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PORTOS 1 – FUNDAÇÕES 
PROFUNDAS, EXECUÇÃO
PROFESSOR: PAULO CASTANHEIRA
DCCT – FEN / UERJ
1
2
INTRODUÇÃO
Para a escolha da fundação devem ser levados em consideração os seguintes aspectos:
Técnicos
EconômicosAmbientais
Fundações bem projetadas 3% a 10% do custo total do edifício
Fundações mal projetadas 5 a 10 vezes fundações bem projetadas
ou mal concebidas
3
PREPARATIVOS
Antes da execução de fundações os seguintes preparativos devem ser tomados:
Preparação do terreno Locação de eixos, centros 
de estaca
Observação das condições 
do terreno
Equipamentos posicionados 
próximo ao local
Verificação de materiais e verificação do 
locais de encaminhamento de solos e lama 
provenientes de escavações
4
ESTACAS ESCAVADAS DE GRANDE 
DIÂMETRO
5
ESTACAS ESCAVADAS DE GRANDE 
DIÂMETRO
CARACTERÍSTICAS GERAIS:
- concreto armado moldadas “in loco”;
- são estacas escavadas ou perfurados por rotação;
- executadas com emprego de lama bentonítica;
- diâmetros variam de 70cm a 250cm e profundidade até 70m;
- carga admissível proveniente do atrio lateral, a resistência de ponta só é mobilizada depois de recalques elevados. 
PRINCIPAIS APLICAÇÕES:
- possibilidade de execução em qualquer tipo de terreno, na presença ou não de água, e de atravessar matacões de 
pequenas dimensões com a utilização de equipamentos especiais (trépano, trado);
- locais onde a ausência de vibração seja importante;
- possibilidade da utilização como cortina de contenção com estacas espaçadas ou secantes;
- suporta cargas elevadas.
6
ESTACAS ESCAVADAS DE GRANDE 
DIÂMETRO
EQUIPAMENTO DE ESCAVAÇÃO:
O equipamento de perfuração consta essencialmente de uma mesa
rotativa que aciona uma haste telescópica e acoplada na sua extremidade
inferior a ferramenta de perfuração. A mesa é acionada por motor diesel e
transmite, por meio de um redutor, movimento rotatório a haste. A mesa
também é dotada de uma central hidráulica que comanda o “pull down”
da haste, para maior penetração ferramenta de perfuração.
O tipo da ferramenta varia em função da natureza do terreno a perfurar. Os
tipos são:
Coroa Trado
Mesa rotativa
Haste telescópica 
(kelly bar).
Caçamba
7
ESTACAS ESCAVADAS DE GRANDE 
DIÂMETRO
METODOLOGIA EXECUTIVA:
Videos/estaca_escavada.mp4
8
ESTACAS ESCAVADAS DE GRANDE 
DIÂMETRO
METODOLOGIA EXECUTIVA:
Cravação 
Camisa Guia
Escavação Armação Concretagem
No caso de estacas de seção circular, deve ser usado camisa guia de diâmetro 50 mm 
maior que o da estaca. 
No caso de outra forma da seção transversal da estaca, deve ser usada mureta-guia de 
concreto ou de aço. 
O comprimento enterrado do tubo-guia ou da mureta-guia não deve ser inferior a 1 m.
Além de guia, a camisa serve para proteger contra desmoronamentos, garantir a seção 
da estaca em solos com menor coesão, conter o solo no trecho inicial da escavação e 
servir de apoio para a colocação da armadura. 
Em alguns tipos de solo, pode ser necessário aprofundar o trecho protegido pelas 
camisas metálicas, que passam a ser “perdidas” em função da impossibilidade de 
recuperá-las.
9
ESTACAS ESCAVADAS DE GRANDE 
DIÂMETRO
METODOLOGIA EXECUTIVA:
Em qualquer dos casos, a perfuração é feita com ferramenta capaz de
garantir a verticalidade da peça, concomitantemente com o lançamento de
fluído estabilizante, até a cota prevista no projeto ou até material
impenetrável.
Durante a escavação a terra escavada é retirada e a ferramenta de
perfuração esvaziada.
Caçamba ou coroa: abertura do fundo da caçamba.
Trado: a terra escavada é retirada pela própria hélice.
É desejável que a perfuração seja contínua até sua conclusão; caso não seja
possível, o efeito da interrupção deve ser analisado e a estaca eventualmente
aprofundada, de modo a garantir a carga admissível prevista no projeto.
Cravação 
Camisa Guia
Escavação Armação Concretagem
10
ESTACAS ESCAVADAS DE GRANDE 
DIÂMETRO
METODOLOGIA EXECUTIVA:
Terminada a escavação inicia-se a limpeza da lama bentonítica e o
posicionamento da armação por meio de guindaste.
Necessário preservar o recobrimento da gaiola.
