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e-Book NR12 V2.0 Portaria Nº916 30 de Julho de 2019 
1. Índice 
 
1. Índice ............................................................................................................................................ 3 
2. Motivação ..................................................................................................................................... 5 
3. Introdução .................................................................................................................................... 7 
4. Conteúdo ...................................................................................................................................... 8 
4.1 Normas Regulamentadoras ................................................................................................ 8 
4.2 Normas Técnicas ................................................................................................................. 9 
4.3 Relação Entre Normas Nacionais e Internacionais ........................................................... 10 
4.4 Estrutura das Principais Normas Técnicas de Segurança.................................................. 11 
4.5 Norma Regulamentadora NR 12 ....................................................................................... 12 
4.5.1 Objetivo ............................................................................................................................... 12 
4.5.2 Histórico .............................................................................................................................. 12 
4.5.3 Conceito .............................................................................................................................. 12 
4.5.4 Aplicação ............................................................................................................................. 14 
4.5.5 Não se Aplica ....................................................................................................................... 14 
4.5.6 Dever do Empregador ......................................................................................................... 15 
4.5.7 Dever dos Trabalhadores .................................................................................................... 15 
4.6 Como Adequar à NR12 ......................................................................................................... 15 
4.6.1 Fluxograma de Adequação à NR12 ...................................................................................... 16 
4.6.2 Relação de Máquinas e Equipamentos................................................................................ 17 
4.6.3 Apreciação de Riscos à NR12 ............................................................................................... 20 
4.6.4 Recolhimento de ART Apreciação de Riscos ........................................................................ 33 
4.6.5 Elaboração de Cronograma de Adequação à NR12 ............................................................. 33 
4.6.6 Adequação Fabril à NR12 .................................................................................................... 34 
4.6.7 Adequação de Máquinas e Equipamentos à NR12 .............................................................. 35 
4.6.8 Confecção do Livro de Adequação de Máquinas e Equipamentos à NR12 .......................... 38 
4.7 Dispositivos Típicos na Adequação à NR12 .......................................................................... 39 
4.8 Estudos de Caso Adequação de Máquinas e Equipamentos à NR12 ................................... 44 
4.9 Conceitos Importantes da NR12 ........................................................................................... 60 
 
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5. Dúvidas Frequentes de NR12 ..................................................................................................... 65 
6. Referências ................................................................................................................................. 66 
7. Sobre o Autor.............................................................................................................................. 67 
 
 
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2. Motivação 
 
Atualmente, no Brasil há a vigência de Normas Regulamentadoras que contém as regras de 
caráter obrigatório com a finalidade de estabelecer requisitos técnicos e legais sobre os aspectos 
mínimos de Segurança e Saúde Ocupacional no trabalho. Os números alarmantes de acidentes 
no trabalho levaram o Ministério do Trabalho e Emprego a atualizar e fiscalizar com mais rigor a 
Norma Regulamentadora NR12 que se refere a Segurança no Trabalho de Máquinas e 
Equipamentos. As últimas revisões da NR12 trouxeram evoluções no sentido da Segurança no 
Trabalho, contudo, ainda há muitas dúvidas e desconhecimento de seus principais itens e 
conceitos, este e-Book tem por objetivo esclarecer alguns aspectos desta Norma, principalmente 
referente ao processo de adequação de máquinas e equipamento à NR12. A seguir temos alguns 
dados referentes a acidentes no trabalho que também nos motivam em busca de melhores 
condições de trabalho para a classe trabalhadora deste país. 
 
Figura 1 – Mapa de Acidentes do Trabalho no Brasil Fonte: Observatório SST 
 
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Figura 2 – Gastos com a Previdência superam 85 Bilhões de Reais devido a acidentes de trabalho (2012-2019) 
Fonte: Observatorio SST 
 
 
 
Figura 3 – Dados de Acidentes do Trabalho no Brasil (2012-2019) Fonte: Observatorio SST 
 
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3. Introdução 
 
Neste e-book você aprenderá como adequar máquinas e equipamentos à Norma 
Regulamentadora 12 (NR12), em meio ao aprendizado de adequação à NR12 você receberá o 
passo a passo de como realizar este processo de forma correta e bem aceita pela fiscalização do 
Ministério Público do Trabalho e à Auditoriam
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Mesa Acumuladora 
Antes Depois 
 
 
Mesa Acumuladora 
 
-Pontos de Riscos: Transmissão de Forças, Eixo do Motor. 
-Consequências dos Riscos: Fraturas, Esmagamento. 
-Risco Conforme ISO12100 (Geralmente): HRN-32, Risco-Baixo. 
-Categoria Risco NBR14153 (Geralmente): Categoria 1. 
-Solução Mecânica: Instalação de Proteção Radial em Policarbonato Transparente com um Acesso 
Monitorado. 
-Solução Elétrica: Instalação de Botão de Emergência em Categoria 1, Instalação de Sensor 
Magnético no acesso da Proteção Radial, em Categoria 1 não é necessário a instalação de Relé de 
Segurança. 
 
 
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Misturador 
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Misturador 
 
-Pontos de Riscos: Paleta de Mistura, Transmissão de Forças, Eixo do Motor. 
-Consequências dos Riscos: Corte, Fraturas, Esmagamento. 
-Risco Conforme ISO12100 (Geralmente): HRN-80, Risco-Alto. 
-Categoria Risco NBR14153 (Geralmente): Categoria 4. 
-Solução Mecânica: Instalação de Tampa de Proteção no material do Misturador. 
-Solução Elétrica: Instalação de Botão de Emergência em Categoria 4, Instalação de Rearme 
Manual, Instalação de Chave de Segurança com Bloqueio (Duplicadas quando Máquina de 
Panificação), Instalação de Relé Monitor de Velocidade para chaves de segurança, Instalação de 
Relés de Segurança ou CLP de Segurança para monitoramento das Chaves e Botões. 
 
 
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Policorte 
Antes Depois 
 
 
Policorte 
 
-Pontos de Riscos: Disco de Corte, Transmissão de Forças, Eixo do Motor. 
-Consequências dos Riscos: Corte, Fraturas, Esmagamento. 
-Risco Conforme ISO12100 (Geralmente): HRN-256, Risco-Alto. 
-Categoria Risco NBR14153 (Geralmente): Categoria 4. 
-Solução Mecânica: Instalação de Proteção nas Correias e Transmissão de Força, Instalação de 
Proteção de Descanso no Disco de Corte (Proteção Isola o Disco enquanto a máquina não corta). 
-Solução Elétrica: Instalação de Botão de Emergência em Categoria 4, Instalação de Rearme 
Manual, Instalação de Relés de Segurança para Monitoramento do Botão de Emergência. 
 
 
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Prensa Excêntrica (Engate de Chaveta) 
Antes Depois 
 
 
Prensa Excêntrica (Engate de Chaveta) 
 
-Pontos de Riscos: Ferramenta de Prensagem (Martelo), Transmissão de Forças, Eixo do Motor. 
-Consequências dos Riscos: Corte, Fraturas, Esmagamento. 
-Risco Conforme ISO12100 (Geralmente): HRN-750, Risco-Inaceitável. 
-Categoria Risco NBR14153 (Geralmente): Categoria 4. 
-Solução Mecânica: Instalação de Proteção nas Correias e Transmissão de Força, Instalação de 
Proteção na Ferramenta (Impedir acesso de mãos e dedos, apenas material). 
-Solução Elétrica: Instalação de Botão de Emergência em Categoria 4, Instalação de Chaves de 
Segurança com Bloqueio, Instalação de Relé Monitor de Velocidade para o bloqueio das Chaves de 
Segurança, Instalação de Pedal de Segurança para batida do Martelo, Instalação de Calço de 
Segurança, Instalação de Rearme Manual, Instalação de Relés de Segurança ou CLP de Segurança 
para Monitoramento do Botão de Emergência. 
Obs.: Caso seja utilizado como solução o trabalho do não uso de Proteção na Ferramenta deverá ser 
utilizado Cortina de Luz com comando Bimanual para batida do Martelo. 
 
 
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Prensa Hidráulica 
Antes Depois 
 
Prensa Hidráulica 
 
-Pontos de Riscos: Ferramenta de Prensagem (Martelo), Unidade Hidráulica (Mangueiras). 
-Consequências dos Riscos: Corte, Fraturas, Esmagamento. 
-Risco Conforme ISO12100 (Geralmente): HRN-400, Risco-Alto. 
-Categoria Risco NBR14153 (Geralmente): Categoria 4. 
-Solução Mecânica: Instalação de Proteção na Unidade Hidráulica, Instalação de Proteção Lateral na 
Ferramenta (Impedir acesso de mãos e dedos, apenas material), Instalação de Válvula de Segurança 
Hidráulica. 
-Solução Elétrica: Instalação de Botão de Emergência em Categoria 4, Instalação de Cortina de Luz 
na parte Frontal da Ferramenta, Instalação de Comando Bimanual para batida do Martelo, Instalação 
de Relé de Simultaneidade para o Bimanual, Instalação de Calço de Segurança, Instalação de 
Rearme Manual, Instalação de Relés de Segurança ou CLP de Segurança para Monitoramento dos 
Dispositivos de Segurança. 
Obs.: Quando não é necessário se manusear o material com ferramenta aberta é possível a 
adequação apenas com proteção da ferramenta com porta de acesso monitorada por Sensor 
Magnético, diminuindo drasticamente os custos. 
 
