Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Prévia do material em texto

UNITPAC – Centro Universitário Tocantinense Presidente Antônio Carlos 
ODONTOLOGIA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
DESAFIO DO ATENDIMENTO ENDODÔNTICO NÃO CIRÚRGICO EM DENTE COM 
LESÃO PERIAPICAL DURANTE A PANDEMIA DE COVID-19 – RELATO DE CASO 
 
 
 
 
 
Jéssica Silva Costa 
Sarah Carvalho di Gaspar Moraes Inácio 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Araguaína/ TO 
Março/2021 
Jéssica Silva Costa 
Sarah Carvalho di Gaspar Moraes Inácio 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
DESAFIO DO ATENDIMENTO ENDODÔNTICO NÃO CIRÚRGICO EM DENTE COM 
LESÃO PERIAPICAL DURANTE A PANDEMIA DE COVID-19 – RELATO DE CASO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Araguaína/ TO 
Março/2021 
Trabalho apresentado como requisto 
parcial para obtenção de grau de bacharel 
em Odontologia no UNITPAC. 
Profº orientador MSc. Ricardo Kiyoshi 
Yamashita 
Profº co-orientador MSc. Leandro Iwai 
Ogata 
Jéssica Silva Costa 
Sarah Carvalho di Gaspar Moraes Inácio 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
DESAFIO DO ATENDIMENTO ENDODÔNTICO NÃO CIRÚRGICO EM DENTE COM 
LESÃO PERIAPICAL DURANTE A PANDEMIA DE COVID-19 – RELATO DE CASO 
 
 
 
Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à UNITPAC como requisito parcial para obtenção 
de grau de Bacharel em Odontologia submetido à Banca Examinadora em 30/03/2021. 
 
Banca: 
 
__________________________________________________________ 
Presidente Profº MSc. Ricardo Kiyoshi Yamashita 
 
__________________________________________________________ 
Profº Esp. Roberto Reijiro Yamashita 
 
__________________________________________________________ 
Profº Esp. Celio José Cordeiro Soares 
 
AGRADECIMENTOS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
À Deus, por toda bondade, graça e misericórdia. Antes desse sonho ser meu, ele veio do coração 
dEle. E se hoje estou a um passo da sua realização, é porque a todo instante o Senhor cuidou de 
mim. Em cada detalhe. Nos mínimos detalhes. Então à Ele toda honra e toda glória. Em especial 
aos meus pais, Honorato, Maria Nilda (In memoriam), Eunice e Adriel, por serem o melhor que 
há em mim. Por viverem esse sonho comigo, dia após dia, não me deixando desanimar ou 
desistir. Agradeço por todo amor e por todas as vezes que renunciaram a suas vidas e suas 
necessidades, para que eu pudesse estar aqui. É por vocês e para vocês. À Elia, Edivaldo e Ana 
Vitória, que me deram mais que uma moradia, dividiram comigo tudo o que tinham, não 
importando se tinham pouco ou muito. Aos meus irmãos, família e amigos, que com palavras 
de carinho e apoio nunca me deixaram perder o ânimo. À Primeira Igreja Batista em Araguaína, 
que sempre foi casa. Às minhas colegas Amanda e Cassia, por toda compreensão e auxílio na 
realização desse caso. À minha dupla de TCC Sarah, por sempre caminharmos juntas, nos 
apoiando, nos incentivando e trazendo um pouco de paz e equilíbrio para a outra. Ao nosso 
orientador MSc. Ricardo Kiyoshi Yamashita, por aceitar nos orientar, e principalmente por toda 
parceria, compreensão e incentivo. Obrigada por todas as vezes que respondeu vamos e por não 
nos deixar dar, menos do que o melhor de nós. Ao nosso co-orientador MSc. Leandro Iwai 
Ogata por ter aceitado e nos ajudado sempre que precisamos. À todos os docentes, por todo 
conhecimento passado. Em especial ao Esp. Célio José Cordeiro Soares e MSc. Patrícia Arantes 
e Silva Martins de Sá, por me inspirarem a amar e a fazer com tanto afinco a disciplina de 
Endodontia. Por fim, agradeço ao meu trio da vida, Giselia e Rafaela, que estão comigo desde 
o início, gratidão pela amizade e pela parceria que construímos, a trajetória acadêmica e esse 
trabalho foi, sem sombras de dúvidas, mais fácil por tê-las comigo. E ao Pedro Henrique, que 
tanto me ajudou e contribuiu para a realização deste. Deixo aqui meus sinceros agradecimentos, 
vocês são parte dessa conquista. 
Jéssica Silva Costa 
AGRADECIMENTOS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Agradeço em primeiro lugar a Deus, por me permitir ter força e persistência para que pudesse 
concluir mais esta etapa. Agradeço aos meus pais por serem meu pilar desde os momentos mais 
difíceis até os momentos mais felizes desta trajetória, não medindo esforços para que eu pudesse 
chegar até o fim. Essa vitória é nossa. Ao meu marido e filha que por diversas vezes 
compreenderam e me estimularam dar o meu melhor. Às minhas irmãs, avós e tios que todos 
de alguma forma também contribuíram para a realização deste sonho. À todos os meus amigos, 
que estiveram torcendo por mim. E por fim, agradeço a minha dupla de TCC e da vida, que 
com ela pude ver além de uma amiga que a faculdade me deu, mas como também um ser 
humano de luz, que por onde passa deixa um ensinamento de força e fé. Gratidão ao nosso 
mestre orientador Ricardo e a todos os docentes que percorreram conosco durante estes anos de 
graduação. 
Sarah Carvalho di Gaspar Moraes Inacio. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
“Até aqui nos ajudou o Senhor” 
I Samuel 7:12 
 
 
RESUMO 
 
DESAFIO DO ATENDIMENTO ENDODÔNTICO NÃO CIRÚRGICO EM DENTE 
COM LESÃO PERIAPICAL DURANTE A PANDEMIA DE COVID-19 – RELATO 
DE CASO 
Jéssica Silva Costa 
jessicas.costa@outlook.com.br 
Sarah Carvalho di Gaspar Moraes Inácio 
saarah_cmmoraes@outlook.com 
Ricardo Kiyoshi Yamashita 
ricardo.yamashita@unitpac.edu.br 
 
As patologias pulpares podem ser ocasionadas por lesões cariosas extensas ou traumatismos 
dentoalveolares. A relação entre os fatores etiológicos e a resposta imune do organismo resulta 
em um processo inflamatório agudo ou crônico, reversível ou irreversível. A periodontite apical 
crônica é uma infecção caracterizada por ser assintomática e por apresentar, radiograficamente, 
desde ligeiro espaçamento do ligamento periodontal a pequenas reabsorções ósseas, que são 
percebidas como uma área radiolúcida no periápice. Neste contexto o tratamento endodôntico 
se faz necessário, e para que seja sucesso é preciso diagnosticar corretamente e cumprir 
assiduamente todas as fases do tratamento. Contudo, diante do cenário atual gerado pela 
pandemia do Covid-19 mudanças na atenção à saúde bucal foram necessárias. Nessa 
perspectiva o propósito desse trabalho é descrever um caso clínico de um tratamento 
endodôntico convencional em um dente com lesão periapical, cujo o tratamento foi dificultado, 
prejudicado e postergado com as paralizações dos atendimentos odontológicos decorrente da 
pandemia da doença causada pelo coronavírus SARS-CoV-2. Paciente adulto, 37 anos, gênero 
masculino, compareceu a Clínica Odontológica Francisco Esteves do Centro Universitário 
Tocantinense Presidente Antônio Carlos-UNITPAC, na disciplina de Endodontia Clínica, 
queixando-se que precisava “fazer um canal”, relatou que “há bastante tempo” começou a sentir 
dor, porém só buscou tratamento há cerca de um ano. O dente foi esvaziado e a dor cessada, o 
mesmo então interrompeu e só voltou quando o dente fraturou. Clinicamente o dente 
apresentava-se cariado e fraturado coronalmente e radiograficamente possuía uma lesão 
periapical. Com base nos exames clínico e complementares o plano de tratamento foi elaborado, 
objetivando devolver a função dentária da forma mais conservadora possível, neste caso em 
questão com a necropulpectomia associado a múltiplas sessões de troca de medicação. O plano 
de tratamento foi atrasado devido as suspenções de atendimentos clínicos em função da 
pandemia do covid-19. Embora a lesão periapical tenha aumentado durante a realização do 
tratamento, devido as intercorrências encontradas na execução do plano de tratamento, pode se 
concluir que o tratamento endodôntico não cirúrgico associado a troca múltiplas de medicação 
intracanal é eficaz no tratamento de dente com lesão periapical e que a pandemia do novo 
coronavírus também complicou, mesmo que indiretamente, a saúde bucal do paciente em 
estudo. 
 
Palavras chaves:Covid-19. Endodontia. Lesões periapicais. Periodontite apical crônica. 
Terapia endodôntica não cirúrgica. 
mailto:jessicas.costa@outlook.com.br
mailto:saarah_cmmoraes@outlook.com
mailto:ricardo.yamashita@unitpac.edu.br
ABSTRACT 
 
CHALLENGE OF NON-SURGICAL ENDODONIC CARE IN TOOTH WITH 
PERIAPICAL INJURY DURING THE COVID-19 PANDEMIC - CASE REPORT 
Jéssica Silva Costa 
jessicas.costa@outlook.com.br 
Sarah Carvalho di Gaspar Moraes Inácio 
saarah_cmmoraes@outlook.com 
Ricardo Kiyoshi Yamashita 
ricardo.yamashita@unitpac.edu.br 
 
