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Drogas: classificação e efeitos no organismo
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UNIDADE 1 
Existem centenas de compostos comerciais disponíveis, que diferem somente 
em relação à velocidade e duração total de sua ação. Alguns são mais bem utili-
zados clinicamente como indutores do sono, enquanto outros são empregados 
no controle da ansiedade ou para prevenir a convulsão.
Exemplos de benzodiazepínicos: diazepam, lorazepam, bromazepam, 
midazolam, flunitrazepam, clonazepam, lexotan.
• Opióides
Grupo que inclui drogas “naturais”, derivadas da papoula do oriente 
(Papaver somniferum), sintéticas e semissintéticas, obtidas a partir de 
modificações químicas em substâncias naturais.
As drogas mais conhecidas desse grupo são a morfina, a heroína e a codeína, 
além de diversas substâncias totalmente sintetizadas em laboratório, como a 
metadona e meperidina.
Sua ação decorre da capacidade de imitar o funcionamento de diversas 
substâncias naturalmente produzidas pelo organismo, como as endor-
finas e as encefalinas.
Normalmente, são drogas depressoras da atividade mental, mas pos-
suem ações mais específicas, como de analgesia e de inibição do reflexo 
da tosse.
• Causam os seguintes efeitos
• contração pupilar importante;
• diminuição da motilidade do trato gastrointestinal;
• efeito sedativo, que prejudica a capacidade de concentração;
• torpor e sonolência.
Os opióides deprimem o centro respiratório, provocando desde respi-
ração mais lenta e superficial até parada respiratória, perda da consci-
ência e morte.
Capacidade de mover-se 
espontâneamente.
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