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TIRO POLICIAL
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Curso Especial de Formação de Sargentos da PMBA - CEFS - 2020
Tiro Policial 
Conteudista - Sub Ten PM Nailson Aragão Cruz
SUMÁRIO
CARTA DE APRESENTAÇÃO 3
BLOCO 1 
ARMAS E MUNIÇÕES 4
TEMA 1 
1. ARMAS E MUNIÇÕES: CARACTERÍSTICAS 4
1.1 Histórico 4
1.2 Estudo dos Cartuchos 5
1.3 Balística 7
1.4 Normas de Segurança 9
TEMA 2 
2. PISTOLA TAURUS PT100 10
2.1 Características 10
2.2 Itens de Segurança 11
2.3 Operações de Manejo 14
2.4 Procedimentos básicos visando inspeção da pistola TAURUS PT100 17
BLOCO 2 
ARMAS E LEGISLAÇÃO 24
TEMA 3
3. FUNDAMENTOS DO TIRO E LEGISLAÇÃO 24
3.1 Fundamentos do Tiro 24
3.2 Legislação Específica sobre Armas 24
3.3 Portaria CG 035/2005 25
3.4 Coletânea de Legislação 29
TEMA 4 
4. SUBMETRALHADORA TAURUS SMT.40 32
4.1 Características 32
4.2 Operações de Manejo 34
4.3 Desmontagem e montagem 38
4.4 Limpeza e Manutenção 42
REFERÊNCIAS 44
3
Curso Especial de Formação de Sargentos da PMBA - CEFS - 2020
Conteudista - Sub Ten PM Nailson Aragão Cruz
Tiro Policial 
CARTA DE APRESENTAÇÃO
Prezados estudantes, 
Bem-vindos aos estudos do componente curricular Tiro Policial. Este módulo foi produzido 
com o objetivo de subsidiar aprendizagens dos alunos do Curso de Formação de Sargentos, 
da Polícia Militar da Bahia. O referido texto tem como objetivo criar condições para que o 
policial militar possa ampliar conhecimentos sobre os diversos tipos e funcionamento de 
armas, equipamentos e munições utilizados na corporação. Dessa forma, espera-se que faça 
uso consciente e técnico do equipamento durante as suas ações enquanto policial militar.
Esperamos ao final da disciplina que o estudante possa desenvolver e exercitar habilidades 
para montar, desmontar, manejar e utilizar o armamento convencional disponibilizado pela 
força policial. Fortalecer atitudes para priorizar a preservação da vida, atuando de forma 
segura e de acordo com os princípios legais torna-se indispensável para a ação do PM. Desejo 
que você, futuro Sargento, possa encarar estes estudos de forma comprometida, para assim 
atender cada vez melhor a sociedade baiana.
Bons estudos!
Sub Ten PM Nailson Aragão Cruz
4
Curso Especial de Formação de Sargentos da PMBA - CEFS - 2020
Tiro Policial 
Conteudista - Sub Ten PM Nailson Aragão Cruz
BLOCO 1 
ARMAS E MUNIÇÕES
TEMA 1
1. ARMAS E MUNIÇÕES: CARACTERÍSTICAS
 1.1 Histórico
Desde o início da evolução humana, sempre houve a necessidade de desenvolver 
ferramentas com vistas a facilitar e melhorar a capacidade defensiva em relação aos 
predadores e principalmente a atividade da caça como modo de subsistência.
Com o decorrer do tempo, além da atividade de caça, muitas armas foram sendo 
desenvolvidas com a finalidade de ataque e defesa, ou seja, a necessidade da preservação 
da espécie fez surgir diversos objetos tais como, pedras polidas em forma pontiaguda, arcos, 
flechas, etc.
Para Domingos Tochetto afirma que Arma:
é todo objeto que pode aumentar a capacidade de ataque ou defesa 
do homem. Certos objetos são concebidos e feitos pelo homem com o fim 
específico de serem usados como armas. Estes passam a ser denominados 
de armas próprias. Outros, como um martelo, um machado de lenhador, 
uma foice, por exemplo, eventualmente podem ser usados por indivíduos 
para matar ou ferir seus semelhantes. (TOCHETTO, 2011, p.01).
No final da citação de Tochetto, podemos verificar que existem outros meios que 
inicialmente não foram concebidos para uso como armas. Contudo, estes foram usados para 
ampliar o seu potencial de ataque ou defesa, considerando assim estes objetos como armas 
impróprias. Dessa forma, conclui-se que arma é qualquer instrumento natural ou produzido 
pelo homem que potencializa a sua condição de ataque ou defesa.
Arma de fogo
As armas de fogo são aquelas que utilizam a força dos gases gerada pela queima do 
propelente para lançar um ou mais projéteis. Não existe consenso entre os historiadores 
acerca do surgimento das armas de fogo, nem do início da sua utilização.
De acordo com o Dicionário Michaelis, arma de fogo – aquela que arremessa projéteis por 
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Curso Especial de Formação de Sargentos da PMBA - CEFS - 2020
Conteudista - Sub Ten PM Nailson Aragão Cruz
Tiro Policial 
efeito da deflagração de uma carga explosiva. Arma de fogo é um “dispositivo que impele 
um ou vários projéteis através de um cano pela pressão de gases em expansão produzidos 
por uma carga propelente em combustão” (definição retirada da Cartilha de Armamento e 
Tiro, da ANP/DPF).
Segundo o Novo Regulamento para a Fiscalização de Produtos Controlados, contido no 
Decreto nº 10.030, de 30/09/2019 (aprova o Regulamento de Produtos Controlados), também 
conhecido como o “Novo R – 105”, o qual confere ao Exército Brasileiro a competência 
para estabelecer as normas necessárias para a correta fiscalização das atividades exercidas 
por pessoas físicas e jurídicas, que envolvam produtos controlados pelo Exército. Arma de 
fogo - arma que arremessa projéteis, empregando a força expansiva dos gases gerados pela 
combustão de um propelente confinado em uma câmara que, normalmente, está solidária a 
um cano que tem a função de propiciar continuidade à combustão do propelente, além de 
direção e estabilidade ao projétil.
 1.2 Estudo dos Cartuchos
Cartuchos
Ao acionar o gatilho de uma arma de fogo, seu percussor atinge a espoleta acionando a 
sua mistura iniciadora esta, ao ser detonada produz centelhas (chamas) que dão origem a 
queima do propelente gerando uma combustão que por sua vez, expulsa o projetil através 
do cano.
Um cartucho é formado normalmente, por quatro elementos: estojo (1), projétil (2), 
propelente (3) e espoleta (4).
Imagem 01: Cartucho .40 S&W (desmontado)
1 2
3 4
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Curso Especial de Formação de Sargentos da PMBA - CEFS - 2020
Tiro Policial 
Conteudista - Sub Ten PM Nailson Aragão Cruz
Sistemas de ignição
Percussão radial (fogo circular) 
a mistura iniciadora é colocada na 
base do estojo. Exemplo: cartucho 
calibre .22 LR.
 Imagem 02: Cartucho .22 LR
Percussão central (fogo central) a mistura 
iniciadora (espoleta) é colocada num bolso no 
centro do estojo. Exemplo: cartucho calibre 
5,56x45mm.
 Imagem 03: Cartucho 5,56 x 45mm
 
Cartuchos de caça, munição de 
fogo central destinada a espingardas 
e armas de alma lisa. Exemplo: 
cartucho calibre 12ga. 
 
 Imagem 04: Cartucho calibre 12ga
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Tiro Policial 
Cuidados que o PM deverá ter com cartuchos
Com vistas a evitar o cometimento de graves erros no que tange a conservação 
dos cartuchos de arma de fogo, onde as consequências desses erros podem levar a 
acidentes irreparáveis, vejamos alguns exemplos:
a) Guardar os cartuchos em porta-luvas ou porta-malas de carro; 
b) Guardar os cartuchos em locais úmidos ou abafados; 
c) Jogar os cartuchos em fogueiras para ver se explodem;
d) Aquecer os cartuchos em forno de fogão, micro-ondas, ou colocá-los expostos ao sol; 
e) Colocar os cartuchos em locais em que possam cair ao chão; 
f) Lubrificar ou polir os cartuchos com óleos ou pastas; 
g) Usar cartuchos de calibres diferentes na mesma arma; 
h) Colocar produtos químicos nos projéteis; 
i) Utilizar cartuchos recarregados para defesa; 
j) Modificar a forma original dos projéteis.
Calibre
O calibre é a medida do diâmetro do projétil, consequentemente, equivalente ao diâmetro 
do cano da arma. Os calibres podem ser expressos em milímetros (padrão europeu), enquanto 
que nos EUA são expressosPortaria nº 137 COLOG, de 08 de novembro de 2019 (Altera a Portaria 126-COLOG, 
de 22 de outubro que dispõe sobre a aquisição, o registro, o cadastro, a transferência, o 
porte e o transporte de arma de fogo; e a aquisição de munições e de acessórios de arma 
de fogo por militares, em serviço ativo ou na inatividade.) Disponível em: http://www.
dfpc.eb.mil.br/images/Portarian137.pdf
Acesso em: 10jul20.
