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PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO 
DE ACOLHIMENTO COM CLASSIFICAÇÃO 
DE RISCO EM PEDIATRIA - PAI 
LONDRINA 
2024 
 
 
 SMS - PML 
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO 
 
Número: 
POP – 02 
Data da 
validação: 
Abril de 2018 
 
Data da Revisão: 
 
11/12/2024 
TÍTULO: ACOLHIMENTO / ATENDIMENTO COM CLASSIFICAÇÃO DE RISCO 
FINALIDADE: 
Todos os pacientes que são atendidos no PAI devem passar por uma avaliação de 
enfermagem (acolhimento/triagem), onde será verificado e registrado as queixas 
principais, sinais e sintomas aparentes, início dos sintomas, antecedentes alérgicos e de 
imunização, doenças crônicas, uso de medicações e os sinais vitais. Com o objetivo de 
garantir o atendimento dos pacientes em tempo hábil, de acordo com a gravidade, sem 
colocar em risco a vida das pessoas. Após avaliação, os profissionais priorizam o 
atendimento do paciente de acordo com o nível de gravidade (emergência, urgência, 
consulta médica preferencial, consulta médica e procedimentos de enfermagem). 
Emergência (Vermelho / PEC vermelho): Pacientes em risco iminente de morte, perda 
de órgão ou função, deverão ser atendidos imediatamente pela equipe médica e de 
enfermagem, na sala de emergência, onde serão realizados procedimentos invasivos ou 
não para o bem-estar do paciente. 
Urgências (Amarelo / PEC amarelo): Pacientes em situação clínica que não oferece os 
riscos da emergência, mas que necessitam de atendimento médico precoce, será 
atendido nos consultórios ou salas de procedimentos. 
Consulta médica preferencial (verde prioritário / PEC verde): Alguns grupos de 
pacientes deverão ser classificados como CONSULTA PREFERENCIAL em caso de 
consulta médica e procedimento da enfermagem. São eles: crianças com deficiência 
(física, sensorial, intelectual, mental) autistas, transplantados, crianças com fibromialgia e 
lúpus, acidente com material biológico perfurocortante, escoltados ou envolvidos em 
ocorrência policial e crianças de casa abrigo de medida protetiva. Esses pacientes 
devem merecer atenção especial da equipe do acolhimento e médica, respeitando a 
situação clínica dos outros pacientes que aguardam atendimento. 
Consulta médica (verde / PEC azul): Pacientes em situação clínica que não 
apresentam alterações significativas de sinais vitais e/ou sem risco de agravo a saúde. 
Procedimento de enfermagem: Pacientes em situação clínica que não necessitem de 
atendimento médico, na modalidade de atividade realizada pela equipe de enfermagem 
destinada à promoção e a recuperação da saúde e/ou reabilitação de pacientes. 
INDICAÇÃO: 
 Acolher os usuários de acordo com seu risco de agravo à saúde; 
 Determinar a prioridade para atendimento médico, hierarquizando-o conforme a 
gravidade: quem deve ser atendido antes e quem pode aguardar com segurança; 
 Promover e fortalecer a integralidade e humanização por meio do acolhimento 
resolutivo à demanda espontânea e referenciada; 
 Organizar o processo de trabalho e o espaço físico da unidade; 
 Reduzir ocorrência de superlotação; 
 Esclarecer à comunidade quanto à forma de atendimento e o tempo de espera; 
 Captar os portadores de doenças crônicas que não realizam acompanhamento 
médico e fortalecer a contrarreferência através de encaminhamento médico a 
UBS de referência para seu território de residência. 
RESPONSABILIDADE: 
 Equipe administrativa; 
 Guarda; 
 Enfermeiro; 
 Auxiliar/Técnico de Enfermagem; 
 Médico; 
 Assistente Social. 
O enfermeiro é responsável em acompanhar diretamente o acolhimento / triagem 
realizado pela equipe de auxiliares/técnicos de enfermagem. Os auxiliares/técnicos de 
enfermagem podem realizar o acolhimento / triagem, desde que estejam qualificados e 
que o enfermeiro esteja presente na unidade para supervisão. 
RISCO/PONTOS CRÍTICOS: 
Em caso de Sintomas, Queixas ou Eventos não relacionados nesse POP, a equipe de 
acolhimento / triagem deve levar em conta principalmente os dados vitais do paciente, a 
apresentação clínica do mesmo (toxemiado, prostrado, febril, desidratado), o tempo de 
início dos sintomas e a opinião do enfermeiro e equipe médica para definir seu nível de 
gravidade. 
 
