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ATUALIZAÇÃO PARA CONDUTORES DE VEÍCULO DE EMERGÊNCIA
ESTRUTURA CURRICULAR
 
 
	DISCIPLINA	CARGA HORÁRIA
	Legislação de Trânsito	03 h/a
	Direção Defensiva	05 h/a
	Noções de Primeiros Socorros, Respeito ao meio Ambiente e Convívio Social	03 h/a
	Relacionamento Interpessoal 	05 h/a
	TOTAL	16 h/a
 
O presente curso tem o objetivo de atualizar os Policiais Militares, tendo em vista ao presente momento em que se vive: adaptação às novas realidades, aos novos tempos, às novas necessidades e novas Leis.
REGULAMENTAÇÃO DO TRÂNSITO BRASILEIRO
O trânsito brasileiro é regulamentado pela Lei 9.503/97 – Código de Trânsito Brasileiro – CTB, e pelas Resoluções complementares. Além do CTB e das Resoluções, os Estados complementam a legislação por meio de Portarias e Decretos. Os órgãos de trânsito municipais também têm autonomia para normatizar detalhes do trânsito.
CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO(CTB)
O Código define atribuições das diversas autoridades e órgãos ligados ao trânsito, fornece diretrizes para a Engenharia de Tráfego e estabelece normas de conduta, infrações e penalidades para diversos usuários deste complexo sistema.
CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO(CTB)
Art. 1º: “O trânsito de qualquer natureza nas vias terrestres do território nacional, abertas a circulação, rege-se por este Código”. 
§ 2º- “O trânsito, em condições seguras, é um direito de todos e dever dos órgãos e entidades competentes do Sistema Nacional de Trânsito, a estes cabendo, no âmbito das respectivas competências, adotar as medidas destinadas a assegurar esse direito.”
 
 
 
 
 CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO(CTB)
 
Art. 5º “O Sistema Nacional de Trânsito(SNT) é o conjunto de órgãos e entidades da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios que tem a finalidade de promover as atividades de planejamento, administração, normatização, pesquisa, registro e licenciamento de veículos, formação, habilitação e reciclagem de condutores, educação, engenharia, operação do sistema viário, policiamento, fiscalização”.
O Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) passou a ser Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), conforme o Decreto n º 10.788/21
 
