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Formatos de papel, dobras e 
caligrafia
Apresentação
A escolha do papel é o primeiro passo para se iniciar a composição de uma apresentação de 
projeto. O formato de papel escolhido deve estar de acordo com as normas da ABNT e dialogar 
com as proporções do desenho que estará inserido nele, deixando o conjunto harmônico.
Nesta Unidade de Aprendizagem, você vai conhecer os formatos de papéis disponíveis para a 
representação gráfica e a origem de sua configuração; vai aprender como dobrá-los para 
arquivamento e como distribuir, nesse espaço, o desenho, o texto e a legenda; e estudará, ainda, 
técnicas de caligrafia.
Bons estudos.
Ao final desta Unidade de Aprendizagem, você deve apresentar os seguintes aprendizados:
Reconhecer os formatos de papel utilizados em representações gráficas.•
Realizar dobras de acordo com as normas técnicas.•
Explicar a utilização da caligrafia nos desenhos de representação.•
Desafio
Um bom layout pode impressionar um cliente; por isso, observar a diagramação de pranchas, além 
de adequá-las às normas, é fundamental.
Imagine a seguinte situação cotidiana: você precisa desenhar o selo nas pranchas que serão 
apresentadas pelo seu escritório. Esse selo deve estar de acordo com as normas e deve respeitar as 
margens da folha e o espaço para texto, acima ou ao lado da legenda.
Desenhe, em uma folha A3, formato paisagem (horizontal), um selo com as informações da imagem 
acima. Ao finalizar, dobre a folha A3, transformando-a em tamanho A4, conforme a norma.
Infográfico
A escolha da folha deve se basear no desenho a ser representado e no espaço físico que ele 
demanda. Porém, quatro normas da ABNT trazem especificações referentes à folha e à sua 
apresentação:
- NBR 6492/1994 – Representação de projetos de arquitetura;
- NBR 10068/1987 – Folha de desenho – Leiaute e dimensões;
- NBR 13142/1999 – Desenho técnico: dobramento de cópias;
- NBR 10582/1988 – Apresentação da folha para desenho técnico.
Veja, no Infográfico a seguir, as recomendações dessas normas em relação aos formatos de papel 
para a representação gráfica, como dobrá-los para arquivamento e como devem estar distribuídos, 
na folha, os espaços para desenho, texto e legendas.
Aponte a câmera para o 
código e acesse o link do 
conteúdo ou clique no 
código para acessar.
https://statics-marketplace.plataforma.grupoa.education/sagah/710449f3-ed17-45af-b5ab-47a80540a60e/a913686b-3c83-484d-99ae-83438568874e.jpg
Conteúdo do livro
Para iniciar e finalizar a apresentação de um projeto impresso ou desenhado à mão no papel, 
precisamos ter conhecimento sobre os formatos de folhas disponíveis e como dobrá-las. Para isso, 
existem normas específicas, as quais estudaremos neste capítulo.
Além disso, a busca constante pelo entendimento de todos os elementos da representação gráfica 
coloca a caligrafia como um ponto-chave. É ela que acompanha os elementos gráficos e os 
desenhos, além de compor selos, legendas e especificações.
No capítulo Formatos de papel, dobras e caligrafia, da obra Representação gráfica, você vai 
encontrar mais informações sobre esses assuntos. 
Boa leitura.
REPRESENTAÇÃO 
GRÁFICA
Sílvia Eidt Monteiro
Formatos de papel, 
dobras e caligrafia
Objetivos de aprendizagem
Ao final deste texto, você deve apresentar os seguintes aprendizados:
 � Reconhecer os formatos de papel utilizados em representação gráfica.
 � Realizar dobras de acordo com as normas técnicas.
 � Explicar como utilizar a caligrafia nos desenhos de representação.
Introdução
O papel em branco traz inúmeras possibilidades. Quando você utiliza esse 
papel para a representação gráfica de desenhos técnicos, há uma série 
de especificidades que deve conhecer. Estas vão desde o tipo de papel 
até o seu formato. O formato de papel a ser utilizado e as informações 
que nele estarão contidas devem seguir as normas da ABNT. Há uma 
norma específica para a maneira correta de dobrá-lo, outra para como 
deve ser a apresentação da folha e outra para a escrita.