Cravação 
Camisa Guia
Escavação Armação Concretagem
11
ESTACAS ESCAVADAS DE GRANDE 
DIÂMETRO
METODOLOGIA EXECUTIVA:
Concretagem Submersa: de baixo para cima de modo contínuo e
uniforme.
Aplicação de concreto através de tubos, chamados de tremonha,
acoplados a um funil, para o lançamento do concreto. O tubo
tremonha deve estar embutido no concreto com profundidade
mínima de 1,5.
A pressão do concreto empurra a lama bentonítica para fora, o qual
é aspirado e estocado em reservatórios para seu reaproveitamento.
Cravação 
Camisa Guia
Escavação Armação Concretagem
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ESTACAS ESCAVADAS DE GRANDE 
DIÂMETRO
DADOS TÉCNICOS
O concreto deve satisfazer as seguintes exigências:
✓ Abatimento = 20 ± 2 cm;
✓ Diâmetro máximo do agregado não superior a 10% do diâmetro do tubo de 
concretagem;
✓ Resistência característica fck ≥ 20 MPa;
✓ Consumo de cimento não inferior a 400 kg/m³;
13
ESTACAS ESCAVADAS DE GRANDE 
DIÂMETRO
TÉCNICA DE ANCORAR EM ROCHA COM ESTACAS RAIZ
Neste caso, o fuste é executado pelos sistemas usuais utilizando perfuratrizes rotativas com haste Kelly, equipadas com 
caçambas ou trados ,e com aplicação da lama bentonítica ou revestimento até encontrar a rocha.
Terminada a escavação, junto à armação, são colocados tubos guias para permitir a posterior execução das estacas raiz, 
com número, diâmetro e dimensões de acordo com projeto. 
Quando em presença de rocha muito fraturada ou com vazios, a execução das estacas raiz tem a vantagem de permitir 
também a injeção do maciço rochoso com argamassa ou nata de cimento, melhorando as propriedades mecânicas do 
mesmo.
ANCORAGEM DA ESTACA EM ROCHA
Após a escavação, avalia-se o comprimento escavado e o perfil do solo até a profundidade final da escavação. Então é 
feita a comparação das resistências, de ponta e lateral, reais com as previstas em projeto, baseadas em sondagem prévia. 
Se o resultado da tensão admissível executada for menor do que a prevista em projeto (comprimento insuficiente ou 
diferença de tipo de solo), adota-se uma solução de “pinar” / ancorar a estaca em rocha.
14
ESTACAS ESCAVADAS DE GRANDE 
DIÂMETRO
TÉCNICA DE ANCORAR EM ROCHA COM ESTACAS RAIZ
ANCORAGEM DA ESTACA EM ROCHA
15
ESTACAS ESCAVADAS DE GRANDE 
DIÂMETRO
FLUIDOS ESTABILIZANTES
LAMA BENTONÍTICA
Mistura realizada em Misturador de Alta Turbulência de: 
BENTONITA + ÁGUA
É uma argila produzida a partir de jazidas naturais,
sofrendo, em alguns casos, um beneficiamento.
O argilo mineral predominante é a montmorilonita sódica,
o que explica sua tendência ao inchamento.
A bentonita a ser utilizada para o preparo de lamas
tixotrópicas deve atender às especificações da tabela:
Tixotropia é a capacidade de um gel se liquefazer à medida que lhe aplicamos uma determinada quantidade de calor ou uma força mecânica.
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ESTACAS ESCAVADAS DE GRANDE 
DIÂMETRO
FLUIDOS ESTABILIZANTES
LAMA BENTONÍTICA
Devido aos grandes desafios encontrados na perfuração de poços, há uma necessidade de se desenvolver fluidos com 
propriedades adequadas e capazes de atender todas as exigências da perfuração. 
As argilas bentonitas têm sua importância econômica por apresentar uma vasta gama de aplicações industriais. 
A bentonita pode ser usada como agente controlador de viscosidade de um fluido de perfuração, de modo a permitir uma 
maior eficiência no transporte de fragmentos de rochas para a superfície. 
Quanto às propriedades tixotrópicas, o uso da argila bentonita, permite que a suspensão assuma uma estrutura 
gelatinosa quando em repouso.
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ESTACAS ESCAVADAS DE GRANDE 
DIÂMETRO
FLUIDOS ESTABILIZANTES
LAMA BENTONÍTICA
Características:
a) Estabilidade produzida pelo fato de a suspensão de 
bentonita se manter por longo período;
b) Capacidade de formar nos vazios do solo e 
especialmente junto à superfície lateral da 
escavação uma película impermeável (cake);
c) Tixotropia, isto é, ter um comportamento fluidoquando agitada, porém capaz de formar um “gel” 
quando em repouso.