The pulp pathologies can be caused by extensive carious lesions or dentoalveolar trauma. The 
relationship between the etiological factors and the body's immune response results in an acute 
or chronic inflammatory process, reversible or irreversible. Chronic apical periodontitis is an 
infection characterized by being asymptomatic and presenting, radiographically, from slight 
spacing of the periodontal ligament to small bone resorption, which are perceived as a 
radiolucent area in the periapex. In this context, endodontic treatment is necessary, and for it to 
be successful, it is necessary to correctly diagnose and assiduously comply with all phases of 
treatment. However, given the current scenario generated by the Covid-19 pandemic, changes 
in oral health care were necessary. In this perspective, the purpose of this work is to describe a 
clinical case of a conventional endodontic treatment in a tooth with periapical lesion, whose 
treatment was hindered, impaired and postponed with the stoppage of dental care resulting from 
the disease pandemic caused by the SARS-CoV-2 coronavirus. Adult patient, 37 years old, 
male, attended the Clínica Clínica Odontológica Francisco Esteves of Centro Universitário 
Tocantinense Presidente Antônio Carlos-UNITPAC, in the discipline of Clinical Endodontics, 
complaining that he needed to “make a canal”, reported that “it has been a long time” to feel 
pain, but only sought treatment for about a year. The tooth was emptied and the pain ceased, it 
then interrupted and only returned when the tooth fractured. Clinically, the tooth was decayed 
and coronally fractured and radiographically it had a periapical lesion. Based on the clinical 
and complementary exams, the treatment plan was elaborated, aiming at returning the dental 
function in the most conservative way possible, in this case in question with the 
necropulpectomy associated with multiple medication exchange sessions. The treatment plan 
was delayed due to the suspension of clinical visits due to the covid-19 pandemic. Although the 
periapical lesion increased during the treatment, due to the complications found in the execution 
of the treatment plan, it can be concluded that the non-surgical endodontic treatment associated 
with multiple changes of intracanal medication is effective in the treatment of teeth with 
periapical lesions and that the pandemic of the new coronavirus also complicated, even if 
indirectly, the oral health of the patient under study. 
Keywords: Covid-19. Endodontics. Periapical injuries. Chronic apical periodontitis. Non-
surgical endodontic therapy. 
 
 
 
mailto:jessicas.costa@outlook.com.br
mailto:saarah_cmmoraes@outlook.com
mailto:ricardo.yamashita@unitpac.edu.br
LISTA DE ILUSTRAÇÕES 
 
 
FIGURA 01: Radiografia inicial (18/02/2020) 11 
FIGURA 02: Radiografia de odontometria (10/03/2020) 12 
FIGURA 03: Medicação intracanal (10/03/2020) 13 
FIGURA 04: Radiografia inicial – pós paralização Covid-19 (10/07/2020) 14 
FIGURA 05: Radiografia de odontometria – pós paralização Covid-19 (10/07/2020) 14 
FIGURA 06: Radiografias da medicação intracanal – pós pandemia Covid-19 15 
 FIGURA 6A: MIC em 10/07/2020 15 
 FIGURA 6B: MIC em 28/07/2020 15 
 FIGURA 6C: MIC em 25/08/2020 15 
 FIGURA 6D: Acompanhamento da lesão em 05/11/2020 15 
FIGURA 07: Radiografia da prova do cone (05/11/2020) 15 
FIGURA 08: Radiografia da condensação lateral (05/11/2020) 16 
FIGURA 09: Radiografia de controle realizado 130 dias depois (15/03/2021) 16 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
SUMÁRIO 
 
 Págs. 
1 INTRODUÇÃO 10 
2 DESCRIÇÃO E DISCUSSÃO DO CASO CLÍNICO 11 
3 CONCLUSÃO 17 
 REFERÊNCIAS 18 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
10 
 
1 INTRODUÇÃO 
As patologias pulpares podem ser ocasionadas por lesões cariosas extensas ou 
traumatismos dentoalveolares, dentre outros fatores. A relação entre os fatores etiológicos e a 
resposta imune do organismo resulta em um processo inflamatório agudo ou crônico, reversível 
ou irreversível. (RÔÇAS et al., 2010; GHORBANZADEH et al., 2017) 
As alterações mais recorrentes que dão origem as patologias no tecido pulpar e região 
periapical se desenvolvem como resposta inflamatória do hospedeiro diante de uma infecção 
microbiana e de seus subprodutos. Quando o organismo não consegue combater a agressão uma 
infecção crônica é instalada, podendo evoluir para necrose pulpar e, por conseguinte uma lesão 
periapical (RÔÇAS et al., 2015). 
 A depender do nível de inflamação e da infecção é que se determina qual é a patologia 
e qual o plano de tratamento indicado. A periodontite apical crônica é uma infecção 
caracterizada por ser assintomática e por apresentar, radiograficamente, desde ligeiro 
espaçamento do ligamento periodontal a pequenas reabsorções ósseas, que são percebidas como 
uma área radiolúcida no periápice (ESTRELA, 2004). 
 Neste caso, para que haja sucesso no tratamento endodôntico não cirúrgico, nenhuma 
das fases do processo de sanificação, modelagem, medicação intracanal e obturação dos 
condutos radiculares podem ser negligenciadas, afim que se consiga controle da infecção, 
reparo tecidual do periápice e o reestabelecimento da saúde bucal do paciente. (MOSHARI et 
al.,2017 e SIQUEIRA JUNIOR, 2001) 
 Contudo, diante do cenário atual gerado pela pandemia da Covid-19 mudanças na 
atenção à saúde bucal foram necessárias, as consultas eletivas ficaram suspensas, e somente 
mantiveram assistência de urgência e emergência, com a finalidade de reduzir a transmissão e 
contaminação do novo coronavírus SARS-CoV-2. (FRANCO, DE CAMARGO e PERES, 2020 
e BRASIL, 2020) 
Portanto, o presente trabalho tem como objetivo descrever um caso clínico de um 
tratamento endodôntico não cirúrgico em um 2º pré-molar inferior direito com lesão periapical, 
tendo como destaque a intercorrência encontrada devido a paralisação dos atendimentos no 
afastamento social gerado pela pandemia da doença Coronavírus 2019. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
11 
 