Neste capítulo, você vai conhecer os formatos de papel que pode 
utilizar e a maneira correta de dobrá-los. Também vai ver como distribuir 
o desenho, o texto e a legenda na folha, além de conhecer técnicas de 
caligrafia. Tudo de acordo com as normas vigentes.
Formatos de papel para representação gráfica
Você sabia que os formatos de papel são padronizados? Os formatos de papel 
utilizados para a representação gráfica no Brasil e em vários países europeus 
são determinados pelo sistema ISO (Organização Internacional para Padro-
nização). De acordo com o sistema ISO, a relação entre a altura e a largura 
de todas as páginas é a raiz quadrada de dois (1,4142:1). Esse valor é a base 
da seção áurea e da série de Fibonacci (FARELLY, 2014).
Hoje, é preciso levar em conta o modo como a tecnologia se relaciona 
com algo tão tradicional quanto o papel. Sobre a relação entre o papel e a 
tecnologia, considere o seguinte:
Tradicionalmente, o papel era o principal suporte para a transferência de in-
formações. Hoje, contudo, o uso dos sistemas CAD e BIM, junto com as várias 
formas de transferência eletrônica de informações, permite que a colaboração 
em equipe seja suportada por meio de monitores interativos. Ainda assim, 
para muitos propósitos o papel é o meio preferido, e a série A internacional 
de tamanho de papel empregada para todos os desenhos plotados e materiais 
impressos (BUXTON, 2017, p. 11).
A padronização das dimensões do papel confere homogeneidade e organi-
zação à apresentação das informações de um mesmo projeto. Como você viu 
e também é mencionado pela NBR 6.492 (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE 
NORMAS TÉCNICAS, 1994a, p. 2), é necessário utilizar “[...] os formatos 
de papel da série A, conforme NBR 10.068, formato A0 como máximo e A4 
como mínimo, para evitar problemas de manuseio e arquivamento”. Tanto 
a NBR 6.492, que trata da representação de projetos de arquitetura, como a 
NBR 10.068, sobre a folha de desenho, o leiaute e as dimensões, padronizam 
as características dimensionais das folhas para desenho técnico.
A folha de tamanho A0, maior formato da série A, possui “[...] 1 m2 de 
área e lados x e y, tais que x:y = 1:√2 (isto é, x = 841 mm; y = 1.189 mm). 
Todos os demais tamanhos dessa série são subdivisões desse formato obtidas 
dividindo-se pela metade a folha em sua dimensão maior, de modo que as 
proporções dos tamanhos permanecem constantes” (BUXTON, 2017, p. 11). 
Na Figura 1, você pode observar a relação de proporção entre as folhas 
da série A. Uma folha A1 possui metade do tamanho de uma folha A0, uma 
folha A2 é metade de uma folha A1 e assim sucessivamente.
A NBR 10.068 (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 
1987) define que a legenda (selo) deve ser posicionada no canto inferior direito, 
dentro do quadro delimitado pela margem, tanto para folhas utilizadas na 
horizontal como na vertical. Nos formatos A4, A3 e A2, a legenda deve ter 
178 mm de comprimento. Já nos formatos A1 e A0, 175 mm. O selo contém 
as informações do desenho (número de registro, título, origem, etc.). 
Essa norma determina também as medidas da margem que deve ser dese-
nhada na folha e a largura da linha utilizada, tudo de acordo com o tamanho 
da folha escolhida (veja o Quadro 1). A margem à esquerda é sempre maior 
para ser perfurada e utilizada no arquivamento (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA 
DE NORMAS TÉCNICAS, 1987).
Formatos de papel, dobras e caligrafia2
Figura 1. Tamanhos da série A mantêm a proporção conforme divididos ao meio.
Fonte: Buxton (2017, p. 11).
Fonte: Adaptado de NBR 10.068 (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 1987).
Formato Margem (mm)
Largura da linha do quadrado, 
conforme a NBR 8.403
Esquerda | Direita
A0 25 | 10 1,4
A1 25 | 10 1,0
A2 25 | 7 0,7
A3 25 | 7 0,5
A4 25 | 7 0,5
Quadro 1. Largura das linhas e das margens.
Por fim, a escolha da folha deve ser feita de acordo com o desenho que 
será representado nela e com o espaço físico que demanda:
3Formatos de papel, dobras e caligrafia
É essencial que o tamanhodo desenho acomode confortavelmente a ima-
gem na escala adequada. Os fatores que mais afetam a escolha do leiaute 
incluem a escala real do desenho, o público-alvo ou leitor do desenho e a 
clareza das informações escritas que acompanham o desenho (como título, 
escala gráfica e seta de norte — todos fundamentais), além do requisito de 
que a quantidade de informação de apoio não distraia o leitor ou observador 
(FARELLY, 2014, p. 122).
