Governo (PAEG) foi formulado no âmbito de uma ditadura de orientação conservadora. No caso, esta diferença de contexto ocorreu porque o Trienal foi o último plano do governo de Goulart antes de sua deposição, enquanto que o PAEG foi o primeiro plano do regime militar implantado após o golpe de abril de 1964. Outra importante diferença reside nos resultados alcançados pelos dois planos. O Trienal fracassou no seu intento de estabilizar a economia e já em seu primeiro ano a taxa de crescimento ficou em 0,6% - contra uma previsão de 7% - e a inflação subiu para quase 80% no Índice Geral de Preços (IGP) dezembro a dezembro, enquanto a expectativa era de que a inflação declinasse. O PAEG, por outro lado, se não foi capaz de atingir as metas de inflação planejadas, obteve resultados muito melhores do que o Trienal. No caso, o plano conseguiu controlar o processo inflacionário (inflação média de 45,5% no período 1964-67 e de 25% em 1967), bem como retomar o crescimento econômico, ainda que a taxas bem mais modestas (4,2% ao ano no período 1964-67) do que as registradas durante o governo de Juscelino Kubitschek (1956-61) (Hermann, 2005, p. 79). Ademais, há uma opinião praticamente generalizada que o PAEG criou as condições internas para que o país experimentasse aquilo que se convencionou chamar de milagre econômico (1968-1973). Considerando o contexto descrito sobre o Plano de Ação Econômica do Governo (PAEG), avalie as afirmativas abaixo: I. O PAEG foi um conjunto abrangente de políticas econômicas implementadas durante o regime militar no Brasil, visando promover estabilidade monetária, modernização industrial e crescimento econômico. II. O PAEG foi concebido como um plano de médio prazo, buscando estabilizar a economia brasileira por meio do controle da inflação, reformas estruturais e atração de investimentos externos. III. O PAEG desempenhou um papel significativo na transformação da estrutura econômica do Brasil, promovendo mudanças no setor industrial e contribuindo para o crescimento econômico a curto e médio prazo. Está correto o que se afirma em:
II e III, apenas.
I, II e III.
I, II e III.
II, apenas.
II

Leia o texto a seguir: O bom desempenho das contas externas brasileiras no período deve-se, sobretudo, ao crescimento das exportações, alavancadas pelo aquecimento geral do comércio mundial, particularmente no setor de commodities. Os autores lembram, porém, que o crescimento das exportações, embora real, envolve problemas que a propaganda oficial procura omitir. Os produtos que respondem pela maior competitividade internacional das exportações brasileiras são intensivos em recursos naturais e caracterizam o que os autores chama 'especialização retrógrada', isto é, a participação crescente de bens primários no valor (não apenas no volume) das exportações. Os produtos intensivos em tecnologia, de alto valor agregado e de impacto maior nas cadeias produtivas, mantiveram tendência a reduzir sua participação nas exportações, acentuando a trajetória de 'retrocesso industrial' que o governo Lula deu continuidade. O crescimento industrial em termos absolutos não é suficiente para inverter a trajetória de queda relativa do peso da indústria no PIB, na geração de postos de trabalho e no montante das exportações. Com Lula, mostram os autores, aprofundou-se o compromisso de repassar ao capital financeiro quantidades enormes da renda nacional sob a forma de pagamentos de juros da dívida pública: 8,2% do PIB, na média dos quatro anos contra 8% durante o segundo governo FHC, mais de R$ 1 trilhão nos dois quatriênios somados. O declínio da dívida externa, que pesa favoravelmente na análise global da situação do país, é contrabalançada pelo aumento da dívida interna, que paga taxas de juros mais altas e vence em prazos mais curtos. A elevação dos superávits fiscais, que fez com que dobrasse o montante de recursos transferidos do patrimônio público para o segmento rentista (alcançou R$ 330,9 bilhões no quatriênio), não impediu que a dívida interna aumentasse em R$ 186 bilhões no mesmo período. Considerando o contexto descrito sobre a economia durante os governos Lula, avalie as afirmativas abaixo: I. O bom desempenho das contas externas brasileiras é atribuído principalmente ao crescimento das exportações, impulsionado pelo aquecimento global do comércio, especialmente no setor de produtos intensivos em tecnologia. II. A especialização retrógrada refere-se à predominância de produtos primários nas exportações brasileiras, representando uma tendência de retrocesso industrial durante o governo Lula. III. O compromisso do governo Lula em repassar quantidades significativas da renda nacional ao capital financeiro é evidenciado pela redução dos pagamentos de juros da dívida pública em relação ao governo FHC. IV. O declínio da dívida externa é compensado pelo aumento da dívida interna, que, apesar de pagar taxas de juros mais altas, contribui para a estabilidade econômica do país. Está correto o que se afirma em:
II, apenas.
III, apenas.
I, II e IV, apenas.
III e IV, apenas.
II, III e IV, apenas.

