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CENTRO UNIVERSITÁRIO LEONARDO DA VINCI
NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - NEAD
RELATÓRIO DE PRÁTICA VIRTUAL
	IDENTIFICAÇÃO
	1. Acadêmico: Claudia Regina Frandoloso
	2. Matrícula: 4589159
	3. Curso: Farmácia
	4. Turma: FLD6662592SAU
	5. Disciplina: Microbiologia Clínica
	6. Tutor(a) Externo(a): 
	DADOS DA PRÁTICA
	1. Título: Preparação de Esfregaço e Coloração de Gram
	2. Semestre: 2025/2
	3. Data: 20/08/2025
	INTRODUÇÃO
	Como as bactérias são, em sua maioria, transparentes, utilizam-se corantes para colori-las na observação microscópica. Fazer um esfregaço bacteriano prepara as bactérias para serem coradas, e a coloração é uma maneira rápida e fácil de observá-las e classificá-las quanto ao formato, à formação de grupos e se são Gram-positivas ou Gram-negativas (Brooks et al., 2014).
A coloração de Gram é uma técnica microbiológica utilizada para diferenciar bactérias em Gram-positivas (roxo/púrpura) e Gram-negativas (rosa/vermelho), com base na composição da parede celular. O processo inicia-se com a preparação do esfregaço: uma amostra bacteriana é espalhada em uma lâmina de vidro, seca ao ar e fixada ao calor. As Gram-positivas retêm o cristal violeta e permanecem roxas, enquanto as Gram-negativas perdem o corante inicial e se coram com a safranina, adquirindo coloração rosa. A técnica é rápida, simples e fundamental para identificação bacteriana preliminar, orientando o diagnóstico clínico e o uso de antibióticos.
	OBJETIVOS
	· Realizar os procedimentos da coloração de Gram de forma consistente e precisa;
· Preparar amostras bacterianas para diagnóstico laboratorial;
· Diferenciar as colônias de bactérias entre as duas categorias principais: Gram-positiva ou Gram-negativa;
· Compreender a coloração de Gram e como ela afeta os diferentes grupos de bactérias de acordo com as características bioquímicas e estruturais de suas paredes celulares;
· Visualizar as diferentes morfologias, cores, brilhos e bordas das bactérias presentes nos ágares manitol e MacConkey;
· Implementar o conhecimento adquirido para discutir a presença de microbiota da pele e de bactérias no ambiente.
	MATERIAIS
	Acendedor; Alça Inoculadora; Álcool Etílico; Bico de Bunsen; Fucsina; Lâminas; Lugol; Microscópio; Óleo de imersão; Placa de cultura; Pinça metálica; Pissetas; Soro fisiológico; Violeta de genciana.
	METODOLOGIA
	Para dar início ao experimento, coloquei os equipamentos de proteção individual, sendo obrigatório o uso de jaleco, luvas, óculos de proteção e máscara.
PREPARANDO A AMOSTRA: Gotejei o soro fisiológico na lâmina, liguei o bico de Bunsen e ajustei a chama. Utilizando a alça inoculadora, perto ao bico de Bunsen, retirei uma pequena porção da amostra biológica que será examinada e coloquei-a na lâmina. Depois, passei a lâmina sob a chama para fixar o material.
CORANDO A LÂMINA: Movi a lâmina para a pia. Em seguida, cobri a lâmina com violeta de genciana por 1 minuto. Depois, enxaguei em água corrente. Cobri a lâmina com lugol, também por 1 minuto e, em seguida, lavei a lâmina em água corrente. Molhei a lâmina com álcool por aproximadamente 10 segundos e enxaguei em água corrente. Por fim, cobri a lâmina com fucsina por 30 segundos e lavei em água corrente.
REALIZANDO A LEITURA: Movi a lâmina para o microscópio. Selecionei a objetiva de 100x e gotejei o óleo de imersão sobre a lâmina. Observei o resultado através da lente ocular. Anotei as suas observações. Retirei a lâmina do microscópio e desliguei.
REPETINDO A LEITURA: Realizei os procedimentos anteriores para as lâminas 2.
	RESULTADOS E DISCUSSÕES
	1. Qual objetivo de realizar o experimento em 2 lâminas? O que se espera observar?
O objetivo de realizar um experimento em 2 lâminas geralmente é comparar diferentes amostras ou condições. Ao usar duas lâminas, você pode observar variações em características específicas, como coloração, morfologia celular ou reações a diferentes tratamentos. O que se espera observar é a diferença entre as amostras, que pode ajudar a entender melhor o fenômeno estudado.
2. Analisando a coloração obtida na primeira e na segunda lâmina, é possível determinar se o resultado é Gram positivo ou negativo? Caso seja possível, classifique justificando a resposta.
Sim, é possível determinar se o resultado é Gram-positivo ou Gram-negativo analisando a coloração obtida em cada lâmina, desde que a técnica tenha sido realizada corretamente.
Gram-positiva:
As bactérias aparecem com coloração roxa ou púrpura.
Justificativa: A parede celular espessa, rica em peptidoglicano, retém o corante cristal violeta mesmo após a etapa de descoloração com álcool-acetona.
Gram-negativa:
As bactérias aparecem com coloração rosa ou vermelha.
Justificativa: A parede celular possui uma camada fina de peptidoglicano e uma membrana externa lipídica, que permite a saída do cristal violeta na descoloração, retendo apenas a safranina (contracorante). 
	REGISTRO FOTOGRÁFICO
	
Bancada pronta para iniciar o experimento.
Utilizando a alça inoculadora para colocar a amostra na lâmina.
Passando a lâmina no bico de Bunsen e em seguida fazendo o procedimento de coloração das lâminas.
Fazendo o processo de lavagem das lâminas para cada processo de coloração.
Resultado final das lâminas sendo a primeira Gram-negativa e a segunda Gram-positiva
	REFERÊNCIAS
	https://trilhaaprendizagem.uniasselvi.com.br/18841_microbiologia_clinica/laboratorio.html
https://uniasselvi.grupoa.education/sagah/object/default/110243409
https://www.uniasselvi.com.br/extranet/layout/request/trilha/materiais/livro/livro.php?codigo=251316
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