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Módulo: Introdução do Direito Previdenciário e 
Conceitos Iniciais
Tema: Dependentes em matéria previdenciária
Prof. Priscila Machado
 - 38734746897
www.legale.com.br
@profpriscilamachado
https://t.me/profpriscilamachado
https://www.youtube.com/@profpriscila
machado
Prof. PRISCILA MACHADO
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Dependentes – EC 103/19
Art. 23, § 4° da EC 103/19: 
§ 4º O tempo de duração da pensão por morte e das cotas 
individuais por dependente até a perda dessa qualidade, o rol 
de dependentes e sua qualificação e as condições necessárias 
para enquadramento serão aqueles estabelecidos na Lei nº 
8.213, de 24 de julho de 1991.
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Dependentes – EC 103/19
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Dependentes
► As classes seguem uma regra de prioridade na concessão do benefício. 
Os dependentes de classe superior, excluem os dependentes de classe inferior. Se 
tiver dependente de primeira classe, os de segunda e terceira ficam excluídos. E 
os dependentes de segunda classe excluem os dependentes de terceira classe. 
Ex.: Se tiver cônjuge, os pais não tem direito a concessão do benefício (mesmo 
que o cônjuge que recebe a pensão venha a falecer, o auxílio não será direcionada 
para os pais). 
► É comum você ouvir que os dependentes de primeira classe 
têm a dependência econômica presumida. Mas temos 
exceções. São dependentes de primeira classe que precisam 
comprovar a dependência econômica (ex.: enteado, menor 
tutelado, menor sob guarda e guarda de fato, ex-cônjuge ou 
ex-companheiro).
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Dependentes
► Existindo mais de um dependente de uma mesma 
classe, o benefício é rateado em partes iguais. 
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Dependentes
Só recebem se não tiver 
dependentes de classe superior e 
precisam necessariamente 
comprovar a dependência 
econômica.
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Dependentes
Prova de existência 
de união estável
Prova de 
dependência 
econômica
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Prova de união estável e dependência econômica
I - certidão de nascimento de filho havido em comum;
II - certidão de casamento religioso;
III - declaração do imposto de renda do segurado, em que conste o interessado como seu 
dependente;
IV - disposições testamentárias;
VI - declaração especial feita perante tabelião;
VII - prova de mesmo domicílio;
VIII - prova de encargos domésticos evidentes e existência de sociedade ou comunhão nos 
atos da vida civil;
IX - procuração ou fiança reciprocamente outorgada;
X - conta bancária conjunta;
Art. 22 do Decreto 3.048/99. § 3º Para comprovação do vínculo e da 
dependência econômica, conforme o caso, deverão ser apresentados, 
no mínimo, dois documentos, observado o disposto nos § 6º-A e § 8º 
do art. 16, e poderão ser aceitos, dentre outros: (Redação dada 
pelo Decreto nº 10.410, de 2020).
Alterado pelo Decreto 
10.410/2020
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Prova de união estável e dependência econômica
XIII - apólice de seguro da qual conste o segurado como instituidor do seguro e a 
pessoa interessada como sua beneficiária;
XIV - ficha de tratamento em instituição de assistência médica, da qual conste o 
segurado como responsável;
XV - escritura de compra e venda de imóvel pelo segurado em nome de dependente;
XVI - declaração de não emancipação do dependente menor de vinte e um anos; ou
XVII - quaisquer outros que possam levar à convicção do fato a comprovar.
XI - registro em associação de qualquer natureza, onde conste 
o interessado como dependente do segurado;
XII - anotação constante de ficha ou livro de registro de 
empregados;
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1 Prova Contemporânea
Pode:
1 Prova com mais de 2 anos
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Prova de união estável e dependência econômica
O entendimento acima foi alterado pela Lei 13.846/2019 modificou o art. 16, 
p.5° e 6° da Lei 8.213/91 passando a exigir prova material.
Entendimento da Professora (discussão): podemos pedir a 
aplicação da Súmula 63 da TNU para óbitos que ocorreram antes da 
Lei 13.846 de 18/06/2019.