 
 Determinações do CTB 
 SISTEMA NACIONAL DE TRÂNSITO
 
CONTRAN
CÂMARA TEMÁTICA
CETRAN
CONTRANDIFE
ÓRGÃOS EXECUTIVOS DE TRÂNSIT0
ÓRGÃOS EXECUTIVOS RODOVIÁRIOS
SENATRAN
DETRAN
MUNICÍPIO
DNIT/ANTT
DER/DAER
DMER
POL MILITAR
PRF
JARI
Art. 23. Compete às Polícias Militares dos Estados e do Distrito Federal:
III - executar a fiscalização de trânsito, quando e conforme convênio firmado, como agente do órgão ou entidade executivos de trânsito ou executivos rodoviários, concomitantemente com os demais agentes credenciados;
CAPÍTULO II
DO SISTEMA NACIONAL DE TRÂNSITO 
“Para que a Polícia Militar execute a fiscalização de trânsito, indispensável que tenha um convênio prévio à sua à sua atuação. Ao contrário, todos os atos praticados serão nulos de pleno direito”.
Art. 29. O trânsito de veículos nas vias terrestres abertas à circulação obedecerá às seguintes normas:
VII - os veículos destinados a socorro de incêndio e salvamento, os de polícia, os de fiscalização e operação de trânsito e as ambulâncias, além de prioridade no trânsito, gozam de livre circulação, estacionamento e parada, quando em serviço de urgência, de policiamento ostensivo ou de preservação da ordem pública, observadas as seguintes disposições: 
CAPÍTULO III
DAS NORMAS GERAIS DE CIRCULAÇÃO E CONDUTA 
 Resolução do CONTRAN 970/22
Entende-se por prestação de serviço de urgência os deslocamentos realizados pelos veículos de emergência, em circunstâncias que necessitem de brevidade para o atendimento, sem a qual haverá risco concreto à vida de terceiros ou grande prejuízo à incolumidade pública.
Art. 29. 
 O trânsito de veículos nas vias terrestres abertas à circulação obedecerá às seguintes normas:
(...)
c) o uso de dispositivos de alarme sonoro e de iluminação intermitente somente poderá ocorrer por ocasião da efetiva prestação de serviço de urgência; (Redação dada pela Lei nº 14.440, de 2022);
d) a prioridade de passagem na via e no cruzamento deverá se dar com velocidade reduzida e com os devidos cuidados de segurança, obedecidas as demais normas deste Código;
e) as prerrogativas de livre circulação e de parada serão aplicadas somente quando os veículos estiverem identificados por dispositivos regulamentares de alarme sonoro e iluminação intermitente;
 f) a prerrogativa de livre estacionamento será aplicada somente quando os veículos estiverem identificados por dispositivos regula
mentares de iluminação intermitente;
CAPÍTULO III
DAS NORMAS GERAIS DE CIRCULAÇÃO E CONDUTA 
Atentar para a nova redação ao Art. 29, VII, C. Dado pela Lei 14.440/22”.
Art. 60. As vias abertas à circulação, de acordo com sua utilização, classificam-se em:
I- Vias urbanas II- Vias rurais
a) via de trânsito rápido a) Rodovias
b) Via arterial c) Estradas
c) Via coletora
d) Via local
CAPÍTULO III
DAS NORMAS GERAIS DE CIRCULAÇÃO E CONDUTA 
CAPÍTULO III
DAS NORMAS GERAIS DE CIRCULAÇÃO E CONDUTA 
Art. 61. A velocidade máxima permitida para a via será indicada por meio de sinalização, obedecidas suas características técnicas e as condições de trânsito.
§ 1º Onde não existir sinalização regulamentadora, a velocidade máxima será de:
I - nas vias urbanas:
oitenta quilômetros por hora, nas vias de trânsito rápido
sessenta quilômetros por hora, nas vias arteriais
quarenta quilômetros por hora, nas vias coletoras;
trinta quilômetros por hora, nas vias locais
CAPÍTULO III
DAS NORMAS GERAIS DE CIRCULAÇÃO E CONDUTA 
I - nas vias rurais:
Nas rodovias de pista dupla
110 km/h (cento e dez quilômetros por hora) 
para automóveis, camionetas, caminhonetes
 e motocicletas;
2. 90 km/h (noventa quilômetros por hora) para os demais veículos; 
CAPÍTULO III
DAS NORMAS GERAIS DE CIRCULAÇÃO E CONDUTA 
a) nas rodovias de pista dupla: 
1. 110 km/h (cento e dez quilômetros por hora) para automóveis, camionetas, caminhonetes e motocicletas; 
2. 90 km/h (noventa quilômetros por hora) para os demais veículos; 
3. (revogado); 
 