MATERIAIS: 
 
 Sala de enfermagem (acolhimento); 
 Balança digital pediátrica; 
 Balança adulto; 
 Termômetro; 
 Esfigmomanômetro neonato, infantil, adolescente e adulto; 
 Estetoscópio infantil e adulto; 
 Aparelho para glicemia capilar; 
 Oximetro; 
 Luvas de procedimento; 
 Álcool; 
 Algodão; 
 Caixa para perfuro cortante; 
 Lixeiras; 
 POP e Protocolo de Acolhimento com Classificação de Risco; 
 Computador; 
 Pulseiras; 
 Impressora de pulseiras; 
 Adesivos: vermelho, amarelo, verde, azul e símbolo TEA; 
 Carimbo; 
 Caneta azul ou vermelha; 
 Impressora; 
 Registro de atendimento; 
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO: 
Orientadores de fluxo (guarda): 
1. Acolher os usuários de forma a orientar e encaminhar os usuários de acordo com 
o fluxo de atendimento; 
2. Garantir organização nas salas de esperas. 
Equipe Administrativa: 
3. Acolher o usuário de forma resolutiva, tratando-os com serenidade e respeito; 
4. Abrir o Registro de Atendimento no PEC na chegada do usuário à unidade; 
5. Imprimir pulseira de identificação; 
6. Colocar a pulseira no paciente contendo os dados de identificação: nome 
completo e idade do usuário, ID, nome da mãe, data e horário da abertura da 
ficha, dia da semana e número de identificação da Unidade de Atendimento; 
7. Orientar o usuário para aguardar o chamado pela enfermagem na sala de espera 
externa; 
8. Encaminhar o Registro de Atendimento para a escuta inicial no acolhimento. 
Equipe Enfermagem: 
9. Fazer chamada das crianças / usuário em ordem crescente de horário, pelo nome 
completo e orientar a entrada de um responsável para realizar o acolhimento; 
10. Higienizar as mãos antes do procedimento; 
11. Acolher o usuário com serenidade e respeito; 
12. Explicar ao usuário o objetivo do acolhimento e da classificação de risco; 
13. Realizar a escuta inicial e a classificação de risco, utilizando uma escuta ampliada 
do motivo da procura ao serviço, levando em consideração o contexto em que o 
usuário está inserido; 
14. Iniciar a escuta inicial: 
a. Clicar em realizar escuta inicial disponível na tela da lista de atendimentos; 
b. Registar o motivo da consulta no campo CIAP 2 (opção de seleção para 
códigos de problemas/condições de saúde manejadas pelos profissionais 
durante o atendimento) a opção será sempre 30 (Exame médico/avaliação 
de saúde – completo); 
c. Fazer o registro da escuta inicial no campo – Motivo da consulta 
(descrição), sempre registrando as queixas principais, sinais e sintomas 
aparentes, INÍCIO DOS SINTOMAS, antecedentes alérgicos e de 
imunização, doenças crônicas e uso de medicações. Verificar padrão 
respiratório e anotar (eupneico, dispneico, taquipneico, taquidispneico, 
retração de fúrcula, retração subcostal e intercostal, batimento de asas do 
nariz, cianose e outros); 
d. Verificar e registar os sinais vitais FC, FR, verificação de oximetria de 
pulso, temperatura, escala de dor e mensuração de peso, além de outros 
dados que estejam programados para cada caso (pressão arterial e 
glicemia capilar); 
e. Casos obrigatórios para aferir Pressão Arterial (PA) e Glicemia Capilar: 
1. PA: queixa principal de dor de cabeça, dor torácica 
associada com sudorese ou vômito, vertigem, desmaio, 
sinais de desidratação, hipoatividade, hemorragia intensa e 
ativa, convulsão nas últimas 12h, edema, cardiopatas, 
intoxicação exógena ou overdoses, acidentes 
automobilísticos, traumas torácicos e abdominais. 
2. Glicemia Capilar: queixa principal de vertigem, desmaio, 
alteração do estado mental, sinais de desidratação, 
convulsão nas últimas 12h, relato de muita sede, muita 
fome, poliúria, perda aguda de peso e Diabéticos. 
f. Informar a classificação de risco/vulnerabilidade, permitindo assim a 
ordenação por prioridaderisco (o médico plantonista do PAI que decidirá a 
conduta a ser adotada); 
 Pacientes que retornaram após EVASÃO, abrir novo registro de atendimento, 
realizar novo acolhimento com classificação de risco; 
 Pacientes que retornarão para realizar coleta de exames a pedido dos médicos 
plantonistas do PAI, abrir novo registro de atendimento, realizar o acolhimento 
com classificação de risco, pacientes classificados como verde e azul encaminhar 
para pós consulta (a pós consulta deverá encaminhar o paciente para coleta de 
exames e após resultados de exames passar por consulta médica), pacientes 
classificados como vermelho e amarelo passar por avaliação médica antes da 
coleta de exames; 
 Em caso de febre medicar com a medicação de uso “costumeiro” pela mãe e/ou 
conforme tabela do protocolo de acolhimento com classificação de risco. 
 Todo paciente encaminhado pelo SAMU deverá ser recebido por médico. 
Avalie sempre no acolhimento 
1. Qual a queixa PRINCIPAL do paciente? 
2. O que PROVOCOU a queixa atual? 
3. Qual a QUALIDADE da queixa? Descrição feita pelo paciente ou acompanhante 
de como se apresenta a queixa atual. 
4. A queixa e RECIDIVA? 
5. Até onde a queixa é SEVERA? – Exame físico, verificação dos sinais vitais. Faça 
sempre que possível com que o paciente classifique a queixa na escala de 1 a 