2 DESCRIÇÃO E DISCUSSÃO DO CASO CLÍNICO 
Paciente do gênero masculino, meloderma, 37 anos, compareceu a Clínica Odontológica 
do Centro Universitário Tocantinense Presidente Antônio Carlos-UNITPAC, na disciplina de 
Endodontia Clínica, no dia 18 de fevereiro de 2020, relatando a necessidade de “fazer um canal” 
como queixa principal. Durante a anamnese o paciente relatou que “há bastante tempo” 
começou a sentir dor, todavia, só buscou atendimento odontológico há um ano, quando foi 
realizado abertura coronária, o esvaziamento dos condutos radiculares e o curativo de demora. 
Como a dor havia sido cessada, o paciente interrompeu o tratamento. Contudo houve uma 
fratura no dente, fazendo com que buscasse novamente o atendimento. O paciente estava bem 
de saúde, sem comprometimento sistêmico e não possui alergia medicamentosa. 
Ao exame físico intrabucal o dente estava cariado e fraturado, não apresentava nenhum 
edema ou fístula e não respondeu aos testes de palpação, percussão horizontal, percussão 
vertical e de sensibilidade ao frio, feito com Endo Ice (Maquira, Maringá, Brasil). 
Radiograficamente foi observado uma lesão periapical radiolúcida, unilocular, de formato 
circular, bem delimitada e localizada parapicalmente (distal) no dente 45 (FIGURA 1).FIGURA 1: Radiografia inicial (18/02/2020) 
FONTE: Autoria própria (2021) 
 De acordo Siqueira Junior et al. (2012), para um melhor resultado do plano de 
tratamento é importante que conheça as características clínicas das doenças pulpares e 
periapicais, os recursos terapêuticos disponíveis e as suas corretas aplicações. Isso também é 
defendido por Pereira et al. em 2013, quando destacaram a importância do correto diagnóstico 
e planejamento para o sucesso do tratamento endodôntico. 
Com base nessas informações chegou-se à hipótese de diagnóstico pulpar: necrose 
pulpar e diagnóstico periapical: periodontite apical crônica. Para tal, o plano de tratamento 
sugerido foi a intervenção endodôntica convencional por necropulpectomia. Pois, é sabido que 
o tratamento das doenças infecciosas é feito com a eliminação e/ou redução da infecção. Logo, 
no tratamento de dente com periodontite apical crônica é preciso eliminar as bactérias do 
sistema de canais radiculares e da região periapical (SIQUEIRA JUNIOR et al., 2012). Para 
Naves (2017), conforme o grau de complexidade da lesão as possibilidades de tratamento são 
variadas, podendo ser endodontia convencional, cirurgia parendodôntica ou até mesmo a 
extração dental. O paciente optou pelo tratamento proposto, diante disso foi advertido quanto a 
necessidade de concluir todo o tratamento, respeitando as fases e seguindo todas as orientações. 
A segunda sessão clínica aconteceu no dia 10 de março de 2020, nela foi realizado a 
abertura coronária, o esvaziamento pulpar, a instrumentação e a aplicação da medicação 
intracanal. Iniciou-se essa sessão fazendo a anestesia por bloqueio regional do nervo mentual e 
complementar por anestesia terminal infiltrativa supraperiostal por lingual, administrando 
Mepivacaína a 2% com epinefrina 1:100.000 (Mepiadre 100, DFL, Rio de Janeiro, Brasil). 
12 
 
Então foi feita a remoção de todo o tecido cariado com a broca esférica multilaminada (KG 
Sorensen, Cotia, Brasil) número 2, para, em seguida realizar o isolamento absoluto do campo 
operatório com o grampo 209 (Golgran, São Caetano do Sul, Brasil). Realizou-se a antissepsia 
do lençol de borracha, grampo e dente com álcool 70% (Itajá, Rio de Janeiro, Brasil). A abertura 
coronária foi realizada com a ponta diamantada esférica 1012 (KG Sorensen, Cotia, Brasil) e 
refinada com a broca tronco cônica Endo Z (Denstply/Maillefer, Ballaigues, Suíça), ambas em 
alta rotação e sob constante irrigação. Pode-se então confirmar a hipótese de diagnóstico pulpar, 
ou seja, Necrose Pulpar. Na sequência foi feito a penetração desinfetante com a lima KF 
(Denstply/Maillefer, Ballaigues, Suíça) número 15 no comprimento de 20 mm, sob irrigação 
de 5 mL de solução de Milton (Asfer, São Caetano do Sul, Brasil). Posteriormente, procedeu-
se a odontometria, obtendo-se o comprimento real de trabalho (CRT) 23,5 mm com o 
instrumento apical inicial (IAI) KF (Denstply/Maillefer, Ballaigues, Suíça) número 30 
(FIGURA 2). 
 