 
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Robôs 
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Robôs 
 
-Pontos de Riscos: Transmissões de Forças, Ferramenta de Prensagem, Soldagem ou Corte. 
-Consequências dos Riscos: Corte, Fraturas, Esmagamento. 
-Risco Conforme ISO12100 (Geralmente): HRN-80, Risco-Alto. 
-Categoria Risco NBR14153 (Geralmente): Categoria 4. 
-Solução Mecânica: Instalação de Proteção Perimetral com Acessos Monitorados. 
-Solução Elétrica: Instalação de Botão de Emergência em Categoria 4, Instalação de Chave de 
Segurança com Bloqueio nos acessos ou Instalação de Cortina de Luz no Local de Acesso (Varia de 
acordo com a operação dos Robôs), Instalação de Rearme Manual, Instalação de Relés de Segurança 
ou CLP de Segurança para Monitoramento dos Dispositivos de Segurança. 
Obs.: Por serem equipamentos automatizados geralmente não precisam de intervenção humana, logo 
geralmente a adequação se torna simplificada. 
 
 
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e-Book NR12 V2.0 Portaria Nº916 30 de Julho de 2019 
Serra Circular de Bancada 
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Serra Circular de Bancada 
 
-Pontos de Riscos: Disco de Corte, Transmissão de Forças, Eixo do Motor. 
-Consequências dos Riscos: Corte, Amputação, Fraturas, Esmagamento. 
-Risco Conforme ISO12100 (Geralmente): HRN-400, Risco-Alto 
-Categoria Risco NBR14153 (Geralmente): Categoria4. 
-Solução Mecânica: Instalação de Proteção nas Correias e Transmissão de Força, Instalação de 
Proteção da Serra (Parte Inferior da Bancada) coloca-se uma gaveta para retirada de resíduos, 
Instalação de Proteção da Serra (Parte Superior) também chamada de Coifa (Proteção com 
contrapeso que se move quando o material é cortado). 
-Solução Elétrica: Instalação de Botão de Emergência em Categoria 4, Instalação de Rearme 
Manual, Instalação de Relés de Segurança para Monitoramento do Botão de Emergência. 
 
 
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e-Book NR12 V2.0 Portaria Nº916 30 de Julho de 2019 
Serra de Fita Vertical 
Antes Depois 
 
Serra Fita Vertical 
 
-Pontos de Riscos: Serra, Transmissão de Forças, Eixo do Motor. 
-Consequências dos Riscos: Corte, Amputação, Fraturas, Esmagamento. 
-Risco Conforme ISO12100 (Geralmente): HRN-500, Risco-Inaceitável 
-Categoria Risco NBR14153 (Geralmente): Categoria 4. 
-Solução Mecânica: Instalação de Proteção Móvel nas Roldanas de Transmissão de Força, 
Instalação de Braço Articulado para Manuseio do Material. 
-Solução Elétrica: Instalação de Chaves de Segurança com Bloqueio nas Proteções Móveis das 
Roldanas (Quando o acesso é continuo para limpeza, caso contrário, caracterizar como proteção fixa 
e utilizar parafusos), Instalação de Relé de Monitoramento de Velocidade (Quando necessita-se de 
Chaves de Segurança com Bloqueio), Instalação de Botão de Emergência em Categoria 4, Instalação 
de Rearme Manual, Instalação de Relés de Segurança para Monitoramento do Botão de Emergência 
e Chaves de Segurança. 
 
 
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Serra de Fita Horizontal 
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Serra Fita Horizontal 
 
-Pontos de Riscos: Serra, Transmissão de Forças, Eixo do Motor. 
-Consequências dos Riscos: Corte, Amputação, Fraturas, Esmagamento. 
-Risco Conforme ISO12100 (Geralmente): HRN-400, Risco-Alto. 
-Categoria Risco NBR14153 (Geralmente): Categoria 4. 
-Solução Mecânica: Instalação de Proteção Perimetral com Acesso para Entrada e Saída de Material. 
-Solução Elétrica: Instalação de Chaves de Segurança com Bloqueio nas Proteções Móveis, 
Instalação de Relé de Monitoramento de Velocidade (Quando se necessita de Chaves de Segurança 
com Bloqueio), Instalação de Botão de Emergência em Categoria 4, Instalação de Rearme Manual, 
Instalação de Relés de Segurança para Monitoramento do Botão de Emergência e Chaves de 
Segurança. 
 
 
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Torno Mecânico Convencional 
Antes Depois 
 
 
Torno Mecânico Convencional 
 
-Pontos de Riscos: Placa (Mandril), Transmissão de Forças, Fuso, Ponta do Castelo, Eixo do Motor e 
Engrenagens. 
-Consequências dos Riscos: Óbito, Amputação, Corte, Fraturas, Esmagamento. 
-Risco Conforme ISO12100 (Geralmente): HRN-500, Risco-Inaceitável. 
-Categoria Risco NBR14153 (Geralmente): Categoria 4. 
-Solução Mecânica: Instalação de Proteção na Placa (Proteção Meia-Lua), Instalação de Proteção do 
Castelo (Proteção Articulada em Policarbonato Transparente), Instalação de Proteção no Fuso 
(Cortina Articulada), Instalação de Proteção nas Engrenagens (Transmissão de Forças). 
-Solução Elétrica: Instalação de Sensores de Segurança nas Proteções do Fuso e Castelo, Instalação 
de Botões de Emergência em Categoria 4 no Painel de Operação e no Carro do Castelo, Instalação de 
Rearme Manual, Instalação de Relés de Segurança ou CLP de Segurança para Monitoramento do 
Botões de Emergência e Chaves de Segurança. 
 
 
 
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4.9 Conceitos Importantes da NR12 
 
Rearme 
Função de permissível, em que se verifica eletricamente a situação de todos dispositivos de 
segurança instalados, após isso um sinal elétrico é gerado permitindo assim a partida do 
equipamento. Resumindo, é uma função de segurança utilizada para restaurar manualmente uma 
ou mais funções de segurança antes de reiniciar uma máquina ou parte dela. 
 
Item 12.5.3 Os sistemas de segurança, se indicado pela apreciação de riscos, devem exigir rearme 
(“reset”) manual. 
 
Geralmente o Rearme é caracterizado por um Botão Azul Iluminado indicando a situação de 
Rearme Habilitado, a cor azul é um padrão europeu determinado por Normas Técnicas Europeias. 
 
 
Figura 12 – Botão de Rearme Pulsador Iluminado Azul 
 
 
Dispositivos de Partida e Parada 
Função de habilitar funcionamento ou parada do equipamento em situação normal de operação 
após a situação de Rearme. 
Item 12.4.1 Os dispositivos de partida, acionamento e parada das máquinas devem ser projetados, 
selecionados e instalados de modo que: 
a) não se localizem em suas zonas perigosas; 
b) possam ser acionados ou desligados em caso de emergência por outra pessoa que não 
seja o operador; 
c) impeçam acionamento ou desligamento involuntário pelo operador ou por qualquer 
outra forma acidental; 
d) não acarretem riscos adicionais; e 
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e) dificulte-se a burla. 
Item 12.4.2 Os comandos de partida ou acionamento das máquinas devem possuir dispositivos que 
impeçam seu funcionamento automático ao serem energizadas 
 
Figura 13 – Botão de Liga e Desliga Pulsador 
 
 
Bloqueio Operacional 
Diferentemente do Bloqueio de Energização conforme estabelecido pela Norma Regulamentadora 
NR10, o Bloqueio Operacional tem a função de não permitir a operação por pessoas não 
autorizadas de determinados equipamentos. 
Item 12.4.9 As máquinas e equipamentos, cujo acionamento por pessoas não autorizadas possam 
oferecer risco à saúde ou integridade física de qualquer pessoa, devem possuir sistema que 
possibilite o bloqueio de seus dispositivos de acionamento. 
 
 
Figura 26 – Exemplo de Bloqueio Operacional 
 
 
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Medidas Adicionais de Sinalização 
As sinalizações são de grande importância com relação a operação segura de máquinas e 
equipamentos. 
Item 12.12.1 As máquinas e equipamentos, bem como as instalações em que se encontram, devem 
possuir sinalização de segurança para advertir os trabalhadorese terceiros sobre os riscos a 
que estão expostos, as instruções de operação e manutenção e outras informações necessárias 
para garantir a integridade física e a saúde dos trabalhadores. 
 
 
 
Figura 14 – Exemplos de Placas de Sinalizações 
 
 
Figura 15 – Exemplos de Sinalização Luminosa 
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Redundância 
Aplicação de mais de um componente, dispositivo ou sistema, a fim de assegurar que, havendo 
uma falha em um deles na execução de sua função o outro estará disponível para executar esta 
função. 
 
Figura 169 – Exemplo de Redundância de Contatores 
 
Medidas Administrativas 
Devido à complexidade operacional de vários equipamentos e processos produtivos, por vezes é 
possível que não se encontre uma solução de engenharia para mitigação total dos riscos. A NR 12 
determina que quando são sanadas as medidas de proteção coletiva que se estabeleça medidas 
administrativas operacionais e utilização de equipamentos de proteção individuais. 
 
 
 
 
 
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Interface de Segurança 
Dispositivo responsável por realizar o monitoramento, verificando a interligação, posição e 
funcionamento de outros dispositivos do sistema, impedindo a ocorrência de falha que provoque a 
perda da função de segurança, como relés de segurança, relés configuráveis de segurança e 
Controladores Lógicos Programáveis de Segurança (CLPs). 
A diferença de escolha entre os três tipos de dispositivos citados é uma questão econômica e que 
varia de acordo com a quantidade de dispositivos de segurança monitorados e acionamentos 
realizados. 
 