Leia o texto e observe a charge a seguir: O sucesso político de todos os planos de estabilização, e em especial o sucesso político do Plano Real, o único de longa duração, deve ser atribuído ao restabelecimento da ordem econômica e não ao fim do 'imposto inflacionário'. A maioria da população apoia Estados eficazes, mesmo que autoritários ou ditatoriais. Analogamente, a população apoia o fim da inflação, independentemente dos ganhos de imposto inflacionário. A eficácia da instituição moeda como instrumento indispensável para qualquer troca nas economias capitalistas depende da presença de ilusão monetária, do fetichismo da moeda ou da soberania da instituição moeda. É a partir daí que a moeda pode cumprir as funções de unidade de conta e de reserva de valor - as suas funções relevantes e permitir que os instrumentos de política econômica possam ser utilizados para levar a economia a novo equilíbrio.
A imagem mostra uma charge de duas pessoas sentadas à mesa. Uma pessoa pergunta 'Tem arroz? Tem feijão? Tem pão?' enquanto a outra responde 'Tem inflação na panela de pressão. Quer?' A charge é uma crítica à inflação e à falta de alimentos básicos na década de 1990 no Brasil.
Refletindo sobre os principais desafios enfrentados na década de 1990 no Brasil em relação a hiperinflação, avalie as seguintes asserções e a relação proposta entre elas. I. A hiperinflação nesse período atingiu níveis alarmantes, atingindo taxas mensais elevadíssimas, como, por exemplo, em 1990, quando a inflação alcançou mais de 80% ao mês. PORQUE II. O Real, que substituiu o Cruzeiro Real, foi parte de um conjunto de medidas para estabilizar a economia, controlar a inflação e restabelecer a confiança na moeda nacional. A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
As asserções I e II são proposições falsas.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa da I.
A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa da I.

Prévia do material em texto

AO2 Substitutiva
Iniciado: 18 jun em 19:00
Instruções do teste

Pergunta 1 0,6 pts
Importante:
Caso você esteja realizando a atividade através do aplicativo "Canvas Student", é
necessário que você clique em "FAZER O QUESTIONÁRIO", no final da página.
Leia o texto a seguir:
Imediatamente após assumir o cargo em março de 1990, Fernando Collor de Mello deu
início a um ataque frontal ao Estado. Na primeira semana de sua administração, Collor
extinguiu onze empresas estatais (que empregavam 14.500 trabalhadores) e treze outras
agências (Gazeta Mercantil e Folha de S. Paulo, 17 de março de 1990). Ao mesmo tempo,
anunciou um ambicioso programa de privatização e, durante o ano de 1990, forçou os
bancos a comprarem por volta de $500 milhões em Certificados de Privatização, uma nova
moeda que só pode ser trocada por ações de empresas estatais. Até dezembro, seu
governo havia ainda conseguido cortar 100 mil empregos de um total de 1,7 milhão no
restante do governo federal, muito mais que qualquer governo anterior fizera no passado.
É ainda muito cedo para avaliar inteiramente o programa de privatização de Collor.
Governos anteriores anunciaram grandes planos e não fizeram nada, e o governo Collor
não havia vendido nada até janeiro de 1991. Contudo, as indicações eram de que, a não
ser por sérios retrocessos nos planos de estabilização ou nos fronts internacionais, a
privatização prosseguiria muito além dos fracos programas dos anos 80. Uma análise da
privatização no Brasil em 1990 deve abordar, portanto, como questões principais, os fatores
que impulsionaram a privatização além do ponto a que havia chegado nos anos 80 e como
Collor estava incorporando a privatização na estratégia política global de seu governo.
Fonte: SCHNEIDER, B. R. A Privatização no governo Collor: triunfo do liberalismo ou
colapso do Estado desenvolvimentista? Brazilian Journal of Political Economy, v. 12, p.
3-16, 2023. Disponível em:
https://www.scielo.br/j/rep/a/Ht4FCdXQtkmbGKSm9LS8JnC/?lang=pt
(https://www.scielo.br/j/rep/a/Ht4FCdXQtkmbGKSm9LS8JnC/?lang=pt) . Acesso em: 04 jan.
2024.
Considerando o contexto descrito sobre a economia brasileira no período do governo de
Fernando Collor, avalie as afirmativas abaixo:
A+
A
A-
18/06/2025, 19:06 Teste: AO2 Substitutiva
https://famonline.instructure.com/courses/44803/quizzes/216569/take 1/19
https://www.scielo.br/j/rep/a/Ht4FCdXQtkmbGKSm9LS8JnC/?lang=pt
https://www.scielo.br/j/rep/a/Ht4FCdXQtkmbGKSm9LS8JnC/?lang=pt
https://www.scielo.br/j/rep/a/Ht4FCdXQtkmbGKSm9LS8JnC/?lang=pt
https://www.scielo.br/j/rep/a/Ht4FCdXQtkmbGKSm9LS8JnC/?lang=pt

Pergunta 2 0,6 pts
I. O plano econômico implementado no início do governo Collor, conhecido como Plano
Collor, buscou conter a hiperinflação por meio do confisco de poupanças, congelamento de
preços e mudanças cambiais drásticas.
II. Durante o governo Collor, houve a abertura comercial do país, com a redução de tarifas
e a tentativa de inserção do Brasil em um contexto de economia globalizada.
III. O processo de privatização de empresas estatais foi uma das estratégias econômicas
secundárias durante o governo Collor, visando reduzir o papel do Estado na economia.
IV. No início do governo Collor, houve a extinção de várias empresas estatais, resultando
no aumento significativo de empregos e na introdução de um programa de Certificados de
Privatização.
 