FIGURA 2: Radiografia de odontometria (10/03/2020) 
FONTE: Autoria própria (2021) 
Segundo Siqueira Junior, Roças e Lopes (2015), a instrumentação do canal é conseguida 
através da interação mecânica dos instrumentos endodônticos, interação química das soluções 
irrigadoras e a interação física do movimento de irrigação e aspiração durante o preparo. Ela 
tem por finalidade fazer a limpeza, a sanificação, o alargamento e a modelagem do conduto 
cirúrgico. Leonardo e Da Silva (2005) ainda orienta, em casos de tratamento de dente com lesão 
periapical crônica, fazer o desbridamento foraminal para que haja a descontaminação de todo o 
tecido infectado. Entretanto, diante da possibilidade de traumatizar os tecidos periapicais 
desnecessariamente, a pesquisa feita por Schaeffer, White e Walton em 2005 defende o preparo 
biomecânico nos limites do CRT, ou seja, 1,0 mm aquém do forame apical. 
Na sequência operatória, o preparo químico mecânico (PQM) total do canal foi realizado 
manualmente pela técnica escalonada, na qual definiu a lima K (Denstply/Maillefer, Ballaigues, 
Suíça) número 45 como a lima memória no CRT, onde foi observado clinicamente a confecção 
do batente apical. O escalonamento foi executado com recuo progressivo programado a partir 
do CRT, em que a cada 1 mm reduzido, aumentou-se (em diâmetro) uma lima, até que se 
estabeleceu como lima final a lima K (Denstply/Maillefer, Ballaigues, Suíça) de número 70 
calibrada em 19,5 mm. Toda essa fase também foi realizada sob constante irrigação com 
solução de Milton a cada troca de lima, e no final foi feito uma irrigação com Edta 17 % 
(Biodinâmica, Ibiporã, Brasil), que foi agitada com Lentulo (Denstply/Maillefer, Ballaigues, 
Suíça), permanecendo dentro do canal por 3 minutos. O canal foi então irrigado com hipoclorito 
de sódio a 1% (Asfer, São Caetano do Sul, Brasil), para posterior secagem do canal com cones 
de papeis absorventes (Denstply/Maillefer, Ballaigues, Suíça) número 45. 
Embora a instrumentação e irrigação do canal feito conjuntamente, propicie uma 
redução expressiva da microbiota e, consequentemente redução da infeção, elas por si só não 
13 
 
são suficientes para promover a completa sanificação do sistema de canais radiculares. Pois, a 
morfologia interna dental dificulta o controle microbiano, com penetração dos microrganismos 
nos túbulos dentinários, canais acessórios e região periapical. À vista disso, se faz necessário o 
uso de um curativo de demora que tenha ação antimicrobiana por contato direto e indireto, que 
seja biocompatível e favoreça o reparo tecidual. Por apresentar todas essas características 
esperadas a melhor medicação intracanal são à base de Hidróxido de Cálcio (LAW e MESSER, 
2004; ESTRELA e HOLLAND, 2004). 
Com base nisso, medicação intracanal de escolha foi Callen com PMCC (SS White 
Artigos Dentários Ltda., Rio de Janeiro, Brasil), feita em todo o conduto cirúrgico por meio da 
seringa endodôntica ML e agulha longa, a comprovação do correto preenchimento foi realizada 
por uma radiografia da medicação intracanal (FIGURA 3). 
 
FIGURA 3: Medicação intracanal (10/03/2020) 
FONTE: Autoria própria (2021) 
A sessão foi finalizada com o selamento provisório do dente com Coltosol (Coltene, Rio 
de Janeiro, Brasil) e Cimento de Ionômero de Vidro (MaxxionR, FGM, Joinville, Brasil), 
ajustado adequadamente na oclusão dental com papel carbono (Acculfilm, Parkell, Nova York, 
Estados Unidos). 
O retorno foi marcado para 15 dias depois, contudo diante das incertezas e inseguranças 
geradas pela pandemia do Novo Coronavírus e com o objetivo de preservar a saúde e segurança 
dos acadêmicos, corpo docente, funcionários e pacientes o Centro Universitário Tocantinense 
Presidente Antônio Carlos-UNITPAC optou por antecipar a Semana de Trabalho Efetivo 
Discente, que aconteceria em abril de 2020 para os dias 17 a 24 de março de 2020 (UNITPAC, 
2020). Durante essa parada interna das atividades acadêmicas, o Governo do Estado do 
Tocantins mediante o decreto nº 6.071, de 18 de março de 2020 suspendeu por tempo 
indeterminado todas as aulas presenciais de ensino público e privado do Estado (TOCANTINS, 
2020). 
No dia 06 de junho a Prefeitura Municipal de Araguaína restabeleceu os atendimentos 
das clínicas e consultórios odontológicos, mediante a implementação de novas práticas de 
biossegurança, conforme disposto no decreto 227, de 06 de junho de 2020 (ARAGUAÍNA, 
2020). Mesmo com a continuidade da suspenção das atividades escolares e acadêmicas, por a 
Clínica Odontológica Francisco Esteves possuir CNPJ diferente da IES e prestar serviço à 
comunidade, foi permitido e amparado legalmente que as práticas clínicas retornassem as 
atividades. Com isso, a IES buscou fazer a capacitação dos alunos, professores e funcionários 
quanto as novas medidas de biossegurança, bem com a adequação da estrutura física e 
organizacional da clínica. 
Para a Anvisa (2005), a biossegurança é conseguidacom ações que buscam precaver, 
minimizar e evitar riscos que possam afetar a saúde humana, animal e ambiental. Essas ações 
14 
 