Nível mínimo da lama bentonítica
em relação ao lençol freático:
2D da estaca
2L da estaca tipo diafragma (barrete)
2m
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ESTACAS ESCAVADAS DE GRANDE 
DIÂMETRO
ALTERNATIVA AO USO DE LAMA BENTONÍTICA → POLÍMERO 
Vantagens do uso do polímero em relação à bentonita: 
1) Produto de aceitável biodegradabilidade podendo ser usado onde há restrições ao uso da bentonita, viabilizando obras;
2) Descarte barato, podendo ser realizado em qualquer tipo de bota-fora;
3) Necessidade de pequena área para estoque e frete mais barato;
4) Fácil preparo e dispersão em água;
5) Aplicação imediata após aproximadamente 15 min de mistura;
6) Alto índice de reaproveitamento da mistura (3,5 a 5 vezes);
7) Minimiza ou elimina a necessidade de desarenação antes da concretagem;
8) Obra mais limpa sendo possível visualizar com boa definição as características do material escavado;
9) Menor desgaste dos equipamentos e ferramentas, ocasionando menor número e tempo de paralisações por quebra de equipamentos;
10) Menor formação de borra de concretagem na cabeça da estaca, ocasionando em média menores quebras para arrasamento.
Desvantagens em relação à bentonita:
1) Custo unitário do fluido ainda superior à bentonita;
2) Necessidade de monitoramento contínuo de suas propriedades já que a contaminação por cloretos ou matéria orgânica pode ser 
desastrosa.
19
ESTACAS HÉLICE CONTÍNUA
20
ESTACAS HÉLICE CONTÍNUA
CARACTERÍSTICAS GERAIS:
• concreto armado moldado “in loco” ;
• execução por trado contínuo; não produz vibrações;
• boa produtividade;
• atravessa camadas de solos resistentes, acima de SPT 50.
• diâmetros entre 25 e 100cm.
Utilização:
• locais onde a ausência de vibração seja importante;
• locais onde há grande número de estacas sem variação de diâmetro (ex. conjuntos habitacionais e obras industriais);
• solos coesivos e arenosos, na presença ou não de lençol freático;
• como estrutura de contenção;
• próximo a estruturas existentes.
21
ESTACAS HÉLICE CONTÍNUA
EQUIPAMENTO DE PERFURAÇÃO:
O equipamento de perfuração consta essencialmente de uma
mesa rotativa que aciona um trado.
O trado deve ser retilíneo, com diâmetro constante e
comprimento mínimo igual ao da estaca.
O concreto chega ao interior do trado por meio de uma
mangueira ligada a bomba de injeção. Esta é flexível com
diâmetro interno maior ou igual que o diâmetro interno da
haste.
22
ESTACAS HÉLICE CONTÍNUA
METODOLOGIA EXECUTIVA
Videos/estaca_helice.mp4
23
ESTACAS HÉLICE CONTÍNUA
METODOLOGIA EXECUTIVA
Escavação Concretagem Armação
Consiste em fazer a hélice 
penetrar no terreno por meio 
de torque apropriado. 
A terra escavada é retirada 
pela própria hélice.
O concreto é bombeado 
através do tubo central, 
preenchendo o furo 
enquanto a hélice é 
extraída do terreno sem 
girar ou, no caso de 
terrenos arenosos, girando 
lentamente no mesmo 
sentido da perfuração. 
A armação, em forma de 
gaiola, é introduzida na 
estaca por gravidade ou 
com auxílio de um pilão 
de pequena carga.
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ESTACAS HÉLICE CONTÍNUA
DADOS TÉCNICOS
O concreto deve satisfazer as seguintes exigências:
✓ resistência característica fck >= 20,0 MPa;
✓ consumo mínimo de cimento não inferior a 400 kg/m3 ;
✓ o abatimento ou “slump test” de 220mm +/- 30 mm.
25
ESTACAS HÉLICE SEGMENTADA 
(HOLLOW AUGER)
26
ESTACAS HÉLICE SEGMENTADA 
(HOLLOW AUGER)
PRINCIPAIS APLICAÇÕES:
• áreas com dimensões reduzidas;
• locais de difícil acesso;
• locais onde haja necessidade de ausência de vibração;
• próximo a estruturas existentes;
• solos coesivos e arenosos, na presença ou não de lençol 
freático;
• como estrutura de contenção.
CARACTERÍSTICAS GERAIS:
• concreto moldado “in loco”;
• diâmetros de 30cm a 55cm e profundidade até 24m;
• trado composto por um tubo helicoidal (segmentado);
• equipamentos menores e mais leves do que os da hélice 
contínua;
• ausência de vibrações;
• especificações de concreto e capacidade de carga 
semelhante a hélice contínua.