Figura 30 – Exemplo de Dispositivos de Monitoramento de Segurança 
 
Anexos Importantes para Assuntos Específicos 
Anexo I - Requisitos para o uso de detectores de presença optoeletrônicos. 
Anexo II - Conteúdo programático da capacitação. 
Anexo III - Meios de acesso a máquinas e equipamentos. 
Anexo IV - Glossário. 
Anexo V - Motosserras. 
Anexo VI - Máquinas para panificação e confeitaria. 
Anexo VII - Máquinas para açougue, mercearia, bares e restaurantes. 
Anexo VIII - Prensas e similares. 
Anexo IX - Injetora de materiais plásticos. 
Anexo X - Máquinas para fabricação de calçados e afins. 
Anexo XI - Máquinas e implementos para uso agrícola e florestal 
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5. Dúvidas Frequentes de NR12 
 
1- Quem pode assinar projetos de NR12? 
Utilizando o rigor das funções estabelecidas pelos conselhos profissionais é conveniente que 
um Engenheiro de Segurança assuma a responsabilidade técnica da Apreciação dos Riscos e 
da Validação após a Adequação à NR12, Engenheiros Mecânico e Eletricista assumem as 
responsabilidade técnica dos Projetos mecânico e elétrico respectivamente. Contudo a 
Norma cita “12.5.2.1 A instalação de sistemas de segurança deve ser realizada por 
profissional legalmente habilitado ou profissional qualificado ou capacitado, quando 
autorizados pela empresa”. Logo, Técnicos de Segurança do Trabalho, Técnicos em 
Eletromecânica, Técnicos em Automação, Técnicos em Elétrica e Mecânica, podem assumir 
papéis importantes desde que sejam legalmente habilitados nos conselhos profissionais. 
 
2- Precisa emitir ART para reconstituir Manual, Treinamentos? 
Não, geralmente quando se está nesta etapa final do processo de adequação de máquinas e 
equipamentos é emitido apenas uma ART final de Validação contemplando as evidencias 
dos Manuais, Treinamentos e Atualização do HRN. 
 
3- Engenheiro Mecânico e Eletricista podem elaborar Apreciação de Riscos? 
Sim, as Normas Técnicas ISO12100 e NBR14153 envolvem mecânica e elétrica, não havendo 
impeditivos nas funções estabelecidas pelos conselhos profissionais. 
 
4- Profissional de Segurança do Trabalho pode assinar os Projetos Elétricos e Mecânicos? 
Não, Profissionais de Segurança do Trabalho tem uma grande importância no Processo de 
Apreciação dos Riscos e Validação das adequações à NR12. 
 
5- Como ocorre a Fiscalização referentes à NR12? 
Através dos Auditores Fiscais do Trabalho e o Ministério Público do Trabalho, o processo de 
fiscalização pode variar, mas geralmente segue o seguinte ciclo: Notificação (Sem Multa), 
Autuação (Multa Financeira), Interdição (Lacre da Máquina ou Fábrica) ou TAC (Termo de 
Ajuste de Conduta). 
 
6- Qual o prazo para Adequação à NR12? 
Até a data da emissão da versão deste e-Book todos os prazos foram expirados, alguns itens 
específicos de Prensas e Similares tem o prazo até 2020, outros itens de Equipamentos de 
Guindar e Elevação de Pessoas tem o prazo até 2021 para cumprimento total de seu anexo. 
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6. Referências 
 
NR-12 PORTARIA Nº916 30 JULHO DE 2019 - Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos; 
NBR ISO 12100:2013 - Segurança de máquinas — Princípios gerais de projeto — Apreciação e 
redução de riscos. 
ABNT NBR 14153 - Segurança de máquinas - Partes de sistemas de comando relacionadas à 
segurança - Princípios gerais para projeto; 
MTE NR-10 – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade. 
http://trabalho.gov.br/seguranca-e-saude-no-trabalho/normatizacao/normas-regulamentadoras 
https://observatoriosst.mpt.mp.br/ 
 
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7. Sobre o Autor 
 
Engenheiro Eletricista e também Técnico em Automação Industrial trabalha com Projetos de 
Adequação de Máquinas e Equipamentos à NR12 por mais de 6 Anos em que pôde participar do 
Projeto de mais de 250 Máquinas dos mais variados tipos nas mais variadas empresas de todos os 
ramos de atuação. Atualmente presta serviços de Consultoria em NR12, Projetos Elétricos 
Residenciais e Industriais, Projetos de Automação e Treinamentos de NR10 e NR12. 
 
Ficou com alguma dúvida? Não deixe de entrar em contato! 
E-mail: contato@zionengenharia.com.br 
Site: www.zionengenharia.com.br 
 
 
 
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mailto:contato@zionengenharia.com.brFiscal do Trabalho. 
A Norma Regulamentadora NR12 apresenta os requisitos mínimos para prevenção de acidentes 
e doenças do trabalho em máquinas e equipamentos de todos os tipos desde que tenha ação 
não humana em sua concepção de operação. Esta Norma abrange máquinas e equipamentos na 
etapa de projeto, fabricação, comercialização ou importação. Portanto, toda empresa que 
dispõe em seu parque fabril máquinas e equipamentos que propiciem riscos para seus 
colaboradores e aos envolvidos indiretamente em suas operações, devem ser adequados a esta 
Norma por meio do acréscimo de projeto de segurança por pessoas legalmente habilitadas. 
 
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4. Conteúdo 
4.1 Normas Regulamentadoras 
 
As Normas Regulamentadoras (NRs) são documentos normativos publicados e editados pelo 
Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), e estão baseadas em leis relativas à segurança e 
medicina do trabalho, as Normas Regulamentadoras contém regras de caráter obrigatório com a 
finalidade de estabelecer requisitos técnicos e legais sobre os aspectos mínimos de Segurança e 
Saúde Ocupacional (SSO), seja diretamente, seja pela referência a normas técnicas, ou pela 
incorporação de todo ou apenas parte do conteúdo destas normas. Atualmente estão em vigor 
36 Normas Regulamentadoras. A portaria MTB nº 3.214, de junho de 1978, Aprova as Normas 
Regulamentadoras NR - do Capítulo V, Título II, da Consolidação das Leis do Trabalho, relativas à 
Segurança e Medicina do Trabalho. 
Resumindo, as Normas Regulamentadoras são baseadas nas Leis do Trabalho, ou seja, são as 
regulamentações de uma lei, são também de caráter obrigatório e tem a finalidade de 
estabelecer requisitos técnicos e legais sobre os aspectos mínimos de segurança e saúde do 
trabalho. O não cumprimento pode acarretar a aplicação das penalidades previstas na legislação 
pertinente. 
Normas Regulamentadoras Vigentes 
NR-1 - DISPOSIÇÕES GERAIS 
NR-2 - INSPEÇÃO PRÉVIA (REVOGADA PORTARIA Nº915 DE 30 DE JULHO DE 2019) 
NR-3 - EMBARGO OU INTERDIÇÃO 
NR-4 - SERVIÇOS ESPECIALIZADOS EM ENGENHARIA DE SEGURANÇA E EM MEDICINA DO TRABALHO 
NR-5 - COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES 
NR-6 - EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL - EPI 
NR-7 - PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE SAÚDE OCUPACIONAL 
NR-8 - EDIFICAÇÕES 
NR-9 - PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS 
NR-10 - SEGURANÇA EM INSTALAÇÕES E SERVIÇOS EM ELETRICIDADE 
NR-11 - TRANSPORTE, MOVIMENTAÇÃO, ARMAZENAGEM E MANUSEIO DE MATERIAIS 
NR-12 - SEGURANÇA NO TRABALHO EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS 
NR-13 - CALDEIRAS, VASOS DE PRESSÃO E TUBULAÇÃO 
NR-14 - FORNOS 
NR-15 - ATIVIDADES E OPERAÇÕES INSALUBRES 
NR-16 - ATIVIDADES E OPERAÇÕES PERIGOSAS 
NR-17 - ERGONOMIA 
NR-18 - CONDIÇÕES E MEIO AMBIENTE DE TRABALHO NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO 
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Normas Regulamentadoras Vigentes 
NR-19 - EXPLOSIVOS 
NR-20 - SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO COM INFLAMÁVEIS E COMBUSTÍVEIS 
NR-21 - TRABALHOS A CÉU ABERTO 
NR-22 - SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL NA MINERAÇÃO 
NR-23 - PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS 
NR-24 - CONDIÇÕES SANITÁRIAS E DE CONFORTO NOS LOCAIS DE TRABALHO 
NR-25 - RESÍDUOS INDUSTRIAIS 
NR-26 - SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA 
NR-27 - REGISTRO PROFISSIONAL DO TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO (REVOGADA) 
NR-28 - FISCALIZAÇÃO E PENALIDADES 
NR-29 - NORMA REGULAMENTADORA DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO PORTUÁRIO 
NR-30 - SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO AQUAVIÁRIO 
NR-31 - SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO NA AGRICULTURA, PECUÁRIA SILVICULTURA, EXPLORAÇÃO 
FLORESTAL E AQUICULTURA 
NR-32 - SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO EM SERVIÇOS DE SAÚDE 
NR-33 - SEGURANÇA E SAÚDE NOS TRABALHOS EM ESPAÇOS CONFINADOS 
NR-34 - CONDIÇÕES E MEIO AMBIENTE DE TRABALHO NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO, REPARAÇÃO E DESMONTE 
NAVAL 
NR-35 - TRABALHO EM ALTURA 
NR-36 - SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO EM EMPRESAS DE ABATE E PROCESSAMENTO DE CARNES E 
DERIVADOS 
NR-37 - SEGURANÇA E SAÚDE EM PLATAFORMAS DE PETRÓLEO 
 
4.2 Normas Técnicas 
 
As Normas Técnicas são documentos estabelecidos por um consenso crítico, editados e 
aprovados por um órgão técnico reconhecido, que fornece para uso comum e repetitivo, regras, 
diretrizes ou características para atividades ou para seus resultados, visando à obtenção de um 
grau ótimo de ordenação em um dado contexto. É de caráter voluntário e torna-se obrigatória 
quando essa condição é estabelecida pelo poder público, como exemplo uma Norma 
Regulamentadora que exige o cumprimento de determinada Norma Técnica. 
O órgão técnico responsável pela normalização técnica no Brasil é a Associação Brasileira de 
Normas Técnicas (ABNT), fornecendo a base necessária ao desenvolvimento tecnológico 
brasileiro. É reconhecida como único Foro Nacional de Normalização através da Resolução do 
nº07 do CONMETRO, de 24/08/1992. 
 