_____. Portaria nº 150 COLOG, de 05 de dezembro de 2019 (Dispõe sobre normatização 
administrativa de atividades de colecionamento, tiro desportivo e caça.) Disponível em: 
http://www.dfpc.eb.mil.br/images/port_150_.pdf
Acesso em: 10jul20.
GOMES, Édson.; SANTANA, Mário Augusto Cesário. Apostila Armamento e Tiro Policial I - 
PMBA, 2018. Documento digital.
PMBA. Portaria 035/2005 do Comando Geral da PMBA (Dispõe sobre o registro e o porte 
de arma de fogo na Polícia Militar e dá outras providências.) Disponível em: http://www.
pm.ba.gov.br/Legis/Portaria%2035%20-%20Porte%20de%20Arma.pdf 
Acesso em: 10jul20.
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2019/decreto/D9847.htm 
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2019/decreto/D9847.htm 
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2019/decreto/D10030.htm 
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2019/decreto/D10030.htm 
http://www.dfpc.eb.mil.br/images/Portarian136.pdf
http://www.dfpc.eb.mil.br/images/Portarian137.pdf 
http://www.dfpc.eb.mil.br/images/Portarian137.pdf 
http://www.dfpc.eb.mil.br/images/port_150_.pdf
http://www.pm.ba.gov.br/Legis/Portaria%2035%20-%20Porte%20de%20Arma.pdf
http://www.pm.ba.gov.br/Legis/Portaria%2035%20-%20Porte%20de%20Arma.pdf
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Tiro Policial 
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_____. Boletim Geral Ostensivo nº 092, de 17 de maio de 2010, p. 2954-2963. Documento 
digital.
TOCHCHETTO, Domingos. Balística Forense – Aspectos Técnicos e Jurídicos. 6ª edição. 
Campinas-SP: Millenium, 2011.
TOCHCHETTO, Domingos; WEINGERTNER, João Alberto. Armas Taurus – Uma Garantia de 
Segurança. 5ª edição. Campinas-SP: Millenium, 2013.
TAURUS, Forjas. Manual de Instruções Pistolas de dupla ação, 2000.
_____, Forjas. Manual de Instruções Submetralhadora SMT, 01-2012. 
_____, Forjas. Manual de Instruções Pistolas metálicas, 03-2012.em centésimos ou até milésimos de polegadas.
Quanto ao calibre das armas de alma lisa, quanto menor o número, maior é o calibre da 
espingarda. Pelo fato da equivalência está entre a boca do cano e quantidade de esferas de 
chumbo necessárias para atingir uma libra.
Calibre real: É o diâmetro externo do projétil (medido com um paquímetro, por exemplo), 
geralmente é expresso em frações de polegadas ou em milímetros.
Calibre nominal: É o nome que se dá ao calibre da munição e pelo qual ele é conhecido, 
podendo ou não coincidir com o calibre real.
Projéteis com mesmo calibre real (mesmo diâmetro externo) podem pertencer a calibre 
nominal diferente. Exemplo: 223 Rem (5,56mm) e .22 LR, ambos possuem o mesmo diâmetro, 
todavia, aplicações totalmente diferentes.
 1.3 Balística
É uma parte da Física Aplicada que estuda a ligação entre a arma de fogo, o projétil 
e o alvo. Desde a realização do disparo, a passagem do projétil pelo cano, a sua saída 
(trajetória) e o ponto de impacto (a interação com o alvo).
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Tiro Policial 
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Balística Forense é uma ciência criminal a qual se dedica a identificação das armas de fogo, 
munições e acessórios. Sendo ainda, responsável pelo estudo do movimento dos projéteis. 
Que para efeito de análise pode ser dividida em: Balística Interna, Balística Externa e 
Balística Terminal.
a. Considerações sobre balística interna
 Mecânica do disparo:
 1) Percussão;
 2) Iniciação da espoleta;
 3) Queima da carga de projeção;
 4) Tomada do raiamento pelo projétil;
 5) Aceleração do projétil no interior do cano;
 6) Saída do projétil.
b. Considerações sobre balística externa
 Trajetória do Projétil:
 1) Resistência do ar (elemento frenador);
 2) Força da gravidade;
 3) Massa e densidade do projétil;
 4) Densidade do ar em tempo e lugar do tiro;
 5) Diâmetro e seção transversal do projétil;
 6) Forma do projétil;
 7) Estabilidade do projétil em relação ao eixo da trajetória.
c. Considerações sobre balística terminal
Formação cavidade: durante a transferência de energia para um tecido, podemos 
observar a formação de dois tipos de cavidades:
1) Cavidade Temporária: durante a transferência de energia as partículas do tecido 
atingido se afastam, mas, por sua elasticidade, elas retornam à posição prévia;
2) Cavidade Permanente: durante a transferência de energia as partículas do tecido 
atingido se afastam, mas, por perda de substância, não retomam a sua forma original.
d. Outras definições:
Incidente de tiro: acontece quando há uma interrupção involuntária dos disparos 
que estavam sendo realizados pelo operador e que não causa danos materiais ou 
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Tiro Policial 
pessoais. Sendo que após a resolução do problema (pane), a sequência de disparos 
continua normalmente.
Acidente de tiro: acontece quando há uma interrupção dos disparos que estavam 
sendo realizados pelo operador, todavia neste caso pode gerar danos materiais ou 
pessoais. Podendo ser causado pelo operador, o armamento ou a munição. 
Disparo Acidental: acontece em situações alheias ao operador, em muitos casos por 
falhas mecânicas no armamento.
 1.4 Normas de Segurança 
O manuseio de qualquer arma de fogo deve sempre ser precedido de alguns cuidados relativos 
à segurança. Por conhecermos vários exemplos de policiais militares que se acidentaram ou 
até mesmo perderam a vida, devido a falta de observação a esses cuidados. Relacionamos a 
seguir, algumas normas de segurança que deverão ser devidamente observadas no trato com 
armas de fogo, senão vejamos:
a. Antes de tocar em uma arma que não conheça, obtenha informações sobre o seu 
manuseio, antes de utilizá-la. Seja humilde;
b. Nunca pergunte se uma arma está carregada, verifique você mesmo; 
c. Trate uma arma de fogo como se ela estivesse permanentemente carregada; 
d. Nunca deixe uma arma carregada, de forma descuidada; 
e. Ao receber ou passar uma arma para alguém, proceda com a arma aberta e descarregada; 
f. Não permita que pessoa não preparada manipule sua arma; 
g. Sempre que descarregar uma arma, conte os cartuchos e verifique a(s) câmara(s), 
carregadores ou depósitos; 
h. Sempre que for carregar ou descarregar sua arma, o faça com o cano apontado para 
uma direção segura e com o dedo fora da tecla do gatilho; 
i. Sempre que for sacar ou colocar a arma ao coldre, o faça com o dedo fora da tecla do 
gatilho; 
j. Ao municiar o carregador ou quando for alimentar manualmente uma arma, certifique-
se que os cartuchos a serem utilizados, correspondem ao calibre da mesma; 
k. Mantenha o dedo fora da tecla do gatilho, até que você esteja realmente pronto para 
o disparo e apontando para o local desejado; 
l. Não aponte uma arma para algo, que você não pretenda acertar, nem por brincadeira; 
m. Antes de proceder a manutenção de uma arma, certifique-se de que esteja descarregada; 
n. Ao guardar uma arma em sua residência, escolha um lugar seguro, longe do alcance 
dos olhos, principalmente, das crianças; 
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o. Drogas, álcool e armas NÃO se combinam; 
p. Não corra, não ultrapasse obstáculos, não execute esforço físico com o dedo na tecla 
do gatilho. Seu acionamento é natural e inconsciente;
q. Lembre-se que o sistema de segurança de uma arma é apenas um dispositivo mecânico 
e não um substituto do bom senso;
r. Sempre que estiver portando ou manuseando uma arma, concentre-se no que está 
fazendo e pense em segurança, antes, durante e depois do uso; 
s. Segurança é prevenção e prevenção é treinamento. Antecipe-se sempre ao inesperado, 
caso contrário, só restará arrependimento e responsabilização pelo ato.
TEMA 2 
2. PISTOLA TAURUS PT100
 2.1 Características
A Pistola Taurus PT 100, derivação do famoso modelo PT 92 (9mm), sendo no calibre .40 
S&W, utilizado amplamente por todas as forças policiais do nosso país, não sendo diferente 
no nosso Estado, onde esta arma está presente em todas as Unidades pertencentes a PMBA. 
Trata-se de uma pistola robusta, composta por um ferrolho de aço teneferizado, cano oxidado 
e armação de alumínio anodizado.
Quadro 1: Especificações Fonte: Elaborado pelo autor.
Nomenclatura TAURUS PT100 AF
Calibre .40 S&W
Capacidade 13 + 1
Alma do cano Alma raiada, seis raias orientadas a direita 
Ação de disparo Ação dupla e ação simples
Aparelho de pontaria Fixo, com sistema de três pontos
Comprimento do cano 125mm
Comprimento total 217mm
Peso sem carregador 975g
Quadro 2: Classificação Fonte: Elaborado pelo autor.