devem preservar tanto a saúde do paciente, quanto as dos profissionais de saúde. O paciente 
precisa ter seu problema de saúde solucionado e não deve adquirir outra enfermidade, por 
negligência dos protocolos de biossegurança, da mesma forma o profissional não deve ser 
contaminado durante a prestação de serviço (GUIMARÃES JUNIOR, 2001). 
Com base nas singularidades da prática clínica odontológica, a equipe de saúde bucal 
está em contato, direto e constante, com focos de transmissão de infecções, como saliva, sangue, 
aerossóis, etc. Existindo assim, diversas situações em que podem ocorrer a contaminação 
cruzada de paciente para profissional, e vice-versa (KRIEGER, BUENO e GABARDO, 2010). 
A epidemia da doença Coronavírus 2019 que começou na China em dezembro de 2019, se 
espalhou pelo mundo e tornou-se um grande desafio de saúde pública mundial. Ela possui alta 
transmissibilidade, e os equipamentos de proteção individual comumente utilizados por 
profissionais de saúde não possuíam efetividade de proteção contra esse vírus, surgindo então 
a necessidade de adequar as práticas de biossegurança (MENG; HUA e BIAN, 2020). 
No dia primeiro de julho de 2020 iniciou os atendimentos clínicos na Clínica 
Odontológica Francisco Esteves, e no dia 10 de julho, o paciente retornou para a continuidade 
do tratamento endodôntico, na entrevista feita o paciente informou que durante essa paralização 
o curativo havia caído. Clinicamente o dente se encontrava aberto e radiograficamente foi 
notado um aumento no diâmetro da lesão periapical (FIGURA 4). 
 
FIGURA 4: Radiografia inicial – pós paralização Covid-19 (10/07/2020) 
FONTE: Autoria própria (2021) 
Com isso, foi decidido refazer a odontometria (FIGURA 5), a instrumentação do canal 
com a lima memória e todo o escalonamento sob irrigação de solução de Milton (Asfer, São 
Caetano do Sul, Brasil) entre as trocas de limas. Novamente a medicação intracanal foi o Callen 
com PMCC (SS White Artigos Dentários Ltda., Rio de Janeiro, Brasil) (FIGURA 6A) e o 
selamento provisório Coltosol (Coltene, Rio de Janeiro, Brasil) e Ionômero de Vidro (Ionofast, 
Biodinâmica, Ibiporã, Brasil). 
 
FIGURA 5: Radiografia de odontometria – pós paralização Covid-19 (10/07/2020) 
FONTE: Autoria própria (2021) 
 Outras trocas de medicações intracanais foram feitas com 18 e 46 dias depois (FIGURA 
6B-C). O dente foi obturado no dia 05 de novembro de 2020, quando foi constatado reparação 
15 
 
óssea (FIGURA 6D), possibilidade de secagem, ausência de sintomatologia dolorosa, edema 
ou mobilidade. Nessa sessão clínica, foi removido o selamento provisório com ponta 
diamantada esférica (KG Sorensen, Cotia, Brasil) número 1012, remoção da medicação 
intracanal com lima KF (Denstply/Maillefer, Ballaigues, Suíça) número 25, sob irrigação com 
hipoclorito de sódio 1% (Asfer, São Caetano do Sul, Brasil), o canal foi reinstrumentado com 
a lima memória no CRT e uma irrigação final foi realizada com 5 mL de solução de Milton 
(Asfer, São Caetano do Sul, Brasil). O passo seguinte foi a realização da secagem dos canais 
com ponta de papel absorvente (Denstply/Maillefer, Ballaigues, Suíça) número 50, seleção do 
cone de guta-percha principal (Denstply/Maillefer, Ballaigues, Suíça) número 50 ajustado no 
CRT, na comprovação radiográfica (FIGURA 7). 
 
 
FIGURA 6: Radiografias da medicação intracanal pós paralização Covid-19. A: MIC em 
10/07/2020. B: MIC em 28/07/2020. C: MIC em 25/08/2020. D: Acompanhamento da lesão 
em 05/11/2020. 
FONTE: Autoria própria (2021) 
De conformidade com Leal (2005), todas as fases do tratamento endodôntico merecem 
igual atenção, pois de nada servirá respeitar todas as etapas anterior a obturação e não selar 
hermeticamente o conduto radicular. Dessa forma, para uma correta obturação todo o espaço 
interno do canal deve ser preenchido por um material biocompatível, que permita o vedamento 
e reparação periapical. 
 
FIGURA 7: Radiografia da prova do cone (05/11/2020) 
FONTE: Autoria própria (2021) 
Souza et al. (2016) afirma que a técnica de obturação da condensação lateral é a mais 
difunda no mundo. Entretanto, Siqueira Junior, Lopes e Elias (2015) diz que a técnica a ser 
escolhida deve ser a que melhor domina o cirurgião-dentista, pois cientificamente não existe 
16 
 