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4.3 Relação Entre Normas Nacionais e Internacionais 
 
A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é a única associação específica que 
representa o Brasil nas entidades internacionais tais como International Organization for 
Standardization (ISO) e International Electrotechnical Commission (IEC), além das entidades de 
normalização regional Comissão Panamericana de Normas Técnicas (COPANT) e a Associação 
MERCOSUL de Normalização (AMN). A ABNT é uma entidade privada, sem fins lucrativos, em 
que é o membro co-fundador da ISO e da COPANT. 
As normas internacionais são reconhecidas pela Organização Mundial do Comércio (OMC) como 
a base para o comércio internacional. As normas ISO são voluntárias, cabendo aos seus 
membros decidirem se as adotam como normas nacionais ou não. A adoção de uma norma ISO 
como Norma Brasileira recebe a designação NBR ISO. 
Resumindo a interação entre as Normas nacionais e internacionais temos a seguintes 
configurações possíveis: Norma Regulamentadora (NR) - Regulamentação de uma Lei; Norma 
Técnica Brasileira (NBR) - Norma técnica aprovada pela ABNT; Norma Técnica MERCOSUL 
(NBR NM) - Traduzida e adotada pelo Brasil; e Norma Técnica Internacional (NBR ISO) - 
Traduzida e adotada pelo Brasil. 
 
 
Figura 4 – Conjunto de Siglas de Organizações Normalizadoras Nacionais e Internacionais 
 
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4.4 Estrutura das Principais Normas Técnicas de Segurança 
 
As Normas Técnicas fundamentais de segurança de máquinas e equipamentos podem ser 
distinguidas por basicamente três tipos de Normas: 
Normas Tipo A – Normas fundamentais de segurança: definem os conceitos, princípios de 
projetos e aspectos gerais válidos para todas as máquinas. 
Normas Tipo B – Aspectose componentes de segurança. 
Normas Tipo B1 – Aspectos gerais de segurança. 
Normas Tipo B2 – Componentes utilizados na segurança. 
Normas Tipo C – Normas de segurança por categoria de máquinas: fornecem prescrições 
detalhadas de segurança a um grupo particular de máquinas. 
 
 
Figura 5 – Organograma Principais Normas de Segurança 
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4.5 Norma Regulamentadora NR 12 
4.5.1 Objetivo 
Os principais objetivos da NR12 se relacionam com a segurança do trabalhador, as melhorias das 
condições de trabalho em máquinas e equipamentos, ao estabelecimento de máquinas e 
equipamentos intrinsecamente seguros, a efetivação do conceito de falha segura e ao 
estabelecimento de máquinas e equipamentos à prova de burla. 
 
4.5.2 Histórico 
 A NR-12 está regulamentada na Lei nº 6.514, de 22 de dezembro de 1977, especificamente 
na seção XI – Das Máquinas e Equipamentos, os Art. 184, 185 e 186 da CLT. 
 Publicação D.O.U. Portaria MTb n.º 3.214, de 08 de junho de 1978 06/07/78 
 Maior alteração e atualização no contexto do corpo da NR-12, foi publicada em 17 de 
dezembro de 2010, pela Portaria SIT n.º 197. 
 Última atualização Portaria n.º 916, de 30 de julho de 2019 
 
4.5.3 Conceito 
Item 12.1.1 - Esta Norma Regulamentadora - NR e seus anexos definem referências técnicas, 
princípios fundamentais e medidas de proteção para resguardar a saúde e a integridade física 
dos trabalhadores e estabelece requisitos mínimos para a prevenção de acidentes e doenças do 
trabalho nas fases de projeto e de utilização de máquinas e equipamentos(...) 
Resumindo, a NR12 define as medidas que devem ser submetidas às Máquinas e Equipamentos 
para assegurar a integridade física dos colaboradores. As medidas de proteção estabelecidas são 
nesta ordem de prioridade: Medidas de Proteção Coletiva, Medidas Administrativas ou de 
Procedimento de Trabalho, e Medidas de Proteção Individual. 
 
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Exemplos de Medidas de Proteção Coletiva 
 
Figura 6 – Exemplo de Proteção Física e Dispositivos de Segurança 
 
Exemplos de Medidas Administrativas 
 
Figura 7 – Exemplo de Procedimento Administrativo e Sinalizações 
 
Exemplos de Medidas de Proteção Individual 
 
Figura 8 – Exemplo de Tipos de Equipamentos de Proteção Individual 
 
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4.5.4 Aplicação 
A Norma NR12 aplica-se a máquinas e equipamentos novos e usados com princípio de 
funcionamento que possa vir a gerar riscos de choque mecânico e elétrico, riscos químicos e físicos. 
A NR12 se aplica a máquinas e equipamentos em todas as fases de utilização ao menos que sejam 
destinados à exportação. 
Item 12.1.1.1 Entende-se como fase de utilização o transporte, montagem, instalação, ajuste, 
operação, limpeza, manutenção, inspeção, desativação e desmonte da máquina ou 
equipamento. 
4.5.5 Não se Aplica 
A NR12 não se aplica a equipamentos movidos por força humana, eletrodomésticos, equipamentos 
que não sejam empregados para fins produtivos, equipamentos estáticos, ferramentas portáteis e 
máquinas certificadas pelo INMETRO. 
Aplica-se NR12 
 
Figura 9 – Exemplo de Tipos de Máquinas que se aplicam à NR12 
Não aplica-se NR12 
 
Figura 10 – Exemplo de Tipos de Máquinas que não se aplicam à NR12 
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4.5.6 Dever do Empregador 
Item 12.1.7 O empregador deve adotar medidas de proteção para o trabalho em máquinas e 
equipamentos, capazes de resguardar a saúde e a integridade física dos trabalhadores. 
Lembrando que as medidas de proteção para o trabalho são em ordem de prioridade: Medidas de 
Proteção Coletiva, Medidas Administrativas e Medidas de Proteção Individual. 
4.5.7 Dever dos Trabalhadores 
Item 12.1.9 Cabe aos trabalhadores: 
a) cumprir todas as orientações relativas aos procedimentos seguros de operação, alimentação, 
abastecimento, limpeza, manutenção, inspeção, transporte, desativação, desmonte e descarte das 
máquinas e equipamentos; 
b) não realizar qualquer tipo de alteração nas proteções mecânicas ou dispositivos de segurança de 
máquinas e equipamentos, de maneira que possa colocar em risco a sua saúde e integridade física 
ou de terceiros; 
c) comunicar seu superior imediato se uma proteção ou dispositivo de segurança foi removido, 
danificado ou se perdeu sua função; 
d) participar dos treinamentos fornecidos pelo empregador para atender às exigências/requisitos 
descritos nesta NR; 
e) colaborar com o empregador na implementação das disposições contidas nesta NR. 
4.6 Como Adequar à NR12 
Sendo Proprietário, Sócio, Colaborador ou Responsável pela Segurança de qualquer Empresa, é 
bem possível se inteirar e discutir as melhores soluções para Adequação à NR12. A Norma foi criada 
em 1978, passou por algumas atualizações até 1997 e em 2010 sofreu suas maiores alterações e 
passou a vigorar como o “carro chefe” da Segurança do Trabalho referindo-se a Máquinas e 
Equipamentos, em 2019 a Norma foi toda revisada retirando-se itens ambíguos e remendos, devido 
a sua complexidade técnica a NR12 gera muitas dúvidas e interpretações, além dos transtornos 
com as fiscalizações do Ministério Público do Trabalho. A seguir temos o passo a passo para 
Adequação à NR 12 de uma forma muito aceita pelos Auditores Fiscais e Especialistas do setor. 
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4.6.1 Fluxograma de Adequação à NR12 
 
2º Passo: Elaborar Apreciação de 
Riscos com Recolhimento de ART. 
Apreciação Compreende: 
Análise de Riscos ISO12100. 
Categorização de Risco NBR14153. 
1º Passo: Elaborar Relação 
Atualizada das Máquinas e 
Equipamentos. 
3º Passo: Elaborar Cronograma 
de Adequação com as devidas 
prioridades. 
4º Passo: Adequar Fábrica com 
Relação aos Itens Gerais da 
NR12 (Vias de Acesso, Áreas de 
Circulação, Sinalizações, 
Treinamentos, Manuais, Etc.) 
5º Passo: Adequar Máquinas e 
Equipamentos com Projetos de 
Mecânica/Elétrica/Automação 
Com Recolhimento de ART 
6º Passo: Revisão dos Manuais das 
Máquinas e Equipamentos, 
Procedimentos Operacionais, 
Apreciação de Riscos e Treinamento 
Operacional. 
7º Passo: Validação e Registro das 
Documentações. 
Com Recolhimento de ART 
Figura 11 – Fluxograma de Adequação à Norma Regulamentadora NR12 
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4.6.2 Relação de Máquinas e Equipamentos 
Dentre as várias alterações estabelecidas pela Portaria Nº916 de 30 de Julho de 2019, a mais 
significativa dela foi a retirada da necessidade de elaboração de um Inventário de Máquinas e 
Equipamentos (Documentação com a Relação de Máquinas e Equipamentos contendo: Tipo, 
Capacidade, Localização, Representação Esquemática e Sistema de Segurança). O Inventário então 
foi substituído por uma relação simples referente a Máquinas e Equipamentos, os itens dessa 
relação não foram determinados pela NR12, contudo algumas informações são essenciais para esta 
relação de Máquinas e Equipamentos tais como: Nome, Numeração, Fabricante, Modelo, Local de 
Instalação, Foto Atualizada. 
 