A seção áurea ou a proporção áurea é considerada há muito tempo um valor 
estético na cultura ocidental. Ela reflete o equilíbrio na natureza entre simetria 
e assimetria e a crença antiga de Pitágoras de que a realidade é numérica. A 
proporção áurea é um número irracional: aproximadamente 1,618 (FARELLY, 2014, 
p. 123). Você pode ler mais sobre esse assunto no artigo de Joseane Vieira Ferrer 
intitulado O número de ouro na arte, arquitetura e natureza: Beleza e Harmonia, 
disponível no link a seguir.
https://goo.gl/5WRWqf
Dobragem de folhas de acordo com as normas 
técnicas
As dobras nas folhas são realizadas para arquivamento e obedecem à NBR 
6.492, já mencionada, e a NBR 13.142 (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE 
NORMAS TÉCNICAS, 1999), intitulada “Desenho Técnico: dobramento de 
cópias”. Esta última determina que:
 � o formato final do dobramento de cópias de desenhos formatos A0, 
A1, A2 e A3 deve ser o formato A4, sendo as dimensões da folha A4 
conforme a NBR 10.068, já mencionada;
 � as cópias devem ser dobradas de modo a deixar visível a legenda, con-
forme a NBR 10.582 (será mencionada em seguida);
 � o dobramento deve ser feito a partir do lado direito, em dobras verticais;
 � quando as cópias de desenho em formato A0, A1 e A2 tiverem de ser 
perfuradas para arquivamento, o canto superior esquerdo deve ser 
dobrado para trás;
Formatos de papel, dobras e caligrafia4
 � para formatos maiores que o formato A0 e formatos especiais, o do-
bramento deve ser tal que ao final estejam em A4;
 � para facilitar o dobramento, devem ser assinaladas, nas margens, as 
posições das dobras.
Outra norma pertinente relacionada às folhas (pranchas) é a NBR 10.582 
(ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 1988), que trata 
da apresentação da folha para desenho técnico. Essa norma traz exigências 
para a disposição do espaço para desenho, do espaço para texto, do espaço 
para legenda e de seus respectivos conteúdos nas folhas de desenhos técnicos. 
O espaço para texto deve incluir todas as informações necessárias ao en-
tendimento do desenho e pode ficar à direita ou na margem inferior. A largura 
desse espaço varia. Ela pode ser igual à da legenda ou com no mínimo 100 
mm. Além disso, leva em consideração o dobramento da folha para o padrão 
A4. Esse espaço deve conter: explanação, instrução, referência, localização 
da planta de situação e tábua de revisão. A planta de situação e a tábua de 
revisão devem ficar visíveis quando a folha for dobrada em A4 (ASSOCIAÇÃO 
BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 1988).
A legenda é usada para informação, indicação e identificação do desenho. 
Ela deve ser traçada conforme a NBR 10.068. Além disso, a legenda deve 
conter no mínimo as seguintes informações: designação da firma; projetista, 
desenhista ou outro responsável pelo conteúdo do desenho; local, data e assi-
natura; nome e localização do projeto; conteúdo do desenho; escala; número 
do desenho; designação da revisão; indicação do método de projeção; unidade 
utilizada no desenho. O número do desenho e o da revisão são colocados jun-
tos, embaixo, no canto direito (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS 
TÉCNICAS, 1988).
Caligrafia em desenho técnico
A caligrafia feita à mão reflete o estilo individual de quem escreve. Porém, 
para compor com desenhos de representação gráfica, é necessário utilizar 
linhas-guia (Figura 2). Assim, é possível controlar a altura e o espaçamento 
das letras, mantendo uma escrita uniforme para um leiaute de prancha agra-
dável. Você pode utilizar um esquadro pequeno para manter o prumo das 
linhas verticais das letras, já que a inclinação poderia destoar de um desenho 
retilíneo (CHING, 2017).
5Formatos de papel, dobras e caligrafia
Figura 2. Caligrafia à mão com linhas-guia.
Fonte: Ching (2017, p. 210).
