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Disciplina de Psicologia 
e Processos Grupais
BOCK, Ana Mercês Bahia, FURTADO, Odair e TEIXEIRA, Maria Lourdes Trassi. Psicologias: uma introdução ao 
estudo da psicologia. 14 ed. São Paulo: Saraiva, 2008. Cap 15 – Processos grupais e instituições, pp. 220-235.
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Introdução
NOSSA VIDA
COTIDIANA É
DEMARCADA
PELA VIDA EM
GRUPO
BOCK, Ana Mercês Bahia, FURTADO, Odair e TEIXEIRA, Maria Lourdes Trassi. Psicologias: uma introdução ao 
estudo da psicologia. 14 ed. São Paulo: Saraiva, 2008. Cap 15 – Processos grupais e instituições, pp. 220-235.
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Freud no texto 
“O mal-estar 
na Civilização”
Dentre as fontes de sofrimento que ameaçam o 
ser humano, Freud (1996) destaca três formas 
de sofrimento que ameaçam o humano, o 
poder devastador e implacável das forças da 
natureza, a ameaça de deterioração e 
decadência que vem de nosso próprio corpo, e o 
sofrimento advindo das relações entre os 
humanos.
Freud, S. (1996). O mal-Estar na civilização (Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas 
de Sigmund Freud, Vol. 21). Rio de Janeiro: Imago. (Originalmente publicado em 1929).
●Mesmo quando estamos sozinhos, nossa
referência é sempre um outro.
●Precisamos combinar algumas regras para
convivência em grupo:
●Funcionamento de transportes, escolas, serviços de empresas e
repartições públicas
BOCK, Ana Mercês Bahia, FURTADO, Odair e TEIXEIRA, Maria Lourdes Trassi. Psicologias: uma introdução ao
estudo da psicologia. 14 ed. São Paulo: Saraiva, 2008. Cap 15 – Processos grupais e instituições, pp. 220-235.
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A este tipo de 
regularidade 
normatizada pela vida 
em grupo chamamos de 
institucionalização
BOCK, Ana Mercês Bahia, FURTADO, Odair e TEIXEIRA, Maria Lourdes Trassi. Psicologias: uma introdução ao 
estudo da psicologia. 14 ed. São Paulo: Saraiva, 2008. Cap 15 – Processos grupais e instituições, pp. 220-235.
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●Temas de destaque no campo da Psicologia, sendo o mais
clássico o da “Psicologia dos Grupos” e o mais recente, à
partir da metade do século XX o tema da “Psicologia
Institucional”.
●Lane (1982) já afirmava que “toda psicologia é social”
salientando a importância das relações grupais
●Freud (1921) em seu trabalho “Psicologia das Massas e
Análise do Ego” afirmava que na vida mental individual
aparece integrado sempre, efetivamente o “outro”, como
modelo, objeto, auxiliar ou adversário e, deste modo, a
psicologia individual é, ao mesmo tempo e desde o
princípio uma psicologia social, no sentido mais amplo, no
entanto plenamente justificado
BOCK, Ana Mercês Bahia, FURTADO, Odair e TEIXEIRA, Maria Lourdes Trassi. Psicologias: uma introdução ao 
estudo da psicologia. 14 ed. São Paulo: Saraiva, 2008. Cap 15 – Processos grupais e instituições, pp. 220-235.
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●A percepção da realidade que nos cerca é uma
construção social através dos grupos com que nos
relacionamos e do processo de institucionalização.
●A construção social da realidade, segundo Berger e
Luckmann (2006) começa com o estabelecimento de
regularidades comportamentais.
●As pessoas vão descobrindo a forma mais rápida,
simples e econômica de desempenhar tarefas do
cotidiano;
●Um hábito pode ser estabelecido por razões
concretas, que com o passar das gerações se tornam
tradições;
●Quando se passam muitas gerações dizemos que
esta regra foi INSTITUCIONALIZADA!
BOCK, Ana Mercês Bahia, FURTADO, Odair e TEIXEIRA, Maria Lourdes Trassi. Psicologias: uma introdução ao 
estudo da psicologia. 14 ed. São Paulo: Saraiva, 2008. Cap 15 – Processos grupais e instituições, pp. 220-235.
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Por exemplo a
MONOGAMIA
que surge na Grécia
Antiga e no Oriente
Médio com o
estabelecimento da
propriedade privada e
a descoberta da
paternidade biológica
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estudo da psicologia. 14 ed. São Paulo: Saraiva, 2008. Cap 15 – Processos grupais e instituições, pp. 220-235.