Está correto o que se afirma em:
I e IV, apenas.
II e III, apenas.
II, III e IV, apenas.
I, III e IV, apenas.
I e II, apenas.
Leia o texto e observe a imagem a seguir:
Pode-se considerar que no decorrer desses dois mandatos do presidente [...] houve
iniciativas importantes do ponto de vista de políticas regulares de educação no sentido de
buscar recuperar o papel protagonista do Estado federal como promotor de políticas para o
setor, bem como de tentativas de correção de distorções naturais de um país com as
dimensões do Brasil e com suas diferenças regionais. Sabe-se que o processo de
descentralização ocorrido na década passada trouxe ganhos e perdas. Não se trata mais
de um esforço de recentralização no sentido de uma contrarreforma, mas desequilíbrios
provocados precisam ser corrigidos. [...]
A+
A
A-
18/06/2025, 19:06 Teste: AO2 Substitutiva
https://famonline.instructure.com/courses/44803/quizzes/216569/take 2/19
Assim, as políticas educacionais do governo Lula nos seus dois mandatos podem ser
caracterizadas por políticas ambivalentes que apresentam rupturas e permanências em
relação às políticas anteriores. Ao mesmo tempo em que se assiste, na matéria educativa,
à tentativa de resgate de direitos e garantias estabelecidos na Constituição Federal de
1988, adotam-se políticas que estabelecem nexo entre a elevação dos padrões de
desempenho educativo e a crescente competitividade internacional (a referência do IDEB
justificada nos padrões do desempenho educacional dos países da OCDE é um exemplo).
A naturalização de políticas que vinculam as capacidades de escolha e ação individual à
transformação institucional, traduzida na ideia do estabelecimento do compromisso de
todos com a educação, como se os baixos níveis de desempenho fossem resultado da falta
de compromisso e não de outras carências, atribui à educação certo voluntarismo que é
contrário à noção de direito público assegurado. A vinculação dessas políticas à utilização
de técnicas de fixação de objetivos e de medição de desempenho, tais como as metas
traçadas para 2021/2022 (atingir média 6 no IDEB), permite descentralizar ações,
comprometer os atores locais, mas permanecer administrando a distância.
Fonte: OLIVEIRA, D. A. As políticas educacionais no governo Lula: rupturas e
permanências. Revista Brasileira de Política e Administração da educação, v. 25, n. 2,
2009. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/rbpae/article/view/19491/11317
(https://seer.ufrgs.br/index.php/rbpae/article/view/19491/11317) . Acesso em: 04 jan. 2024.
Fonte: NANI. País cumpre só 1/3 das metas para a educação. Nani Humor, 03 mar. 2010.
Disponível em: http://www.nanihumor.com/2010/03/pais-cumpre-so-13-das-metas-
para.html (http://www.nanihumor.com/2010/03/pais-cumpre-so-13-das-metas-para.html) .
Acesso em: 04 jan. 2024.
A+
A
A-
18/06/2025, 19:06 Teste: AO2 Substitutiva
https://famonline.instructure.com/courses/44803/quizzes/216569/take 3/19
https://seer.ufrgs.br/index.php/rbpae/article/view/19491/11317
https://seer.ufrgs.br/index.php/rbpae/article/view/19491/11317
https://seer.ufrgs.br/index.php/rbpae/article/view/19491/11317
https://seer.ufrgs.br/index.php/rbpae/article/view/19491/11317
http://www.nanihumor.com/2010/03/pais-cumpre-so-13-das-metas-para.html
http://www.nanihumor.com/2010/03/pais-cumpre-so-13-das-metas-para.html
http://www.nanihumor.com/2010/03/pais-cumpre-so-13-das-metas-para.html
http://www.nanihumor.com/2010/03/pais-cumpre-so-13-das-metas-para.html

Pergunta 3 0,6 pts
Refletindo sobre os principais desafios e medidas adotadas durante os governos Lula
referentes à educação brasileira, avalie as seguintes asserções e a relação proposta entre
elas.
I. As políticas educacionais de Lula receberam críticas devido à falta de investimentos na
qualidade do ensino básico e na formação docente.
PORQUE
II. Medidas como o ProUni e a expansão das vagas nas universidades públicas visavam a
inclusão e o acesso ao ensino superior.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
 