10. 
6. Há quanto TEMPO o paciente apresenta esta queixa? 
7. Está em uso de algum MEDICAMENTO? 
8. Tem antecedentes ALÉRGICOS? 
9. A IMUNIZAÇÃO está em dia? 
10. É portador de DOENÇAS CRÔNICAS? 
TEMPO MÉDIO PARA ATENDIMENTO MÉDICO E PROCEDIMENTO DE 
ENFERMAGEM 
Nível de gravidade Tempo médio de atendimento após o 
acolhimento de enfermagem 
Emergência Imediato 
Urgência Em até 1 hora 
Consulta Em até 4 horas 
Procedimento de enfermagem De acordo com a demanda 
Observação: O tempo para atendimento pode variar de acordo com a demanda de cada dia, 
exceto usuários classificados como emergência e urgência. 
Em caso de dúvidas procurar a chefia imediata. 
RESULTADOS ESPERADOS: 
 Ampliar os processos de reflexão e aprendizado institucional de modo a 
reestruturar as práticas assistenciais e construir novos sentidos e valores; 
 Reorganizar o processo de trabalho na tentativa de melhorar e consolidar o 
Sistema Único de Saúde; 
 Garantir acesso à rede de atenção em saúde, garantindo continuidade do 
cuidado; 
 Encaminhar para serviços especializados e de referência, quando necessário; 
 Estabelecer mudanças na forma de atendimento; 
 Reduzir o risco de mortes evitáveis nas filas de espera; 
 Priorizar atendimento conforme critérios clínicos e não por ordem de chegada; 
 Aumentar eficácia do atendimento, com redução do tempo de espera; 
 Melhorar os resultados no atendimento do usuário do SUS; 
 Possibilitar que a classificação de risco seja realizada por profissional 
competentes ou habilitados para tal prática; 
 Diminuir ansiedade do usuário e seus acompanhantes; 
 Aumentar satisfação dos profissionais e usuários. 
 Humanizar o atendimento. 
REFERÊNCIAS: 
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiental. Departamento de 
Doenças Transmissíveis. Dengue: diagnóstico e manejo clínico: adulto e criança. 6 ed. Brasília, 
2024. 81 p. 
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Política Nacional de Humanização da 
Atenção e Gestão do SUS. Acolhimento e classificação de risco nos serviços de urgência / 
Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Política Nacional de Humanização da 
Atenção e Gestão do SUS. – Brasília : Ministério da Saúde, 2009. 56 p. : il. color. – (Série B. Textos 
Básicos de Saúde) ISBN 978-85-334-1583-6 1. Humanização do atendimento. 2. Saúde Pública. 3. 
Gestão do SUS. I. Título. II. Série. 
HOSPITAL DA CRIANÇA SOCORRÃO I – SOCORRÃO II. Protocolo de Acolhimento com Classificação 
de Risco. São Luís, 31 p. Disponível em: 
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/protocolo_acolhimento_classificacao_risco.pdf. 
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/protocolo_acolhimento_classificacao_risco.pdf
Acesso em: 25 de out. 2024. 
HOSPITAIS MUNICIPAIS DE FORTALEZA; SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE. Protocolo de Acolhimento 
com Classificação de Risco em Pediatria. Fortaleza, 2008. 35 p. Disponível em: 
http://www.redehumanizasus.net/6456-disponibilizado-os-protocolos-de-accr-da-rede-
municipal-de-hospitais-de-fortaleza. Acesso em: 21 de jan. 2016. 
INSTITUTO DOR PESQUISA E ENSINO. Clariped_table of discriminators.pdf. Disponível em: 
http://idor.org/images/pdf/2015/clariped_table%20of%20discriminators.pdf. Acesso em: 21 de 
jan. 2016. 
Lei nº 10.048, de 8 de novembro de 2000. Dá prioridade de atendimento às pessoas que 
especifica, e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso 
Nacional decreta e eu sanciono a seguinte. 
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l10048.htm. Acesso em:25 de out. 2024. 
Lei nº 14.626 de 19 de julho de 2023 - Altera a Lei nº 10.048, de 8 de novembro de 2000, e a Lei 
nº 10.205, de 21 de março de 2001, para prever atendimento ... 
https://legislacao.presidencia.gov.br/atos/?tipo=LEI&numero=14626&ano=2023&ato=b69UTSE50MZpWT9e0
. Acesso em: 25 de out. 2024. 
Lei nº 13.461, de 1 de setembro de 2022. Dispõe sobre o atendimento preferencial de 
transplantados em estabelecimentos comerciais, de serviços e similares e dá outras providências. 
https://www1.cml.pr.gov.br/leis/2022/web/LE134612022consol.html. Acesso em:25 de out. 
2024. 
Lei nº 13.027, de 18 de março de 2020. Dispõe sobre o atendimento preferencial de pessoas com 
fibromialgia ou lúpus nos locais que especifica e dá outras providências. 
https://www1.cml.pr.gov.br/leis/2020/web/LE130272020consol.html. Acesso em:25 de out. 2024. 
Lei nº 12.541, de 31 de julho de 2017. Dispõe sobre o atendimento preferencial de pessoas com 
Transtorno Espectro Autista em estabelecimentos comerciais, de serviços e similares, e dá outras 
providências. 
RODRIGUES, P.C.; PEDROSO, L.C; OLIVEIRA, V. H. Manual de Acolhimento com Classificação de 
risco em assistência médica ambulatorial. São Paulo, 2008. 32 p. Disponível em: 
http://www.aps.santamarcelina.org/aps/Pdf/normas/Manual_Acolhimento. Acesso em: 21 de 
jan. 2016. 
https://www.gov.br/ebserh/pt-br/hospitais-universitarios/regiao-nordeste/hujb-
ufcg/comunicacao/noticias/voce-sabe-o-que-e-classificacao-de-risco. Acesso em:25 de out. 2024. 
 
