Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

MATERIAIS RESTAURADORES CERÂMICOS 
ODONTOLÓGICOS: COMPOSIÇÃO, PROPRIEDADES 
E CONSIDERAÇÕES CLÍNICAS
Profº Hugo Carlos Campista
Você é aquele banho bem quentinho no dia de inverno…
Lembre-se
MATERIAIS RESTAURADORES CERÂMICOS 
ODONTOLÓGICOS
Profº Hugo Carlos Campista
ARTIGOS ENTRE 2018 - 2023
Dividam -se em grupos de 6 pessoas
4
CLASSIFICAÇÕES E PROPRIEDADES DOS 
MATERIAIS CERÂMICOS 
INTRODUÇÃO
Cerâmica 
“keramos” do grego argila 
▪ 1774 - Alexis Duchateau com auxílio Nicholas Dubois de Chemant
PROPRIEDADES
METÁLICOS NÃO METÁLICOS
Oxigênio / Silício 
Boro / Flúor 
Alumínio / Cálcio 
Lítio / Magnésio 
Potássio / sódio 
Zircônio / Titânio 
Lantânio / Estanho 
CAULIM 
SÍLICA 
FELDSPATO 
5(ZHANG; KELLY, 2017; BAJRAKTAROVA-VALJAKOVA et al.; 2018; SARAH POLLINGTON; VAN NOORT, 2011;)
Materiais 
Restauradores 
Cerâmicos
Alterações de PH
INTRODUÇÃO
Alterações de 
temperatura
Permanecer 
inerte a umidade
Forças de traçãoResistência a 
compressão 
Reprodução de 
fenômenos 
ópticos
Biocompatilidade
6(GRACIS ET AL., 2015; SARAH POLLINGTON; VAN NOORT, 2011;)
Resistência a 
 abrasão 
OBJETIVO 
Realizar uma revisão de literatura sobre as classificações dos 
materiais cerâmicos odontológicos, enfatizando sua composição, 
propriedades e aplicabilidade clínica, visando melhorar a 
compreensão do uso destes materiais restauradores que vem 
sendo bastante utilizado no processo de reabilitação oral. 
7
8
REVISÃO DE LITERATURA
CLASSIFICAÇÃO DOS MATERIAIS CERÂMICOS QUANTO A 
COMPOSIÇÃO
CLASSIFICAÇÃO DAS CERÂMICAS QUANTO À SENSIBILIDADE 
DE SUPERFÍCIE.
CLASSIFICAÇÃO DAS CERÂMICAS QUANTO ÀS FORMAS DE 
PROCESSAMENTO
CLASSIFICAÇÃO DAS CERÂMICAS QUANTO À TEMPERATURA 
DE SINTERIZAÇÃO
CLASSIFICAÇÃO DAS CERÂMICAS QUANTO À INDICAÇÃO 
CLÍNICA
9
REVISÃO DE LITERATURA
CLASSIFICAÇÃO DOS MATERIAIS 
CERÂMICOS QUANTO A COMPOSIÇÃO
CLASSIFICAÇÃO DOS MATERIAIS CERÂMICOS QUANTO A COMPOSIÇÃO
CERÂMICAS COM 
MATRIZ DE VIDRO 
CERÂMICAS 
POLICRISTALINAS
CERÂMICAS COM 
MATRIZ DE RESINA 
(SHENOY A; SHENOY N, 2010; GRACIS et al., 2015; BUTT et al.,2019; BAJRAKTAROVA-VALJAKOVA et al., 2018) 
REVISÃO DE LITERATURA
10
REVISÃO DE LITERATURA
11 Fonte: autoria própria
12
REVISÃO DE LITERATURA
FELDSPÁTICAS
CERÂMICAS DE MATRIZ DE VIDRO : convencionais 
▪ Composta por feldspato, quartzo e caulim 
▪ O feldspato é um mineral cristalino/ o quartzo 
ou sílica: translucidez/ caulim: união das 
partículas cerâmicas 
▪ 60 MPa (baixa resistência) 
(SHENOY A; SHENOY N, 2010; GRACIS et al., 2015; BUTT et al.,2019; BAJRAKTAROVA-VALJAKOVA et al., 2018) 
CERÂMICAS DE MATRIZ DE VIDRO : reforçadas/vitrocerâmicas
CERÂMICA VÍTREA 
REFORÇADA COM 
LEUCITA
DISSILICATO DE LÍTIO
▪ Compostas por uma fase vítrea (responsáveis pelos fenômenos ópticos) 