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ESTACAS HÉLICE SEGMENTADA 
(HOLLOW AUGER)
PRINCIPAIS APLICAÇÕES:
• áreas com dimensões reduzidas;
• locais de difícil acesso;
• locais onde haja necessidade de ausência de vibração;
• próximo a estruturas existentes;
• solos coesivos e arenosos, na presença ou não de lençol 
freático;
• como estrutura de contenção.
CARACTERÍSTICAS GERAIS:
• concreto moldado “in loco”;
• diâmetros de 30cm a 55cm e profundidade até 24m;
• trado composto por um tubo helicoidal (segmentado);
• equipamentos menores e mais leves do que os da hélice 
contínua;
• ausência de vibrações;
• especificações de concreto e capacidade de carga 
semelhante a hélice contínua.
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ESTACAS HÉLICE SEGMENTADA 
(HOLLOW AUGER)
METODOLOGIA EXECUTIVA
Consiste em fazer a 
hélice penetrar no 
terreno por meio de 
torque e pressão 
(vertical) apropriados.
A cada 6m perfurados 
outro trado é 
mobilizado e acoplado 
em sua extremidade.
Escavação Concretagem Armação
Inicia-se a concretagem
por dentro do trado, até 
que o concreto extravase 
pela boca do mesmo.
Completada a 
concretagem, faz-se a 
retirada dos segmentos 
da tubulação, sempre 
completando com 
concreto, após a retirada 
de cada trado.
A armação em forma de 
gaiola é introduzida na 
estaca por gravidade ou 
com auxílio de um pilão de 
pequena carga.
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ESTACAS ÔMEGA
EQUIPAMENTO DE PERFURAÇÃO:
O princípio da estaca Omega é baseado na forma do trado
de perfuração, com o diâmetro e passo da hélice espiral
aumentados progressivamente, de forma a utilizar a mínima
energia necessária (torque), para deslocar e compactar
lateralmente o terreno.
O tubo central é fechado por uma ponta metálica que será
perdida.
30
ESTACAS ÔMEGA
CARACTERÍSTICAS GERAIS:
• concretada “in loco”
• solo deslocado lateralmente;
• os diâmetros disponíveis do trado iniciam com 270mm até 470mm com acréscimo de 50mm, mas não há nenhuma
limitação teórica, contanto que haja quantidade de energia disponível para cravação;
• profundidade até 28m;
• alta relação diâmetro x carga;
• menor consumo de concreto - comparado à hélice contínua ;
• maior agilidade na mudança de diâmetro, onde só o elemento com o trado é trocado;
• não produz vibrações.
31
ESTACAS ÔMEGA
METODOLOGIA EXECUTIVA:
Por rotação e força 
vertical do trado, que 
desloca e compacta 
lateralmente o solo;
Em geral, torque mínimo 
de 180 kN x m e rotação 
de 8 a 10 rpm. 
Escavação Concretagem Armação
Concreto bombeado pelo 
núcleo do trado sob pressão 
de 0,4 a 4 kgf/cm².
Durante a concretagem, a 
retirada do trado é feita 
girando-o no mesmo sentido 
da perfuração.
Pode ser feita:
• Após a concretagem, 
como na hélice contínua.
• Antes da concretagem, 
através do núcleo da 
cabeça de perfuração.
32
ESTACAS ÔMEGA
DADOS TÉCNICOS 
✓Resistência característica do concreto fck = 20 MPa;
✓Cimento CP III, Consumo de cimento ≥ 400Kg por m³; 
✓Recomendável sem adição de escória ;
✓fator a/c entre 0,53 e 0,56;
✓Agregados: Pedra nº. 0 (pedrisco) e areia;
✓Exsudação ≤ 1%;
✓Teor de ar incorporado = 4,5%;
✓A carga admissível pode chegar a 200 tf.
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ESTACAS ÔMEGA
DADOS TÉCNICOS 
✓Resistência característica do concreto fck = 20 MPa;
✓Cimento CP III, Consumo de cimento ≥ 400Kg por m³; 
✓Recomendável sem adição de escória ;
✓fator a/c entre 0,53 e 0,56;
✓Agregados: Pedra nº. 0 (pedrisco) e areia;
✓Exsudação ≤ 1%;
✓Teor de ar incorporado = 4,5%;
✓A carga admissível pode chegar a 200 tf.
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ESTACAS RAIZ
35
ESTACAS RAIZ
CARACTERÍSTICAS GERAIS:
• alta capacidade de carga;
• recalques muito reduzidos;
• pequeno diâmetro – de 10cm a 40cm;
• concretada “in loco”;
• atrito elevado mediante aplicação de carga;
• direção vertical ou inclinada;
• possibilidade de causar vibrações, na presença de 
matacões ou blocos de concreto no solo;
• utilização de camisa de revestimento para perfuração.