nenhuma que seja superior a outra. Sob esse mesmo ponto de vista, foi o resultado de um estudo 
feito por Kandemir e Çalsikan (2016), que comparando a técnica de obturação guta-percha 
plastificada versus a técnica de obturação da condensação lateral, ambas tiveram taxas de 
qualidade e de sucesso a longo prazo bem similiar. O que permite inferir que a boa execução 
da técnica é mais eficaz, que a técnica em si. Desse modo, por ter mais habilidade com a técnica 
da condensação lateral e vertical clássica, esta foi a técnica escolhida para o caso. 
Foi utilizado o cone de guta-percha principal, selecionado anteriormente, cones de guta-
percha acessórios XF e FF (Denstply/Maillefer, Ballaigues, Suíça) e cimento endodôntico 
Sealer 26 (Denstply/Maillefer, Ballaigues, Suíça), preparado até a consistência homogênea 
semelhante à de “leite condensado” em placa de vidro e com a espátula 24 (Golgran, São 
Caetano do Sul, Brasil) esterilizados. Após visualizar na radiografia da condensação lateral o 
correto preenchimento do conduto nos terços médio e apical (FIGURA 8), foi feito o corte dos 
cones de guta-percha com auxílio do calcador de Paiva (Golgran, São Caetano do Sul, Brasil) 
número 2 ao rubro no nível de embocadura do canal, para posterior condensação vertical 
também com o auxílio do calcador de Paiva (Golgran, São Caetano do Sul, Brasil), porém frio. 
A limpeza da cavidade foi efetuada com bolinhas de algodão estéril embebida em álcool 70%. 
Por fim o dente foi restaurado com Coltosol (Coltene, Rio de Janeiro, Brasil) e Ionômero de 
Vidro (Ionofast, Biodinâmica, Ibiporã, Brasil) e realizado a radiografia final para proservação 
do elemento dental. 
 
FIGURA 8: Radiografia da Condensação Lateral (05/11/2020) 
FONTE: Autoria própria (2021) 
 No dia 17/03/2021 o paciente retornou a clínica para controle do dente obturado, nesse 
intervalo de tempo entre as consultas o paciente não teve nenhuma sintomatologia dolorosa, ao 
exame intrabucal, não apresentava nenhum edema ou mobilidade, e no exame radiográfico foi 
averiguado toda a reparação óssea do periápice envolvido (FIGURA 9). 
 
FIGURA 9: Radiografia de controle realizado 130 dias depois (15/03/2021) 
FONTE: Autoria própria (2021) 
 
 
 
17 
 
3 CONCLUSÃO 
 Diante dos resultados obtidos, conclui-se que o tratamento endodôntico não cirúrgico, 
associado a múltiplas sessões de trocas de medicação intracanal a base de hidróxido de cálcio 
e paramonoclorofenol canforado foi apropriada para a resolução do caso em questão, o que foi 
comprovado clínica e radiograficamente, haja visto a ausência de sintomatologia e o completo 
reparo ósseo. 
 Depreende-se também que a pandemia causada pelo novo coronavírus além dos 
prejuízos materiais, financeiros e as perdas vidas, tem dificultado a realização de tratamentos 
odontológicos e consequentemente agravando a saúde bucal dos pacientes. Uma vez que as 
paralizações dos atendimentos delongam o tempo que seria necessário para o tratamento 
dentário e dar margem para a exacerbação da gravidade do caso, como aconteceu nesse relato. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
18 
 
REFERÊNCIAS 
ANVISA, Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Biossegurança. Revista Saúde Pública. 
São Paulo, v.39, n.6, p.989-991. 2005. 
ARAGUAÍNA. Prefeitura de Araguaína. Decreto º 227, de 06 de junho de 2020. Araguaína, 
n.2.073, jun. 2020. 
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção Primária à Saúde. NOTA TÉCNICA Nº 
16/2020-CGSB/DESF/SAPS/MS.Brasília-DF, 2020. Disponível em: 
http://www.crosp.org.br/uploads/arquivo/295c9c14409db20cb63c862bb07ce0e4.pdf. Acesso 
em: 16 mar. 2021. 
ESTRELA, Carlos. Diagnóstico e tratamento da Periodontite Apical. In. ESTRELA, Carlos. 
Ciência Endodôntica. 1ª Ed. São Paulo, Artes Médicas, 2004. V.2, Cap.6, p.175-234. 
ESTRELA, Carlos; HOLLAND, Roberto. Hidróxido de Cálcio. In. ESTRELA, Carlos. 
Ciência Endodôntica. 1ª Ed. São Paulo: Artes Médicas, 2004. V.2, Cap.12, p.457-538. 
FRANCO, Juliana Bertoldi; DE CAMARGO, Alessandra Rodrigues; PERES, Maria Paula 
Siqueira de Melo. Cuidados Odontológicos na era do COVID-19: recomendações para 
procedimentos odontológicos e profissionais. Revista da Associação Paulista de Cirurgiões 
Dentistas. São Paulo, v.74, n.2, p.18-21. mar. 2020. 
GHORBANZADEH; Sajedeh. at al. Nonsurgical Management of a Large Periapical Lesion: 
A Case Report. Iranian Endodontic Journal. Teerã, v.12, n. 2, p. 253-256. 2017. 
GUIMARÃES JUNIOR, Jayro. Biossegurança e controle de infecção cruzada em consultórios 
odontológicos. São Paulo: Santos, 2001. 517p. 
KANDEMIR, Demirci Gozde; ÇALSIKAN, Mehmet Kemal. A prospective randomized 
comparative study of cold lateral condesation versus core/gutta-percha in teeth with periapical 
lesions. Journal of Endodontics. Chicago, v.74, n.2, p.206.210. fev. 2016. 
KRIEGER; Débora, BUENO; Roberto Eduardo, GABARDO; Marilsa Carneiro Leão. 
Perspectiva de Biossegurança em Odontologia. Revista Gestão & Saúde. Curitiba, v.1, n.2, 
p.1-10. 2010. 
LAW, Amanda; MESSER, Harold. An Evidence-Based Analysis of the Antibactial 
Effectiveness of Intracanal Medicaments. Journal of Endodontics. Chicago, v.30, n.10, 
p.689-694, out. 2004. 
LEAL, Jayme Maurício. Obturação dos Canais Radiculares (Definição, Importância, 
Objetivos, Limite e Momento). In: LEONARDO, Mario Roberto. Endodontia: tratamento 
de canais radiculares, princípios técnicos e biológicos. 4ª Ed. São Paulo: Artes Médicas, 
2005. V. 2, Cap.24, p.1049-1061. 
LEONARDO, Mario Roberto; DA SILVA, Lea Assed Bezerra. Filosofia do tratamento de 
canais radiculares Necropulpectomia: conceituação. In: LEONARDO, Mario Roberto. 
Endodontia: tratamento de canais radiculares, princípios técnicos e biológicos. 4ª Ed. 
São Paulo: Artes Médicas, 2005. V.2, Cap.6, p.123-166. 
19 
 