Hoje, qualquer pessoa de nossa sociedade ocidental, questionada sobre
monogamia, dirá que o casamento é dessa forma porque “é natural”.
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INSTITUIÇÃO é um valor 
ou regra social reproduzida 
no cotidiano com estatuto 
de verdade.
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estudo da psicologia. 14 ed. São Paulo: Saraiva, 2008. Cap 15 – Processos grupais e instituições, pp. 220-235.
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●Instituição serve como guia básico de
comportamento padrão ético.
●A instituição é o que mais se reproduz e o que menos
se percebe nas relações sociais!
●Instituição = corpo de regras e valores
●Organização = concreto, aparato que reproduz o
quadro de instituições no cotidiano da sociedade.
Organização é o polo prático das instituições.
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estudo da psicologia. 14 ed. São Paulo: Saraiva, 2008. Cap 15 – Processos grupais e instituições, pp. 220-235.
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●O elemento que completa a dinâmica de construção
da realidade é o GRUPO = o lugar onde a instituição
se realiza!
GRUPO é o sujeito que reproduz e, em outras
oportunidades, reformula tais regras. É também o
sujeito responsável pela produção dentro das
organizações e pela singularidade – ora controlado,
submetido de forma acrítica a essas regras e valores,
ora sujeito da transformação, da rebeldia, da
produção do novo!
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estudo da psicologia. 14 ed. São Paulo: Saraiva, 2008. Cap 15 – Processos grupais e instituições, pp. 220-235.
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●Psicologia Institucional estuda as relações de grupo
usando bases da sociologia, psicanálise, marxismo e
linguística, buscando identificar os grupos
assujeitados ( em consonância com os processos
instituintes)...
●Como as estruturas de poder coisificam os grupos
capturando o desejo (o desejo de autonomia)
substituindo-o pelo desejo institucionalizado.
●O “grupo sujeito” é o que percebe esta dimensão
oculta das organizações e traz à tona o problema.
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estudo da psicologia. 14 ed. São Paulo: Saraiva, 2008. Cap 15 – Processos grupais e instituições, pp. 220-235. 14
●Há uma pressão sobre o grupo para assujeitá-lo ao
máximo e uma pressão do ponto de vista do sujeito
que busca a distância máxima das forças instituídas.
A SITUAÇÃO IDEAL É A QUE VISA A MELHOR
DISTÂNCIA, RECONHECENDO A VIDA
INSTITUCIONAL E AO MESMO TEMPO
GARANTINDO A EXPRESSÃO DO SUJEITO!
●Há que se considerar o temor do desconhecido e do
que pode acontecer sem as antigas regras... O
processo não é racional mas repleto de
racionalizações que escondem a realidade.
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●Geralmente a crise acontece de forma ocasional e
espontânea sem que se possa prever o
acontecimento. Esse acontecimento desencadeador
da crise é chamado de ANALISADOR e permite
revelar a situação.
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Exemplo:
Numa fábrica em que o controle e muito rigoroso e os trabalhadores
são impedidos de conversar durante o período de trabalho, a tensão
aumenta. Se esse controle é realizado de forma cruel, com uso de
assédio moral ( o chefe faz chantagem para manter o controle), será
produzido um ambiente de medo, perseguições, de busca de
favorecimento. O uso continuado desse procedimento fará com que
os trabalhadores pensem sernormal esse tipo de administração e
assumam como problema pessoal a crueldade do chefe quando
dirigida a esses. O medo impede que se comente abertamente sobre
os acontecimentos , ninguém sabe quem é “amigo” do chefe e estará
disposto a denunciar qualquer desvio de conduta. O silencia passa a
ser o signo do controle. Entretanto, a quebra de uma máquina, um
acidente de trabalho que atinja um dos operários , uma revolta
pessoal de um deles no momento que está sendo injustiçado, enfim,
um acontecimento grave que quebre a rotina de forma muito
inesperada terá o poder de acordar o grupo de sua letargia do medo.
BOCK, Ana Mercês Bahia, FURTADO, Odair e TEIXEIRA, Maria Lourdes Trassi. Psicologias: uma introdução ao 
estudo da psicologia. 14 ed. São Paulo: Saraiva, 2008. Cap 15 – Processos grupais e instituições, pp. 220-235.