Item 12.18.1 O empregador deve manter à disposição da Auditoria-Fiscal do Trabalho relação 
atualizada das máquinas e equipamentos 
 
Geralmente as Relações de Máquinas e Equipamentos são elaboradas em Planilhas de Excel ou 
Word com o objetivo de facilitar o preenchimento e formatação, o modelo abaixo pode servir como 
referência para elaboração, algumas informações são adicionadas para o melhor entendimento e 
identificação. 
 
Exemplo de cabeçalho para Relação de Máquinas e Equipamentos 
 
 
Figura 12 – Exemplo de Cabeçalho para Relação de Máquinas e Equipamentos 
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Figura 13 – Exemplo de Informações Contidas nas Relações de Máquinas e Equipamentos 
 
A figura acima representa a lista de máquinas e equipamentos com algumas informações a serem 
levantadas no momento da elaboração da relação, abaixo segue a legenda referente à quais 
informações devem conter em cada campo. 
 
1- Nome da Máquina/Equipamento; 
2- Fabricante da Máquina/Equipamento; 
3- Numeração Tag da Máquina/Equipamento (Código Criado/Informado pelo Proprietário); 
4- Modelo (Ex.: TF200/MD2010/2019); 
5- Localização (Ex.: Prédio 1/ Galpão 2/ Prédio Manutenção); 
6- Observação (Ex.: Em Utilização/Em Montagem/Não Utilizado/Desmonte/Desativação). 
 
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Figura 14 - Exemplo de Informações Contidas na Relação de Máquinas e Equipamentos: Fotos Atuais 
 
 
A figura acima representa a página Informativa Complementar de máquinas e equipamentos com 
algumas informações a serem levantadas no momento da elaboração do inventário, abaixo segue a 
legenda referente à quais informações devem conter em cada campo. 
 
1- Nome da Máquina/Equipamento; 
2- Numeração Tag da Máquina/Equipamento (Código Criado/Informado pelo Proprietário); 
3- Fotos retiradas no Local da Máquina/Equipamento. 
 
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4.6.3 Apreciação de Riscos à NR12 
A Apreciação de Riscos de Máquinas e Equipamentos incide em um documento elaborado para 
fornecer informações indispensáveis à avaliação dos riscos, permitindo um diagnóstico sobre as 
condições de segurança e operação de máquinas e equipamentos, contemplando a determinação 
dos limites da máquina, identificação dos perigos e estimativa dos riscos. 
O documento referente à Apreciação de Riscos deve contemplar um relatório de não 
conformidades que envolvem a avaliação dos dispositivos de emergência, acionamentos de partida 
e parada, dispositivos de segurança, proteções físicas e instalações elétricas, entre outros 
dispositivos que constituem a máquina e não atendem completamente aos requisitos da norma. 
Os acontecimentos perigosos proveem de todas as situações de risco, desta forma os mesmos 
devem ser cuidadosamente identificados, listados e avaliados, para cada ponto de riscos de 
máquinas e equipamentos. 
Com uma minuciosa e elaborada avaliação e descrição dos fenômenos perigosos, são realizadas as 
estimativas dos riscos que incidem em estabelecer uma relação entre as diferentes situações de 
perigo identificadas, de modo que instrutivamente utilizamos como ferramenta a Metodologia HRN 
(Hazard Rating Number – que significa “Número de Classificação de Perigos”), este processo de 
denomina Análise de Riscos. 
Para a Categorização e Avaliação dos Riscos deve ser utilizada a Norma ABNT NBR 14153 que 
estabelece os requisitos de segurança em máquinas bem como princípios gerais para a concepção 
de projetos. Esta norma é aplicada em todos os requisitos relacionados à segurança, visando 
ponderar medidas de segurança adequadas ao nível de risco. 
Definição de Análise de Risco e Apreciação de Risco segundo à NR12. (Anexo IV Glossário) 
Análise de Risco: Combinação da especificação dos limites da máquina, identificação de 
perigos e estimativa de riscos. (NBR 12.100) 
Apreciação de Risco: Processo completo que compreende a análise de risco e a avaliação de 
risco. (NBR 12.100) 
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A metodologia utilizada para a análise de riscos das máquinas segue conforme as etapas previstas 
na Norma Técnica ABNT ISO 12100:2013, constituindo documento com informações fundamentais 
para a avaliação dos riscos a qual permite fazer os julgamentos necessários quanto à redução dos 
mesmos. A elaboração da Análise de Riscos ocorre inicialmente com a identificação das condições e 
o modo de operação, experiência dos colaboradores e os limites da máquina. 
Nesta etapa as informações são registradas em relatório de campo, no qual estão descritos os 
acontecimentos perigosos que originam as situações de riscos, sejam de natureza mecânica, 
elétrica, térmica, química, entre outros. Todo o Processo de Redução dos Riscos deve ser 
estabelecido conforme a Norma ABNT ISO 12100:2013, a Figura 15 (Página 21) discrimina este 
processo em forma de Fluxograma para facilitar o entendimento. 
Disposto de todas as informações apresentadas na Avaliação de Processo de Redução dos Riscos, a 
etapa seguinte é a estimativa de risco, que consiste em relacionar as situações perigosas com ações 
(ou medidas) que priorizem a segurança. Para esta finalidade deverá ser adotado a Ferramenta 
HRN (Hazard Rating Number), que significa Número de Classificação de Perigo, a Figura 16 (Página 
22) discrimina o Fluxograma do Processo de Análise de Riscos. 
Para auxiliar na eliminação dos riscos são utilizadas as ferramentas especificadas na Norma ABNT 
NBR 14153 para Categorização de Riscos, também é estabelecida as ações que priorizem a 
segurança conforme Categoria obtida com o objetivo de adquirir uma base clara sobre determinadoprojeto e o desempenho na aplicação destes nos sistemas relacionados à segurança das máquinas. 
As informações devem ser estabelecidas com base na ABNT NBR 14153 Segurança de máquinas – 
Partes de Sistemas de Comando Relacionadas à Segurança – Princípios Gerais para Projeto, para 
determinação da categoria de risco em cada zona ou área perigosa da máquina que resultará na 
definição do dispositivo de segurança a ser instalado. 
 
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Figura 6 - Fluxograma do Processo de Redução de Riscos Fonte: ABNT ISO 12100 
 
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Figura 7 - Fluxograma do Processo de Apreciação de Riscos Fonte: ABNT ISO 12100 
 
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As ferramentas utilizadas para determinação do HRN e da Categorização de Riscos conforme ABNT 
ISO 12100 e ABNT NBR 14153 são respectivamente as demonstradas nas Figuras 17 e 18. 
A Ferramenta HRN consiste em atribuir um valor às variáveis ou parâmetros do método, a fim de 
ser quantificar o nível de risco presente na área ou zona perigosa. São parâmetros do método: 
Probabilidade de Ocorrência (LO); Frequência de Exposição ao risco (FE); Grau de Severidade do 
dano (DPH); Número de Pessoas exposta ao risco (NP). A fórmula para o cálculo do nível de risco na 
área é: HRN = LO x FE x DPH X NP 
 
 
 
Figura 8 - Tabelas Parâmetros para Análise de Riscos HRN Fonte: ABNT ISO 12100 
 
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Figura 9 - Tabela Categorização de Riscos Fonte: ABNT NBR 14153 
 
 
S- Severidade do ferimento 
 
S1 Ferimento leve (normalmente reversível) 
S2 Ferimento sério (normalmente irreversível) incluindo morte 
 
F - Frequência e/ou tempo de exposição ao perigo 
 
F1 Raro a relativamente frequente e/ou baixo tempo de exposição 
F2 Frequente a contínuo e/ou tempo de exposição longo 
 
P- Possibilidade de evitar o perigo 
 
P1 Possível sob condições específicas 
P2 Quase impossível 
 
Segundo à NR12: 
Categoria do Risco: Classificação das partes de um sistema de comando relacionadas à segurança, 
com respeito à sua resistência a defeitos e seu subsequente comportamento na condição de defeito, 
que é alcançada pela combinação e interligação das partes e/ou por sua confiabilidade. O 
desempenho com relação à ocorrência de defeitos, de uma parte de um sistema de comando, 
relacionado à segurança, é dividido em cinco categorias (B, 1, 2, 3 e 4) segundo a norma ABNT NBR 
14153 - Segurança de máquinas - Partes de sistemas de comando relacionadas à segurança - 
Princípios gerais para projeto. 
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Definição das Categorias B, 1 a 4 - Categorias para partes relacionadas à segurança de sistemas de 
comando segundo à NR12. 
Categoria B: Principalmente caracterizada pela seleção de componentes. A ocorrência de um 
defeito pode levar à perda da função de segurança. 
 
Categoria B 
Entrada 
 
Sensor Comum 
Processador 
 
Relé de Comando ou Direto no Contator 
Saída 
 
Contator Comum 
 
A Categoria B é descrita como a forma mais simples de se adequar qualquer sistema elétricamente, 
a utilização de sensores e relés de uso comum na área de elétrica pode trazer ao sistema uma 
característica de que se houver a falha de qualquer um dos componentes do sistema a Máquina ou 
Equipamento continuará funcionando, ou seja, levar à perda da função de segurança. 
 
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Categoria 1: A ocorrência de um defeito pode levar à perda da função de segurança, porém a 
probabilidade de ocorrência é menor que para a categoria B. 
 