As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa da I.
A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
As asserções I e II são proposições falsas.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa da I.
Leia o texto a seguir:
Apesar de alguns equívocos nas frentes bilaterais e multilaterais, o primeiro governo Lula
apresentou um balanço geral positivo na sua atuação junto aos demais sócios do Mercosul
e à agenda externa do bloco. Conforme vimos, observou-se umaflexibilização da postura
brasileira em relação à Argentina, Paraguai e Uruguai, um estímulo ao avanço institucional
do bloco e um protagonismo no aprofundamento das parceiras externas do Mercosul.
Contudo, esses avanços não implicaram um consenso global dos países membros quanto
à redefinição dos rumos do bloco. A possibilidade de que o Brasil, sem a parceria argentina,
mude as regras de origem e elimine a dupla tributação da TEC para os sócios menores
aponta justamente para um consenso limitado em algumas matérias.
Essas iniciativas bilaterais podem indicar um sintoma mais amplo no sentido de que, ao
contrário do que se esperava, a emergência de governos de esquerda na América do Sul
A+
A
A-
18/06/2025, 19:06 Teste: AO2 Substitutiva
https://famonline.instructure.com/courses/44803/quizzes/216569/take 4/19
não gerou um alinhamento automático em torno de projetos comuns que englobem os
variados aspectos relativos à estrutura e política mercosulinas. Diferentemente disso, a
maior penetração dos governos às demandas sociais tornou ainda mais complexo esse
processo de convergência. A possível eleição do candidato de esquerda Fernando Lugo, no
Paraguai, e a entrada da Venezuela como membro pleno do bloco prometem trazer novos
desafios nesse sentido. [...]
O retorno da centralidade da política à esfera regional evidencia que o bloco não mais se
restringe ao âmbito meramente comercial que sobressaiu nos anos 90. A crise que
permeou a região após a predominância do viés comercialista, nesse sentido, abriu a
possibilidade de redefinição do projeto do Mercosul e permitiu a retomada de aspectos
relativos à integração produtiva e institucional previstos ainda na década de 80, quando do
início da aproximação entre Argentina e Brasil. Como vimos pontualmente, o governo Lula
protagonizou esse processo de redefinição ao trazer para o cerne da política externa
brasileira iniciativas de governos anteriores para a promoção de projetos de integração da
infraestrutura regional, principalmente em matérias relativas à conexão rodoviária e
energética. [...]
Fonte: ALEXANDRE, C. V. M.; LEITE, I. C. O Primeiro Governo Lula e o Mercosul:
iniciativas intra e extra-regionais. Oikos, Rio de Janeiro, v. 6, n. 1, 2007. Disponível em:
https://revistas.ufrj.br/index.php/oikos/article/view/51693
(https://revistas.ufrj.br/index.php/oikos/article/view/51693) . Acesso em: 04 jan. 2024.
Considerando as informações apresentadas, assinale a alternativa correta.
Durante o governo Lula, o Brasil incentivou a predominância do viés comercialista no
Mercosul, priorizando aspectos comerciais em detrimento da integração produtiva e
institucional.
Durante o governo Lula, o Brasil optou por um alinhamento automático com os países
membros do Mercosul, fortalecendo um consenso global sobre a redefinição dos rumos do
bloco.
Durante o governo Lula, o período foi marcado por uma ausência de ações bilaterais ou
multilaterais entre o Brasil e os países sul-americanos, minando o aprofundamento das
parcerias externas do Mercosul.
A+
A
A-
18/06/2025, 19:06 Teste: AO2 Substitutiva
https://famonline.instructure.com/courses/44803/quizzes/216569/take 5/19
https://revistas.ufrj.br/index.php/oikos/article/view/51693
https://revistas.ufrj.br/index.php/oikos/article/view/51693
https://revistas.ufrj.br/index.php/oikos/article/view/51693
https://revistas.ufrj.br/index.php/oikos/article/view/51693

Pergunta 4 0,6 pts
Durante o governo Lula, o Brasil apresentou um balanço geral positivo no Mercosul,
evidenciado pela inflexibilidade na postura brasileira em relação à Argentina, Paraguai e
Uruguai.
Durante o governo Lula, o Brasil protagonizou iniciativas junto ao Mercosul para a
promoção de projetos de integração da infraestrutura regional, priorizando a conexão
rodoviária e energética, na esfera regional.
Leia o texto e observe a charge a seguir:
As primeiras medidas do Governo Bolsonaro no âmbito externo, como a viagem à Israel e
aos Estados Unidos (EUA), bem como as mudanças no Itamaraty, levaram a uma
discussão entre acadêmicos e policymakers a respeito da visão de mundo dos atuais
formuladores da política exterior brasileira. [...] Ao mesmo tempo, as primeiras ações do
governo Bolsonaro demonstram uma ruptura interna no pragmatismo e na racionalidade-
burocrática, típicos da diplomacia brasileira e, consequentemente, um desafio no sentido de
conferir coerência aos receptores internacionais e internos de tal política nos próximos
anos. [...]
A administração de Bolsonaro, apesar das promessas de campanha de uma
“desideologização” das políticas doméstica e externa, amarra um discurso conservador, 
ocidentalista e cristão ao interesse de aproximação com os EUA e Israel, na esperança de
obter ganhos com esses alinhamentos, bem como conformar um bloco de resistência à 
emergência do mundo árabe-muçulmano e chinês, vistos como estranhos e ameaças à
verdadeira “alma brasileira”.
Mesmo que tais tendências pudessem ser imaginadas antes da posse, os primeiros meses
de Bolsonaro demonstraram uma série de rupturas na política externa, embora com uma
tentativa frequente de amenizar tais transformações. Um dos primeiros marcos para a
política externa foi o discurso do presidente no Fórum Econômico de Davos. Ali, diante de
uma plateia composta pela elite econômica mundial e interessados em liberalização,
Bolsonaro suavizou seu discurso mais radical, que tradicionalmente é usado para agradar o
público brasileiro.
Fonte: MEDEIROS, K. P.; BOAS, V. H. V.; ANDRADE, E. M. Tendências e desafios da
Política Externa de Bolsonaro: o resgate do choque das civilizações, a questão do declínio
da ordem liberal e as rupturas internas. Conjuntura internacional, Belo Horizonte, v. 17, n.
1, p. 10-18, 2020. Disponível em:
A+
A
A-
18/06/2025, 19:06 Teste: AO2 Substitutiva
https://famonline.instructure.com/courses/44803/quizzes/216569/take 6/19
https://periodicos.pucminas.br/index.php/conjuntura/article/view/20484/16650
(https://periodicos.pucminas.br/index.php/conjuntura/article/view/20484/16650) . Acesso em:
04 jan. 2024.
 