Camisa de revestimento
Perfuratriz inclinada
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ESTACAS RAIZUTILIZAÇÃO:
Cada vez mais utilizada, possui um campo de aplicação bastante amplo:
• áreas com dimensões reduzidas / locais de difícil acesso;
• solos com presença de matacões, rocha ou concreto;
• reforço de fundações;
• contenção de taludes;
• quando há esforço de tração a solicitar o topo da estaca;
• reforço de cais de atracação;
• fundação de bases de equipamentos em unidades industriais em operação;
• ancoragem de muros de arrimo;
• paredes diafragma, 
• tirante-raiz.
37
ESTACAS RAIZ
Perfuratriz rotativa: demolição é feita por 
rotação que trabalha a pressão constante.
Sapata de corte
Martelo de fundo
Tricone 
EQUIPAMENTO DE ESCAVAÇÃO
Roto percussiva: com circulação de água, 
lama bentonítica ou ar comprimido.
Solos coerentes – sem tubo de revestimento
Solos incoerentes – com tubo de revestimento
38
ESTACAS RAIZ
METODOLOGIA EXECUTIVA
Videos/estaca_raiz.mp4
39
ESTACAS RAIZ
METODOLOGIA EXECUTIVA
Escavação Armação Injeção
Ar comprimido e 
remoção tubo de 
revestimento
EM SOLO
➢A escavação será executada com perfuratriz rotativa hidráulica ou roto percussiva, com a utilização, quando 
necessário, de tubo de revestimento metálico de diâmetro ligeiramente inferior ao diâmetro final da perfuração. 
Normalmente, a coroa de perfuração é acoplada na extremidade inferior do tubo de revestimento.
➢Escavação com retirada do solo. Os resíduos da escavação serão transportados à boca do 
furo pela água de circulação que é injetada sob pressão controlada, de cima para baixo no 
interior do tubo de revestimento. O retorno de água + resíduos ocorre entre o revestimento
e a parede do furo. O material deverá ser coletado em um recipiente de decantação e especialmente preparado 
para evitar o espalhamento da lama no local de perfuração. 
É permitida a reutilização da água de circulação proveniente do decantador durante a perfuração. Após atingir a 
profundidade do projeto, a limpeza final do furo deverá ser executada com o emprego de água limpa. A limpeza final do 
furo dar-se-á por concluída quando a água de circulação retornar à superfície, limpa ou com pouca turbidez. 
Durante a fase final de limpeza do furo, a haste de perfuração (tubo de revestimento) deverá permanecer paralisada.
➢Na dificuldade de avanço devem ser empregadas brocas de três asas, tipo tricone, para pré-furo.
40
ESTACAS RAIZ
METODOLOGIA EXECUTIVA
Escavação Armação Injeção
Ar comprimido e 
remoção tubo de 
revestimento
EM SOLO E ROCHA: 
Repetir os procedimentos até atingir rocha/ matacão/ concreto.
Prosseguir com o uso de:
• martelo de fundo pneumático;
• roller-bits (similar as brocas tricones);
• sapata ou coroa diamantada.
41
ESTACAS RAIZ
METODOLOGIA EXECUTIVA
Escavação Armação Injeção
Ar comprimido e 
remoção tubo de 
revestimento
Concluída a limpeza do final do furo, deverá ser colocada a armadura completa 
pré montada, curvando-se a mesma para introdução no interior do tubo de 
revestimento e/ou em segmentos sucessivos com transpasse de 1,00 metro 
também pré-montados, até apoiá-la no fundo do furo.
42
ESTACAS RAIZ
METODOLOGIA EXECUTIVA
Escavação Armação Injeção
Ar comprimido e 
remoção tubo de 
revestimento
➢Introdução de um tubo de aço galvanizado, ou PVC rígido, até apoiá-lo no fundo do furo. Através do tubo, a argamassa é 
bombeada de baixo para cima com regular aplicação de uma pressão controlada.
➢O lançamento da argamassa deverá ser contínuo até o vertimento para fora do tubo, de forma a impedir a entrada de ar 
dentro do tubo, e assim, impedir a formação de bolhas de ar no concreto da estaca. 
➢Essa operação de purga de argamassa deverá ser realizada até a subida de argamassa com características similares 
(aspecto, textura, viscosidade, coloração, etc) à argamassa especificada. Idealmente, a argamassa deverá preencher o 
interior do tubo de revestimento e o espaço entre o revestimento e a parede.
➢A pressão de ar a ser aplicada dependerá da profundidade do furo, consistência do solo, maior ou menor obstrução 
lateral, etc, devendo ser fixada no campo durante a execução das primeiras estacas. Prevê-se que essa pressão não seja 
superior a 4,00 kgf/cm².
➢Durante a execução dos primeiros golpes de ar comprimido deve-se observar a saída de água ou argamassa 
contaminada proveniente da expulsão de material de preenchimento existente entre o revestimento e a parede do furo.