Tipo Porte
Funcionamento Semiautomático
Princípio de Funcionamento Ação dos gases sobre o ferrolho
Emprego Individual
Alimentação Carregador metálico bifilar, tipo cofre
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 2.2 Itens de Segurança 
Vale salientar que a Pistola Taurus é dotada de uma série de recursos no quesito segurança, 
a seguir descrito.
O registro de segurança ao ser acionado para cima funciona como uma (trava de segurança), 
travando simultaneamente o cão e a armadilha. Peça que foi projetada para permitir o uso 
ambidestro além de possibilitar uma rápida passagem da posição de segurança para a de 
disparo.
O registro de segurança, ao ser acionado para baixo, funciona como (desarmador do cão), 
permitindo que o operador transfira a arma da ação simples (cão à retaguarda) para a ação 
dupla (cão em repouso), sem a necessidade de acionar a tecla do gatilho.
Imagem 05: Registro de segurança 
na função de trava de segurança
Vale lembrar, de acordo com a imagem 06, ao acionarmos o registro de segurança para 
baixo (3) com a arma engatilhada, o cão (5) desconectará o tirante do gatilho(2), então a 
conexão entre o gatilho (1) e a 
armadilha (4) será interrompida. 
O movimento de avanço do cão 
será parado pelo retém do cão 
(6), caracterizando-se assim a 
(trava de queda), facilmente 
observada pelo espaço entre o 
cão e o fundo do percussor.
Imagem 06: Mecanismo de segurança (trava de queda)
Fonte: Armas Taurus – Uma Garantia de Segurança, 2013, p. 183.
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Quando um cartucho está alojado na câmara, a extremidade do extrator fica saliente, 
revelando uma marca vermelha. Assim é possível controlar visualmente ou pelo tato, a 
existência de cartucho na câmara, característica principal do chamado (indicativo de 
cartucho na câmara).
Imagem 07: Mecanismo de segurança (indicativo de cartucho na câmara)
Fonte: Armas Taurus – Uma Garantia de Segurança, 2013, p. 183.
A trava do percussor é um dispositivo de segurança que mantém o percussor bloqueado, 
impedindo o seu deslocamento à frente. Sendo que, de acordo com as Figuras 04 e 05, no 
momento do acionamento da tecla do 
gatilho (1) por parte do operador, a trava 
do percussor é liberada, permitindo que 
o percussor (5) se desloque à frente, tão 
logo receba a energia oriunda do impacto 
do cão (6). A liberação se faz de forma 
sequencial: gatilho (1), tirante do gatilho 
(2), impulsor da trava do percussor (3) e 
trava do percussor (4).
Imagem 09: Fase Dinâmica
 Fonte: Armas Taurus – Uma Garantia de 
Segurança, 2013, p. 183.
Fonte: Armas Taurus – Uma Garantia de Segurança, 2013, p. 183. 
 
 
Imagem 08: Fase Estática
Fonte: Armas Taurus – Uma Garantia de Segurança, 2013, p. 182.
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 2.3 Operações de Manejo
Objetivando o correto funcionamento das Pistolas 
Taurus, observe as seguintes instruções:
1. Pressione com o polegar, o retém do 
carregador, localizado próximo ao guarda-
mato e retire o carregador;
 Imagem 10: Retirada do carregador
2. Com uma das mãos segure o carregador e 
com a outra introduza os cartuchos um a 
um (municie), pressionando-os para baixo e 
para trás. Uma vez municiado, introduza o 
carregador na pistola (alimente) até que fique 
preso pelo retém do carregador.
 Imagem 11: Municiando o carregador
3. Segure a pistola com uma das mãos, mantendo o dedo longe do gatilho. Com a 
outra mão puxe o ferrolho para 
trás até o batente, soltando-o a 
seguir. O ferrolho irá então para 
frente, impulsionado pela mola 
recuperadora, introduzindo um 
cartucho na câmara.
 Imagem 12: Carregando a pistola
4. A pistola está engatilhada (ação simples – fig. 13), pronta para disparar, caso deseje 
desengatilhar a pistola, acione o registro de segurança para baixo (desarmador 
do cão) e a arma continuará pronta para disparar, contudo, agora na ação dupla 
(fig.14). Após cada disparo, o ferrolho, impulsionado pela pressão dos gases, 
retrocederá para expulsar o estojo e carregar um novo cartucho. Novamente 
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a pistola estará pronta para disparar. Após a detonação do último cartucho, o 
ferrolho ficará recuado e imobilizado pela ação do retém do ferrolho sobre o 
mesmo (fig. 15). 
 Imagem 13: Arma carregada e engatilhada (ação simples)
 Imagem 14: Arma carregada e desengatilhada (ação dupla)
 Imagem 15: Arma aberta após o último disparo
5. Para descarregar a pistola, retire o carregador e puxe o ferrolho até o seu batente 
para extração do cartucho que se encontra na câmara. Sempre que o operador 
tiver a intenção 
de desengatilhar 
e/ou descarregar 
a pistola, deverá 
apontar o cano 
sempre para uma 
direção segura.
 Imagem 16 (1) e 17 (2): 
 Arma sendo descarregada
15
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 a) Desmontagem - para efe]tuar a desmontagem da pistola, devem-se efetuar as operações 
a seguir indicadas:
1. Pressione o botão localizado próximo ao guarda-mato (retém do carregador), 
retire o carregador, assegurando-se que não existe cartucho na câmara (execute 
pelo menos duas ciclagens de segurança), bem como, inspeção visual e tátil. 
 
Imagem 18: Acionamento do Retém do carregador Imagem 19: Inspeção tátil e visual
 
2. Com o dedo indicador da mão esquerda, pressione o botão do retém da alavanca 
de desmontagem (lado direito da arma) e ao mesmo tempo, com o dedo polegar, 
girar a alavanca, no sentido horário.
 Imagem 20: Iniciando a desmontagem Imagem 21: Acionamento da alavanca de desmontagem
3. Deslizar o conjunto do ferrolho para 
frente até liberá-lo da armação.
 Imagem 22: Separando o conjunto do ferrolho da armação.
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4. Comprimir levemente a guia da mola recuperadora com sua respectiva mola, 
levantando o conjunto e retirando-o cuidadosamente.
 Imagem 23: Retirando a guia da mola recuperadora
5. Comprimir o mergulhador do bloco de trancamento (somente nas PT 92 AF, PT 99 
AF, PT 100 e PT 101). Em seguida retirar o grupo cano / bloco de trancamento do 
ferrolho.
 Imagem 24: Retirando cano e bloco de trancamento
b) Montagem - Para proceder à montagem, fazer de forma inversa à desmontagem:
1. O impulsor da trava do percussor deve estar abaixado no momento de montar o 
ferrolho na armação.
2. Antes de girar a alavanca de desmontagem, o ferrolho deve estar perfeitamente 
alinhado com a parte posterior da armação.
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Imagem 25: Verificando a posição do impulsor da trava do percussor e alinhamento do conjunto do ferrolho com a armação.
 2.4 Procedimentos básicos visando inspeção da pistola TAURUS PT100 (Publicado no BGO 
nº 092, 17 de maio de 2010, pag. 2954 - 2963)
Considerando que poucas são as Unidades Operacionais que dispõem de mecânico de 
armas servindo na sala de meios, prejudicando dessa forma a aplicação da manutenção 
preventiva e corretiva, abordaremos a seguir, alguns procedimentos básicos, porém vitais, 
que o PM deverá observar, no momento em que estiver efetuando a cautela de uma pistola 
em sua Unidade, haja vista, que a rotina no desempenho das atividades policiais, bem como, 
o desconhecimento desses procedimentos, tem colaborado para a vulnerabilidade do PM, 
caso a arma escolhida para o serviço não esteja em plenas condições de funcionamento. 
Vale ressaltar que, esses cuidados devem ser constantes, ou seja, o PM deverá repeti-los a 
cada turno de serviço, tendo em vista que essas armas são utilizadas por diversos policiais, 
em períodos contínuos.
Os procedimentos básicos visando à inspeção da Pistola Taurus (PT100) foram criados 
com o objetivo de dar mais segurança ao operador. Dessa forma a Polícia Militar da Bahia 
apresenta o protocolo a seguir.
a. Inspeção, Limpeza e Manutenção - Procedimentos básicos visando à inspeção do 
armamento
1º PASSO: ao receber a Pistola Taurus das mãos do policial militar responsável pela 
Sala de Meios, a mesma deverá estar sempre aberta, não alimentada (sem carregador) e 
descarregada.
Finalidade: anular qualquer possibilidade de disparo acidental durante a inspeção.
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2º PASSO: receber os carregadores sempre desmuniciados.Finalidade: certificar se as munições que utilizará no turno de serviço se encontram em 
perfeitas condições de uso operacional. Para tanto, o policial militar deverá receber das 
mãos do responsável pela sala de meios as munições fora do carregador, de modo a lhe 
permitir a conferência da quantidade e características das mesmas, observando os seguintes 
detalhes: se todas as munições são realmente do mesmo calibre; se não existem munições 
recarregadas ou negadas no meio das demais; se não existem munições mal crimpadas, ou 
seja, munições em que o projétil se encontra girando facilmente ou que parte do projétil 
adentrara para o interior do estojo, diminuindo sensivelmente o seu tamanho natural. Para 
constatar tal situação, basta posicionar as munições em cima de uma mesa ou bancada, 
uma ao lado da outra, e comparar o tamanho de todas, além de tentar girar manualmente 
o projétil de cada uma das munições.
