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SIMULADO DE SOCIOLOGIA 
Nome: _______________________________________ 
Nota: Valor: 3 (0,5 por questão) 
 
 
1. Própria dos festejos juninos, a quadrilha nasceu como 
dança aristocrática, oriunda dos salões franceses, depois 
difundida por toda a Europa. No Brasil, foi introduzida como 
dança de salão e, por sua vez, apropriada e adaptada pelo 
gosto popular. Para sua ocorrência, é importante a presença 
de um mestre “marcante” ou “marcador”, pois é quem 
determina as figurações diversas que os dançadores 
desenvolvem. Observa-se a constância das seguintes 
marcações: “Tour”, “En avant”, “Chez des dames”, “Chez des 
chevaliê”, “Cestinha de flor”, “Balancê”, “Caminho da roça”, 
“Olha a chuva”, “Garranchê”, “Passeio”, “Coroa de flores”, 
“Coroa de espinhos” etc. No Rio de Janeiro, em contexto 
urbano, apresenta transformações: surgem novas figurações, 
o francês aportuguesado inexiste, o uso de gravações 
substitui a música ao vivo, além do aspecto de competição, 
que sustenta os festivais de quadrilha, promovidos por 
órgãos de turismo. 
CASCUDO, L. C. Dicionário do folclore brasileiro. Rio de Janeiro: Melhoramentos, 1976. 
As diversas formas de dança são demonstrações da 
diversidade cultural do nosso país. Entre elas, a quadrilha é 
considerada uma dança folclórica por: 
a) possuir como característica principal os atributos divinos e 
religiosos e, por isso, identificar uma nação ou região. 
b) abordar as tradições e costumes de determinados povos 
ou regiões distintas de uma mesma nação. 
c) apresentar cunho artístico e técnicas apuradas, sendo, 
também, considerada dança-espetáculo. 
d) necessitar de vestuário específico para a sua prática, o 
qual define seu país de origem. 
e) acontecer em salões e festas e ser influenciada por 
diversos gêneros musicais. 
2. Com base nos seus estudos sobre cultura, assinale 
verdadeiro (V) ou falso (F): 
( ) Assumir a ideia de cultura única e universal implica 
também admitir uma posição etnocêntrica. 
( ) O acesso à cultura é uma escolha pessoal e depende dos 
gostos e estilos preferidos por cada um. 
( ) A ideia de natureza é culturalmente definida, logo é 
plausível afirmar que diferentes culturas produzem 
diferentes ideias de natureza. 
3. O garfo muito grande, com dois dentes, que era usado 
para servir as carnes aos convidados, e antigo, mas não o 
garfo individual. 
Este data mais ou menos do século XVI e difundiu-se a partir 
de Veneza e da Itália em geral, mas com lentidão. O uso só se 
generalizaria por volta de 1750. 
BRAUDEL, F. Civilização material, economia e capitalismo: séculos XV-XVIII; as estruturas do 
cotidiano. São Paulo: Martins 
Fontes, 1977 (adaptado). 
No processo de transição para a modernidade, o uso do 
objeto descrito relaciona-se á: 
a) construção de hábitos sociais. 
b) introdução de medidas sanitárias. 
c) ampliação das refeições familiares. 
d) valorização da cultura renascentista. 
e) incorporação do comportamento laico. 
4. 
 
Produzida no Chile, no final da década de 1970, a imagem 
expressa um conflito entre culturas e sua presença em 
museus decorrente da: 
a) valorização do mercado das obras de arte. 
b) definição dos critérios de criação de acervos. 
c) ampliação da rede de instituições de memória. 
d) burocratização do acesso dos espaços expositivos. 
e) fragmentação dos territórios das comunidades 
representadas. 
5. Na segunda metade do século XIX, a capoeira era uma 
marca da tradição rebelde da população trabalhadora urbana 
na maior cidade do Império do Brasil, que reunia escravos e 
livres, brasileiros e imigrantes, jovens e adultos, negros e 
brancos. O que mais os unia era pertencer aos porões da 
sociedade, e na última escala do piso social estavam os 
escravos africanos. 
SOARES, C. E. L. Capoeira mata um. In: FIGUEIREDO, L. História do Brasil para ocupados. Rio de Janeiro: Casa da 
Palavra, 2013. 
De acordo com o texto, um fator que contribuiu para a 
construção da tradição mencionada foi a: 
a) elitização de ritos católicos. 
b) desorganização da vida rural. 
c) redução da desigualdade racial. 
d) mercantilização da cultura popular. 
e) diversificação dos grupos participantes. 
6. O que é etnocentrismo?

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