➢Toda a operação deverá ser executada dentro do prazo previsto de início da pega da argamassa. Durante a execução das 
estacas-raiz serão anotados em boletins de campo todas as informações pertinentes a ela e após o término de execução 
de todas as estacas será emitido um relatório técnico.
43
ESTACAS RAIZ
METODOLOGIA EXECUTIVA
Dados técnicos:
➢ Estimativa de consumo de materiais por metro linear:
44
MICROESTACAS
CARACTERÍSTICAS GERAIS:
• diâmetro reduzido (10 a 20 cm) e grande comprimento;
• qualquer direção entre 0 e 90 º;
• capacidade de carga relativamente elevada mesmo em solos de características fracas ou impermeáveis, chega a 130 tf;
•reduzida capacidade de transmitir carga por ponta;
• elevada esbeltez;
• versatilidade de equipamentos (semelhante estaca raiz).
PRINCIPAIS APLICAÇÕES:
• reforço de fundações;
• recalce de fundações;
• fundações de novas estruturas;
• locais de difícil acesso ou permanência;
• fundações de equipamentos industriais;
• melhoria de solos e maciços rochosos;
• consolidação de terrenos;
• contenções.
45
MICROESTACAS
46
MICROESTACAS
Armadura principal
(tubo manchete)
Armadura secundária
Parede do furo
Tubo manchete Manchete 
SEÇÃO DA ESTACA
Calda de Cimento
47
MICROESTACAS
METODOLOGIA EXECUTIVA
1. Perfuração até a cota de projeto. 
A remoção do solo é executada 
com jato de água (varas e bit) ou 
extraída pela rosca do trado;
2. Limpeza do furo
Escavação Armação principal Injeção do tubo manchete
3. Colocação do tubo manchete
4. Processo de selagem: Injeção da 
calda entre a armadura principal e o 
terreno (ou tubo de revestimento), a 
baixa pressão com um mangueira de 
obturador simples. 
5. Extração do tubo 
modelador (se houver).
6. Injeção faseada do bulbo, por tubo 
manchete e obturador duplo , 
até atingir pressão de projeto.
7. Preenchimento do tubo manchete 
com calda cimentícia.
8. Introdução de eventual armadura
secundária.
48
ESTACAS FRANKI
49
ESTACAS FRANKI
CARACTERÍSTICAS GERAIS:
• concreto armado moldada “in loco”;
• base alargada com tubo recuperável ou não – a base alargada aumenta consideravelmente a capacidade de carga da
estaca, ou reciprocamente, permite obter uma mesma capacidade de carga com profundidade menor em relação a uma
estaca que não tenha a base alargada.
• não é limitada pelo lençol freático;
• devido ao uso de bate estaca, gera vibração;
• necessita de área adequada para bate estacas.
50
ESTACAS FRANKI
PRINCIPAIS APLICAÇÕES
➢ Casos em que a camada resistente encontra-se em profundidades variáveis.
➢ Terrenos com pedregulhos ou pequenos matacões relativamente dispersos.
➢ Não é recomendada em terrenos com matacões quando as construções vizinhas não podem suportar grandes 
vibrações, ou em terrenos com camadas de argila mole pois poderá haver deslocamento da estaca já concretada por 
compressão lateral. 
Camisa de revestimento
Pilão – altura de queda do pilão
determina a potência de
cravação.
EQUIPAMENTO DE CRAVAÇÃO
51
ESTACAS FRANKI
METODOLOGIA EXECUTIVAMETODOLOGIA EXECUTIVA
Cravação Base alargada Concretagem
Cravação de um tubo de 
aço cuja ponta é fechada 
e obturada por uma 
mistura de brita e areia. 
É feita por pilão de 
queda livre.
Atingida a camada 
desejada, o tubo é preso 
e a bucha expulsa por 
golpes de pilão e 
fortemente socada 
contra o terreno, de 
maneira a formar uma 
base alargada;
Colocação da armadura.
Concretagem do fuste, 
em camadas 
fortemente socadas, 
extraindo-se o tubo à 
medida da 
concretagem.
✓Para estaca com diâmetro inferior a 450 mm é necessário que os últimos 90
litros sejam introduzidos na basecom uma energia mínima de 1500 KN.m;
✓Para estacas com diâmetro superior a 450 mm é necessário que os últimos
150 litros sejam introduzidos na base com uma energia mínima de 5000
KN.m.
Videos/franki.mp4
52
ESTACAS FRANKI
ALTERNATIVAS:
➢Em situações onde não é permitido vibrações
Perfuração é feita:
• Por meio de perfuração prévia
• Cravando-se, numa primeira etapa, o tubo com a 
ponta aberta e desagregando o solo com água
➢No caso de existir uma camada espessa de argila orgânica 
mole saturada
Crava-se o tubo até terreno firme, enche-se o mesmo
com areia, arranca-se o tubo e torna-se a cravá-lo no mesmo
lugar. Assim, protegerá contra o estrangulamento.
