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Terapia Ocupacional na Promoção da Saúde Mental e Qualidade de Vida de Idosos : Grupo Viva a Vida O envelhecimento é inevitável traz consigo desafios relacionados à saúde e ao bem-estar dos idosos. A manutenção da qualidade de vida e da saúde mental é decisiva para garantir um envelhecimento ativo e digno. A promoção da saúde, neste contexto, vai além do tratamento de doenças, focando na capacitação dos indivíduos para gerenciar e melhorar sua própria saúde. A T.O (Terapia Ocupacional) surge como uma profissão fundamental nesse processo, o foco nas ocupações humanas trazendo atividades de autocuidado, lazer, socialização e produtividade, permitindo que os idosos mantenham sua autonomia, engajamento social e senso de propósito. A participação em atividades significativas e prazerosas é um potente fator de proteção contra o isolamento social, a depressão e o declínio cognitivo. Este projeto busca investigar como a Terapia Ocupacional pode, por meio de um programa de intervenção, promover a saúde mental e a qualidade de vida de idosos em um grupo de Idoso com o nome Viva a Vida oferecendo uma abordagem preventiva e reabilitadora. INTRODUÇÃO OBJETIVOS Objetivo Geral: Avaliar o impacto de um programa de intervenção da Terapia Ocupacional na promoção da saúde mental e na qualidade de vida de um grupo de idosos que frequentam um projeto chamado Viva a Vida. Objetivos Específicos: Identificar as principais ocupações e atividades significativas para o grupo de idosos. Desenvolver e implementar um programa de atividades terapêuticas (artesanato, jardinagem, jogos de mesa, oficinas de memória, etc.). Mensurar os níveis de satisfação com a vida e de engajamento social dos participantes antes e após o programa. Analisar a percepção dos idosos sobre as atividades e seu impacto em seu bem-estar emocional e social. Tipo de Estudo: Pesquisa-ação com abordagem qualitativa e quantitativa. Local: Grupo Terceira Idade "Viva a Vida" . Participantes: Um grupo de 39 idosos, com idade igual ou superior a 60 anos, frequentadores do grupo, que aceitarem participar voluntariamente do projeto. Procedimentos: Fase 1 (Pré-intervenção): Aplicação de questionários (por exemplo, WHOQOL-BREF para qualidade de vida, escala de satisfação com a vida) e entrevistas semiestruturadas para entender as rotinas e interesses ocupacionais dos participantes. Fase 2 (Intervenção): Realização de um programa de Terapia Ocupacional com duração de 12 semanas, com encontros semanais de 90 minutos. As atividades serão desenvolvidas a partir dos interesses identificados e incluem: Oficinas de Artesanato: Pintura em tela e cerâmica. Atividades Cognitivas: Jogos de tabuleiro e oficinas de memória. Atividades de Socialização e Lazer: Grupo de leitura, roda de conversa e jardinagem. Fase 3 (Pós-intervenção): Reaplicação dos mesmos questionários e realização de entrevistas para coletar os dados sobre as mudanças percebidas pelos participantes. Análise de Dados: Os dados quantitativos dos questionários serão analisados por meio de estatística descritiva e testes de comparação (t- test pareado). Os dados qualitativos das entrevistas serão submetidos à análise de conteúdo. METODOLOGIA RESULTADO Resultados Quantitativos: Espera-se que os resultados dos questionários indiquem uma melhora estatisticamente significativa nos escores de qualidade de vida, satisfação com a vida e engajamento social após a intervenção. Resultados Qualitativos: Espera-se que as entrevistas revelem relatos de aumento da autoestima, melhora do humor, diminuição da sensação de solidão e maior participação em atividades. Os idosos devem relatar que as atividades foram prazerosas e importantes para sua rotina. A partir dos resultados, o projeto poderá concluir que a Terapia Ocupacional é uma ferramenta eficaz na promoção da saúde mental de idosos, ao utilizar as ocupações como meio para fortalecer a autoestima, o senso de pertencimento e a autonomia. A intervenção demonstrou que a participação em atividades significativas e em grupo contribui para a redução do isolamento social e para a melhora da qualidade de vida, reforçando a importância do terapeuta ocupacional no grupo Viva Vida. Conclusão Josiane da Silva BARTALOTTI, C.C.; DE CARLO, M.M.R.P. Caminhos da Terapia Ocupacional. In: DE CARLO, M. M.R.P.; Bartalotti, C.C. Terapia. FERRARI, M A C. Kielhofner e o modelo de ocupação humana. Revista de Terapia Ocupacional da Universidade de Sao Paulo, v. 2 , n. 4 , p. 216-9, 1991Tradução . . Acesso em: 05 de maio de 2025. . Ferrari MAC. Kielhofner e o modelo de ocupacao humana. Revista de Terapia Ocupacional da Universidade de Sao Paulo. 1991 ;2 ( 4 ): 216-9.[citado 2025 jul. Acesso em: 04 de julho de 2025. Freire, P. (1987). Pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra.. MEDEIROS ABA, ENDERS BC, LIRA ABDC. Teoria ambientalista de Florence Nightingale: uma análise crítica. Esc. Anna Nery. 2015. REFERÊNCIA: