Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Visão Panorâmica da História da Igreja
Visão Panorâmica da História da Igreja
A Fé Cristã na História
A história da igreja é um vínculo vital entre as raízes bíblicas da fé cristã e suas expressões contemporâneas. É a história do povo de Deus, recordada e repetida em suas muitas variações da perspectiva da fé. 
A Fé Cristã na História
A história da igreja é uma história participativa. Não é apenas o estudo “objetivo” do passado cristão, mas sim a investigação do passado à luz da revelação de Deus em Jesus Cristo.
O valor da história.
 Igreja na antiguidade clássica
Roma 
O Império Romano abrangeu o período do século VIII a.C. ao século v d.C., representando o que talvez seja a cultura mais influente da história. Sua história começou em torno de 500 a.C., quando os etruscos foram expulsos. Estabeleceu-se um sistema republicano, cujo governo cabia ao senado romano. Com o fim do século II, encerrou-se a república romana, que foi substituída por um sistema de governo ditatorial, baseado na liderança de vários césares. Durante esse período, Cristo nasceu. 
As ruínas do Coliseu romano
A Fé Cristã na História
Roman Empire
ÍNDICE
Destruição de Jerusalém 
70 d. C.
Forçou o cristianismo se separar do judaísmo. Auxílio para o crescimento da igreja: pax romana, difusão do grego, sinagogas e o status do judaísmo. Autoridade: Catolicismo, hierarquia, ortodoxos, credos e Protestantismo, cânon. 
8
Diáspora
O Arco de Tito é um Arco Triunfal, erigido em comemoração à conquista de Jerusalém. O Imperador Tito Flávio, filho de Vespasiano, comandou as legiões romanas que ocuparam a capital da Judéia em 1 de Agosto de 67. Com esta ocupação teve início a destruição do Templo de Jerusalém, que seria concluída no ano 70: acontecimento que foi considerado a realização de uma das profecias de Jesus Cristo.
9
Os pais apostólicos
A primeira geração de líderes da igreja. A maioria deles conheceu os apóstolos, sendo que muitos eram seus discípulos.
Antigos autores cristãos que com seus escritos instruíram as igrejas, articularam a doutrina cristã e combateram desvios teológicos do seu tempo. Eles podem ser entendidos como os campeões ortodoxos da igreja e os expositores da sua fé. O estudo dos pais da igreja geralmente é designado por dois termos correlatos: patrística e patrologia. A patrística refere-se ao estudo do pensamento dos pais, da sua teologia, e a patrologia é o estudo histórico dos próprios personagens e da sua obra.  
10
Os pais apostólicos
Clemente de Roma, um dos bispos da igreja de Roma, escreveu em nome da sua igreja à igreja co-irmã de Corinto, exortando os crentes a serem submissos aos seus presbíteros. Essa epístola, conhecida como I Clemente, foi escrita por volta do ano 95. 
Inácio, o bispo de Antioquia da Síria, foi condenado à morte por volta do ano 110 e levado a Roma para ser executado. Durante a viagem, escreveu cartas às igrejas de Eféso, Magnésia, Trales, Roma, Filadélfia, Esmirna e a seu colega Policarpo. Preocupações dominantes: o martírio iminente do autor, a unidade da igreja e os movimentos heréticos e cismáticos. 
Policarpo, bispo de Esmirna, escreveu uma carta aos filipenses por volta de 110, contendo exortações práticas. Policarpo foi martirizado no reinado do imperador Antonino Pio. 
11
Clemente de Roma. c.30-100.
Inácio de Antioquia. c.112.
Policarpo de Esmirna. c. 69-160.
Os pais apostólicos
O Pastor, de Hermas (c. 150): baseado no Apocalipse, tem um objetivo moral e prático, dando ênfase ao arrependimento e a uma vida de santidade. Papias (c. 60-c.130), bispo de Hierápolis, na Frígia, escreveu “Interpretações dos Ditos do Senhor”, sobre a vida e as palavras de Cristo. Essa obra só é conhecida através de trechos preservados por Irineu de Lyon e Eusébio de Cesaréia. Epístola de Barnabé (c. 130): escrita por um cristão anônimo de Alexandria, afirma a suficiência de Cristo em relação à lei de Moisés; utiliza amplamente tipologia e alegoria. 
12
Hermas c.120.
Papias. c. 60-130.
Barnabé de Alexandria.
Os pais apostólicos
Didaquê ou O Ensino dos Doze Apóstolos (2° séc.): é um manual de instrução para a igreja, abordando ensinos éticos, normas litúrgicas, os oficiais da igreja e questões disciplinares. É muito útil para o estudo da igreja sub-apostólica. 
13
Didaquê. c.150.
As Catacumbas de Roma
Quando as perseguições se intensificaram, os cultos passaram as ser feitos nas catacumbas.
Vastas galerias subterrâneas, comumente de 2,60m a 3,30m de largura, 1,30m a 2,0m de altura, estendendo-se por centenas de quilômetros no subsolo da cidade de Roma.