Categoria 1 
Entrada 
 
Sensor de Segurança Categoria 1 
Processador 
 
Relé de Comando ou Direto no Contator 
Saída 
 
Contator Comum 
 
A Categoria 1 é descrita como uma forma simples de se adequar qualquer sistema elétricamente, 
porém a utilização de sensor específico de segurança já reduz drasticamente a possibilidade de 
perda de segurança, uma vez que o sensor de segurança é fabricado especificadamente para 
suportar a sua função de segurança, ou seja, a possibilidade de perda da função de segurança 
praticamente se transfere ao processador ou a saída do sistema. 
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Categoria 2: A função de segurança é verificada em intervalos pelo sistema: 
a) a ocorrência de um defeito pode levar a perda da função de segurança entre as 
verificações; e 
b) a perda da função de segurança é detectada pela verificação. 
 
Categoria 2 
Entrada 
 
Sensor de Segurança Categoria 2 
Processador 
 
Relé de Segurança Categoria 2 
Saída 
 
Contator de Segurança ou Contator com 
Contatos Auxiliares Mecânicamente 
Ligados aos Contatos Principais 
 
A Categoria 2 é caracterizada pela utilização de Sensores e Processadores de segurança, ambos 
fabricados especificadamente para este fim. Neste sistema, já é incluso o que é denominado de 
“verificação”, tecnicamente denominado de “Rearme ou Reset” a função de verificação do sistema 
de segurança deve ser realizada manualmente ou automaticamente antes do funcionamento da 
máquina ou equipamento. 
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Categoria 3: quando o comportamento de sistema permite que: 
a) quando ocorrer o defeito isolado, a função de segurança sempre seja cumprida; 
b) alguns, mas não todos, defeitos sejam detectados; e 
c) o acúmulo de defeitosnão detectados leve à perda da função de segurança. 
Categoria 3 
Entrada 
 
 
 
Sensor de Segurança Categoria 3 
Processador 
 
Relé ou CLP de Segurança Categoria 3 
Saída 
 
Contator de Segurança ou Contator com 
Contatos Auxiliares Mecânicamente 
Ligados aos Contatos Principais 
(Redundância dos Contatores Dependem 
da Solicitação na Apreciação de Riscos) 
 
A Categoria 3 é caracterizada pela utilização de Sensores e Processadores de segurança, ambos 
fabricados especificadamente para este fim. Neste sistema, além da função de “Rearme ou Reset” 
há a inclusão do sistema de redundância nos dispositivos de segurança, para processadores a 
duplicidade de entradas e saídas, para os sensores a duplicidade nos canais de conexão. Contudo os 
sistemas elétricos em Categoria 3 há a possibilidade de que alguns defeitos não sejam detectados, 
ou que ao detectar-los a função de segurança não se perca totalmente, porém o acumulo de 
defeitos devem levar à perda da função de segurança. 
 
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Categoria 4: quando as partes dos sistemas de comando relacionadas à segurança devem ser 
projetadas de tal forma que: 
a) uma falha isolada em qualquer dessas partes relacionadas à segurança não leve à perda das 
funções de segurança, e 
b) a falha isolada seja detectada antes ou durante a próxima atuação sobre a função de 
segurança, como, por exemplo, imediatamente, ao ligar o comando, ao final do ciclo de 
operação da máquina. Se essa detecção não for possível, o acúmulo de defeitos não deve 
levar à perda das funções de segurança. 
Categoria 4 
Entrada 
 
 
 
Sensor de Segurança Categoria 4 
Processador 
 
Relé ou CLP de Segurança Categoria 4 
Saída 
 
Contator de Segurança ou Contator com 
Contatos Auxiliares Mecanicamente 
Ligados aos Contatos Principais 
(Redundância dos Contatores Dependem 
da Solicitação na Apreciação de Riscos) 
 
A Categoria 4 é caracterizada pela utilização de Sensores e Processadores de segurança, ambos 
fabricados especificadamente para este fim. Neste sistema, além da função de “Rearme ou Reset” 
há a inclusão do sistema de redundância nos dispositivos de segurança, para processadores a 
duplicidade de entradas e saídas, para os sensores a duplicidade nos canais de conexão. Não há a 
possibilidade de se manter a função de segurança em caso de falhas. 
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Exemplo Modelo Apreciação de Riscos 
 
 
LOGO DA EMPRESA 
 
Serviço Máquina 
 Apreciação de Riscos Nome da Máquina 
 Revisão Data 
 0 30/07/2019 
 
 
 
 Máquina: Nome da Máquina Modelo: Modelo Máquina 
 Ponto de Risco: Ex.: Correia, Serra, Martelo, Motor Número: 1 
 
 Descrição do Risco 
 
 
Ponto de Risco: 
Transmissão de Força Correia e Motor 
 
Descrição: Para funcionamento do equipamento é 
necessário o giro das transmissões de força através 
do motor e uma correia com pontos de acesso sem 
proteção. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Alvo Risco: 
Membros Inferiores [ X ] Membros Superiores [ X ] 
Corpo Inteiro [ ] Olhos [ ] Outros [ ] 
 
 
 
Consequência: 
Óbito [ ] | Esmagamento [ X ] | Aprisionamento [ ] | Projeção [] 
Corte [ X ] | Fratura [ X ] | Queda [ ] | Térmico [ ] | Químico [ ] 
 
 
 
 
 Análise Preliminar ABNT ISO 12100 
 Parâmetros Classificação Número 
 Probabilidade de Ocorrer (LO) Conforme Figura 12 Conforme Figura 12 
 Frequência de Exposição (FE) Conforme Figura 12 Conforme Figura 12 
 Possível Grau de Dano (DPH) Conforme Figura 12 Conforme Figura 12 
 Nº Pessoas Expostas (NP) Conforme Figura 12 Conforme Figura 12 
 Nível Risco (HRN) Atual Conforme Figura 12 
 Classificação do Risco Atual Conforme Figura 12 
 
 Avaliação Preliminar Conforme ABNT NBR 14153 
 
Conforme Figura 13 
Categoria 
 
 
 
 
Conforme Figura 13 
 
 
 
 
 Referência Normativa MTE NR12 
 
12.5.1 As zonas de perigo das máquinas e equipamentos devem possuir sistemas de 
segurança, caracterizados por proteções fixas, proteções móveis e dispositivos de segurança interligados, 
que resguardem proteção à saúde e à integridade física dos trabalhadores. 
 
 
 
 
 
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LOGO DA EMPRESA 
 
Serviço Máquina 
 Apreciação de Riscos Nome da Máquina 
 Revisão Data 
 0 30/07/2019 
 
 
 
 Relatório de Conformidade 
 
 Item Imagem Solução Proposta 
 
1 
 
 
Proteção da Correia e Motor 
 
 
Descrição 
Ponto Avaliado: Falta Proteção da Transmissão de Força Correia e Motor 
Situação: [ ]Conforme [ X ]Não Conforme [ ]Parcialmente Conforme 
 
Referência Normativa 
12.5.1 As zonas de perigo das máquinas e equipamentos devem possuir 
sistemas de segurança, caracterizados por proteções fixas, proteções 
móveis e dispositivos de segurança interligados, que resguardem 
proteção à saúde e à integridade física dos trabalhadores. 
 
 Item Imagem Solução Proposta 
 2 
 
 
Sinalização de Riscos 
 
 
Descrição 
Ponto Avaliado: Falta de Sinalização de Exposição aos Riscos 
Situação: [ ]Conforme [ X ]Não Conforme [ ]Parcialmente Conforme 
 
 
Referência Normativa 
12.12.1 As máquinas e equipamentos, bem como as instalações em que 
se encontram, devem possuir sinalização de segurança para advertir os 
trabalhadores e terceiros sobre os riscos a que estão expostos, as 
instruções de operação e manutenção e outras informações necessárias 
para garantir a integridade física e a saúde dos trabalhadores. 
 
 
 
 
 
 
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4.6.4 Recolhimento de ART Apreciação de Riscos 
As atividades de elaboração de Apreciação de Riscos à NR12 devem ser realizadas por profissional 
qualificado ou legalmente habilitado e registrado no devido órgão regulamentador de sua 
atividade, como os Conselhos Regionais de Engenharia. Contudo, a realização desta atividade deve 
ser regularizada, ou seja, deve haver a emissão de uma Anotação de Responsabilidade Técnica 
(ART) do serviço prestado, tal documento valida o serviço realizado e responsabiliza o profissional 
pelo serviço. O documento (ART) deve ser vinculado ao documento de Apreciação de Riscos para 
apresentação junto ao Ministério Público do Trabalho, Auditoria Fiscal do Trabalho ou o órgão 
responsável pela fiscalização. 
 
4.6.5 Elaboração de Cronograma de Adequação à NR12 
Nesta etapa são definidas as prioridades e as datas de adequação fabril e de máquinas e 
equipamentos, possivelmente quando há uma situação crítica(acidentes contínuos, notificação, 
termo de ajuste de conduta) este Cronograma é definido por uma data fim estabelecido para 
adequação pelo Ministério do Trabalho ou órgão responsável, quando há uma situação controlada 
este Cronograma pode ser feito conforme o Cronograma Físico-Financeiro da Empresa, sendo 
apresentado e aprovado junto ao Ministério do Trabalho. 
 
 
Figura 10 – Exemplo de Cronograma Simplificado de Adequação à NR12 
 
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4.6.6 Adequação Fabril à NR12 
A etapa de Adequação Fabril à NR12 pode ser mais simples dependendo da situação atual em que 
se encontram as instalações das Empresas, dentre os itens mais relevantes que devem ser 
atendidos nesta etapa: 
Item 12.2.1 Nos locais de instalação de máquinas e equipamentos, as áreas de circulação devem ser 
devidamente demarcadas em conformidade com as normas técnicas oficiais. 
Item 12.2.1.1 É permitida a demarcação das áreas de circulação utilizando-se marcos, balizas ou 
outros meios físicos. 
 