CAPÍTULO III
DAS NORMAS GERAIS DE CIRCULAÇÃO E CONDUTA 
 
 b) nas rodovias de pista simples: 
1. 100 km/h (cem quilômetros por hora) para automóveis, camionetas, caminhonetes e motocicletas; (Redação dada pela Lei nº 14.440, de 2022)
2. 90 km/h (noventa quilômetros por hora) para os demais veículos; 
c) nas estradas: 60 km/h (sessenta quilômetros por hora). 
CAPÍTULO VII
DA SINALIZAÇÃO DE TRÂNSITO
Art. 87. Os sinais de trânsito classificam-se em:
I - Verticais
II- Horizontais
III- Dispositivos de sinalização auxiliar
IV- Luminosos
V- Sonoros
VI- Gestos do agente de trânsito e do condutor
CAPÍTULO VII
DA SINALIZAÇÃO DE TRÂNSITO
Art. 89. A sinalização terá a seguinte ordem de prevalência:
I -  as ordens do agente de trânsito sobre as normas
 de circulação e outros sinais;
II- as indicações do semáforo sobre os demais sinais;
III- as indicações dos sinais sobre as demais normas
 de trânsito.
CAPÍTULO XII
DO LICENCIAMENTO
Art. 133. É obrigatório o porte do Certificado de Licenciamento Anual:
Parágrafo único. O porte será dispensado quando, no momento da fiscalização, for possível ter acesso ao devido sistema informatizado
para verificar se o veículo está licenciado.
O Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo, já pode ser impresso em casa e tem total validade jurídica, assim como o CRLV eletrônico, baixado no celular. A impressão deverá ser de boa qualidade, em papel comum branco de formato A4, com tinta preta, em página única. A validação se dá por meio da leitura do QR Code inseridono documento.
CAPÍTULO XIV
DA HABILITAÇÃO
Art. 140. A habilitação para conduzir veículo automotor e elétrico será apurada por meio de exames que deverão ser realizados junto ao órgão ou entidade executivos do Estado ou do Distrito Federal, do domicílio ou residência do candidato, ou na sede estadual ou distrital do próprio órgão, devendo o condutor preencher os seguintes requisitos:
I- ser penalmente imputável;
II- saber ler e escrever;
III- possuir Carteira de Identidade ou equivalente.
DA HABILITAÇÃO
Art. 143. Os candidatos poderão habilitar-se nas categorias de A a E, obedecida a seguinte gradação:
Categoria A - condutor de veículo motorizado de duas ou três rodas, com ou sem carro lateral.
DA HABILITAÇÃO
Categoria B - condutor de veículo motorizado, não abrangido pela categoria A, cujo peso bruto total não exceda a três mil e quinhentos quilogramas e cuja lotação não exceda a oito lugares, excluído o do motorista.
DA HABILITAÇÃO
Categoria C - condutor de veículo abrangido pela categoria B e de veículo motorizado utilizado em transporte de carga cujo peso bruto total exceda a 3.500 kg (três mil e quinhentos quilogramas).
Verificar o modelo e PBT de cada versão
DA HABILITAÇÃO
Categoria D - condutor de veículo abrangido pelas categorias B e C e de veículo motorizado utilizado no transporte de passageiros cuja lotação exceda a 8 (oito) lugares, excluído o do motorista.
DA HABILITAÇÃO
Categoria E - condutor de combinação de veículos em que a unidade tratora se enquadre nas categorias B, C ou D e cuja unidade acoplada, reboque, semirreboque, trailer ou articulada tenha 6.000 kg (seis mil quilogramas) ou mais de peso bruto total, ou cuja lotação exceda a 8 (oito) lugares.
DA HABILITAÇÃO
Art. 143. § 2º  São os condutores da categoria B autorizados a conduzir veículo automotor da espécie motor-casa, definida nos termos do Anexo I deste Código, cujo peso não exceda a 6.000 kg (seis mil quilogramas), ou cuja lotação não exceda a 8 (oito) lugares, excluído o do motorista:
DA HABILITAÇÃO
Art. 143.§ 4º Respeitada a capacidade máxima de tração da unidade tratora, os condutores das categorias B, C e D podem conduzir combinação de veículos cuja unidade tratora se enquadre na respectiva categoria de habilitação e cuja unidade acoplada, reboque, semirreboque, trailer ou articulada tenha menos de 6.000 kg (seis mil quilogramas) de peso bruto total, e cuja lotação não exceda a 8 (oito) lugares.
DA HABILITAÇÃO
Art. 144. O trator de roda, o trator de esteira, o trator misto ou o equipamento automotor destinado à movimentação de cargas ou execução de trabalho agrícola, de terraplenagem, de construção ou de pavimentação só podem ser conduzidos na via pública por condutor habilitado nas categorias C, D ou E.
Parágrafo único. O trator de roda e os equipamentos automotores destinados a executar trabalhos agrícolas poderão ser conduzidos em via pública também por condutor habilitado na categoria B 