Observação importante: os carregadores mais antigos das Pistolas Taurus, PT 100, 
cal. .40, adquiridas pela PMBA apesar de, no corpo do carregador, constar a sua 
capacidade máxima de 11 cartuchos, o mesmo está sendo adquirido junto ao fabricante 
com prolongador do carregador (bumper), cuja capacidade máxima eleva-se para 13 
cartuchos cada.
3º PASSO: Verificar a desobstrução do cano da arma.
Procedimento: com a arma ainda aberta, deverá observar o interior do cano, constatando 
a inexistência de projétil ou de qualquer corpo estranho.
Finalidade: certificar a inexistência de corpo estranho no interior do cano, uma vez que 
existindo, impediria o perfeito deslocamento do projétil.
4º PASSO: Proceder ao fechamento da pistola.
Procedimento: empunhando a pistola com a mão forte, o policial militar deverá acionar 
o retém do ferrolho com o dedo polegar, movimentando-o de cima para baixo, de modo a 
proporcionar o avanço imediato do ferrolho. Outra forma de liberar o ferrolho é segurando-o 
firmemente em sua porção traseira (posterior) puxando-o a retaguarda e soltando-o em 
seguida, de modo a proporcionar também o seu avanço.
Finalidade: certificar se após o fechamento e trancamento da arma, esta permanecerá 
com o cão a retaguarda (ação simples).
5º PASSO: Verificar as condições de funcionamento do retém do cão.
Procedimento: empunhando a pistola com a mão forte, devidamente engatilhada em 
ação simples, o policial militar deverá movimentar suavemente a tecla do desarmador do 
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cão para baixo, sem, contudo, chegar a desengatilhar o cão, atentando para o interior do 
mecanismo da arma, região entre a cauda do percussor e cão, a fim de constatar a existência 
e movimentação do retém do cão. Esta peça é responsável por atuar no primeiro dente do 
cão, quando da utilização do desarmador do cão, impedindo que o cão transfira energia para 
o fundo do percussor.
Finalidade: certificar se o retém do cão está presente na arma e movimentando-se a cada 
acionamento da tecla do desarmador do cão.
6º PASSO: Verificar as condições de funcionamento do desarmador do cão.
Procedimento: empunhando a pistola com a mão forte, o policial militar deverá movimentar 
a tecla do desarmador do cão para baixo, utilizando para 
tanto o dedo polegar, momento em que acompanhará 
atentamente se o cão está parando diretamente na trava 
de queda (pequeno intervalo existente entre o cão em 
relação ao fundo do percussor); 
Finalidade: certificar se o desarmador do cão ao ser 
movimentado para baixo, fará o cão estacionar afastado em 
relação ao fundo do percussor (trava de queda – figura 01).
Fonte: BGO PMBA 092 de 17 maio 02, pag. 2957.
7º PASSO: Verificar as condições de funcionamento do registro de segurança.
Procedimento: empunhando a pistola com a mão forte, o policial militar deverá 
movimentar para cima a tecla do registro de 
segurança através do dedo polegar, de modo a 
manter a pistola travada e, em seguida, acionará 
a tecla do gatilho, a fim de constatar o seu total 
bloqueio.
Finalidade: certificar se o mecanismo de 
segurança da arma se encontra em perfeitas 
condições de funcionamento.
 
 Fonte: BGO PMBA 092 de 17 maio 02, pag. 2957.
8º PASSO: Proceder à desmontagem da pistola.
Procedimento: empunhando a pistola com a mão forte e com posicionando o cano 
levemente para cima, o policial militar deverá, preferencialmente, com o dedo indicador 
acionar o retém da alavanca de desmontagem, o qual está localizado do lado direito da 
arma, a frente do guarda-mato, onde, em ato contínuo, movimentará a asa da alavanca 
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de desmontagem para baixo, a qual está localizada no lado oposto ao seu retém. Ao final 
desse procedimento, o policial militar notará que o conjunto ferrolho/cano/haste/mola 
recuperadora deslizarão para frente, momento em que deverá separá-lo da armação da 
pistola. De posse do conjunto, pressionará a mola recuperadora, através da sua haste, 
retirando-os obliquamente. Também de forma oblíqua separará o cano do ferrolho.
Finalidade: dar prosseguimento aos demais procedimentos de inspeção.
9º PASSO: Verificar as condições de funcionamento do ejetor.
Procedimento: segurando a armação da pistola com a mão forte, o policial militar deverá 
observar atentamente o estado do ejetor, de modo a constatar se não está quebrado, 
gasto ou empenado. Lembre-se que nas Pistolas PT 100 e PT 92, a extremidade do ejetor é 
pontiaguda e tem um corte diagonal. Já na PT 58, a extremidade do ejetor tem um corte 
praticamente reto. 
Finalidade: certificar se o ejetor se encontra em perfeitas condições de funcionamento.
 Fonte: BGO PMBA 092 de 17 maio 02, pag. 2958.
10º PASSO: Verificar as condições de funcionamento do impulsor da trava do percussor.
Procedimento: segurando a armação da pistola com a mão forte, o policial militar deverá 
observar atentamente o estado do impulsor da 
trava do percussor, de modo a constatar se não 
está quebrado, gasto ou empenado. Em seguida, 
deverá acionar totalmente a tecla do gatilho, 
a fim de também constatar a sua completa 
movimentação (elevação).
Finalidade: certificar se o impulsor da trava do 
percussor se encontra em perfeitas condições de 
funcionamento.
 Fonte: BGO PMBA 092 de 17 maio 02, pag. 2959.
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11º PASSO: Verificar as condições de funcionamento da trava do percussor.
Procedimento: de posse do ferrolho e utilizando-se de um bocal de uma caneta, o 
policial militar deverá pressionar a cauda do percussor, 
a fim de constatar o não afloramento do mesmo, uma 
vez que a função da trava do percussor é manter o 
percussor permanentemente bloqueado, até que haja o 
acionamento total da tecla do gatilho.
Finalidade: certificar se a trava do percussor se 
encontra em perfeitas condições de funcionamento.
 Fonte: BGO PMBA 092 de 17 maio 02, pag. 2960.
12º PASSO: Verificar as condições gerais do percussor.
Procedimento: de posse do ferrolho, o policial militar deverá pressionar a base da trava 
do percussor com a ponta do dedo polegar da mão 
fraca e, utilizando-se de um bocal de uma caneta, 
deverá pressionar a cauda do percussor com a mão 
forte, a fim de constatar as condições do percussor, 
sua mobilidade, o seu afloramento e se sua ponta 
não está gasta ou quebrada.
Finalidade: certificar se o percussor se encontra 
em perfeitas condições de uso.
 Fonte: BGO PMBA 092 de 17 maio 02, pag. 2961.
13º PASSO: Verificar as condições de funcionamento do extrator.
Procedimento: de posse do ferrolho, o policial militar deverá pressionar a extremidade 
posterior do extrator, peça localizada ao ladodireito do ferrolho, em frente da alça de mira, 
a fim de que o mesmo aflore a sua extremidade anterior, de modo a sair do contorno normal 
do ferrolho, revelando uma faixa vermelha. É dessa forma que o extrator se apresentará 
quando a arma estiver com um cartucho na câmara (carregada).
Finalidade: certificar se o percussor se encontra em perfeitas condições de funcionamento.
14º PASSO: Verificar as condições de funcionamento do bloco de trancamento (Pistola 
Taurus, PT 100, cal. .40 ou PT 92, cal. 9mm).
Procedimento: de posse do cano, o policial militar deverá segurá-lo pelas extremidades 
utilizando o dedo indicador e polegar da mão fraca, direcionando a ponta do cano para cima, 
de modo que o mergulhador existente na outra extremidade do cano fique completamente 
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aflorado e apontado para o chão e com a mão forte, segurará o bloco de trancamento na sua 
porção intermediária de modo a puxá-lo um pouco para trás e, em seguida, o deslizará para 
um dos lados, fazendo-o desprender do cano. Atentar detalhadamente para o corpo do bloco 
de trancamento, verificando se não está trincado ou com uma das extremidades posteriores 
(ressaltos) partida.
Finalidade: certificar se o bloco de trancamento se encontra em perfeitas condições de 
funcionamento.
15º PASSO: Verificar as condições físicas dos carregadores.
Procedimento: segurando a armação da pistola com a mão forte, o policial militar deverá 
introduzir corretamente cada um dos carregadores (desmuniciado) em seu alojamento, 
atentando para o perfeito acionamento do retém do ferrolho através do dente do 
transportador, ou seja, o dente do transportador do carregador localizado do lado esquerdo 
do corpo do carregador deverá acionar o retém do ferrolho pela parte interna da arma. 
Caso os lábios do carregador estejam 
amassados em virtude de quedas ao 
solo, o transportador não atingirá a sua 
altura máxima, de modo a proporcionar 
a abertura e trancamento do ferrolho ao 
término das munições. 
Finalidade: constatar se os 
carregadores se encontram em perfeitas 
condições de funcionamento.
 Fonte: BGO PMBA 092 de 17 maio 02, pag. 2963.
16º PASSO: Proceder à montagem da pistola.