► Súmula 63 da TNU - A comprovação de união estável 
para efeito de concessão de pensão por morte prescinde 
(DISPENSA) de início de prova material.
Entenda: O Decreto 3.048/99 já previa no art. 22, § 3º , a necessidade de 
apresentação de prova material. Mas a Lei não previa essa necessidade.
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Prova de união estável e dependência econômica
§ 5º As provas de união estável e de dependência econômica exigem início de 
prova material contemporânea dos fatos, produzido em período não superior a 24 
(vinte e quatro) meses anterior à data do óbito ou do recolhimento à prisão do 
segurado, não admitida a prova exclusivamente testemunhal, exceto na 
ocorrência de motivo de força maior ou caso fortuito, conforme disposto no 
regulamento. (Incluído pela Lei nº 13.846, de 2019)
§ 6º Na hipótese da alínea c do inciso V do § 2º do art. 77 desta Lei, a par da 
exigência do § 5º deste artigo, deverá ser apresentado, ainda, início de prova 
material que comprove união estável por pelo menos 2 (dois) anos antes do óbito 
do segurado. (Incluído pela Lei nº 13.846, de 2019)
► Art. 16, p.5° e 6° da Lei 8.213/91
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Prova de união estável e dependência econômica
Parágrafo único. Caso o dependente só possua um documento emitido em período não superior a 
24 (vinte e quatro) meses anteriores à data do fato gerador, a comprovação de vínculo ou de 
dependência econômica para esse período poderá ser suprida mediante justificação 
administrativa.
IN 77: A sentença judicial proferida em ação declaratória de união estável não constitui prova plena 
para fins de comprovação de união estável, podendo ser aceita como uma das três provas exigidas 
no caput deste artigo, ainda que a decisão judicial seja posterior ao fato gerador.
Portaria 991. Art. 8º A partir de 1º de julho de 2020, com a publicação do Decreto nº 10.410, para fins 
de comprovação da união estável e da dependência econômica, conforme o caso, deverão ser 
apresentados, no mínimo, 2 (dois) dos seguintes documentos, nos processos pendentes de análise:
XVII - sentença judicial proferida em ação declaratória de união estável, ainda que a decisão 
judicial seja posterior ao fato gerador; ou
► Art. 180, da IN 128/2022
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Dependentes – Tema 732 do STJ
Tema 732 do STJ:
O menor sob guarda tem direito à concessão do benefício de 
pensão por morte do seu mantenedor, comprovada sua 
dependência econômica, nos termos do art. 33, § 3º do Estatuto 
da Criança e do Adolescente, ainda que o óbito do instituidor da 
pensão seja posterior à vigência da Medida Provisória 1.523/96, 
reeditada e convertida na Lei 9.528/97. Funda-se essa 
conclusão na qualidade de lei especial do Estatuto da Criança e 
do Adolescente (8.069/90), frente à legislação previdenciária.
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Dependentes – EC 103/19
Art. 23, § 6° da EC 103/19: 
§ 6º Equiparam-se a filho, para fins de recebimento da 
pensão por morte, exclusivamente o enteado e o menor 
tutelado, desde que comprovada a dependência 
econômica.
E o menor sob 
guarda?
Já havia sido excluído desde a Lei 
9.528/1997, mas decisões judiciais 
vinham concedendo com base no ECA
Discussão: Disposição da EC 103/19 afronta o art. 227, caput da CF/1988 que determina a 
prioridade dos direitos da criança e do adolescente. 
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Dependentes – EC 103/19
AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE
ADI 5083 e 4878
Discutia a inconstitucionalidade da retirada do menor 
sob guarda do rol de dependentes para fins 
previdenciários pela Lei 9.528/1997.
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ADI 4878 – Menor Sob Guarda
Entenda: O STF julgou procedente a ADI 4878 (processo apensado 
ADI 5083) e reconheceu a condição de dependente para fins 
previdenciários do menor sob guarda. 
O relator votou por negarprovimento a ADI. Mas foi vencido pelo voto divergente do Min. Edson 
Fachin que deu uma interpretação conforme a CF ao Art 16, p. 2, da Lei 8213/91 de forma a 
contemplar o menor sob guarda.