Após a cravação do tubo, concretagem com concreto
plástico (slump de 8 a 12 cm) e retirada do tubo.
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ESTACAS STRAUSS
CARACTERÍSTICAS GERAIS:
• concreto simples ou armado moldado “in loco”;
• diâmetros de 25 a 55cm;
• apresenta leveza e simplicidade de execução;
• não gera vibrações consideráveis; 
• executada com revestimento metálico recuperável;
• carga reduzida, comparada a estaca Franki ou pré moldada;
• o processo não deve ser utilizado em solos arenosos ou sujeitos a desmoronamentos e na presença de água.
PRINCIPAIS APLICAÇÕES:
• locais com limitação de vibrações;
• locais confinados e com pé direito reduzido;
• terrenos acidentados;
• geralmente em obras de pequeno à médio porte.
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ESTACAS STRAUSS
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ESTACAS STRAUSS
METODOLOGIA EXECUTIVAMETODOLOGIA EXECUTIVA
Furo de até 1 ou 2m 
com o soquete 
➢Servirá de guia 
para introdução do 1º 
tubo, dentado na 
extremidade inferior 
(coroa).
Inicio escavação Escavação Concretagem
Por golpes sucessivos do 
soquete com auxilio de 
água. O solo abaixo da 
coroa é retirado por sonda 
enquanto a mesma 
penetra no solo.
São rosqueados mais 
tubos até a cota de 
projeto.
Concretagem de 1m; 
apiloa-se o material com 
soquete formando uma base 
alargada;
lançamento do concreto na 
tubulação e apiloamento
enquanto as camisas 
metálicas são retirados.
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ESTACAS STRAUSS
DADOS TÉCNICOS
• Consumo mínimo de cimento - 320 kg/m³
EQUIPAMENTOS NECESSÁRIOS
✓ tripé de madeira ou de aço;
✓ guincho acoplado a motor a explosão ou elétrico;
✓ sonda de percussão, com válvula para retirada de terra na sua extremidade inferior;
✓ soquete de 300 kg, aproximadamente;
✓ tubos de aço com 2,0 a 3,0 m de comprimento, rosqueáveis entre si;
✓ guincho manual para retirada da tubulação;
✓ roldanas, cabos e ferramentas.
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ESTACAS PRÉ MOLDADAS EM 
CONCRETO
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ESTACAS PRÉ MOLDADAS EM 
CONCRETO
existem de varias possíveis seções: retangulares, circulares, duplo “T”, vazadas etc;
TIPOS DE SEÇÕES 
São estacas requerem grande controle de qualidade, fabricadas na obra ou de fornecedores previamente qualificados. 
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ESTACAS PRÉ MOLDADAS EM 
CONCRETO
CARACTERÍSTICAS GERAIS
• Concreto armado ou protendido.
• Limitações de comprimento decorrentes do problema de transporte e equipamentos e requerem armaduras especiais 
para içamento e transporte.
• Levam a necessidade de grandes estoques.
• Fabricadas em empresas especializadas ou no próprio canteiro.
• Cravação emite ruído e vibração.
• Não atravessam camadas resistentes.
•Solo deslocado lateralmente.
•A partir do tamanho de cravação previsto, adequar os comprimentos das peças a fim de diminuir as perdas das pontas.
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ESTACAS PRÉ MOLDADAS EM 
CONCRETO
ESTOQUE
✓Área proporcional ao volume e/ou à velocidade de cravação 
quantidade de equipamentos simultâneos.
✓Verificar restrições de empilhamento do fabricante.
✓Prever apoios entre as peças e cunhas para evitar rolamento.
✓Apoio do primeiro nível essencial para evitar contaminação do 
material.
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ESTACAS PRÉ MOLDADAS EM 
CONCRETO
Quando o comprimento de cravação difere do previsto pela sondagem necessita-se:
➢ Emenda com luvas de simples encaixe, luvas soldadas, ou emenda com cola epóxi através de cinta metálica e pinos para 
encaixe (mais eficiente).
➢Corte ou arrasamento de maneira adequada sem causar danos a estaca.
Detalhe da emenda – cinta metálica Detalhe do anel
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ESTACAS PRÉ MOLDADAS EM 
CONCRETO
METODOLOGIA EXECUTIVAMETODOLOGIA EXECUTIVA
➢Consiste na cravação da estaca. É necessário ter bem defenido qual o critério de parada de cravação, se será nega ou 
comprimento cravado (estaca flutuante), especificado em projeto.
➢A logísica de cravação deve obedecer a capacidade de movimentação dos equipamentos, a quantidade de 
equipamentos simultânea e a sequência de execução prevista no planejamento.
➢Escolha do equipamento deve ser feita de acordo com a dimensão da estaca, características do terreno e condições de 
vizinhanças.