APROVAÇÃO 
http://www.redehumanizasus.net/6456-disponibilizado-os-protocolos-de-accr-da-rede-municipal-de-hospitais-de-fortaleza
http://www.redehumanizasus.net/6456-disponibilizado-os-protocolos-de-accr-da-rede-municipal-de-hospitais-de-fortaleza
http://idor.org/images/pdf/2015/clariped_table%20of%20discriminators.pdf
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l10048.htm
https://legislacao.presidencia.gov.br/atos/?tipo=LEI&numero=14626&ano=2023&ato=b69UTSE50MZpWT9e0
https://legislacao.presidencia.gov.br/atos/?tipo=LEI&numero=14626&ano=2023&ato=b69UTSE50MZpWT9e0
https://www1.cml.pr.gov.br/leis/2022/web/LE134612022consol.html
https://www1.cml.pr.gov.br/leis/2020/web/LE130272020consol.html
http://www.aps.santamarcelina.org/aps/Pdf/normas/Manual_Acolhimento
https://www.gov.br/ebserh/pt-br/hospitais-universitarios/regiao-nordeste/hujb-ufcg/comunicacao/noticias/voce-sabe-o-que-e-classificacao-de-risco
https://www.gov.br/ebserh/pt-br/hospitais-universitarios/regiao-nordeste/hujb-ufcg/comunicacao/noticias/voce-sabe-o-que-e-classificacao-de-risco
ELABORADO POR: Tissiane Tomaz de Aquino 
 
