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Questões resolvidas

O CPM - Delegado de Polícia - 2021 - PC-ES - adaptada) No controle do procedimento comum, o procedimento do inquérito policial, assim como o processo penal, é regido pelo princípio da legalidade, especialmente no que se refere à apuração de infrações penais.
O inquérito policial é um procedimento administrativo, de natureza inquisitiva, que tem por finalidade a apuração de infrações penais e a identificação de seus autores, a fim de que o Ministério Público possa oferecer denúncia.
O inquérito policial é um procedimento administrativo, de natureza inquisitiva, que tem por finalidade a apuração de infrações penais e a identificação de seus autores, a fim de que o Ministério Público possa oferecer denúncia, sendo que, em regra, não pode ser instaurado de ofício pela autoridade policial.
O inquérito policial é um procedimento administrativo, de natureza inquisitiva, que tem por finalidade a apuração de infrações penais e a identificação de seus autores, a fim de que o Ministério Público possa oferecer denúncia, sendo que, em regra, pode ser instaurado de ofício pela autoridade policial, mas não pode ser instaurado mediante requisição do Ministério Público.
O inquérito policial é um procedimento administrativo, de natureza inquisitiva, que tem por finalidade a apuração de infrações penais e a identificação de seus autores, a fim de que o Ministério Público possa oferecer denúncia, sendo que, em regra, pode ser instaurado de ofício pela autoridade policial ou mediante requisição do Ministério Público.

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Questões resolvidas

O CPM - Delegado de Polícia - 2021 - PC-ES - adaptada) No controle do procedimento comum, o procedimento do inquérito policial, assim como o processo penal, é regido pelo princípio da legalidade, especialmente no que se refere à apuração de infrações penais.
O inquérito policial é um procedimento administrativo, de natureza inquisitiva, que tem por finalidade a apuração de infrações penais e a identificação de seus autores, a fim de que o Ministério Público possa oferecer denúncia.
O inquérito policial é um procedimento administrativo, de natureza inquisitiva, que tem por finalidade a apuração de infrações penais e a identificação de seus autores, a fim de que o Ministério Público possa oferecer denúncia, sendo que, em regra, não pode ser instaurado de ofício pela autoridade policial.
O inquérito policial é um procedimento administrativo, de natureza inquisitiva, que tem por finalidade a apuração de infrações penais e a identificação de seus autores, a fim de que o Ministério Público possa oferecer denúncia, sendo que, em regra, pode ser instaurado de ofício pela autoridade policial, mas não pode ser instaurado mediante requisição do Ministério Público.
O inquérito policial é um procedimento administrativo, de natureza inquisitiva, que tem por finalidade a apuração de infrações penais e a identificação de seus autores, a fim de que o Ministério Público possa oferecer denúncia, sendo que, em regra, pode ser instaurado de ofício pela autoridade policial ou mediante requisição do Ministério Público.