Disponível em: https://twitter.com/i/events/1107947697816768512
(https://twitter.com/i/events/1107947697816768512) . Acesso em: 04 jan. 2024.
Refletindo sobre os principais desafios referentes à política externa brasileira pós-governo
Bolsonaro, avalie as seguintes asserções e a relação proposta entre elas.
I. O governo Bolsonaro adotou uma postura de total isolamento diplomático, evitando
parcerias ou negociações internacionais, o que prejudicou gravemente as relações
exteriores do Brasil.
PORQUE
II. A política externa do Brasil após o governo Bolsonaro enfrentará desafios significativos,
incluindo a necessidade de reconstruir e fortalecer alianças internacionais e restaurar a
imagem internacional do país.
 
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa da I.
A+
A
A-
18/06/2025, 19:06 Teste: AO2 Substitutiva
https://famonline.instructure.com/courses/44803/quizzes/216569/take 7/19
https://periodicos.pucminas.br/index.php/conjuntura/article/view/20484/16650
https://periodicos.pucminas.br/index.php/conjuntura/article/view/20484/16650
https://periodicos.pucminas.br/index.php/conjuntura/article/view/20484/16650
https://periodicos.pucminas.br/index.php/conjuntura/article/view/20484/16650
https://twitter.com/i/events/1107947697816768512
https://twitter.com/i/events/1107947697816768512
https://twitter.com/i/events/1107947697816768512
https://twitter.com/i/events/1107947697816768512

Pergunta 5 0,6 pts
A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
As asserções I e II são proposições falsas.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa da I.
A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
Leia o texto a seguir:
Da-Rocha e Restuccia (2006) atribuíram um papel central para os ciclos econômicos
agrícolas em relação à economia como um todo. Deacordo com os autores, existem
diferenças substanciais nos ciclos econômicos dos diferentes países que poderiam ser
explicadas pelos ciclos agrícolas e pela importância da agricultura na economia. Os autores
observaram que países que possuem uma alta participação da agricultura na economia
experimentam maior variação no produto, menor variação no emprego e baixa correlação
entre emprego e produto. Da-Rocha e Restuccia (2006) argumentaram que a agricultura
apresenta relações distintas com as variáveis que a influenciam em relação ao resto da
economia e possui comportamento pouco compatível com os ciclos econômicos
agregados.
Fonte: BRAGAGNOLO, C.; BARROS, G. S. C. Ciclos econômicos na agricultura brasileira.
Revista Brasileira de Economia, v. 67, p. 151-175, 2013. Disponível em:
https://www.scielo.br/j/rbe/a/Nh5XW5KtyH7dXpkSfgB95sf/?lang=pt#
(https://www.scielo.br/j/rbe/a/Nh5XW5KtyH7dXpkSfgB95sf/?lang=pt#) . Acesso em: 04 jan.
2024.
Qual foi o principal produto agrícola de exportação do Brasil durante grande parte de
sua história?
Algodão.
Cana-de-açúcar.
Café.
A+
A
A-
18/06/2025, 19:06 Teste: AO2 Substitutiva
https://famonline.instructure.com/courses/44803/quizzes/216569/take 8/19
https://www.scielo.br/j/rbe/a/Nh5XW5KtyH7dXpkSfgB95sf/?lang=pt#
https://www.scielo.br/j/rbe/a/Nh5XW5KtyH7dXpkSfgB95sf/?lang=pt#
https://www.scielo.br/j/rbe/a/Nh5XW5KtyH7dXpkSfgB95sf/?lang=pt#
https://www.scielo.br/j/rbe/a/Nh5XW5KtyH7dXpkSfgB95sf/?lang=pt#