APROVADO POR: Cleiton José Santana 
Renata Morais Alvesrisco (o médico plantonista do PAI que decidirá a 
conduta a ser adotada); 
 Pacientes que retornaram após EVASÃO, abrir novo registro de atendimento, 
realizar novo acolhimento com classificação de risco; 
 Pacientes que retornarão para realizar coleta de exames a pedido dos médicos 
plantonistas do PAI, abrir novo registro de atendimento, realizar o acolhimento 
com classificação de risco, pacientes classificados como verde e azul encaminhar 
para pós consulta (a pós consulta deverá encaminhar o paciente para coleta de 
exames e após resultados de exames passar por consulta médica), pacientes 
classificados como vermelho e amarelo passar por avaliação médica antes da 
coleta de exames; 
 Em caso de febre medicar com a medicação de uso “costumeiro” pela mãe e/ou 
conforme tabela do protocolo de acolhimento com classificação de risco. 
 Todo paciente encaminhado pelo SAMU deverá ser recebido por médico. 
Avalie sempre no acolhimento 
1. Qual a queixa PRINCIPAL do paciente? 
2. O que PROVOCOU a queixa atual? 
3. Qual a QUALIDADE da queixa? Descrição feita pelo paciente ou acompanhante 
de como se apresenta a queixa atual. 
4. A queixa e RECIDIVA? 
5. Até onde a queixa é SEVERA? – Exame físico, verificação dos sinais vitais. Faça 
sempre que possível com que o paciente classifique a queixa na escala de 1 a 
10. 
6. Há quanto TEMPO o paciente apresenta esta queixa? 
7. Está em uso de algum MEDICAMENTO? 
8. Tem antecedentes ALÉRGICOS? 
9. A IMUNIZAÇÃO está em dia? 
10. É portador de DOENÇAS CRÔNICAS? 
TEMPO MÉDIO PARA ATENDIMENTO MÉDICO E PROCEDIMENTO DE 
ENFERMAGEM 
Nível de gravidade Tempo médio de atendimento após o 
acolhimento de enfermagem 
Emergência Imediato 
Urgência Em até 1 hora 
Consulta Em até 4 horas 
Procedimento de enfermagem De acordo com a demanda 
Observação: O tempo para atendimento pode variar de acordo com a demanda de cada dia, 
exceto usuários classificados como emergência e urgência. 
Em caso de dúvidas procurar a chefia imediata. 
RESULTADOS ESPERADOS: 
 Ampliar os processos de reflexão e aprendizado institucional de modo a 
reestruturar as práticas assistenciais e construir novos sentidos e valores; 
 Reorganizar o processo de trabalho na tentativa de melhorar e consolidar o 
Sistema Único de Saúde; 
 Garantir acesso à rede de atenção em saúde, garantindo continuidade do 
cuidado; 
 Encaminhar para serviços especializados e de referência, quando necessário; 
 Estabelecer mudanças na forma de atendimento; 
 Reduzir o risco de mortes evitáveis nas filas de espera; 
 Priorizar atendimento conforme critérios clínicos e não por ordem de chegada; 
 Aumentar eficácia do atendimento, com redução do tempo de espera; 
 Melhorar os resultados no atendimento do usuário do SUS; 
 Possibilitar que a classificação de risco seja realizada por profissional 
competentes ou habilitados para tal prática; 
 Diminuir ansiedade do usuário e seus acompanhantes; 
 Aumentar satisfação dos profissionais e usuários. 
 Humanizar o atendimento. 
REFERÊNCIAS: 
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiental. Departamento de 
Doenças Transmissíveis. Dengue: diagnóstico e manejo clínico: adulto e criança. 6 ed. Brasília, 
2024. 81 p. 
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Política Nacional de Humanização da 
Atenção e Gestão do SUS. Acolhimento e classificação de risco nos serviços de urgência / 
Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Política Nacional de Humanização da 
Atenção e Gestão do SUS. – Brasília : Ministério da Saúde, 2009. 56 p. : il. color. – (Série B. Textos 
Básicos de Saúde) ISBN 978-85-334-1583-6 1. Humanização do atendimento. 2. Saúde Pública. 3. 
Gestão do SUS. I. Título. II. Série. 
HOSPITAL DA CRIANÇA SOCORRÃO I – SOCORRÃO II. Protocolo de Acolhimento com Classificação 
de Risco. São Luís, 31 p. Disponível em: 
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/protocolo_acolhimento_classificacao_risco.pdf. 
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/protocolo_acolhimento_classificacao_risco.pdf
Acesso em: 25 de out. 2024. 
HOSPITAIS MUNICIPAIS DE FORTALEZA; SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE. Protocolo de Acolhimento 
com Classificação de Risco em Pediatria. Fortaleza, 2008. 35 p. Disponível em: 
http://www.redehumanizasus.net/6456-disponibilizado-os-protocolos-de-accr-da-rede-
municipal-de-hospitais-de-fortaleza. Acesso em: 21 de jan. 2016. 
INSTITUTO DOR PESQUISA E ENSINO. Clariped_table of discriminators.pdf. Disponível em: 
http://idor.org/images/pdf/2015/clariped_table%20of%20discriminators.pdf. Acesso em: 21 de 
jan. 2016. 
Lei nº 10.048, de 8 de novembro de 2000. Dá prioridade de atendimento às pessoas que 
especifica, e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso 
Nacional decreta e eu sanciono a seguinte. 
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l10048.htm. Acesso em:25 de out. 2024. 
Lei nº 14.626 de 19 de julho de 2023 - Altera a Lei nº 10.048, de 8 de novembro de 2000, e a Lei 
nº 10.205, de 21 de março de 2001, para prever atendimento ... 
https://legislacao.presidencia.gov.br/atos/?tipo=LEI&numero=14626&ano=2023&ato=b69UTSE50MZpWT9e0
. Acesso em: 25 de out. 2024. 
Lei nº 13.461, de 1 de setembro de 2022. Dispõe sobre o atendimento preferencial de 
transplantados em estabelecimentos comerciais, de serviços e similares e dá outras providências. 
https://www1.cml.pr.gov.br/leis/2022/web/LE134612022consol.html. Acesso em:25 de out. 
2024. 
Lei nº 13.027, de 18 de março de 2020. Dispõe sobre o atendimento preferencial de pessoas com 
fibromialgia ou lúpus nos locais que especifica e dá outras providências. 
https://www1.cml.pr.gov.br/leis/2020/web/LE130272020consol.html. Acesso em:25 de out. 2024. 
Lei nº 12.541, de 31 de julho de 2017. Dispõe sobre o atendimento preferencial de pessoas com 
Transtorno Espectro Autista em estabelecimentos comerciais, de serviços e similares, e dá outras 
providências. 
RODRIGUES, P.C.; PEDROSO, L.C; OLIVEIRA, V. H. Manual de Acolhimento com Classificação de 
risco em assistência médica ambulatorial. São Paulo, 2008. 32 p. Disponível em: 
http://www.aps.santamarcelina.org/aps/Pdf/normas/Manual_Acolhimento. Acesso em: 21 de 
jan. 2016. 
https://www.gov.br/ebserh/pt-br/hospitais-universitarios/regiao-nordeste/hujb-
ufcg/comunicacao/noticias/voce-sabe-o-que-e-classificacao-de-risco. Acesso em:25 de out. 2024. 
 