e fase cristalina (melhora das propriedades mecânicas) 
▪ primeiro reforço de cristais 
▪ 180 Mpa 
▪ melhora das propriedades 
mecânicas 
▪ 60 a 70% de cristais - apresentam grãos 
de 1,5 µm, alongados, em forma de placa e 
entrelaçados, orientados aleatoriamente 
▪ 300-400 Mpa 
▪ propriedades opticas: cristais revestidos 
com apatita no processo de sinterização
(ZHANG; KELLY, 2017; BAJRAKTAROVA-VALJAKOVA et al.; 2018; SARAH POLLINGTON; VAN NOORT, 201; FU; ENGQVIST; XIA, 2020)
REVISÃO DE LITERATURA
13
ALUMINA INFILTRADA 
POR VIDRO
MAGNÉSIO INFILTRADO 
POR VIDRO
ZIRCONIA INFILTRADA 
POR VIDRO
CERÂMICAS DE MATRIZ DE VIDRO : infiltradas por vidro
▪ Desenvolvidas para aprimorar as propriedades mecânicas 
▪ São desenvolvidas através do processo de fundição por suspensão. 
▪ Uso diminuído devido a complexidade do processo de fabricação e o 
aumento da popularidade do Dissilicato de Lítio e Zircônia Y-TZP
(SHENOY A; SHENOY N, 2010; BAJRAKTAROVA-VALJAKOVA et al., 2018; SARAH POLLINGTON; VAN NOORT, 2011)
REVISÃO DE LITERATURA
14
 CERÂMICAS POLICRISTALINAS
ALUMINA PURA ZIRCÔNIA Y-TZP
▪ Alumina pura – 99,5% 
▪ Densamente 
compactadas e 
sinterizadas 
▪ 450-700 MPa
▪ melhores propriedades devido a sua 
microestrutura 
▪ 900-1.200 Mpa 
▪ tratamentos de superfícies adicionais 
- SILICATIZAÇÃO 
▪ Apresentam a maior resistência a maior tenacidade a fratura 
▪ Ausência da fase vítrea – resistência a sensibilidade de superfície ao ácido HF
(BAJRAKTAROVA-VALJAKOVA et al., 2018; GRACIS et al., 2015; SHENOY A; SHENOY N, 2010; LI; CHOW; MATINLINNA, 2014; MIYAZAK et al., 2013)
REVISÃO DE LITERATURA
15
RESINA NANOCERÂMICA
VITROCERÂMICA EM 
MATRIZ 
INTERPENETRANTE DE 
RESINA
CERÂMICAS DE MATRIZ DE RESINA 
CERÂMICA DE ZIRCÔNIA-
SIÍLICA EM MATRIZ 
INTERPENETRANTE 
DE RESINA
▪ Matriz orgânica altamente preenchida com partículas de cerâmica 
▪ Módulo de elasticidade semelhante a dentina 
▪ Confeccionadas pela técnica de fresagem (CAD/CAM) 
▪ Tratamento de superfície: abrasão com partículas de óxido de alumínio
(GRACIS et al., 2015; BAJRAKTAROVA-VALJAKOVA et al., 2018; FACENDA; BORBA; CORAZZA, 2018; SPITZNAGEL et al.,2014)
REVISÃO DE LITERATURA
16
17
REVISÃO DE LITERATURA
CLASSIFICAÇÃO DOS MATERIAIS CERÂMICOS QUANTO A 
COMPOSIÇÃO
CLASSIFICAÇÃO DAS CERÂMICAS QUANTO À 
SENSIBILIDADE DE SUPERFÍCIE.
CLASSIFICAÇÃO DAS CERÂMICAS QUANTO ÀS FORMAS DE 
PROCESSAMENTO
CLASSIFICAÇÃO DAS CERÂMICAS QUANTO À TEMPERATURA 
DE SINTERIZAÇÃO
CLASSIFICAÇÃO DAS CERÂMICAS QUANTO À INDICAÇÃO 
CLÍNICA
ÁCIDO RESISTENTEÁCIDO SENSÍVEL 
(BAJRAKTAROVA-VALJAKOVA et al., 2018; SPITZNAGEL et al., 2014) 18
REVISÃO DE LITERATURA
CLASSIFICAÇÃO DAS CERÂMICAS QUANTO À SENSIBILIDADE DE SUPERFÍCIE.
- Silano e altos índices de 
 adesividade ao substrato 
- Preparos amplos e retentivos. 
- Não ocorre união ao sistema adesivo
 