As características mais importantes das fontes, seja à mão ou no compu-
tador, são a legibilidade e a coerência em estilo e espaçamento. A fonte deve 
se adequar ao projeto que está acompanhando, sem prejudicar os desenhos 
(CHING, 2017).
Duas normas técnicas brasileiras trazem determinações sobre caligrafia, 
a NBR 6.492 e a NBR 8.402. A NBR 6.492 (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA 
DE NORMAS TÉCNICAS, 1994a) traz no seu anexo algumas informações 
sobre tipos de letras e números feitos à mão.
Essa norma também traz as informações relacionadas à caligrafia realizada 
com instrumentos. Como regra geral para ambas: as letras devem ser sempre 
maiúsculas e não inclinadas, os números também não devem ser inclinados, 
a dimensão das entrelinhas não deve ser inferior a 2 mm e as letras e cifras 
das coordenadas devem ter altura de 3 mm (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA 
DE NORMAS TÉCNICAS, 1994a).
O anexo da NBR 6.492, que demonstra como se devem desenhar os símbolos 
gráficos, também especifica a caligrafia que os acompanha, com dimensão e 
pena das letras e números. Também se utiliza a caligrafia em títulos, linhas 
de chamadas para especificar materiais, escala, cotas, selo e demais símbolos 
gráficos que acompanham escrita, etc.
A NBR 8.402 (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 
1994b, p. 1), que trata da execução de caractere para escrita em desenho técnico, 
“[...] fixa as condições exigíveis para a escrita usada em desenhos técnicos e 
documentos semelhantes”. Segundo a norma, para manter a legibilidade, “[...] 
os caracteres devem ser claramente distinguíveis entre si, para evitar qualquer 
troca ou algum desvio mínimo da forma ideal”. Para manter a uniformidade, 
“[...] os caracteres devem ser escritos de forma que as linhas se cruzem ou se 
toquem, aproximadamente, em ângulo reto”. Além disso, “[...] para facilitar 
a escrita, deve ser aplicada a mesma largura de linha para letras maiúsculas 
e minúsculas”.
Essa norma traz informações sobre proporção entre altura e base dos ca-
racteres, espessura de linha, distância entre linhas, etc. É recomendando que:
Formatos de papel, dobras e caligrafia6
 � a distância entre caracteres (a) corresponda, no mínimo, a duas vezes 
a largura da linha (d);
 � a altura h das letras maiúsculas seja tomada como base para o 
dimensionamento;
 � as alturas h e c não sejam menores do que 2,5 mm;
 � na aplicação simultânea de letras maiúsculas e minúsculas, a altura h 
não seja menor do que 3,5 mm;
 � a escrita seja vertical ou inclinada, em um ângulo de 15° para a direita 
em relação à vertical.
Ching (2017, p. 211) aborda a organização de títulos e símbolos gráficos de 
modo que formem conjuntos visuais que expliquem o conteúdo do desenho: 
“Por convenção, sempre posicionamos os textos diretamente abaixo do dese-
nho. Nesta posição, os títulos podem ajudar a estabilizar campos de desenho, 
especialmente aqueles de formato irregular”. Na Figura 3, você pode observar 
o alinhamento entre títulos e desenhos.
Figura 3. Organização de títulos e símbolos gráficos.
Fonte: Ching (2017, p. 211).
7Formatos de papel, dobras e caligrafia
Na prancha da Figura 4, note que os textos estão organizados em conjuntos, 
relacionados ao desenho a que se referem, e o título está em destaque, com 
letras maiores e mais espessas. Conforme Ching (2017, p. 211), “[...] o espa-
çamento entre as linhas do texto deve ser superior à metade da altura da letra 
usada, mas não superior à altura da letra. O espaçamento entre os blocos do 
texto deve ser igual ou maior do que a altura de duas linhas de texto”. E ainda: 
“[...] o título do projeto e qualquer informação associada deve relacionar-se 
à folha ou à prancha como um todo, não a algum desenho isolado dentro do 
campo do painel”.
Figura 4. Organização de textos e título de projetoe sua relação com desenhos e prancha.
Fonte: Ching (2017, p. 211).
Neste capítulo, você viu que não interessa somente a graficação do projeto 
em si, mas também todo o contexto em que este se insere. Portanto, você deve 
considerar a escolha do papel adequado, a disposição do desenho no local 
correto, com margens e selo pertinentes, além do uso apropriado da caligrafia 
para identificar os diferentes elementos do projeto.