DA HABILITAÇÃO
Da validade da CNH
Art. 147 § 2º  O exame de aptidão física e mental, a ser realizado no local de residência ou domicílio do examinado, será preliminar e renovável com a seguinte periodicidade.
I- a cada 10 (dez) anos, para condutores com idade inferior a 50 (cinquenta) anos; ;
II- a cada 5 (cinco) anos, para condutores com idade igual ou superior a 50 (cinquenta) anos e inferior a 70 (setenta) anos; ;
III- a cada 3 (três) anos, para condutores com idade igual ou superior a 70 (setenta) anos.
CAPÍTULO XV
DAS INFRAÇÕES DE TRÂNSITO
Art. 161. Constitui infração de trânsito a inobservância de qualquer preceito deste Código ou da legislação complementar, e o infrator sujeita-se às penalidades e às medidas administrativas indicadas em cada artigo deste Capítulo e às punições previstas no Capítulo XIX deste Código.
“A infração deve ser comprovada por declaração da autoridade ou do agente da autoridade de trânsito, por aparelho eletrônico ou por equipamento audiovisual, reações químicas ou por qualquer outro meio tecnologicamente disponível, previamente regulamentado pelo Contran. As condutas infracionais estão previstas do Art 162 até o Art 255 da Lei 9503/97”.
CAPÍTULO XV
DAS INFRAÇÕES DE TRÂNSITO
Art. 162. Dirigir o veículo:
VII - sem possuir os cursos especializados ou específicos obrigatórios:
Infração – gravíssima
Penalidade – multa
Medida administrativa - retenção do veículo até a apresentação de condutor habilitado
“A Lei 14.440/22 acrescentou ao Art 162 o Inciso VII, sempre que um condutor dirigir veículo que necessite um curso especializado para condução e não possua incorrerá na infração descrita”.
CAPÍTULO XVI
DAS PENALIDADES
Art. 256. A autoridade de trânsito, na esfera das competências estabelecidas neste Código e dentro de sua circunscrição, deverá aplicar, às infrações nele previstas, as seguintes penalidades:
I- Advertência por escrito;
II- Multa;
III- Suspensão do direito de dirigir;
IV- Revogado
V- Cassação da Carteira Nacional de Habilitação;
VI- Cassação da Permissão para Dirigir;
VII- Freqüência obrigatória em curso de reciclagem.
DAS PENALIDADES
Art. 256. A penalidade de suspensão do direito de dirigir será imposta nos seguintes casos:
I- sempre que, conforme a pontuação prevista no art. 259 deste Código, o infrator atingir, no período de 12 (doze) meses, a seguinte contagem de pontos;
a) 20 (vinte) pontos, caso constem 2 (duas) ou mais infrações gravíssimas na pontuação;  
b) 30 (trinta) pontos, caso conste 1 (uma) infração gravíssima na pontuação;
c) 40 (quarenta) pontos, caso não conste nenhuma infração gravíssima na pontuação.
II- por transgressão às normas estabelecidas neste Código, cujas infrações preveem, de forma específica, a penalidade de suspensão do direito de dirigir.
DAS PENALIDADES
Art. 256. A penalidade de suspensão do direito de dirigir será imposta nos seguintes casos:
§ 1º  Os prazos para aplicação da penalidade de suspensão do direito de dirigir são os seguintes
I- no caso do inciso I do caput: de 6 (seis) meses a 1 (um) ano e, no caso de reincidência no período de 12 (doze) meses, de 8 (oito) meses a 2 (dois) anos;
II- no caso do inciso II do caput: de 2 (dois) a 8 (oito) meses, exceto para as infrações com prazo descrito no dispositivo infracional, e, no caso de reincidência no período de 12 (doze) meses, de 8 (oito) a 18 (dezoito) meses, respeitado o disposto no inciso II do art. 263.
DAS PENALIDADES
Art. 256. A penalidade de suspensão do direito de dirigir será imposta nos seguintes casos:
§ 5º  No caso do condutor que exerce atividade remunerada ao veículo, a penalidade de suspensão do direito de dirigir de que trata o caput deste artigo será imposta quando o infrator atingir o limite de pontos previsto na alínea c do inciso I do caput deste artigo, independentemente da natureza das infrações cometidas, facultado a ele participar de curso preventivo de reciclagem sempre que, no período de 12 (doze) meses, atingir 30 (trinta) pontos, conforme regulamentação do Contran
DAS PENALIDADES
 Art. 263. A cassação do documento de habilitação dar-se-á:
 I- quando, suspenso o direito de dirigir, o infrator conduzir qualquer veículo;
 II- no caso de reincidência, no prazo de doze meses, das infrações previstas no inciso III do art. 162 e nos arts. 163, 164, 165, 173, 174 e 175;