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●Para que isso se dê, é preciso que o grupo tenha
vocação para se transformar em GRUPO SUJEITO.
●Os grupos sem este perfil não ouvirão o apelo do
fator analisador.
●Grupo sujeito é aquele que na presença do fator
analisador, saberá reagir impondo uma nova regra e
negociando uma condição mais justa e digna de
trabalho.
BOCK, Ana Mercês Bahia, FURTADO, Odair e TEIXEIRA, Maria Lourdes Trassi. Psicologias: uma introdução ao 
estudo da psicologia. 14 ed. São Paulo: Saraiva, 2008. Cap 15 – Processos grupais e instituições, pp. 220-235.
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●O grau de saber e não saber dos grupos sobre sua própria
história e potência para transforma-la é chamado de
transversalidade.
●Grupos sujeitos tem alto grau de transversalidade e grupos
assujeitados tem baixo grau de transversalidade.
●O ideal de um grupo seria caminhar para a autoanálise e
autogestão.
●Gilles Deleuze (filósofo) e Felix Guatttari (psiquiatra), à partir
do s acontecimentos de Maio de 1968 na França (estudantes
e operários tomaram Paris e mobilizaram a sociedade
mudando a história daquele país) estabeleceram grande
parceria e esccreveram o Anti Édipo como uma análise
institucional da psicanálise. Neste livro lançaram as bases da
teoria da esquizoanálise e discutem o papel social da
esquizofrenia e a capacidade social do delírio do
esquizofrênico fazer a leitura crítica de seu entorno.
BOCK, Ana Mercês Bahia, FURTADO, Odair e TEIXEIRA, Maria Lourdes Trassi. Psicologias: uma introdução ao 
estudo da psicologia. 14 ed. São Paulo: Saraiva, 2008. Cap 15 – Processos grupais e instituições, pp. 220-235.
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●Obra Mil Platôs de Deleuze e Guattari defendem a
ideia de múltiplas conexões dos acontecimentos.
Supera a visão estrutural do marxismo e apregoam
que o futuro da humanidade é imprevisível .
●Essa nova condição da fase atual do capitalismo
exige muita lucidez do analista e ao mesmo tempo o
coloca em permanente risco de erro. Tudo muda
para ficar como está!
●O processo captura até os movimentos sociais...
●E não há saída, a não ser produzir uma nova forma
de combate que, de antemão sabemos que em
algum momento também será capturada...
BOCK, Ana Mercês Bahia, FURTADO, Odair e TEIXEIRA, Maria Lourdes Trassi. Psicologias: uma introdução ao 
estudo da psicologia. 14 ed. São Paulo: Saraiva, 2008. Cap 15 – Processos grupais e instituições, pp. 220-235.
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A IMPORTÂNCIA DO ESTUDO DOS GRUPOS
PARA A PSICOLOGIA
●Primeiros estudos no final do século XIX – Psicologia das
Massas ou das Multidões – influenciados pela Revolução
Francesa.
●Os pesquisadores se perguntavam o que teria sido capaz
de mobilizar tamanho contingente humano .
●O fenômeno das massas, hoje tão comum, era novidade
na época. A revolução Francesa espalhou uma vaga
revolucionária que atingiu toda a Europa, principalmente
a Alemanha ecoando até mesmo na América Latina, com
lutas de libertação nacional, como a ocorrida no Peru. A
independência dos EUA ocorreu pouco antes da Rev.
Francesa, inaugurando os governos democráticos
modernos.
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●Multidão seguindo um líder mesmo colocando em
risco a própria vida?
●Questão da Alemanha nazista.
●Hoje sabemos que, em diversas ocasiões, as pessoas
se unem e formam massas compactas muito
organizadas e autônomas, com objetivos claros e
racionais (ou não?).
●Ex: Campanha “Diretas Já”, “Impeachments”.
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estudo da psicologia. 14 ed. São Paulo: Saraiva, 2008. Cap 15 – Processos grupais e instituições, pp. 220-235.
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●Apesar de a Psicologia Social surgir com o
fenômeno das massas é com os pequenos grupos
que desenvolverá sua pesquisa.
●1930 – chegada nos EUA de um professor alemão
refugiado do nazismo chamado Kurt Lewin criou a
primeira teoria consistente sobre grupos.
●A partir dela cria um campo na Psicologia Social
denominado COGNITIVISMO e ainda influenciando
a psicologia nas organizações e no estudo das
relações humanas no mundo do trabalho.