Pergunta 6 0,6 pts
Milho.
Soja.
Leia o texto e observe o gráfico a seguir:
A instabilidade da política brasileira no período de 2015 a 2017 não foi suficiente para
abalar a crença dos analistas e políticos de que o pleito de 2018 seguiria o mesmo padrão
que se repetia desde 1994 nas eleições presidenciais. Se o PT e o PSDB polarizaram a
disputa presidencial por duas décadas, por isso não aconteceria novamente? A premissa
que orientava a análise dominante era que para vencer, ou pelo menos passar para o
segundo turno, um candidato necessitava de três requisitos: obter uma grande soma de
dinheiro para financiar a sua campanha, dispor de um tempo razoável no horário de
propaganda eleitoral e construir uma rede de apoios nos estados, preferencialmente
naqueles com maior população. [...]
A vitória de Bolsonaro é o feito mais impressionante da história das eleições brasileiras. Ele
concorreu por um micropartido, gastou pouco mais do que alguns deputados federais
gastaram e, no primeiro turno, dispôs do menor tempo no horário eleitoral gratuito que um
candidato competitivo já teve em uma disputa para presidente. Ele fez uma campanha
rejeitando o que os manuais de campanha recomendam: moderar o discurso e tentar
convencer o eleitor de centro. Bolsonaro foi vitorioso na maioria das grandes cidades do
Brasil e conquistou o apoio dos homens e dos evangélicos como nenhum candidato antes
dele. [...]
Em razão da grande vantagem confirmada nas primeiras pesquisas do segundo turno,
Bolsonaro manteve a mesma estratégia adotada no último mês de campanha do primeiro
turno: priorizou a difusão de mensagens nas redes sociais, não participou de eventos
públicos e nem compareceu aos tradicionais debates promovidos pelos principais meios de
comunicação do país. A diferença foi que sua campanha chegou ao rádio e à televisão, já
que no segundo turno o tempo de propaganda dos dois candidatos é igual: dois programas
de cinco minutos por dia no horário político em rede e 375 inserções de trinta segundos
para serem difundidas ao longo da programação dos canais de rádio e televisão.
A+
A
A-
18/06/2025, 19:06 Teste: AO2 Substitutiva
https://famonline.instructure.com/courses/44803/quizzes/216569/take 9/19
Os círculos mostram a intenção de voto nos candidatos nas pesquisas, sendo o último
círculo o resultado final das urnas. A linha (loess) é usada para ajustar os dados e mostrar a
tendência de evolução dos candidatos. O total foi calculado sobre as preferências totais;
votos brancos, nulos e indecisos não são mostrados.
Fonte: NICOLAU, J. O Brasil dobrou à direita: uma radiografia da eleição de Bolsonaro
em 2018. São Paulo: Companhia das Letras, 2020.
Considerando o contexto descrito sobre as eleições presidenciais brasileiras de 2018,
avalie as afirmativas abaixo:
I. As eleições presidenciais de 2018 no Brasil foram um reflexo direto do descontentamento
generalizado da população com os escândalos de corrupção envolvendo figuras políticas
de destaque na época.
II. O resultado das eleições de 2018 refletiu uma polarização profunda na sociedade
brasileira, com divisões claras entre esquerda e direita, refletindo-se na ascensão de Jair
Bolsonaro como presidente.
III. A eleição de Bolsonaro em 2018 foi predominantemente impulsionada por uma
insatisfação com a falta de segurança pública e a promessa de políticas mais rígidas de
combate à criminalidade.
IV. O fenômeno das fake news e o uso intenso das redes sociais desempenharam um papel
crucial na campanha eleitoral de 2018, influenciando significativamente a percepção do
eleitorado e contribuindo para a vitória de Bolsonaro.
A+
A
A-
18/06/2025, 19:06 Teste: AO2 Substitutiva
https://famonline.instructure.com/courses/44803/quizzes/216569/take 10/19

Pergunta 7 0,6 pts
Está correto o que se afirma em:
II e III, apenas.
II e IV, apenas.
I, III e IV, apenas.
I e III, apenas.
I, II e IV, apenas.
Leia o texto a seguir:
 
Os primeiros anos da década de 1960 foram, no Brasil, um período de grande turbulência
nos campos político e econômico. Na política, o país viveu, entre outras coisas, a renúncia
de um presidente e um golpe militar que instaurou uma ditadura que duraria duas décadas.
Quanto à economia, por sua vez, o período foi marcado por uma forte elevação nas taxas
de inflação, queda das taxas de crescimento e dificuldades no balanço de pagamentos.
Nesse contexto de crise houve, na primeira metade da década, duas importantes tentativas
de eliminar as pressões inflacionárias e recolocar o país no caminho do crescimento
econômico: o Plano Trienal (dezembro de 1962) e o Plano de Ação Econômica do Governo
(novembro de 1964). Apesar da proximidade das datas entre estes planos, os dois foram,
todavia, formulados em contextos políticos muito diversos. O Trienal surgiu durante o
governo democrático e de esquerda de João Goulart, enquanto o Plano de Ação
Econômica do Governo (PAEG) foi formulado no âmbito de uma ditadura de orientação
conservadora. No caso, esta diferença de contexto ocorreu porque o Trienal foi o último
plano do governo de Goulart antes de sua deposição, enquanto que o PAEG foi o primeiro
plano do regime militar implantado após o golpe de abril de 1964.
Outra importante diferença reside nos resultados alcançados pelos dois planos. O Trienal
fracassou no seu intento de estabilizar a economia e já em seu primeiro ano a taxa de
crescimento ficou em 0,6% - contra uma previsão de 7% - e a inflação subiu para quase
80% no Índice Geral de Preços (IGP) dezembro a dezembro, enquanto a expectativa era de
que a inflação declinasse. O PAEG, por outro lado, se não foi capaz de atingir as metas de
A+
A
A-
18/06/2025, 19:06 Teste: AO2 Substitutiva
https://famonline.instructure.com/courses/44803/quizzes/216569/take 11/19