Formatos de papel, dobras e caligrafia8
1. A padronização das dimensões do 
papel confere homogeneidade 
e organização à apresentação 
das informações de um mesmo 
projeto. Quais são as medidas, 
em milímetros, da folha A2?
a) 420 × 594.
b) 295 × 420.
c) 210 × 297.
d) 841 × 1.189.
e) 594 × 841.
2. As folhas da série A devem possuir 
desenho de margem de acordo 
com a NBR 10.068. A margem é 
importante para delimitar o espaço 
de desenho, texto e legenda. As 
medidas dessa margem variam 
conforme o tamanho da folha. 
Quais são, respectivamente, as 
medidas de margem (esquerda 
e direita) e o comprimento do 
selo para uma folha A0?
a) 25 mm, 10 mm, 178 mm.
b) 25 mm, 7 mm, 178 mm.
c) 35 mm, 7 mm, 178 mm.
d) 35 mm, 7 mm, 175 mm.
e) 25 mm, 10 mm, 175 mm.
3. As dobras nas folhas da série A 
são realizadas para arquivamento 
do conjunto de informações de 
projeto em um mesmo formato. 
Essa dobragem obedece à NBR 
6.492 e à NBR 13.142. De acordo 
com essas normas, qual é o formato 
final do dobramento de cópias 
de desenhos em formato A0?
a) A1.
b) A2.
c) A3.
d) A4.
e) A5.
4. A NBR 6.492, em seu anexo, 
mostra como desenhar os 
símbolos gráficos, sendo sua 
padronização de suma importância 
para a representação projetual. 
Juntamente aos símbolos, essa 
norma especifica a caligrafia 
que os acompanha, com a 
dimensão e a pena das letras 
e números. No sinal gráfico de 
acesso principal, quais são as 
especificações para a escrita a tinta?
a) Régua 100 e pena 0,3 mm.
b) Régua 140 e pena 0,4 mm.
c) Régua 80 e pena 0,2 mm.
d) Régua 175 e pena 0,8 mm.
e) Régua 80 e pena 0,3 mm.
5. A NBR 8.402 fixa as condições para 
a escrita em desenhos técnicos 
e documentos semelhantes. 
De acordo com a norma, a 
distância entre os caracteres 
deve corresponder, no mínimo:
a) a três vezes a largura da linha.
b) a duas vezes a largura da linha.
c) a 3/10 da altura da letra 
maiúscula.
d) a 4/10 da altura da letra 
maiúscula.
e) a 1/10 da altura da letra 
minúscula.
9Formatos de papel, dobras e caligrafia
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6492 — Representação de 
Projetos de Arquitetura. Rio de Janeiro: ABNT, 1994a.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 8402 — Execução de Caractere 
para Escrita em Desenho Técnico. Rio de Janeiro: ABNT, 1994b.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10068 — Folha de desenho: 
leiaute e dimensões. Rio de Janeiro: ABNT, 1987.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10582 — Apresentação da folha 
para desenho técnico. Rio de Janeiro: ABNT, 1988.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 13142 — Desenho Técnico: 
dobramento de cópias. Rio de Janeiro: ABNT, 1999.
BUXTON, P. Manual do arquiteto: planejamento, dimensionamento e projeto. 5. ed. 
Porto Alegre: Bookman, 2017.
CHING, F. D. K. Representação gráfica em arquitetura. 6. ed. Porto Alegre: Bookman, 2017.
FARRELLY, L. Fundamentos de arquitetura. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2014.
Leitura recomendada
GIESECKE, F. E. et al. Comunicação gráfica moderna. Porto Alegre: Bookman, 2008.
Formatos de papel, dobras e caligrafia10
Conteúdo:
Dica do professor
A caligrafia, assim como outros elementos de representação gráfica, tem normas técnica específica 
a serem seguidas para a elaboração e apesentação de projetos.
No vídeo a seguir, você vai aprender a utilizar a caligrafia de acordo com duas normas da ABNT.
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
https://fast.player.liquidplatform.com/pApiv2/embed/cee29914fad5b594d8f5918df1e801fd/a7fe93ec5f0e6f23023cb66d27b00e34
Exercícios
1) A padronização das dimensões do papel confere homogeneidade às apresentações e à 
organização das informações de um projeto. Como mencionado na NBR 6492 (ABNT, 1994, 
p. 2), devemos utilizar “os formatos de papel da série A, conforme a NBR 10068, formato A0 
como máximo e A4 como mínimo, para evitar problemas de manuseio e arquivamento”. De 
acordo com essa norma, quais são as medidas, em milímetros, da folha A2?