Atenção: A decisão não contempla a redação do Art. 23 da EC 103/19 (ou seja, não se aplica no pós 
reforma – Apesar da interpretação dúbia da parte final do voto). Porém, indica o que pode ser a 
decisão da corte nos processos pós reforma. 
Vamos ver a parte do voto do Fachin que tratou desse ponto: 
“Os pedidos formulados nas ADIs 5083 e 4878, contudo, não contemplaram a redação do art. 23 
da EC 103/2019, razão pela qual, ao revés do e. Ministro Relator, não procedo à verificação da 
constitucionalidade do dispositivo, em homenagem ao princípio da demanda. De toda sorte, os 
argumentos veiculados na presente manifestação são em todo aplicáveis ao art. 23 referido.”
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Tema 1271 STF
Tema 1271 - Exclusão da criança e do adolescente sob guarda do rol de 
beneficiários, na condição de dependentes, do segurado do Regime 
Geral de Previdência Social, implementada pelo art. 23 da Emenda 
Constitucional nº 103/2019.
Relator(a): MIN. ANDRÉ MENDONÇA
Leading Case: RE 1442021
Descrição: Recurso extraordinário em que se discute, à luz dos artigos 2º, 60, § 4º, 201, da 
Constituição Federal e do artigo 23, § 6º, da Emenda Constitucional 103/2019, se a retirada da 
criança e do adolescente sob guarda do rol de beneficiários, na qualidade de dependentes do 
segurado do Regime Geral de Previdência Social, violou os princípios da igualdade, proibição do 
retrocesso e da proteção integral das crianças e dos adolescentes.
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Início da invalidez ou da deficiência e o 
dependente filho ou irmão
Art. 108, do Decreto 
3.048/99
Art. 16, I e III da Lei 
8.213/91
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► Art. 108, do Decreto 3.048/99:
Art. 108. A pensão por morte somente será devida ao filho e ao 
irmão cuja invalidez tenha ocorrido antes da emancipação ou 
de completar a idade de vinte e um anos, desde que 
reconhecida ou comprovada, pela perícia médica do INSS, a 
continuidade da invalidez até a data do óbito do segurado.
Início da invalidez ou da deficiência e o 
dependente filho ou irmão
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► Art. 16, I e III da Lei 8.213/91:
Art. 16. São beneficiários do Regime Geral de Previdência 
Social, na condição de dependentes do segurado:
I – (...) filho não emancipado, de qualquer condição, menor de 21 
(vinte e um) anos OU inválido ou que tenha deficiência intelectual 
ou mental ou deficiência grave;
III - o irmão não emancipado, de qualquer condição, menor de 21 
(vinte e um) anos OU inválido ou que tenha deficiência intelectual 
ou mental ou deficiência grave;
Início da invalidez ou da deficiência e o 
dependente filho ou irmão
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PORTARIA CONJUNTA Nº 4, DE 5 DE MARÇO DE 2020
Comunica para cumprimento a decisão proferida na Ação 
Civil Pública nº 0059826-86.2010.4.01.3800/MG.
Art. 1º Comunicar para cumprimento a decisão judicial proferida na Ação Civil Pública-ACP nº 
0059826-86.2010.4.01.3800/MG, determinando ao INSS que reconheça, para fins de concessão de 
pensão por morte, a dependência do filho inválido ou do irmão inválido, quando a invalidez tenha 
se manifestado após a maioridade ou emancipação, mas até a data do óbito do segurado, desde 
que atendidos os demais requisitos da lei.
Art. 2º A determinação judicial a que se refere o artigo 1º produz efeitos para benefícios com Data 
de Entrada de Requerimento-DER a partir de 19/08/2009 e alcança todo o território nacional.
Art. 7º Para os requerimentos indeferidos, cuja DER seja a partir de 19/08/2009, caberá reanálise 
mediante requerimento de revisão a pedido dos interessados.
Início da invalidez ou da deficiência e o 
dependente filho ou irmão
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► Art. 76, §2º e §3º da Lei 8.213/91
§ 2º O cônjuge divorciado ou separado judicialmente ou de fato que 
recebia pensão de alimentos concorrerá em igualdade de condições com 
os dependentes referidos no inciso I do art. 16 desta Lei.