Pergunta 8 0,6 pts
inflação planejadas, obteve resultados muito melhores do que o Trienal. No caso, o plano
conseguiu controlar o processo inflacionário (inflação média de 45,5% no período 1964-67
e de 25% em 1967), bem como retomar o crescimento econômico, ainda que a taxas bem
mais modestas (4,2% ao ano no período 1964-67) do que as registradas durante o governo
de Juscelino Kubitschek (1956-61) (Hermann, 2005, p. 79). Ademais, há uma opinião
praticamente generalizada que o PAEG criou as condições internas para que o país
experimentasse aquilo que se convencionou chamar de milagre econômico (1968-1973).
Fonte: BASTIAN, E. F. O PAEG e o plano trienal: uma análise comparativa de suas políticas
de estabilização de curto prazo. Estudos Econômicos, v. 43, p. 139-166, 2013. Disponívelem: https://www.scielo.br/j/ee/a/SD7xxWqDKJWBDMw6nJYyBTM/#
(https://www.scielo.br/j/ee/a/SD7xxWqDKJWBDMw6nJYyBTM/#) . Acesso em: 04 jan. 2024.
Considerando o contexto descrito sobre o Plano de Ação Econômica do Governo (PAEG),
avalie as afirmativas abaixo:
I. O PAEG foi um conjunto abrangente de políticas econômicas implementadas durante o
regime militar no Brasil, visando promover estabilidade monetária, modernização industrial
e crescimento econômico.
II. O PAEG foi concebido como um plano de médio prazo, buscando estabilizar a economia
brasileira por meio do controle da inflação, reformas estruturais e atração de investimentos
externos.
III. O PAEG desempenhou um papel significativo na transformação da estrutura econômica
do Brasil, promovendo mudanças no setor industrial e contribuindo para o crescimento
econômico a curto e médio prazo.
Está correto o que se afirma em:
II e III, apenas.
I, II e III.
I, II e III.
I e III, apenas.
II, apenas.
A+
A
A-
18/06/2025, 19:06 Teste: AO2 Substitutiva
https://famonline.instructure.com/courses/44803/quizzes/216569/take 12/19
https://www.scielo.br/j/ee/a/SD7xxWqDKJWBDMw6nJYyBTM/#
https://www.scielo.br/j/ee/a/SD7xxWqDKJWBDMw6nJYyBTM/#
https://www.scielo.br/j/ee/a/SD7xxWqDKJWBDMw6nJYyBTM/#
https://www.scielo.br/j/ee/a/SD7xxWqDKJWBDMw6nJYyBTM/#
Leia o texto a seguir:
O bom desempenho das contas externas brasileiras no período deve-se, sobretudo, ao
crescimento das exportações, alavancadas pelo aquecimento geral do comércio mundial,
particularmente no setor de commodities. Os autores lembram, porém, que o crescimento
das exportações, embora real, envolve problemas que a propaganda oficial procura omitir.
Os produtos que respondem pela maior competitividade internacional das exportações
brasileiras são intensivos em recursos naturais e caracterizam o que os autores chamam de
“especialização retrógrada”, isto é, a participação crescente de bens primários no valor (e
não apenas no volume) das exportações. Os produtos intensivos em tecnologia, de alto
valor agregado e de impacto maior nas cadeias produtivas, mantiveram tendência a reduzir
sua participação nas exportações, acentuando a trajetória de “retrocesso industrial” a qual o
governo Lula deu continuidade. O crescimento industrial em termos absolutos não é
suficiente para inverter a trajetória de queda relativa do peso da indústria no PIB, na
geração de postos de trabalho e no montante das exportações.
Com Lula, mostram os autores, aprofundou-se o compromisso de repassar ao capital
financeiro quantidades enormes da renda nacional sob a forma de pagamentos de juros da
dívida pública: 8,2% do PIB, na média dos quatro anos contra 8% durante o segundo
governo FHC, mais de R$ 1 trilhão nos dois quatriênios somados. O declínio da dívida
externa, que pesa favoravelmente na análise global da situação do país, é contrabalançada
pelo aumento da dívida interna, que paga taxas de juros mais altas e vence em prazos
mais curtos. A elevação dos superávits fiscais, que fez com que dobrasse o montante de
recursos transferidos do patrimônio público para o segmento rentista (alcançou R$ 330,9
bilhões no quatriênio), não impediu que a dívida interna aumentasse em R$ 186 bilhões no
mesmo período.
Fonte: FILGUEIRAS, L. A. M.; GONÇALVES, R. A economia política do governo Lula.
Rio de Janeiro: Contraponto, 2007, p. 215.
Considerando o contexto descrito sobre a economia durante os governos Lula, avalie as
afirmativas abaixo:
I. O bom desempenho das contas externas brasileiras é atribuído principalmente ao
crescimento das exportações, impulsionado pelo aquecimento global do comércio,
especialmente no setor de produtos intensivos em tecnologia.
II. A especialização retrógrada refere-se à predominância de produtos primários nas
exportações brasileiras, representando uma tendência de retrocesso industrial durante o
governo Lula.
III. O compromisso do governo Lula em repassar quantidades significativas da renda
nacional ao capital financeiro é evidenciado pela redução dos pagamentos de juros da
A+
A
A-
18/06/2025, 19:06 Teste: AO2 Substitutiva
https://famonline.instructure.com/courses/44803/quizzes/216569/take 13/19

Pergunta 9 0,6 pts
dívida pública em relação ao governo FHC.
IV. O declínio da dívida externa é compensado pelo aumento da dívida interna, que, apesar
de pagar taxas de juros mais altas, contribui para a estabilidade econômica do país.
Está correto o que se afirma em:
II, apenas.
I e III, apenas.
I, II e IV, apenas.
I, III e IV, apenas.
II, III e IV, apenas.
Observe as charges a seguir:
Charge 1
A+
A
A-
18/06/2025, 19:06 Teste: AO2 Substitutiva
https://famonline.instructure.com/courses/44803/quizzes/216569/take 14/19
 