MENG, L.; HUA, F; BIAN, Z. Coronavirus disease 2019(COVID-19): Emerging and Future 
Challenges for Dental and Oral Medicine. Journal of Dental Research. Alexandria, v.99, 
n.5, p.481-487, mai. 2020. 
MOSHARI, Amirabbas. at al. Nonsurgical Management of an Extensive Endodontic 
Periapical Lesion: A Case Report. Iranian Endodontic Journal. Teerã, v. 12, n.1, p.116-119. 
2017. 
NAVES, Vanessa Araujo. Tratamento Endodôntico não cirúrgico de lesão periapical 
extensa – Relato de caso. Orientadora: Luciana Arantes Porto Carvalho. 18f. Trabalho de 
Conclusão de curso (Odontologia). Uberlândia, Universidade Federal de Uberlândia, 2017. 
PEREIRA, Renato Piai et al. Resolução cirúrgica de periodontite apical crônica: relato de 
caso. Revista Odontológica da Universidade Cidade de São Paulo. São Paulo, v.25, n.1, 
p.77-82. jan./abr. 2013. 
RÔÇAS, Isabela N. et al. Patologia Pulpar e Perirradicular. In: LOPES, Helio Pereira; 
SIQUEIRA JUNIOR, José Freitas. Endodontia Biologia e Técnica. 4ª Ed. Rio de Janeiro-RJ, 
2015. Cap.2, p.55-123. 
SCHAEFFER, Michelle A.; WHITE, Robert R.; WALTON, Richard E. Determining the 
optimal obturation length: a meta-analysis of literature. Journal of Endodontics. Chicago, 
v.31, n.4, p.271-274. abr. 2005. 
SIQUEIRA JUNIOR, José Freitas. Strategies to treat infected root canals. Journal of the 
California Dental Association. Sacramento, v.29, n.12, p.825-837. dec. 2001. 
SIQUEIRA JUNIOR, José Freitas; ROÇAS, Isabela N.; LOPES, Hélio Pereira. 
Fundamentação Fisiológica do Tratamento Endodôntico. In. LOPES, Helio Pereira; 
SIQUEIRA JUNIOR, José Freitas. Endodontia Biologia e Técnica. 4ª Ed. Rio de Janeiro-RJ, 
2015. Cap.9, p.459-515. 
SIQUEIRA JUNIOR, José Freitas; LOPES, Hélio Pereira; ELIAS, Carlos N. Obturação dos 
Canais Radiculares. In. LOPES, Helio Pereira; SIQUEIRA JUNIOR, José Freitas. 
Endodontia Biologia e Técnica. 4ª Ed. Rio de Janeiro-RJ, 2015. Cap.16, p.992-1102. 
SIQUEIRA JUNIOR, José Freitas et al. Princípios biológicos do tratamento endodôntico de 
dentes com polpa necrosado e lesão periapical. Revista Brasileira de Odontologia. Rio de 
Janeiro, v. 69, n.1, p.8-14. jan./jun. 2012. 
SOUSA, Ronaldo Araújo et al. Tratamento endodôntico de incisivo lateral superior com 
curvatura apical acentuada e lesão periapical. Revista Baiana de Odontologia. Salvador, v.7, 
n.1, p.74-79. mar. 2016. 
TOCANTINS. Casa civil. Decreto nº 6.071, de 18 de março de 2020. Determina ação 
preventiva para o enfrentamento da pandemia da COVID-19 (novo Coronavírus). Palmas, 
n.5.566, p.1-2. mar. 2020. 
UNITPAC, Pró-Reitoria. Comunicado – Prevenção do contágio e propagação do Coronavírus 
(COVID-19). Araguaína. 16 mar. 2020. Disponível em: 
https://www.unitpac.com.br/noticias/2020/3/16/comunicado-prevencao-do-contagio-e-
propagacao-do-coronavirus-covid-19. Acesso em: 16 mar. 2021. 
https://www.unitpac.com.br/noticias/2020/3/16/comunicado-prevencao-do-contagio-e-propagacao-do-coronavirus-covid-19
https://www.unitpac.com.br/noticias/2020/3/16/comunicado-prevencao-do-contagio-e-propagacao-do-coronavirus-covid-19

Mais conteúdos dessa disciplina