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ESTACAS PRÉ MOLDADAS EM 
CONCRETO
METODOLOGIA EXECUTIVAMETODOLOGIA EXECUTIVA
Tipos de cravação de estacas: Percussão
➢Martelo de queda livre: peso é levantado por 
guincho e cai orientado por guias laterais. 
➢Martelo diesel.
Martelo hidráulico: peso é levantado por pressão 
de vapor e a queda pode ser por gravidade ou 
por pressão do vapor.
➢Guia de estaca –
associa-se martelo 
queda livre, hidráulico e 
diesel.
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ESTACAS PRÉ MOLDADAS EM 
CONCRETO
METODOLOGIA EXECUTIVAMETODOLOGIA EXECUTIVA
Vibração
➢Martelo vibratório
Transmite vibrações ao solo e obras 
próximas
Prensagem
➢Macaco hidráulico introdução de uma pressão
na cabeça da estaca por macacos hidráulicos
que reagem contra uma plataforma com
sobrecargas ou contra a própria estrutura.
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ESTACAS METÁLICAS
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ESTACAS METÁLICAS
TIPOS DE SEÇÕES
perfis laminados e perfis soldados trilhos
perfis mistos estacas tubulares
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ESTACAS METÁLICAS
CLASSIFICAÇÃO
• Profunda e Indireta, 
D/B ≥ 10.
D = profundidade 
B = largura ou diâmetro
•Pequena perturbação, ou seja, sem extração 
do solo. 
-Exceção de casos com estacas metálicas 
tubulares com ponta obturada durante a 
cravação 
•Disposição: estacas isoladas, grupo de estacas
•Posição: inclinadas, verticais
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ESTACAS METÁLICAS
VANTAGENS
• Podem ser cravadas em solos de difícil transposição como argilas rijas a duras, pedregulhos, sem o incoveniente do
“levantamento de estacas vizinhas já cravadas e sem perdas de estacas “quebradas”;
• reduzido nível de vibração durante sua cravação;
• facilidade de corte e emenda;
• podem atingir grande capacidade de carga;
• trabalha bem à flexão (motivo de ser muito comum em contenções) e à tração (exceto quando as estacas se apoiam em
rocha.
DESVANTAGENS
• Custo relativamente elevado;
• fácil oxidação quando da flutuação do nível da água.
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ESTACAS METÁLICAS
PRINCIPAIS APLICAÇÕES
Embora possua um custo relativamente mais elevado comparado com de outros tipos de estaca, em várias situações a 
utilização das mesmas se torna economicamente viável devido sua rapidez e facilidade de cravação, manipulação, 
transporte, corte e emenda.
Como elementosde fundação :
•construções industriais, 
•em edifícios de andares múltiplos,
•pontes e viadutos, 
•portos e 
•torres de transmissão. 
Nas estruturas de contenção têm papel preponderante em função da facilidade de cravação, de sua alta resistência e da 
versatilidade de integração com elementos construtivos complementares
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ESTACAS METÁLICAS
ESTOQUE DAS ESTACAS
✓Área proporcional ao volume e/ou à velocidade de cravação
✓Verificar restrições de empilhamento do fabricante
✓Prever apoios entre as peças e cunhas para evitar rolamento
✓Apoio do primeiro nível essencial para evitar contaminação do material.
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ESTACAS METÁLICAS
✓Para estacas tracionadas deve ser feita uma verificação do comprimento das talas
soldadas de modo que as mesmas resistam aos esforços de tração.
EMENDA DAS ESTACAS
Solda topo e chapas de ligação. (geralmente executada por 
subempreiteiro de cravação.
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ESTACAS METÁLICAS
METODOLOGIA EXECUTIVACravação com a utilização de martelos de queda livre, martelos hidráulicos, martelos a diesel, martelos pneumáticos e
martelos vibratórios.
A escolha do martelo depende, principalmente, das características do solo, do comprimento da estaca e do nível de barulho
e vibração.
- A cravação é facilitada pois limita-se à cortar as camadas do terreno.
- O solo não é retirado do terreno.
- Possível em qualquer ângulo, ao ar livre ou submersa.
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EMPRESAS EXECUTORAS
ALGUMAS DAS PRINCIPAIS EMPRESAS CONTRATADAS PARA EXECUÇÃO DE FUNDAÇÕES NO
BRASIL:
BIBLIOGRAFIA
•Velloso, D. A.; Lopes, F. R. Fundações
• RODRIGUEZ ALONSO, Urbano. Exercícios de fundações.
• Cálculo e detalhamento de estruturas usuais de concreto armado v.2, 
Carvalho, R.C., Pinheiro, L.M.,
• ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6122:2019 – Projeto e 
execução de fundações. Rio de Janeiro, 2010. 
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MUITO OBRIGADO!!!
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