SISTEMA CERÂMICO SENSIBILIDADE DE 
SUPERFÍCIE
Cerâmicas com Matriz de Vidro
Feldaspática Ácido Sensível
Cerâmica Vítrea reforçada com 
Leucita
Ácido Sensível
Dissilicato de Lítio Ácido Sensível
Alumina infiltrada por vidro Ácido Resistente
Magnésio infiltrado por vidro Ácido Resistente
Zircônia infiltrada por vidro Ácido Resistente
Cerâmicas Policristalinas
Alumina Pura Ácido Resistente
Zircônia Y-TZP Ácido Resistente
Cerâmicas com Matriz de Resina
Resina Nanocerâmica Ácido Resistente
Vitrocerâmica em Matriz 
interpenetrante de Resina
Ácido Sensível
Cerâmica de Zircônia-Siílica em 
Matriz interpenetrante dee Resina
Ácido Resistente
19 Fonte: autoria própriaR
E
V
IS
ÃO
 D
E
 L
IT
E
R
AT
U
R
A
20
REVISÃO DE LITERATURA
CLASSIFICAÇÃO DOS MATERIAIS CERÂMICOS QUANTO A 
COMPOSIÇÃO
CLASSIFICAÇÃO DAS CERÂMICAS QUANTO À 
SENSIBILIDADE DE SUPERFÍCIE.
CLASSIFICAÇÃO DAS CERÂMICAS QUANTO ÀS FORMAS DE 
PROCESSAMENTO
CLASSIFICAÇÃO DAS CERÂMICAS QUANTO À TEMPERATURA 
DE SINTERIZAÇÃO
CLASSIFICAÇÃO DAS CERÂMICAS QUANTO À INDICAÇÃO 
CLÍNICA
MÉTODO DA 
ESTRATIFICAÇÃO 
MÉTODO DA 
PREENSÃO 
MÉTODO DA 
FUNDIÇÃO POR 
SUSPENSÃO 
MÉTODO DA 
FRESAGEM
▪ Pó + l íquido 
aglutinador 
▪ aplicação em 
várias camadas 
▪ desvantagem: 
microporosidade 
▪ cera perdida 
▪ padrão de cera 
com o formato da 
restauração 
▪ A melhora na 
d i s t r i b u i çã o d o s 
cristais / resistência 
do material
▪ infiltração de 
partículas de vidro em 
materiais cristalinos 
▪ núcleo poroso: fase 
cristalina e 
posteriormente 
infiltrado por vidro 
▪ maior tenacidade a 
fratura 
▪ CAD/CAM – blocos 
desenvolvidos pelo 
fabricante 
▪ digitalização, 
concepção e usinagem 
▪ sem comprometer a 
resistência mecânica
REVISÃO DE LITERATURA
CLASSIFICAÇÃO DAS CERÂMICAS QUANTO ÀS FORMAS DE PROCESSAMENTO
21
(SARAH POLLINGTON; VAN NOORT, 2011/ FU; ENGQVIST; XIA, 2020; ZARONE et al., 2019; LI; CHOW; MATINLINNA, 2014; SILVA et al., 2017.)
Cerâmicas com 
Matriz de Vidro
Feldaspática Estratificação
Cerâmica Vítrea reforçada com 
Leucita 
Preensão
Dissilicato de Lítio Preensão; CAD/CAM; 
Estratificação 
Alumina infiltrada por vidro Fundição por deslizamento
Magnésio infiltrado por vidro Fundição por deslizamento
Zircônia infiltrada por vidroFundição por deslizamento
REVISÃO DE LITERATURA
Fonte: autoria própria
22
Cerâmicas 
Policristalinas
 Alumina Pura
Zirconia Y-TZP
Cerâmicas com 
Matriz de Resina
Resina Nanocerâmica
Vitrocerâmica em Matriz interpenetrante de 
Resina
Cerâmica de Zircônia-Siílica em Matriz 
interpenetrante de Resina
REVISÃO DE LITERATURA
23Fonte: autoria própria
CAD/CAM
CAD/CAM
24
REVISÃO DE LITERATURA
CLASSIFICAÇÃO DOS MATERIAIS CERÂMICOS QUANTO A 
COMPOSIÇÃO
CLASSIFICAÇÃO DAS CERÂMICAS QUANTO À 
SENSIBILIDADE DE SUPERFÍCIE.
CLASSIFICAÇÃO DAS CERÂMICAS QUANTO ÀS FORMAS DE 
PROCESSAMENTO
CLASSIFICAÇÃO DAS CERÂMICAS QUANTO À TEMPERATURA 
DE SINTERIZAÇÃO
CLASSIFICAÇÃO DAS CERÂMICAS QUANTO À INDICAÇÃO 
CLÍNICA
CLASSIFICAÇÃO DAS CERÂMICAS QUANTO À TEMPERATURA DE SINTERIZAÇÃO
25
ALTA FUSÃO
REVISÃO DE LITERATURA
MÉDIA FUSÃO
ULTRABAIXA FUSÃOBAIXA FUSÃO
> 1.300 C 1.101 a 1.300 C
850 a 1100 C 15%) 
(Ácidos Sensíveis)
Cerâmicas feldspáticas 
Cerâmicas feldspáticas com alto teor 
de Leucita 
Cerâmicas com alto teor de Dissilicato 
de Litio
Cerâmicas baixo conteúdo de Sílica 
(de metais 
 - Onlays e inlays
 - Facetas 
 