A) 420 x 594.
B) 295 x 420.
C) 210 x 297.
D) 841 x 1189.
E) 594 x 841.
2) As folhas da série A devem ter desenho de margem de acordo com a NBR 10068/1987, 
"Folha de desenho – leiaute e dimensões". A margem é importante para delimitar o espaço 
de desenho, texto e legenda. As medidas de margem variam conforme o tamanho da folha. A 
partir dessas afirmações, diga quais são as médias de margem (esquerda e direita) e o 
comprimento do selo para uma folha A0, respectivamente.
A) 25 mm, 10 mm e 178 mm.
B) 25 mm, 7 mm e 178 mm.
C) 35 mm, 7 mm e 178 mm.
D) 35 mm, 7 mm e 175 mm.
E) 25 mm, 10 mm e 175 mm.
As dobras nas folhas da série A são realizadas para arquivamento do conjunto de 
informações de projeto em um mesmo formato, de maneira a possibilitar um fichamento, 
deixando sempre visível a legenda. Essas dobras obedecem à NBR 6492/1994, 
"Representação de Projetos de Arquitetura", e à NBR 13142/1999, "Desenho técnico: 
3) 
dobramento de cópias". De acordo com essas normas, qual o formato final do dobramento 
de cópias de desenhos no formato A0?
A) A1.
B) A2.
C) A3.
D) A4.
E) A5.
4) A NBR 6492/1994, em seu anexo, mostra-nos como desenhar os símbolos gráficos, sendo a 
sua padronização de suma importância para a representação projetual. Assim, é possível 
identificar, rapidamente, por exemplo, o norte do projeto, a localização do acesso principal, o 
sentido ascendente em escadas e rampas, etc. Juntamente aos símbolos, essa norma 
especifica a caligrafia que os deve acompanhar, com a dimensão e a pena das letras e 
números. No sinal gráfico de acesso principal, quais são as especificações para a escrita à 
tinta?
A) Régua 100 e pena 0,3 mm.
B) Régua 140 e pena 0,4 mm.
C) Régua 80 e pena 0,2 mm.
D) Régua 175 e pena 0,8 mm.
E) Régua 80 e pena 0,3 mm.
5) A NBR 8402/1994, "Execução de caractere para escrita em desenho técnico", fixa as 
condições exigíveis para a escrita usada em desenhos técnicos e documentos semelhantes. 
De acordo com essa norma, a distância entre os caracteres deve corresponder, no mínimo, a:
A) três vezes a largura da linha.
B) duas vezes a largura da linha.
C) 3/10 da altura da letra maiúscula.
D) 4/10 da altura da letra maiúscula.
E) 1/10 da altura da letra minúscula.
Na prática
Uma boa caligrafia é essencial para a qualidade e o entendimento de uma ideia projetual por parte 
do cliente. Como ela acompanha os desenhos, seja nas especificações, nas cotas, nos títulos ou no 
selo das pranchas, deve ser bastante praticada e aperfeiçoada.
Na peça gráfica a seguir, você vai ver dicas para o uso da caligrafia em desenhos técnicos, de modo 
a melhorar a apresentação visual de projetos, com uma escrita harmônica, alinhada, proporcional, 
coerente e limpa.
Conteúdo interativo disponível na plataforma de ensino!
 
Saiba +
Para ampliar o seu conhecimento a respeito desse assunto, veja abaixo as sugestões do professor:
Técnicas de esboço à mão livre e letreiros
Para saber mais sobre técnicas de caligrafia, leia o Capítulo 3 do livro Comunicação gráfica moderna, 
de Frederick E. Giesecke.
Conteúdo interativo disponível na plataforma de ensino!
Dobragem de papel A0, A1, A2 e A3
Assistindo a este vídeo, você vai aprender a dobrar folhas A0, A1, A2 e A3 em tamanho A4.
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
O número de ouro na arte, arquitetura e natureza: beleza e 
harmonia
Neste artigo, de Joseane Vieira Ferrer, você vai aprender mais sobre a proporção áurea, tão 
utilizada na arquitetura e nas artes.
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https://www.youtube.com/embed/iJUs1yhky9Y
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