Charge 2
A+
A
A-
18/06/2025, 19:06 Teste: AO2 Substitutiva
https://famonline.instructure.com/courses/44803/quizzes/216569/take 15/19
Disponível em: https://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/22218-charges-da-epoca-
das-diretas-ja (https://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/22218-charges-da-epoca-das-
diretas-ja) . Acesso em: 04 jan. 2024.
A crise econômica na década de 1980 no Brasil, caracterizada por altos níveis de
inflação e instabilidade financeira, culminou nas manifestações das "Diretas Já", um
movimento que clamava
A+
A
A-
18/06/2025, 19:06 Teste: AO2 Substitutiva
https://famonline.instructure.com/courses/44803/quizzes/216569/take 16/19
https://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/22218-charges-da-epoca-das-diretas-ja
https://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/22218-charges-da-epoca-das-diretas-ja
https://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/22218-charges-da-epoca-das-diretas-ja
https://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/22218-charges-da-epoca-das-diretas-ja
https://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/22218-charges-da-epoca-das-diretas-ja

Pergunta 10 0,6 pts
pelo aumento dos investimentos em indústrias de base.
pela abertura política e a volta das eleições diretas para presidente.
pela implantação de um plano de austeridade fiscal.
pela reforma agrária como solução para a crise econômica.
pela nacionalização dos recursos naturais para controle econômico.
Leia o texto e observe a charge a seguir:
O sucesso político de todos os planos de estabilização, e em especial o sucesso político do
Piano Real, o único de longa duração, deve ser atribuído ao restabelecimento da ordem
econômica e não ao fim do "imposto inflacionário" A maioria da população apoia Estados
eficazes, mesmo que autoritários ou ditatoriais. Analogamente, a população apoia o fim da
inflação, independentemente dos ganhos de imposto inflacionário.
A eficácia da instituição moeda como instrumento indispensável para qualquer troca nas
economias capitalistas depende da presença de ilusão monetária, do fetichismo da moeda
ou da soberania da instituição moeda. É a partir daí que a moeda pode cumprir as funções
de unidade de conta e de reserva de valor - as suas funções relevantes e permitir que os
instrumentos de política econômica possam ser utilizados para levar a economia a novo
equilíbrio.
FONTE: SAYAD, J. Observações sobre o plano real. Estudos Econômicos, v. 25, n. esp.,
p. 7-24, 1995. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/ee/article/view/161059/155144
 (https://www.revistas.usp.br/ee/article/view/161059/155144) . Acesso em: 04 jan. 2024.
Adaptado.
A+
A
A-
18/06/2025, 19:06 Teste: AO2 Substitutiva
https://famonline.instructure.com/courses/44803/quizzes/216569/take 17/19
https://www.revistas.usp.br/ee/article/view/161059/155144
https://www.revistas.usp.br/ee/article/view/161059/155144
https://www.revistas.usp.br/ee/article/view/161059/155144
https://www.revistas.usp.br/ee/article/view/161059/155144
Disponível em: https://2.bp.blogspot.com/-
JmtZ4FyHjuE/Tbh2J3ENxrI/AAAAAAAAFV4/aTEVGWbRUmM/s1600/charge_grd_1265.j
 (https://2.bp.blogspot.com/-
JmtZ4FyHjuE/Tbh2J3ENxrI/AAAAAAAAFV4/aTEVGWbRUmM/s1600/charge_grd_1265.jpg)
Acesso em: 04 jan. 2024.
Refletindo sobre os principais desafios enfrentados na década de 1990 no Brasil em
relação a hiperinflação,avalie as seguintes asserções e a relação proposta entre elas.
I. A hiperinflação nesse período atingiu níveis alarmantes, atingindo taxas mensais
elevadíssimas, como, por exemplo, em 1990, quando a inflação alcançou mais de 80% ao
mês.
PORQUE
II. O Real, que substituiu o Cruzeiro Real, foi parte de um conjunto de medidas para
estabilizar a economia, controlar a inflação e restabelecer a confiança na moeda nacional.
 
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
As asserções I e II são proposições falsas.
A+
A
A-
18/06/2025, 19:06 Teste: AO2 Substitutiva
https://famonline.instructure.com/courses/44803/quizzes/216569/take 18/19
https://2.bp.blogspot.com/-JmtZ4FyHjuE/Tbh2J3ENxrI/AAAAAAAAFV4/aTEVGWbRUmM/s1600/charge_grd_1265.jpg
https://2.bp.blogspot.com/-JmtZ4FyHjuE/Tbh2J3ENxrI/AAAAAAAAFV4/aTEVGWbRUmM/s1600/charge_grd_1265.jpg
https://2.bp.blogspot.com/-JmtZ4FyHjuE/Tbh2J3ENxrI/AAAAAAAAFV4/aTEVGWbRUmM/s1600/charge_grd_1265.jpg
https://2.bp.blogspot.com/-JmtZ4FyHjuE/Tbh2J3ENxrI/AAAAAAAAFV4/aTEVGWbRUmM/s1600/charge_grd_1265.jpg
https://2.bp.blogspot.com/-JmtZ4FyHjuE/Tbh2J3ENxrI/AAAAAAAAFV4/aTEVGWbRUmM/s1600/charge_grd_1265.jpg
https://2.bp.blogspot.com/-JmtZ4FyHjuE/Tbh2J3ENxrI/AAAAAAAAFV4/aTEVGWbRUmM/s1600/charge_grd_1265.jpg
Salvo em 19:06 
As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa da I.
A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa da I.
Enviar teste
A+
A
A-
18/06/2025, 19:06 Teste: AO2 Substitutiva
https://famonline.instructure.com/courses/44803/quizzes/216569/take 19/19

Mais conteúdos dessa disciplina