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11:50 56 4. A interceptação telefônica, medida excepcional em homenagem à cláusula pétrea prevista no art. 5°, XII da CRFB, está regulada na Lei 9.296/1996. A respeito da interceptação telefônica, aponte a proposição correta. STJ entende que há necessidade de degravação integral dos diálogos objeto de interceptação telefônica. STJ entende ser desnecessária a realização de perícia para a identificação de captada, salvo quando houver dúvida plausível que justifique a medida. STI entende ser necessária a realização de perícia para a identificação de captada. STJ já fixou a tese de que não é legítima a prova obtida por meio de interceptação telefônica para apuração de delito punido com detenção, ainda que conexo com outro crime apenado com A atribuição para a execução de interceptação telefônica ordenada judicialmente se restringe à polícia civil. Data Resp.: 03/09/2022 12:50:26 Explicação: STJ entende ser desnecessária a realização de perícia para a identificação de captada, salvo quando houver dúvida plausível que justifique a medida, nos termos da jurisprudência do STJ (acórdãos do STJ: HC 453357/SP, AgRg no HC 445823/PR e HC 409551/RJ). As demais alternativas violam entendimentos do STJ, que considera não haven necessidade de degravação integral dos diálogos objeto de interceptação telefônica (HC AgRg no AREsp 1301242/SP e RHC 92164/RJ), que a atribuição para a execução de interceptação telefônica ordenada judicialmente não restringe à polícia civil (RHC 78743/RJ, RHC 90125/SC e RHC 62067/SP), e que é legítima a prova obtida por meio de interceptação telefônica para apuração de delito punido com detenção, desde que conexo com outro crime apenado com reclusão 366070/RS, AgRg no REsp 1717551/PA e AgRg nos EDcl no HC 293680/PR). 03190PROCEDIMENTOS PROCESSUAIS PENAIS 5. (MPE-TO 2022 CESPE adaptada) A transação penal consiste em um acordo celebrado entre MP (ou querelante, nos crimes de ação penal privada) e autor do fato delituoso, por meio do qual é proposta a aplicação imediata de pena restritiva de direitos ou multa, evitando-se, assim, a instauração do processo. De acordo com a jurisprudência majoritária e atual do STF, a homologação da transação penal prevista na Lei dos Juizados Especiais Cíveis e Criminais n° 9.099/1995: Não faz coisa julgada material. Contudo, descumpridas suas cláusulas, não pode Ministério Público dar continuidade à persecução penal, sendo caso de imediata aplicação das astreintes fixadas pelo juízo. Não faz coisa julgada material. Descumpridas suas cláusulas, possibilita-se ao Ministério Público optar pelo oferecimento da denúncia ou aplicação da penalidade alternativa já pactuada, sendo, todavia, vedada a requisição de abertura de inquérito policial nessa fase processual. Faz coisa julgada material. Descumpridas suas cláusulas, não pode Ministério Público dar continuidade à persecução penal, devendo ser aplicadas as penas alternativas constantes da própria transação. Faz coisa julgada material. Contudo, descumpridas suas cláusulas, possibilita-se ao Ministério Público a continuidade da persecução penal mediante oferecimento de denúncia, sendo vedada a requisição de novo inquérito policial. Não faz coisa julgada material. Descumpridas suas cláusulas, retoma-se a situação anterior, possibilitando-se ao Ministério Público a continuidade da persecução penal mediante oferecimento da denúncia ou requisição de inquérito policial. Data Resp.: 03/09/2022 12:51:25 Explicação: Conforme a Súmula vinculante 35, a homologação da transação penal prevista no artigo 76 da Lei 9.099/1995 não faz coisa julgada material e, descumpridas suas cláusulas, retoma-se a situação anterior, possibilitando-se ao Ministério Público a continuidade da persecução penal mediante oferecimento de denúncia ou requisição de inquérito policial. 6. (PC-MS Delegado de Polícia 2021 FAPEC adaptada) Ao contrário do procedimento comum, O procedimento do tribunal do júri é marcado por ser bifásico, estruturado em duas fases distintas. Em matéria de procedimentos, especificamente acerca do rito especial do tribunal do júri, assinale a alternativa correta. Dispõe CPP que O desaforamento é cabível quando interesse da ordem pública O reclamar ou houver dúvida sobre a imparcialidade do júri ou a segurança pessoal do acusado, por decisão do Tribunal, a requerimento do Ministério Público, do assistente, do querelante ou mediante representação do juiz competente. próprio acusado não tem legitimidade para requerê-lo. A decisão de impronúncia, de acordo com a atual sistemática do Código de Processo Penal, é classificada doutrinariamente como decisão interlocutória mista terminativa, produzindo coisa julgada formal e material. Supremo Tribunal Federal declarou inconstitucional a utilização da tese da legítima defesa da honra durante julgamento perante tribunal do júri, sob pena de nulidade do ato e do julgamento, e deu interpretação conforme a Constituição ao art. 23, II e art. 25, do CP e ao art. 65 do CPP, de modo a excluir a legítima defesa da honra do âmbito do instituto da legítima defesa. De acordo com O julgado, no entanto, a vedação à utilização dessa tese não alcança a autoridade policial, durante inquérito, ao passo que este é mero procedimento administrativo, dispensável, destituído de contraditório, que não tem O condão de viciar a ação penal. Entende Superior Tribunal de Justiça que a ausência de exame de de delito inviabiliza a pronúncia do réu, mesmo que presentes outros elementos de prova. De acordo com que dispõe CPP, a absolvição sumária do réu, ao final da primeira fase do júri, é cabível quando provada a inexistência do fato; provado não ser ele autor ou do fato; fato não constituir infração penal; ou se demonstrada causa de isenção de pena ou de exclusão do crime. Até mesmo inimputável, em razão de doença mental ou desenvolvimento mental incompleto ou retardado (art. 26, caput, do CP), pode ser absolvido sumariamente, desde que esta seja a única tese defensiva. Data Resp.: 03/09/2022 12:53:35 Explicação:

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