III- quando condenado judicialmente por delito de trânsito, observado o disposto no art. 160.
CAPÍTULO XVII
DAS MEDIDAS ADMINISTRATIVAS
Art. 269. A autoridade de trânsito ou seus agentes, na esfera das competências estabelecidas neste Código e dentro de sua circunscrição, deverá adotar as seguintes medidas administrativas:
I- retenção do veículo;
II- remoção do veículo;
III- recolhimento da Carteira Nacional 
de Habilitação;
IX - realização de teste de dosagem de alcoolemia
 ou perícia de substância entorpecente ou que
 determine dependência física ou psíquica.............
CAPÍTULO XIX
DOS CRIMES DE TRÂNSITOArt. 291. Aos crimes cometidos na direção de veículos automotores, previstos neste Código, aplicam-se as normas gerais do Código Penal e do Código de Processo Penal, se este Capítulo não dispuser de modo diverso, bem como a Lei nº 9.099, de 26 de setembro de 1995, no que couber.
Art. 301. Ao condutor de veículo, nos casos de acidentes de trânsito de que resulte vítima, não se imporá a prisão em flagrante, nem se exigirá fiança, se prestar pronto e integral socorro àquela.
DOS CRIMES EM ESPÉCIE
Art. 302. Praticar homicídio culposo na direção de veículo automotor.
Penas - detenção, de dois a quatro anos, e suspensão ou proibição de se obter a permissão ou a habilitação para dirigir veículo automotor.
DOS CRIMES EM ESPÉCIE
Art. 302. § 1º  No homicídio culposo cometido na direção de veículo automotor, a pena é aumentada de 1/3 (um terço) à metade, se o agente.
I- Não possuir Permissão para Dirigir ou Carteira de Habilitação;
II- Praticá-lo em faixa de pedestres ou na calçada;
III- Deixar de prestar socorro, quando possível fazê-lo sem risco pessoal, à vítima do acidente;
IV- No exercício de sua profissão ou atividade, estiver conduzindo veículo de transporte de passageiros
§ 3º  Se o agente conduz veículo automotor sob a influência de álcool ou de qualquer outra substância psicoativa que determine dependência:  
Penas - reclusão, de cinco a oito anos, e suspensão ou proibição do direito de se obter a permissão ou a habilitação para dirigir veículo automotor.  
DOS CRIMES EM ESPÉCIE
Art. 306. Conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência.
Penas - detenção, de seis meses a três anos, multa e suspensão ou proibição de se obter a permissão ou a habilitação para dirigir veículo automotor.
DOS CRIMES EM ESPÉCIE
Art. 306 § 1º  As condutas previstas no caput serão constatadas por: 
I- Concentração igual ou superior a 6 decigramas de álcool por litro de sangue ou igual ou superior a 0,3 miligrama de álcool por litro de ar alveolar; ou;
II- Sinais que indiquem, na forma disciplinada pelo Contran, alteração da capacidade psicomotora;
§ 2º-  A verificação do disposto neste artigo poderá ser obtida mediante teste de alcoolemia ou toxicológico, exame clínico, perícia, vídeo, prova testemunhal ou outros meios de prova em direito admitidos, observado o direito à contraprova.
 3º- O Contran disporá sobre a equivalência entre os distintos testes de alcoolemia ou toxicológicos para efeito de caracterização do crime tipificado neste artigo;
§ 4º- Poderá ser empregado qualquer aparelho homologado pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia - INMETRO - para se determinar o previsto no caput.
DOS CRIMES EM ESPÉCIE
 Art. 307. Violar a suspensão ou a proibição de se obter a permissão ou a habilitação para dirigir veículo automotor imposta com fundamento neste Código.
Penas - detenção, de seis meses a um ano e multa, com nova imposição adicional de idêntico prazo de suspensão ou de proibição
Não confundir com CNH Cassada pois essa situação está prevista no Art 308 do CTB.
DOS CRIMES EM ESPÉCIE
Art. 309. Dirigir veículo automotor, em via pública, sem a devida Permissão para Dirigir ou Habilitação ou, ainda, se cassado o direito de dirigir, gerando perigo de dano.
Penas - detenção, de seis meses a um ano, ou multa.
Sem a devida Permissão para Dirigir
Art 162,III
Sem Habilitação
Art 162,I
CNH Cassada
Art 162,II
CONCLUSÃO
O descumprimento da lei decore de dois polos:
A falta de fiscalização efetiva por parte do poder público;
Da carência de predisposição dos motoristas, pedestres, ciclistas e motociclistas.
 Por isso você Policial Militar tem um papel importante para mudar essa cultura, trabalhando com afinco na fiscalização de trânsito.
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