Figura 20 – Exemplo de demarcação de área de circulação 
Item 12.2.3 As áreas de circulação e armazenamento de materiais e os espaços em torno de 
máquinas devem ser projetados, dimensionados e mantidos de forma que os trabalhadores e os 
transportadores de materiais, mecanizados e manuais, movimentem-se com segurança. 
Item 12.2.4 O piso do local de trabalho onde se instalam máquinas e equipamentos e das áreas de 
circulação devem ser resistentes às cargas a que estão sujeitos e não devem oferecer riscos de 
acidentes. 
 
Figura 21 – Exemplo de demarcação e organização de estoque fabril 
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Item 12.2.9 Nos casos em que houver regulamentação específica ou NR setorial estabelecendo 
requisitos para sinalização, arranjos físicos, circulação, armazenamento prevalecerá a 
regulamentação específica ou a NR setorial. 
 
 
Figura 22 – Locais que podem seguir outras normas para arranjos físicos fabril exemplos: Alimentícia, Química, 
Nuclear, Farmacêutica. 
 
4.6.7 Adequação de Máquinas e Equipamentos à NR12 
Para a realização desta etapa de Adequação de Máquinas e Equipamentos à NR12 é preciso que 
haja um entendimento específico do funcionamento de Máquina e Equipamento, pois o processo 
de adequação muita das vezes se dá pela alteração física dos equipamentos em que acarreta na 
alteração produtiva e operacional, ou seja, os processos de produção e operação por muitas vezes 
devem ser alterados. O envolvimento entre as equipes de Segurança, Operacional, Produção, 
Manutenção e Projetos deve ser constante para que seja encontrada a melhor solução de 
adequação. 
 
 
 
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O fluxo de adequação à NR12 inicia-se com o olhar crítico da Engenharia de Segurança do Trabalho 
para levantamento das soluções dos riscos evidenciados na Análise/Apreciação de Riscos, 
geralmente estas soluções são encontradas junto a Equipe Operacional, de Manutenção e Projetos. 
Após a solução estabelecida para a mitigação dos riscos, torna-se um problema comum para a 
Equipe de Projetos, mais especificadamente as equipes de Engenharia Mecânica e de Engenharia 
Elétrica/Automação, lembrando que as definições devem sempre buscar o atendimento à Norma 
Regulamentadora NR12 e suas Normas Técnicas abrangentes. 
No processo de adequação à NR12 há a possibilidade de que não se encontre um modelo para 
adequação, logo a solução geralmente encontrada é pela descontinuidade do equipamento e 
aquisição de novos equipamentos que já foram projetados em sua concepção para atender os 
requisitos da NR12. Outra situação também, não incomum, ocorre quando o valor da adequação 
ultrapassa o valor do equipamento, então, por vezes se torna impraticável a adequação. 
 
Figura 11 – Fluxograma de Projeto de Adequação à NR12 
 
Problema 
Pontos de Riscos Apreciados 
Solução Mitigação dos Riscos 
Engenharia de Segurança ou 
Responsável Segurança do 
Trabalho 
Projeto Mecânico Mitigação dos Riscos 
Engenharia Mecânica 
Projeto Elétrico Mitigação dos Riscos 
Engenharia 
Elétrica/Eletrônica/Automação 
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Mediante ao fluxograma descriminado acima surgem alguns questionamentos com relação a real 
necessidade da validação (emissão de ART) dos profissionais da Mecânica e Elétrica/Automação, 
como experiência própria esta é a situação ideal, porém, por vezes não é cobrada a emissão da ART 
das duas engenharias, sendo substituída pela emissão de responsabilidade técnica de um 
Engenheiro de Segurança em que se realiza um laudo de validação da Adequação. 
Para o Projeto de Adequação à NR12 devem-se demandar alguns itens imprescindíveis para o 
melhor andamento do projeto, basicamente quanto mais informação melhor, pois há alterações 
operacionais, alterações de manutenção e por vezes diminuição da capacidade produtiva. 
 
Projeto Mecânico 
1- Lista de Materiais Utilizados; 
2- Cálculo Estrutural quando necessário; 
3- Desenho Mecânico do Equipamento antes da Adequação “As-Built”; 
4- Desenho Mecânico das Proteções da Adequação; 
5- Desenho Mecânico do Equipamento com as Proteções da Adequação; 
6- Projeto de Fabricação das Proteções; 
7- ART do Projeto Mecânico das Proteções. 
 
Projeto Elétrico 
1- Simbologia dos Diagramas; 
2- Lista de Materiais Utilizados; 
3- Cálculo de Dimensionamento dos Condutores e Dispositivos quando necessário; 
4- Diagrama Elétrico/Automação do Painel de Adequação; 
5- Atualização do Diagrama Elétrico do Equipamento; 
6- Diagrama Elétrico de Ligação do Painel de Adequação; 
7- Diagrama de Localização dos Dispositivos da Adequação; 
8- Diagrama Estrutural (Cortes/Detalhes) de Tubulações quando necessário; 
9- Projeto de Aterramento do Equipamento quando necessário; 
10- ART do Projeto Elétrico de Adequação. 
 
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4.6.8 Confecção do Livro de Adequação de Máquinas e Equipamentos à NR12 
Ao final deste longo processo de Adequação à NR 12 se torna necessário documentar todas as 
alterações realizadas nos Equipamentos, frequentemente essa documentação é agrupada em 
forma de um Livro (Book) em que são encontrados: 
1- Revisão da Apreciação de Riscos; 
2- Revisão dos Manuais; 
3- Revisão dos Procedimentos Operacionais; 
4- Projetos Elétricos e Mecânicos; 
5- CertificadoTUV dos Dispositivos de Segurança Instalados; 
6- Recolhimento das ARTs; 
7- Ficha de Treinamento de Operação de Segurança e NR12. 
 
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4.7 Dispositivos Típicos na Adequação à NR12 
 
 
Nome: Chave Geral com Bloqueio 
Função: Seccionar o Circuito Elétrico do 
Equipamento permitindo o desligamento da 
energia elétrica, além do bloqueio por cadeado 
ou dispositivos de bloqueio impedindo a 
energização em situação de não operação, 
manutenção ou intervenções preventivas. 
Deve atender os requisitos da NBR5410 e 
NBR14153. 
 
Nome: Botão de Emergência tipo Cogumelo 
Função: Parada de Emergência, permitindo a 
parada em emergência dos Equipamentos em 
qualquer situação que possa gerar riscos aos 
colaboradores. 
Deve ser na cor vermelha e possuir placa de 
identificação amarela com escrita em Português. 
Não pode ser utilizado para parada de 
equipamento em situação de operação, somente 
em caso de Emergência. 
Deve ser instalado em fácil acesso. 
Deve atender os requisitos da NBR14153. 
 
Nome: Relé de Segurança 
Função: Monitorar Dispositivos de Segurança 
tais como Botões de Emergência, Chaves de 
Segurança, Sensores Magnéticos, Cortinas de 
Luz, Scanner de Segurança. 
Deve ser instalado conforme a Categorização de 
Riscos da NBR14153. 
Pode ser instalado nas Categorias 2, 3 e 4. 
 
 
Nome: Botão Pulsador de Rearme 
Função: Rearmar (antigo Reset) os Relés de 
Segurança instalados em Categoria 3 e 4 
necessariamente com Rearme Manual, 
consequentemente rearmando o equipamento, 
habilitando para funcionamento, após isso a 
operação pode iniciar. 
 
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Nome: Chave de Segurança com 
Bloqueio/Fechadura de Segurança. 
Função: Monitorar a Abertura de Portas, Portões 
e Acessos. 
Possui função de bloqueio de acessos para 
equipamentos com inércia (acesso só é permitido 
após parada do equipamento). 
Possui atuador anti-burla. 
Geralmente instaladas em pontos de risco 
Categorias 3 e 4. 
Deve atender os requisitos da NBR14153. 
 
Nome: Chave de Segurança sem Bloqueio 
Função: Monitorar a Abertura de Portas, Portões 
e Acessos. 
Possui atuador anti-burla. 
Geralmente instaladas em pontos de risco 
Categorias 2, 3 e 4. 
Deve atender os requisitos da NBR14153. 
 
Nome: Chave Magnética de Segurança ou 
Sensor Magnético de Segurança 
Função: Monitorar a Abertura de Portas, Portões 
e Acessos. 
Possui atuador magnético codificado anti-burla. 
Geralmente instalados em pontos de risco 
Categorias 2, 3 e 4. 
Deve atender os requisitos da NBR14153. 
 
Nome: Chave de Emergência tipo Corda 
Função: Parada de Emergência, permitindo a 
parada em emergência dos Equipamentos em 
qualquer situação que possa gerar riscos aos 
colaboradores. 
Geralmente instalados para proteção secundária 
perimetral em grandes pontos de riscos. 
Não pode ser utilizado para parada de 
equipamento em situação de operação, somente 
em caso de Emergência. 
Deve ser instalado em fácil acesso. 
Deve atender os requisitos da NBR14153. 
 
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Nome: Cortina de Luz de Segurança. 
Função: Monitorar Área do Ponto de Risco 
Possui função desligamento do equipamento 
quando sua área é invadida. 
Possui tipos de monitoramento para pernas, 
braços, mãos e dedos (distância entre feixes se 
alteram). 
Geralmente instaladas em pontos de risco 
Categorias 3 e 4. 
Deve atender os requisitos da NBR14153. 
 
Nome: Scanner de Segurança. 
Função: Monitorar Área do Ponto de Risco 
Possui função desligamento do equipamento 
quando sua área programada é invadida. 
Tipo de Monitoramento e Área é programada 
para cada tipo de aplicação. 
Atende até a Categoria 3. 
Deve atender os requisitos da NBR14153. 
 
Nome: Pedal de Segurança 
Função: Atuação Segura do Equipamento 
Possui estágios de funcionamento, função de 
pânico e rearme próprio. 
Geralmente utilizado em Prensas e Similares. 
Deve atender os requisitos da NBR14153. 
 
Nome: Comando Bimanual 
Função: Atuação Segura do Equipamento 
Geralmente em Prensas e Similares. 
Em Prensas e Similares são instalados em 
conjunto com a Cortina de Luz de Segurança. 
Deve ser instalado junto com Relé de Segurança 
de Simultaneidade (Funcionamento só ocorre 
quando as duas mãos acionam os botões com o 
intervalo de no máximo 0,5seg). 
Deve atender os requisitos da NBR14152. 
Deve atender os requisitos da NBR14153. 
 
 
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Nome: Relé Modular Programável. 
Função: Monitorar Dispositivos de Segurança 
tais como Botões de Emergência, Chaves de 
Segurança, Sensores Magnéticos, Cortinas de 
Luz, Scanner de Segurança. 
Possui a vantagem de ser programado para 
função específicas, além de possuir a capacidade 
de se monitorar mais dispositivos. 
Deve ser instalado conforme a Categorização de 
Riscos da NBR14153. 
Pode ser instalado nas Categorias 2, 3 e 4. 
Deve atender os requisitos da NBR14153. 
 
Nome: Calço de Segurança. 
Função: Utilizado para calçar prensas e 
guilhotinas para auxiliar na troca de ferramenta. 
É dimensionado conforme o peso a ele aplicado. 
É monitorado por chave de segurança, quando 
retirado de seu descanso o equipamento não 
deve funcionar. 
Deve atender os requisitos da NBR14153. 
 
Nome: Contator de Segurança 
Função: Desligar Motor, Unidade Hidráulica, 
Unidade Pneumática ou Válvulas. 
Geralmente ligados em Redundância (2 em 
série) em Categorias 3 e 4. 
Possui contatos de monitoramento. 
Deve atender os requisitos da NBR14153. 
 
Nome: Tapete de Segurança 
Função: Monitorar Área do Ponto de Risco. 
Possui a função de acionamento quando um peso 
humano adentra em sua determinada área. 
Deve atender os requisitos da NBR14153. 
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Nome: Relé de Velocidade Zero (Monitor de 
Velocidade). 
Função: Monitorar movimentação de Motores. 
É instalado no painel de comando do motor em 
paralelo com as fases do motor. 
É instalado em conjunto com as Chaves de 
Segurança com Bloqueio (O relé de velocidade 
que permite a abertura ou não do bloqueio). 
Pode ser instalado até a Categoria 3 
Deve atender os requisitos da NBR14153. 
 
Nome: Chave de Desalinhamento 
Função: É utilizada para monitorar o 
alinhamento de Esteiras.Deve atender os requisitos da NBR14153. 
 
Nome: Válvula de Segurança Hidráulica 
Função: É utilizada para garantir a interrupção 
do fluxo de óleo quando há uma solicitação de 
parada. 
Obs.: Também existem as Válvulas Pneumáticas 
quando o fluido de trabalho é o ar. 
 
Nome: Chave/Botoeira Tipo “Homem-Morto” 
ou Chave/Botoeira de Liberação. 
Função: Acionar determinados movimentos do 
equipamento em velocidade abaixo da 
velocidade normal de trabalho. 
Possui 3 Estágios (Livre, Operação e Pânico), 
em qualquer situação de Choque Mecânico o u 
Elétrico o utilizador dificilmente manterá a 
condição de funcionamento. 
Deve atender os requisitos da NBR14153. 
 
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4.8 Estudos de Caso Adequação de Máquinas e Equipamentos à NR12 
 
Correia Transportadora 
Antes Depois 
 
 
Correia Transportadora 
 
-Pontos de Riscos: Transmissão de Forças, Eixo do Motor, Roletes. 
-Consequências dos Riscos: Óbito, Fraturas, Esmagamento, Aprisionamento, Projeção. 
-Risco Conforme ISO12100 (Geralmente): HRN-512, Risco-Inaceitável. 
-Categoria Risco NBR14153 (Geralmente): Categoria 4. 
-Solução Mecânica: Instalação de Proteção Perimetral, Altura, Trama e Distância Adequadas para a 
Esteira, Proteções na Cor Amarelo Segurança. 
-Solução Elétrica: Instalação de Chaves de Desalinhamento, Instalação de Chave de Emergência 
Tipo Corda, Instalação de Rearme Manual, Instalação de Chave com Bloqueio caso haja Portões de 
Acessos à Esteira, Instalação de Relé Monitor de Velocidade caso haja instalação de chave com 
bloqueio, Instalação de Relés de Segurança ou CLP para Monitoramento das Chaves e Botões. 
 
 
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Desbobinador 
Antes Depois 
 
Desbobinador 
 
-Pontos de Riscos: Transmissão de Forças, Eixo do Motor. 
-Consequências dos Riscos: Óbito, Fraturas, Esmagamento, Aprisionamento, Projeção. 
-Risco Conforme ISO12100 (Geralmente): HRN-750, Risco-Inaceitável. 
-Categoria Risco NBR14153 (Geralmente): Categoria 4. 
-Solução Mecânica: Instalação de Proteção Perimetral, Altura, Trama e Distância Adequadas para o 
Desbobinador, Proteções na Cor Amarelo Segurança. Instalação de Portão de Acesso para 
Abastecimento. 
-Solução Elétrica: Instalação de Botões de Emergência nos Pontos de Acesso, Instalação de Rearme 
Manual, Instalação de Chave com Bloqueio nos Portões de Acessos ao Desbobinador, Instalação de 
Relé Monitor de Velocidade caso haja instalação de chave com bloqueio, Instalação de Relés de 
Segurança ou CLP para Monitoramento das Chaves e Botões. 
 
 
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Esmeril de Bancada 
Antes Depois 
 
 
Esmeril de Bancada 
 
-Pontos de Riscos: Rebolo, Transmissão de Forças, Eixo do Motor. 
-Consequências dos Riscos: Corte, Fraturas, Esmagamento, Projeção. 
-Risco Conforme ISO12100 (Geralmente): HRN-16, Risco-Baixo. 
-Categoria Risco NBR14153 (Geralmente): Categoria 2. 
-Solução Mecânica: Instalação de Proteção Radial dos Rebolos com Abertura, Instalação de 
Proteção contra Projeção de Materiais em Policarbonato Transparente nos Rebolos. 
-Solução Elétrica: Instalação de Botão de Emergência em Categoria 3, Instalação de Rearme, 
Instalação de Sensor Magnético para Abertura da Proteção de Projeção de Materiais (Quando 
Necessário) Instalação de Relés de Segurança em Categoria 3 
 
 
 
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Fresa 
Antes Depois 
 
 
Fresa 
 
-Pontos de Riscos: Mandril, Transmissão de Forças, Eixo do Motor. 
-Consequências dos Riscos: Corte, Fraturas, Esmagamento, Projeção. 
-Risco Conforme ISO12100 (Geralmente): HRN-60, Risco-Alto. 
-Categoria Risco NBR14153 (Geralmente): Categoria 2 ou 3. 
-Solução Mecânica: Instalação de Proteção na Mesa Articuladora com janela de visita, Instalação de 
Proteção contra Projeção de Materiais em Policarbonato Transparente na Ferramenta (Mandril). 
-Solução Elétrica: Instalação de Botão de Emergência em Categoria 2 ou 3, Instalação de Rearme, 
Instalação de Sensor Magnético para Abertura da Proteção do Mandril, Instalação de Sensor 
Magnético para Proteção da Mesa Articuladora, Instalação de Relés de Segurança em Categoria 2 
ou 3 para Monitoramento dos Sensores e Botão de Emergência. 
 
 
 
 
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Furadeira de Bancada 
Antes Depois 
 
 
Furadeira de Bancada 
 
-Pontos de Riscos: Mandril, Transmissão de Forças, Eixo do Motor. 
-Consequências dos Riscos: Fraturas, Esmagamento, Projeção. 
-Risco Conforme ISO12100 (Geralmente): HRN-32, Risco-Baixo. 
-Categoria Risco NBR14153 (Geralmente): Categoria 2. 
-Solução Mecânica: Instalação de Proteção de acesso a Ferramenta (Mandril). 
-Solução Elétrica: Instalação de Botão de Emergência em Categoria 2, Instalação de Sensor 
Magnético para Abertura da Proteção do Mandril (Quando Necessário), Instalação de Relé de 
Segurança em Categoria 2 para Monitoramento dos Sensores e Botão de Emergência. 
 
 
 
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Proibido Reprodução e Cópia – Direitos Reservados ao Produtor Zion Engenharia CNPJ:32.890.406/0001-83 
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e-Book NR12 V2.0 Portaria Nº916 30 de Julho de 2019 
Guilhotina Hidráulica 
Antes Depois 
 
 
Guilhotina Hidráulica 
 
-Pontos de Riscos: Faca (Ferramenta de Corte), Unidade Hidráulica. 
-Consequências dos Riscos: Corte, Fraturas, Esmagamento, Projeção. 
-Risco Conforme ISO12100 (Geralmente): HRN-512, Risco-Inaceitável. 
-Categoria Risco NBR14153 (Geralmente): Categoria 4. 
-Solução Mecânica: Instalação de Proteção de acesso a Ferramenta (Faca), Instalação de Proteção ao 
Acesso Traseiro do Equipamento, Proteção Unidade Hidráulica. 
-Solução Elétrica: Instalação de Botão de Emergência em Categoria 4, Instalação de Sensor 
Magnético na Proteção Traseira (Caso não tenha Proteção deve ser Instalado Cortina de Luz de 
Segurança), Instalação de Pedal de Segurança ou Comando Bimanual, Instalação de Relé de 
Segurança ou CLP de Segurança em Categoria 4 para Monitoramento dos Sensores e Botão de 
Emergência. 
 
 
 
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