Procedimento: empunhando a armação da pistola com a mão forte, o policial militar 
deverá seguir a ordem inversa da desmontagem, atentando para o momento da colocação 
do conjunto do ferrolho na armação da pistola, momento em que certificará se o impulsor 
da trava do percussor está totalmente voltado para baixo, evitando dessa forma que o 
mesmo seja quebrado ou empenado, no momento em que o conjunto do ferrolho estiver 
deslizando para trás. Ao perceber que a extremidade do ferrolho está alinhada com a parte 
final das guias da armação, o policial militar deverá trazer de volta a asa da alavanca de 
desmontagem para a sua posição inicial.
Finalidade: mantê-la pronta para uso.
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b. Limpeza e manutenção
Para uma correta lubrificação de sua arma, utilize óleo apropriado para armas de fogo 
com o auxílio de um pano macio. Lubrifique a parte externa do cano, incluindo a parte 
externa da câmara; 
Lubrifique as guias corrediças do ferrolho e da armação da sua pistola, deve-se lubrificar 
também o mecanismo do gatilho. 
Cano: Uma vez desmontada a arma, o cano e a câmara podem ser facilmente limpos usando 
uma escova apropriada. Solventes específicos para armas de fogo podem ser utilizados para 
a limpeza. A parte interna do cano e câmara devem ser secos após a limpeza. 
Ferrolho: O ferrolho deve ser limpo, de forma a retirar quaisquer partículas estranhas. 
Para a limpeza do ferrolho deve-se utilizar uma escova apropriada. A face da culatra e a 
área abaixo do dente do extrator devem ser cuidadosamente limpas com uma escova e ficar 
completamente livres de partículas e detritos. 
Armação: A armação deve ser limpa externamente com o uso de um pano macio. As partes 
internas devem ser limpas utilizando uma escova macia. Solventes específicos para armas 
de fogo podem ser utilizados. Os solventes devem ser retirados completamente e a armação 
seca e limpa. 
Carregador: Quando necessário, o carregador pode ser limpo com uma escova macia. 
A mola e o transportador podem ser limpos com um pano limpo. Caso sejam utilizados 
solventes, eles devem ser completamente retirados das peças antes da montagem para 
evitar a contaminação das munições. 
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BLOCO 2 
ARMAS E LEGISLAÇÃO
TEMA 3
3. FUNDAMENTOS DO TIRO E LEGISLAÇÃO
 3.1 Fundamentos do Tiro
1) EMPUNHADURA: É o fundamento que se refere a forma em que o operador segura 
a arma, sendo constituído de Altura, Envolvimento e Pressão.
2) POSIÇÃO: é necessário que fique claro que, em combate, o operador deverá 
tomar a posição que melhor convier ao momento, objetivando sempre o melhor 
aproveitamento para seu disparo. 
3) VISADA: é o alinhamento do aparelho de pontaria e o alvo. Vale salientar que o 
tiro visado (olho diretor, alça e massa de mira) é o tiro de iniciantes, já no tiro de 
combate, utilizamos os dois abertos e tendo como referência somente a massa de 
mira (tiro instintivo).
4) RESPIRAÇÃO: é um dos fundamentos mais complexos visto que é ensinado nos 
primeiros contatos com a arma que se deve fazer uma pequena inspiração e bloqueá-
la durante o acionamento. Expira-se logo após o disparo, e inicia-se outro ciclo. 
Lembro que numa situação de estresse dificilmente o operador irá lembrar deste 
fundamento.
5) ACIONAMENTO DA TECLA DO GATILHO: o acionamento da tecla do gatilho dever 
ser feito de forma lenta e progressiva, evitando trancos desnecessários na arma, 
gerando um dos erros mais comuns a famosa gatilhada.
 3.2 Legislação Específica sobre Armas 
Neste módulo trataremos de questões especificas relativas ao registro, autorização 
para aquisição e porte de arma de fogo, baseadas na Lei Federal 10.826/2003 (Estatuto do 
Desarmamento) e na Portaria 035/2005 do Comando Geral da PMBA, onde constam a seguir 
as principais regulamentações publicadas nesta Portaria, visando proporcionar ao policial 
um conhecimento básico da legislação de tiro, que o habilite a intervir com segurança em 
ocorrências envolvendo arma de fogo.
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IMPORTANTE:
Precisamos deixar claro que, cada Secretaria de Segurança Pública dos Estados e do 
Distrito Federal editaram suas Portarias, dando competência aos Comandantes Gerais 
no caso das Policias Militares e Corpo de Bombeiros Militares e aos Delegados Gerais no 
caso das Policias Civis. Isto mostra o quão diferente são as Portarias, inclusive dentro do 
mesmo Estado.
Amparo Legal: Art. 24, do Decreto Federal nº 9.847 de 25 de junho de 2019. 
Anteriormente Art. 33, do Decreto Federal 5.123/04.
 3.3 Portaria CG 035/2005
Vale salientar que, após a eleição do Presidente da República Jair Messias Bolsonaro, 
vários decretos federais foram editados, bem como, diversas portarias foram publicadas por 
parte do Exército Brasileiro, no que diz respeito a Legislação das armas e munições, o que 
levou a PMBA a montar uma comissão para revisar e atualizar a Portaria CG 035/2005 a qual, 
deverá ser publicada brevemente. Todavia, enquanto não sai a atualização vamos estudar 
alguns artigos fundamentais da nossa diretriz norteadora sobre armas e munições. 
 Dispõe sobre o registro e o porte de arma de fogo na 
 Polícia Militar e dá outras providências.
CAPÍTULO IV
Do Registro e do Cadastro das Armas de Fogo Pertencentes aos Militares Estaduais
Artigo 7º - As armas de fogo de uso permitidopertencentes aos militares estaduais 
serão registradas, nos termos do parágrafo único do artigo 2º da Lei n.º 10.826/03, na 
própria Polícia Militar.
§ 1º - O Comandante-Geral, nos termos do artigo 3º do Decreto n.º 5.123/04, é a 
autoridade competente para expedir o registro próprio das armas de fogo de que trata 
este artigo, ficando delegada esta atribuição ao DAL.
§ 2º - O cadastro das armas particulares dos militares estaduais será realizado pela UEE 
(CMB), utilizando-se de banco de dados.
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§ 3º - O militar estadual colecionador, atirador ou caçador deverá registrar sua arma 
no Serviço de Fiscalização de Produtos Controlados da 6ª Região Militar (SFPC/6ª RM), 
a qual será cadastrada no SIGMA, e deverá encaminhar cópia do registro, via cadeia de 
comando, para publicação em Boletim Geral Reservado (BGR) para controle da UEE (CMB).
§ 4º - As alterações de características (calibre, comprimento do cano, capacidade e/
ou acabamento) das armas de fogo de propriedade de militares estaduais, procedidas 
com a devida autorização do SFPC/6ª RM (a ser obtida pessoalmente pelo interessado), 
deve ser publicada em BGR para controle da UEE (CMB).
CAPÍTULO V
Da Expedição do Certificado de Registro de Arma de Fogo (CRAF)
SEÇÃO I
O CRAF é um documento expedido pela DAL/UEE (Mediante autorização do exército 
no caso de arma restrita), onde consta o registro de arma de fogo de uso permitido ou 
restrito, pertencente ao policial militar estadual, adquirida no comercio ou diretamente 
na indústria. 
O CRAF será expedido com base no cadastro da UEE e deverá conter os seguintes dados: 
I - do cadastro da arma de fogo;
II - do militar estadual;
III - da arma de fogo;
IV – a inscrição: “De acordo com a Lei Federal n.º 10.826, de 22/12/03, e com o 
Decreto Federal n.º 5.123, de 01/07/04”.
CAPÍTULO VI
Do Porte de Arma de Fogo por Militares Estaduais
Artigo 15 - O porte de arma de fogo de uso permitido, bem como a de uso restrito 
pertencente à PMBA, é inerente ao militar estadual do serviço ativo, restrito aos limites 
territoriais do Estado, mediante apresentação da Cédula de Identidade Funcional, 
observando-se, obrigatoriamente, as seguintes regras:
I - quando de serviço com arma da PMBA, deverá portar a Cédula de Identidade funcional;
II - quando de folga com arma da PMBA, deverá portar a Cédula de Identidade Funcional 
e a Autorização de Carga de Arma de Fogo (ACAF);
Artigo 16 - O Coordenador, Comandante, Diretor ou Chefe de OPM é a autoridade 
policial-militar competente para autorizar:
I - a carga de arma de fogo pertencente à PMBA;
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II - a utilização da arma particular em serviço;
Parágrafo único - As autorizações mencionadas neste artigo podem ser revogadas a 
qualquer tempo, a juízo da autoridade que as concedeu.
Artigo 20 – A Autorização de Porte de Arma de Fogo para Inativos deverá conter os 
seguintes dados:
I – do artigo 9º desta Portaria;
II – validade;
III – assinatura do Comandante-Geral;
IV - indicação do número do Boletim Geral Reservado que autorizou o porte;
V - a inscrição: “O portador, identificado pela Cédula de Identidade da PMBA, está 
autorizado a portar a arma acima descrita, nos termos do Decreto Federal n.º 5.123/04”;
Parágrafo único - A Autorização de Porte de Arma de Fogo para Inativos somente será 
válida com a apresentação da Cédula de Identidade da PMBA e do CRAF.
CAPÍTULO VII
Da Autorização de Carga Pessoal de Arma de Fogo Pertencente ao Patrimônio da PMBA
Artigo 22 - O Coordenador, Comandante, Diretor ou Chefe de OPM é a autoridade 
policial-militar competente para autorizar, conforme modelo constante do Anexo “C”, 
o qual deverá ser numerado pela OPM, a carga pessoal de arma de fogo de porte 
pertencente ao patrimônio da PMBA, mediante solicitação fundamentada do militar 
estadual. Tal autorização deverá ser publicada em BIR.
§ 3º - O militar estadual possuidor de arma de fogo pertencente ao patrimônio da PMBA 
deverá zelar por sua manutenção de primeiro escalão e conservação, responsabilizando-
se por sua guarda.
§ 4º - Para fins desta norma, o extravio da arma guardada no interior de armários de 
alojamentos ou vestiários e veículos não excluirá a responsabilidade do possuidor.
Artigo 24 - A autorização de carga pessoal de arma de fogo de porte, pertencente ao 
patrimônio da PMBA, constitui ato discricionário do Coordenador, Comandante, Diretor 
ou Chefe de OPM, observados os critérios de conveniência e de oportunidade, podendo 
ser revogada a qualquer tempo.
§ 1º - Não será concedida autorização de carga pessoal de arma de fogo ao militar 
estadual que:
1. encontrar-se no comportamento “Mau”;
2. estiver em estágio probatório;
3. estiver regularmente matriculado em curso de formação.
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§ 2º - Terá suspensa a autorização de carga pessoal de arma de fogo:
1. pelo período em que perdurar a situação, o militar estadual ao qual for prescrita 
recomendação médica de proibição ou restrição quanto ao uso de arma de fogo;
2. pelo período em que perdurar a apuração de roubo, furto ou extravio da arma de 
fogo que se encontrava sob sua responsabilidade;
3. por 1 (um) ano, o militar estadual que disparar arma de fogo por negligência, 
imperícia ou imprudência;
4. por 1 (um) ano, o militar estadual que for surpreendido portando arma de fogo, 
de serviço, de folga ou em trânsito, alcoolizado ou embriagado com qualquer bebida 
alcoólica ou substância entorpecente;
5. definitivamente, o militar estadual que incidir na prática concomitante das infrações 
constantes dos itens 3 e 4 acima, ou que reincidir em uma delas;
6. quando ingressar no comportamento “Mau”.
§ 3º - Terá revogada a autorização de carga pessoal de arma de fogo, em caráter 
definitivo, o militar estadual que:
1. tiver arma de fogo da PMBA roubada, furtada, ou extraviada e, após a devida 
apuração, for considerado responsável pela perda do armamento;
2. portá-la em atividade extraprofissional, independentemente das medidas disciplinares 
cabíveis ao caso.
§ 4º - A suspensão ou revogação da autorização de carga pessoal de arma de fogo 
não constitui medida punitiva e, portanto, não elide a eventual aplicação das sanções 
disciplinares por infrações administrativas praticadas.
§ 5º - Caberá, a critério do Coordenador, Comandante, Diretor ou Chefe da OPM, a 
suspensão cautelar de carga de arma de fogo ao militar estadual que dela fizer uso 
irregular, ainda que a apuração administrativa esteja em instrução.
CAPÍTULO VIII
Do Uso em Serviço de Arma de Fogo Particular
Artigo 29 - Mediante autorização do Coordenador, Comandante, Diretor ou Chefe de 
OPM, a qual deverá ser publicada em BIR, o militar estadual poderá utilizar em serviço 
arma de fogo de sua propriedade, de porte e uso permitidos, em substituição à arma 
da PMBA e/ou como arma sobressalente, desde que esta corresponda aos padrões e 
características das armas de fogo de uso permitido constantes da dotação prevista para 
a PMBA.
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§ 1º - A autorização para emprego no serviço operacional de arma de fogo de uso 
permitido, como arma principal ou sobressalente, pertencente ao militar estadual, deverá 
constar no Relatório de Serviço Específico ou em relatório próprio de serviço da OPM.
CAPÍTULO XIX
Prescrições Diversas
Artigo 89 - Toda arma de fogo de porte, patrimônio da PMBA, deve ser identificada pela 
numeração e pelo Brasão da Polícia Militar.
Artigo 90 - O extravio, furto ou roubo de Autorização de Carga de Arma de Fogo (ACAF) 
deverá ser comunicadopelo responsável, de imediato, à autoridade policial-militar 
expedidora.
Artigo 98 – É proibido o acesso de militar deste Estado portando armas de fogo no 
interior dos estabelecimentos bancários, salvo se estiver fardado e mediante a prévia 
apresentação da identidade funcional aos responsáveis pela segurança daquelas 
instituições.
Artigo 99 - A inobservância ao disposto na presente Portaria sujeitará o infrator às sanções 
disciplinares cabíveis, sem prejuízo de outras cominações legais que couberem ao caso.
 3.4 Coletânea de legislação
Para aprofundamento dos conhecimentos relativos à matéria, sugiro que sejam feitas 
consultas e estudos sobre a legislação especifica, constante nos seguintes documentos: 
Lei nº 10.826, de 22 de dezembro de 2003 
Dispõe sobre registro, posse e comercialização de armas de fogo e munição, sobre o 
Sistema Nacional de Armas – Sinarm define crimes e dá outras providências.) Disponível em: 
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2003/l10.826.htm
Portaria 035/2005 do Comando Geral da PMBA 
(Dispõe sobre o registro e o porte de arma de fogo na Polícia Militar e dá outras providências) 
Disponível em:
http://www.pm.ba.gov.br/Legis/Portaria%2035%20-%20Porte%20de%20Arma.pdf
Portaria n° 028 COLOG, DE 14 DE MARÇO DE 2017 
(Altera a Portaria nº 51- COLOG, de 8 de setembro de 2015 e substitui a Portaria nº 
61 - COLOG, de 15 de agosto de 2016, que dispõe sobre normatização administrativa 
about:blank
http://www.pm.ba.gov.br/Legis/Portaria%2035%20-%20Porte%20de%20Arma.pd
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de atividades de colecionamento, tiro desportivo e caça, que envolvam a utilização de 
Produtos Controlados pelo Exército - PCE) Disponível em: 
http://www.dfpc.eb.mil.br/phocadownload/p128.pdf
Portaria n° 040 COLOG, de 28 de março de 2018 
(Altera a Portaria nº 51 - COLOG, de 8 de setembro de 2015 que dispõe sobre normatização 
administrativa das atividades de colecionamento, tiro desportivo e caça) Disponível em:
http://www.dfpc.eb.mil.br/images/portaria40.pdf
Portaria n° 093 COLOG, de 29 de junho de 2018 
(Altera a Portaria nº 51 - COLOG, de 8 de setembro de 2015, que dispõe sobre normatização 
administrativa das atividades de colecionamento, tiro desportivo e caça.) Disponível em:
http://www.dfpc.eb.mil.br/phocadownload/Portarian93_COLOG_29JUN18_Altera_a_
Portaria_n_51_COLOG.pdf
Decreto nº 9.845, de 25 de junho de 2019
(Regulamenta a Lei nº 10.826, de 22 de dezembro de 2003, para dispor sobre a aquisição, 
o cadastro, o registro e a posse de armas de fogo e de munição.) Disponível em: 
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Decreto/D9845.htm
Decreto nº 9.846, de 25 de junho de 2019 
(Regulamenta a Lei nº 10.826, de 22 de dezembro de 2003, para dispor sobre o registro, o 
cadastro e a aquisição de armas e de munições por caçadores, colecionadores e atiradores.) 
Disponível em: 
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Decreto/D9846.htm
Decreto nº 9.847, de 25 de junho de 2019
(Regulamenta a Lei nº 10.826, de 22 de dezembro de 2003, para dispor sobre a aquisição, 
o cadastro, o registro, o porte e a comercialização de armas de fogo e de munição e sobre 
o Sistema Nacional de Armas e o Sistema de Gerenciamento Militar de Armas.) Disponível em: 
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2019/decreto/D9847.htm
Decreto nº 10.030, de 30 de setembro de 2019
(Aprova o Regulamento de Produtos Controlados.) Disponível em: 
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2019/decreto/D10030.htm
http://www.dfpc.eb.mil.br/phocadownload/p128.pdf 
http://www.dfpc.eb.mil.br/images/portaria40.pdf 
http://www.dfpc.eb.mil.br/phocadownload/Portarian93_COLOG_29JUN18_Altera_a_Portaria_n_51_COLOG.pdf
http://www.dfpc.eb.mil.br/phocadownload/Portarian93_COLOG_29JUN18_Altera_a_Portaria_n_51_COLOG.pdf
about:blank
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Decreto/D9846.htm 
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http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2019/decreto/D10030.htm 
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Tiro Policial 
Portaria n° 136 COLOG, de 08 novembro de 2019
(Dispõe sobre o registro, o cadastro e a transferência de armas de fogo do SIGMA e sobre 
aquisição de armas de fogo, munições e demais Produtos Controlados de competência do 
Comando do Exército.) Disponível em: 
http://www.dfpc.eb.mil.br/images/Portarian136.pdf
Portaria n° 137 COLOG, de 08 novembro de 2019 
(Altera a Portaria 126-COLOG, de 22 de outubro que dispõe sobre a aquisição, o registro, 
o cadastro, a transferência, o porte e o transporte de arma de fogo; e a aquisição de 
munições e de acessórios de arma de fogo por militares, em serviço ativo ou na inatividade.) 