§ 3º Na hipótese de o segurado falecido estar, na data de seu falecimento, 
obrigado por determinação judicial a pagar alimentos temporários a ex-
cônjuge, ex-companheiro ou ex-companheira, a pensão por morte será 
devida pelo prazo remanescente na data do óbito, caso não incida outra 
hipótese de cancelamento anterior do benefício. 
(Incluído pela Lei nº 13.846, de 2019)
Ex-cônjuge e ex-companheiro (a)
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► SÚMULA 336 do STJ
A mulher que renunciou aos alimentos na separação 
judicial tem direito à pensão previdenciária por morte 
do ex-marido, comprovada a necessidade econômica 
superveniente.
Ex-cônjuge e ex-companheiro (a)
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► Art. 373, da IN 128/2022. O cônjuge separado judicialmente, extrajudicialmente, de 
fato ou divorciado, bem como o ex-companheiro(a), terá direito à pensão por morte, 
desde que recebedor de pensão alimentícia, mesmo que este benefício tenha sido 
requerido e concedido à companheiro(a) ou novo cônjuge, desde que recebedor de 
pensão alimentícia.
§ 1º Equipara-se à percepção de pensão alimentícia o recebimento de ajuda 
econômica ou financeira sob qualquer forma.
§ 2º Na hipótese de o segurado falecido estar, na data do óbito, obrigado, por 
determinação judicial ou acordo extrajudicial, a pagar alimentos temporários a ex-
cônjuge ou ex-companheiro (a), o benefício será devido pelo prazo remanescente 
constante na decisão judicial para fatos geradores a partir de 18 de janeiro de 2019, 
data da publicação da Medida Provisória nº 871, observado que o prazo de duração da 
cota poderá ser reduzido se antes ocorrer uma das causas de cessação previstas nos 
arts. 378 a 380.
Ex-cônjuge e ex-companheiro (a)
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► 1° Turma do STF decidiu:
“Concubina não tem direito a dividir pensão com viúva”
Recurso Extraordinário (RE) 397762
http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=90310
Concubinato
Tema 526 do STF
Tema 529 do STF
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Dependentes – Perda da qualidade de dependentes
II - para a companheira ou companheiro, pela cessação da união estável com o 
segurado ou segurada, enquanto não lhe for garantida a prestação de alimentos;
III - ao completar vinte e um anos de idade, para o filho, o irmão, o enteado ou o 
menor tutelado, ou nas seguintes hipóteses, se ocorridas anteriormente a essa 
idade: (Redação dada pelo Decreto nº 10.410, de 2020).
a) casamento; (Redação dada pelo Decreto nº 10.410, de 2020).
Art. 17, do Decreto 3.048/99. A perda da qualidade de dependente 
ocorre:
I - para o cônjuge, pelo divórcio ou pela separação judicial ou de fato, 
enquanto não lhe for assegurada a prestação de alimentos, pela 
anulação do casamento, pelo óbito ou por sentença judicial transitada 
em julgado; (Redação dada pelo Decreto nº 10.410, de 2020)
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Dependentes – Perda da qualidade de dependentes
c) constituição de estabelecimento civil ou comercial ou pela existência de relação 
de emprego, desde que, em função deles, o menor com dezesseis anos completos 
tenha economia própria; ou (Redação dada pelo Decreto nº 10.410, de 2020).
d) concessão de emancipação, pelos pais, ou por um deles na falta do outro, por 
meio de instrumento público, independentemente de homologação judicial, ou por 
sentença judicial, ouvido o tutor, se o menor tiver dezesseis anos completos; 
e (Redação dada pelo Decreto nº 10.410, de 2020)
IV - para os dependentes em geral:
a) pela cessação da invalidez ou da deficiência intelectual, mental ou grave; 
ou (Redação dada pelo Decreto nº 10.410, de 2020).
b) pelo falecimento
b) início do exercício de emprego público efetivo; (Redação 
dada pelo Decreto nº 10.410, de 2020).
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