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câncer
 do
 colo do útero
O HPV é um vírus que pode infectar
a região do colo do útero. Na maioria
das vezes, ele vai embora sozinho,
mas em alguns casos, pode causar
mudanças nas células e levar ao
câncer. Isso depende do tipo do
vírus, da pessoa e do tempo que ele
fica no corpo. Os tipos de câncer
causados variam, e quanto mais
cedo forem descobertos, mais fácil
é o tratamento.
Fisiopatologia 
O que é?
O câncer de colo do útero, também
chamado de câncer cervical, é um
tipo de câncer que se desenvolve na
parte inferior do útero, que liga o
útero à vagina. Ele é, na maioria das
vezes, causado por uma infecção
persistente pelo Papilomavírus
Humano (HPV). Esse tipo de câncer
é, em grande parte, prevenível e
tratável, especialmente quando é
detectado precocemente.
sinais e sintomas 
Nos estágios iniciais, o câncer de
colo do útero pode não causar
sintomas. Por isso, exames como o
Papanicolau são essenciais.
Sangramento vaginal anormal,
Corrimento com mau cheiro,
marrom ou com sangue
Dor pélvica, especialmente durante
a relação sexual.
Sintomas avançados
Dor intensa na relação sexual
Dores nas costas e pernas
Inchaço nas pernas
Problemas urinários e intestinais
Fadiga extrema e perda de peso
Medida de Prevenção
A principal forma de se prevenir
contra o câncer de colo de útero é a
vacinação contra o HPV.
No SUS, a vacina contra HPV está
disponível em dose única para crianças
e adolescentes de 9 a 19 anos, além de
pessoas imunossuprimidas e vítimas
de violência sexual até 45 anos. Na rede
privada, há a vacina que protege contra
9 tipos de HPV para pessoas de 9 a 45
anos. Além da vacina, é importante
manter hábitos saudáveis, não fumar e
fazer exames preventivos
regularmente.
Rastreamento
Os dois primeiros exames devem ser feitos
com intervalo de 1 ano. Se negativos, os
próximos podem ser a cada 3 anos.
O rastreamento começa aos 25 anos para
mulheres com vida sexual ativa.
Exames antes dos 25 anos devem ser
evitados.
O rastreamento continua até os 64 anos.
Se houver dois resultados negativos nos
últimos 5 anos, os exames podem ser
interrompidos.
Para mulheres acima de 64 anos que nunca
fizeram o exame, devem realizar dois
exames com intervalo de 1 a 3 anos; se
negativos, não precisam continuar
nomes: manueli Ananda,Yasmin
Ohana
Diagnóstico
grupos e fatores de
risco 
Mulheres sexualmente ativas,
especialmente com início precoce da
atividade sexual.
Infecção persistente pelo HPV,
principalmente os subtipos de alto risco
(16 e 18).
Múltiplos parceiros sexuais ou parceiros
com histórico de múltiplas parceiras.
Sistema imunológico enfraquecido,
como em pessoas imunossuprimidas ou
com HIV.
Tabagismo, que prejudica a defesa natural
das células do colo do útero.
Histórico de outras infecções
sexualmente transmissíveis (ISTs).
Falta de exames preventivos regulares,
como o Papanicolau.
Esses fatores aumentam a probabilidade
de desenvolver alterações que podem
levar ao câncer de colo do útero.
O diagnóstico começa com o exame
de Papanicolau, que detecta
alterações nas células do colo do
útero. Se houver suspeita, são feitos
exames complementares como
colposcopia (para observar melhor
o tecido) e biópsia (para confirmar o
câncer). Exames de imagem ajudam
a avaliar a extensão da doença. O
diagnóstico precoce é essencial
para um tratamento eficaz.
nomes: manueli Ananda,Yasmin
Ohana

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