Zanetti et al, 2009
Cerâmica Feldspática
Quartzo, Feldspato e óxidos metálicos
NOCCHI, 2005 KINA, 2005; MEZZOMO ET AL, 2006
Matriz vítria influencia diretamente nas propriedades 
mecânicas, óticas e adesivas. 
– cerâmicas ricas em sílica (SiO2) e cerâmicas pobres em 
sílica. 
• Interferência do remanescente dental 
• Adesão
KINA, 2008
Propriedades mecânicas
1. Comportamento pouco plástico
2. Propriedades tensionais precárias 
3. Resistencia flexural 70 Mpa
4. Contra-indicando em regiões de suporte de carga
Reforço
KINA, 2008
Cerâmica Feldspática
Cerâmicas 
Ácido-Sensíveis
KINA, 2008
Co
nd
en
sa
çã
o
63
REVISÃO DE LITERATURA
FELDSPÁTICAS 
DISSILICATO DE LÍTIO
ZIRCÔNIA 
64
REVISÃO DE LITERATURA
DISSILICATO DE LÍTIO
Indicações:
 - Incrustações
 - Facetas
 - Coroa total anterior e 
posterior
 - Próteses parciais fixas 3 
elementos até 2º PM
Cerâmica Dissilicato de Lítio
► Dissilicato de Lítio (60%)
► Infraestrutura
► Apresenta porcelana de cobertura
► Resistência a flexão: 350-400 Mpa
Catálogo IPS e.max Press, 2009
IPS E.Max
Catálogo IPS e.max Press, 2009
Kina, 2005
Kina, 2005
Kina, 2005
75
REVISÃO DE LITERATURA
FELDSPÁTICAS 
DISSILICATO DE LÍTIO
ZIRCÔNIA 
76
REVISÃO DE LITERATURA
ZIRCÔNIA 
Cerâmica ricas em Zircônia
► Somente Zirconia densamente compactada
► Infraestrutura
► Apresenta porcelana de cobertura
► Resistência à flexão: 900Mpa
► Técnologia CAD-CAM
► Ex: Cercon® (Degudent) e o Lava All
Ceramic system® (3M ESPE), 
Densamente compactadas e sinterizadas
Indicações:
 - Onlays
 - Coroa total anterior e posterior
 - Próteses parciais fixas 3 elementos 
anterior e posterior
VITA Zahnfabrik H. Rauter GmbH & Co. KG
Copping 0,4 e 0,6
Zanetti et al, 2008
Critérios para seleção dos Sistemas Cerâmicos
► Translucidez
Feldspática E.max Zircônia 
Critérios para seleção dos Sistemas Cerâmicos
► Resistência à flexão 
 