BOCK, Ana Mercês Bahia, FURTADO, Odair e TEIXEIRA, Maria Lourdes Trassi. Psicologias: uma introdução ao 
estudo da psicologia. 14 ed. São Paulo: Saraiva, 2008. Cap 15 – Processos grupais e instituições, pp. 220-235.
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DINÂMICA DOS GRUPOS
●1º compêndio publicado em 1953 por Cartwright e
Zander sintetizando os estudos de Lewin
●Coesão do grupo (condições necessárias para sua manutenção)
●Pressões e padrão do grupo (argumentos reais ou imaginários,
manifestos ou velados que seus membros utilizam para garantir fidelidade
aos objetivos e padrão do grupo)
●Motivos individuais e objetivos do grupo (elementos que
garantem fidelidade e que estão relacionados com a escolha que cada
indivíduo faz ao decidir participar de um grupo)
●Liderança e realização do grupo (força de convencimento –
carisma – exercida por um ou mais sobre o grupo e sobre o tipo de atividade
exercida pelo grupo)
●Propriedades estruturais do grupo (padrões de
comunicação, desempenhos de papéis, relações de poder)
BOCK, Ana Mercês Bahia, FURTADO, Odair e TEIXEIRA, Maria Lourdes Trassi. Psicologias: uma introdução ao 
estudo da psicologia. 14 ed. São Paulo: Saraiva, 2008. Cap 15 – Processos grupais e instituições, pp. 220-235.
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●Pessoas vivem em nossa sociedade em campos
institucionalizados
●Em alguns casos a institucionalização nos obriga a
conviver com pessoas que não escolhemos.
●SOLIDARIEDADE MECÂNICA – forma de convívio
que independe de nossa escolha, costumam formar
subgrupos (panelinhas)
●SOLIDARIEDADE ORGÂNICA – forma de convívio
de nossa escolha
BOCK, Ana Mercês Bahia, FURTADO, Odair e TEIXEIRA, Maria Lourdes Trassi. Psicologias: uma introdução ao 
estudo da psicologia. 14 ed. São Paulo: Saraiva, 2008. Cap 15 – Processos grupais e instituições, pp. 220-235.
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●GRUPO = todo dinâmico, ou seja o seu todo é mais
que a soma de seus integrantes e a mudança no
estado de qualquer subparte modifica o grupo
como um todo. Ele se caracteriza pela reunião de
um número de pessoas que pode variar bastante,
com determinado objetivo, compartilhado por
todos os seus membros, que podem desempenhar
diferentes papéis para a execução deste objetivo.
●Quando um grupo se estabelece os fenômenos
grupais passam a atuar sobre as pessoas
individualmente e sobre o grupo = PROCESSO
GRUPAL.
BOCK, Ana Mercês Bahia, FURTADO, Odair e TEIXEIRA, Maria Lourdes Trassi. Psicologias: uma introdução ao 
estudo da psicologia. 14 ed. São Paulo: Saraiva, 2008. Cap 15 – Processos grupais e instituições, pp. 220-235.
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●COESÃO é a forma encontrada pelos grupos para
que seus membros sigam as regras estabelecidas.
Quando alguém começa a participar do grupo terá
seu comportamento avaliado para verificação do
grau de adesão. Os membros mais antigos já não
sofrem mais essa avaliação (se quebrarem alguma
regra que não seja muito importante, não são
cobrados por isso).
●COESÃO GRUPAL é a certeza de fidelidade dos
membros.
●Grupos, de acordo com suas características,
apresentam maior ou menor coesão.BOCK, Ana Mercês Bahia, FURTADO, Odair e TEIXEIRA, Maria Lourdes Trassi. Psicologias: uma introdução ao 
estudo da psicologia. 14 ed. São Paulo: Saraiva, 2008. Cap 15 – Processos grupais e instituições, pp. 220-235.
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●Grupos coesos?
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pp. 220-235.
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https://www.youtube.com/watch?v=gD0HqVYfrH8
http://www.youtube.com/watch?v=gD0HqVYfrH8
●Grupos religiosos, torcidas esportivas, partidos
políticos...
●Grupos com baixo grau de coesão tendem a se
dissolver!
●A fidelidade do grupo dependerá do tipo de pressão
exercida pelo grupo em relação aos novatos
●Quanto mais o grupo precisar garantir sua coesão,
mais ele impedirá manifestações individuais que
não estejam claramente de acordo com os seus
objetivos.