Disponível em: 
http://www.dfpc.eb.mil.br/images/Portarian137.pdf
Portaria n° 150 COLOG, de 05 dezembro de 2019 
(Dispõe sobre normatização administrativa de atividades de colecionamento, tiro 
desportivo e caça.) Disponível em: 
http://www.dfpc.eb.mil.br/images/port_150_.pdf
about:blank
http://www.dfpc.eb.mil.br/images/Portarian137.pdf
about:blank
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Tiro Policial 
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TEMA 4
4. SUBMETRALHADORA TAURUS SMT40
 4.1 Características
A Submetralhadora TAURUS SMT40, é uma arma leve, de fácil manejo e de cômoda 
utilização. Com carregadores em aço com capacidade para 30 cartuchos possui uma cadencia 
perfeitamente controlável, e grande poder de fogo. Através do seletor de tiro de 04 (quatro) 
estágios, (S) segurança, (1) tiro a tiro, (2) rajada limitada e (F) rajada total, possibilita o 
controle da utilização da munição.
O seletor de tiro/segurança e o retém do ferrolho possuem teclas ambidestras, assegurando 
versatilidade no seu uso.
O sistema de disparo com ferrolho fechado facilita a realização de tiros de precisão. Após 
o último tiro o ferrolho permanece aberto permitindo ao atirador perceber rapidamente o 
fim da munição e necessidade de troca de carregador. A introdução de novo carregador e o 
rápido acionamento de uma das teclas do retém do ferrolho deixa a arma imediatamente 
pronta para o tiro.
Estando a arma aberta com o ferrolho à retaguarda e após ser alimentada, um novo 
carregamento pode ser obtido bastando ao atirador agir na alavanca de manejo do ferrolho 
puxando-a para traz e largando bruscamente, momento em que arma irá fechar ficando 
pronta para um novo disparo.
O vértice de mira é regulável em altura e lateralmente, possui visor rebatível com vértice 
aberto ou com orifício.
Para maior conforto do atirador, a versão de arma com coronha retrátil e rebatível pode 
ser ajustada em comprimento e, além disso, pode ser rebatida para o lado direito para 
facilitar o transporte da arma.
A submetralhadora TAURUS SMT 40 é dotada de trilho, padrão MIL STD 1913 (Picatinny), 
na parte superior da caixa da culatra e o projeto desta arma também permite a colocação 
de trilhos adicionais nas duas laterais e na parte inferior do guarda mão. Com isso, a SMT 
permite o acoplamento de vários tipos de acessórios (manual da Taurus).
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 Fonte: Manual de Instruções Submetralhadora SMT, 01-2012, p. 09)
Quadro 3: Especificações da Submetralhadora Taurus SMT 40
Nomenclatura Submetralhadora Taurus SMT 40
Calibre .40 S&W
Capacidade 15 ou 30
Alma do cano Alma raiada, seis raias orientadas a direita 
Sistema de disparo Blowback, ferrolho fechado
Percussor Flutuante
Modos de disparos Semiautomático, rajada limitada, automático
Sistema de segurança Trava de gatilho
Aparelho de pontaria
Massa de mira - regulável em altura
Alça de mira – aberta (até 50m), diópter (100m)
Comprimento do cano 200mm
Comprimento total
470mm(coronha rebatida), 678mm até 
757mm (coronha estendida
Distância entre miras 270mm
Peso sem carregador 3 kg
Cadência (modalidade rajada) Aproximadamente 750 disparos/minuto
 Fonte: elaborado pelo autor, 2020.
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Quadro 4: classificação
Tipo Portátil
Funcionamento Semiautomático e automático
Princípio de Funcionamento Ação dos gases sobre o ferrolho
Emprego Individual
Alimentação Carregador metálico bifilar
 Fonte: elaborado pelo autor, 2020.
 4.2 Operações de Manejo
Seletor (ambidestro):
O seletor de submetralhadora possui 04 
(quatro) posições que estão assim classificadas:
S - (Segurança): nesta posição o 
mecanismo de disparo da submetralhadora 
fica completamente bloqueado, impedindo o 
disparo. 
Obs: A posição “S” só pode ser selecionada 
com a arma engatilhada.
 Fonte: Manual de Instruções Submetralhadora SMT, 01-2012, p. 11.
1 – (Tiro intermitente): posição em que a submetralhadora efetuará um (1) disparo, 
modo semiautomático, cada vez que o gatilho for pressionado.
2 – (Rajada limitada): nesta posição a submetralhadora efetua uma rajada de 2 disparos 
se o gatilho for mantido acionado durante o ciclo completo. A arma continua disparando 
rajadas de 2 tiros a cada novo acionamento do gatilho enquanto tiver munição no carregador. 
Obs: liberando o gatilho ou esgotando-se a munição em qualquer momento 
dentro do ciclo, os disparos serão interrompidos, podendo ter realizado somente 
1 disparo. Acionando o gatilho, após esta situação, o ciclo interrompido será 
completado, não é iniciado um novo ciclo. Assim, é possível que apenas 1 
disparo ocorra. Este efeito não é uma falha. O “desconector do gatilho” possui 
um mecanismo de came que continuamente rotaciona a cada disparo. Baseado 
na posição do came do desconector, o primeiro acionamento de gatilho (após 
a seleção prévia do seletor na posição RAJADA LIMITADA) pode realizar 1 ou 2 
disparos antes que o gatilho seja acionado novamente. Isto acontecerá apenas 
na primeira série com o seletor na posição RAJADA LIMITADA. (manual da Taurus)
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F – Nesta posição a metralhadora irá atirar enquanto o gatilho estiver acionado, rajada.
A coronha da submetralhadora pode ter seu comprimento ajustado conforme abaixo:
1.pressionar a presilha de regulagem;
2.deslocar a coronha até o comprimento desejado e
3.liberar a presilha de regulagem.
Para facilitar o transporte da submetralhadora, a coronha pode ser rebatida para a direita 
pressionando a tecla de liberação e rebatendo a coronha.
A coronha permanecerá rebatida sob força de mola. Para retomá-la à posição original, 
basta forçar para vencer 
a resistência da mola 
até encaixar a coronha 
na posição original, 
estendida.
 Fonte: Manual de Instruções Submetralhadora SMT, 01-2012, p. 12.
Mira regulável
Rebatimento do vértice de mira
A visada pode ser feita através do orifício do 
visor ou do vértice aberto. Basta rebater o visor 
de mira conforme a figura.
 Fonte: Manual de Instruções Submetralhadora SMT, 01-2012, p. 13
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Ajuste de direção
O vértice de mira pode ser ajustado lateralmente através do parafuso de regulagem 
mostrado na figura abaixo.
Para deslocar o visar e os impactos 
no alvo para direita, o parafuso de 
regulagem deve ser girado no sentido 
anti-horário.
Para deslocar o visar, e os impactos 
no alvo, para esquerda, o parafuso 
de regulagem deve ser girado no 
sentido horário.
Nota: 1 click no parafuso de 
regulagem lateral desloca em 1,15 
cm o ponto de impacto em um alvo 
a. 25 m.
 Fonte: Manual de Instruções Submetralhadora SMT, 01-2012, p. 14.
Ajuste de elevação
O ajuste de elevação (ajuste 
vertical) deve ser feito através do 
parafuso de regulagem mostrado na 
figura abaixo:
Para elevar o visar de mira, e os 
impactos, o parafuso de regulagem 
deve ser girado no sentido anti-
horário.
Para baixar o visar mira, e os 
impactos, o parafuso de regulagem 
deve ser girado no sentido horário.
Nota: 1 click no parafuso de 
regulagem vertical desloca em 
2,15cm o ponto de impacto em um 
alvo a 25 m.
 Fonte: Manual de Instruções Submetralhadora SMT, 01-2012, p. 15
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Municiamento
Segurar o carregador com uma 
das mãos e, com a outra, introduzir 
os cartuchos pressionando-os para 
baixo, até o máximo de cartuchos, 
indicado na lateral do carregador.
 Fonte: Manual de Instruções Submetralhadora SMT, 01-2012, p. 16.
Posicionar o Seletor de tiro na 
POSIÇÃO “S” (Segurança).
 Fonte: Manual de Instruções Submetralhadora SMT, 01-2012, p. 16.
Carregamento
Condição: arma descarregada, ferrolho 
aberto e retido, seletor em posição de 
segurança “S”.
 Fonte: Manual de Instruções Submetralhadora SMT, 01-2012, p. 17.
A. Mantenha o dedo afastado do 
gatilho e a arma direcionada para 
uma área segura.
B. insira o carregador municiado 
no alojamento e comprove que 
esteja realmente encaixado e 
retido pelo retém.
 Fonte: Manual de Instruções Submetralhadora SMT, 01-2012, p. 17.