Feldspática
Empress I
Empress II InCeram 
Spinell
InCeram 
Alumina
Procera InCeram 
Zircônia
Procera 
AllZirkon
Zirkhonzan
Preparo
Substrato Opacidade
Considerações Finais
As cerâmicas odontológicas podem propiciar 
restaurações inivisíveis, biocompatíveis e 
resistentes. Contudo, é preciso conhecimento 
sobre os diferentes tipos de sistemas cerâmicos 
para sua correta indicação
Bibliografia
► ANUSAVICE, K.J., Phillips  Materiais  Dentários. Elsevier. Edição:11/2005. 
► MEZZOMO, E. Reabilitação oral para o clínico. São Paulo, Editora Santos, 
terceira edição,1999. 
► KINA, S. Invisível - restaurações estéticas cerâmicas. Dental Press Edição: 
1 º - 2008. 
► NOCCHI, E. Restaurações Estéticas-Compósitos, Cerâmicas e Implantes. 
Editora ARTMED; Ed 1/2005. 
► KINA, S. Cerâmicas dentárias. R Dental Press Estét - v.2, n.2, p. 112-128, 
abr./maio/jun. 2005. 
► ADA COUNCIL ON SCIENTIFIC AFFAIRS. Direct and indirect restorative 
materials. J Am Dent Assoc 2003;134;463-472 
► MEZZOMO, E. Reabilitação oral Contêmporanea. São Paulo, Editora 
Santos, 1ª ed.2006. 
► ATSU et al. Effect os zirconium-oxide ceramic surface on the bond strenght 
to adhesive resin. J Prosthet Dent. V.95, p. 430-436. 2006
REFERÊNCIAS BLIBLIOGRÁFICAS
BABU, P. J. et al. Dental Ceramics: Part I – An Overview of Composition, Structure and Properties. 
Am J Mat Eng Technol, United States, v. 3, n. 1, p. 13, 18, 2015. 
 
BAJRAKTAROVA-VALJAKOVA, E. et al. Contemporary Dental Ceramic Materials, A Review: 
Chemical Composition, Physical and Mechanical Properties, Indications for Use. Open Access 
Maced J Med Sci., North Macedonia, v.6, n. 9, p.1742-1755, 2018. doi: 10.3889/
oamjms.2018.378. 
 
BUTT, K. et al. Demystifying Modern Dental Ceramics. Prim Dent J, London, v.8, n.3, p.:28-33, 
2019. doi: 10.1308/205016819827601527. 
 
FACENDA JC, BORBA M, CORAZZA PH. A literature review on the new polymer-infiltrated ceramic-
network material (PICN). J Esthet Restor Dent., Hamilton, v.30, n.4, p. 281-286, 2018. doi: 
10.1111/jerd.12370. 
 
FU L, ENGQVIST H, XIA W. Glass-Ceramics in Dentistry: A Review. Materials (Basel), Switzerland, 
v.13, n.5, p.1049, 2020. doi: 10.3390/ma13051049. 
GRACIS, S. et al. A new classification system for all-ceramic and ceramic-like restorative 
materials. Int J Prosthodont. United States, v.28, n.3, p.227-35, 2015. doi: 10.11607/ijp.4244. 
 
 
89
 LI RW, CHOW TW, MATINLINNA JP. Ceramic dental biomaterials and CAD/CAM technology: 
state of the art. J Prosthodont Res., Japão, v.58, n.4, p.208-16, 2014. doi: 10.1016/
j.jpor.2014.07.003. 
 
MIYAZAKI T, et al. Current status of zirconia restoration. J Prosthodont Res., Japão, v.57, n.4, 
p.236-61, 2013. doi: 10.1016/j.jpor.2013.09.001. 
 
SARAH POLLINGTON, S., VAN NOORT, R. An update of ceramics in dentistry. Int J Clinical 
Dentistry., Yardey PA, v.2, n.4, p. 1-26, 2011. Disponível em: file:///C:/Users/USUARIO/
Downloads/Anupdateofceramicsindentistry2009.pdf. Acesso em: 05 out 2021. 
 
SILVA et al. Dental ceramics: a review of new materials and processing methods. Braz. Oral. 
R e s . , S ã o P a u l o , v . 3 1 , S u p p l 1 , p . 1 3 3 - 1 4 6 , 2 0 1 7 . d o i : 
10.1590/1807-3107BOR-2017.vol31.0058. 
 
SHENOY, A., SHENOY, N. Dental ceramics: An update. J Conserv Dent., Índia, v.13, n.4, 
p.195-203, 2010. doi: 10.4103/0972-0707.73379. 
 
SOUZA, R. et al. Ultrathin Monolithic Zirconia Veneers: Reality or Future? Report of a Clinical 
Case and One-year Follow-up. Oper Dent., United States, v. 43, n.1, p. 3-11, 2018. doi: 
10.2341/16-350-T.
90
Obrigada !
cmilanezi@hotmail.com
91

Mais conteúdos dessa disciplina