Duas perseguições intensas, mas localizadas, ocorreram nos reinados de Marco Aurélio e Sétimo Severo. A primeira atingiu as igrejas de Lião e Viena, na Gália, no ano 177; a segunda abateu-se sobre o Egito e Cartago nos anos 202-206. Alguns mártires famosos foram Justino, Potino, Blandina, Perpétua e Felicidade. Muito mais grave foi a perseguição geral movida pelo imperador Décio em 250-251. Decidido a impor em todas as regiões o culto imperial, Décio exigiu que todos tivessem um certificado de sacrifício (libellus). Muitos cristãos foram martirizados e outros conseguiram sobreviver aos maus tratos (os confessores). Muitos outros negaram a fé: alguns simplesmente ofereceram o sacrifício e ficaram conhecidos como sacrificati; outros, os libellatici, compraram certificados falsos. Passada a perseguição, muitos desses relapsos procuraram reingressar na igreja, gerando um sério problema pastoral para os bispos. 
18
Causas da perseguição
Política
Religiosa 
Causas da perseguição
Sociais 
Econômicas 
As perseguições não foram contínuas nem generalizadas. As causas iam desde as habituais alegações de incesto (por causa da ênfase no amor fraternal), canibalismo (por causa da Ceia do Senhor) e ateísmo (pela negação dos deuses), até acusações mais especificamente políticas de subversão, falta de patriotismo e deslealdade ao império, principalmente em virtude da recusa dos cristãos em participar do culto imperial. 
20
As perseguições da igreja
Até o ano 100
Entre 100 e 250
Em dois longos períodos de paz no terceiro século (206-250 e 260-303), a igreja experimentou um crescimento sem precedentes. Finalmente, no início do quarto século, ocorreu a última e a maior de todas as perseguições, sob os imperadores Diocleciano e Galério (303-311). Foram publicados editos ordenando em toda parte a destruição das igrejas e de cópias das Escrituras. Os cristãos que entregaram essas cópias ficaram conhecidos como traditores (= traidores). 
21
As perseguições da igreja
Depois de 250
Sob Diocleciano
Reação cismática: 
o donatismo
Dessa época data o cisma donatista, no norte da África. Os cismáticos, dentre os quais um certo Donato, alegaram que uma determinada consagração episcopal foi inválida porque um dos bispos consagrantes teria sido um traditor. O cisma donatista durou mais de um século, criando uma igreja paralela à igreja católica. 
22
 mapa do conflito donatista
A partir do segundo século houve uma necessidade urgente de vindicar o cristianismo contra falsas acusações. 
Apologistas
	Nome	Data	Objeções
	Quadrato	II	Contra o paganismo e o judaísmo
	Aristides	II	Contra o imperador Adriano
	Justino	110 – 172	Resistiu a Marcion
	Taciano	II	Contra as outras religiões
Os Teólogos Apologistas
	Nome	Data	Objeções
	Atenágoras	II	A favor da união do cristianismo com o platonismo
	Teófilo	181	Contra os filósofos pagãos
	Melito	190	Produziu a primeira lista cristã dos livros do AT
	Hegesipo	II	Contra o judaísmo
Os Teólogos Apologistas
 a reação monástica
Monges medievais
 concílio de nicéia
 atanásio de alexandria
(295-373)
Juliano, o apóstata
(363-361)
Na segunda metade do século IV, o imperador Juliano (361-63), cognominado “o apóstata” por ter abandonado a fé cristã, fez a última tentativa de restaurar o paganismo. Duas décadas depois, o imperador Teodósio I (379-95), um espanhol, tornouo cristianismo “católico” a religião oficial do Império Romano (ano 380). 
31
 os pais capadócios
 Ambrósio de 
milão
(337-397)
 joão crisóstomo
349-407 
 Eusébio sifrônio jerônimo
(347-420)
 aurélio agostinho
(354-430)
 A queda de roma (472)
Na segunda metade do século IV, o imperador Juliano (361-63), cognominado “o apóstata” por ter abandonado a fé cristã, fez a última tentativa de restaurar o paganismo. Duas décadas depois, o imperador Teodósio I (379-95), um espanhol, tornou o cristianismo “católico” a religião oficial do Império Romano (ano 380). No século seguinte, o Império Romano ocidental (latino) entrou em declínio acentuado. No ano 476, o general germânico Odoacro destronou Rômulo Augústulo, o último imperador do ocidente. No oriente grego, o império continuou a existir por muitos séculos, tendo sua capital em Constantinopla ou Bizâncio e sendo conhecido como Império Bizantino. Um notável líder desse império foi Justiniano (527-565). 
37
Acabou...
image5.jpeg
image6.gif
image7.png
image8.jpeg
image9.gif
image10.png
image11.png
image12.png
image13.png
image14.png
image15.png
image16.png
image17.png
image18.png
image19.png
image20.png
image21.jpeg
image22.gif
image23.jpeg
image24.png
image25.jpeg
image26.jpeg
image27.png
image28.jpeg
image29.jpeg
image30.jpeg
image31.jpeg
image32.jpeg
image33.png
image34.png
image3.jpeg
image4.png