APROVAÇÃO 
http://www.redehumanizasus.net/6456-disponibilizado-os-protocolos-de-accr-da-rede-municipal-de-hospitais-de-fortaleza
http://www.redehumanizasus.net/6456-disponibilizado-os-protocolos-de-accr-da-rede-municipal-de-hospitais-de-fortaleza
http://idor.org/images/pdf/2015/clariped_table%20of%20discriminators.pdf
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l10048.htm
https://legislacao.presidencia.gov.br/atos/?tipo=LEI&numero=14626&ano=2023&ato=b69UTSE50MZpWT9e0
https://legislacao.presidencia.gov.br/atos/?tipo=LEI&numero=14626&ano=2023&ato=b69UTSE50MZpWT9e0
https://www1.cml.pr.gov.br/leis/2022/web/LE134612022consol.html
https://www1.cml.pr.gov.br/leis/2020/web/LE130272020consol.html
http://www.aps.santamarcelina.org/aps/Pdf/normas/Manual_Acolhimento
https://www.gov.br/ebserh/pt-br/hospitais-universitarios/regiao-nordeste/hujb-ufcg/comunicacao/noticias/voce-sabe-o-que-e-classificacao-de-risco
https://www.gov.br/ebserh/pt-br/hospitais-universitarios/regiao-nordeste/hujb-ufcg/comunicacao/noticias/voce-sabe-o-que-e-classificacao-de-risco
ELABORADO POR: Tissiane Tomaz de Aquino 
 
APROVADO POR: Cleiton José Santana 
Renata Morais Alves

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