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LIDERANÇA
●Kurt Lewin argumentava que o clima depende da
vocação do grupo;
●AUTORITÁRIO – eficiência imediata mas pouco
produtivos
●DEMOCRÁTICO– a longo prazo mais eficientes
●LAISSEZ-FAIRE – sem preocupações com sua
organização
BOCK, Ana Mercês Bahia, FURTADO, Odair e TEIXEIRA, Maria Lourdes Trassi. Psicologias: uma introdução ao 
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GRUPOS OPERATIVOS
●Abordagem de trabalho em grupos desenvolvida
pelo Francês radicado na Argentina chamado
Pichon-Riviere;
●Tradição de Lewin + Psicanálise
●Baseado na “TEORIA DO VÍNCULO”
●Com base nesta teoria é possível acompanhar
determinado grupo durante a realização de tarefas
concretas e avaliar o campo de fantasias e
simbolismos encobertos nas relações pessoais e
organizacionais.
BOCK, Ana Mercês Bahia, FURTADO, Odair e TEIXEIRA, Maria Lourdes Trassi. Psicologias: uma introdução ao 
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●Críticas às teorias dos grupos feitas pela Psicologia
Social Crítica;
●Buscam resguardar aspectos funcionais das teorias
dos grupos, mas criticam o enquadramento
estático.
●Consideram positivo levar em conta a dinâmica
interna dos grupos...
●Não existe grupo como um conceito abstrato mas
sim um processo grupal
BOCK, Ana Mercês Bahia, FURTADO, Odair e TEIXEIRA, Maria Lourdes Trassi. Psicologias: uma introdução ao 
estudo da psicologia. 14 ed. São Paulo: Saraiva, 2008. Cap 15 – Processos grupais e instituições, pp. 220-235.
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CATEGORIAS PROPOSTAS POR SÍLVIA LANE NA
PSICOLOGIA SOCIAL CRÍTICA
●Categoria de produção
●Categoria de dominação
●Categoria grupo-sujeito
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CATEGORIAS PROPOSTAS POR SÍLVIA LANE NA
PSICOLOGIA SOCIAL CRÍTICA
●Categoria de produção – produção das satisfações
de necessidades do grupo está diretamente
relacionada com a produção das relações grupais. O
processo grupal caracteriza-se como atividade
produtiva de caráter histórico
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CATEGORIAS PROPOSTAS POR SÍLVIA LANE NA
PSICOLOGIA SOCIAL CRÍTICA
●Categoria de dominação – os grupos tendem a
reproduzir as formas sociais de dominação. Mesmo
um grupo de características democráticas imita
certas hierarquias comuns ao modo de produção
dominante ( no nosso caso o capitalista)
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CATEGORIAS PROPOSTAS POR SÍLVIA LANE NA
PSICOLOGIA SOCIAL CRÍTICA
●Categoria grupo-sujeito – De acordo com Lourau,
trata-se do nível de resistência à mudança
apresentada pelo grupo.
●Aqueles com menor resistência à autocrítica e,
portanto, com capacidade de crescimento por meio
da mudança são considerados grupos sujeitos.
●Os que se submetem cegamente às normas
institucionais e apresentam muita dificuldade para
a mudança são os grupos sujeitados.
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estudo da psicologia. 14 ed. São Paulo: Saraiva, 2008. Cap 15 – Processos grupais e instituições, pp. 220-235.
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	Slide 1: Disciplina de Psicologia e Processos Grupais
	Slide 2: Introdução
	Slide 3
	Slide 4: Freud no texto “O mal-estar na Civilização”
	Slide 5
	Slide 6: A este tipo de regularidade normatizada pela vida em grupo chamamos de institucionalização
	Slide 7
	Slide 8
	Slide 9
	Slide 10
	Slide 11: INSTITUIÇÃO é um valor ou regra social reproduzida no cotidiano com estatuto de verdade.
	Slide 12
	Slide 13
	Slide 14
	Slide 15
	Slide 16
	Slide 17
	Slide 18
	Slide 19
	Slide 20
	Slide 21
	Slide 22
	Slide 23
	Slide 24
	Slide 25
	Slide 26
	Slide 27
	Slide 28
	Slide 29
	Slide 30
	Slide 31
	Slide 32
	Slide 33
	Slide 34
	Slide 35
	Slide 36
	Slide 37

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