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C. Com a mão livre, libere o retém do 
ferrolho ou puxe a alavanca de manejo até o 
final do curso e solte-a bruscamente.
Obs.: NÃO CONDUZA a alavanca de manejo 
durante essa operação, pois poderá ocorrer 
falhas no carregamento.
 Fonte: Manual de Instruções Submetralhadora SMT, 01-2012, p. 17.
 4.3 Desmontagem e montagem
a. Desmontagem
Para a desmontagem de primeiro escalão seguir a seguinte sequência:
1. Colocar o Seletor de Tiro na posição “S” (Segurança);
2. Retirar o carregador (fig. 1), pressionando o retém do carregador;
3. Ciciar o ferrolho (fig. 2) para retirar a munição da câmara;
4. Verificar visualmente, pela janela de ejeção, que não há munição na câmara (fig. 3 da 
sequência).
 Fonte: Manual de Instruções Submetralhadora SMT, 01-2012, p. 20.
Fechar o ferrolho, liberando-o do retém do ferrolho.
 Fonte: Manual de Instruções Submetralhadora SMT, 01-2012, p. 21.
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Desmontar o pino traseiro da caixa da culatra pressionando-o, com o dedo ou um estojo 
vazio, na face com menor diâmetro e retirar pelo outro lado.
 Fonte: Manual de Instruções Submetralhadora SMT, 01-2012, p. 21.
Levantar a caixa da culatra para permitir o acesso ao seu interior.
 Fonte: Manual de Instruções Submetralhadora SMT, 01-2012, p. 21.
Retirar o conjunto ferrolho/mola recuperadora.
 
 Fonte: Manual de Instruções Submetralhadora SMT, 01-2012, p. 21.
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Desmontagem do carregador
Com um punção ou pino, pressionar a chapa da mola do carregador pelo orifício no 
fundo; (figura 1)
Deslizar o fundo do carregador para frente, tomando cuidado para impedir a ejeção 
forçada da chapa pressionada pela mola; (figura 2)
Retire o fundo do carregador, a chapa com a mola e o transportador.
 Fonte: Manual de Instruções Submetralhadora SMT, 01-2012, p. 22.
 Fonte: Manual de Instruções Submetralhadora SMT, 01-2012, p. 23.
Montagem da SMT 40
A remontagem da submetralhadora SMT deve ser feita na ordem inversa a da desmontagem, 
conforme a seguir:
Introduzir o conjunto ferrolho/mola recuperadora na caixada culatra;
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O conjunto do ferrolho/mola deve ficar completamente inserido na caixa da culatra, isto 
é, ferrolho apoiado no cano. O cão deve estar engatilhado.
Fechar a caixa da culatra com o cano apontado levemente para baixo, conforme a figura 
abaixo, evitando assim que o conjunto do ferrolho/ mola se desloque;
Inserir o pino traseiro na caixa da culatra;
Ciclar o ferrolho, verificando a correta montagem do conjunto;
Inserir o carregador.
 Fonte: Manual de Instruções Submetralhadora SMT, 01-2012, p. 24.
Instruções para o uso
1 - A coronha (se for dobrável)
a. Para estender: segure a arma com a mão esquerda e gire a coronha no sentido horário 
até sua total abertura. ATENÇÃO: ESTA OPERAÇÃO JAMAIS DEVERÁ SER FEITA COM O 
FERROLHO ARMADO.
b. Para rebater: segure a arma na mão esquerda e pressione o botão localizado próximo 
ao parafuso de fixação da coronha. Após rebata a coronha.
2 - O tiro
Antes de efetuar os disparos, certifique-se que o cano esteja limpo, livre de obstruções 
e que a arma e o local, apresentem condições de segurança.
a. Municiar 
Posicionar o seletor em segurança em segurança “S”.
Colocar os cartuchos no carregador, segurando-o com a mão e com a outra introduzir 
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os cartuchos pressionando-os para baixo, até no máximo 10 cartuchos (carregador 10 
cartuchos), 15 cartuchos (carregador de 15 cartuchos) ou 30 cartuchos (carregador de 
30 cartuchos).
Colocar o carregador no seu alojamento na caixa do mecanismo, assegurando-se que 
fique preso pelo retém. 
ATENÇÃO: carregadores mal colocados podem cair no momento de atirar.
Apontar o cano para uma direção segura. Puxe o ferrolho totalmente para trás, até o 
final do curso, soltando-o bruscamente. Este procedimento posicionará um cartucho 
na câmara e a arma estará pronta para atirar, bastando apenas liberar a trava e 
posicionando o seletor de tiro na posição “1”.
b. Troca do carregador 
Retornar o seletor de tiro na posição segurança “S”
Repetir o carregador, pressionando o retém e introduzir o outro carregador. 
Apontar o cano para uma direção segura, alimentar a arma pressionando o retém do 
ferrolho para cima ou puxando o preparador para trás e soltando-o bruscamente. O 
ferrolho posicionará novamente um cartucho na câmara deixando a arma em condições 
de prosseguir atirando.
c. Descarregar
Posicionar o seletor em segurança “S”
Retirar o carregador
Ciclar o ferrolho retirando o cartucho da câmara, certificando-se visualmente que 
realmente o cartucho foi extraído e fechar o ferrolho.
 4.4 Limpeza e Manutenção
A limpeza faz parte da manutenção necessária para garantir o perfeito funcionamento da 
arma e prevenir desgastes prematuros no tratamento superficial por agentes corrosivos e 
mecânicos, elevando a vida útil do produto.
São duas as classes de limpeza ordinária após o serviço (limpeza diária) e após o tiro:
1 – Limpeza ordinária após o serviço compreende:
Descarregar a arma;
Limpar todas as superfícies extremas da arma e do carregador, mantendo-as lubrificadas 
com uma fina camada de óleo.
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2 – Limpeza após o tiro:
Descarregar e logo em seguida, desmontar a arma;
Limpar e lubrificar as caixas do mecanismo e culatra interna e externamente;
Limpar e lubrificar o ferrolho, a guia e a mola recuperadora;
Limpar e lubrificar a câmara e interior do cano;
Desmontar, limpar e lubrificar os carregadores;
Montar os conjuntos e verificar o funcionamento da arma.
3 – Cuidados especiais:
Somente uma pequena quantidade de óleo deve ser usada para conservar o equipamento;
Evite o excesso de óleo dentro do carregador e do cano;
Óleo lubrificante possui alto poder de penetração e poderá danificar a munição;
Antes da manutenção, certifique-se de que a arma esteja descarregada.
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REFERÊNCIAS
ALMEIDA, Juarez Giffoni de. Apostila Armamento e Tiro - PMBA, 2000. Documento digital.
BRASIL. Lei nº 10.826, de 22 de dezembro de 2003 (Dispõe sobre registro, posse e 
comercialização de armas de fogo e munição, sobre o Sistema Nacional de Armas – Sinarm, 
define crimes e dá outras providências.) Disponível em: http://www.planalto.gov.br/
ccivil_03/leis/2003/l10.826.htm. Acesso em: 10jul20.
_____. Portaria nº 028 COLOG, de 14 de março de 2017 (Altera a Portaria nº 51- COLOG, 
de 8 de setembro de 2015 e substitui a Portaria nº 61 - COLOG, de 15 de agosto de 
2016, que dispõe sobre normatização administrativa de atividades de colecionamento, 
tiro desportivo e caça, que envolvam a utilização de Produtos Controlados pelo Exército 
(PCE).) Disponível em: http://www.dfpc.eb.mil.br/phocadownload/p128.pdf
Acesso em: 10jul20.
_____. Portaria nº 040 COLOG, de 28 de março de 2018 (Altera a Portaria nº 51 - COLOG, 
de 8 de setembro de 2015 que dispõe sobre normatização administrativa das atividades 
de colecionamento, tiro desportivo e caça.) Disponível em: http://www.dfpc.eb.mil.br/
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Acesso em: 10jul20.
_____. Portaria nº 093 COLOG, de 29 de junho de 2018 (Altera a Portaria nº 51 - COLOG, 
de 8 de setembro de 2015, que dispõe sobre normatização administrativa das atividades 
de colecionamento, tiro desportivo e caça.) Disponível em: http://www.dfpc.eb.mil.br/
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Acesso em: 10jul20.
_____. Decreto nº 9.845, de 25 de junho de 2019 (Regulamenta a Lei nº 10.826, de 22 
de dezembro de 2003, para dispor sobre a aquisição, o cadastro, o registro e a posse de 
armas de fogo e de munição.) Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_
Ato2019-2022/2019/Decreto/D9845.htm
Acesso em: 10jul20.
_____. Decreto nº 9.846, de 25 de junho de 2019 (Regulamenta a Lei nº 10.826, de 22 
de dezembro de 2003, para disp S, Forjas. Manual de Instruções Pistolas metálicas, 
03-2012.
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2003/l10.826.htm
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_____. Decreto nº 9.847, de 25 de junho de 2019 (Regulamenta a Lei nº 10.826, de 22 
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fogo, munições e demais Produtos Controlados de competência do Comando do Exército.) 
Disponível em: http://www.dfpc.eb.mil.br/images/Portarian136.pdf
Acesso em: 10jul20.
_____.

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